Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 PCAR3 R$ 1.93 0.096591
2 RAIZ4 R$ 0.43 0.02381
3 MRVE3 R$ 5.30 0.023166
4 RADL3 R$ 17.67 0.021978
5 VIVT3 R$ 33.58 0.013277
6 PSSA3 R$ 50.56 0.012212
7 NATU3 R$ 8.58 0.011792
8 MBRF3 R$ 15.96 0.011407
9 BBSE3 R$ 38.19 0.010852
10 RDOR3 R$ 34.08 0.008284

1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 1,93 ↑9,66%

Descrição: A ação da Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) apresentou um desempenho expressivo no pregão, encerrando cotada a R$ 1,93, o que representa uma valorização robusta de 9,66% em relação ao fechamento anterior de R$ 1,76. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 1,74 e a máxima de R$ 2,00, refletindo uma volatilidade acentuada, característica comum em papéis deste segmento de preço. O volume de ações movimentadas atingiu 15.879.400 unidades, culminando em um volume financeiro negociado de R$ 30.647.242,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observamos que o papel ainda se encontra distante de sua máxima anual de R$ 4,60, embora esteja acima da mínima de R$ 1,40. O investidor deve monitorar se este forte movimento de alta sinaliza uma mudança de tendência ou apenas uma correção técnica após períodos de pressão vendedora.

A empresa é uma das maiores companhias de varejo alimentar do Brasil, operando diversas bandeiras de supermercados e hipermercados. Recentemente, a companhia tem focado em estratégias de reestruturação de seu portfólio de lojas e eficiência operacional para recuperar margens.

2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,43 ↑2,38%

Descrição: A Raízen S.A. fechou o dia negociada a R$ 0,43, exibindo uma valorização de 2,38% frente ao valor de R$ 0,42 do fechamento anterior. O ativo manteve um comportamento de trading bastante estreito, com a cotação oscilando apenas entre R$ 0,41 e R$ 0,43 ao longo do dia, indicando uma baixa volatilidade intradiária. O volume de negociação registrado foi de 10.473.100 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 4.503.433,00. Considerando a perspectiva temporal de um ano, o preço atual ainda está significativamente pressionado, estando muito mais próximo da mínima de 52 semanas de R$ 0,33 do que da máxima de R$ 1,93. A dinâmica deste papel exige cautela, dado o volume financeiro reduzido e a persistência em patamares de preço próximos ao mínimo anual, demandando atenção do investidor a possíveis notícias estruturais que possam alterar o panorama da companhia.

A empresa é referência global em bioenergia, integrando a produção de açúcar, etanol e bioenergia, além de possuir uma robusta operação de distribuição de combustíveis. A Raízen tem buscado expandir sua capacidade produtiva e investimentos em energias renováveis.

3º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 5,30 ↑2,32%

Descrição: As ações da MRV Engenharia encerraram o pregão com alta de 2,32%, cotadas a R$ 5,30, superando o fechamento anterior de R$ 5,18. O papel demonstrou consistência durante a sessão, operando com variação mínima e máxima concentradas no patamar de R$ 5,10 a R$ 5,30, o que sugere um suporte consolidado na casa dos cinco reais. Com um total de 11.830.700 ações movimentadas, o volume financeiro alcançou a marca de R$ 62.702.710,00. Analisando o contexto de longo prazo (52 semanas), o preço atual encontra-se próximo da mínima anual de R$ 5,05, estando consideravelmente abaixo da máxima de R$ 10,53 registrada no período. Este cenário aponta para um ativo que busca estabilidade após uma trajetória de queda, e investidores devem monitorar a capacidade da empresa em converter o volume de vendas em resultados financeiros sólidos nos próximos trimestres.

A MRV é uma das principais empresas de construção civil no Brasil, com foco voltado para o segmento de imóveis residenciais de renda média e baixa. A empresa tem enfrentado desafios com custos de materiais, buscando eficiência em novos projetos.

