Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/04/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CVCB3 R$ 2,13 0,086735
2 VAMO3 R$ 4,41 0,062651
3 AMOB3 R$ 13,85 0,035127
4 CMIN3 R$ 4,98 0,033195
5 USIM5 R$ 7,21 0,031474
6 VALE3 R$ 89,75 0,026418
7 CSNA3 R$ 6,79 0,02568
8 LREN3 R$ 15,43 0,025249
9 LWSA3 R$ 4,19 0,021951
10 POMO4 R$ 7,01 0,021866

1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,13 ↑ 8,67%

Descrição: A CVCB3 liderou os ganhos do dia com uma performance expressiva, fechando cotada a R$ 2,13, o que representa uma valorização de 8,67% (alta nominal de R$ 0,17). Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade e força compradora, oscilando entre a mínima de R$ 1,98 e a máxima de R$ 2,13, fechando justamente em seu pico diário. O volume de ações negociadas foi de 33.813.500 unidades, refletindo um volume financeiro total de R$ 72.022.755,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 1,96, a ação mostra uma recuperação relevante. No acumulado das últimas 52 semanas, a empresa registra uma amplitude entre R$ 1,64 e R$ 2,79, indicando que, apesar da alta recente, o papel ainda opera abaixo de suas máximas anuais. O rank 1 nesta lista consolida o otimismo do mercado em relação ao setor de turismo nesta data específica.

A CVC é a maior operadora de turismo da América Latina, atuando na intermediação de serviços de transporte, hospedagem e pacotes de viagens. Recentemente, a empresa tem focado em reperfilamento de dívidas e fortalecimento de sua estrutura de capital. Uma notícia de destaque relacionada à companhia é a conclusão de sua oferta pública de distribuição primária de ações, visando fortalecer o caixa e reduzir a alavancagem financeira.

2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,41 ↑ 6,27%

Descrição: A VAMO3 ocupou a segunda posição no ranking de valorização, encerrando o dia a R$ 4,41, uma alta de 6,27% (ou R$ 0,26). O ativo abriu a sessão próximo à mínima de R$ 4,28 e escalou até a máxima de R$ 4,47. O volume de negociação foi substancial, com 23.191.900 ações trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 102.276.279,00. O fechamento anterior estava em R$ 4,15. Observando o histórico de 52 semanas, nota-se que a ação está em um patamar intermediário, com mínima de R$ 2,74 e máxima de R$ 5,27. A robustez do volume financeiro negociado sugere uma entrada institucional forte, consolidando a tendência de alta no curto prazo para a empresa de locação de bens de capital.

A Vamos, pertencente ao grupo Simpar, é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas e industriais. A companhia se destaca pelo modelo de negócio que substitui a posse pelo uso, otimizando o CAPEX de seus clientes. Recentemente, a Vamos anunciou a expansão de sua rede de concessionárias e novos contratos de longo prazo, reforçando sua resiliência operacional diante do cenário macroeconômico.

3º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,85 ↑ 3,51%

Descrição: Ocupando o terceiro lugar, a AMOB3 registrou uma alta de 3,51%, fechando a R$ 13,85, um acréscimo de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 13,38. Diferente das líderes de volume, a Automob teve uma liquidez mais restrita, com apenas 24.200 ações negociadas, totalizando R$ 335.170,00 em volume financeiro. Durante o dia, os preços variaram entre a mínima de R$ 13,51 e a máxima de R$ 14,00. No horizonte de um ano (52 semanas), o ativo manteve-se resiliente, com mínima de R$ 10,00 e máxima de R$ 15,39. Apesar do baixo volume de ações, a variação percentual colocou a empresa em destaque positivo no pregão, mantendo a cotação próxima de suas resistências anuais.

