Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 15/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 PCAR3 R$ 2.62 0.069388
2 TOTS3 R$ 29.92 0.041783
3 GGBR4 R$ 24.2 0.037736
4 UGPA3 R$ 31.1 0.032879
5 GOAU4 R$ 10.52 0.028348
6 CMIN3 R$ 5.24 0.027451
7 B3SA3 R$ 15.69 0.023483
8 IGTI11 R$ 26.71 0.019466
9 PSSA3 R$ 55.22 0.01713
10 NATU3 R$ 8.67 0.014035

1º – COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO S.A. (PCAR3) | R$ 2,62 ↑ 6,94%

Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (GPA) liderou as altas com uma valorização de 6,94%, fechando cotada a R$ 2,62. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 2,29 e a máxima de R$ 2,66. O volume diário negociado totalizou R$ 20.136.272,00, correspondendo a um total de 7.685.600 ações transacionadas. Em comparação com o preço de fechamento anterior de R$ 2,45, o ganho nominal por papel foi de R$ 0,17. No intervalo das últimas 52 semanas, a ação demonstra uma volatilidade acentuada, registrando a mínima de R$ 1,40 e a máxima de R$ 4,60.

A companhia é uma das pioneiras do varejo alimentar no Brasil, operando redes icônicas como o Pão de Açúcar e o Mercado Extra. Recentemente, a empresa tem focado na reestruturação de suas operações e na redução de seu endividamento financeiro. Na última notícia de destaque, a RD Saúde concluiu a aquisição de 100% da Stix, o programa de fidelidade do grupo, pelo valor de R$ 23 milhões.

2º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 29,92 ↑ 4,18%

Descrição: A gigante de tecnologia TOTVS S.A. registrou valorização de 4,18%, com o papel encerrando cotado a R$ 29,92. O ativo marcou presença na ponta positiva flutuando entre a mínima diária de R$ 28,54 e a máxima de R$ 30,00. A liquidez do pregão foi expressiva, movimentando R$ 183.334.800,00 em um montante de 6.127.500 ações negociadas. A variação absoluta representou um acréscimo de R$ 1,20 por papel em relação ao fechamento anterior de R$ 28,72. O histórico de 52 semanas indica resiliência de mercado, variando entre a cotação mínima de R$ 26,80 e o teto de R$ 47,68.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia da informação e sistemas de gestão (ERP) da América Latina, atendendo a diversos segmentos industriais e de serviços com foco em automação corporativa. Entre as atualizações corporativas de relevância, destaca-se o anúncio da distribuição de R$ 104 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), equivalente a R$ 0,18 por ação.

3º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 24,20 ↑ 3,77%

Descrição: As ações preferenciais da siderúrgica Gerdau S.A. valorizaram 3,77%, atingindo a marca de R$ 24,20. O ativo operou em uma faixa estreita ao longo do dia, com mínima de R$ 23,09 e máxima de R$ 24,42. O fluxo financeiro foi robusto, com um volume negociado de R$ 372.062.900,00, impulsionado pela movimentação de 15.374.500 ações. A valorização nominal foi de R$ 0,88 frente ao preço de fechamento anterior de R$ 23,32. Ao analisar a variação anual (52 semanas), o papel transitou entre o suporte de R$ 15,33 e o limite máximo de R$ 24,65.

A Gerdau é a maior empresa siderúrgica brasileira e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Na esfera corporativa, a agência de classificação de risco Fitch manteve o rating “BBB” da companhia, revisando a perspectiva de crédito para positiva.

4º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 31,10 ↑ 3,29%

Descrição: A Ultrapar Participações S.A. teve suas ações cotadas a R$ 31,10, anotando alta de 3,29% na sessão. O ativo teve comportamento de alta constante, trabalhando de forma consistente entre a mínima de R$ 29,90 e a máxima de R$ 31,10. O volume de negócios no pregão alcançou R$ 425.308.050,00, correspondendo a 13.675.500 papéis transacionados. O ganho por papel foi de R$ 0,99 em relação ao preço de fechamento antecedente, estabelecido em R$ 30,11. O histórico anual de 52 semanas exibe uma ampla margem de oscilação, com piso de R$ 14,62 e topo de R$ 31,22.

