Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 USIM5 R$ 8.23 4.18%
2 HAPV3 R$ 11.38 3.93%
3 PETR3 R$ 45.81 2.62%
4 PETR4 R$ 40.90 2.53%
5 PRIO3 R$ 57.85 1.87%
6 VBBR3 R$ 34.92 1.60%
7 BRKM5 R$ 6.19 1.48%
8 KLBN11 R$ 17.58 1.27%
9 FLRY3 R$ 16.59 1.04%
10 AXIA3 R$ 50.20 0.95%

1º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 8,23 ↑4,18%

Descrição: O ativo USIM5 liderou as movimentações do dia registrando uma expressiva valorização de 4,18%, o que representa uma variação nominal positiva de R$ 0,33 em relação ao fechamento anterior, que havia sido precificado em R$ 7,90. Durante o pregão, o papel demonstrou solidez ao atingir a máxima de R$ 8,27, distanciando-se consideravelmente da mínima registrada no mesmo dia, estabelecida em R$ 7,73. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 9.879.900 papéis, resultando em um expressivo volume financeiro total de R$ 81.311.577,00 movimentados no mercado secundário. Ao analisarmos o comportamento do ativo em uma perspectiva de médio prazo, observa-se que o preço atual de R$ 8,23 encontra-se em uma faixa intermediária quando comparado aos extremos dos últimos doze meses. Neste intervalo de 52 semanas, a mínima histórica registrada foi de R$ 3,90, enquanto o teto de valorização máxima alcançou o patamar de R$ 12,18, evidenciando o potencial de volatilidade e recuperação da empresa ao longo do ano.

A Usiminas é uma das maiores empresas siderúrgicas do Brasil, atuando fortemente na produção e comercialização de aços planos laminados, com forte presença nos setores automotivo, de bens de capital e da construção civil. No cenário corporativo recente, o mercado acompanha de perto os impactos das medidas de defesa comercial contra a importação de aço chinês e os investimentos de modernização em seus altos-fornos, fatores que têm influenciado diretamente a percepção de valor e as projeções dos analistas para os próximos trimestres.

2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 11,38 ↑3,93%

Descrição: O ativo HAPV3 apresentou um desempenho de forte valorização no pregão, consolidando uma alta de 3,93%. Essa movimentação percentual equivale a um incremento de R$ 0,43 por ação quando comparado ao fechamento anterior, estabelecido em R$ 10,95. A dinâmica de preços ao longo do dia mostrou uma oscilação consistente, com a cotação mínima batendo R$ 10,89 e a máxima atingindo o pico de R$ 11,47. O interesse do mercado investidor resultou na troca de titularidade de 5.432.600 ações, gerando um volume financeiro total de R$ 61.822.988,00 liquidados. Sob a ótica do desempenho anualizado de 52 semanas, o papel demonstra estar em um processo de recuperação macroeconômica importante. A mínima registrada neste período mais amplo foi de R$ 7,00, demonstrando um sólido suporte de preço, enquanto a máxima histórica das últimas 52 semanas se posicionou no patamar de R$ 42,66, sinalizando que, apesar da recente recuperação diária, o papel ainda opera distante de seus picos históricos recentes.

A Hapvida NotreDame Intermédica é a maior operadora de planos de saúde do Brasil, operando com um modelo verticalizado que integra hospitais, clínicas e laboratórios próprios, focado na eficiência de custos. Recentemente, a companhia tem concentrado seus esforços na captura de sinergias operacionais decorrentes de suas fusões e na readequação de preços de suas carteiras corporativas para recompor margens de lucro, um movimento que tem sido monitorado de perto por investidores institucionais.

3º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 45,81 ↑2,62%

Descrição: As ações ordinárias da estatal, sob o código PETR3, fecharam o pregão cotadas a R$ 45,81, representando uma sólida alta de 2,62%. Em termos monetários, a variação absoluta positiva foi de R$ 1,17 por papel em relação ao preço de fechamento anterior, que estava fixado em R$ 44,64. O ativo exibiu uma amplitude de negociação controlada ao longo do dia, registrando a mínima de R$ 45,03 e alcançando a máxima de R$ 45,98. O pregão foi caracterizado por uma liquidez extremamente robusta, com um volume de 11.066.600 ações negociadas, o que impulsionou o volume financeiro total para expressivos R$ 506.960.946,00. Avaliando o histórico das últimas 52 semanas, o preço atual consolida-se em patamares elevados, muito acima da mínima anual que foi de R$ 29,27, e aproximando-se gradativamente do teto máximo registrado no período, estipulado em R$ 54,64, refletindo o forte fluxo de capital direcionado às empresas do setor de commodities energéticas.

