As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CSAN3 | R$ 3,39 | 8,31 |
| 2 | MBRF3 | R$ 17,31 | 7,65 |
| 3 | BEEF3 | R$ 3,57 | 6,57 |
| 4 | SUZB3 | R$ 43,07 | 4,64 |
| 5 | SMTO3 | R$ 16,61 | 4,47 |
| 6 | CVCB3 | R$ 1,49 | 4,20 |
| 7 | RAIL3 | R$ 13,75 | 3,70 |
| 8 | RADL3 | R$ 17,72 | 3,57 |
| 9 | VBBR3 | R$ 35,41 | 3,54 |
| 10 | POMO4 | R$ 4,18 | 3,21 |
1º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,39 ↑8,31%
Descrição: Os papéis da Cosan S.A (CSAN3) lideraram com folga o ranking das maiores valorizações da sessão, ocupando a 1ª posição após registrarem um expressivo avanço de 8,31%, o que correspondeu a um incremento financeiro de R$ 0,26 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 3,13. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a cotação mínima de R$ 3,18 e atingiu a máxima de R$ 3,39, coincidindo exatamente com o seu preço atual e de fechamento no dia. A forte pressão compradora foi acompanhada por uma robusta liquidez de mercado, registrando um volume negociado de 50.363.000 papéis e movimentando um montante financeiro total de R$ 170.730.570,00. No horizonte técnico de médio e longo prazo, o papel ainda navega próximo às suas mínimas anuais, apresentando uma mínima em 52 semanas de R$ 3,09 e uma máxima no período de R$ 8,03, sinalizando uma tentativa relevante de recuperação técnica de preços após períodos recentes de forte desconto no mercado financeiro nacional.
A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil, atuando de forma integrada nos setores de energia, logística, infraestrutura e agronegócio por meio de subsidiárias e participações estratégicas de peso como Raízen, Rumo, Compass e Moove. Recentemente, a companhia tem concentrado seus esforços corporativos na desalavancagem financeira e na otimização de sua estrutura de capital, incluindo discussões sobre potenciais desinvestimentos em ativos não essenciais e readequação de seu portfólio para redução da dívida líquida consolidada.
2º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 17,31 ↑7,65%
Descrição: Ocupando a 2ª posição no ranking das altas diárias, as ações da Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) encerraram a sessão cotadas a R$ 17,31, consolidando uma expressiva alta de 7,65%, o que representou uma variação nominal positiva de R$ 1,23 em relação ao fechamento anterior estabelecido em R$ 16,08. Ao longo da jornada operacional, o ativo registrou uma amplitude intradiária com valor mínimo de R$ 16,09 e alcançou a cotação máxima de R$ 17,51. A movimentação contou com um expressivo fluxo transacional, atingindo o volume de 7.482.600 ações negociadas e totalizando um volume financeiro movimentado de R$ 129.523.806,00. Ao avaliar o desempenho do papel na janela retrospectiva de 52 semanas, observa-se que a ação transitou entre a mínima histórica recente de R$ 14,49 e a pontuação máxima de R$ 26,83, demonstrando que a expressiva valorização diária fortalece o movimento de sustentação do ativo acima dos seus principais suportes de preços no pregão.
A Marfrig Global Foods S.A. figura como uma das líderes globais na produção e processamento de carne bovina, operando plantas industriais no Brasil, Uruguai, Argentina e Estados Unidos, além de deter participação controladora na BRF. No noticiário recente, o frigorífico destaca-se pelo avanço na captura de sinergias operacionais com a BRF e pelo processo contínuo de reestruturação de suas plantas para focar em produtos de maior valor agregado e eficiência de custos globais.
