As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RAIZ4 | R$ 0,61 | 22,00% |
| 2 | NATU3 | R$ 9,36 | 8,46% |
| 3 | CSNA3 | R$ 6,34 | 5,14% |
| 4 | PRIO3 | R$ 62,69 | 4,83% |
| 5 | BRKM5 | R$ 12,19 | 4,37% |
| 6 | RECV3 | R$ 13,65 | 3,96% |
| 7 | ENEV3 | R$ 21,16 | 3,22% |
| 8 | SBSP3 | R$ 149,50 | 2,66% |
| 9 | VBBR3 | R$ 30,55 | 2,41% |
| 10 | SMTO3 | R$ 18,06 | 2,38% |
1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,61 ↑ 22,00%
Descrição: A Raízen liderou as altas do dia com uma valorização expressiva de 22,00%, fechando a R$ 0,61. O ativo demonstrou forte volatilidade, partindo de uma mínima de R$ 0,50, que coincidiu com o fechamento anterior, para atingir a máxima de R$ 0,61. O volume de ações negociadas foi o maior do grupo, totalizando 79.585.400 papéis, gerando um volume financeiro de R$ 48.547.094,00. Apesar da alta recente, o papel ainda opera distante da sua máxima de 52 semanas (R$ 2,23), aproximando-se perigosamente da mínima histórica de R$ 0,43 registrada no último ano. A variação nominal foi de R$ 0,11. A movimentação atípica sugere uma reação do mercado a fatores específicos de liquidez ou notícias corporativas pontuais. A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo referência global em bioenergia e a principal produtora de açúcar e etanol do Brasil, além de possuir uma vasta rede de distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando a descarbonização global.
2º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,36 ↑ 8,46%
Descrição: A Natura apresentou um desempenho sólido com alta de 8,46%, encerrando o dia cotada a R$ 9,36. O preço oscilou entre a mínima de R$ 9,10 e a máxima de R$ 9,75, superando consistentemente o fechamento anterior de R$ 8,63. Com um volume de 25.113.100 ações e giro financeiro de R$ 235.058.616,00, a companhia mostrou forte interesse institucional. No acumulado de 52 semanas, o papel transita entre R$ 7,13 e R$ 11,30, posicionando-se atualmente em um patamar intermediário de recuperação. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,73. A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos e higiene pessoal, conhecida por sua estratégia focada em sustentabilidade e venda direta. Recentemente, a empresa concluiu processos de reestruturação organizacional e venda de ativos internacionais, como a Aesop e a The Body Shop, visando reduzir seu endividamento e focar na integração da marca Avon na América Latina.
3º – Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSNA3) | R$ 6,34 ↑ 5,14%
Descrição: As ações da CSN subiram 5,14%, fechando a R$ 6,34. O ativo teve uma variação positiva de R$ 0,31 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,03. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 6,04 e a máxima de R$ 6,51. O volume negociado foi de 24.395.400 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 154.666.836,00. O desempenho atual reflete um esforço de recuperação, visto que a máxima de 52 semanas é de R$ 11,32 e a mínima de R$ 5,66. O setor de siderurgia costuma ser sensível aos preços internacionais das commodities e à demanda da construção civil. A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, cimento, logística e energia. Uma notícia relevante recente envolve as negociações da companhia para a venda de uma fatia minoritária de sua unidade de mineração (CSN Mineração) para a japonesa Itochu, visando desalavancagem financeira.
4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 62,69 ↑ 4,83%
Descrição: A PRIO registrou alta de 4,83%, com o valor da ação atingindo R$ 62,69. A variação nominal foi de R$ 2,89 sobre o fechamento anterior de R$ 59,80. O ativo operou em uma banda entre R$ 60,10 e R$ 62,93, fechando muito próximo da máxima do dia e também da máxima de 52 semanas, que é de R$ 63,35. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 1.132.219.014,00, o maior entre as empresas listadas neste relatório, com 18.060.600 ações trocando de mãos. Isso demonstra a forte confiança do investidor no crescimento da petroleira. A PRIO (antiga PetroRio) é uma empresa brasileira focada na produção de petróleo e gás através da aquisição e revitalização de campos maduros, visando eficiência operacional e redução de custos. Recentemente, a empresa reportou um aumento significativo em sua produção diária nos campos de Frade e Albacora Leste, impulsionando o otimismo dos analistas quanto à sua geração de caixa.