A Petrobras é uma empresa de capital aberto cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, atuando de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural, com destaque global na extração em águas ultraprofundas (Pré-sal). Nos noticiários econômicos de destaque, as discussões recentes em torno do ativo giram em torno da manutenção de sua política de distribuição de dividendos e dos planos de investimentos plurianuais em transição energética e refino.

4º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 40,90 ↑2,53%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras, negociadas sob o ticker PETR4, acompanharam o otimismo do setor petrolífero e registraram uma valorização de 2,53%. Esta variação positiva representou um acréscimo nominal de R$ 1,01 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 39,89. O comportamento intradia das cotações oscilou entre a mínima de R$ 40,41 e a máxima de R$ 41,11. O ativo PETR4 consagrou-se como o de maior liquidez e giro financeiro de toda a listagem analisada, registrando um expressivo volume de 32.095.300 ações transacionadas e movimentando um montante financeiro monumental de R$ 1.312.697.770,00. Na análise técnica de 52 semanas, o papel exibe uma trajetória consistente de valorização de longo prazo; a cotação mínima do período foi de R$ 27,36, enquanto a máxima anual atingiu R$ 49,18, demonstrando que o preço atual sustenta uma sólida tendência de alta estrutural no mercado financeiro.

Sendo a classe de ações preferenciais da Petrobras, os papéis PETR4 possuem prioridade no recebimento de proventos e são tradicionalmente os mais buscados por investidores estrangeiros devido à alta liquidez. As últimas informações de mercado ligadas à companhia destacam o acompanhamento da volatilidade dos preços do barril de petróleo do tipo Brent no cenário internacional e as deliberações do conselho de administração sobre os repasses de preços dos combustíveis refinados às distribuidoras nacionais.

5º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 57,85 ↑1,87%

Descrição: O ativo PRIO3 registrou uma performance positiva no pregão avaliado, anotando uma valorização de 1,87%. Em termos financeiros práticos, o ganho nominal por ação foi de R$ 1,06, elevando o valor de mercado do papel para R$ 57,85, comparado ao patamar de fechamento anterior de R$ 56,79. Durante as negociações diárias, a cotação mínima registrada encontrou suporte em R$ 57,07, enquanto a máxima do dia tocou o limite de R$ 58,00. O volume operacional contou com a troca de mãos de 5.305.500 ações, consolidando um volume financeiro negociado de expressivos R$ 306.923.175,00. Olhando para a janela temporal das últimas 52 semanas, a petroleira independente exibe resiliência e ampla margem de negociação: a mínima registrada foi de R$ 34,18, o que sinaliza uma forte valorização acumulada, ao passo que a máxima do período alcançou R$ 72,98, evidenciando que o papel opera com espaço para buscar antigas resistências técnicas.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior companhia independente de produção de petróleo e gás natural do Brasil, focada na gestão eficiente de reservatórios e na revitalização de campos maduros de exploração, principalmente na Bacia de Campos. Na esfera de notícias de mercado, a empresa atrai a atenção de analistas devido ao andamento das operações de perfuração no Campo de Frade e no Campo de Wahoo, além de sua agressiva estratégia de fusões e aquisições que visa ampliar continuamente seu portfólio de produção.

6º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 34,92 ↑1,60%

Descrição: Os papéis da Vibra Energia, negociados sob o código VBBR3, fecharam o dia em alta de 1,60%, o que significou um incremento de R$ 0,55 por ação perante o encerramento do dia anterior, que fora computado em R$ 34,37. Ao longo da sessão de negócios, as cotações registraram a mínima de R$ 34,08 e alcançaram a máxima diária de R$ 35,08. A liquidez do ativo mostrou-se vigorosa, registrando 12.390.000 ações negociadas e acumulando um volume financeiro total de R$ 432.658.800,00. Um fato de extrema relevância técnica surge quando confrontamos esses dados com a série histórica de 52 semanas: a máxima atingida no dia (R$ 35,08) coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o ativo rompeu ou testou sua maior resistência de preço anual. Por outro lado, a mínima registrada no mesmo período de um ano foi de R$ 17,51, o que evidencia uma expressiva valorização de longo prazo para os acionistas.