4º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 17,67 ↑2,20%

Descrição: A Raia Drogasil apresentou uma performance positiva, fechando o dia a R$ 17,67, uma valorização de 2,20% em comparação com o fechamento anterior de R$ 17,29. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 17,20 e a máxima de R$ 17,77, mostrando uma tendência de alta consistente. O volume de ações negociadas foi de 9.259.500, gerando um volume financeiro substancial de R$ 163.615.365,00, o que denota elevada liquidez e interesse institucional no papel. Em um horizonte de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, posicionando-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 12,62 e a máxima de R$ 27,31. Este comportamento reafirma o papel como uma opção de interesse para investidores que buscam empresas consolidadas e com maior previsibilidade de receita, típicas do setor de varejo farmacêutico, mesmo em momentos de maior volatilidade do mercado acionário.

A Raia Drogasil é líder no setor de varejo farmacêutico no Brasil, possuindo uma vasta rede de farmácias em todo o território nacional. A empresa foca constantemente na digitalização de seus serviços e expansão de lojas físicas.

5º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 33,58 ↑1,33%

Descrição: A Telefônica Brasil (Vivo) encerrou o pregão em território positivo, com alta de 1,33%, sendo negociada a R$ 33,58, superior aos R$ 33,14 do fechamento anterior. O papel manteve uma movimentação contida, operando na mínima de R$ 32,94 e atingindo a máxima do dia exatamente no preço de fechamento de R$ 33,58. O volume de ações foi de 3.436.100, resultando em um volume financeiro movimentado de R$ 115.384.238,00, evidenciando forte atratividade em termos de valor financeiro, apesar de um volume de ações menor em comparação com outros papéis listados. Observando o período de 52 semanas, o ativo apresenta um desempenho estável, situando-se próximo à faixa superior, entre a mínima de R$ 27,65 e a máxima de R$ 41,49. A ação continua sendo vista como defensiva, sendo monitorada por investidores interessados tanto na solidez do setor de telecomunicações quanto no potencial de dividendos.

A empresa é a principal operadora de telecomunicações do Brasil, oferecendo serviços de telefonia móvel, fixa, banda larga e TV por assinatura. A Vivo foca atualmente em expandir a infraestrutura de fibra óptica e serviços digitais.

6º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 50,56 ↑1,22%

Descrição: A Porto Seguro registrou alta de 1,22% ao final do dia, encerrando o pregão cotada a R$ 50,56, acima dos R$ 49,95 do fechamento anterior. A ação demonstrou um comportamento técnico estável, variando entre R$ 49,65 na mínima e R$ 50,71 na máxima. Com um volume de 808.400 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 40.872.704,00, indicando uma liquidez menor, mas com participação qualificada no preço. Ao longo do intervalo de 52 semanas, o ativo apresenta um desempenho robusto, aproximando-se da sua máxima anual de R$ 55,72, distanciando-se confortavelmente da mínima de R$ 43,32. Este cenário reflete a confiança do mercado na capacidade da companhia de manter margens operacionais positivas no setor de seguros, sendo uma alternativa relevante para investidores que buscam exposição a um segmento financeiro com histórico de resiliência e geração de valor consistente.

A Porto Seguro é uma das maiores seguradoras do país, atuando em diversos segmentos, como seguros automotivos, residenciais e de saúde, além de serviços financeiros. A empresa tem investido na diversificação de produtos para ampliar sua base de clientes.

7º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,58 ↑1,18%

Descrição: A Natura Cosméticos encerrou a sessão com valorização de 1,18%, cotada a R$ 8,58, frente ao fechamento de R$ 8,48. A volatilidade intradiária mostrou um espectro entre R$ 8,41 e R$ 8,68, com um volume considerável de 18.914.200 ações movimentadas, resultando em um volume financeiro de R$ 162.283.836,00, o que demonstra alto interesse e liquidez no ativo. No histórico de 52 semanas, o preço atual de R$ 8,58 se posiciona mais próximo da mínima de R$ 7,13 do que da máxima de R$ 11,30, indicando que o papel ainda enfrenta desafios para recuperar patamares mais elevados de cotação. O investidor deve acompanhar os desdobramentos operacionais da empresa, que tem passado por transformações estratégicas globais, e avaliar se o nível atual representa uma oportunidade de entrada ou um momento de cautela perante a execução de seu plano de longo prazo.

