As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PETR3 | R$ 33,08 | 0,04% |
| 2 | PETR4 | R$ 31,16 | 0,03% |
| 3 | GGBR4 | R$ 21,67 | 0,02% |
| 4 | MRVE3 | R$ 8,08 | 0,01% |
| 5 | BRAP4 | R$ 21,37 | 0,01% |
| 6 | GOAU4 | R$ 9,40 | 0,01% |
| 7 | VALE3 | R$ 75,43 | 0,01% |
| 8 | CSNA3 | R$ 10,01 | 0,01% |
| 9 | BRKM5 | R$ 8,30 | 0,01% |
| 10 | BRAV3 | R$ 17,51 | 0,01% |
1º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 33,08 ↑ 3,54%
Descrição: A Petrobras ON (PETR3) liderou o ranking de valorização entre os ativos selecionados, encerrando o dia cotada a R$ 33,08. Durante a sessão, o papel apresentou uma oscilação consistente, com mínima de R$ 31,81 e máxima de R$ 33,28, demonstrando forte pressão compradora após abrir acima do fechamento anterior de R$ 31,95. O volume de ações negociadas atingiu 14.405.800 unidades, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 476.543.864,00. No acumulado de 52 semanas, a ação transita em um intervalo saudável, mantendo-se distante da mínima de R$ 29,34 e aproximando-se do topo de R$ 38,62. A variação nominal de R$ 1,13 reflete o otimismo do mercado em relação ao setor de energia.
A Petrobras é a maior empresa do Brasil, atuando na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Recentemente, a companhia anunciou que atingiu recordes operacionais em sua produção no pré-sal, o que tem atraído a atenção de investidores focados em dividendos e eficiência produtiva.
2º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 31,16 ↑ 2,64%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) ocupam a segunda posição, com uma alta de 2,64%. O ativo fechou o dia em R$ 31,16, após uma variação positiva de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 30,36. O volume de negociação foi o mais robusto da lista em termos de liquidez física, com 48.053.200 ações trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 1.497.337.712,00. A máxima do dia encostou em R$ 31,32, muito próxima do valor final, indicando que o papel terminou o pregão com fôlego. O histórico de 52 semanas mostra uma estabilidade considerável, operando entre R$ 27,30 e R$ 34,77.
A Petrobras é uma sociedade de economia mista que desempenha um papel estratégico na economia nacional. Uma notícia de grande relevância recente é a aprovação do seu novo Plano Estratégico, que prevê investimentos significativos em transição energética e descarbonização para os próximos cinco anos.
3º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,67 ↑ 1,98%
Descrição: A Gerdau (GGBR4) apresentou um desempenho sólido com alta de 1,98%, fechando a R$ 21,67. O papel movimentou R$ 254.863.037,00 em um volume de 11.761.100 ações. A mínima registrada foi de R$ 20,96 e a máxima de R$ 21,91, valor este que representa exatamente o teto das últimas 52 semanas, sinalizando que a empresa está operando em seu nível de resistência máximo anual. A variação de R$ 0,42 em relação ao fechamento anterior (R$ 21,25) confirma a tendência de alta do setor siderúrgico. Com uma mínima anual de R$ 13,33, a valorização acumulada é notável, atraindo investidores de valor.
A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas. Recentemente, a empresa divulgou resultados financeiros que superaram as expectativas do mercado, impulsionados pela demanda resiliente na construção civil e no setor automotivo nos EUA.
4º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 8,08 ↑ 1,25%
Descrição: A MRV (MRVE3) fechou a sessão em R$ 8,08, registrando uma valorização de 1,25% ou R$ 0,10 nominais. O papel teve um dia de negociação ativo, com volume de 15.553.000 ações e movimentação financeira de R$ 125.668.240,00. A cotação flutuou entre R$ 7,86 e R$ 8,20. Comparado ao histórico de 52 semanas (mínima de R$ 4,43 e máxima de R$ 9,50), o ativo busca recuperação após períodos de volatilidade no setor imobiliário. O fechamento anterior foi de R$ 7,98, e a manutenção acima dos R$ 8,00 é vista como um suporte psicológico importante para o curto prazo.
