Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 13/08/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MRVE3 R$ 4,80 14,29
2 COGN3 R$ 2,19 7,88
3 RDOR3 R$ 34,54 6,31
4 CSNA3 R$ 4,56 5,56
5 LWSA3 R$ 3,74 5,35
6 UGPA3 R$ 32,04 5,08
7 RAIL3 R$ 13,55 4,55
8 B3SA3 R$ 14,80 3,93
9 YDUQ3 R$ 7,72 3,76
10 CSAN3 R$ 3,32 3,43

1º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 4,80 ↑14,29%

Descrição: No pregão analisado, a MRV Engenharia e Participações S.A. ocupou a 1ª posição no ranking de valorização diária, registrando um forte avanço em seus papéis. O preço atual de fechamento atingiu R$ 4,80, o que representou um expressivo ganho absoluto de R$ 0,60 por ação, equivalente a uma alta percentual de 14,29% sobre o preço de fechamento anterior de R$ 4,20. Ao longo da sessão, os papéis apresentaram uma oscilação intradia com valor mínimo registrado de R$ 4,25 e preço máximo negociado em R$ 4,88. A liquidez do ativo mostrou-se altamente robusta, registrando um volume total de 25.144.400 ações negociadas, que movimentaram um volume financeiro de R$ 120.693.120,00. Sob a perspectiva de médio e longo prazo, observa-se que a cotação mínima registrada em 52 semanas foi de R$ 4,20, coincidindo exatamente com o valor de fechamento da sessão anterior, enquanto o teto das últimas 52 semanas está posicionado em R$ 10,53, demonstrando que o ativo ainda transaciona distante de seus picos anuais.

A MRV Engenharia é uma das maiores construtoras e incorporadoras do país, atuando com liderança focada no segmento de habitação popular e programas residenciais. Recentemente, a empresa tem sido observada de perto pelo mercado devido aos dados operacionais e ao impacto das revisões na taxa de juros e nos subsídios habitacionais no Brasil, fatores cruciais para a liquidez de suas vendas.

2º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,19 ↑7,88%

Descrição: A Cogna Educação S.A. figurou na 2ª posição no levantamento de desempenho, apresentando valorização consistente durante o dia de negociação. As ações fecharam cotadas a R$ 2,19, acumulando uma variação positiva de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,03, o que se traduz em um crescimento percentual de 7,88%. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 2,10 e atingiu sua máxima do dia exatamente no valor do fechamento, em R$ 2,19. O volume negociado em ações foi elevado, totalizando 37.549.200 papéis transacionados no mercado, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 82.232.748,00. Analisando o histórico estendido de 52 semanas, o ativo registra uma cotação mínima de R$ 1,99 e uma cotação máxima de R$ 4,73, indicando uma recuperação consistente frente aos seus patamares mais baixos do ano, mantendo contudo um patamar atrativo e de intensa movimentação de capital.

A Cogna Educação é um dos maiores grupos educacionais privados do Brasil e do mundo, operando no ensino superior presencial, à distância e na educação básica através de marcas como Kroton e Vasta. Notícias recentes sobre o setor educacional destacam a reestruturação operacional da companhia e os desdobramentos sobre financiamento estudantil e regulação de cursos à distância.

3º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 34,54 ↑6,31%

Descrição: A Rede D’Or São Luiz S.A. alcançou a 3ª colocação no ranking diário de desempenho, registrando uma forte tração comprador no mercado acionário. A cotação encerrou o dia fixada em R$ 34,54, o que reflete um incremento nominal de R$ 2,05 por ação em comparação ao valor de fechamento anterior de R$ 32,49. Essa variação representou uma alta de 6,31% no período. O papel operou com a mínima diária registrada em R$ 33,51 e alcançou a máxima do dia em R$ 34,70. Sob o ponto de vista de liquidez financeira, a ação destacou-se com o expressivo volume movimentado de R$ 743.007.210,00, decorrente da negociação de 21.511.500 ações. Na janela temporal referente às últimas 52 semanas, o valor mínimo atingido pela empresa foi de R$ 32,17 e o ponto máximo ficou estabelecido em R$ 44,95, ressaltando o peso relevante do ativo dentro das carteiras institucionais e do índice geral.