3º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,57 ↑6,57%
Descrição: Na 3ª colocação da listagem de destaques do pregão, as ações da Minerva S.A (BEEF3) apresentaram um sólido desempenho positivo ao fecharem cotadas ao preço atual de R$ 3,57, o que representa um incremento percentual de 6,57% e uma variação monetária de R$ 0,22 sobre o preço de fechamento anterior fixado em R$ 3,35. No decorrer do pregão diário, o ativo oscilou entre a marca mínima de R$ 3,34 e atingiu a máxima de R$ 3,59. O fluxo de negociação foi intenso e atraiu elevada atenção dos investidores, totalizando 27.445.600 ações transacionadas e gerando um expressivo volume financeiro negociado de R$ 97.980.792,00. Analisando o comportamento histórico de 52 semanas, os papéis da companhia situam-se ainda próximos à mínima anual de R$ 2,97 em comparação ao topo de R$ 7,31 registrado no período, evidenciando uma retomada compradora pontual após forte pressão vendedora em trimestres recentes.
A Minerva S.A. é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e uma das principais processadoras de proteína animal da região, com ampla presença no mercado internacional de carne in natura e derivados. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto a conclusão e integração dos ativos adquiridos da Marfrig na América do Sul, bem como o impacto do cronograma de desinvestimentos e metas de alavancagem financeira da empresa.
4º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 43,07 ↑4,64%
Descrição: Registrando a 4ª colocação do ranking diário, a Suzano S.A. (SUZB3) fechou a sessão no preço atual de R$ 43,07, anotando uma valorização de 4,64%, equivalente a uma elevação de R$ 1,91 por cota em relação ao fechamento anterior de R$ 41,16. O papel operou ao longo do pregão com piso de cotação mínima em R$ 40,52 e tocou a máxima de R$ 43,09, encerrando praticamente no patamar mais elevado do dia. O apetite institucional gerou uma das maiores liquidações da bolsa, registrando um volume de 9.308.100 ações e movimentando um robusto volume financeiro total de R$ 400.899.867,00. No comparativo anual de 52 semanas, a fabricante de papel e celulose apresenta cotação mínima de R$ 39,17 e cotação máxima de R$ 59,64, refletindo uma recuperação importante de patamar após testar as regiões próximas às mínimas de seu canal anual de negociação.
A Suzano S.A. é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina, com atuação expressiva em soluções sustentáveis de base biológica. Entre os principais fatos recentes, destaca-se o início das operações e o ramp-up do Projeto Cerrado no Mato Grosso do Sul, marco estrutural que expande de forma relevante a capacidade produtiva e a eficiência operacional da companhia.
5º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,61 ↑4,47%
Descrição: Em 5º lugar entre os principais ativos valorizados da sessão, as ações da São Martinho S.A. (SMTO3) fecharam o dia negociadas a R$ 16,61, registrando um expressivo ganho percentual de 4,47%, com avanço financeiro de R$ 0,71 ante o patamar de fechamento anterior marcado em R$ 15,90. Na dinâmica intradiária, o papel tocou a mínima de R$ 15,80 e registrou a máxima de R$ 16,61, encerrando na cotação de topo da sessão. A atividade no pregão contabilizou um volume total de 1.658.100 ações transacionadas, resultando em um giro financeiro negociado de R$ 27.541.041,00. Ao verificar o histórico acumulado de 52 semanas, a ação demonstra negociação intermediária, distanciando-se de sua mínima de R$ 12,73 e buscando convergência em direção à máxima de R$ 21,40 registrada no período, impulsionada por perspectivas setoriais mais construtivas para as commodities sucroalcooleiras no mercado doméstico e internacional.
A São Martinho S.A. é um dos maiores e mais eficientes grupos sucroenergéticos do Brasil, dedicada ao cultivo da cana-de-açúcar e à produção de açúcar, etanol, energia elétrica cogenerada e levedura. Recentemente, a companhia reportou atualizações sobre o processamento de sua safra, ressaltando o foco na expansão de sua planta de etanol de milho e a gestão estratégica de estoques para capturar melhores margens de preços.