A MRV é a maior construtora da América Latina, focada principalmente no segmento de habitação popular (Minha Casa, Minha Vida). A última notícia relevante da companhia envolve a captação de novos recursos via debêntures para fortalecer seu caixa e financiar novos empreendimentos residenciais.
5º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 21,37 ↑ 1,09%
Descrição: A Bradespar (BRAP4) registrou alta de 1,09%, encerrando o pregão a R$ 21,37. O volume negociado foi de 2.047.400 ações, totalizando R$ 43.752.938,00. A ação variou entre a mínima de R$ 20,99 e a máxima de R$ 21,43, aproximando-se do pico de 52 semanas de R$ 21,44. Este fechamento quase no topo anual indica uma forte correlação com a valorização da Vale, principal ativo da holding. O fechamento anterior foi de R$ 21,14, e o incremento de R$ 0,23 reflete o bom momento para detentores de participações em mineradoras.
A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação relevante na Vale S.A. Como sua receita provém majoritariamente dos dividendos da mineradora, o anúncio recente de pagamento de proventos bilionários pela Vale impactou positivamente as expectativas de retorno para os acionistas da Bradespar.
6º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,40 ↑ 1,08%
Descrição: A Metalúrgica Gerdau (GOAU4), holding da Gerdau, fechou o dia a R$ 9,40, com variação positiva de 1,08%. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 141.948.460,00 para 15.100.900 ações negociadas. O ativo tocou a máxima de R$ 9,56, que também é a sua máxima de 52 semanas, evidenciando o momento de otimismo extremo para o setor metálico. A mínima do dia foi de R$ 9,18, superando o fechamento anterior de R$ 9,30. Considerando a mínima anual de R$ 5,55, a recuperação do papel é robusta, oferecendo um carrego de dividendos atrativo.
A Metalúrgica Gerdau atua como a controladora do Grupo Gerdau. Recentemente, a empresa tem sido citada em relatórios de análise por sua estrutura de capital eficiente e pela expectativa de continuidade na distribuição de dividendos robustos provenientes de sua controlada operacional.
7º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 75,43 ↑ 0,92%
Descrição: A Vale (VALE3), uma das gigantes do Ibovespa, fechou a R$ 75,43 com alta de 0,92%. O volume financeiro negociado foi o maior do grupo, atingindo R$ 1.694.580.208,00, fruto de 22.465.600 ações transacionadas. A cotação variou entre R$ 74,28 e R$ 76,05. Apesar da alta diária, o papel ainda opera abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 77,34), mas muito acima da mínima de R$ 44,77. O acréscimo de R$ 0,69 sobre o fechamento anterior de R$ 74,74 mostra uma recuperação gradual perante os preços internacionais do minério de ferro.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo e líder na produção de minério de ferro e níquel. A notícia mais recente sobre a empresa refere-se à assinatura de acordos definitivos para a reparação integral dos danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana, trazendo maior segurança jurídica para os investidores.
8º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 10,01 ↑ 0,91%
Descrição: A CSN (CSNA3) encerrou o dia com uma valorização de 0,91%, cotada a R$ 10,01, superando novamente a barreira psicológica dos dez reais. Com um volume de 6.147.300 ações, a movimentação financeira foi de R$ 61.534.473,00. A máxima do dia chegou a R$ 10,05, próxima do topo anual de R$ 10,33. O fechamento anterior foi de R$ 9,92, e a mínima do dia registrou R$ 9,64. O ativo demonstra resiliência, mantendo-se distante da mínima de 52 semanas de R$ 6,72, sustentado pela diversificação entre siderurgia, mineração e cimento.
A CSN é um grupo siderúrgico integrado que atua em toda a cadeia produtiva do aço, além de ter operações fortes em mineração e logística. Recentemente, a companhia anunciou planos de IPO para sua unidade de cimentos, visando destravar valor para o grupo consolidado.
9º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,30 ↑ 0,61%
Descrição: A Braskem (BRKM5) registrou uma leve alta de 0,61%, fechando em R$ 8,30. O volume de negócios foi de 3.149.900 ações, resultando em R$ 26.144.170,00 negociados. O papel oscilou entre a mínima de R$ 8,08 e a máxima de R$ 8,38. O ativo encontra-se em uma zona de preço desafiadora, operando muito abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 15,12, mas ainda acima da mínima de R$ 6,11. O fechamento anterior foi de R$ 8,25, demonstrando uma variação nominal modesta de R$ 0,05.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das maiores do mundo. A empresa tem estado no centro de notícias corporativas devido a possíveis negociações de venda de participação acionária e discussões sobre passivos ambientais em Alagoas, o que tem gerado volatilidade no preço das ações.