A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil, detentora da licença de uso da marca Petrobras em sua rede de postos de serviços e com forte atuação no mercado B2B de aviação e grandes indústrias. No noticiário setorial recente, a empresa destaca-se pela expansão de sua joint venture na comercialização de energia elétrica e pelas estratégias de otimização logística para defender suas margens de comercialização em um mercado altamente competitivo.

7º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 6,19 ↑1,48%

Descrição: O ativo BRKM5 encerrou o pregão em terreno positivo, acumulando um ganho de 1,48% no dia. Essa variação percentual gerou um acréscimo nominal de R$ 0,09 no preço da ação, elevando a cotação para R$ 6,19, após ter fechado a sessão anterior cotado a R$ 6,10. Durante a movimentação das negociações, o preço oscilou entre a mínima de R$ 5,98 e a máxima de R$ 6,35. Foram transacionadas 5.408.300 ações da petroquímica, movimentando um volume financeiro de R$ 33.477.377,00 no mercado de capitais. Analisando o histórico das últimas 52 semanas, constata-se que o papel opera muito próximo das suas mínimas históricas recentes. A mínima do ano foi fixada em R$ 5,83, patamar perigosamente próximo do valor de fechamento atual, enquanto a máxima das últimas 52 semanas atingiu R$ 13,78, explicitando o forte ajuste negativo que o ativo sofreu no acumulado anual e o desafio de recuperação de suas margens.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, operando complexos petroquímicos no Brasil, Estados Unidos, México e Alemanha. No fluxo de notícias corporativas, a companhia permanece sob os holofotes do mercado devido às negociações envolvendo a alteração de seu bloco de controle acionário e aos desdobramentos de provisionamentos financeiros relativos ao caso geológico de Alagoas.

8º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 17,58 ↑1,27%

Descrição: As units da Klabin, sob o código KLBN11, alcançaram uma valorização de 1,27% ao término das negociações do dia. O movimento de alta adicionou R$ 0,22 ao valor de fechamento da ação em comparação ao encerramento prévio, que registrava R$ 17,36. O monitoramento das variações de preço ao longo da jornada apontou que a cotação mínima fixou-se em R$ 17,34, enquanto a máxima tocou o valor de R$ 17,64. A movimentação acionária computou 3.993.500 papéis negociados, gerando um resultado financeiro total de R$ 70.205.730,00 aplicados no ativo. Sob a análise do espectro anual de 52 semanas, o papel demonstra um comportamento de volatilidade controlada e estabilidade defensiva: a cotação mínima do intervalo anual foi de R$ 16,03, enquanto a máxima registrou R$ 21,25, posicionando o preço atual de R$ 17,58 em uma região neutra e consolidada de suporte técnico.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, além de ser a única produtora do país a fornecer simultaneamente celulose de fibra curta, fibra longa e fluff. Entre as notícias corporativas recentes mais acompanhadas, destaca-se o andamento do projeto Puma II e o impacto do preço internacional da celulose (com destaque para o mercado chinês) nos resultados financeiros consolidados da companhia.

9º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 16,59 ↑1,04%

Descrição: O ativo FLRY3 registrou uma variação diária positiva de 1,04%, terminando o dia precificado em R$ 16,59 por ação. Este fechamento demonstra uma evolução nominal de R$ 0,17 frente aos R$ 16,42 registrados no encerramento anterior. No decorrer do pregão, a oscilação de preços manteve-se estável, com a cotação mínima encontrando piso em R$ 16,34 e a máxima atingindo R$ 16,82. O volume de negociação foi o menor entre os dez ativos listados neste relatório, somando 2.380.100 ações movimentadas, o que se traduziu em um volume financeiro total de R$ 39.485.859,00 transacionados. Na avaliação macro de 52 semanas, o preço atual reflete uma sólida recuperação em relação à mínima anual de R$ 11,74, embora ainda registre um desconto técnico em relação à máxima do período de 12 meses, que se estabeleceu em R$ 18,10.