A Automob Participações é um dos maiores grupos de concessionárias de veículos do Brasil, operando uma vasta rede que abrange diversas marcas de luxo e populares. A empresa foca na consolidação do mercado de varejo automotivo através de aquisições estratégicas. Recentemente, a companhia reportou um crescimento orgânico em suas operações de serviços de pós-venda, que têm margens mais elevadas e contribuem para a estabilidade do lucro líquido.

4º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,98 ↑ 3,32%

Descrição: A CMIN3 apresentou uma valorização de 3,32% no pregão, encerrando a R$ 4,98, o que representa um aumento de R$ 0,16 por ação. O papel teve um dia de negociações consistentes, com mínima registrada em R$ 4,93 e máxima em R$ 5,03. O volume de ações negociadas atingiu 7.434.100 unidades, resultando em um volume financeiro de R$ 37.021.818,00. Comparado ao fechamento de ontem, de R$ 4,82, a ação demonstrou fôlego. Ao analisar o intervalo de 52 semanas (R$ 4,55 a R$ 6,56), percebe-se que a ação está tentando se afastar de suas mínimas anuais, possivelmente impulsionada pela cotação do minério de ferro no mercado internacional ou expectativas de dividendos.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil e detém uma das maiores reservas de alta qualidade do mundo. A empresa integra a produção com logística ferroviária e portuária própria. Em notícia recente, o mercado reagiu ao anúncio de novos investimentos da companhia na expansão de sua planta de beneficiamento, visando aumentar a capacidade de produção de minério com maior teor de ferro.

5º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 7,21 ↑ 3,15%

Descrição: A USIM5 encerrou o dia em alta de 3,15%, com o preço da ação fixado em R$ 7,21 (ganho de R$ 0,22). O ativo teve uma variação diária entre R$ 7,19 e R$ 7,46, mostrando que, embora tenha fechado positivo, recuou levemente em relação à máxima do dia. O mercado transacionou 17.030.000 ações da siderúrgica, movimentando um montante de R$ 122.786.300,00, um dos maiores volumes financeiros da lista. O fechamento anterior foi de R$ 6,99. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 3,90 e R$ 7,78, o que coloca a cotação atual muito próxima de seu teto anual, evidenciando um momento de forte recuperação para o setor siderúrgico.

A Usiminas é uma das líderes no mercado brasileiro de aços planos, com forte atuação no fornecimento para a indústria automotiva e de bens de capital. A empresa opera complexos siderúrgicos de grande escala em Minas Gerais e São Paulo. Notícias recentes indicam que a Usiminas concluiu com sucesso a reforma do Alto-Forno 3 de sua planta em Ipatinga, o que deve elevar a eficiência operacional e reduzir custos de produção nos próximos trimestres.

6º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 89,75 ↑ 2,64%

Descrição: A VALE3, gigante do Ibovespa, registrou uma valorização de 2,64% (alta de R$ 2,31), fechando a R$ 89,75. O papel movimentou um volume financeiro massivo de R$ 2.680.859.425,00, o maior de toda a lista, com 29.870.300 ações negociadas. A oscilação diária ficou entre R$ 87,80 e R$ 89,75, terminando o dia na máxima. Em relação ao fechamento anterior de R$ 87,44, a alta reforça o peso da mineradora no índice. No intervalo de 52 semanas, a ação transitou entre R$ 45,64 e R$ 91,62, indicando que a cotação atual está testando as máximas históricas recentes, refletindo a demanda global por commodities metálicas.

A Vale é uma das maiores empresas de mineração do mundo, sendo a maior produtora global de minério de ferro e níquel. A companhia possui operações logísticas integradas em diversos continentes. Recentemente, a Vale divulgou seus dados de produção e vendas, superando as expectativas de analistas em relação à extração de ferro, além de confirmar a continuidade de sua política robusta de recompra de ações e distribuição de dividendos.

