Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,50 11,11%
2 CSNA3 R$ 6,03 5,42%
3 MGLU3 R$ 9,84 5,35%
4 EMBJ3 R$ 76,96 4,20%
5 BRAV3 R$ 18,64 4,08%
6 PRIO3 R$ 59,80 3,46%
7 CVCB3 R$ 1,95 3,17%
8 SMTO3 R$ 17,64 2,98%
9 BRKM5 R$ 11,68 2,91%
10 B3SA3 R$ 17,35 2,78%

1º – RAIZEN S.A. (RAIZ4) | R$ 0,50 ↑ 11,11%

Descrição: A Raízen liderou as altas do dia com uma valorização expressiva de 11,11%. O papel abriu próximo ao fechamento anterior de R$ 0,45 e alcançou uma máxima de R$ 0,51, demonstrando forte pressão compradora. Com um volume expressivo de 30.164.100 ações negociadas, a movimentação financeira totalizou R$ 15.082.050,00. É importante notar que, apesar da alta percentual robusta, o ativo opera em patamares baixos, próximos à sua mínima de 52 semanas (R$ 0,43), estando significativamente distante da máxima anual de R$ 2,23. A volatilidade intradiária foi contida entre R$ 0,45 e R$ 0,51. Este movimento pode representar uma tentativa de recuperação técnica após sucessivas quedas. O investidor deve atentar para o fato de o papel ser negociado como uma “penny stock”, o que naturalmente eleva o risco e a volatilidade percentual diante de pequenas oscilações de preço.

A Raízen é uma joint venture entre a Cosan e a Shell, atuando de forma integrada na produção de açúcar e etanol, além da distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando consolidar sua liderança na transição energética global.

2º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S.A. (CSNA3) | R$ 6,03 ↑ 5,42%

Descrição: A CSN apresentou um desempenho sólido, com alta de 5,42%, fechando o pregão cotada a R$ 6,03. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 5,85 e a máxima de R$ 6,14, com um volume de negócios considerável de 22.244.000 ações, movimentando R$ 134.131.320,00. Este avanço afasta o papel de sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 5,66, embora ainda esteja longe do topo de R$ 11,32 registrado no último ano. A variação nominal foi de R$ 0,31 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,72. O mercado parece ter reagido positivamente a fatores macroeconômicos ou expectativas setoriais ligadas às commodities metálicas. A liquidez do papel permanece elevada, confirmando o interesse institucional na mineradora e siderúrgica. O fechamento acima da barreira psicológica dos R$ 6,00 sugere uma melhora no sentimento de curto prazo para os acionistas da companhia.

A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando nos setores de siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Em notícias recentes, o grupo tem avançado em negociações estratégicas para a venda de fatias de sua unidade de mineração (CSN Mineração) e de ativos de energia para reduzir sua alavancagem financeira.

3º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,84 ↑ 5,35%

Descrição: O Magazine Luiza registrou uma valorização de 5,35%, encerrando o dia a R$ 9,84. O papel demonstrou força ao atingir a máxima de R$ 10,02, superando o fechamento anterior de R$ 9,34. Durante a sessão, a mínima registrada foi de R$ 9,57. O volume de ações trocadas foi de 22.664.100, resultando em um volume financeiro robusto de R$ 223.014.744,00. A ação está posicionada em um patamar intermediário de seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 6,21 e máxima de R$ 11,55). Este movimento de alta reflete uma possível melhora na percepção de risco para o setor de varejo discricionário, possivelmente influenciada por perspectivas sobre a curva de juros futura. A manutenção do preço próximo aos R$ 10,00 é um indicador técnico relevante para os analistas gráficos, sinalizando suporte em níveis de preços de dois dígitos após um período de intensa pressão vendedora no setor varejista.

O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, com forte presença no e-commerce e lojas físicas. A última notícia relevante da companhia envolve o fortalecimento de seu marketplace e a integração de novas tecnologias de logística para acelerar as entregas em todo o território nacional.

