Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 23/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,62 0,033333
2 VIVT3 R$ 41,93 0,030221
3 MBRF3 R$ 19,34 0,028723
4 PETR3 R$ 41,74 0,019541
5 BRAP4 R$ 24,22 0,019360
6 TIMS3 R$ 27,50 0,018896
7 ABEV3 R$ 16,33 0,018715
8 SMTO3 R$ 16,39 0,018645
9 CSAN3 R$ 6,65 0,018377
10 PETR4 R$ 38,55 0,015275

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,62 ↑ 3,33%

Descrição: A Raízen lidera o ranking de valorização percentual neste relatório. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 0,62, apresentando uma variação positiva de R$ 0,02. Durante a sessão, a ação demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 0,59 e máxima de R$ 0,63. O volume de negociação foi expressivo, alcançando 37.695.700 ações movimentadas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 23.371.334,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está operando muito próximo de sua mínima anual (R$ 0,58) e distante da máxima de R$ 2,23, o que indica um período de forte pressão vendedora no longo prazo, apesar da recuperação pontual de hoje. O fechamento anterior foi de R$ 0,60, confirmando o viés de alta no curtíssimo prazo.

A Raízen é uma referência global em bioenergia e uma das maiores empresas do Brasil em faturamento, atuando na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), consolidando sua estratégia de transição energética.

2º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 41,93 ↑ 3,02%

Descrição: A Telefônica Brasil apresentou um desempenho sólido com alta de 3,02%, fechando o dia a R$ 41,93. A variação nominal foi de R$ 1,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 40,70. O ativo registrou uma máxima de R$ 42,15, aproximando-se significativamente de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 42,86, sinalizando uma tendência de alta consistente. O volume financeiro movimentado foi de R$ 220.140.886,00, com 5.250.200 ações trocando de mãos. A mínima do dia foi de R$ 40,69, mostrando que o papel sustentou sua força compradora durante a maior parte do pregão. Comparado à mínima anual de R$ 23,02, o ativo demonstra uma valorização robusta, sendo uma das escolhas preferenciais para investidores que buscam estabilidade e proventos no setor de telecomunicações.

Operando sob a marca Vivo, a empresa é líder no mercado de telecomunicações no Brasil. Além dos serviços de telefonia móvel e fixa, a companhia tem investido pesadamente em fibra ótica e serviços digitais. Uma notícia recente relevante foi o anúncio da estratégia de redução de capital para turbinar o pagamento de proventos aos acionistas.

3º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,34 ↑ 2,87%

Descrição: A Marfrig registrou uma valorização de 2,87%, com o preço da ação saltando R$ 0,54 para encerrar em R$ 19,34. O pregão foi marcado por uma mínima de R$ 18,46 e uma máxima de R$ 19,37, indicando que o fechamento ocorreu próximo ao topo do dia. O volume de ações negociadas atingiu 7.374.200 unidades, gerando um giro financeiro de R$ 142.617.028,00. No contexto de 52 semanas, o papel mostra resiliência, situando-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 11,97 e a máxima de R$ 26,83. O fechamento anterior de R$ 18,80 serviu como suporte para a ascensão do dia. Este movimento reflete o otimismo do setor de frigoríficos frente às exportações e controle de custos operacionais.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e detém o controle da norte-americana National Beef e da brasileira BRF. Recentemente, o mercado reagiu positivamente à notícia sobre a conclusão da venda de ativos de abate para a Minerva, o que ajuda na desalavancagem financeira do grupo.

4º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 41,74 ↑ 1,95%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em alta de 1,95%, atingindo o valor de R$ 41,74. O movimento representou um incremento de R$ 0,80 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 40,94. O volume negociado foi muito alto, somando R$ 488.136.778,00, com 11.694.700 papéis transacionados. Durante o dia, a cotação variou entre a mínima de R$ 40,89 e a máxima de R$ 42,43. Um dado técnico importante é que a máxima do dia coincidiu com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 42,43), indicando que a empresa está operando em seu nível de resistência mais alto no ano. A mínima anual registrada para este ticker é de R$ 29,34, evidenciando uma trajetória de valorização consistente impulsionada pelos preços do petróleo e políticas de dividendos.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. É o principal player do mercado brasileiro. Notícias recentes destacam o plano estratégico da companhia focado em investimentos no pré-sal e a retomada de investimentos em refinarias e projetos de baixo carbono.