A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de higiene e beleza, dona de marcas renomadas globalmente. A empresa está em um processo de reestruturação para focar na rentabilidade das suas operações principais.

8º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 15,96 ↑1,14%

Descrição: As ações da Marfrig Global Foods finalizaram o pregão com alta de 1,14%, cotadas a R$ 15,96, acima do fechamento anterior de R$ 15,78. O papel oscilou entre a mínima de R$ 15,64 e a máxima de R$ 16,10 durante a sessão. O volume de ações movimentadas foi de 5.673.700, gerando um volume financeiro de R$ 90.552.252,00. Analisando a perspectiva de 52 semanas, a cotação de R$ 15,96 encontra-se em patamar intermediário, entre a mínima de R$ 14,59 e a máxima de R$ 26,83. O desempenho da ação está atrelado às dinâmicas do mercado global de proteínas e à capacidade da companhia em gerir seu endividamento, aspectos que permanecem no radar dos investidores ao avaliar a sustentabilidade do preço da ação frente ao cenário macroeconômico.

A Marfrig é uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, com operações em diversas regiões. A empresa busca constantemente otimizar sua estrutura de capital e a eficiência em suas plantas produtivas ao redor do globo.

9º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 38,19 ↑1,09%

Descrição: A BB Seguridade encerrou o dia com alta de 1,09%, atingindo a cotação de R$ 38,19, superando o valor de R$ 37,78 do fechamento anterior. O papel manteve uma trajetória de estabilidade durante o dia, oscilando entre R$ 37,50 e a máxima de R$ 38,19, coincidindo com o preço de fechamento. O volume de ações negociadas foi de 5.532.400, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 211.282.356,00. Em uma visão de longo prazo (52 semanas), a ação demonstra um desempenho sólido, situando-se próximo à sua máxima anual de R$ 38,42, e muito acima da mínima de R$ 28,92 registrada no período. Este comportamento reflete a percepção do mercado sobre a solidez e a capacidade de geração de dividendos da empresa, posicionando-a como um ativo atraente para investidores focados em retorno constante e segurança patrimonial.

A BB Seguridade é uma holding que controla empresas de seguros, previdência e capitalização, estando ligada ao Banco do Brasil. A empresa se beneficia da capilaridade da rede bancária para distribuição de seus produtos.

10º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 34,08 ↑0,83%

Descrição: A Rede D’Or encerrou o pregão com leve alta de 0,83%, cotada a R$ 34,08, acima do fechamento anterior de R$ 33,80. O ativo registrou oscilações entre R$ 33,46 e R$ 34,53 ao longo da sessão. O volume de ações foi de 9.865.400, o que gerou um volume financeiro robusto de R$ 336.212.832,00, evidenciando alta liquidez e presença forte de investidores. Analisando o intervalo de 52 semanas, o preço de R$ 34,08 encontra-se em uma faixa intermediária, entre a mínima de R$ 29,00 e a máxima de R$ 45,19. O setor de saúde, no qual a empresa está inserida, demanda atenção constante devido aos custos operacionais e à consolidação de mercado. O investidor deve monitorar a capacidade da companhia em expandir sua rede e otimizar a eficiência de suas unidades hospitalares para sustentar seu valuation.