5º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 12,19 ↑ 4,37%
Descrição: A Braskem fechou em alta de 4,37%, cotada a R$ 12,19. O ganho por ação foi de R$ 0,51 frente ao fechamento anterior de R$ 11,68. A mínima registrada foi de R$ 11,68 e a máxima de R$ 12,36. Foram negociadas 5.775.400 ações, gerando um volume de R$ 70.402.126,00. O papel ainda enfrenta desafios de longo prazo, considerando que sua máxima de 52 semanas é de R$ 13,78 e a mínima de R$ 6,11. A estabilidade operacional e os preços das resinas petroquímicas são fatores cruciais para o ativo. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. A empresa tem estado sob escrutínio constante devido aos eventos geológicos em Maceió. Recentemente, o mercado acompanhou as discussões sobre a possível venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) na companhia, com diversos players internacionais demonstrando interesse.
6º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,65 ↑ 3,96%
Descrição: As ações da PetroRecôncavo subiram 3,96%, encerrando o dia a R$ 13,65. A variação positiva foi de R$ 0,52 em comparação ao fechamento anterior de R$ 13,13. O ativo oscilou entre R$ 13,15 e R$ 13,78 ao longo do pregão. O volume de negociação atingiu 3.747.700 ações, totalizando R$ 51.156.105,00. No horizonte de 52 semanas, o papel registra máxima de R$ 14,63 e mínima de R$ 9,43, mostrando uma tendência de consolidação no patamar superior. A PetroRecôncavo é uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás em campos terrestres (onshore) no Brasil, com forte presença nas bacias do Recôncavo e Potiguar. A última notícia relevante da empresa destaca a assinatura de novos contratos de venda de gás natural, fortalecendo sua posição estratégica frente à abertura do mercado de gás no país.
7º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 21,16 ↑ 3,22%
Descrição: A Eneva apresentou alta de 3,22%, fechando em R$ 21,16. O ganho nominal foi de R$ 0,66 sobre os R$ 20,50 do fechamento anterior. O papel teve mínima de R$ 20,43 e máxima de R$ 21,45. O volume de ações transacionadas foi alto, com 25.664.300 papéis, resultando em um giro de R$ 543.056.588,00. A cotação atual está próxima da máxima de 52 semanas (R$ 22,79), indicando um momento positivo para a tese de investimento da empresa. A Eneva é uma empresa integrada de energia, atuando desde a exploração e produção de gás natural até a geração de energia elétrica em complexos termelétricos. Recentemente, a companhia anunciou uma captação bilionária via debêntures e uma proposta de fusão com ativos da BTG Pactual Holding para consolidar sua plataforma de geração renovável e térmica.
8º – Sabesp (SBSP3) | R$ 149,50 ↑ 2,66%
Descrição: A Sabesp subiu 2,66%, com o papel alcançando R$ 149,50. A variação foi de R$ 3,88 acima do fechamento anterior de R$ 145,62. Durante o dia, o valor oscilou entre a mínima de R$ 145,62 e a máxima de R$ 151,00. Foram negociadas 5.025.600 ações, com volume financeiro de R$ 751.327.200,00. O ativo está muito próximo da sua máxima histórica de 52 semanas (R$ 158,75), refletindo o otimismo após o processo de privatização. A Sabesp é a principal responsável pelo saneamento básico no Estado de São Paulo, sendo uma das maiores empresas do setor no mundo. A notícia mais impactante para o investidor recentemente foi a conclusão de sua oferta pública de privatização, que resultou na entrada do Grupo Equatorial como acionista de referência, prometendo ganhos de eficiência e universalização dos serviços.
9º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 30,55 ↑ 2,41%
Descrição: A Vibra Energia registrou valorização de 2,41%, fechando a R$ 30,55. O acréscimo foi de R$ 0,72 frente ao fechamento anterior de R$ 29,83. A mínima do dia foi de R$ 29,67 e a máxima de R$ 30,93. O volume de negócios foi de R$ 264.966.260,00, com 8.673.200 ações negociadas. O papel demonstra resiliência, operando perto da máxima de 52 semanas de R$ 32,23, bem acima da mínima de R$ 14,92. A Vibra, antiga BR Distribuidora, é a líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e lubrificantes. Recentemente, a empresa tem focado na transição energética, reforçando parcerias para a criação de corredores elétricos e biometano. A última notícia relevante menciona a renovação de sua parceria comercial estratégica com o Bradesco para a oferta de serviços financeiros em seus postos.