6º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,49 ↑4,20%
Descrição: Posicionando-se na 6ª posição no levantamento de valorizações, a CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) encerrou o dia no preço atual de R$ 1,49, marcando uma expansão de 4,20%, o que representou um ganho de R$ 0,06 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 1,43. Ao longo das negociações diárias, a ação oscilou entre a mínima de R$ 1,43 e a máxima de R$ 1,49, fechando no patamar superior da oscilação do pregão. O movimento gerou expressivo volume negociado de 14.864.100 papéis e alcançou um volume financeiro total de R$ 22.147.509,00. No acumulado das 52 semanas anteriores, a cotação da empresa de turismo transita entre a mínima de R$ 1,06 e a máxima de R$ 2,79, demonstrando a volatilidade do papel no segmento de consumo discricionário e viagens no mercado acionário brasileiro.
A CVC Brasil é a maior operadora e agência de viagens da América Latina, atuando no setor de turismo com ampla rede de franquias, plataformas digitais e viagens de lazer e corporativas. Nas notícias recentes, a empresa tem avançado em seu plano de reestruturação de governança e foco na rentabilidade das operações, impulsionando a venda de produtos exclusivos e aprimorando sua estrutura de capital de giro.
7º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 13,75 ↑3,70%
Descrição: Na 7ª colocação do ranking diário, os papéis da Rumo S.A. (RAIL3) concluíram a sessão com cotação atual de R$ 13,75, registrando uma valorização percentual de 3,70% e um aumento nominal de R$ 0,49 em relação ao fechamento anterior de R$ 13,26. A dinâmica de preços no pregão oscilou entre a cotação mínima de R$ 13,43 e a máxima de R$ 13,75, finalizando o pregão no teto do dia com forte suporte comprador. A sessão apresentou alta liquidez institucional, registrando um volume expressivo de 17.220.900 ações negociadas e totalizando um montante financeiro negociado de R$ 236.787.375,00. Em relação ao histórico das 52 semanas, os papéis mantêm-se acima de sua mínima anual de R$ 12,16 e próximos da faixa intermediária frente à sua máxima de R$ 17,33, reafirmando sua importância operacional na infraestrutura de transportes e logística do país.
A Rumo S.A. é a maior operadora ferroviária independente do Brasil, fornecendo serviços de logística para transporte de commodities agrícolas, grãos, fertilizantes e produtos industriais, conectando os principais polos produtores aos portos exportadores. Em notícias recentes, a companhia segue acelerando as obras de expansão da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, projeto estratégico voltado para aumentar a capacidade de escoamento da safra brasileira nos próximos anos.
8º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 17,72 ↑3,57%
Descrição: Ocupando o 8º lugar entre os maiores ganhos do pregão, as ações da Raia Drogasil S/A (RADL3) encerraram cotadas a R$ 17,72, o que representou uma elevação percentual de 3,57% e uma variação positiva de R$ 0,61 por ação em relação ao fechamento anterior estabelecido em R$ 17,11. O papel registrou uma mínima no dia de R$ 17,42 e tocou a máxima intradiária de R$ 17,93. A movimentação atraiu forte volume transacional, alcançando a marca de 11.529.400 papéis negociados e perfazendo um volume financeiro expressivo de R$ 204.300.968,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, o ativo apresenta cotação mínima registrada em R$ 16,04 e cotação máxima de R$ 27,13, mostrando que o movimento de alta recente busca consolidar um piso de sustentação técnica após movimentos de realização de lucros no setor de varejo farmacêutico.
A Raia Drogasil S/A (RD Saúde) é a líder absoluta no segmento de varejo farmacêutico brasileiro, operando milhares de lojas sob as bandeiras Droga Raia e Drogasil, além de forte presença multicanal em saúde e bem-estar. No noticiário recente, a companhia destacou a continuidade de seu plano de abertura orgânica de lojas em novas regiões e o crescimento contínuo de suas receitas digitais e serviços de saúde integrados nas farmácias.