A Ultrapar é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, com atuação destacada na distribuição de combustíveis (Ipiranga), soluções de logística (Ultracargo) e gás liquefeito de petróleo (Ultragaz). Recentemente, as ações da companhia registraram volatilidade pontual após o fundo de pensão canadense CPPIB zerar sua participação histórica de R$ 1,3 bilhão por meio de um block trade.

5º – METALÚRGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 10,52 ↑ 2,83%

Descrição: A holding Metalúrgica Gerdau S.A. acompanhou o movimento positivo do setor siderúrgico e avançou 2,83%, precificada a R$ 10,52. O papel oscilou entre a cotação mínima diária de R$ 10,18 e a máxima de R$ 10,57. Ao longo da sessão, 9.198.300 ações foram comercializadas, gerando um volume financeiro total de R$ 96.766.116,00. A evolução de preço acumulou R$ 0,29 sobre o patamar anterior de R$ 10,23. No acumulado das últimas 52 semanas, os limites de oscilação do ativo variaram entre a mínima de R$ 6,39 e a máxima de R$ 10,77.

A Metalúrgica Gerdau atua como a controladora direta da Gerdau S.A., detendo expressiva participação de controle no grupo industrial siderúrgico. Por estar estritamente correlacionada ao desempenho de sua controlada operacional, os investidores monitoram de perto os sólidos investimentos de longo prazo de grandes fundos globais no grupo.

6º – CSN MINERAÇÃO S.A. (CMIN3) | R$ 5,24 ↑ 2,75%

Descrição: Os papéis da CSN Mineração S.A. subiram 2,75% e fecharam cotados a R$ 5,24. Durante as negociações diárias, a ação atingiu a mínima de R$ 4,99 e testou a máxima de R$ 5,26. A sessão registrou a negociação de 8.821.300 papéis, com volume financeiro totalizando R$ 46.223.612,00. O ganho nominal no dia somou R$ 0,14 diante do fechamento de referência de R$ 5,10. Em termos anuais, o ativo se manteve entre o piso de R$ 4,08 e o pico de R$ 6,37.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, com reservas minerais de alta qualidade localizadas no quadrilátero ferrífero de Minas Gerais. O ativo tem sido amplamente acompanhado pelo mercado que, apesar da recente valorização, monitora possíveis riscos jurídicos fiscais avaliados em R$ 10,75 bilhões.

7º – B3 S.A. – BRASIL, BOLSA, BALCÃO (B3SA3) | R$ 15,69 ↑ 2,35%

Descrição: A B3 S.A. registrou alta de 2,35% no dia, estabelecendo sua cotação de fechamento em R$ 15,69. A ação registrou movimentação vigorosa, operando entre a mínima de R$ 15,42 e a máxima de R$ 15,85. O volume negociado se consagrou como o mais expressivo do levantamento, alcançando R$ 575.661.393,00, decorrente da transação de 36.689.700 ações. O avanço traduziu um acréscimo de R$ 0,36 sobre o fechamento de R$ 15,33. No acumulado de 52 semanas, o ativo demonstrou patamares extremos entre R$ 11,50 e R$ 20,03.

A B3 é a única bolsa de valores e mercado de balcão organizado atuante de forma integrada no mercado financeiro brasileiro. A companhia demonstrou forte resiliência operacional em seus últimos balanços divulgados, amparada pela alta na volatilidade do mercado doméstico e pelo crescimento de suas linhas de receita recorrente.

