As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | ASAI3 | R$ 7,45 | 0,02% |
| 2 | SMTO3 | R$ 16,33 | 0,02% |
| 3 | IRBR3 | R$ 52,51 | 0,02% |
| 4 | BEEF3 | R$ 5,55 | 0,02% |
| 5 | CSAN3 | R$ 5,09 | 0,02% |
| 6 | COGN3 | R$ 3,69 | 0,01% |
| 7 | RADL3 | R$ 24,99 | 0,01% |
| 8 | PCAR3 | R$ 3,66 | 0,01% |
| 9 | PRIO3 | R$ 44,09 | 0,01% |
| 10 | PETR4 | R$ 32,01 | 0,01% |
1º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,45 ↑ 2,19%
Descrição: A Sendas Distribuidora, operando sob a bandeira Assaí Atacadista, apresentou o melhor desempenho percentual do grupo analisado. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 7,45, acumulando uma alta de 2,19%, o que representa um incremento nominal de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,29. Durante o dia, o papel demonstrou volatilidade moderada, oscilando entre a mínima de R$ 7,08 e a máxima de R$ 7,50. O volume de negociação foi robusto, com 13.350.300 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 99.459.735,00. Ao observarmos o horizonte de 52 semanas, a ação ainda se encontra distante de sua máxima (R$ 11,88), mas bem posicionada em relação à mínima do período (R$ 5,40). O Assaí é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, focada em atender desde o consumidor final até pequenos e médios comerciantes. Recentemente, a empresa tem focado na desalavancagem financeira e na maturação das lojas convertidas do Extra Hiper, sendo que a última grande notícia reportada ao mercado envolveu a continuidade do plano de expansão orgânica e o monitoramento rigoroso do endividamento frente à taxa de juros.
2º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,33 ↑ 2,06%
Descrição: A São Martinho registrou uma valorização sólida de 2,06%, finalizando o dia a R$ 16,33. A variação positiva de R$ 0,33 superou o fechamento prévio de R$ 16,00. O ativo testou uma resistência em R$ 16,86 (máxima do dia) após iniciar a sessão com mínima de R$ 15,86. Com um volume negociado de R$ 78.612.620,00 e 4.814.000 papéis movimentados, a empresa demonstra liquidez relevante no setor de commodities agrícolas. No acumulado de um ano, o papel flutuou entre R$ 12,91 e R$ 24,41, evidenciando que a cotação atual busca uma recuperação após períodos de maior pressão. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com forte atuação na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir do bagaço da cana. Uma notícia recente de impacto para o setor foi a divulgação da moagem da safra atual, onde a companhia destacou ganhos de produtividade e eficiência industrial, apesar das variações climáticas que afetaram o cinturão canavieiro paulista.
3º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 52,51 ↑ 2,06%
Descrição: O IRB-Brasil acompanhou o ritmo de alta com uma valorização de 2,06%, encerrando a R$ 52,51. O ganho por ação foi de R$ 1,06 em comparação ao fechamento anterior de R$ 51,45. A movimentação diária variou entre R$ 51,38 e R$ 53,41, com um volume de ações de 772.300 unidades e giro financeiro de R$ 40.553.473,00. É importante notar que, em 52 semanas, o ativo apresenta uma estabilidade relativa, operando entre a mínima de R$ 42,58 e a máxima de R$ 57,99. Como a maior resseguradora do país, o IRB atua como o “seguro das seguradoras”. Após um período de reestruturação profunda, a empresa foca agora em rentabilidade técnica e subscrição rigorosa de riscos. A última notícia relevante da companhia refere-se aos seus resultados mensais reportados à SUSEP, que indicaram uma manutenção do lucro líquido, reforçando a tese de recuperação operacional aos olhos dos investidores institucionais.