5º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 24,22 ↑ 1,94%

Descrição: A Bradespar encerrou a sessão com alta de 1,94%, cotada a R$ 24,22, o que representa um ganho nominal de R$ 0,46. O volume financeiro do dia foi de R$ 69.460.538,00, com a negociação de 2.867.900 ações. A flutuação de preços ficou entre R$ 23,60 (mínima) e R$ 24,30 (máxima). No acumulado de um ano, o papel mostra uma recuperação interessante, tendo partido de uma mínima de R$ 13,28, embora ainda esteja abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 25,46. O fechamento anterior foi de R$ 23,76. Por ser uma holding que detém participação relevante na Vale S.A., o desempenho da Bradespar é intrinsecamente ligado às cotações do minério de ferro no mercado internacional e à performance operacional da mineradora.

A Bradespar é uma companhia de investimentos controlada pelo Grupo Bradesco, cuja principal finalidade é a gestão de participações societárias, destacando-se sua fatia na Vale. Notícias recentes indicam que a Bradespar continua sendo utilizada por investidores como um veículo para capturar dividendos da Vale com um desconto de holding.

6º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 27,50 ↑ 1,89%

Descrição: A TIM S.A. registrou valorização de 1,89%, encerrando o dia a R$ 27,50. A variação absoluta foi de R$ 0,51 em relação ao fechamento de R$ 26,99 do dia anterior. O volume financeiro movimentado somou R$ 163.900.000,00, com um giro de 5.960.000 ações. A mínima do dia foi de R$ 26,90 e a máxima de R$ 27,55. Ao analisarmos a janela de 52 semanas, a TIMS3 demonstra estar em um patamar elevado, muito próxima de sua máxima anual de R$ 28,74 e bem distante da mínima de R$ 14,26. Esse desempenho reflete a consolidação da empresa após a absorção dos ativos da Oi Móvel e a expansão da tecnologia 5G no território nacional, atraindo investidores focados em crescimento e geração de caixa.

A TIM Brasil é uma das principais operadoras de telecomunicações do país, subsidiária da Telecom Italia. A empresa foca na liderança da tecnologia 5G e em serviços de dados. Recentemente, a TIM divulgou resultados financeiros positivos, superando expectativas de lucro líquido e anunciando novos pagamentos de Juros sobre Capital Próprio (JCP).

7º – Ambev S.A. (ABEV3) | R$ 16,33 ↑ 1,87%

Descrição: A gigante das bebidas, Ambev, fechou o dia com alta de 1,87%, cotada a R$ 16,33. O aumento nominal foi de R$ 0,30 sobre o fechamento anterior de R$ 16,03. O volume de ações negociadas foi o segundo maior deste ranking, com 25.691.100 papéis, gerando um volume financeiro robusto de R$ 419.535.663,00. Durante a sessão, o preço oscilou entre R$ 15,82 e R$ 16,33. O papel está testando patamares próximos à sua máxima de 52 semanas (R$ 16,77), recuperando-se bem da mínima anual de R$ 10,11. A liquidez das ações ordinárias da Ambev continua sendo um dos seus principais atrativos para investidores institucionais, mantendo a empresa como uma das mais resilientes do índice Ibovespa diante de cenários macroeconômicos adversos.

A Ambev é a maior fabricante de cervejas e refrigerantes da América Latina, com marcas como Skol, Brahma e Antarctica. Além do Brasil, opera em diversos países das Américas. Uma notícia recente aponta para o esforço da companhia em digitalizar sua base de clientes através do app Bees e a expansão no segmento de bebidas não alcoólicas.