4º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 76,96 ↑ 4,20%

Descrição: A Embraer continua sua trajetória de destaque, com alta de 4,20% e fechamento a R$ 76,96. O ativo variou R$ 3,10 nominalmente em relação ao dia anterior (R$ 73,86). A máxima do dia chegou a R$ 78,56, enquanto a mínima ficou em R$ 74,52. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 507.435.760,00 através da negociação de 6.593.500 ações. O papel demonstra uma resiliência técnica notável, operando muito acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 57,59) e se aproximando gradualmente de sua máxima anual de R$ 105,50. Este desempenho reflete a confiança do mercado na carteira de pedidos da fabricante e na entrega de aeronaves comerciais e executivas. O alto volume financeiro negociado coloca a EMBJ3 como um dos papéis de maior giro no pregão, sendo um destino frequente para capital estrangeiro que busca exposição ao setor industrial e exportador brasileiro de alta tecnologia.

A Embraer é uma empresa aeroespacial global, líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e com forte atuação em defesa e aviação executiva. Recentemente, a empresa anunciou novos contratos de venda de aeronaves E2 para companhias aéreas internacionais, reforçando sua robusta carteira de pedidos (backlog).

5º – BRAVA ENERGIA S.A. (BRAV3) | R$ 18,64 ↑ 4,08%

Descrição: A Brava Energia apresentou alta de 4,08%, fechando o dia a R$ 18,64. O papel oscilou entre a mínima de R$ 17,77 e a máxima de R$ 18,81, com uma variação positiva de R$ 0,73 frente ao fechamento anterior de R$ 17,91. Foram negociadas 10.071.800 ações, gerando um volume financeiro de R$ 187.738.352,00. A ação encontra-se em uma zona de recuperação, distanciando-se da mínima anual de R$ 13,29, mas ainda abaixo da máxima de 52 semanas registrada em R$ 23,70. O interesse comprador sugere otimismo com a produção operacional ou com a cotação internacional do petróleo, que impacta diretamente as operadoras independentes. A liquidez demonstrada hoje reforça o papel como uma opção relevante para investidores que buscam exposição ao setor de óleo e gás fora do espectro estatal. O fechamento próximo à máxima do dia sinaliza continuidade do apetite comprador para as próximas sessões.

A Brava Energia (resultante da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás no Brasil, focada na revitalização de campos maduros. A notícia mais recente da empresa refere-se à conclusão de etapas críticas na integração de seus ativos, visando otimizar a extração e reduzir custos operacionais.

6º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 59,80 ↑ 3,46%

Descrição: A PRIO registrou avanço de 3,46%, encerrando a R$ 59,80. O ativo teve um dia de forte liquidez, com 16.090.200 ações negociadas e o maior volume financeiro da lista: R$ 962.193.960,00. A oscilação diária situou-se entre R$ 57,23 e R$ 59,91. O papel está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 63,35) e bem acima da mínima de R$ 32,68, consolidando sua posição como uma das favoritas do setor de energia. A variação nominal foi de R$ 2,00. O desempenho da PRIO costuma estar atrelado à eficiência operacional e à gestão de custos em seus campos de petróleo, como Frade e Wahoo. O volume financeiro beirando R$ 1 bilhão em um único dia evidencia a relevância da empresa no Ibovespa e o forte interesse de investidores institucionais e fundos que buscam crescimento (growth) e geração de caixa no setor de commodities energéticas.

A PRIO é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo do Brasil, especializada na gestão eficiente de reservatórios e revitalização de campos maduros. Recentemente, a empresa recebeu autorização ambiental para novas perfurações, o que deve impulsionar sua produção diária nos próximos trimestres.

