As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VAMO3 | R$ 3,97 | 0,08% |
| 2 | MGLU3 | R$ 8,70 | 0,04% |
| 3 | EMBJ3 | R$ 98,95 | 0,03% |
| 4 | MULT3 | R$ 29,40 | 0,03% |
| 5 | B3SA3 | R$ 15,12 | 0,03% |
| 6 | BRKM5 | R$ 8,74 | 0,02% |
| 7 | POMO4 | R$ 5,87 | 0,02% |
| 8 | TIMS3 | R$ 23,27 | 0,02% |
| 9 | AURE3 | R$ 11,78 | 0,02% |
| 10 | RADL3 | R$ 24,75 | 0,02% |
1º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,97 ↑ 7,88%
Descrição: A Vamos (VAMO3) liderou as altas do dia com um desempenho expressivo de 7,88%, encerrando a sessão cotada a R$ 3,97. O papel demonstrou forte tração desde a abertura, superando sua mínima diária de R$ 3,68 e atingindo a máxima de R$ 3,99, muito próxima do valor de fechamento. O volume de ações negociadas foi substancial, totalizando 24.042.400 papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 95.448.328,00. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que, apesar da alta de hoje, a ação ainda opera distante de sua máxima anual de R$ 5,29, mas mostra resiliência ao se afastar da mínima de R$ 2,75. Esse movimento indica uma recuperação técnica importante dentro do setor de bens de capital. A empresa é a líder brasileira em locação de caminhões, máquinas e equipamentos, contando com uma vasta rede de concessionárias e uma frota moderna voltada para agronegócio e logística. Recentemente, a Vamos anunciou um processo de reorganização societária envolvendo a fusão de suas operações com a holding Simpar para otimizar a estrutura de capital.
2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,70 ↑ 3,57%
Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) apresentou uma valorização sólida de 3,57%, fechando o dia a R$ 8,70. A ação teve uma oscilação significativa entre a mínima de R$ 8,40 e a máxima de R$ 9,10, refletindo a volatilidade característica do setor de varejo frente às expectativas macroeconômicas. Com um expressivo volume de 27.403.400 ações trocando de mãos, a companhia movimentou R$ 238.409.580,00, figurando entre as maiores liquidezes do dia. No acumulado de 52 semanas, o papel mantém uma distância considerável de sua máxima de R$ 11,55, mas sustenta-se bem acima da mínima de R$ 5,28. A força do volume negociado hoje sugere um reajuste de posições por parte de investidores institucionais. O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, operando no comércio físico e digital com foco em tecnologia e logística de ponta. Em notícias recentes, a empresa celebrou a melhora em suas margens operacionais no último trimestre, fruto da estratégia de monetização de serviços financeiros e logística.
3º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 98,95 ↑ 2,77%
Descrição: A Embraer (EMBJ3) manteve seu ritmo de valorização ao registrar uma alta de 2,77%, com o preço de fechamento atingindo R$ 98,95. É notável que a máxima do dia, R$ 99,22, representa também o topo histórico das últimas 52 semanas, evidenciando o momento extremamente positivo da fabricante de aeronaves. O volume financeiro movimentado foi de R$ 346.077.625,00, proveniente da negociação de 3.497.500 ações. A mínima do dia ficou em R$ 96,11, mostrando que o papel encontrou suporte comprador imediato acima do fechamento anterior de R$ 96,28. A valorização de quase 80% em relação à mínima anual de R$ 55,30 consolida a Embraer como um dos melhores desempenhos da bolsa no período. A empresa é uma potência global na fabricação de jatos comerciais, executivos e de defesa, sendo referência em inovação tecnológica. Recentemente, a Embraer anunciou novos pedidos firmes durante feiras internacionais de aviação, o que reforça o otimismo do mercado quanto ao seu “backlog” de entregas para os próximos anos.
4º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 29,40 ↑ 2,65%
Descrição: As ações da Multiplan (MULT3) encerraram a sessão com alta de 2,65%, cotadas a R$ 29,40. O ativo apresentou uma trajetória ascendente consistente, partindo de uma mínima de R$ 28,59 para testar a máxima de R$ 29,48. O volume de negociação alcançou 4.009.200 ações, gerando um giro financeiro de R$ 117.870.480,00. No contexto de um ano, a Multiplan demonstra estabilidade, operando próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 30,43) e bem acima do suporte de R$ 19,18 registrado no período de baixa. O interesse dos investidores reflete a confiança na resiliência do setor de shopping centers de alta renda. A Multiplan é uma das maiores empresas de planejamento, desenvolvimento e administração de shopping centers do país, com um portfólio que inclui ícones como o MorumbiShopping e o BarraShopping. Em termos de notícias, a companhia concluiu recentemente um programa de recompra de ações, sinalizando que a administração vê os preços atuais como atrativos em relação ao valor intrínseco dos ativos.