10º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 17,51 ↑ 0,57%
Descrição: Fechando a lista, a Brava Energia (BRAV3) teve uma valorização de 0,57%, encerrando a R$ 17,51. O volume de negociação somou R$ 202.821.832,00 para um total de 11.583.200 ações. O papel variou entre R$ 17,26 e R$ 17,89 durante o pregão. Ao comparar com o histórico anual, nota-se que o ativo está em patamares intermediários, com mínima de R$ 13,29 e máxima de R$ 25,98. A alta de R$ 0,10 frente ao fechamento anterior de R$ 17,41 sugere uma consolidação de preços no setor de petroleiras independentes.
A Brava Energia (fruto da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma das principais empresas independentes de petróleo e gás no Brasil. Notícias recentes indicam que a companhia está focada na integração de seus ativos e na captura de sinergias operacionais para reduzir custos e aumentar a produção nos campos maduros.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | HAPV3 | R$ 13,99 | -0,08% |
| 2 | RAIL3 | R$ 14,18 | -0,05% |
| 3 | VIVA3 | R$ 29,47 | -0,05% |
| 4 | AMOB3 | R$ 12,95 | -0,05% |
| 5 | YDUQ3 | R$ 12,44 | -0,05% |
| 6 | MGLU3 | R$ 8,19 | -0,05% |
| 7 | CVCB3 | R$ 2,50 | -0,03% |
| 8 | AZUL54 | R$ 72,50 | -0,03% |
| 9 | VIVT3 | R$ 32,39 | -0,03% |
| 10 | TOTS3 | R$ 42,66 | -0,03% |
1º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,99 ↓ 8,32%
Descrição: A Hapvida lidera o volume de perdas no pregão analisado, encerrando o dia cotada a R$ 13,99. A queda de 8,32% representa uma desvalorização nominal de R$ 1,27 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,26. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade, atingindo a máxima de R$ 15,27 e a mínima de R$ 13,80, aproximando-se perigosamente do suporte estabelecido pela mínima das últimas 52 semanas, que é de R$ 12,77. O volume de negociação foi expressivo, com 18.919.500 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 264.683.805,00. Este movimento acentuado de venda coloca a empresa sob holofotes de risco no curto prazo, especialmente considerando que a máxima anual da companhia chegou a R$ 44,85. O investidor deve observar se o volume financeiro elevado indica uma saída institucional ou uma reação exagerada do mercado a fatores macroeconômicos.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de sistemas de saúde do Brasil, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste, tendo expandido significativamente após a fusão com a NotreDame Intermédica. Recentemente, a empresa tem focado na verticalização de seus serviços e no controle de sinistralidade para recuperar margens operacionais pressionadas pela inflação médica.
2º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 14,18 ↓ 4,77%
Descrição: A Rumo S.A. ocupou a segunda posição em volume de desvalorização, com um recuo de 4,77%. O ativo fechou a R$ 14,18, valor que coincidiu exatamente com a mínima registrada durante o dia, sinalizando uma pressão vendedora que se manteve forte até o encerramento do pregão. A variação negativa foi de R$ 0,71 comparado ao fechamento anterior de R$ 14,89. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 14,88. Com um volume de 12.422.400 ações e um montante negociado de R$ 176.149.632,00, a RAIL3 mostra-se em um patamar de preço muito próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 14,02), o que pode atrair investidores em busca de pontos de entrada ou gerar alertas de rompimento de suporte. A distância para a máxima anual de R$ 19,68 evidencia o momento desafiador para o setor de logística ferroviária no período.
A Rumo é a maior operadora ferroviária do Brasil, responsável por conectar importantes zonas de produção agrícola aos principais portos do país. Em notícias recentes, a companhia anunciou avanços nas obras da primeira ferrovia estadual do Mato Grosso, projeto estratégico para aumentar a capacidade de escoamento de grãos do estado.