4º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 5,55 ↑ 2,02%
Descrição: A Minerva encerrou o dia com uma alta de 2,02%, fixando seu preço em R$ 5,55. O incremento de R$ 0,11 sobre o valor de fechamento anterior (R$ 5,44) ocorreu em um dia de volume expressivo: 13.131.800 ações e R$ 72.881.490,00 transacionados. A mínima registrada foi de R$ 5,42 e a máxima de R$ 5,67. O papel vive um momento de recuperação, visto que a mínima de 52 semanas é de R$ 3,65 e a máxima de R$ 7,37. A Minerva é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e possui uma operação diversificada geograficamente. Recentemente, a empresa esteve nos holofotes devido à conclusão da aquisição de plantas da Marfrig, uma movimentação estratégica que amplia significativamente sua capacidade de abate e consolida sua liderança regional, embora o mercado siga monitorando a alavancagem financeira necessária para essa integração.
5º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,09 ↑ 1,60%
Descrição: As ações da Cosan fecharam o dia em R$ 5,09, apresentando uma valorização de 1,60% (R$ 0,08 acima do fechamento anterior). O volume financeiro foi um dos maiores do dia, atingindo R$ 276.401.252,00 com 54.302.800 ações negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 4,92 — que também coincide com sua mínima de 52 semanas — e a máxima de R$ 5,09, fechando no topo do canal diário. A máxima em um ano é de R$ 9,32, sugerindo um gap de valorização considerável. A Cosan é uma holding que controla ativos gigantescos como Raízen, Compass, Comgás e Rumo. Uma das últimas notícias de grande impacto foi o anúncio de ajustes em sua estrutura de capital e a revisão de projeções para suas subsidiárias, buscando otimizar o fluxo de dividendos para a holding em meio a um cenário de juros elevados.
6º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,69 ↑ 1,10%
Descrição: A Cogna Educação registrou alta de 1,10%, encerrando cotada a R$ 3,69. A variação nominal foi de R$ 0,04 frente ao fechamento anterior de R$ 3,65. Durante a sessão, o papel atingiu a máxima de R$ 3,73 e a mínima de R$ 3,63, com um volume de 18.686.600 ações e giro financeiro de R$ 68.953.554,00. No contexto anual, a ação está operando próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 3,75), o que indica um forte momentum de alta, considerando que a mínima do período foi de R$ 0,98. A Cogna é uma das maiores organizações educacionais do mundo, atuando no ensino básico e superior através de marcas como Kroton e Vasta. Recentemente, a empresa reportou melhorias operacionais em sua última divulgação de resultados, destacando o crescimento da Kroton Med e a redução da inadimplência, o que tem atraído o otimismo do mercado.
7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 24,99 ↑ 0,97%
Descrição: A Raia Drogasil fechou a sessão com valorização de 0,97%, atingindo R$ 24,99 por ação. O aumento de R$ 0,24 em relação aos R$ 24,75 anteriores foi acompanhado por um volume financeiro de R$ 150.187.401,00. O papel flutuou entre R$ 24,44 e R$ 25,27. Notavelmente, a máxima do dia ficou muito próxima da máxima de 52 semanas (R$ 25,27), evidenciando que o papel está em sua zona de maior valorização histórica recente. A empresa é a líder absoluta do varejo farmacêutico brasileiro, com milhares de lojas sob as bandeiras Droga Raia e Drogasil. A última notícia relevante foi o anúncio de sua estratégia de expansão para o próximo biênio, focando em serviços de saúde dentro das lojas e na digitalização do ecossistema de saúde através de seu marketplace e programas de fidelidade.
8º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,66 ↑ 0,83%
Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA) encerrou o dia a R$ 3,66, com uma leve alta de 0,83% ou R$ 0,03. O volume de negociação foi de 18.088.400 ações, somando R$ 66.203.544,00. A cotação variou entre R$ 3,55 e R$ 3,74. No histórico de 52 semanas, o ativo mostra uma desvalorização acentuada, com máxima de R$ 4,95 e mínima de R$ 2,35. O GPA é um dos pioneiros do varejo alimentar no país, operando marcas como Pão de Açúcar e Mercado Extra. A empresa passou recentemente por uma cisão total do Éxito e uma oferta pública de ações (follow-on) para fortalecer o balanço. A notícia mais recente envolve a venda de ativos não estratégicos, como postos de combustíveis e imóveis, como parte do plano de redução da dívida líquida e foco no core business de supermercados premium.