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede independente de hospitais do Brasil, contando com presença abrangente na medicina diagnóstica, atenção hospitalar e no setor de seguros de saúde após a consolidação com a SulAmérica. Noticiários do setor de saúde apontam constante acompanhamento da sinistralidade do segmento de saúde suplementar e eficiência operacional da rede.

4º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 4,56 ↑5,56%

Descrição: Na 4ª colocação do levantamento diário figura a Companhia Siderúrgica Nacional S. A., demonstrando desempenho positivo expressivo no mercado. O preço do papel fechou cotado em R$ 4,56, superando em R$ 0,24 o preço do fechamento anterior registrado em R$ 4,32, garantindo um ganho percentual de 5,56%. Ao longo do pregão diário, o preço mínimo negociado situou-se em R$ 4,25, enquanto a máxima atingiu R$ 4,58. O volume total de ações negociadas atingiu a marca de 18.625.200 títulos, gerando um giro financeiro consolidado de R$ 84.930.912,00. Avaliando o panorama acumulado de 52 semanas, a CSN apresenta uma cotação mínima observada de R$ 4,19 e um teto máximo fixado em R$ 11,32. Os dados apontam que o ativo busca reverter a proximidade de suas mínimas anuais por meio da recuperação verificada na sessão de negócios.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando na produção de aço, mineração de ferro, logística ferroviária e energia. Notícias recentes envolvendo a empresa destacam discussões sobre tarifas de importação de aço, dinâmica de preços globais do minério de ferro e metas de desalavancagem financeira do grupo.

5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,74 ↑5,35%

Descrição: Ocupando a 5ª posição no ranking do pregão, a LWSA S/A encerrou a sessão negociada a R$ 3,74 por ação, refletindo uma elevação de R$ 0,19 em comparação com o preço de fechamento do dia anterior, fixado em R$ 3,55. Esse movimento resultou em um avanço percentual de 5,35%. A variação intradia mostrou uma mínima registrada de R$ 3,56 e um valor máximo atingido de R$ 3,77. No quesito de volume operacional, a empresa computou a negociação de 2.873.300 papéis, somando um volume total negociado de R$ 10.746.142,00 na bolsa de valores. No histórico relativo às 52 semanas anteriores, os papéis da LWSA registraram a mínima de R$ 3,28 e a máxima de R$ 4,80, demonstrando uma oscilação contida dentro da margem anual, porém mantendo uma trajetória de recuperação suportada pelo volume comprador observado na sessão.

A LWSA (anteriormente conhecida como Locaweb) é uma empresa brasileira líder no fornecimento de soluções tecnológicas para ecossistemas digitais, hospedagem de sites e serviços de e-commerce. As atualizações sobre o negócio envolvem o foco da diretoria em otimização de margens, integração das aquisições realizadas nos últimos anos e expansão do ecossistema de software de gestão (SaaS).

6º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 32,04 ↑5,08%

Descrição: A Ultrapar Participações S.A. posicionou-se no 6º lugar no ranking de valorização diária do mercado acionário. A cotação de encerramento do ativo atingiu R$ 32,04, estabelecendo um ganho absoluto de R$ 1,55 em relação ao patamar de fechamento anterior de R$ 30,49, o que equivale a um salto percentual de 5,08%. A oscilação durante o dia registrou mínima de R$ 30,55 e o topo da cotação no dia finalizou no mesmo valor de fechamento, R$ 32,04. A liquidez dos papéis manteve-se bastante elevada, acumulando 12.310.900 ações transacionadas e um expressivo volume negociado em dinheiro de R$ 394.441.236,00. Sob o espectro das últimas 52 semanas de negociação, a Ultrapar ostenta um patamar mínimo fixado em R$ 15,44 e uma máxima em R$ 33,39, indicando que a ação opera atualmente muito próxima de seus níveis mais altos do ano.