3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 29,47 ↓ 4,69%
Descrição: As ações da Vivara apresentaram uma retração de 4,69%, fechando o pregão a R$ 29,47. A queda absoluta foi de R$ 1,45 sobre o valor anterior de R$ 30,92. O ativo transitou entre a mínima de R$ 29,27 e a máxima de R$ 30,69. Apesar da queda no dia, nota-se que o papel ainda preserva uma margem confortável em relação à sua mínima de 52 semanas, situada em R$ 15,44, embora esteja abaixo da máxima anual de R$ 35,89. O volume de ações negociadas foi de 4.568.400 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 134.630.748,00. A movimentação reflete uma realização de lucros ou um ajuste de portfólio no setor de varejo de alta renda, que geralmente é sensível às variações nas curvas de juros e expectativas de consumo doméstico.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, operando com as marcas Vivara, Life by Vivara e marcas licenciadas. A última notícia relevante da empresa envolve a expansão de seu parque fabril em Manaus e o fortalecimento de sua estratégia de digitalização, visando manter o crescimento de dois dígitos nas vendas.
4º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,95 ↓ 4,64%
Descrição: A Automob registrou uma queda de 4,64% no dia, encerrando a R$ 12,95. A variação nominal foi de R$ 0,63 negativos. Um dado de extrema relevância para o analista é o baixo volume de ações negociadas, apenas 34.600 papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 448.070,00. Essa baixa liquidez pode amplificar a volatilidade do ativo, como visto na variação entre a mínima de R$ 12,78 e a máxima de R$ 13,58. O fechamento anterior estava em R$ 13,58. O papel encontra-se em um patamar intermediário entre sua mínima anual de R$ 10,00 e a máxima de R$ 18,00. Para o investidor, a baixa liquidez exige cautela redobrada, pois dificulta a entrada e saída de posições sem impactar significativamente o preço de tela.
A Automob, pertencente ao ecossistema da Simpar, é uma das maiores redes de concessionárias de veículos leves do país. Recentemente, a empresa tem focado em uma estratégia de crescimento inorgânico através da aquisição de novas redes de concessionárias para consolidar sua presença no mercado automotivo brasileiro.
5º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 12,44 ↓ 4,60%
Descrição: O setor de educação também sofreu impactos, com a YDUQS registrando queda de 4,60%, fechando a R$ 12,44. O recuo foi de R$ 0,60 frente ao fechamento anterior de R$ 13,04. Durante o dia, a ação oscilou entre R$ 12,32 e R$ 12,99. Com 2.413.100 ações negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 30.018.964,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel está mais próximo do seu piso (R$ 7,67) do que do seu teto (R$ 16,99), sugerindo que a empresa tem enfrentado dificuldades estruturais ou de percepção de mercado ao longo do último ano. A pressão no setor educacional muitas vezes está atrelada a mudanças em programas governamentais de financiamento estudantil e ao cenário de inadimplência dos consumidores.
A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, detentora de marcas como Estácio e Ibmec. Em notícias recentes, a companhia destacou o crescimento de sua base de alunos no ensino premium (medicina) e a maturação de sua plataforma de ensino digital como pilares para o próximo ano fiscal.
6º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,19 ↓ 4,55%
Descrição: A gigante do varejo Magazine Luiza fechou o dia a R$ 8,19, uma queda de 4,55% ou R$ 0,39. A ação teve um volume de negociação robusto de 27.510.000 papéis, movimentando R$ 225.306.900,00, o que demonstra a alta liquidez e o interesse contínuo do mercado no ativo, mesmo em dias de baixa. A oscilação diária ficou entre R$ 8,05 e R$ 8,55, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,58. É notável que a ação está operando em um nível superior à sua mínima de 52 semanas (R$ 5,28), mas ainda distante da máxima de R$ 11,55. O desempenho do Magazine Luiza é frequentemente visto como um termômetro da economia real brasileira e do apetite pelo consumo eletrônico e de bens duráveis.
O Magazine Luiza é uma das maiores empresas de varejo e tecnologia do Brasil, operando um ecossistema que integra lojas físicas e uma robusta plataforma de e-commerce. A última notícia de destaque foi a celebração de uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda de produtos nos respectivos marketplaces, visando ampliar o catálogo de itens cross-border.