5º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 15,12 ↑ 2,65%
Descrição: A B3 (B3SA3) registrou uma valorização de 2,65%, fechando o pregão a R$ 15,12. O papel teve um dia de alta liquidez, com 43.786.500 ações negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 662.051.880,00, o maior entre as empresas analisadas neste relatório. A cotação máxima do dia atingiu R$ 15,20, valor que coincide com a máxima das últimas 52 semanas, indicando um momento de rompimento de resistência importante. A mínima do dia foi de R$ 14,63, superando o fechamento anterior de R$ 14,73. A B3 é a bolsa de valores oficial do Brasil, operando de forma integrada na prestação de serviços de negociação, compensação, liquidação, depósito e registro para todas as principais classes de ativos. Recentemente, a B3 anunciou o lançamento de novos produtos derivativos e futuros focados em investidores de varejo, visando aumentar o engajamento e o volume de negociações na plataforma.
6º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,74 ↑ 2,34%
Descrição: A Braskem (BRKM5) encerrou o dia com alta de 2,34%, sendo negociada a R$ 8,74. O ativo movimentou um volume financeiro de R$ 23.557.796,00, referente a 2.695.400 ações. Durante a sessão, os preços oscilaram entre a mínima de R$ 8,47 e a máxima de R$ 8,83. Apesar da recuperação pontual hoje, a ação ainda enfrenta um cenário desafiador no longo prazo, operando significativamente abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 15,12, embora sustente uma margem de segurança acima da mínima de R$ 6,11. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais fabricantes de biopolímeros do mundo, com foco em polietileno e polipropileno. A última notícia relevante sobre a companhia envolve as negociações contínuas de venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) na empresa, processo que mantém o mercado atento a possíveis mudanças no controle acionário.
7º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,87 ↑ 2,09%
Descrição: As ações preferenciais da Marcopolo (POMO4) avançaram 2,09% hoje, alcançando o valor de R$ 5,87. O papel registrou uma mínima de R$ 5,76 e uma máxima de R$ 5,95 ao longo do dia, com um volume de ações negociadas de 7.216.900. O volume financeiro totalizou R$ 42.363.203,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, a Marcopolo demonstra uma performance equilibrada, situando-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 4,56 e a máxima de R$ 8,05. O avanço de hoje sugere uma retomada de fôlego após períodos de consolidação. A Marcopolo é líder nacional na fabricação de carrocerias de ônibus e uma das maiores fabricantes do setor no mundo, exportando para mais de 100 países. Recentemente, a empresa divulgou dados positivos sobre o aumento na produção e vendas de ônibus elétricos, alinhando-se às tendências globais de sustentabilidade no transporte público.
8º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 23,27 ↑ 2,06%
Descrição: A operadora de telefonia TIM (TIMS3) apresentou uma alta de 2,06%, fechando o pregão a R$ 23,27. O ativo demonstrou estabilidade, com oscilação entre a mínima de R$ 22,45 e a máxima de R$ 23,30. O volume de negociações foi robusto, com 6.610.700 ações e um giro financeiro de R$ 153.830.989,00. No acumulado das últimas 52 semanas, a TIMS3 exibe um gráfico de crescimento sólido, operando muito próxima de sua máxima de R$ 24,44 e quase dobrando de valor em relação à mínima de R$ 12,11 registrada no período. A TIM é uma das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, sendo pioneira na implementação da tecnologia 5G no país. Em notícias de mercado, a TIM confirmou recentemente a distribuição de dividendos intercalares vultosos aos acionistas, fruto da forte geração de caixa e eficiência operacional após a integração dos ativos da Oi Móvel.
9º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,78 ↑ 1,99%
Descrição: A Auren Energia (AURE3) registrou uma valorização de 1,99%, encerrando o dia cotada a R$ 11,78. O papel movimentou R$ 25.709.850,00 através da negociação de 2.182.500 ações. O intervalo de preço do dia foi estreito, com mínima de R$ 11,56 e máxima de R$ 11,86, indicando uma pressão compradora constante sem grandes picos de volatilidade. Comparado ao histórico de 52 semanas, a ação está em uma posição intermediária entre a mínima de R$ 7,29 e a máxima de R$ 12,99. A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil, com matriz geradora limpa composta por ativos hídricos e eólicos. Recentemente, a empresa concluiu o processo de incorporação da AES Brasil, tornando-se uma gigante do setor elétrico com maior capacidade instalada e diversificação geográfica.