8º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,39 ↑ 1,86%

Descrição: A São Martinho apresentou uma alta de 1,86%, com o valor da ação atingindo R$ 16,39. O ganho por ação foi de R$ 0,30 comparado ao fechamento de R$ 16,09. O volume negociado foi de 3.226.500 ações, totalizando R$ 52.882.335,00. A amplitude do dia ficou entre a mínima de R$ 15,87 e a máxima de R$ 16,43. No contexto anual, a ação ainda opera longe de sua máxima de 52 semanas (R$ 22,29), mas mantém uma margem de segurança confortável em relação à mínima de R$ 12,91. O setor sucroenergético, onde a empresa é protagonista, tem sido influenciado pela dinâmica dos preços internacionais do açúcar e pelas políticas de preços de combustíveis domésticos, o que gera oportunidades de trade para investidores atentos.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, atuando na produção de açúcar, etanol, energia elétrica e derivados de levedura. Recentemente, a empresa anunciou investimentos na diversificação de sua produção, incluindo uma nova planta de processamento de milho para fabricação de etanol.

9º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 6,65 ↑ 1,84%

Descrição: A Cosan registrou uma alta de 1,84%, encerrando o dia a R$ 6,65. A variação positiva foi de R$ 0,12. O volume negociado chamou a atenção, com 47.172.800 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 313.699.120,00. A cotação variou entre R$ 6,47 e R$ 6,89 durante o pregão. Apesar da alta de hoje, o ativo está operando abaixo do seu fechamento anterior de R$ 6,53 em termos de volume, mas o preço subiu. Em termos comparativos, o papel está em um nível baixo em relação à máxima de 52 semanas de R$ 8,78, mas acima da mínima de R$ 4,92. A holding continua sendo um termômetro para diversos setores da economia brasileira, dada a sua ampla gama de investimentos em energia, logística e infraestrutura.

A Cosan é um conglomerado que controla empresas como Raízen, Compass, Moove e Rumo. Sua atuação abrange desde distribuição de gás e energia até lubrificantes e logística ferroviária. Notícias recentes destacam a reorganização societária do grupo visando maior eficiência e a potencial listagem da Moove no mercado internacional.

10º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 38,55 ↑ 1,53%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) fecharam em alta de 1,53%, cotadas a R$ 38,55. O incremento nominal foi de R$ 0,58 em relação ao fechamento anterior de R$ 37,97. Esta ação foi o destaque absoluto em liquidez no dia, com um volume financeiro impressionante de R$ 1.988.998.815,00 e mais de 51 milhões de papéis negociados. A flutuação diária ocorreu entre R$ 37,85 e R$ 39,25. Assim como as ações ordinárias, a PETR4 atingiu hoje sua máxima de 52 semanas (R$ 39,25), demonstrando um momento de forte euforia dos investidores com os resultados operacionais da estatal. O papel acumula uma valorização considerável desde sua mínima anual de R$ 27,30, consolidando-se como a ação mais negociada da bolsa brasileira neste pregão.

A Petrobras (PETR4) representa as ações preferenciais, que dão prioridade no recebimento de dividendos. Como a maior petroleira do país, suas decisões estratégicas impactam diretamente o mercado. Uma notícia recente de grande impacto foi a confirmação do pagamento de dividendos extraordinários, o que atraiu grande fluxo de capital para o ativo.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SANB11 R$ 34,95 -0,047684
2 VBBR3 R$ 30,36 -0,046183
3 HAPV3 R$ 10,03 -0,044762
4 LWSA3 R$ 3,45 -0,044321
5 MGLU3 R$ 10,40 -0,037037
6 ITUB4 R$ 47,45 -0,036157
7 VAMO3 R$ 4,52 -0,032120
8 RDOR3 R$ 43,70 -0,030827
9 ITSA4 R$ 14,61 -0,030524
10 BRKM5 R$ 9,54 -0,030488

1º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 34,95 ↓ 4,77%

Descrição: A unidade do Banco Santander Brasil (SANB11) lidera as quedas do dia, encerrando a sessão cotada a R$ 34,95. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 34,89 e a máxima de R$ 36,70, demonstrando uma volatilidade acentuada após abrir próximo ao fechamento anterior de R$ 36,70. O volume de ações negociadas atingiu 3.561.000 unidades, resultando em um giro financeiro robusto de R$ 124.456.950,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel permanece em uma faixa intermediária, distante da mínima de R$ 23,01, mas sofrendo pressão vendedora ao se aproximar da máxima de R$ 37,83. A variação negativa de R$ 1,75 no dia reflete um ajuste de expectativas do mercado ou realização de lucros por parte dos investidores institucionais. O Santander Brasil é uma das principais instituições financeiras privadas do país, com forte atuação em crédito consignado e varejo. Recentemente, o banco anunciou um foco estratégico na digitalização de serviços para aumentar a eficiência operacional e reduzir custos fixos.

