Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 05/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 MRVE3 R$ 8,74 6,85%
2 VAMO3 R$ 4,40 6,28%
3 VBBR3 R$ 30,85 3,56%
4 ENEV3 R$ 21,55 3,56%
5 AXIA6 R$ 60,57 3,52%
6 AXIA3 R$ 56,75 3,22%
7 TIMS3 R$ 25,53 2,99%
8 NATU3 R$ 8,98 2,75%
9 B3SA3 R$ 16,20 2,73%
10 RADL3 R$ 26,25 2,58%

1º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 8,74 ↑ 6,85%

Descrição: A MRV Engenharia liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 6,85%, fechando cotada a R$ 8,74. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade positiva, saindo de uma mínima de R$ 8,15 para atingir a máxima de R$ 8,79. O volume de negociação foi robusto, totalizando R$ 94.286.246,00 movimentados através de 10.787.900 ações. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,18, a valorização nominal foi de R$ 0,56. Ao analisarmos o horizonte de 52 semanas, observamos que a ação ainda possui margem para buscar sua máxima anual de R$ 9,50, estando consideravelmente distante da mínima de R$ 4,43 registrada no mesmo período. Este movimento reflete um forte otimismo do setor imobiliário no curto prazo. A MRV é a maior construtora da América Latina, focada no segmento de habitação popular e integrante do programa Minha Casa, Minha Vida. Recentemente, a empresa anunciou a venda de empreendimentos de sua subsidiária nos EUA, a Resia, visando fortalecer o fluxo de caixa do grupo.

2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,40 ↑ 6,28%

Descrição: As ações da Vamos registraram uma alta significativa de 6,28%, encerrando o dia a R$ 4,40. O ativo iniciou o pregão próximo à sua mínima de R$ 4,10 e escalou até a máxima de R$ 4,46, mostrando uma pressão compradora constante. O volume financeiro foi expressivo, atingindo R$ 170.144.480,00, com mais de 38 milhões de papéis trocando de mãos. O incremento de R$ 0,26 em relação ao fechamento de R$ 4,14 coloca a empresa em uma posição estratégica de recuperação, embora ainda esteja abaixo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 5,29. A liquidez do papel permanece como um de seus pontos fortes no setor de bens de capital. A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões e máquinas pesadas no Brasil, controlada pela Simpar. A última notícia relevante da companhia envolve a aprovação de uma reorganização societária visando separar os negócios de locação e concessionárias para otimizar valor aos acionistas.

3º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 30,85 ↑ 3,56%

Descrição: A Vibra Energia fechou o pregão com uma valorização de 3,56%, atingindo o preço de R$ 30,85. O desempenho é notável pois o papel alcançou sua máxima histórica de 52 semanas (R$ 30,98) durante o dia, após uma mínima de R$ 30,12. O volume negociado foi um dos maiores da lista, somando R$ 571.394.445,00, o que denota alta convicção dos investidores institucionais. O ganho nominal de R$ 1,06 frente ao fechamento anterior de R$ 29,79 consolida a tendência de alta da petroleira. A empresa mostra uma recuperação resiliente desde sua mínima anual de R$ 13,91, operando agora no topo de sua banda técnica. A Vibra Energia, ex-BR Distribuidora, é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil. Notícias recentes indicam que a empresa está focada na transição energética, tendo ampliado sua parceria com a Zeg Biogás para fortalecer sua presença em energia renovável.

4º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 21,55 ↑ 3,56%

Descrição: A Eneva registrou um avanço de 3,56%, encerrando a R$ 21,55 por ação. O papel oscilou entre a mínima de R$ 21,15 e a máxima de R$ 21,72 ao longo da sessão. Com um volume financeiro de R$ 427.084.365,00 e 19,8 milhões de ações negociadas, o ativo se manteve próximo ao patamar de fechamento de R$ 20,81 do dia anterior. A variação nominal foi de R$ 0,74. O desempenho atual coloca a Eneva próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 22,79), indicando que o mercado precifica positivamente as operações integradas da companhia no setor de energia. A Eneva é uma empresa integrada de energia, atuando desde a exploração de gás natural até a geração térmica. A última notícia de impacto foi a conclusão da aquisição de ativos da Petrobras na Bacia de Solimões, o que deve elevar sua capacidade de produção nos próximos trimestres.