7º – CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A. (CVCB3) | R$ 1,95 ↑ 3,17%

Descrição: A CVCB3 fechou com alta de 3,17%, cotada a R$ 1,95. A ação apresentou uma variação nominal de R$ 0,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 1,89. O volume de negociação foi de 6.695.300 ações, totalizando R$ 13.055.835,00. O papel operou em um intervalo estreito, entre R$ 1,92 e R$ 1,98. Apesar da alta percentual, a CVC ainda enfrenta um cenário desafiador, negociando próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 1,64) e distante da máxima de R$ 2,79. Por ser um papel de baixo valor nominal, pequenas oscilações em centavos geram grandes variações percentuais. O mercado monitora de perto os níveis de endividamento da companhia e a recuperação da demanda por pacotes turísticos internacionais. A estabilização acima de R$ 1,90 é vista como um ponto de suporte importante para evitar que o papel retorne aos níveis mínimos históricos de preço.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país, oferecendo serviços de passagens, hospedagem e pacotes de viagens. A última notícia relevante da empresa foca em seu plano de reestruturação de dívidas e no fortalecimento de sua plataforma digital para competir com agências globais de viagens online.

8º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 17,64 ↑ 2,98%

Descrição: A São Martinho encerrou o pregão com alta de 2,98%, atingindo R$ 17,64. A variação nominal foi de R$ 0,51 sobre o fechamento anterior de R$ 17,13. O ativo teve mínima de R$ 17,35 e máxima de R$ 17,96. Com 2.342.200 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 41.316.408,00. O papel se encontra em um patamar de recuperação frente à sua mínima de 52 semanas (R$ 12,91), embora ainda haja espaço para atingir a máxima anual de R$ 22,23. O desempenho da SMTO3 é fortemente influenciado pelo preço do açúcar e do etanol no mercado global e interno. O volume negociado hoje mostra uma participação moderada, mas constante, de investidores focados no setor de agronegócio. A sustentação do preço acima dos R$ 17,50 pode atrair novos fluxos de compra técnica focados no preenchimento de lacunas de valorização deixadas em meses anteriores de baixa do setor sucroenergético.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com grande capacidade de moagem de cana-de-açúcar para produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Recentemente, a companhia anunciou investimentos em sua nova planta de etanol de milho, visando diversificar sua fonte de matéria-prima e reduzir a sazonalidade da produção.

9º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 11,68 ↑ 2,91%

Descrição: As ações da Braskem subiram 2,91%, fechando a R$ 11,68. O papel oscilou entre R$ 11,58 e R$ 11,99 durante o dia, com uma valorização nominal de R$ 0,33 frente ao fechamento de R$ 11,35. O volume de ações negociadas foi de 2.458.900, resultando em um movimento financeiro de R$ 28.719.952,00. A petroquímica tem vivido um período de alta volatilidade devido a questões geológicas e incertezas sobre sua estrutura acionária. Atualmente, o preço está acima da mínima de 52 semanas (R$ 6,11), mas ainda apresenta uma queda expressiva em relação à máxima de R$ 13,78. O fechamento de hoje mostra um respiro para o investidor, embora o volume não tenha sido tão elevado quanto em dias de notícias corporativas bombásticas. A atenção do mercado permanece voltada para as margens petroquímicas globais e para possíveis desdobramentos de vendas de participações de seus controladores majoritários.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. A notícia mais recente de impacto envolve o monitoramento contínuo das áreas afetadas pela mineração de sal-gema em Maceió e as negociações para compensações definitivas com as autoridades locais.

10º – B3 S.A. – BRASIL, BOLSA, BALCÃO (B3SA3) | R$ 17,35 ↑ 2,78%

Descrição: A B3 fechou o “top 10” de altas com uma valorização de 2,78%, encerrando a R$ 17,35. O papel variou R$ 0,47 em relação ao preço anterior de R$ 16,88. Durante o pregão, a máxima atingida foi de R$ 17,60 e a mínima foi de R$ 17,11. O volume de negociação foi muito expressivo, com 23.764.500 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 412.314.075,00. A B3SA3 é um termômetro do mercado acionário brasileiro e sua valorização geralmente acompanha dias de maior otimismo e liquidez na bolsa. O papel está próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 18,63), demonstrando uma recuperação sólida desde a mínima de R$ 11,16. O alto volume financeiro reforça a confiança do investidor na resiliência do modelo de negócio da companhia, que se beneficia diretamente do aumento do volume médio diário de negociação (ADTV) no mercado de capitais brasileiro.