2º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 30,36 ↓ 4,62%

Descrição: As ações da Vibra Energia (VBBR3) recuaram R$ 1,47 no último pregão, fechando a R$ 30,36. O ativo apresentou um volume negociado expressivo de R$ 269.159.616,00, com mais de 8,8 milhões de papéis trocando de mãos. A cotação do dia tocou a mínima de R$ 30,19, aproximando-se perigosamente do suporte psicológico dos R$ 30,00, enquanto a máxima não ultrapassou os R$ 31,52. No acumulado de um ano, o papel mostra resiliência, considerando que sua mínima foi de R$ 14,00, mas a queda atual sinaliza uma retração frente ao pico de R$ 32,23. A Vibra, antiga BR Distribuidora, é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil. A empresa tem buscado diversificar seu portfólio investindo em transição energética e fontes renováveis. Uma notícia relevante recente envolve a parceria da Vibra com a EZVolt para expandir a rede de eletropostos em rodovias brasileiras, visando o mercado crescente de veículos elétricos.

3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,03 ↓ 4,48%

Descrição: O Grupo Hapvida (HAPV3) viu suas ações encerrarem o dia a R$ 10,03, uma queda de 4,48% em relação ao fechamento anterior de R$ 10,50. O volume de ações negociadas foi de 10.256.300, gerando um valor financeiro de R$ 102.870.689,00. Interessante notar que a mínima do dia (R$ 9,98) coincidiu exatamente com a mínima das últimas 52 semanas, o que coloca o papel em uma região de suporte crítico para os analistas gráficos. A máxima do ano, de R$ 44,85, parece agora um horizonte distante, refletindo os desafios operacionais enfrentados pelo setor de saúde suplementar. A Hapvida é um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil, com operação verticalizada focada nas regiões Norte e Nordeste. Recentemente, a companhia divulgou esforços de integração após a fusão com a NotreDame Intermédica, focando na redução da sinistralidade para recompor suas margens de lucro, que foram pressionadas pela inflação médica global.

4º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,45 ↓ 4,43%

Descrição: A LWSA S/A (LWSA3), antiga Locaweb, registrou queda de R$ 0,16, fechando cotada a R$ 3,45. O volume de negócios somou R$ 24.396.675,00, com uma movimentação de 7.071.500 ações. O ativo operou próximo de sua mínima histórica recente, com variação diária entre R$ 3,43 e R$ 3,59. Comparado ao fechamento anterior de R$ 3,61, o recuo de 4,43% acende um alerta sobre a percepção de valor das empresas de tecnologia no cenário de juros atuais. Nas últimas 52 semanas, o papel atingiu o topo de R$ 4,80, mas vem sofrendo com a correção do setor. A LWSA é pioneira em serviços de hospedagem de sites e soluções de e-commerce e software como serviço (SaaS) no Brasil. A última notícia relevante da empresa destaca a continuidade de seu plano de recompra de ações, sinalizando que a diretoria acredita que os preços atuais de mercado estão abaixo do valor intrínseco da companhia.

5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,40 ↓ 3,70%

Descrição: As ações do Magazine Luiza (MGLU3) encerraram em queda de 3,70%, cotadas a R$ 10,40. Com um volume de 15.880.100 ações e um montante financeiro de R$ 165.153.040,00, o papel foi um dos mais movimentados do setor de varejo. Durante o dia, a ação atingiu a mínima de R$ 10,32 e máxima de R$ 10,87. O fechamento atual situa-se significativamente abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 11,55), embora ainda bem acima da mínima de R$ 6,21 registrada no período. A volatilidade é uma marca registrada do ativo, que reage sensivelmente a indicadores macroeconômicos como inflação e desemprego. O Magazine Luiza é uma das maiores varejistas brasileiras, com uma plataforma de ecossistema digital que integra lojas físicas e marketplace. Recentemente, a empresa celebrou a notícia de que seu braço financeiro, a Luizacred, apresentou melhora nos índices de inadimplência, o que pode aliviar o balanço nos próximos trimestres.