10º – Raia Drogasil S.A (RADL3) | R$ 24,75 ↑ 1,85%
Descrição: Fechando a lista das 10 principais altas, a Raia Drogasil (RADL3) subiu 1,85%, finalizando a R$ 24,75. O ativo teve 5.353.700 ações negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 132.504.075,00. A cotação variou entre R$ 23,98 e R$ 24,80 durante o pregão. Vale destacar que a máxima do dia ficou muito próxima da máxima de 52 semanas, que é de R$ 24,95, reforçando a resiliência e a percepção de qualidade do papel pelos investidores. A mínima anual registrada foi de R$ 12,67, o que mostra uma valorização expressiva em um ano. A Raia Drogasil é a líder absoluta no varejo farmacêutico brasileiro, operando sob as bandeiras Droga Raia e Drogasil em todo o território nacional. A última notícia de destaque para a companhia foi a expansão de seu ecossistema de saúde digital e o fortalecimento de sua marca própria de produtos, que têm contribuído para margens mais saudáveis no varejo.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VIVA3 | R$ 27,47 | -0,06% |
| 2 | HAPV3 | R$ 13,24 | -0,05% |
| 3 | USIM5 | R$ 6,55 | -0,04% |
| 4 | PCAR3 | R$ 3,62 | -0,03% |
| 5 | CSNA3 | R$ 9,98 | -0,03% |
| 6 | SANB11 | R$ 33,14 | -0,02% |
| 7 | CMIN3 | R$ 5,69 | -0,02% |
| 8 | CSAN3 | R$ 5,02 | -0,02% |
| 9 | ENEV3 | R$ 20,83 | -0,02% |
| 10 | PSSA3 | R$ 46,07 | -0,02% |
1º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 27,47 ↓6,21%
Descrição: A Vivara liderou as baixas do ranking com uma queda expressiva de 6,21%, encerrando o dia cotada a R$ 27,47. Durante a sessão, o ativo apresentou uma volatilidade considerável, atingindo a mínima exatamente no preço de fechamento (R$ 27,47) e uma máxima de R$ 29,64, partindo de um fechamento anterior de R$ 29,29. O recuo nominal foi de R$ 1,82 por ação. Em termos de liquidez, a companhia movimentou um volume expressivo de R$ 176.296.966,00, com 6.417.800 papéis negociados. Ao observar o histórico de 52 semanas, a ação ainda se mantém distante da sua mínima técnica de R$ 15,44, mas demonstra um afastamento relevante da sua máxima de R$ 35,89. A pressão vendedora foi constante ao longo do dia, não encontrando suporte acima dos R$ 27,50.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma trajetória de mais de 60 anos, focada na fabricação e comercialização de joias, relógios e acessórios. Recentemente, a empresa esteve nos holofotes do mercado devido a mudanças em sua governança corporativa e sucessão familiar na diretoria executiva, o que gerou volatilidade nas expectativas dos investidores quanto à manutenção das margens operacionais.
2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,24 ↓4,68%
Descrição: As ações da Hapvida ocupam o segundo lugar em desvalorização, com um recuo de 4,68%, fechando a R$ 13,24. O papel abriu o dia sob pressão, saindo de um patamar prévio de R$ 13,89. A variação negativa em valor real foi de R$ 0,65. O volume financeiro negociado totalizou R$ 125.237.160,00, fruto da transação de 9.459.000 ações. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 13,15 e a máxima de R$ 14,03. É importante notar que, embora o preço atual esteja próximo da mínima das últimas 52 semanas (R$ 12,77), ele está drasticamente abaixo da máxima anual de R$ 44,85, evidenciando o momento desafiador que o setor de saúde suplementar enfrenta no mercado de capitais brasileiro, com custos assistenciais elevados impactando os balanços.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde e odontologia do país, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste, operando de forma verticalizada com rede própria de hospitais. A última notícia relevante sobre a companhia envolveu a análise de sinistralidade e a integração de novas aquisições, além da busca por eficiência operacional após a fusão com a NotreDame Intermédica.