7º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,79 ↑ 2,57%

Descrição: A CSNA3 fechou em alta de 2,57%, cotada a R$ 6,79 (valorização de R$ 0,17). Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 6,75 e a máxima de R$ 6,93. O volume negociado foi de 13.917.800 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 94.501.862,00. O preço anterior era de R$ 6,62. Ao observar a performance de 52 semanas, a ação apresenta uma faixa de negociação entre R$ 5,66 e R$ 11,32. A alta de hoje é vista como uma recuperação técnica, já que o papel ainda se encontra distante das máximas anuais, mas demonstra acompanhamento positivo do setor de materiais básicos no pregão.

A CSN é um conglomerado que atua em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. É um player integrado que utiliza sua própria produção de minério e energia para alimentar suas usinas de aço. Uma notícia recente que impactou a companhia foi a negociação para a aquisição de ativos da InterCement, o que reforça sua estratégia de expansão no mercado nacional de cimentos e consolidação de market share.

8º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,43 ↑ 2,52%

Descrição: A LREN3 encerrou o dia com uma valorização de 2,52%, atingindo o valor de R$ 15,43, um acréscimo de R$ 0,38 por ação. O ativo teve um volume expressivo de 26.066.900 ações negociadas, totalizando R$ 402.212.267,00 em volume financeiro. A cotação variou entre R$ 15,25 (mínima) e R$ 15,77 (máxima), fechando acima do valor anterior de R$ 15,05. No intervalo de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 11,79 e R$ 18,80. Este movimento de alta sugere uma melhora no sentimento dos investidores em relação ao setor de consumo e varejo, possivelmente reagindo a indicadores macroeconômicos de controle de inflação.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando diversas marcas como Camicado, Youcom e Ashua. A empresa é reconhecida por sua gestão eficiente de estoque e forte presença no e-commerce. Recentemente, a Renner anunciou investimentos em seu novo centro de distribuição automatizado em Cabreúva, visando aumentar a velocidade de entrega e reduzir custos logísticos, ponto visto positivamente pelo mercado.

9º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,19 ↑ 2,20%

Descrição: A LWSA3 (antiga Locaweb) fechou a sessão com alta de 2,20%, cotada a R$ 4,19, um ganho nominal de R$ 0,09. O volume negociado foi de 4.096.200 ações, com volume financeiro totalizando R$ 17.163.078,00. Durante o dia, a ação oscilou entre R$ 4,12 e R$ 4,31. Em comparação com o fechamento anterior de R$ 4,10, o ativo manteve uma trajetória ascendente. No acumulado das 52 semanas, a ação variou entre R$ 2,75 e R$ 4,80. O papel do setor de tecnologia continua em busca de consolidação, após um período de ajustes nas expectativas de crescimento de empresas de software e serviços digitais.

A LWSA S/A é uma empresa líder em soluções B2B para transformação digital no Brasil, oferecendo desde hospedagem de sites até plataformas completas de e-commerce e pagamentos. A empresa cresceu agressivamente através de fusões e aquisições nos últimos anos. Notícias recentes indicam que a companhia está focada na integração de suas unidades de negócio para gerar sinergias e melhorar a margem EBITDA, o que tem sido monitorado de perto por analistas de tecnologia.

10º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 7,01 ↑ 2,19%

Descrição: A POMO4 encerrou a lista das dez maiores valorizações com uma alta de 2,19%, fechando a R$ 7,01 (aumento de R$ 0,15). O papel registrou mínima diária de R$ 6,92 e máxima de R$ 7,10. O volume de negociação foi de 14.245.400 ações, gerando um volume financeiro de R$ 99.860.254,00. O preço de fechamento anterior foi de R$ 6,86. Nas últimas 52 semanas, a Marcopolo viu suas ações oscilarem entre R$ 5,00 e R$ 8,05. A performance atual reflete a manutenção de uma tendência positiva iniciada com a recuperação da demanda por ônibus rodoviários e urbanos no cenário pós-pandemia e renovação de frotas.