O Grupo Fleury é uma das mais respeitadas empresas de medicina diagnóstica do Brasil, prestando serviços de exames laboratoriais e de imagem por meio de marcas premium e integradas. A companhia tem focado sua agenda recente na consolidação da histórica fusão com o Grupo Pardini, capturando sinergias geográficas e operacionais, e expandindo sua atuação em novos elos da cadeia de saúde, como infusões de medicamentos e clínicas especializadas.

10º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 50,20 ↑0,95%

Descrição: O ativo cotado sob o código AXIA3 encerrou a listagem das dez maiores movimentações com uma variação positiva de 0,95%. Esse incremento percentual representou um avanço nominal de R$ 0,47 sobre o fechamento anterior, que havia se consolidado em R$ 49,73. O comportamento do mercado intradia revelou que as ações alcançaram uma cotação mínima de R$ 49,50 e estabeleceram uma máxima diária de R$ 50,48. A atividade de negociação registrou um expressivo volume de 12.420.000 ações trocando de mãos, o que gerou uma forte liquidez financeira com um total de R$ 623.514.120,00 movimentados. Quando expandimos o horizonte temporal para avaliar o comportamento do ativo nas últimas 52 semanas, nota-se que a ação opera em patamares saudáveis de valorização; a cotação mínima anual foi de R$ 27,75, enquanto a máxima histórica do período atingiu R$ 67,84, atestando uma sólida valorização acumulada ao longo dos meses.

A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina, tendo passado recentemente por um processo de desestatização que transformou seu modelo corporativo. As principais notícias e debates de mercado que envolvem a companhia estão diretamente relacionados às discussões jurídicas com o Governo Federal sobre o poder de voto na empresa e o andamento de seus planos de desinvestimento em ativos não estratégicos e redução de custos operacionais.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CVCB3 R$ 1.22 -9.63%
2 VIVA3 R$ 22.44 -3.90%
3 MRVE3 R$ 4.68 -3.31%
4 YDUQ3 R$ 8.61 -2.60%
5 TOTS3 R$ 29.19 -2.37%
6 MULT3 R$ 28.53 -2.36%
7 CMIN3 R$ 5.33 -2.20%
8 COGN3 R$ 2.23 -2.19%
9 IGTI11 R$ 25.22 -1.98%
10 BEEF3 R$ 3.60 -1.91%

1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,22 ↓9,63%

Descrição: Ao analisarmos o desempenho da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. neste pregão, observamos um movimento fortemente baixista que a coloca na liderança isolada deste ranking de retrações. O ativo encontra-se precificado no patamar de R$ 1,22, o que representa uma queda percentual aguda de 9,63% em comparação direta com o fechamento da sessão anterior, que havia se estabelecido em R$ 1,35. Do ponto de vista absoluto, essa desvalorização traduz-se em uma perda de R$ 0,13 no preço de cada ação. A análise da volatilidade intradiária demonstra que a pressão vendedora foi constante e implacável: a cotação máxima alcançada durante o dia não passou de R$ 1,36, enquanto a mínima do dia cravou exatamente os mesmos R$ 1,22 do fechamento, indicando que o papel encerrou os negócios em seu ponto mais fraco. A liquidez do ativo manteve-se elevadíssima, com o expressivo volume de 22.949.600 ações trocando de mãos, o que gerou um montante financeiro movimentado na ordem de R$ 27.998.512,00. É imprescindível notar que, no horizonte das últimas 52 semanas, a ação agora flerta perigosamente com seu fundo histórico recente de R$ 1,20, evidenciando uma maciça destruição de valor quando contrastada com a sua máxima anual de R$ 2,79.

A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. atua como a maior e mais tradicional empresa do setor de turismo no varejo brasileiro, focada na comercialização de pacotes turísticos, passagens e hospedagens. Em relação ao noticiário corporativo, as últimas atualizações que norteiam as expectativas dos investidores giram em torno dos persistentes esforços da companhia para concluir processos de renegociação de suas debêntures e equacionar seu alto endividamento estrutural, fator que justifica a atual precificação estressada do ativo na bolsa.