A Ultrapar é um dos maiores grupos empresariais do Brasil, com atuação destacada na distribuição de combustíveis por meio da Ipiranga, além das empresas Ultragaz e Ultracargo no setor de logística e gás. Notícias recentes destacam o forte desempenho operacional da Ipiranga e os ganhos de margem no setor de distribuição de combustíveis.

7º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 13,55 ↑4,55%

Descrição: Ocupando o 7º lugar na tabela de ativos analisados, a Rumo S.A. encerrou o dia cotada a R$ 13,55 por papel. O valor representa uma alta nominal de R$ 0,59 frente ao preço do fechamento anterior, que era de R$ 12,96, consolidando um incremento percentual positivo de 4,55%. Durante o horário de funcionamento do mercado, o título registrou preço mínimo de R$ 12,89 e preço máximo de R$ 13,80. Em relação aos volumes negociados, foram movimentadas 27.245.600 ações, resultando em um montante financeiro total de R$ 369.177.880,00. No comparativo histórico referente ao período de 52 semanas, o menor patamar alcançado pelo papel foi de R$ 12,16, enquanto a maior marca se estabeleceu em R$ 17,33, evidenciando que a recuperação diária fortalece o distanciamento da ação em relação às suas mínimas anuais.

A Rumo S.A. é a maior operadora logística de ferrovias do Brasil, sendo peça fundamental no escoamento de grãos, commodities agrícolas e produtos industriais até os principais portos do país. Noticiários sobre a companhia ressaltam os investimentos contínuos em expansão de capacidade de malha e o volume de exportação de safras agrícolas brasileiras.

8º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 14,80 ↑3,93%

Descrição: A B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão conquistou a 8ª posição do ranking de valorização do pregão, cotada ao valor final de R$ 14,80. A variação absoluta do dia registrou um avanço de R$ 0,56 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 14,24, o que corresponde a uma alta percentual de 3,93%. A oscilação observada ao longo das negociações fixou a mínima do dia em R$ 14,16 e a máxima em R$ 14,85. O papel liderou expressivamente em termos de volume de títulos transacionados, com 60.892.800 ações negociadas, movimentando o maior volume financeiro de todo o grupo analisado, alcançando R$ 901.213.440,00. Ao examinar o desempenho de 52 semanas, nota-se uma cotação mínima registrada em R$ 11,50 e um valor máximo de R$ 20,03, ressaltando o papel central da ação no fluxo diário da bolsa.

A B3 é a infraestrutura de mercado financeiro do Brasil, responsável por gerenciar os sistemas de negociação, liquidação, custódia e registro de operações com ações, títulos de renda fixa e derivativos. Informações recentes sobre a B3 refletem a oscilação do volume médio diário de negociações (ADTV) e a expectativa em relação à entrada de capital estrangeiro no mercado doméstico.

9º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 7,72 ↑3,76%

Descrição: Na 9ª colocação no levantamento de cotações encontra-se a YDUQS Participações S.A., que encerrou o dia cotada no patamar de R$ 7,72. Essa marca refletiu um aumento nominal de R$ 0,28 frente ao fechamento do dia anterior de R$ 7,44, acumulando um ganho percentual de 3,76%. No transcorrer das operações do dia, a mínima verificada ficou em R$ 7,42 e a cotação máxima do dia alcançou R$ 7,76. A empresa registrou a movimentação de 2.407.400 ações no mercado, gerando um volume financeiro totalizado em R$ 18.585.128,00. No histórico de 52 semanas, a ação teve como menor valor atingido o montante de R$ 7,34, patamar muito próximo do valor de fechamento anterior, e um valor máximo estabelecido em R$ 15,29, demonstrando a busca por sustentação acima de suas piores marcas do ano.

A YDUQS é uma das principais holding de ensino superior do Brasil, proprietária de instituições renomadas como Estácio e Ibmec, cobrindo tanto o segmento presencial quanto a educação à distância e medicina. Notícias recentes relatam o foco do grupo na expansão das vagas do curso de Medicina e nas estratégias de retenção de alunos.