A Rede D’Or é a maior operadora de hospitais privados do Brasil, possuindo uma rede abrangente de unidades de excelência. A empresa tem focado em estratégias de crescimento inorgânico por meio de aquisições e na integração de novos serviços de saúde.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 8.46 -0.092275
2 MGLU3 R$ 5.00 -0.065421
3 USIM5 R$ 10.13 -0.062037
4 VAMO3 R$ 2.86 -0.040268
5 HYPE3 R$ 20.50 -0.032106
6 VBBR3 R$ 27.92 -0.028532
7 EGIE3 R$ 34.33 -0.028029
8 LREN3 R$ 14.89 -0.027433
9 VIVA3 R$ 21.00 -0.027327
10 AURE3 R$ 11.46 -0.027165

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,46 ↓9,23%

Descrição: O papel da Braskem (BRKM5) encerrou o dia apresentando uma variação negativa significativa de 9,23%, fechando cotado a R$ 8,46. Com uma desvalorização nominal de R$ 0,86 por ação, o ativo demonstrou alta volatilidade durante o pregão, operando em uma faixa de mínima de R$ 7,92 e máxima de R$ 8,28. O volume financeiro movimentado atingiu R$ 131.920.164, refletindo uma pressão vendedora acentuada por parte dos investidores, possivelmente reacionando a notícias de curto prazo ou ajustes de portfólio. A ação fechou próxima à sua mínima de 52 semanas (R$ 6,11), distante de seu patamar máximo anual de R$ 13,78. Este cenário de queda exige cautela por parte dos acionistas, uma vez que o ativo parece estar testando níveis de suporte importantes, num contexto onde a performance operacional da companhia é minuciosamente monitorada pelo mercado frente aos desafios do setor petroquímico global.

A Braskem é uma das maiores petroquímicas das Américas, atuando na produção de resinas termoplásticas e produtos químicos básicos. Recentemente, a empresa anunciou projetos para expandir a produção de eteno em sua unidade do Rio de Janeiro, buscando fortalecer sua competitividade sustentável.

2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 5,00 ↓6,54%

Descrição: A Magazine Luiza (MGLU3) fechou o pregão com uma queda de 6,54%, sendo negociada a R$ 5,00. A desvalorização de R$ 0,35 por ação ocorreu em um volume financeiro expressivo de R$ 128.604.000, com mais de 25 milhões de papéis trocando de mãos. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 4,99 e a máxima de R$ 5,30 durante a sessão. O preço de fechamento atual coloca a ação muito próxima à sua mínima dos últimos 52 semanas (R$ 4,99), o que sinaliza uma tendência de enfraquecimento técnico no curto prazo para os investidores. O comportamento do varejo, sensível aos juros e ao cenário macroeconômico, continua a pressionar as margens e a confiança do mercado na capacidade de recuperação rápida da companhia. O investidor deve acompanhar de perto os próximos indicadores de consumo e a estratégia da empresa para desalavancagem financeira.

O Magazine Luiza é uma das principais redes de varejo do Brasil, com atuação multicanal em lojas físicas e e-commerce. A empresa tem buscado fortalecer seu ecossistema digital e serviços financeiros para garantir a fidelização do consumidor.

3º – USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 10,13 ↓6,20%

Descrição: O desempenho da Usiminas (USIM5) no pregão foi marcado por uma queda expressiva de 6,20%, fechando o dia cotado a R$ 10,13. Com uma redução de R$ 0,67 por ação, o volume financeiro foi expressivo, somando R$ 204.586.493, o que denota um alto interesse de negociação por parte dos players. A ação oscilou entre R$ 10,00 e R$ 10,35 ao longo do dia. Esse movimento reflete as incertezas enfrentadas pelo setor siderúrgico, que lida com a volatilidade dos preços internacionais do aço e os custos de produção. O fechamento do papel está distante da sua máxima de 52 semanas, situada em R$ 12,18, o que sugere um momento de maior cautela para quem busca posições compradas no ativo no curto prazo. Analistas permanecem atentos aos desdobramentos operacionais e estratégicos da companhia.