10º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,06 ↑ 2,38%
Descrição: A São Martinho encerrou a lista com alta de 2,38%, cotada a R$ 18,06. A variação nominal foi de R$ 0,42 em relação aos R$ 17,64 do dia anterior. O papel flutuou entre R$ 17,68 e R$ 18,49. O volume de ações foi o menor do ranking (2.531.200), totalizando R$ 45.713.472,00 em negócios. A cotação atual encontra-se abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 22,23), mas acima da mínima de R$ 12,91. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da cana-de-açúcar. Recentemente, a empresa divulgou resultados trimestrais que mostraram uma melhora nas margens operacionais devido à maior eficiência na moagem e aos preços favoráveis do açúcar no mercado internacional.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | MGLU3 | R$ 9,04 | -8,13% |
| 2 | AMOB3 | R$ 10,91 | -6,43% |
| 3 | CSAN3 | R$ 5,22 | -4,22% |
| 4 | PCAR3 | R$ 2,27 | -3,81% |
| 5 | BRAV3 | R$ 18,02 | -3,33% |
| 6 | HAPV3 | R$ 8,62 | -2,93% |
| 7 | ENGI11 | R$ 51,61 | -2,35% |
| 8 | COGN3 | R$ 2,92 | -2,01% |
| 9 | AXIA6 | R$ 63,00 | -1,98% |
| 10 | AXIA3 | R$ 57,76 | -1,95% |
1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,04 ↓8,13%
Descrição: No pregão analisado, as ações da Magazine Luiza (MGLU3) lideraram as quedas do ranking, encerrando o dia cotadas a R$ 9,04. O ativo apresentou uma desvalorização acentuada de 8,13%, o que representa uma perda nominal de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,84. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 9,04 e a máxima de R$ 9,93, demonstrando forte pressão vendedora, já que terminou o dia em sua mínima histórica do período. O volume de ações negociadas foi expressivo, atingindo 22.061.400 papéis, o que gerou um volume financeiro total de R$ 199.435.056,00. Ao observar o horizonte de 52 semanas, nota-se que o ativo ainda opera acima de sua mínima anual de R$ 6,21, mas distante da máxima de R$ 11,55. Este movimento reflete a volatilidade intrínseca ao setor de varejo, sensível a indicadores macroeconômicos como inflação e taxas de juros.
A Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, atuando fortemente nos setores de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, com uma operação de e-commerce que se tornou referência nacional. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de seu ecossistema digital e logística. Última notícia: A companhia anunciou recentemente uma parceria estratégica para otimizar suas operações de marketplace, visando aumentar a rentabilidade dos lojistas parceiros.
2º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 10,91 ↓6,43%
Descrição: As ações da Automob Participações (AMOB3) registraram a segunda maior desvalorização do período, fechando em R$ 10,91, uma queda de 6,43%. O recuo nominal foi de R$ 0,75 comparado ao fechamento anterior de R$ 11,66. O ativo teve uma variação intradiária considerável, com máxima de R$ 11,75 e mínima de R$ 10,71. O volume de negociação foi relativamente baixo em comparação aos gigantes do mercado, com 170.300 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 1.857.973,00. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra estar próxima de sua mínima anual de R$ 10,00, enquanto sua máxima no período foi de R$ 15,50. Esse desempenho sugere um momento de cautela dos investidores em relação ao papel, que enfrenta resistência para retomar os patamares superiores de preço. A liquidez reduzida pode intensificar a volatilidade dos preços em dias de pessimismo setorial.
A Automob Participações é um dos principais grupos de varejo automotivo do Brasil, operando uma vasta rede de concessionárias de diversas marcas e serviços relacionados ao setor automobilístico. Última notícia: A empresa reportou em seu último balanço trimestral um esforço contínuo na redução de despesas operacionais para compensar a desaceleração nas vendas de veículos novos.