8º – JEREISSATI PARTICIPAÇÕES UNT (IGTI11) | R$ 26,71 ↑ 1,95%

Descrição: As units do conglomerado Jereissatí Participações (Iguatemi S.A.) apresentaram valorização de 1,95%, fechando o dia a R$ 26,71. O papel oscilou entre a cotação mínima de R$ 26,09 e a máxima de R$ 26,80. Ao todo, foram movimentadas 2.739.100 unidades de ações, movimentando no mercado secundário o total financeiro de R$ 73.161.361,00. Nominalmente, houve acréscimo de R$ 0,51 em relação ao fechamento da sessão anterior de R$ 26,20. Ao longo do intervalo de 52 semanas, o preço do papel se localizou entre as margens de R$ 20,22 e R$ 30,62.

A empresa atua primordialmente como o veículo de participações no setor de shopping centers de alta renda do grupo Iguatemi, gerindo portfólios imobiliários e comerciais premium. A companhia mantém foco na preservação de margens saudáveis e expansão pontual de sua área bruta locável, apresentando alta correlação positiva à estabilização macroeconômica brasileira.

9º – PORTO SEGURO S.A. (PSSA3) | R$ 55,22 ↑ 1,71%

Descrição: A Porto Seguro S.A. fechou o pregão em alta de 1,71%, cotada a R$ 55,22. Ao longo do dia, os papéis da companhia flutuaram de forma controlada entre a mínima de R$ 54,06 e a máxima de R$ 55,43. No período analisado, registraram-se 1.267.700 ações negociadas, as quais resultaram em um volume financeiro final de R$ 70.002.944,00. A flutuação de preço computou evolução de R$ 0,93 em comparação ao fechamento anterior estabelecido em R$ 54,29. No histórico de 52 semanas, o patamar mínimo foi de R$ 42,90 e o teto atingido foi de R$ 55,43.

A Porto é uma das maiores seguradoras do país, com atuação multivertical que abrange ramos de seguros residenciais, saúde, consórcios e soluções financeiras. A holding reportou resultados financeiros de destaque em 2026, com lucro líquido recorrente de R$ 958 milhões no primeiro trimestre, impulsionado pela expressiva eficiência operacional e controle de sinistralidade.

10º – NATURA COSMÉTICOS S.A. (NATU3) | R$ 8,67 ↑ 1,40%

Descrição: A Natura Cosméticos S.A. encerrou o pregão em elevação de 1,40%, cotada ao valor de R$ 8,67. O ativo operou em níveis consistentes no intradia, anotando a mínima de R$ 8,41 e a máxima de R$ 8,72. O volume negociado de ativos foi bastante acentuado, movimentando 29.264.100 ações, o que gerou o giro de capital equivalente a R$ 253.719.747,00. Frente ao preço final da sessão anterior, que foi de R$ 8,55, obteve-se alta nominal de R$ 0,12 por papel. No comparativo anual de 52 semanas, o ativo transitou entre o suporte de R$ 7,13 e a resistência máxima de R$ 11,15.

A Natura é uma empresa multinacional brasileira do setor de cosméticos e higiene pessoal, reconhecida globalmente por seu modelo sustentável de vendas e relacionamento direto. Recentemente, a marca deu mais um passo em sua estratégia omnicanal ao estrear canais oficiais de venda nas plataformas da Shopee para expandir sua capilaridade no comércio digital de massa.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0.29 -0.064516
2 BRKM5 R$ 6.41 -0.061493
3 EGIE3 R$ 30.62 -0.051131
4 ISAE4 R$ 27.78 -0.050256
5 MBRF3 R$ 15.4 -0.042884
6 AXIA3 R$ 50.42 -0.041991
7 SMTO3 R$ 15.53 -0.0366
8 COGN3 R$ 2.25 -0.034335
9 POMO4 R$ 5.43 -0.033808
10 CVCB3 R$ 1.34 -0.028986

1º – RAIZEN S.A. (RAIZ4) | R$ 0,29 ↓6,45%

Descrição: No pregão analisado, as ações preferenciais da Raízen S.A. encerraram cotadas a R$ 0,29, registrando uma queda significativa de 6,45%, o que equivale a uma variação nominal negativa de R$ 0,02. Durante o dia, o ativo apresentou uma oscilação estreita, tocando a mínima de R$ 0,29 e a máxima de R$ 0,32. O volume de negociação diária alcançou 12.757.100 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 3.699.559,00. Esse desempenho recente posiciona a cotação atual no limite inferior de seu intervalo das últimas 52 semanas, cujo valor mínimo foi exatamente R$ 0,29 e a máxima atingiu R$ 1,57. O fechamento anterior havia sido estabelecido em R$ 0,31. A forte pressão vendedora reflete o momento de aversão ao risco em torno do papel, que lidera o ranking de perdas da sessão.