9º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 35,41 ↑3,54%
Descrição: Na 9ª posição do ranking de desempenho, as ações da Vibra Energia S.A. (VBBR3) finalizaram a sessão negociadas a R$ 35,41, apresentando um avanço de 3,54%, correspondendo a uma variação monetária positiva de R$ 1,21 frente ao fechamento anterior fixado em R$ 34,20. O ativo transitou no dia entre a cotação mínima de R$ 34,26 e alcançou uma máxima intradiária de R$ 36,13. O pregão foi marcado pela maior movimentação financeira entre os ativos da lista, somando um volume financeiro negociado de R$ 475.255.315,00 e um volume de 13.421.500 ações negociadas. No parâmetro das últimas 52 semanas, o ativo negocia próximo à sua máxima anual de R$ 36,63 e consideravelmente distante de sua mínima de R$ 17,99, consolidando uma expressiva trajetória ascendente de valorização e consistência operacional.
A Vibra Energia S.A. é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil, operando a rede de postos com a bandeira Petrobras, além de ampla atuação em infraestrutura logística de derivados de petróleo e transição energética. Recentemente, a empresa tem ganhado destaque pela expansão de suas margens de distribuição, ganhos de eficiência operacional e pela consolidação de parcerias estratégicas voltadas à geração e comercialização de energia renovável.
10º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 4,18 ↑3,21%
Descrição: Encerrando a lista na 10ª posição entre as maiores valorizações, os papéis preferenciais da Marcopolo S.A. (POMO4) fecharam o dia cotados a R$ 4,18, registrando uma elevação de 3,21%, correspondendo a um avanço financeiro de R$ 0,13 em relação ao fechamento anterior de R$ 4,05. O comportamento intradiário oscilou entre a mínima de R$ 4,09 e atingiu a máxima de R$ 4,19 no decorrer do pregão. A liquidez do papel totalizou um volume negociado de 11.296.800 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 47.220.624,00. Sob a ótica do intervalo das últimas 52 semanas, a ação operou em patamares que variaram entre a mínima de R$ 4,05 e a máxima de R$ 7,95, indicando que a alta da sessão estabeleceu um repique técnico exatamente sobre o suporte de sua mínima anual de negociação.
A Marcopolo S.A. é líder na fabricação de carrocerias de ônibus no mercado brasileiro e um dos maiores fabricantes mundiais do setor, desenvolvendo soluções completas para transporte rodoviário, urbano, micro-ônibus e frotas elétricas. Entre os fatos recentes mais relevantes, a fabricante tem se destacado pelo fornecimento de veículos para o programa federal Caminho da Escola e pelo aumento das exportações e vendas de modelos pesados para renovação de frotas rodoviárias.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | MGLU3 | R$ 4,05 | -5,37 |
| 2 | GGBR4 | R$ 22,94 | -5,21 |
| 3 | GOAU4 | R$ 10,37 | -4,60 |
| 4 | HAPV3 | R$ 6,56 | -3,24 |
| 5 | PSSA3 | R$ 46,50 | -2,72 |
| 6 | CSNA3 | R$ 4,43 | -2,42 |
| 7 | SANB11 | R$ 28,70 | -1,88 |
| 8 | BBSE3 | R$ 36,66 | -1,27 |
| 9 | AMOB3 | R$ 11,36 | -1,05 |
| 10 | COGN3 | R$ 2,06 | -0,96 |
1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,05 ↓5,37%
Descrição: No encerramento da sessão de negociações, os papéis ordinários da Magazine Luiza registraram forte pressão vendedora, figurando na 1ª posição do ranking de perdas. O ativo concluiu o pregão cotado a R$ 4,05, o que representa um recuo nominal expressivo de R$ 0,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 4,28, totalizando uma desvalorização percentual de 5,37%. Durante o pregão, a oscilação intradiária demonstrou volatilidade acentuada, com o papel atingindo a sua máxima diária em R$ 4,43 e registrando a mínima do dia justamente no patamar de fechamento de R$ 4,05. O fluxo operacional foi robusto, contabilizando um volume negociado de 25.740.600 ações, resultando em um montante financeiro transacionado de expressivos R$ 104.249.430,00. Sob a perspectiva de longo prazo, a cotação atual aproxima-se perigosamente da faixa inferior do intervalo das últimas 52 semanas, cuja mínima histórica do período situa-se em R$ 3,76, bastante distante da máxima anual de R$ 11,44.