5º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 60,57 ↑ 3,52%

Descrição: As ações preferenciais classe B da Eletrobras (sob o ticker AXIA6 neste relatório) apresentaram alta de 3,52%, fechando a R$ 60,57. O ativo atingiu sua máxima de 52 semanas durante o pregão, tocando os R$ 61,15, partindo de uma mínima diária de R$ 58,92. Embora o volume de ações tenha sido menor que outros pares (1,2 milhão), o volume financeiro alcançou R$ 73.162.503,00. O aumento nominal de R$ 2,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 58,51 reforça o momento positivo da maior empresa de energia da América Latina após sua desestatização. A Eletrobras atua na geração e transmissão de energia elétrica. A notícia mais recente sobre a empresa envolve a emissão de debêntures bilionárias para reperfilamento de dívida e investimentos em modernização de usinas.

6º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 56,75 ↑ 3,22%

Descrição: As ações ordinárias da Eletrobras (AXIA3) acompanharam o movimento das preferenciais, com alta de 3,22% e fechamento a R$ 56,75. O volume financeiro foi substancialmente maior que o da classe anterior, totalizando R$ 772.327.775,00, o que reflete a liquidez das ações com direito a voto. A máxima do dia de R$ 57,49 também representou o pico de 52 semanas para o papel, mostrando que o mercado está em fase de “price discovery” para novos recordes. A variação nominal foi de R$ 1,77 sobre o preço anterior de R$ 54,98. A Eletrobras detém uma fatia majoritária da capacidade de geração do Brasil. Em notícias recentes, a companhia confirmou a venda de sua participação na EMAE por cerca de R$ 1 bilhão, mantendo a estratégia de desinvestimento em ativos não essenciais.

7º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 25,53 ↑ 2,99%

Descrição: A gigante das telecomunicações TIM S.A. encerrou o dia com valorização de 2,99%, cotada a R$ 25,53. O papel demonstrou força ao atingir sua máxima de 52 semanas em R$ 25,57 durante o pregão, partindo de uma mínima de R$ 24,86. O volume de negócios atingiu R$ 125.957.361,00, com 4,9 milhões de ações transacionadas. A valorização nominal foi de R$ 0,74 em relação aos R$ 24,79 do fechamento anterior. A TIM segue em uma trajetória ascendente consistente, distanciando-se largamente da mínima anual de R$ 13,45, impulsionada pelos resultados operacionais do 5G. A TIM é uma das líderes em telefonia móvel no país. A última notícia relevante aponta que a empresa aumentou seu guidance de dividendos para os próximos anos, beneficiada pela integração bem-sucedida dos ativos da Oi Móvel.

8º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,98 ↑ 2,75%

Descrição: A Natura &Co registrou alta de 2,75%, com as ações fechando a R$ 8,98. A sessão foi marcada por uma oscilação entre R$ 8,71 e R$ 9,07. O volume financeiro movimentado foi de R$ 49.521.108,00. Apesar da alta nominal de R$ 0,24 frente ao fechamento anterior de R$ 8,74, a ação ainda opera bem abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 14,34, indicando que o mercado ainda aguarda sinais mais claros de recuperação de margens. O ativo se sustenta acima da mínima anual de R$ 7,13. A Natura é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos e beleza. Recentemente, a empresa concluiu a venda da marca The Body Shop para o grupo Aurelius, como parte de sua estratégia de simplificação operacional e redução de endividamento.

9º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 16,20 ↑ 2,73%

Descrição: A B3, operadora da bolsa brasileira, fechou com ganho de 2,73%, cotada a R$ 16,20. O volume negociado foi o maior do ranking, com expressivos R$ 823.541.580,00 e mais de 50 milhões de ações trocando de mãos, o que evidencia sua relevância como termômetro do mercado local. O papel oscilou entre a mínima de R$ 15,82 e a máxima de R$ 16,28, aproximando-se de sua máxima anual de R$ 16,90. A variação nominal positiva de R$ 0,43 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,77 reflete a expectativa de maior volume de IPOs e negociações com a possível queda de juros. A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil. A última notícia de destaque é o lançamento de novos produtos derivativos focados em ativos ambientais e créditos de carbono.