3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,55 ↓3,82%
Descrição: A Usiminas apresentou uma queda de 3,82% no último pregão, finalizando o dia em R$ 6,55. O ativo iniciou os trabalhos vindo de um fechamento anterior de R$ 6,81, sofrendo uma desvalorização nominal de R$ 0,26. O volume negociado foi de R$ 52.502.180,00, com um giro de 8.015.600 ações. A flutuação de preço entre a mínima de R$ 6,54 e a máxima de R$ 6,83 mostra que o papel testou suportes importantes durante o dia. Olhando para o horizonte de um ano, a ação tocou hoje sua máxima de 52 semanas (R$ 6,83), o que sugere um movimento de realização de lucros por parte dos investidores após um rali recente, dado que a mínima do período é de R$ 3,90. O setor siderúrgico permanece sensível aos preços internacionais do aço e à demanda da indústria automotiva e de construção civil.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e uma das principais produtoras de minério de ferro através de sua subsidiária. Uma notícia recente de impacto foi a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, investimento crucial para a eficiência produtiva de longo prazo da companhia, embora gere custos imediatos que o mercado acompanha de perto.
4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,62 ↓3,21%
Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA) registrou uma queda de 3,21%, com o preço da ação PCAR3 encerrando em R$ 3,62. A variação negativa foi de R$ 0,12 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,74. O volume de ações negociadas atingiu 8.366.100 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 30.285.282,00. O papel operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 3,62 (o fechamento) e máxima de R$ 3,76. O cenário de 52 semanas mostra que a empresa está operando em patamares baixos, considerando a máxima de R$ 4,95 e a mínima de R$ 2,35. O setor de varejo alimentar continua sofrendo com a alta taxa de juros, que encarece o serviço da dívida e retrai o consumo das famílias, refletindo diretamente no desempenho das ações na B3.
A Companhia Brasileira de Distribuição é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Recentemente, a empresa concluiu a cisão do Éxito e segue em um plano estratégico de desalavancagem, incluindo a venda de ativos imobiliários e postos de combustível para fortalecer sua estrutura de capital.
5º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,98 ↓2,82%
Descrição: As ações da CSN (CSNA3) fecharam em queda de 2,82%, perdendo o patamar psicológico dos R$ 10,00 e encerrando a R$ 9,98. A desvalorização nominal foi de R$ 0,29 frente ao fechamento anterior de R$ 10,27. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 210.263.630,00, com mais de 21 milhões de ações trocando de mãos. O ativo atingiu uma máxima diária de R$ 10,78 (que também é a máxima das últimas 52 semanas) e uma mínima de R$ 9,74. Este comportamento indica uma forte correção técnica após o papel atingir seu pico anual. Com uma mínima de 52 semanas em R$ 6,72, a CSN demonstra uma recuperação sólida no ano, apesar da volatilidade do dia, impulsionada pelos preços do minério de ferro e do mercado de aços longos e planos.
A CSN é um complexo siderúrgico integrado que atua em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. A última notícia relevante envolve o anúncio de distribuição de dividendos intercalares e a constante análise do mercado sobre a possível oferta pública inicial (IPO) de sua unidade de cimentos para redução do endividamento do grupo.
6º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 33,14 ↓2,47%
Descrição: As units do Santander Brasil recuaram 2,47%, fechando cotadas a R$ 33,14. O decréscimo foi de R$ 0,84 comparado ao fechamento anterior de R$ 33,98. O volume de negócios alcançou R$ 118.508.640,00, com 3.576.000 papéis negociados. O ativo variou entre a mínima de R$ 33,05 e a máxima de R$ 34,21. Ao observar os extremos de 52 semanas, nota-se que o papel está muito próximo de sua máxima anual de R$ 34,99, o que explica a realização de lucros no dia de hoje. A mínima do período anual é de R$ 22,01. O setor bancário, embora resiliente, enfrenta pressão com a manutenção de juros altos que pode elevar a inadimplência, mesmo que ajude na margem financeira bruta, gerando um equilíbrio delicado nas projeções dos analistas.
O Santander Brasil é a subsidiária do grupo espanhol homônimo e um dos maiores bancos privados do país. Notícias recentes destacam o foco do banco na expansão do crédito para pessoas físicas e pequenas empresas, além de um forte investimento em tecnologia e digitalização para competir com os bancos digitais e fintechs.