A Raízen S.A. é uma das maiores empresas do setor de energia do Brasil, atuando de forma integrada na produção de açúcar e etanol a partir da cana-de-açúcar, cogeração de energia e na distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a companhia tem enfrentado desafios estruturais severos; a última notícia relevante sobre a empresa refere-se à homologação de seu pedido de recuperação extrajudicial, que atrai o interesse de grandes gestoras de recursos de olho na reestruturação e administração de seus ativos.

2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 6,41 ↓6,15%

Descrição: As ações da Braskem S.A. fecharam a sessão em queda de 6,15%, precificadas a R$ 6,41, representando uma perda nominal de R$ 0,42 em relação ao pregão anterior. A oscilação diária do ativo registrou a mínima de R$ 6,36 e a máxima de R$ 6,91. Ao longo do dia, foram transacionadas 5.571.100 ações, gerando um volume financeiro de R$ 35.715.879,00. O fechamento do dia anterior havia sido de R$ 6,83. Ao analisar as últimas 52 semanas, observa-se que as ações ordinárias da petroquímica transitaram entre a mínima de R$ 5,83 e a máxima de R$ 13,78. O comportamento atual do papel sinaliza a persistência de incertezas operacionais e financeiras que continuam impactando negativamente as projeções de curto prazo da petroquímica brasileira na bolsa de valores.

A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com forte atuação nos setores petroquímico e de produção de polímeros. A empresa tem como última notícia relevante a decisão da Justiça de São Paulo que rejeitou o pedido do Banco Safra para suspender a venda do controle acionário da companhia para a IG4 Capital, pavimentando o caminho para a transferência das ações de controle ao FIP Shine em meio às reestruturações financeiras de seus controladores.

3º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 30,62 ↓5,11%

Descrição: Os papéis da Engie Brasil Energia S.A. registraram desvalorização de 5,11%, com encerramento de cotas a R$ 30,62, o que representa um recuo nominal de R$ 1,65. O fechamento anterior da ação estava em R$ 32,27. Durante a sessão de negócios, a mínima registrada foi de R$ 30,45, enquanto a máxima diária atingiu R$ 31,62. O volume negociado foi expressivo, somando 11.931.200 ações e movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 365.333.444,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o papel EGIE3 teve sua cotação mínima fixada em R$ 26,72 e a máxima estabelecida em R$ 38,81. Esse volume de negócios robusto destaca o papel como um dos mais líquidos e debatidos pelos investidores institucionais no pregão.

A Engie Brasil Energia S.A. é a maior produtora privada de energia elétrica do país, operando de forma relevante em geração hidrelétrica, eólica, solar e biomassa, além de atuar no segmento de transmissão. Como última notícia correlacionada, a companhia divulgou a precificação de sua oferta subsequente de ações (follow-on) a R$ 30,50 por papel, operação que resultou na captação bem-sucedida de aproximadamente R$ 8,4 bilhões para o fortalecimento do caixa e expansão de novos projetos.