A Magazine Luiza S.A. é uma das gigantes do setor varejista e de comércio eletrônico no Brasil, atuando na comercialização de bens de consumo duráveis, eletrodomésticos, tecnologia e serviços financeiros integrados. Recentemente, a companhia tem focado na otimização de sua estrutura de capital e na monetização do ecossistema digital com serviços de marketplace e logística acelerada para conter a sensibilidade do consumo aos ciclos de juros.
2º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 22,94 ↓5,21%
Descrição: Ocupando o 2º lugar no ranking de variações do pregão, as ações preferenciais da Gerdau encerraram as negociações em forte baixa, cotadas a R$ 22,94. O movimento representou uma retração de R$ 1,26 por ação frente ao fechamento anterior registrado a R$ 24,20, consolidando uma expressiva queda diária de 5,21%. Ao longo do intervalo de negociação, os papéis apresentaram ampla amplitude de preços, partindo de uma máxima do dia de R$ 24,77 até testarem a mínima diária de R$ 22,83 antes do fechamento. O apetite do mercado movimentou expressivos R$ 626.794.208,00 em volume financeiro negociado, fruto da troca de 27.323.200 cotas durante a sessão. Ao analisar o comportamento do ativo na janela temporal de 52 semanas, observa-se que a máxima anual foi fixada em R$ 26,44, enquanto a mínima do período foi registrada em R$ 15,38, mantendo o papel em nível intermediário, porém sob forte ajuste corretivo.
A Gerdau S.A. é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo, atendendo aos setores de construção civil, indústria automobilística e agropecuária. Notícias recentes do setor apontam para a cautela dos investidores frente aos preços internacionais do minério de ferro e a concorrência do aço importado, motivando a companhia a reforçar investimentos em eficiência operacional e descarbonização.
3º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 10,37 ↓4,60%
Descrição: Posicionada na 3ª colocação do ranking diário, a Metalúrgica Gerdau viu seus papéis encerrarem a sessão cotados a R$ 10,37. Essa cotação reflete uma variação negativa de R$ 0,50 sobre o preço de fechamento anterior estabelecido em R$ 10,87, configurando uma desvalorização percentual de 4,60%. O comportamento intradiário dos preços revelou um pico na máxima do dia aos R$ 11,11, enquanto a mínima do dia tocou o patamar de R$ 10,29. A liquidez do pregão manteve-se aquecida, acumulando um volume negociado de 12.576.900 ações e totalizando um montante financeiro de R$ 130.422.453,00 transacionados pelos investidores. Ao verificar o histórico das últimas 52 semanas, o ativo transita relativamente próximo ao topo anual de R$ 11,56, distanciando-se consideravelmente do piso mínimo do ciclo anual registrado em R$ 6,40, evidenciando que a correção diária acompanha o movimento do setor siderúrgico.
A Metalúrgica Gerdau S.A. é a holding controladora da Gerdau S.A., detendo a participação controladora na operação siderúrgica e canalizando o fluxo de proventos e governança corporativa do grupo industrial. As últimas atualizações corporativas destacam a continuidade da política de distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio vinculados aos resultados consolidados da controlada operacional.
4º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 6,56 ↓3,24%
Descrição: Figurante na 4ª posição da tabela, os ativos ordinários da Hapvida encerraram as atividades de mercado precificados a R$ 6,56. O fechamento atual representou uma redução de R$ 0,22 por unidade em comparação ao fechamento anterior de R$ 6,78, o que se traduziu em um declínio percentual de 3,24% na sessão. Os negócios oscilaram entre a máxima diária de R$ 6,89 e a mínima do dia de R$ 6,52. O pregão registrou a negociação de 9.398.500 papéis da operadora de saúde, movimentando um volume financeiro consolidado de R$ 61.654.160,00. Em um horizonte temporal mais amplo de 52 semanas, a companhia evidencia um cenário desafiador, com seu valor de tela bastante próximo da mínima anual de R$ 6,14 e extremamente distante da máxima de 52 semanas marcada em R$ 42,66.