3º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,22 ↓4,22%
Descrição: A Cosan S.A. (CSAN3) encerrou o dia com uma baixa de 4,22%, sendo negociada a R$ 5,22. A variação negativa foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento de R$ 5,45. O papel demonstrou liquidez robusta, com 42.419.900 ações negociadas, o que resultou em um volume financeiro substancial de R$ 221.431.878,00. Ao longo do dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 5,15 e a máxima de R$ 5,60. Analisando o desempenho anual, a CSAN3 está operando muito próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 4,92), evidenciando um período desafiador para a holding, que tem sua máxima anual registrada em R$ 8,78. O alto volume financeiro indica que, apesar da queda, há uma participação ativa de investidores institucionais ajustando suas posições no ativo, possivelmente reagindo a fatores externos que afetam as commodities e o setor de energia.
A Cosan é uma holding brasileira que atua nos setores de energia, logística e infraestrutura, controlando empresas de peso como a Raízen, Compass e Rumo Logística. Última notícia: A Cosan comunicou recentemente ao mercado que está avaliando novas oportunidades de desinvestimento em ativos não core para focar no fortalecimento de sua estrutura de capital.
4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,27 ↓3,81%
Descrição: As ações do GPA, sob o código PCAR3, fecharam cotadas a R$ 2,27, representando uma retração de 3,81% (queda de R$ 0,09). O ativo atingiu sua mínima de 52 semanas precisamente neste pregão, tocando os R$ 2,27, após ter registrado uma máxima intradiária de R$ 2,43. O volume de ações foi de 6.214.600 unidades, com um volume financeiro totalizando R$ 14.107.142,00. O cenário anual para a PCAR3 é de forte correção, considerando que a máxima de 52 semanas está em R$ 4,95. O fechamento na mínima do dia e do ano sinaliza um cenário de forte pessimismo ou reestruturação de portfólio por parte dos grandes players. A manutenção do preço nestes níveis críticos coloca o papel sob vigilância técnica imediata para os analistas de mercado.
A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) é um dos maiores grupos de varejo alimentar do país, operando bandeiras icônicas como o Pão de Açúcar. Última notícia: O grupo concluiu recentemente a venda de ativos imobiliários e participações societárias como parte de seu plano de desalavancagem financeira.
5º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,02 ↓3,33%
Descrição: A Brava Energia (BRAV3) apresentou um recuo de 3,33% no fechamento, com o preço por ação estabelecido em R$ 18,02. A variação nominal negativa foi de R$ 0,62 frente ao fechamento anterior de R$ 18,64. Durante a sessão, o papel alcançou a máxima de R$ 18,55 e a mínima de R$ 17,55. O interesse do mercado pelo ativo foi significativo, com 10.960.400 ações negociadas, gerando um montante de R$ 197.506.408,00. No histórico de 52 semanas, a BRAV3 mostra uma volatilidade acentuada, com mínima de R$ 13,29 e máxima de R$ 23,70. O desempenho atual reflete um ajuste técnico após períodos de alta, comum em empresas do setor de energia que dependem de contratos de longo prazo e variações regulatórias ou de preços de insumos.
A Brava Energia é uma empresa focada no setor de geração e comercialização de energia renovável, buscando consolidar sua presença no mercado brasileiro através de ativos estratégicos. Última notícia: A Brava Energia anunciou a assinatura de novos contratos de fornecimento de energia no mercado livre, fortalecendo sua projeção de receita para o próximo ano fiscal.
6º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 8,62 ↓2,93%
Descrição: As ações da Hapvida (HAPV3) encerraram o dia com desvalorização de 2,93%, cotadas a R$ 8,62. A queda nominal foi de R$ 0,26 em comparação aos R$ 8,88 do fechamento anterior. O papel transitou entre a mínima de R$ 8,61 e a máxima de R$ 8,95. O volume de negociação foi de 11.134.600 ações, resultando em R$ 95.980.252,00 negociados no dia. No contexto anual, a Hapvida apresenta uma situação curiosa: embora esteja próxima da mínima de 52 semanas (R$ 8,54), o papel já chegou a ser negociado a R$ 44,85 no passado recente. Esta disparidade indica um processo de readequação de valor de mercado após fusões e mudanças no cenário de sinistralidade do setor de saúde suplementar.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com uma rede verticalizada que inclui hospitais, clínicas e prontos-atendimentos próprios. Última notícia: A companhia divulgou recentemente um plano de otimização de sua rede hospitalar após a integração com a NotreDame Intermédica, visando capturar sinergias operacionais.