7º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,50 ↓ 3,47%
Descrição: A CVCB3 encerrou o dia cotada a R$ 2,50, representando uma queda de 3,47% (menos R$ 0,09). O ativo movimentou 12.254.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 30.637.250,00. A variação intradiária foi estreita, entre R$ 2,44 e R$ 2,60. Um ponto de atenção é que a máxima de 52 semanas da empresa é de apenas R$ 2,68, o que coloca o preço atual de fechamento muito próximo do topo do último ano, contrastando com a mínima de R$ 1,60. Esse comportamento sugere que a empresa vinha em uma tendência de recuperação recente que sofreu uma pausa no pregão de hoje. O setor de turismo continua sensível ao câmbio e ao custo das passagens aéreas.
A CVC Brasil é a maior operadora de viagens das Américas, oferecendo serviços de reserva de hotéis, passagens aéreas e pacotes turísticos. Recentemente, a empresa concluiu um processo de reperfilamento de suas dívidas, buscando melhorar sua estrutura de capital e focar na retomada da rentabilidade operacional após os desafios da pandemia.
8º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 72,50 ↓ 3,33%
Descrição: A Azul registrou uma queda de 3,33%, com o preço de fechamento em R$ 72,50. A variação nominal foi de R$ 2,50 negativos em relação ao fechamento de R$ 75,00. O papel apresentou uma das maiores amplitudes de preço do dia, com mínima de R$ 55,00 e máxima de R$ 78,50, indicando uma volatilidade extrema durante a sessão. O volume financeiro foi de R$ 221.214.175,00, fruto da negociação de 3.051.230 ações. Curiosamente, os dados mostram uma máxima de 52 semanas em apenas R$ 6.500,00 (ajustado por possíveis eventos societários), e o fechamento atual mostra uma pressão significativa no setor aéreo, que lida constantemente com a volatilidade do preço do querosene de aviação e do dólar.
A Azul é uma das principais companhias aéreas do Brasil, destacando-se pela diversidade de destinos e pela qualidade do serviço ao cliente. A notícia mais recente envolve negociações da companhia para uma possível combinação de negócios ou acordos de compartilhamento de voos (codeshare) com outras grandes operadoras, visando otimizar a malha aérea nacional.
9º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 32,39 ↓ 3,17%
Descrição: A Telefônica Brasil (Vivo) encerrou o dia com queda de 3,17%, atingindo o valor de R$ 32,39. A redução foi de R$ 1,06 em relação aos R$ 33,45 anteriores. O ativo teve uma oscilação contida entre R$ 32,35 e R$ 33,38. O volume de negociação foi de 5.809.000 ações, totalizando R$ 188.153.510,00. Comparando com o histórico anual, o papel está sendo negociado em uma faixa de preço intermediária, com mínima de 52 semanas em R$ 21,94 e máxima em R$ 35,45. Por ser uma empresa do setor de utilidade pública (telecomunicações), a VIVT3 costuma apresentar menor volatilidade que o mercado geral, porém não escapou do movimento de correção generalizada observado neste conjunto de dados.
A Telefônica Brasil, operando sob a marca Vivo, é a líder em telecomunicações no país, oferecendo serviços de telefonia móvel, fixa e banda larga. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede de fibra ótica para novas cidades e o foco em serviços digitais e financeiros através do Vivo Money para diversificar suas receitas.
10º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 42,66 ↓ 3,11%
Descrição: Fechando a lista das dez ações analisadas, a Totvs apresentou recuo de 3,11%, com a ação valendo R$ 42,66. A variação negativa foi de R$ 1,37 sobre o fechamento de R$ 44,03. Durante o dia, o ativo alcançou a máxima de R$ 43,83 e a mínima de R$ 42,22. Foram negociadas 2.009.500 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 85.725.270,00. A Totvs mantém-se em um patamar de preço elevado se comparado à sua mínima anual de R$ 26,00, estando relativamente próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 48,22). O setor de tecnologia costuma ser penalizado em cenários de alta de juros projetada, o que pode explicar a performance negativa no dia, apesar da solidez operacional da companhia.
A Totvs é a maior empresa de tecnologia do Brasil, especializada no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERP), além de oferecer soluções em fintech e business performance. A última notícia relevante da empresa destaca a aquisição estratégica de novas empresas de software para fortalecer seu portfólio de soluções verticais para diversos setores da economia.