A B3 é a bolsa de valores oficial do Brasil, única em operação de grande escala no país, atuando na negociação de ações, derivativos, renda fixa e outros ativos. Recentemente, a empresa divulgou seus dados operacionais mensais, mostrando um crescimento no número de investidores pessoa física ativos e a expansão de seus serviços de dados e tecnologia.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PSSA3 R$ 47,34 -3,99%
2 RADL3 R$ 23,36 -0,93%
3 UGPA3 R$ 25,94 -0,69%
4 AMOB3 R$ 11,66 -0,68%
5 WEGE3 R$ 45,97 -0,52%
6 BBSE3 R$ 34,88 -0,49%
7 SUZB3 R$ 53,15 -0,47%
8 TIMS3 R$ 26,48 -0,45%
9 MBRF3 R$ 16,83 -0,41%
10 MRVE3 R$ 7,65 -0,39%

1º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 47,34 ↓ 4,00%

Descrição: A Porto Seguro (PSSA3) lidera as quedas deste levantamento, registrando uma desvalorização acentuada de 4,00%. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 47,34, após ter atingido a máxima de R$ 50,42. O volume financeiro negociado foi expressivo, somando R$ 131.529.456,00, com 2.778.400 ações trocando de mãos. O preço de fechamento atual situa-se exatamente na mínima do dia (R$ 47,34), o que indica uma forte pressão vendedora no encerramento do pregão. Comparado ao fechamento anterior de R$ 49,31, a perda nominal foi de R$ 1,97 por ação. Em uma perspectiva anual, a ação ainda opera distante de sua mínima de 52 semanas (R$ 36,59) e abaixo da máxima de R$ 55,97. Este movimento pode ser reflexo de ajustes de carteira ou reações a dados macroeconômicos que impactam o setor de seguros.

A Porto Seguro é uma das maiores seguradoras do Brasil, com forte atuação nos ramos de Automóveis, Saúde e Patrimonial. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de seus serviços financeiros e bancários através da marca PortoBank, buscando diversificar suas fontes de receita além do mercado tradicional de seguros.

2º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 23,36 ↓ 0,93%

Descrição: As ações da Raia Drogasil (RADL3) apresentaram um recuo moderado de 0,93%, fechando o dia a R$ 23,36. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 23,28 e a máxima de R$ 24,09. O volume negociado foi robusto, totalizando R$ 181.453.472,00, evidenciando a alta liquidez do papel no mercado secundário. Foram movimentadas 7.767.700 ações. A variação nominal negativa foi de R$ 0,22 em relação ao fechamento anterior de R$ 23,58. Ao observar o histórico de 52 semanas, a RADL3 mostra uma resiliência notável, mantendo-se bem acima da mínima de R$ 12,67, embora tenha recuado em relação ao pico de R$ 27,42 registrado no período. A empresa continua sendo um player defensivo no setor de varejo farmacêutico, atraindo investidores institucionais.

A Raia Drogasil é a líder nacional no varejo farmacêutico, operando as bandeiras Droga Raia e Drogasil em todo o território brasileiro. Em notícia recente, a companhia informou que continua acelerando sua estratégia de digitalização e expansão de lojas físicas, com foco em se tornar um “hub de saúde” para seus clientes.

3º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 25,94 ↓ 0,69%

Descrição: A Ultrapar (UGPA3) registrou uma queda de 0,69%, com suas ações encerrando a R$ 25,94. O ativo tocou a mínima do dia neste exato valor de fechamento, após ter alcançado a máxima de R$ 26,98. O volume financeiro foi um dos mais altos da lista, atingindo R$ 203.120.576,00, com um giro de 7.830.400 ações. A desvalorização nominal foi de R$ 0,18 frente aos R$ 26,12 do dia anterior. No acumulado de 52 semanas, o papel apresenta uma amplitude de negociação entre R$ 14,62 e R$ 28,00. A proximidade com o teto anual sugere que, apesar da correção diária, a tendência de médio prazo permanece construtiva. O mercado monitora de perto as margens operacionais das subsidiárias da holding, especialmente no setor de distribuição de combustíveis.