10º – Raia Drogasil S.A. (RADL3) | R$ 26,25 ↑ 2,58%

Descrição: Fechando o ranking, a Raia Drogasil apresentou alta de 2,58%, encerrando a R$ 26,25. O ativo tocou sua máxima de 52 semanas em R$ 26,78 durante o pregão, após uma mínima de R$ 25,67. Foram movimentados R$ 260.733.375,00 em volume financeiro, com 9,9 milhões de papéis negociados. O acréscimo de R$ 0,66 em relação aos R$ 25,59 anteriores mostra a resiliência do setor de varejo farmacêutico perante a economia. A ação acumula uma valorização expressiva desde sua mínima anual de R$ 12,67. A RD (RaiaDrogasil) é a maior rede de farmácias do Brasil em número de lojas e faturamento. Notícias recentes destacam que a companhia está acelerando sua estratégia de “hub de saúde”, expandindo serviços de telemedicina e exames rápidos dentro de suas unidades físicas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 9,04 -4,14%
2 VALE3 R$ 86,35 -3,44%
3 PSSA3 R$ 50,76 -3,37%
4 CSAN3 R$ 5,64 -3,09%
5 CSNA3 R$ 9,92 -3,03%
6 BRAP4 R$ 24,53 -3,01%
7 COGN3 R$ 3,92 -2,97%
8 AZZA3 R$ 24,71 -2,91%
9 CVCB3 R$ 2,51 -2,71%
10 BBAS3 R$ 24,42 -2,71%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,04 ↓ 4,14%

Descrição: O ativo BRKM5 encerrou o período com a maior queda percentual do ranking, registrando um recuo de 4,14%. O preço atual de R$ 9,04 reflete uma variação negativa nominal de R$ 0,39 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,43. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 9,01 e a máxima de R$ 9,56. O volume de ações movimentadas foi de 3.383.700 unidades, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 30.588.648,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está operando em um patamar intermediário, distante tanto de sua mínima anual (R$ 6,11) quanto de sua máxima (R$ 13,90). Este movimento sugere uma busca por suporte próximo aos R$ 9,00, após testar resistências intradiárias mais elevadas. A liquidez, embora relevante para o porte da empresa, foi a menor em termos financeiros entre as dez listadas.

A Braskem é a maior petroquímica das Américas, com foco na produção de resinas termoplásticas e insumos químicos básicos. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado devido ao processo de venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) e às discussões sobre as indenizações relacionadas ao incidente geológico em Maceió.

2º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 86,35 ↓ 3,44%

Descrição: A Vale S.A. registrou uma queda acentuada de 3,44%, encerrando a R$ 86,35. O impacto nominal foi expressivo, com uma redução de R$ 3,08 por cota frente ao fechamento anterior de R$ 89,43. O ativo apresentou alta volatilidade, atingindo a máxima de R$ 88,93 e a mínima de R$ 86,24. O volume financeiro foi o mais robusto do dia, totalizando R$ 3.867.236.560,00, com 44.785.600 ações trocando de mãos. Interessante notar que a máxima das últimas 52 semanas (R$ 89,59) está muito próxima do fechamento anterior, indicando que o papel sofreu uma forte realização de lucros após testar picos anuais. A mínima anual de R$ 44,77 demonstra a forte recuperação do papel no longo prazo, apesar do recuo pontual observado neste pregão, que foi impulsionado pelo volume massivo de negociações.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder global na produção de minério de ferro e níquel. Uma notícia relevante recente envolve a expectativa dos investidores quanto ao anúncio de novos dividendos e a gestão da sucessão no comando da companhia, além das oscilações do preço do minério de ferro no porto de Qingdao.