A Marcopolo é uma multinacional brasileira líder na fabricação de carrocerias de ônibus, com forte atuação tanto no mercado interno quanto em exportações. A empresa possui plantas em diversos países e é referência em inovação no setor de transporte. Recentemente, a Marcopolo anunciou a entrega de um grande lote de ônibus elétricos para cidades brasileiras, reforçando seu compromisso com a agenda ESG e a transição para a mobilidade sustentável.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRAV3 R$ 19,55 -0,0628
2 BRKM5 R$ 8,85 -0,055496
3 PETR3 R$ 50,81 -0,053112
4 PETR4 R$ 46,22 -0,04858
5 SMTO3 R$ 16,39 -0,047093
6 RECV3 R$ 13,02 -0,041237
7 PRIO3 R$ 61,66 -0,040311
8 AXIA3 R$ 63,49 -0,031574
9 AXIA6 R$ 69,97 -0,026301
10 FLRY3 R$ 16,65 -0,025746

1º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,55 ↓ 6,28%

Descrição: A Brava Energia S.A., operando sob o ticker BRAV3, apresentou um desempenho significativamente negativo no último pregão, consolidando-se na primeira posição deste levantamento de variações. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 19,55, o que representa uma queda nominal de R$ 1,31 em relação ao fechamento anterior de R$ 20,86. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 19,32 e a máxima de R$ 20,21. O volume de ações negociadas foi de 15.890.600 unidades, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 310.661.230,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o preço atual está distante da máxima do período (R$ 22,28), aproximando-se da mínima anual de R$ 13,29. Esta desvalorização de 6,28% acende um alerta para investidores que monitoram o setor de energia, refletindo possivelmente ajustes de mercado ou reações a indicadores macroeconômicos. A análise dos dados revela uma pressão vendedora dominante, visto que o fechamento ocorreu muito próximo da mínima do dia, sugerindo uma tendência de baixa no curto prazo para o papel da companhia.

A Brava Energia é uma empresa brasileira focada no setor de exploração e produção de petróleo e gás natural, originada da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta. Recentemente, a empresa tem focado na integração de seus ativos e na otimização da produção em campos maduros, sendo uma das notícias mais relevantes a conclusão de sua estratégia de rebranding e o início das operações sob a nova marca unificada no mercado de capitais.

2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,85 ↓ 5,55%

Descrição: As ações preferenciais da Braskem (BRKM5) figuram na segunda posição do relatório, registrando uma desvalorização acentuada de 5,55%. O preço atual de R$ 8,85 reflete uma redução de R$ 0,52 comparado ao fechamento anterior de R$ 9,37. Ao longo do dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,84 e a máxima de R$ 9,79, com um volume de 8.286.000 ações trocando de mãos, totalizando um volume negociado de R$ 73.331.100,00. A performance de 52 semanas mostra uma amplitude considerável, com mínima de R$ 6,11 e máxima de R$ 13,78, indicando que o papel está operando em patamares inferiores à sua média anual. A queda expressiva no dia reforça o cenário de incertezas que frequentemente cerca a companhia petroquímica. O volume financeiro, embora inferior ao de gigantes do setor, demonstra liquidez relevante. O comportamento do gráfico diário mostra que o papel abriu em patamares mais elevados, mas perdeu sustentação ao longo das horas, fechando praticamente na mínima do dia, o que sinaliza um forte pessimismo por parte dos players do mercado em relação ao ativo no fechamento desta sessão.

A Braskem é a maior petroquímica das Américas, com forte atuação na produção de resinas termoplásticas e produtos químicos básicos. Uma das notícias mais recentes e impactantes sobre a empresa envolve os desdobramentos jurídicos e ambientais relacionados ao evento geológico em Maceió, além de constantes especulações sobre a venda da participação da Novonor na companhia, o que mantém o papel sob constante escrutínio dos investidores.