4º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 27,78 ↓5,03%

Descrição: As ações preferenciais da ISA Energia Brasil S.A. finalizaram o dia cotadas a R$ 27,78, apresentando um recuo percentual de 5,03% (perda de R$ 1,47 por ação). O fechamento prévio havia sido de R$ 29,25. Na dinâmica intradia, a cotação oscilou de uma mínima de R$ 27,75 a uma máxima de R$ 29,09. Foram movimentadas 7.990.600 ações na sessão, totalizando um volume negociado de R$ 221.978.868,00. No histórico recente de 52 semanas, o patamar mínimo registrado foi de R$ 19,63, enquanto o teto de valorização chegou a R$ 32,04. O ativo demonstrou alta volatilidade ao longo do dia, acompanhando movimentos setoriais de recomposição de portfólio no mercado elétrico nacional.

A ISA Energia Brasil S.A. (anteriormente conhecida como ISA CTEEP) é uma das principais concessionárias de transmissão de energia elétrica do Brasil, sendo responsável por trafegar uma parcela massiva da eletricidade consumida no país. A última notícia relevante da empresa informa que ela protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro para uma oferta pública de distribuição primária de ações preferenciais, com potencial para movimentar até R$ 1,3 bilhão destinados a investimentos em infraestrutura.

5º – MARFRIG GLOBAL FOODS S.A. (MBRF3) | R$ 15,40 ↓4,29%

Descrição: Os ativos da Marfrig Global Foods S.A. fecharam a R$ 15,40, acumulando uma variação negativa de 4,29%, correspondente a uma queda de R$ 0,69 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 16,09. A cotação flutuou entre a mínima de R$ 15,13 e a máxima de R$ 16,13. O volume físico de negociação foi de 9.650.700 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 148.620.780,00 na sessão. Observando a janela de 52 semanas, o menor valor atingido pela ação foi de R$ 14,59, ao passo que a cotação máxima registrada foi de R$ 26,83. A desvalorização ocorre em meio a ajustes operacionais na indústria frigorífica brasileira de bovinos.

A Marfrig Global Foods S.A. figura como uma das líderes globais na produção de carne bovina e detém uma participação majoritária relevante na BRF S.A., possuindo forte presença exportadora para mercados das Américas e Ásia. A última notícia associada indica que a XP Investimentos cortou o preço-alvo de suas ações de R$ 20,90 para R$ 20,50, mantendo a recomendação neutra, fundamentada nas expectativas de margens mais apertadas para o segmento de carne bovina na América do Sul no curto prazo.

6º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 50,42 ↓4,20%

Descrição: As ações ordinárias sob o ticker AXIA3 recuaram 4,20% no pregão diário, estabelecendo o preço de fechamento em R$ 50,42, queda de R$ 2,21 frente ao fechamento anterior de R$ 52,63. Durante as negociações, o papel bateu a mínima de R$ 49,93 e atingiu a máxima de R$ 52,75. O volume de ações trocadas de mãos somou 19.168.800 papéis, o que se traduziu no maior volume negociado da lista de ativos, com expressivos R$ 966.490.896,00. No período de 52 semanas, os papéis da companhia transitaram entre a mínima de R$ 27,75 e a máxima de R$ 67,84. A liquidez acentuada do papel demonstra o peso do ativo no Ibovespa e o interesse de investidores institucionais.

A AXIA Energia (antiga Eletrobras) é a maior companhia do setor de energia elétrica da América Latina, privatizada recentemente, com enorme capacidade de geração e transmissão de energia em todo o território nacional. A última notícia de destaque reporta que a companhia concluiu a venda de 49% de sua participação em Sociedades de Propósito Específico (SPEs) de transmissão para a GEBBRAS pelo montante de R$ 451,4 milhões, mantendo o foco em otimização de portfólio.

7º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 15,53 ↓3,66%

Descrição: A São Martinho S.A. registrou desvalorização de 3,66% em suas ações ordinárias, com fechamento a R$ 15,53, o que representa um decréscimo nominal de R$ 0,59 por papel. No pregão anterior, as ações fecharam cotadas a R$ 16,12. Durante a sessão, os negócios oscilaram entre a mínima de R$ 15,41 e a máxima de R$ 16,18, movimentando um volume de 1.988.800 papéis e gerando um volume financeiro de R$ 30.886.064,00. Nas últimas 52 semanas, a ação ordinária marcou a mínima de R$ 12,73 e alcançou o teto de R$ 21,40. O fraco desempenho diário reflete a cautela do mercado agrícola quanto às pressões de preços no setor sucroenergético.