10º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,32 ↑3,43%

Descrição: Fechando a lista do ranking diário na 10ª posição, a Cosan S.A. encerrou o pregão cotada ao preço de R$ 3,32. A ação obteve uma valorização absoluta de R$ 0,11 em relação ao fechamento da sessão anterior, que registrava R$ 3,21, o que equivale a um avanço percentual de 3,43%. As negociações do papel no dia variaram entre o patamar mínimo de R$ 3,20 e a máxima de R$ 3,32. A movimentação líquida envolveu a troca de 23.441.100 ações negociadas, resultando no volume financeiro total de R$ 77.824.452,00. Analisando o intervalo das últimas 52 semanas, observa-se que a cotação mínima atingiu R$ 3,18, enquanto a cotação máxima registrada foi de R$ 8,03, sinalizando um momento de busca de suporte e retomada comprador após tocar níveis de suporte no curto prazo.

A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados industriais e de infraestrutura do Brasil, com participações estratégicas em ativos como Raízen, Compass Gás & Energia, Moove e Rumo. As últimas notícias sobre o grupo envolvem iniciativas de otimização de sua estrutura de capital, venda de ativos não essenciais e readequação de seu nível de endividamento líquido.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 HAPV3 R$ 6,41 -33,09
2 BEEF3 R$ 3,04 -7,60
3 SBSP3 R$ 24,28 -7,04
4 MGLU3 R$ 3,98 -6,13
5 CVCB3 R$ 1,28 -5,19
6 CMIN3 R$ 5,49 -5,18
7 AMOB3 R$ 12,34 -4,93
8 TIMS3 R$ 17,95 -4,27
9 BBAS3 R$ 18,21 -4,16
10 AZZA3 R$ 15,26 -3,90

1º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 6,41 ↓33,09%

Descrição: No encerramento da última sessão operacional, os papéis da Hapvida Participações e Investimentos S/A registrados sob o código HAPV3 apresentaram um desempenho fortemente negativo, registrando uma variação percentual expressiva de -33,09%, o que representou uma depreciação absoluta de R$ 3,17 em relação ao preço registrado no fechamento anterior de R$ 9,58. Com essa queda acentuada, a cotação atual do ativo fixou-se em R$ 6,41, valor este que coincide exatamente com a mínima registrada durante o pregão diário e também marca o menor nível atingido pelo papel na janela temporal das últimas 52 semanas. Ao longo do dia de negociações, o ativo oscilou atingindo uma máxima de R$ 8,81, demonstrando elevada volatilidade intradirecional. O volume físico de títulos transacionados atingiu a marca expressiva de 45.801.500 ações, resultando em um volume financeiro total negociado de R$ 293.587.615,00. Cabe destacar que, na perspectiva do histórico recente de um ano, a ação exibe um teto de máxima em 52 semanas no patamar de R$ 42,66, evidenciando o expressivo distanciamento atual em relação aos seus picos operacionais anteriores e refletindo intensa pressão vendedora no mercado.

A Hapvida Participações e Investimentos S/A é uma das maiores operadoras de planos de saúde e odontológicos do Brasil, oferecendo cobertura integrada de atendimento médico e hospitalar por meio de uma vasta rede própria de hospitais e clínicas. Recentemente, a companhia divulgou atualizações corporativas focadas na reorganização da sua estrutura operacional e no reajuste de sinistralidade de sua carteira de beneficiários, buscando otimizar sua estrutura de custos frente aos desafios de rentabilidade enfrentados pelo setor de saúde suplementar no país.