3º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 50,81 ↓ 5,31%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) registraram uma queda de 5,31%, encerrando o dia a R$ 50,81. O recuo nominal foi de R$ 2,85 em relação ao fechamento de R$ 53,66 da sessão anterior. O ativo apresentou uma dinâmica de negociação intensa, com mínima de R$ 49,27 e máxima de R$ 51,50. O volume de ações foi robusto, totalizando 20.439.800 papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 1.038.546.238,00. No contexto de 52 semanas, o papel demonstra força ao se manter acima da mínima de R$ 29,34, embora tenha recuado em relação à máxima de R$ 56,14. O montante negociado superior a um bilhão de reais evidencia o peso da Petrobras no índice Bovespa e como sua variação impacta diretamente o humor do mercado brasileiro. A desvalorização superior a 5% em um único dia para uma blue chip deste porte geralmente está atrelada a fatores externos, como a variação do preço do barril de petróleo no mercado internacional ou anúncios governamentais e de governança interna. O fato de o fechamento ter ocorrido ligeiramente acima da mínima do dia mostra uma tentativa tímida de suporte na região dos 50 reais.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua de forma integrada na indústria de óleo, gás e energia. Recentemente, a companhia tem estado nos holofotes devido às discussões sobre sua política de dividendos extraordinários e planos de investimentos em transição energética, além das mudanças frequentes em sua diretoria executiva que impactam a percepção de risco dos acionistas.

4º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 46,22 ↓ 4,86%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras, identificadas pelo código PETR4, acompanharam a tendência de queda do setor e do mercado, recuando 4,86%. O valor de fechamento foi de R$ 46,22, o que representa uma diminuição de R$ 2,36 frente aos R$ 48,58 do dia anterior. Este ativo foi o grande destaque em termos de liquidez, com um impressionante volume de 104.967.800 ações negociadas, gerando o maior volume financeiro da lista: R$ 4.851.611.716,00. A amplitude do dia ficou entre R$ 44,87 (mínima) e R$ 46,55 (máxima). Comparando com o desempenho anual, o papel está operando em uma faixa elevada, considerando a mínima de 52 semanas de R$ 27,30, embora abaixo da máxima de R$ 50,69. A queda de PETR4 costuma ter um efeito cascata em diversos fundos de investimento e ETFs. O volume bilionário negociado indica que houve uma forte rotação de portfólio e saída de capital estrangeiro ou institucional durante a sessão. O fechamento em R$ 46,22 coloca o papel em uma zona de teste de suportes importantes para as próximas sessões, sendo um ponto crucial de observação para analistas técnicos.

A Petrobras é líder no setor petrolífero brasileiro, com foco em exploração e produção no pré-sal. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação de seu Plano Estratégico para os próximos cinco anos, que busca equilibrar o pagamento de dividendos com o aumento da capacidade de refino e investimentos em fontes de energia renovável.

5º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,39 ↓ 4,71%

Descrição: A São Martinho S.A. viu suas ações (SMTO3) caírem 4,71% no último pregão, terminando o dia com o preço unitário de R$ 16,39. A variação negativa foi de R$ 0,81 em relação ao fechamento prévio de R$ 17,20. Durante as negociações, o papel atingiu o valor mínimo de R$ 16,27 e a máxima de R$ 17,30. O volume de negociação foi de 6.268.600 ações, totalizando um valor financeiro de R$ 102.742.354,00. No acumulado de 52 semanas, o papel apresenta uma oscilação entre R$ 12,91 e R$ 21,70, situando-se atualmente em um patamar intermediário. O setor sucroenergético, no qual a empresa atua, é sensível às variações de preços de commodities como açúcar e etanol, além de questões climáticas. A queda observada reflete um momento de pressão sobre o ativo, que movimentou um volume financeiro considerável para os padrões da empresa. O fechamento próximo da mínima diária indica que a pressão vendedora foi persistente até o final da sessão, sugerindo cautela para os investidores no curto prazo, especialmente se houver quebra de suportes técnicos próximos aos 16 reais.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com grande eficiência na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir do bagaço da cana. Recentemente, a empresa reportou dados sobre a produtividade da safra atual e anunciou investimentos em sua nova planta de etanol de milho, visando diversificar suas fontes de receita e reduzir a sazonalidade.