9º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 44,09 ↑ 0,71%
Descrição: A PRIO, antiga PetroRio, subiu 0,71%, terminando o dia em R$ 44,09. O ganho nominal foi de R$ 0,31 em relação ao fechamento de R$ 43,78. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 530.949.416,00 com 12.042.400 ações negociadas. A oscilação diária ficou entre R$ 43,81 e R$ 44,69. Comparado ao intervalo de 52 semanas (R$ 32,68 a R$ 45,65), a ação permanece perto do topo. A PRIO é a maior empresa independente de petróleo e gás do Brasil, especializada na gestão de campos maduros para aumentar a eficiência e vida útil dos reservatórios. A última grande notícia da companhia foi a atualização de sua certificação de reservas, que indicou um aumento significativo nas reservas provadas, além do progresso na interligação dos campos de Frade e Wahoo, o que deve elevar a produção diária nos próximos meses.
10º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 32,01 ↑ 0,69%
Descrição: A Petrobras fechou a lista com uma alta de 0,69%, cotada a R$ 32,01. Com uma variação de R$ 0,22 sobre o fechamento de R$ 31,79, o papel registrou o maior volume financeiro absoluto do dia: R$ 1.894.223.760,00, com mais de 59 milhões de ações negociadas. A mínima do dia foi R$ 31,88 e a máxima R$ 32,20. Em 52 semanas, o ativo oscilou entre R$ 27,30 e R$ 34,77. Sendo uma gigante estatal de economia mista, a Petrobras é o pilar do setor energético brasileiro. A notícia mais recente que movimentou o mercado foi a decisão da diretoria sobre a distribuição de dividendos extraordinários e os novos investimentos previstos no seu Plano Estratégico, com foco em exploração na Margem Equatorial e projetos de transição energética, equilibrando o retorno ao acionista com a necessidade de reinvestimento.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CVCB3 | R$ 2,37 | -0,12% |
| 2 | VAMO3 | R$ 3,65 | -0,08% |
| 3 | BRKM5 | R$ 8,23 | -0,06% |
| 4 | CSNA3 | R$ 9,49 | -0,05% |
| 5 | MRVE3 | R$ 7,44 | -0,04% |
| 6 | BRAV3 | R$ 17,24 | -0,04% |
| 7 | USIM5 | R$ 6,34 | -0,04% |
| 8 | RAIZ4 | R$ 0,83 | -0,03% |
| 9 | RENT3 | R$ 40,71 | -0,03% |
| 10 | MGLU3 | R$ 8,49 | -0,03% |
1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,37 ↓ 12,22%
Descrição: A CVC Brasil (CVCB3) liderou as perdas do dia com uma queda acentuada de 12,22%, encerrando a sessão cotada a R$ 2,37. Durante o pregão, o papel demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 2,03 e máxima de R$ 2,79. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 76.170.300 papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 180.523.611,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 2,70, o recuo nominal foi de R$ 0,33. Ao observarmos a janela de 52 semanas, a ação opera próxima de sua máxima de R$ 2,79, mas ainda distante da mínima de R$ 1,64 registrada no período. Esse movimento de forte correção após atingir picos anuais sugere uma realização de lucros ou reação a dados macroeconômicos que impactam o setor de turismo.
A CVC é a maior operadora de turismo da América Latina, oferecendo serviços de passagens aéreas, hospedagens e pacotes de viagens. Recentemente, a empresa tem focado em reperfilar sua dívida e fortalecer sua estrutura de capital após os desafios impostos pela pandemia.