A São Martinho S.A. é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, destacando-se na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. A última notícia relevante da empresa informa que seu conselho de administração aprovou a distribuição de R$ 70 milhões sob a forma de dividendos (cerca de R$ 0,21 por ação), a serem pagos aos acionistas elegíveis com base na posição acionária de início de julho.

8º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,25 ↓3,43%

Descrição: As ações ordinárias da Cogna Educação S.A. recuaram 3,43%, fechando a R$ 2,25 na sessão, uma desvalorização de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 2,33. O ativo registrou a mínima de R$ 2,24 e a máxima de R$ 2,34 durante o dia. Foram negociadas expressivas 20.620.000 ações, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 46.395.000,00. No ciclo das últimas 52 semanas, as ações COGN3 registraram o menor patamar em R$ 2,14 e a cotação máxima de R$ 4,73. O alto volume negociado evidencia a intensa atividade especulativa e de readequação de posições no setor educacional.

A Cogna Educação S.A. é uma das maiores organizações educacionais do mundo, atuando tanto na educação básica quanto no ensino superior através de marcas tradicionais como a Kroton e a Vasta Educação. A última notícia relacionada ao setor elucida a assinatura de uma medida provisória pelo governo que torna a aprovação no ENAMED (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) obrigatória para o registro de novos médicos, impactando diretamente os cursos de medicina operados pelas gigantes do setor de ensino privado.

9º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,43 ↓3,38%

Descrição: No mercado de capitais, as ações preferenciais da Marcopolo S.A. sofreram uma desvalorização de 3,38%, fechando cotadas a R$ 5,43, após iniciar o dia com fechamento anterior de R$ 5,62. A queda nominal por ação foi de R$ 0,19. O ativo marcou mínima de R$ 5,40 e máxima de R$ 5,64 ao longo da rodada de negociações. Houve grande liquidez para as ações, registrando 18.177.900 papéis transacionados e movimentando um volume financeiro de R$ 98.705.997,00. Nas últimas 52 semanas, a banda de oscilação do ativo variou de uma mínima de R$ 5,39 até a máxima de R$ 7,95, indicando que a cotação atual se aproxima de suas mínimas anuais.

A Marcopolo S.A. é líder nacional e uma das principais fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, com parques fabris no Brasil e forte atuação em exportações para diversos continentes. A última notícia reporta que, apesar de resultados neutros na produção física de veículos pesados no início do ano, os analistas de mercado enxergam uma rentabilidade industrial sólida e a expectativa de aceleração de entregas no segmento urbano para o segundo semestre.

10º – CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A. (CVCB3) | R$ 1,34 ↓2,90%

Descrição: Encerrando a lista dos ativos analisados, as ações ordinárias da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. fecharam o pregão em baixa de 2,90%, precificadas em R$ 1,34, uma redução nominal de R$ 0,04 em relação ao fechamento anterior de R$ 1,38. A oscilação do dia registrou a mínima de R$ 1,33 e máxima de R$ 1,39. O volume negociado somou 8.191.700 ações, correspondendo ao giro financeiro de R$ 10.976.878,00. No retrospecto das últimas 52 semanas, o ativo de turismo transitou entre a cotação mínima de R$ 1,20 e a máxima de R$ 2,79. Os papéis seguem pressionados pelo cenário doméstico desafiador para o segmento de consumo discricionário.

A CVC Brasil S.A. é a maior operadora de turismo do país, oferecendo pacotes de viagens, passagens aéreas e hospedagens através de uma vasta rede de franquias e canais digitais. Como última notícia divulgada, a operadora reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 63,1 milhões em seu balanço trimestral, revertendo o lucro de períodos anteriores, sob impacto de despesas operacionais elevadas e custos decorrentes de oscilações cambiais no turismo global.

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