A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos do Brasil, focada na produção de aços planos. Recentemente, a empresa tem passado por mudanças na gestão com o ingresso do grupo Ternium no comando, buscando otimizar sua operação e exportações.

4º – VAMOS LOCAÇÃO DE CAMINHÕES, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (VAMO3) | R$ 2,86 ↓4,03%

Descrição: A ação da Vamos (VAMO3) encerrou o dia em território negativo, com desvalorização de 4,03%, cotada a R$ 2,86. A queda nominal foi de R$ 0,12, com um volume financeiro de R$ 27.621.880 e cerca de 9,6 milhões de ações negociadas. O papel manteve um intervalo estreito de negociação, variando entre R$ 2,86 e R$ 2,97. Este resultado evidencia a pressão sobre o setor de locação de ativos pesados em um cenário de custos de capital elevados, que impactam o crescimento acelerado da frota. Para os investidores, o monitoramento dos resultados operacionais trimestrais é fundamental para avaliar se a tese de crescimento da companhia continua robusta frente ao ambiente macroeconômico. A ação busca estabilidade após períodos de volatilidade, com foco na eficiência da alocação de capital e expansão no agronegócio.

A Vamos é líder no segmento de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil. A empresa tem focado na diversificação de sua frota e na expansão para o mercado agrícola como motores de crescimento.

5º – HYPERA S.A. (HYPE3) | R$ 20,50 ↓3,21%

Descrição: A Hypera (HYPE3) fechou a sessão em queda de 3,21%, atingindo a cotação de R$ 20,50. A desvalorização de R$ 0,68 por ação ocorreu com um volume financeiro de R$ 66.069.450. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 20,45 e a máxima de R$ 21,10. O ativo encontra-se em um nível de preço que reflete ajustes de mercado recentes, distante da máxima de 52 semanas de R$ 27,25. O setor farmacêutico é observado pelo mercado em busca de maior previsibilidade operacional e margens consistentes. O investidor deve considerar a resiliência dos produtos da companhia frente ao cenário de consumo. A empresa tem passado por movimentos de reestruturação de capital que são seguidos de perto por analistas, visando maior eficiência financeira e redução de dívidas a longo prazo.

A Hypera é uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, com um vasto portfólio de produtos de prescrição e consumo. No primeiro trimestre de 2026, a empresa reverteu prejuízos anteriores, registrando lucro líquido de R$ 346,8 milhões.

6º – VIBRA ENERGIA S.A. (VBBR3) | R$ 27,92 ↓2,85%

Descrição: O ativo VBBR3, da Vibra Energia, finalizou o dia com baixa de 2,85%, cotado a R$ 27,92. Com uma queda nominal de R$ 0,82, a empresa movimentou R$ 360.329.936, demonstrando que, apesar da desvalorização, o interesse na liquidez do papel permanece alto. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 27,58 e a máxima de R$ 28,49. A performance negativa reflete as oscilações típicas de um setor impactado pelos preços globais dos combustíveis e questões regulatórias locais. A ação está atualmente em um patamar intermediário entre sua mínima e máxima de 52 semanas (R$ 17,80 e R$ 34,20, respectivamente). Para os investidores, a disciplina na gestão de estoques e a eficiência logística da Vibra são pontos cruciais para a tese de investimento, especialmente em um ambiente de forte concorrência no mercado de distribuição.

A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do país. Recentemente, a empresa enfrenta desafios legais, como uma decisão judicial que restringe o transporte de cargas excedentes em rodovias de Rondônia.

7º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 34,33 ↓2,80%

Descrição: A Engie Brasil (EGIE3) registrou recuo de 2,80% no dia, fechando em R$ 34,33. A desvalorização de R$ 0,99 por ação foi acompanhada de um volume financeiro de R$ 126.203.946. Com mínima de R$ 34,23 e máxima de R$ 35,33, o papel demonstra um comportamento defensivo típico do setor elétrico, mas com ajustes pontuais de preço. A empresa, conhecida por seus contratos de longo prazo, é vista como um porto seguro, embora o cenário atual de juros e demanda por energia exija uma análise contínua da capacidade de repasse de custos. O ativo negocia abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 38,81, o que pode representar um ponto de entrada para investidores focados em dividendos e estabilidade, dado o perfil de crescimento focado em energias renováveis e infraestrutura de transmissão da companhia.