6º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,02 ↓ 4,12%

Descrição: Ocupando o sexto lugar no ranking, a PetroRecôncavo (RECV3) encerrou a sessão cotada a R$ 13,02, registrando uma desvalorização de 4,12%. Essa queda equivale a uma redução de R$ 0,56 sobre o valor de R$ 13,58 registrado anteriormente. O ativo operou em uma faixa entre R$ 12,76 e R$ 13,50 ao longo do dia. Foram negociadas 4.295.800 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 55.931.316,00. Ao analisar o horizonte de um ano, o preço atual de R$ 13,02 está relativamente próximo da mínima de 52 semanas (R$ 9,43) e distante da máxima de R$ 14,64. Como uma operadora independente de petróleo e gás, a PetroRecôncavo é impactada por custos operacionais e pela produtividade de seus campos terrestres. O volume financeiro movimentado mostra um interesse moderado, mas a variação percentual negativa demonstra que o ativo não conseguiu escapar do sentimento pessimista que atingiu o setor de energia e óleo no dia. O fechamento acima da mínima de R$ 12,76 sugere que houve alguma entrada de compradores no final da tarde, mas insuficiente para reverter a tendência de baixa.

A PetroRecôncavo é uma empresa brasileira especializada na revitalização e operação de campos maduros em bacias terrestres (onshore). Uma das notícias mais recentes sobre a companhia refere-se à assinatura de novos contratos de venda de gás natural e a atualização de suas reservas certificadas, o que é visto pelo mercado como um passo importante para a sustentabilidade de sua produção a longo prazo.

7º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 61,66 ↓ 4,03%

Descrição: A PRIO S.A. (PRIO3) apresentou uma desvalorização de 4,03%, com suas ações fechando o dia a R$ 61,66. A queda nominal foi de R$ 2,59 em relação ao preço anterior de R$ 64,25. O ativo demonstrou uma volatilidade relevante, com a mínima do dia fixada em R$ 58,92 e a máxima retornando ao patamar de R$ 61,66, justamente o valor de fechamento. O volume de ações negociadas foi elevado, atingindo 25.055.200 unidades, o que movimentou um expressivo volume financeiro de R$ 1.544.903.632,00. No período de 52 semanas, o papel transitou entre a mínima de R$ 32,90 e a máxima de R$ 72,98. A PRIO3 é conhecida por ser um ativo de alta liquidez e muito procurado por investidores institucionais. O fato de ter fechado na máxima do dia, apesar da queda de 4,03% em relação ao dia anterior, é um sinal técnico interessante, indicando que o papel iniciou o dia muito mal (abrindo ou caindo até os R$ 58,92) mas encontrou uma forte demanda compradora que recuperou parte das perdas durante o pregão. Ainda assim, a variação negativa reflete o cenário adverso para o setor petrolífero na data.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de produção de petróleo e gás do Brasil, focada na gestão de reservatórios e no desenvolvimento de campos maduros. Recentemente, a empresa anunciou recordes de produção diária em seus principais campos, como Frade e Albacora Leste, e continua sendo monitorada de perto por potenciais aquisições de novos ativos.