2º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,04 ↓7,60%

Descrição: Na apuração dos negócios do dia, as ações da Minerva S.A., negociadas sob o ticker BEEF3 na Bolsa de Valores, encerraram com desvalorização expressiva ao registrar uma queda percentual de -7,60%, equivalente a uma diminuição de R$ 0,25 sobre a cotação do fechamento anterior, que era de R$ 3,29. O valor de fechamento do ativo situou-se em R$ 3,04, aproximando-se bastante da mínima do dia atingida em R$ 2,97, nível que também se consolidou como a menor marca (mínima) observada no intervalo acumulado de 52 semanas. Por outro lado, o teto intradiário alcançou R$ 3,25 durante as negociações. A liquidez do papel mostrou-se relevante, somando um volume total de 36.022.900 ações negociadas e movimentando um montante financeiro da ordem de R$ 109.509.616,00. Analisando a amplitude anual de cotações, nota-se que a máxima em 52 semanas para as ações da empresa esteve posicionada em R$ 7,31, demonstrando a distância substancial frente ao patamar atual e evidenciando a recente tendência de ajuste nas avaliações do setor frigorífico de proteína animal.

A Minerva S.A. é líder na América Latina na produção e comercialização de carne bovina in natura e seus derivados, além de atuar no processamento de carne e na exportação de proteína animal para diversos continentes. Em suas comunicações mais recentes ao mercado, a empresa destacou a conclusão da aquisição de plantas operacionais estratégicas e o acompanhamento atento dos volumes de exportação destinados aos mercados asiáticos, mantendo o foco na desalavancagem financeira e na gestão do ciclo pecuário global.

3º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 24,28 ↓7,04%

Descrição: Os títulos representativos do capital social da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, negociados através do código SBSP3, encimaram expressivo movimento de baixa ao registrarem uma retração percentual de -7,04%. Esse movimento correspondeu a um recuo absoluto de R$ 1,84 quando comparado ao patamar do fechamento anterior fixado em R$ 26,12. Com essa oscilação negativa, o preço atual por ação encerrou em R$ 24,28, situando-se acima da mínima do dia fixada em R$ 23,90, enquanto a máxima diária atingida foi de R$ 25,81. O papel movimentou um impressionante volume de ações equivalente a 77.503.100 unidades, movimentando uma cifra financeira vultosa de R$ 1.881.775.268,00, figurando entre os ativos mais líquidos da sessão. Sob a ótica do desempenho anualizado das últimas 52 semanas, a mínima histórica registrada encontra-se em R$ 21,68, ao passo que o valor máximo do período atingiu o patamar de R$ 35,32, ressaltando o comportamento volátil em meio às reestruturações operacionais e societárias recentes da companhia.

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é uma das maiores empresas de prestação de serviços de saneamento do mundo, fornecendo água potável e coleta e tratamento de esgotos na maior região metropolitana do país. Em desdobramentos recentes, o mercado tem acompanhado os planos de investimentos em expansão da cobertura de saneamento e o acompanhamento dos marcos regulatórios da prestação do serviço após a consolidação de sua privatização e novos contratos de concessão.

4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 3,98 ↓6,13%

Descrição: No ambiente de negociações do mercado acionário, as ações ordinárias do Magazine Luiza S.A. identificadas pelo ticker MGLU3 recuaram -6,13% no pregão diário, registrando um desconto de R$ 0,26 em comparação com a cotação de fechamento anterior estabelecida em R$ 4,24. Diante disso, o preço de fechamento atual do ativo encerrou em R$ 3,98, marca que figurou exatamente como o valor de mínima do dia e que representa também a cotação mínima observada nas últimas 52 semanas. Durante a jornada de negociação, os papéis alcançaram a máxima intradiária de R$ 4,26. A liquidez verificada somou um total de 23.310.300 ações negociadas, gerando um volume financeiro equivalente a R$ 92.774.994,00. No horizonte anual das últimas 52 semanas, o patamar máximo de negociação do ativo posicionou-se em R$ 11,44, sublinhando o forte movimento de compressão nos múltiplos da varejista em meio às dinâmicas de consumo do setor e condições macroeconômicas vigentes no mercado.

O Magazine Luiza S.A. é um dos principais varejistas multicanal do Brasil, operando uma ampla rede de lojas físicas aliada a uma ecossistema digital de e-commerce e marketplace com serviços logísticos e financeiros integrados. Entre os fatos recentes veiculados ao mercado, a varejista destacou o avanço do faturamento de seu marketplace e ações voltadas à rentabilização da operação e redução do custo financeiro de suas modalidades de crédito aos consumidores.