7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,69 ↓2,40%
Descrição: A CMIN3 encerrou o dia com uma baixa de 2,40%, negociada a R$ 5,69. A queda em reais foi de R$ 0,14 em relação ao fechamento de R$ 5,83. O volume financeiro movimentado foi de R$ 29.371.780,00, com 5.162.000 ações negociadas. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 5,66 e a máxima de R$ 5,88. Vale ressaltar que a ação atingiu hoje a sua máxima de 52 semanas (R$ 5,98), mas não conseguiu sustentar o patamar, recuando para o fechamento atual. A mínima de um ano está em R$ 4,44. O desempenho da CSN Mineração está intrinsecamente ligado à cotação do minério de ferro no porto de Qingdao, na China, e aos custos de frete marítimo, que têm apresentado volatilidade devido às incertezas sobre o crescimento econômico chinês.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil. A notícia mais recente sobre a empresa refere-se à aprovação de projetos de expansão de capacidade de produção e beneficiamento (Projeto Itabirito P15), visando aumentar a qualidade do minério ofertado e melhorar as margens operacionais.
8º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,02 ↓2,33%
Descrição: As ações da Cosan registraram queda de 2,33%, fechando a R$ 5,02. O recuo nominal foi de R$ 0,12 frente ao fechamento de R$ 5,14. Este ativo apresentou o maior volume de ações da lista, com 31.497.700 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 158.118.454,00. A mínima do dia foi de R$ 5,01, praticamente o preço de fechamento, e a máxima de R$ 5,27. A situação da CSAN3 é de atenção, pois o preço atual de R$ 5,02 está encostado na mínima das últimas 52 semanas (R$ 5,01), e muito distante da máxima de R$ 9,32. Esse desempenho reflete as preocupações do mercado com a alavancagem do holding e o desempenho de suas investidas em um cenário de juros restritivos e incertezas no setor de energia e logística.
A Cosan é um dos maiores grupos econômicos do Brasil, com investimentos em empresas como Raízen, Compass, Moove e Rumo. Recentemente, a companhia anunciou que segue focada na otimização de seu portfólio e na redução de dívidas, sendo a precificação de ativos e possíveis IPOs de suas subsidiárias temas recorrentes nas reuniões com investidores.
9º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 20,83 ↓2,16%
Descrição: A Eneva fechou o pregão com desvalorização de 2,16%, cotada a R$ 20,83. A variação negativa foi de R$ 0,46 comparado aos R$ 21,29 do fechamento anterior. O volume financeiro foi o maior de toda a lista analisada, atingindo a impressionante marca de R$ 1.528.861.593,00, com um volume de 73.397.100 ações, indicando uma forte movimentação institucional. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 20,59 e a máxima de R$ 21,50. Note-se que a máxima do dia coincidiu com a máxima de 52 semanas (R$ 21,50), sinalizando que o papel enfrentou uma forte resistência técnica nesse patamar. Com mínima anual de R$ 10,64, a Eneva dobrou de valor no último ano, e a queda de hoje parece um ajuste natural de mercado após atingir novos topos.
A Eneva é uma empresa integrada de energia, atuando desde a exploração e produção de gás natural até a geração de energia elétrica. Recentemente, a notícia de destaque foi a movimentação em torno de uma potencial fusão ou aquisição de ativos da Vibra Energia, o que tem gerado especulações e grande volume de negociação em torno de seus papéis.
10º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 46,07 ↓2,15%
Descrição: Fechando o top 10 de quedas, a Porto Seguro recuou 2,15%, finalizando a R$ 46,07. A variação em reais foi de R$ 1,01. O volume de ações negociadas foi de 3.544.000, totalizando R$ 163.272.080,00. O papel operou entre R$ 45,16 (mínima) e R$ 46,94 (máxima), vindo de um fechamento anterior de R$ 47,08. A ação mantém-se em uma posição intermediária em relação ao seu histórico de 52 semanas, cuja mínima é de R$ 34,34 e a máxima de R$ 55,97. O setor de seguros tem se beneficiado da Selic elevada, que impulsiona o resultado financeiro das companhias, porém o aumento da concorrência e o controle da sinistralidade em ramos como o automotivo são pontos de constante monitoramento pelos investidores.
A Porto Seguro é uma seguradora líder no segmento de automóveis e residências no Brasil, tendo diversificado sua atuação para serviços financeiros, saúde e serviços de conveniência. A última notícia de destaque para a Porto foi o forte crescimento do seu ecossistema de serviços e a solidez dos resultados financeiros trimestrais, que superaram as expectativas de lucro líquido de parte dos analistas de mercado.