A Hapvida Participações e Investimentos S/A é uma das maiores operadoras integradas de planos de saúde e odontologia do Brasil, dispondo de ampla rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios. O mercado acompanha de perto os esforços contínuos da administração na integração de ativos pós-fusão e no controle de sinistralidade médica para restaurar margens operacionais.
5º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 46,50 ↓2,72%
Descrição: Ocupando o 5º lugar no ranking de desempenho, as ações da Porto Seguro terminaram o dia negociadas a R$ 46,50. O valor consolidado expõe uma perda nominal de R$ 1,30 quando confrontado com o fechamento anterior de R$ 47,80, resultando em uma desvalorização de 2,72% ao término dos trabalhos na bolsa. Na dinâmica intradiária, o papel alcançou uma máxima diária de R$ 48,28, enquanto a mínima do dia foi registrada em R$ 46,46. O volume operacional somou 2.322.100 ações transacionadas, gerando uma movimentação financeira total de R$ 107.977.650,00. Em relação ao intervalo de 52 semanas, o papel mantém-se em patamar intermediário consistente, acima da mínima do período de R$ 42,90, porém abaixo da cotação máxima de 52 semanas alcançada em R$ 55,55.
A Porto Seguro S.A. é líder no segmento de seguros automotivos e residenciais no país, expandindo gradualmente sua atuação para produtos financeiros, saúde suplementar e serviços corporativos. Noticiários recentes destacam o crescimento sólido da receita em suas verticais de crédito e aceleração digital, sustentando bons índices de rentabilidade patrimonial.
6º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 4,43 ↓2,42%
Descrição: Na 6ª colocação da lista de negociações, a Companhia Siderúrgica Nacional finalizou o pregão cotada a R$ 4,43. Tal patamar reflete uma contração de R$ 0,11 no valor da ação frente ao fechamento anterior de R$ 4,54, registrando uma variação negativa de 2,42%. No decorrer do dia, as transações atingiram a máxima de R$ 4,68 e estabeleceram uma mínima diária de R$ 4,37. A liquidez do ativo foi significativa, alcançando a troca de 16.010.900 cotas entre os investidores, o que culminou em um volume financeiro movimentado de R$ 70.928.287,00. Sob a ótica técnica de 52 semanas, o ativo encontra-se pressionado perto do piso anual de R$ 4,19, afastando-se substancialmente do teto de máxima das últimas 52 semanas estipulado em R$ 11,32.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é um conglomerado integrado que atua em siderurgia, mineração de ferro, logística portuária e ferroviária, além de cimento e energia. As notícias mais recentes giram em torno das tratativas para desalavancagem financeira da holding e possíveis operações estruturadas envolvendo seus braços de infraestrutura e mineração.
7º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 28,70 ↓1,88%
Descrição: Classificada no 7º posto do ranking, a unit do Banco Santander encerrou a sessão no patamar de R$ 28,70. O resultado representa uma retração financeira de R$ 0,55 por certificado em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 29,25, correspondendo a uma variação negativa diária de 1,88%. Ao longo do pregão diário, o papel atingiu a máxima de R$ 29,56, enquanto a mínima do dia foi registrada em R$ 28,56. A movimentação no livro de ofertas gerou o giro de 6.725.200 units, correspondendo a um robusto volume financeiro negociado de R$ 193.013.240,00. Analisando o histórico anual de 52 semanas, os papéis negociam em patamar intermediário equilibrado, situando-se confortavelmente acima da mínima de R$ 23,90 e abaixo da cotação máxima de R$ 36,46.