5º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,28 ↓5,19%

Descrição: Ao longo do pregão, as ações da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A., negociadas pelo ticker CVCB3, apresentaram retração de -5,19%, correspondendo a uma variação negativa em valor absoluto de R$ 0,07 frente ao fechamento do dia anterior fixado em R$ 1,35. Com este movimento, o preço final do ativo encerrou em R$ 1,28 perante o mercado. A mínima intradiária bateu a marca de R$ 1,18, ao passo que a máxima registrada durante os negócios atingiu R$ 1,31. A movimentação operacional contou com expressiva rotatividade de papéis, totalizando 43.802.800 ações transacionadas e um volume financeiro negociado de R$ 56.067.584,00. Ao avaliar o intervalo histórico das últimas 52 semanas, nota-se que a cotação mínima do papel situou-se em R$ 1,06, enquanto o pico de máxima negociado no mesmo período alcançou R$ 2,79, evidenciando o patamar de desconto atual das ações da operadora no setor de viagens e turismo.

A CVC Brasil S.A. é o maior grupo de viagens da América Latina, atuando na intermediação e venda de pacotes turísticos, passagens aéreas, hospedagens e serviços correlatos por meio de rede franqueada e plataformas digitais. Em comunicados recentes, a empresa reforçou o foco na ampliação de margens, reestruturação da dívida de curto prazo e fortalecimento da malha de franquias físicas para capturar a demanda represada no turismo nacional.

6º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,49 ↓5,18%

Descrição: No encerramento das operações no mercado de renda variável, o papel CSN Mineração S.A. (CMIN3) registrou desvalorização diária de -5,18%, anotando um recuo de R$ 0,30 no confronto com o preço praticado no fechamento anterior de R$ 5,79. A cotação corrente da ação encerrou o dia cotada a R$ 5,49, tendo chegado à mínima diária de R$ 5,43 e alcançado a máxima do dia em R$ 5,88. A liquidez do papel registrou a negociação de 10.449.300 ações, culminando em um volume financeiro movimentado na ordem de R$ 57.366.657,00. Ao analisar a variação histórica correspondente ao período acumulado de 52 semanas, verifica-se que o piso mínimo do papel ficou estabelecido em R$ 4,08, enquanto o teto máximo atingiu o nível de R$ 6,37. A performance reflete diretamente as oscilações dos preços internacionais das commodities metálicas e os ajustes de oferta e demanda global do setor de mineração.

A CSN Mineração S.A. é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional, focada na extração, beneficiamento e comercialização de minério de ferro de alta qualidade. Notícias recentes ligadas à empresa envolvem o monitoramento da volatilidade nas cotações do minério de ferro no porto de Qingdao e o andamento dos projetos de expansão da capacidade de produção e de desfiltragem de rejeitos.

7º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,34 ↓4,93%

Descrição: Na sessão diária de negociações, as ações da Automob Participações S.A., negociadas sob o ticker AMOB3, sofreram desvalorização de -4,93%, o que representa um decréscimo absoluto de R$ 0,64 se comparado com o valor de fechamento anterior de R$ 12,98. A cotação final encerrou a sessão no patamar de R$ 12,34, valor que se iguala perfeitamente à mínima do dia registrada no pregão. Durante a oscilação intradiária, o papel atingiu sua máxima diária em R$ 12,92. O volume de papéis movimentados foi de 9.900 ações, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 122.166,00, caracterizando um volume mais reduzido perante outros ativos da bolsa. No panorama de 52 semanas, a ação apresenta a cotação mínima histórica do período em R$ 10,71 e atingiu a cotação máxima de R$ 15,76, evidenciando o momento de acomodação do ativo no mercado de concessionárias e serviços automotivos.

A Automob Participações S.A. atua no setor automotivo, focada na consolidação e operação de concessionárias de veículos leves, pesados e serviços correlatos de pós-venda. Recentemente, notícias sobre a empresa envolveram a expansão de sua rede de concessões multimarcas e a implementação de estratégias para otimizar o capital de giro frente ao ambiente de juros e crédito automotivo.