7º – ENERGISA UNT (ENGI11) | R$ 51,61 ↓2,35%
Descrição: As units da Energisa (ENGI11) registraram queda de 2,35%, fechando a R$ 51,61. O recuo nominal foi de R$ 1,24 sobre o fechamento de R$ 52,85. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 51,31 e a máxima de R$ 53,55. O volume de ações transacionadas foi de 4.355.500, totalizando um giro financeiro de R$ 224.787.355,00. Em termos de histórico de 52 semanas, a Energisa demonstra maior resiliência que outros setores, operando bem acima da mínima de R$ 34,73 e não muito distante da máxima de R$ 55,46. Por ser um setor defensivo (utilidade pública), quedas superiores a 2% costumam chamar a atenção do investidor que busca dividendos e estabilidade.
A Energisa é um dos principais grupos privados do setor elétrico brasileiro, atuando na distribuição, transmissão e comercialização de energia em diversas regiões do país. Última notícia: A Energisa obteve recentemente a aprovação regulatória para investimentos em modernização de suas redes de distribuição no Centro-Oeste brasileiro.
8º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,92 ↓2,01%
Descrição: A Cogna Educação (COGN3) fechou em queda de 2,01%, atingindo o valor de R$ 2,92. A variação negativa foi de R$ 0,06 comparado ao fechamento anterior de R$ 2,98. Durante o pregão, o papel tocou a mínima de R$ 2,92 (fechando nela) e a máxima de R$ 3,04. O volume de ações foi bastante elevado, com 26.340.200 papéis negociados, gerando R$ 76.913.384,00 em volume financeiro. No acumulado de 52 semanas, a COGN3 apresenta mínima de R$ 1,46 e máxima de R$ 4,75. O setor educacional tem enfrentado desafios relacionados ao financiamento estudantil e à transição para modelos híbridos, o que reflete na oscilação constante do valor patrimonial da empresa em bolsa.
A Cogna é a maior empresa de educação do Brasil, detentora de marcas como Kroton e Saber, atuando no ensino superior, básico e em soluções educacionais. Última notícia: A empresa reportou crescimento expressivo em sua plataforma de cursos digitais, sinalizando uma mudança no mix de receitas para modelos mais escaláveis.
9º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 63,00 ↓1,98%
Descrição: As ações da Eletrobras, sob o código AXIA6 (preferenciais), encerraram cotadas a R$ 63,00, uma baixa de 1,98%. O decréscimo nominal foi de R$ 1,27. O papel teve mínima de R$ 62,57 e máxima de R$ 65,00 durante o dia. Foram negociadas 1.044.500 ações, gerando um volume financeiro de R$ 65.803.500,00. Comparando com o intervalo de 52 semanas, a AXIA6 opera perto de sua máxima de R$ 68,82 e bem acima da mínima de R$ 29,96, demonstrando uma tendência de valorização consistente no longo prazo, apesar do ajuste diário. Este desempenho reflete a confiança do mercado no processo de gestão pós-privatização da companhia.
A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, atuando fortemente em geração e transmissão. Última notícia: A Eletrobras anunciou recentemente um plano robusto de recompra de ações, sinalizando que a diretoria acredita que o papel está subavaliado em relação ao seu potencial de geração de caixa.
10º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 57,76 ↓1,95%
Descrição: Fechando a lista das 10 ações, a Eletrobras (AXIA3 – ordinárias) registrou queda de 1,95%, cotada a R$ 57,76. A variação nominal foi de R$ 1,15 abaixo do fechamento anterior de R$ 58,91. O ativo teve volume de 7.735.800 ações, resultando no maior volume financeiro da lista: R$ 446.819.808,00. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 57,47 e a máxima de R$ 59,58. No período de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 27,75 e R$ 63,14. A grande liquidez da AXIA3 reafirma sua posição como um dos ativos preferidos dos investidores estrangeiros e grandes fundos, mantendo-se como um pilar de estabilidade no índice, mesmo em dias de correção técnica.
As ações ordinárias (AXIA3) da Eletrobras conferem direito a voto e são acompanhadas de perto por investidores que buscam influência na governança corporativa da gigante energética. Última notícia: A companhia segue em negociações avançadas para a venda de ativos termelétricos, visando tornar seu portfólio de geração de energia 100% limpo e renovável nos próximos anos.