3º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 50,76 ↓ 3,37%

Descrição: O ativo PSSA3 fechou cotado a R$ 50,76, uma retração de 3,37%, o que equivale a uma desvalorização de R$ 1,77 em relação ao preço de referência de R$ 52,53. O volume de ações negociadas foi de 4.600.300, gerando um volume financeiro de R$ 233.511.228,00. No intraday, o papel tocou a mínima psicológica de R$ 50,00, recuperando-se levemente até o fechamento, enquanto sua máxima diária foi de R$ 53,09. No horizonte de um ano, o papel demonstra resiliência, mantendo-se mais próximo da máxima de 52 semanas (R$ 55,97) do que da mínima (R$ 34,75). O movimento atual indica uma correção técnica após um período de valorização, com o mercado ajustando posições no setor de seguros, possivelmente influenciado por projeções de sinistralidade ou mudanças na curva de juros.

A Porto Seguro é uma holding brasileira que atua nos ramos de seguros, serviços financeiros e saúde. Recentemente, a empresa divulgou resultados operacionais sólidos, destacando o crescimento de sua base de clientes e a expansão para verticais de serviços além do automóvel, como a Porto Bank.

4º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,64 ↓ 3,09%

Descrição: A Cosan apresentou um fechamento em R$ 5,64, marcando uma queda de 3,09% (R$ 0,18 nominais). O papel abriu em patamares superiores ao fechamento anterior de R$ 5,82, mas a pressão vendedora o levou à mínima de R$ 5,61, próximo ao valor final do dia. O volume de ações foi expressivo, com 31.291.700 unidades negociadas, totalizando R$ 176.485.188,00 em giro financeiro. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra uma performance volátil, com máxima de R$ 8,78 e mínima de R$ 4,92. O preço atual coloca a ação em uma zona de suporte importante, aproximando-se das mínimas anuais, o que pode atrair investidores em busca de valor, embora o sentimento de curto prazo permaneça pessimista conforme os dados apresentados.

A Cosan é um dos maiores grupos econômicos do Brasil, com investimentos em energia, logística e infraestrutura através de empresas como Raízen, Compass e Rumo. Notícias recentes indicam que o grupo está focado na desalavancagem financeira e na otimização de seu portfólio de ativos após grandes aquisições nos últimos anos.

5º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,92 ↓ 3,03%

Descrição: O ativo CSNA3 registrou fechamento a R$ 9,92, perdendo a marca psicológica dos dez reais após uma queda de 3,03%. A variação nominal negativa foi de R$ 0,31 comparada aos R$ 10,23 anteriores. Durante o dia, o papel atingiu máxima de R$ 10,27 e mínima de R$ 9,90. Foram movimentadas 11.205.000 ações, somando um volume financeiro de R$ 111.153.600,00. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, observa-se que o ativo está operando perto de sua máxima (R$ 11,32), sugerindo que a queda atual é uma retração de um rali recente, dado que a mínima anual está fixada em R$ 6,72. A perda do suporte de R$ 10,00 é um sinal técnico que pode intensificar o monitoramento por parte dos analistas gráficos.

A CSN é uma siderúrgica integrada que atua também nos setores de mineração, cimento e logística. Recentemente, a empresa confirmou tratativas para a aquisição da InterCement, o que tem gerado discussões no mercado sobre o impacto no endividamento da companhia e sua estratégia de expansão no setor de construção civil.

6º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 24,53 ↓ 3,01%

Descrição: A Bradespar, holding que detém participação na Vale, acompanhou o movimento da mineradora e recuou 3,01%, fechando em R$ 24,53. A redução nominal foi de R$ 0,76 em relação ao fechamento de R$ 25,29. O ativo teve oscilação entre R$ 24,47 e R$ 25,13 ao longo do pregão. O volume financeiro atingiu R$ 78.709.411,00, com 3.208.700 ações transacionadas. No histórico anual, o preço atual está extremamente próximo da máxima de 52 semanas (R$ 25,46), o que reforça a tese de uma realização de lucros técnica após o ativo quase dobrar de valor em relação à sua mínima de R$ 13,28. A correlação direta com a Vale3 justifica a queda acentuada, dado o peso do minério de ferro na avaliação do mercado para esta holding.