8º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 17,95 ↓4,27%

Descrição: No encerramento das negociações do dia, os papéis da TIM S.A., negociados sob o ticker TIMS3, fecharam com queda percentual de -4,27%, registrando uma redução de R$ 0,80 em comparação ao preço de fechamento anterior de R$ 18,75. Com esse movimento de baixa, a cotação atual do ativo fixou-se em R$ 17,95, patamar que coincide com a mínima do dia praticada no mercado e que se consolidou como a mínima em 52 semanas. A cotação máxima atingida durante o pregão diário foi de R$ 18,73. O volume negociado de títulos alcançou a quantia de 6.891.500 ações, totalizando um volume financeiro movimentado na ordem de R$ 123.702.425,00. Na análise acumulada da janela temporal de 52 semanas, verifica-se que o teto de máxima do ativo situou-se em R$ 28,35, refletindo a variação e o reposicionamento dos ativos de telecomunicações no mercado de capital nacional.

A TIM S.A. é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, atuando na oferta de serviços de telefonia móvel, banda larga fixa e soluções corporativas com ampla liderança em cobertura da tecnologia 5G. Entre as últimas notícias da companhia, destacam-se a aprovação de novos pagamentos de proventos sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP) e os investimentos focados na expansão de sua infraestrutura móvel.

9º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 18,21 ↓4,16%

Descrição: Ao término da sessão de negociação, as ações ordinárias do Banco do Brasil S.A., listadas sob a sigla BBAS3, recuaram -4,16%, o que representa um decréscimo nominal de R$ 0,79 frente à cotação do fechamento anterior fixada em R$ 19,00. A ação fechou cotada no patamar de R$ 18,21, permanecendo muito próxima da mínima do dia registrada em R$ 18,18, valor que figura também como a cotação mínima observada nas últimas 52 semanas. A cotação máxima do pregão alcançou o nível de R$ 19,17. O volume diário movimentado foi altamente expressivo, totalizando 60.735.500 ações negociadas e movimentando uma soma financeira de R$ 1.105.993.455,00. Analisando o espectro de 52 semanas, a ação anotou o topo de máxima no valor de R$ 27,54, evidenciando o ajuste das ações da instituição financeira estatal no cenário macroeconômico corrente do país.

O Banco do Brasil S.A. é uma das maiores instituições financeiras do país, atuando em múltiplos segmentos bancários como crédito do agronegócio, crédito imobiliário, gestão de ativos e serviços bancários corporativos e de varejo. Entre as notícias recentes mais relevantes da instituição, ressalta-se o acompanhamento do desempenho de sua carteira de crédito agrícola e a distribuição recorrente de dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas.

10º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 15,26 ↓3,90%

Descrição: As ações da Azzas 2154 S.A., negociadas pelo ticker AZZA3 na bolsa brasileira, encerraram as negociações em queda de -3,90%, anotando um recuo de R$ 0,62 perante a cotação de fechamento anterior estipulada em R$ 15,88. A cotação final de fechamento fixou-se em R$ 15,26, situando-se ligeiramente acima da mínima do dia atingida em R$ 14,85, valor este que coincide também com a cotação mínima verificada na janela temporal das últimas 52 semanas. A cotação máxima anotada durante o dia de negociação foi de R$ 15,90. A liquidez do ativo somou um volume de 5.430.100 ações transacionadas, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 82.863.326,00. Na perspectiva anual de 52 semanas, o patamar máximo alcançado pelo ativo encontra-se posicionado em R$ 32,65, demonstrando a oscilação expressiva no setor de moda e vestuário.

A Azzas 2154 S.A. é o grupo de moda resultante da fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma, figurando como uma das maiores plataformas de vestuário, calçados e acessórios da América Latina, proprietária de marcas consolidadas como Arezzo, Schutz, Farm e Animale. Notícias recentes sobre a companhia envolvem o andamento da integração das estruturas operacionais dos dois grupos e a otimização de sinergias para alavancar vendas nos canais físico e digital.

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