2º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 22,44 ↓3,90%

Descrição: Observando o comportamento de mercado da Vivara Participações S.A. nesta sessão, constatamos um movimento corretivo de relevância que posiciona a companhia em destaque negativo. As ações encerraram as negociações precificadas em R$ 22,44, refletindo uma contração percentual de 3,90% frente ao valor de fechamento registrado na véspera, que fora de R$ 23,35. Em termos nominais, essa variação negativa culminou em uma devolução de R$ 0,91 ao mercado por papel. Durante o transcorrer do horário de negociação, a dinâmica de preços demonstrou um fôlego contido, oscilando entre uma cotação máxima de R$ 23,42 e uma mínima intradiária de R$ 22,39, revelando que a ação fechou muito próxima ao piso do dia. O engajamento por parte do mercado foi substancial, com o volume quantitativo alcançando 3.298.800 ações negociadas. Este fluxo operacional gerou um giro financeiro robusto de exatos R$ 74.025.072,00, denotando a alta liquidez característica da empresa. Avaliando a janela ampliada das últimas 52 semanas, verificamos que o suporte mais forte de longo prazo repousa na marca de R$ 20,04, enquanto a máxima desse período atingiu expressivos R$ 35,89, o que atesta que o ativo, no momento, transita na metade inferior de sua banda histórica de preços.

A Vivara Participações S.A. é a mais influente e capilarizada rede de joalherias do mercado nacional, operando através do desenvolvimento, produção e comercialização de itens de luxo e acessórios, com amplo domínio do seu nicho. O noticiário mais recente envolvendo a companhia foca na reestruturação e nas trocas ocorridas nos assentos de sua diretoria executiva e presidência, além do contínuo ritmo de aberturas de lojas físicas focadas na submarca Life, estratégias que buscam equilibrar a expansão acelerada com a manutenção da rentabilidade frente a um cenário macroeconômico adverso.

3º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 4,68 ↓3,31%

Descrição: O monitoramento técnico da MRV Engenharia e Participações S.A. revela uma sessão marcada por aversão ao risco no papel, evidenciada pelo seu fechamento no patamar de R$ 4,68. Esse valor reflete uma desvalorização de 3,31% se posicionado contra a linha de base do pregão antecedente, que se encontrava em R$ 4,84. Na métrica absoluta, os investidores observaram uma retração de R$ 0,16 na cotação. O mapa de calor intradiário ilustra que a máxima alcançada na sessão foi tímida, tocando R$ 4,90 antes de ceder ao ímpeto vendedor, que empurrou a cotação até a mínima do dia em R$ 4,67, configurando um fechamento praticamente na base diária. Do ponto de vista de fluxo de capital, os investidores negociaram um montante expressivo de 11.064.300 papéis. Esta massiva troca de titularidade gerou um montante financeiro total equivalente a R$ 51.780.924,00, sublinhando forte atenção institucional voltada ao ativo de construção civil. Ao distanciarmos a visão para a escala das últimas 52 semanas, identificamos um panorama desafiador: a cotação atual está perigosamente colada à mínima anual de R$ 4,63, contrastando dramaticamente com a máxima de longo prazo de R$ 10,53 e sinalizando um período de intenso desconto nos múltiplos da empresa.

A MRV Engenharia e Participações S.A. consolida-se como a maior construtora e incorporadora do Brasil focada em habitação de baixa renda, com profunda aderência aos programas governamentais de financiamento habitacional. As últimas notícias de relevância acerca da empresa abordam as pressões marginais decorrentes da queima de caixa em suas operações nos Estados Unidos (através da subsidiária Resia), bem como as estratégias operacionais no Brasil para repassar os custos da inflação da construção civil para os lançamentos vinculados ao programa Minha Casa, Minha Vida.