2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,65 ↓ 7,83%
Descrição: A Vamos (VAMO3) registrou uma desvalorização de 7,83%, fechando o dia a R$ 3,65. A ação abriu caminho para uma trajetória descendente em relação ao fechamento anterior de R$ 3,96, perdendo R$ 0,31 em valor nominal. A movimentação diária variou entre R$ 3,61 e R$ 4,03, com um volume de 26.453.800 ações negociadas, totalizando R$ 96.556.370,00 em negócios. O ativo encontra-se atualmente em um patamar muito abaixo de sua máxima de 52 semanas, que foi de R$ 5,29, aproximando-se da mínima anual de R$ 2,75. Este desempenho reflete um cenário desafiador para o setor de bens de capital e locação de pesados, possivelmente influenciado pelas taxas de juros que encarecem o financiamento de frotas.
A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas, operando também com concessionárias de veículos pesados. Notícias recentes indicam que a empresa está avançando em um processo de reorganização societária para separar suas operações de locação e varejo.
3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,23 ↓ 5,73%
Descrição: As ações da Braskem (BRKM5) encerraram o dia com recuo de 5,73%, cotadas a R$ 8,23. O ativo teve uma variação negativa nominal de R$ 0,50 frente ao fechamento de R$ 8,73. O volume financeiro movimentado foi de R$ 51.226.812,00, fruto da negociação de 6.224.400 ações. Durante o dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,00 e a máxima de R$ 8,80. É importante notar que a Braskem atravessa um período de forte desvalorização em longo prazo, estando significativamente distante da máxima de 52 semanas de R$ 15,12 e perigosamente próxima da mínima de R$ 6,11. A pressão sobre as margens petroquímicas globais e incertezas jurídicas continuam pesando sobre o papel.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das maiores petroquímicas do mundo. Uma notícia recente relevante envolve as negociações sobre a venda da participação da Novonor na empresa e os desdobramentos dos acordos de compensação em Alagoas.
4º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,49 ↓ 4,62%
Descrição: A CSN (CSNA3) apresentou uma queda de 4,62%, finalizando o pregão a R$ 9,49. O papel perdeu R$ 0,46 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,95. A volatilidade do dia levou a ação de uma mínima de R$ 9,06 a uma máxima de R$ 9,97. O volume financeiro foi um dos maiores do grupo analisado, atingindo R$ 209.681.550,00, com 22.095.000 ações trocando de mãos. O preço atual está posicionado no meio do intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 6,72 e máxima de R$ 10,78). A queda parece estar atrelada à oscilação dos preços das commodities metálicas no mercado internacional e às perspectivas para a demanda de aço na infraestrutura nacional.
A CSN é um conglomerado com atuação nos setores de siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto a estratégia de desalavancagem da companhia e possíveis IPOs de suas subsidiárias.
5º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,44 ↓ 4,37%
Descrição: A MRV (MRVE3) fechou cotada a R$ 7,44, registrando uma variação negativa de 4,37% (menos R$ 0,34 por ação). O fechamento anterior foi de R$ 7,78. Durante as negociações, o papel atingiu a máxima de R$ 7,82 e a mínima de R$ 7,35. O volume de ações foi de 9.053.400, gerando um volume financeiro de R$ 67.357.296,00. No acumulado de 52 semanas, a MRV apresenta uma amplitude considerável, variando entre R$ 4,43 e R$ 9,50. Setores sensíveis aos juros, como a construção civil, tendem a sofrer maior pressão em dias de aversão ao risco no mercado financeiro brasileiro.
A MRV é a maior construtora da América Latina, focada no segmento de imóveis residenciais populares. Ultimamente, a empresa reportou um aumento nas vendas e está focada na melhora da geração de caixa operacional.
6º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 17,24 ↓ 4,28%
Descrição: A Brava Energia (BRAV3) encerrou o dia a R$ 17,24, queda de 4,28%. A redução nominal foi de R$ 0,77 em comparação ao preço de R$ 18,01 da sessão anterior. O volume negociado foi o maior do relatório em termos financeiros, totalizando R$ 391.627.288,00, com um giro de 22.716.200 ações. A cotação flutuou entre R$ 16,82 e R$ 18,48 no dia. No contexto de 52 semanas, o papel mostra uma volatilidade extrema, tendo máxima de R$ 25,84 e mínima de R$ 13,29. Como player do setor de óleo e gás, sua performance é diretamente impactada pelas flutuações do preço do barril de petróleo tipo Brent e pelas revisões de produção em seus campos.