A Ultrapar é uma holding brasileira que atua nos setores de distribuição de combustíveis (Ipiranga), soluções em pagamentos (Abastece aí) e armazenagem de granéis líquidos (Ultracargo). Recentemente, o grupo concluiu vendas de ativos não estratégicos para focar em seus negócios principais de energia e infraestrutura.

4º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,66 ↓ 0,68%

Descrição: A Automob (AMOB3) teve uma variação negativa de 0,68%, fechando cotada a R$ 11,66. O desempenho diário variou entre a mínima de R$ 11,50 e a máxima de R$ 11,92. Diferente de outros ativos do ranking, a AMOB3 apresentou uma liquidez reduzida, com um volume negociado de apenas R$ 258.852,00 e 22.200 ações movimentadas. A queda nominal foi de R$ 0,08 em comparação ao fechamento de R$ 11,74. No intervalo de 52 semanas, a ação transitou entre R$ 10,00 e R$ 15,50. Por ser um ativo de menor liquidez, os movimentos de preço tendem a ser mais voláteis com volumes baixos. O investidor deve atentar-se ao spread de negociação e às notícias específicas que podem impactar o setor automobilístico.

A Automob é uma subsidiária do Grupo Simpar e atua como uma das maiores redes de concessionárias de veículos leves do Brasil. A notícia mais relevante do período envolve a estratégia de consolidação do setor através da aquisição de novas redes de concessionárias para ampliar sua presença geográfica.

5º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 45,97 ↓ 0,52%

Descrição: A WEG (WEGE3), gigante do setor de bens de capital, encerrou o dia com recuo de 0,52%, a R$ 45,97. A ação atingiu a máxima de R$ 47,22 e mínima de R$ 45,56. O volume financeiro foi substancial, totalizando R$ 271.333.328,00, o maior entre as ações analisadas, com 5.902.400 papéis negociados. A variação nominal foi de R$ 0,24 negativos em relação ao fechamento de R$ 46,21. No horizonte de um ano, o ativo oscilou entre R$ 33,92 e R$ 54,53. A WEG é reconhecida por sua gestão eficiente e alta resiliência, e flutuações diárias menores como esta costumam ser vistas como ajustes técnicos normais dentro de um cenário de alta competitividade global e variações cambiais.

A WEG é uma multinacional brasileira produtora de equipamentos eletroeletrônicos, motores elétricos e geradores de energia. Em fatos recentes, a WEG anunciou investimentos vultosos em fábricas de baterias e mobilidade elétrica, reforçando seu posicionamento na transição energética global.

6º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 34,88 ↓ 0,49%

Descrição: A BB Seguridade (BBSE3) registrou desvalorização de 0,49%, encerrando a R$ 34,88. O papel oscilou entre a mínima de R$ 34,83 e a máxima de R$ 35,58. O volume de ações negociadas foi de 6.189.100, gerando um montante financeiro de R$ 215.875.808,00. A perda nominal foi de R$ 0,17 em relação aos R$ 35,05 do fechamento anterior. Dentro das últimas 52 semanas, a ação manteve-se resiliente, com mínima de R$ 28,92 e máxima de R$ 37,69. Sendo uma empresa que distribui dividendos robustos, as variações de preço costumam atrair investidores focados em renda passiva, especialmente quando o papel recua para patamares de suporte técnico próximos aos R$ 34,00.

A BB Seguridade é a empresa de participações que concentra os negócios de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil. Ultimamente, a companhia destacou-se pela divulgação de fortes resultados operacionais no segmento de seguro agrícola, impulsionados pela boa performance do agronegócio nacional.