4º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,61 ↓2,60%

Descrição: O comportamento da YDUQS Participações S.A. no escopo deste levantamento financeiro indica uma contínua correção de seus múltiplos operacionais. O papel encerrou as transações cotado a R$ 8,61, assinalando uma contração de 2,60% diante do seu fechamento anterior, estabelecido até então em R$ 8,84. Essa variação percentual corresponde, na prática monetária, a uma desvalorização exata de R$ 0,23. Avaliando as extremidades negociadas neste dia específico, a ação encontrou teto em R$ 8,87 e recuou até a base de R$ 8,53, demonstrando que não houve força compradora suficiente para buscar uma reversão de tendência. A liquidez do pregão para o papel registrou um total de 2.745.100 ações movimentadas, o que proporcionou um giro de capital da ordem de R$ 23.635.311,00, número que demonstra um giro razoável em face de seu valor de mercado. Colocando esses números na perspectiva do ano fiscal (52 semanas), a mínima histórica repousa em R$ 7,85 e a máxima em R$ 15,29. Observa-se que a cotação vigente caminha em proximidade ao suporte inferior, refletindo uma visão setorial ainda bastante contida por parte do mercado financeiro em relação ao crescimento a curto prazo.

A YDUQS Participações S.A. é um dos gigantes do setor de ensino superior privado no Brasil, operando instituições icônicas como a Universidade Estácio de Sá, além de polos de ensino à distância e operações focadas em cursos premium de Medicina (Ibmec e outros). Recentemente, o fluxo de notícias para a empresa tem sido fortemente atrelado às discussões e regulamentações do Ministério da Educação (MEC) referentes à suspensão e novas regras de autorização para cursos de graduação em formato EAD e novas vagas de medicina, fatores que afetam diretamente o planejamento estratégico do grupo educacional.

5º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 29,19 ↓2,37%

Descrição: Ao escrutinarmos as métricas da TOTVS S.A., nos deparamos com uma sessão de ajuste nos papéis desta líder em tecnologia. O valor das ações fixou-se em R$ 29,19 ao soar do gongo, o que traduz uma retração de 2,37% em contraponto à referência anterior de mercado, que apontava para R$ 29,90. Em moeda corrente, essa movimentação descendente arrancou R$ 0,71 do preço nominal do ativo. O pregão demonstrou uma dinâmica relativamente restrita em sua faixa de variação diária, com touros e ursos debatendo-se entre a marca mínima de R$ 29,13 e o pico diário que não ultrapassou R$ 29,75. O atrativo por excelência do papel continua sendo a sua formidável capacidade de atração de capital institucional: o giro do dia computou a negociação de 2.810.500 ações. Quando traduzido para montante financeiro, este volume equivale a impressionantes R$ 82.038.495,00, o maior volume financeiro desta lista, garantindo fluidez ímpar nas transações. A fotografia estendida por 52 semanas nos recorda que o papel possui sua base em R$ 26,80 e seu topo majestoso em R$ 47,68. Apesar da queda recente, o papel ainda resguarda alguma distância do seu fundo absoluto anual.

A TOTVS S.A. é a gigante indiscutível da tecnologia brasileira, liderando o mercado de sistemas de gestão empresarial (ERP), com atuação ampla também nos ramos de Business Performance e Techfin. O radar de notícias sobre a TOTVS permanece focado na sua agressiva estratégia de alocação de capital e aquisições corporativas estratégicas (M&A) para consolidação de mercado, bem como a resiliência atípica de suas receitas recorrentes, que continuam sendo um ponto de atenção positivo dos investidores mesmo em tempos de queda sistêmica na bolsa de valores.

6º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 28,53 ↓2,36%

Descrição: Examinando a performance da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. nesta sessão, notamos uma sintonia com o cenário adverso geral, finalizando suas transações na cotação de R$ 28,53. Este nível de preço configura um recuo percentual de 2,36% quando posto lado a lado com o pregão de ontem, que havia cravado exatos R$ 29,22 no encerramento. O delta financeiro negativo dessa operação diária foi, portanto, de R$ 0,69 por ação. O estudo das flutuações intradiárias mostra um dado técnico peculiar: o ativo fechou rigorosamente na mínima do dia, estipulada em R$ 28,53, após ter falhado em sustentar o teste na máxima diária que foi idêntica ao fechamento anterior, de R$ 29,22. Tratando-se da liquidez intrínseca, observou-se a emissão de ordens que somaram 2.233.800 papéis negociados. Todo esse trâmite propiciou um volume financeiro gerado substancial de R$ 63.730.314,00. Avaliando o comportamento estatístico de médio a longo prazo das últimas 52 semanas, identificamos a zona de suporte máxima em R$ 23,78 e o ponto de resistência superior na linha de R$ 35,28. A ação encontra-se flutuando no terço inferior da janela de um ano.

A Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. detém e administra um dos portfólios de shopping centers mais prestigiados e rentáveis do país, focado predominantemente no consumidor de alta renda, com ativos emblemáticos como o MorumbiShopping. O foco do mercado e do noticiário em relação à corporação tem se voltado para a continuidade de seus robustos programas de recompra de ações, além da excepcional performance e resiliência de vendas (SSS – Same Store Sales) de seus lojistas, comprovando a solidez de ativos premium perante as intempéries econômicas locais.

7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,33 ↓2,20%

Descrição: A leitura dos dados pertinentes à CSN Mineração S.A. aponta para uma dinâmica desfavorável no dia de hoje, impactando a precificação da commodity no portfólio dos investidores. A cotação estabeleceu-se no valor de R$ 5,33 no fechamento, materializando uma perda percentual moderada, porém importante, de 2,20% frente à régua referencial do pregão passado, que foi de R$ 5,45. Essa diferença culminou na depreciação estrita de R$ 0,12 por papel ofertado. Durante a jornada de negociação, o gráfico de candlestick demonstrou uma oscilação contida, registrando um fundo no preço de R$ 5,26 e uma tentativa frustrada de recuperação ao atingir o teto diário de R$ 5,47. A dimensão dos negócios foi impulsionada por um volume expressivo em quantidade, totalizando 7.671.900 ações circuladas na bolsa. Este número encorpa um montante financeiro movimentado na casa dos R$ 40.891.227,00, validando o constante interesse de fundos e de operadores pessoa física. Ao retrocedermos nossa lente analítica para abranger 52 semanas, nota-se o limite inferior do ativo defendido nos R$ 4,08 e a fronteira superior traçada em R$ 6,37. A posição atual mantém o papel confortavelmente distante de suas mínimas anuais, indicando certa estabilidade lateral no longo prazo.

A CSN Mineração S.A. é a vertente especializada do grupo Companhia Siderúrgica Nacional focada estritamente na extração, beneficiamento e comercialização de minério de ferro de altíssima qualidade, com grandes operações concentradas no estado de Minas Gerais. O fluxo noticioso atrelado à mineradora encontra-se invariavelmente associado às oscilações macroeconômicas do preço do minério de ferro no porto chinês de Qingdao e aos dados sobre os estímulos e a demanda no setor imobiliário da China, fatores que ancoram diretamente o plano de crescimento e as distribuições de proventos da empresa.

8º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,23 ↓2,19%

Descrição: Procedendo com o escrutínio tático sobre a Cogna Educação S.A., verificamos mais uma rodada de compressão na precificação do ativo. O balanço final da bolsa marcou a ação aos R$ 2,23, o que ratifica uma variação de -2,19% comparado ao momento em que as portas se fecharam ontem, cujo registro atestava R$ 2,28. Devido ao baixo valor de face inerente (ação classificada tecnicamente quase como penny stock), essa variação implicou em um recuo de exatos R$ 0,05 na moeda nacional. O leilão ao longo do dia navegou num mar estreito: a cotação máxima emparelhou com o fechamento anterior (R$ 2,28), e a mínima afundou um pouco mais até os R$ 2,22, o que denota falta de catalisadores positivos diários. Em volume, ela é uma das estrelas operacionais do pregão, contabilizando nada menos do que 20.064.500 ações negociadas. A contrapartida em moeda desse alto volume transacional originou uma liquidez de R$ 44.743.835,00. Analisando o espectro temporal mais vasto das 52 semanas pretéritas, constata-se a região abissal na cifra de R$ 2,14 e a montanha referencial erguida aos R$ 4,73. Estamos, sem dúvida, lidando com uma precificação nas mínimas históricas anuais.

A Cogna Educação S.A. ostenta o título de uma das maiores companhias educacionais do mundo, cobrindo absolutamente todas as frentes de aprendizado no Brasil, desde o ensino básico (K-12, com a marca Vasta) até a graduação, pós-graduação e soluções integradas B2B em educação. O noticiário corporativo predominante destaca, além do seu eterno desafio na gestão da sua robusta alavancagem financeira, o direcionamento de esforços para monetização digital e restruturação das verticais de ensino básico, no intuito de compensar a estagnação relativa nas captações do ensino superior tradicional em campus.