A Brava Energia nasceu da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, tornando-se uma gigante independente no setor de petróleo. Notícias recentes destacam a retomada gradual da produção no Campo de Papa-Terra, que influencia diretamente as projeções de receita.
7º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,34 ↓ 3,79%
Descrição: As ações preferenciais da Usiminas (USIM5) registraram queda de 3,79%, fechando a R$ 6,34. O ativo perdeu R$ 0,25 em relação ao fechamento de R$ 6,59. O volume financeiro foi de R$ 58.007.196,00, com 9.149.400 papéis negociados. A mínima do dia foi de R$ 6,31 e a máxima de R$ 6,60. Ao analisar as 52 semanas, observa-se que a ação está mais próxima da sua mínima (R$ 3,90) do que de sua máxima (R$ 6,83). O setor siderúrgico enfrenta um cenário de pressão de custos e concorrência com o aço importado, o que tem mantido as cotações sob constante vigilância dos analistas.
A Usiminas é uma das maiores produtoras de aços planos do Brasil, com forte presença no fornecimento para a indústria automotiva. Notícias recentes apontam para a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga como um marco para a eficiência operacional futura da empresa.
8º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,83 ↓ 3,49%
Descrição: A Raízen (RAIZ4) fechou o dia negociada a R$ 0,83, uma queda de 3,49% ou R$ 0,03 nominais. O papel operou em uma faixa muito estreita, entre R$ 0,82 e R$ 0,86, fechando abaixo do preço anterior de R$ 0,86. O volume de negociação foi robusto, com 27.515.000 ações e volume financeiro de R$ 22.837.450,00. Historicamente, a ação está em patamares alarmantes, muito próxima da mínima de 52 semanas (R$ 0,79) e extremamente distante da máxima (R$ 2,23). Esse nível de preço abaixo de R$ 1,00 (“penny stock”) exige atenção quanto a possíveis agrupamentos de ações no futuro para atender normas da B3.
A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, atuando na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis. A última notícia de destaque refere-se à expansão de suas usinas de Etanol de Segunda Geração (E2G), reforçando sua tese de transição energética.
9º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 40,71 ↓ 3,03%
Descrição: A Localiza (RENT3) registrou uma desvalorização de 3,03%, encerrando a R$ 40,71. O recuo nominal foi de R$ 1,27 em relação ao fechamento anterior de R$ 41,98. O pregão viu a ação oscilar entre R$ 40,11 e R$ 42,11, movimentando um volume expressivo de R$ 377.434.623,00. Foram 9.271.300 ações negociadas. Em termos anuais, a ação está abaixo da média do intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 24,46 e máxima de R$ 47,43). A performance da companhia costuma sofrer com a expectativa de manutenção de juros elevados, que impactam o custo da dívida e a renovação de sua frota.
A Localiza é a maior rede de aluguel de carros e gestão de frotas da América do Sul. Recentemente, a empresa reportou um aumento na frota operacional, mas o mercado segue atento às margens de revenda de seminovos.
10º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,49 ↓ 2,86%
Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) fechou em queda de 2,86%, cotado a R$ 8,49. A variação negativa foi de R$ 0,25 frente ao fechamento anterior de R$ 8,74. O volume financeiro atingiu R$ 132.969.531,00, com 15.661.900 ações negociadas. A ação tocou a mínima de R$ 8,33 e máxima de R$ 8,78 no dia. No acumulado de um ano, o papel mostra recuperação frente à mínima de R$ 5,41, mas ainda está longe da máxima de R$ 11,55. O varejo discricionário continua sendo um termômetro direto da confiança do consumidor e das projeções de inflação, reagindo negativamente a qualquer sinal de deterioração econômica.
O Magazine Luiza é um dos maiores ecossistemas de varejo do Brasil, integrando lojas físicas e uma robusta plataforma de e-commerce. Notícias recentes indicam o fortalecimento de seu marketplace e parcerias estratégicas para a entrega rápida de produtos.