7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 53,15 ↓ 0,47%

Descrição: A Suzano (SUZB3) apresentou um recuo de 0,47%, com o preço de fechamento em R$ 53,15. A ação teve máxima de R$ 53,99 e mínima de R$ 52,92 ao longo do dia. O volume financeiro negociado somou R$ 183.649.195,00, com a movimentação de 3.455.300 ações. A variação nominal foi de R$ 0,25 negativos perante o fechamento anterior de R$ 53,40. No período de 52 semanas, a SUZB3 registrou mínima de R$ 45,48 e máxima de R$ 59,65. O desempenho da empresa está fortemente atrelado ao preço internacional da celulose e à taxa de câmbio, o que explica a volatilidade frequente no papel em dias de instabilidade no dólar ou nas commodities.

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Recentemente, a empresa concluiu o projeto Cerrado, sua nova fábrica no Mato Grosso do Sul, que promete elevar significativamente sua capacidade produtiva e eficiência operacional.

8º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 26,48 ↓ 0,45%

Descrição: As ações da TIM (TIMS3) fecharam em queda de 0,45%, cotadas a R$ 26,48. Durante o pregão, a ação oscilou pouco, com mínima no valor de fechamento (R$ 26,48) e máxima de R$ 26,98. O volume negociado foi de R$ 106.102.712,00, correspondente a 4.006.900 ações. Houve uma redução nominal de R$ 0,12 frente ao fechamento de R$ 26,60. Nas últimas 52 semanas, o papel variou entre R$ 14,98 e R$ 28,74, mostrando uma trajetória de recuperação sólida no longo prazo. O setor de telecomunicações costuma apresentar menor volatilidade, mas fatores competitivos e regulatórios continuam no radar dos analistas para este ativo.

A TIM Brasil é uma das principais operadoras de telefonia móvel e banda larga do país, sendo controlada pelo Grupo Telecom Italia. Em notícias recentes, a TIM celebrou o avanço da cobertura 5G no Brasil, liderando o número de antenas instaladas em diversas capitais brasileiras.

9º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 16,83 ↓ 0,41%

Descrição: A Marfrig (MRFG3 – nota: o código no relatório fornecido é MBRF3, mas o padrão de mercado é MRFG3) registrou queda de 0,41%, fechando a R$ 16,83. O ativo teve um dia de movimentação intensa, com máxima de R$ 17,38 e mínima de R$ 16,73. O volume de ações foi elevado, totalizando 9.525.700 unidades e um volume financeiro de R$ 160.317.531,00. A variação nominal foi de apenas R$ 0,07 em relação ao preço anterior de R$ 16,90. No histórico de 52 semanas, a ação mostra grande volatilidade, com mínima de R$ 12,84 e máxima de R$ 26,83. O setor de proteínas animais enfrenta desafios cíclicos de custos de insumos e barreiras sanitárias, influenciando diretamente o apetite do investidor.

A Marfrig é uma das líderes globais na produção de carne bovina e a maior produtora de hambúrgueres do mundo. Recentemente, a empresa anunciou um aumento em sua participação na BRF S.A., consolidando uma aliança estratégica para fortalecer sua presença no mercado de proteínas diversificadas.

10º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,65 ↓ 0,39%

Descrição: A MRV (MRVE3) encerrou o ranking com a menor queda percentual do grupo, recuando 0,39% para fechar a R$ 7,65. A ação oscilou entre a mínima de R$ 7,57 e a máxima de R$ 7,94. O volume financeiro atingiu R$ 61.537.365,00, com 8.044.100 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 0,03 negativos comparado ao fechamento de R$ 7,68. Nas últimas 52 semanas, a MRVE3 teve uma mínima de R$ 4,56 e máxima de R$ 10,53. O setor de construção civil é extremamente sensível às taxas de juros (Selic), e o mercado precifica constantemente as expectativas de crédito imobiliário e os subsídios governamentais para habitação popular.

A MRV Engenharia é a maior construtora da América Latina no segmento de imóveis residenciais para baixa renda. Em fato relevante recente, a companhia destacou a melhora em suas margens brutas de vendas e o foco na redução da alavancagem financeira para os próximos trimestres.

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