9º – JEREISSATI PARTICIPACOES UNT (IGTI11) | R$ 25,22 ↓1,98%

Descrição: A avaliação analítica da Jereissati Participações UNT (operada sob o código que engloba a rede Iguatemi, IGTI11) expõe uma resistência considerável, apesar da queda no ambiente consolidado desta tabela. O ativo cessou as negociações sendo cotado a R$ 25,22, marcando um decréscimo comedido de 1,98% frente ao referencial estatístico do fechamento prévio, alocado em R$ 25,73. Desdobrando este percentual em valores absolutos, nota-se uma correção financeira equivalente a R$ 0,51 por unidade de negociação. A amplitude das variações dentro do mesmo dia atesta que as forças vendedoras predominaram sistematicamente até o encerramento, visto que a cotação repousou rigorosamente em sua mínima intradiária de R$ 25,22, longe do topo momentâneo traçado em R$ 25,71. A participação do mercado em termos de trocas físicas perfez o total de 1.113.800 unidades liquidadas. Essa movimentação orquestrou uma dinâmica financeira consolidada no valor de R$ 28.090.036,00. Sob a ótica ampla de um ciclo anual compreendido em 52 semanas, identificamos a base de suporte fundamental estabelecida em R$ 20,10 e o limite superior histórico de R$ 30,43. A ação, portanto, sustenta-se confortavelmente numa zona intermediária de negociação anualizada.

A corporação representada no ticker IGTI11 (Iguatemi S.A. / Jereissati) caracteriza-se por deter um dos portfólios mais sofisticados de shopping centers e outlets do Brasil, administrando imóveis extremamente elitizados que concentram a oferta das maiores grifes de luxo internacionais. O recente fluxo de informações veiculadas no mercado atesta os contínuos resultados positivos em aumento de fluxo de visitantes e faturamento, demonstrando que o segmento focado no público de alta renda se mostra consideravelmente imune e blindado contra as incertezas inflacionárias locais e restrições de crédito.

10º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,60 ↓1,91%

Descrição: Encerrando nosso pente-fino quantitativo, dissecamos os resultados apresentados pela Minerva S.A. neste fechamento de mercado. A ação foi apreçada definitivamente no nível de R$ 3,60, concretizando uma retração leve de 1,91% no seu valor patrimonial quando em contraposição ao referencial passado de R$ 3,67. Convertendo este movimento para base monetária direta, percebemos um deságio marginal, da ordem de R$ 0,07 por cada ação negociada. No palco do pregão de hoje, os extremos flutuaram numa banda bastante estreita de negociação: o cume de preços tocou os R$ 3,68, ao passo que a base mais fraca cedeu até R$ 3,56. O giro transacional manifestou-se proeminente com 8.563.700 ações rodando na mão de diferentes corretoras. O resultado da soma destas trocas totalizou um giro monetário representativo calculado em R$ 30.829.320,00, validando o interesse de rotatividade dos portfólios locais. Fazendo um recuo temporal necessário para a verificação das últimas 52 semanas de negócios, atestamos que a companhia enfrentou seu pior cenário aos R$ 3,41, enquanto celebrou sua máxima histórica em idos R$ 7,31. Com isso, torna-se cristalino que o ativo habita hoje a zona de mínimas críticas anuais.

A Minerva S.A. (Minerva Foods) é uma das corporações capitais e líderes na América do Sul na produção e venda direta de carne bovina in natura e derivados, destacando-se primariamente pelo seu foco quase absoluto e massivo nas exportações globais. No que tange as recentes veiculações na mídia financeira, o destaque imponente fica por conta das avaliações que o mercado segue fazendo sobre o seu mega acordo para assumir importantes plantas de abate sul-americanas vindas do portfólio da Marfrig, uma expansão agressiva que promete reconfigurar sua escala internacional no ciclo pecuário dos próximos trimestres.

Outras Publicações
Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/07/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 USIM5 R$ 8.23 4.18%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 17/07/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 17/07/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 GZIT11 R$ 42.92 2.80% 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 17/07/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 17/07/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $64,109.52 ▲ 0.03%

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/07/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 CMIN3 R$ 5.45 0.040076

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 16/07/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 16/07/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 MFII11 R$ 53.34 0.030526 2