A Engie Brasil é uma das maiores empresas privadas de energia do país, com atuação forte em geração e transmissão. Recentemente, a companhia aprovou ofertas de ações para financiar a incorporação de participação na Usina de Jirau.

8º – LOJAS RENNER S.A. (LREN3) | R$ 14,89 ↓2,74%

Descrição: A Lojas Renner (LREN3) encerrou a sessão com queda de 2,74%, cotada a R$ 14,89. A desvalorização de R$ 0,42 ocorreu com um volume financeiro de R$ 131.304.487. A ação oscilou entre a mínima de R$ 14,86 e a máxima de R$ 15,31 durante o pregão. O desempenho do setor de moda varejista segue pressionado pelo consumo discricionário, que sente os efeitos da política monetária. A empresa, entretanto, continua a ser uma referência em gestão operacional e margens dentro do varejo brasileiro. O preço atual está distante da máxima de 52 semanas, que é de R$ 18,80, indicando um período de consolidação ou possível correção técnica. Investidores monitoram os dados de vendas trimestrais e a capacidade da Renner em manter a eficiência operacional em meio a um mercado consumidor altamente competitivo e volátil.

A Lojas Renner é uma das principais varejistas de moda do Brasil, operando também através da marca Camicado e da financeira Realize. No primeiro trimestre de 2026, a empresa superou expectativas de lucro, embora tenha apresentado receita abaixo do esperado.

9º – VIVARA PARTICIPAÇÕES S.A. (VIVA3) | R$ 21,00 ↓2,73%

Descrição: A Vivara (VIVA3) finalizou o dia com queda de 2,73%, sendo negociada a R$ 21,00. A desvalorização foi de R$ 0,59 por ação, com um volume financeiro movimentado de R$ 49.826.700. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 21,00 e a máxima de R$ 21,51. A empresa, que atua em um segmento de luxo acessível, vem sendo monitorada pelo mercado por sua estratégia de expansão agressiva de lojas físicas. O preço atual situa-se significativamente abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 35,89), refletindo os desafios do mercado de bens de luxo frente a um consumidor mais cauteloso com gastos não essenciais. Para o investidor, o foco reside na capacidade de crescimento da marca e na geração de caixa operacional em cenários de incerteza econômica.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil. Em maio de 2026, a companhia anunciou um programa de recompra de até 10% de suas ações ordinárias, sinalizando confiança na valorização de longo prazo de seus papéis.

10º – AUREN ENERGIA S.A. (AURE3) | R$ 11,46 ↓2,72%

Descrição: A Auren Energia (AURE3) encerrou o pregão em baixa de 2,72%, cotada a R$ 11,46. A queda nominal foi de R$ 0,32, com volume financeiro total de R$ 24.608.058. A ação oscilou entre o valor mínimo de R$ 11,46 e o máximo de R$ 11,78. O setor de energia, embora resiliente, tem enfrentado ajustes em virtude dos resultados mistos observados recentemente no mercado, onde ganhos de modulação muitas vezes são contrabalançados por desafios operacionais específicos. O fechamento do papel próximo à mínima do dia sugere cautela dos investidores de curto prazo. A Auren segue em um processo de integração e consolidação, sendo observada pelo mercado como uma plataforma de crescimento em energias renováveis, mantendo-se atenta às oportunidades de comercialização de energia mesmo em cenários de prejuízo contábil pontual.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável do Brasil, atuando na comercialização e geração. No primeiro trimestre de 2026, a empresa registrou resultados mistos, com superação das expectativas de LPA, apesar de pressões no EBITDA.

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