8º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 63,49 ↓ 3,16%

Descrição: As ações ordinárias da Eletrobras, listadas sob o código AXIA3, registraram um recuo de 3,16% no pregão. O fechamento ocorreu a R$ 63,49, uma queda de R$ 2,07 comparado aos R$ 65,56 anteriores. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 62,90 e a máxima de R$ 67,84. O volume de ações negociadas foi de 16.939.000, gerando um montante financeiro de R$ 1.075.457.110,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, observa-se que o valor de R$ 67,84 atingido no dia representa a máxima do ano, o que indica que, apesar da queda diária, o papel vem operando em patamares historicamente altos para o período recente. A mínima anual foi de R$ 27,75. O volume financeiro superior a um bilhão de reais reforça a relevância da empresa no setor elétrico. A variação negativa de 3,16% pode ser interpretada como uma realização de lucros, visto que o papel atingiu sua máxima de 52 semanas na mesma sessão. Investidores de longo prazo monitoram a eficiência operacional da companhia pós-privatização.

A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, atuando em geração, transmissão e comercialização. Após sua privatização, a companhia tem focado na venda de ativos não estratégicos e na redução de despesas operacionais. Uma notícia recente importante é o acordo firmado com o governo federal no âmbito do STF para encerrar disputas sobre o poder de voto da União na empresa.

9º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 69,97 ↓ 2,63%

Descrição: As ações preferenciais classe B da Eletrobras (AXIA6) apresentaram uma queda de 2,63%, encerrando a R$ 69,97. A desvalorização nominal foi de R$ 1,89 em relação ao fechamento anterior de R$ 71,86. O comportamento do papel no dia mostrou uma mínima de R$ 69,02 e uma máxima de R$ 74,52. O volume de negociação foi de 3.640.200 ações, totalizando R$ 254.704.794,00 em volume financeiro. Assim como a AXIA3, a AXIA6 também atingiu sua máxima de 52 semanas durante a sessão (R$ 74,52), contrastando fortemente com a mínima anual de R$ 29,96. A variação negativa de fechamento sugere uma correção técnica após o papel testar níveis recordes de preço no ano. A liquidez das preferenciais é menor que a das ordinárias, mas ainda assim robusta o suficiente para atrair grandes fundos. O movimento de queda de 2,63% é menos acentuado que o das ações ordinárias da mesma empresa, o que pode indicar uma preferência momentânea dos investidores pela classe de ações que oferece prioridade no recebimento de dividendos em um cenário de volatilidade.

A Eletrobras possui um vasto portfólio de usinas hidrelétricas e linhas de transmissão fundamentais para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Notícias recentes destacam o plano de investimentos da companhia em modernização de ativos e a busca por novos projetos em energia eólica e solar, consolidando sua posição na matriz energética limpa.

10º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 16,65 ↓ 2,57%

Descrição: Fechando a lista das 10 ações analisadas, a Fleury S.A. (FLRY3) registrou uma queda de 2,57%, com o papel cotado a R$ 16,65 no encerramento do mercado. A variação nominal negativa foi de R$ 0,44 sobre o preço anterior de R$ 17,09. A oscilação diária manteve-se entre a mínima de R$ 16,43 e a máxima de R$ 17,13. O volume de ações negociadas foi de 4.638.300, resultando em um montante financeiro de R$ 77.227.695,00. No histórico de 52 semanas, a Fleury apresenta uma mínima de R$ 11,22 e uma máxima de R$ 18,10, mostrando que o papel está operando mais próximo do topo do que do fundo de sua variação anual. O setor de saúde e diagnósticos costuma apresentar um comportamento defensivo, mas a desvalorização de 2,57% indica que fatores específicos ou o ambiente macroeconômico pesaram sobre o ativo. O volume financeiro movimentado é consistente com a média da empresa, demonstrando que não houve uma debandada atípica, mas sim um ajuste de preços. O fechamento em R$ 16,65 mantém o papel dentro de um canal de consolidação observado nas últimas semanas.

O Grupo Fleury é uma das maiores e mais respeitadas empresas de medicina diagnóstica do Brasil. Recentemente, a companhia concluiu a integração com o Grupo Pardini, uma das maiores fusões do setor de saúde nos últimos anos, e notícias atuais focam nos ganhos de sinergia e na expansão de sua plataforma de serviços digitais e atendimento hospitalar.

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