A Bradespar é uma sociedade de investimentos cujo principal ativo é a participação acionária na Vale S.A. Por ser uma holding, sua cotação é fortemente influenciada pelos resultados e dividendos distribuídos pela mineradora. A última notícia relevante é a aprovação recorrente de pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

7º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,92 ↓ 2,97%

Descrição: As ações da Cogna Educação (COGN3) fecharam em R$ 3,92, apresentando uma desvalorização de 2,97% (R$ 0,12 nominais). O fechamento anterior estava em R$ 4,04, e o papel oscilou entre a mínima de R$ 3,91 e a máxima de R$ 4,07. O volume de ações negociadas foi bastante elevado, com 26.155.900 papéis, resultando em um giro financeiro de R$ 102.531.128,00. No contexto de 52 semanas, a COGN3 está operando em uma faixa de preços superior, aproximando-se da máxima de R$ 4,75 e muito distante da mínima de R$ 1,14. Esse cenário indica que, apesar da queda diária, o ativo mantém uma trajetória de recuperação estrutural no longo prazo, refletindo possivelmente melhores perspectivas para o setor educacional ou reestruturação interna.

A Cogna é um dos maiores grupos educacionais do mundo, detentora de marcas como Kroton e Vasta. Recentemente, a empresa reportou um aumento no número de matrículas no ensino superior e a continuidade de sua estratégia focada na digitalização do ensino e eficiência operacional.

8º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 24,71 ↓ 2,91%

Descrição: O ativo AZZA3 registrou um recuo de 2,91%, encerrando o dia cotado a R$ 24,71. A variação negativa foi de R$ 0,74 em comparação ao valor de fechamento de R$ 25,45. Durante as negociações, o papel variou entre R$ 24,60 e R$ 25,55. O volume de ações foi de 3.803.900, movimentando R$ 93.994.369,00. Na análise das últimas 52 semanas, a ação mostra-se em um ponto de inflexão, situando-se entre a mínima de R$ 19,30 e a máxima de R$ 41,49. A queda de hoje afasta o papel de sua máxima anual, sugerindo que o setor de varejo de moda/luxo está enfrentando ventos contrários, possivelmente ligados ao consumo doméstico ou custos operacionais.

A Azzas 2154 é a nova gigante do setor têxtil e de moda resultante da fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma. A principal notícia recente envolve a conclusão das etapas de integração operacional entre as marcas das duas companhias e a busca por sinergias que possam reduzir custos e aumentar as margens de lucro.

9º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,51 ↓ 2,71%

Descrição: A CVCB3 fechou em queda de 2,71%, cotada a R$ 2,51. O recuo nominal foi de R$ 0,07 em relação ao preço anterior de R$ 2,58. O papel teve um pregão de baixa volatilidade nominal, circulando entre R$ 2,45 e R$ 2,65. O volume de negociação foi robusto em termos de unidades (24.714.300 ações), com um financeiro de R$ 62.032.893,00. Em 52 semanas, o ativo permanece em um patamar deprimido se comparado a outras épocas, com máxima de R$ 2,79 e mínima de R$ 1,64. O preço atual está muito próximo da máxima anual, indicando que o papel vinha em uma tendência de alta recente que foi interrompida por esta correção de 2,71%.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país. Recentemente, a empresa anunciou dados positivos sobre o aumento na reserva de pacotes turísticos para as temporadas de férias, além de avanços em seu plano de reperfilamento da dívida financeira, o que trouxe certo otimismo ao mercado.

10º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 24,42 ↓ 2,71%

Descrição: O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou o dia a R$ 24,42, apresentando uma desvalorização de 2,71%, ou R$ 0,68 em termos nominais sobre o fechamento de R$ 25,10. O ativo registrou a mínima de R$ 24,19 e máxima de R$ 25,25. O volume financeiro foi o segundo maior do ranking, com R$ 885.515.598,00 movimentados através de 36.261.900 ações. Observando o histórico de 52 semanas, o ativo está operando abaixo de sua máxima de R$ 29,34, mas bem acima da mínima de R$ 18,02. A queda reflete um movimento de aversão ao risco no setor bancário, embora o Banco do Brasil continue sendo um dos ativos com indicadores de valuation (como P/L e Dividend Yield) mais atrativos do setor financeiro.

O Banco do Brasil é uma das principais instituições financeiras do país, com controle estatal e forte atuação no agronegócio. Recentemente, a instituição revisou suas projeções de lucro líquido para o ano e anunciou o cronograma de pagamento de proventos trimestrais, mantendo o foco em eficiência e expansão da carteira de crédito.

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