O Banco Santander Brasil é uma das maiores instituições bancárias privadas do país, prestando serviços completos de intermediação financeira, banco de atacado, gestão de recursos e crédito a pessoas físicas e jurídicas. Os informes recentes do banco apontam para a melhora contínua na qualidade da carteira de crédito e expansão das receitas com prestação de serviços e seguros.
8º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 36,66 ↓1,27%
Descrição: Posicionada na 8ª colocação do ranking diário, a BB Seguridade concluiu as negociações negociada a R$ 36,66. O preço final demonstrou uma queda pontual de R$ 0,47 comparativamente ao fechamento anterior de R$ 37,13, determinando um recuo de 1,27% na sessão. Durante os negócios do dia, o papel oscilou entre a mínima diária de R$ 36,64 e a máxima de R$ 37,61. O fluxo transacional registrou um volume de 4.749.900 ações negociadas, o que movimentou um expressivo total financeiro de R$ 174.131.334,00 no mercado à vista. No horizonte comparativo das últimas 52 semanas, a empresa preserva uma sólida sustentação de preços, operando bem mais próxima da máxima anual de R$ 40,77 do que da mínima do intervalo fixada em R$ 27,98.
A BB Seguridade Participações S.A. é a empresa de seguros, previdência aberta e capitalização ligada ao Banco do Brasil, usufruindo da extensa capilaridade da rede bancária estatal para distribuição de produtos. O mercado repercute favoravelmente a consistência nos prêmios emitidos no segmento rural e a manutenção de altos índices de retorno sobre o patrimônio com pagamento regular de proventos.
9º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,36 ↓1,05%
Descrição: Ocupando o 9º lugar da listagem de mercado, as ações da Automob Participações fecharam o pregão cotadas a R$ 11,36. O preço reflete uma desvalorização de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 11,48, totalizando uma perda percentual de 1,05%. A amplitude diária do papel compreendeu uma cotação máxima no dia de R$ 12,01 e um piso de mínima diária em R$ 11,15. Por se tratar de um papel com menor liquidez de mercado, foram transacionadas 22.000 ações ao longo do dia, perfazendo um volume financeiro negociado de R$ 249.920,00. Na janela de 52 semanas de negociação, o ativo move-se na porção intermediária de sua série histórica, acima da cotação mínima do ano de R$ 10,71 e abaixo do teto de máxima anual de R$ 15,76.
A Automob Participações S.A. atua no segmento de comércio e distribuição de veículos automotores e peças, gerindo concessionárias e serviços correlatos de mobilidade e pós-venda. Notícias corporativas recentes destacam os passos da empresa para ganho de escala regional e consolidação de sinergias em sua rede de lojas de veículos leves e pesados.
10º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,06 ↓0,96%
Descrição: Encerrando a lista na 10ª posição do ranking, as ações ordinárias da Cogna Educação terminaram o dia estabelecidas no valor de R$ 2,06. O fechamento marcou uma leve redução de R$ 0,02 em confronto com o fechamento anterior cotado a R$ 2,08, configurando uma variação percentual negativa de 0,96%. O ativo testou no intradia uma cotação máxima de R$ 2,16 e tocou sua mínima do dia no próprio preço de fechamento em R$ 2,06. A liquidez do papel foi a mais expressiva em quantidade de ativos transacionados no mercado, com 32.406.100 ações movimentadas e gerando um volume financeiro total de R$ 66.756.566,00. No retrospecto de 52 semanas, a ação opera muito próxima de seu piso anual de R$ 1,99, distanciando-se amplamente da máxima atingida no período anual calculada em R$ 4,73.
A Cogna Educação S.A. é uma das maiores organizações educacionais privadas do mundo, provendo serviços de ensino superior presencial e à distância, sistemas de ensino e soluções pedagógicas para a educação básica. A companhia vem reportando avanços na captação de alunos no ensino digital e disciplina financeira na gestão de custos operacionais.