6º – Itaú Unibanco Holding S.A. (ITUB4) | R$ 47,45 ↓ 3,62%

Descrição: O Itaú Unibanco (ITUB4) apresentou uma desvalorização de R$ 1,78, fechando a R$ 47,45. Apesar da queda percentual de 3,62%, o volume financeiro foi o maior da lista, alcançando impressionantes R$ 1.449.051.825,00, evidenciando a liquidez extrema do papel. A oscilação diária ocorreu entre R$ 47,29 e R$ 48,89. O papel está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 49,67), o que sugere um movimento natural de realização de lucros por parte dos investidores após um período de valorização consistente. O Itaú Unibanco é o maior banco privado do Brasil e uma das maiores instituições financeiras do mundo por valor de mercado. Como notícia de impacto, o Itaú anunciou recentemente o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) bilionários, reafirmando sua política de retorno aos acionistas, mesmo em períodos de maior incerteza econômica.

7º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,52 ↓ 3,21%

Descrição: O ativo VAMO3 fechou a sessão valendo R$ 4,52, após uma retração de 3,21%. O volume negociado foi de R$ 54.357.068,00, com 12.025.900 ações circulando no mercado. A cotação flutuou entre a mínima de R$ 4,49 e a máxima de R$ 4,71. No panorama anual, a empresa encontra-se distante da máxima de R$ 5,29, aproximando-se mais da mínima de R$ 2,75 registrada nos últimos 12 meses. A queda de R$ 0,15 no dia reflete a cautela do mercado com empresas de bens de capital e locação. A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, atuando fortemente no suporte ao agronegócio e infraestrutura. A última notícia relevante da companhia menciona a renovação de sua frota e a expansão da rede de concessionárias de máquinas agrícolas, visando capturar a demanda da próxima safra.

8º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 43,70 ↓ 3,08%

Descrição: As ações da Rede D’Or (RDOR3) recuaram R$ 1,39, encerrando a R$ 43,70. O volume de negociação foi de R$ 223.250.190,00, com mais de 5,1 milhões de papéis operados. O preço oscilou entre a mínima de R$ 43,18 e a máxima de R$ 45,00, partindo de um fechamento anterior de R$ 45,09. O ativo está próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 45,38), o que indica que, apesar da queda diária de 3,08%, a tendência de médio prazo tem sido positiva. A Rede D’Or é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, operando hospitais de alta complexidade e laboratórios. Recentemente, a empresa ganhou destaque nos noticiários econômicos devido à aprovação regulatória de novos projetos de expansão hospitalar em São Paulo, consolidando sua dominância no mercado de saúde privada de elite.

9º – ITAÚSA S.A. (ITSA4) | R$ 14,61 ↓ 3,05%

Descrição: A Itaúsa (ITSA4), holding que controla o Itaú Unibanco e outras empresas, fechou o dia a R$ 14,61, uma queda de 3,05%. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 370.613.331,00, com 25.367.100 ações negociadas. A mínima do dia foi de R$ 14,58 e a máxima de R$ 15,01. O papel está operando perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 15,12), refletindo o bom momento de suas investidas. A Itaúsa é uma das maiores holdings do país, com participações em empresas como Alpargatas, Dexco e CCR, além do Itaú. Em termos de notícias, a Itaúsa recentemente comunicou ao mercado a venda de uma fatia minoritária de sua participação na XP Inc., utilizando os recursos para reforçar seu caixa e manter sua estratégia de desalavancagem e novos investimentos.

10º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,54 ↓ 3,05%

Descrição: A Braskem (BRKM5) encerra a lista com queda de 3,05%, cotada a R$ 9,54. O volume negociado foi de R$ 27.711.792,00, referente a 2.904.800 ações. A mínima do dia tocou os R$ 9,40, enquanto a máxima chegou a R$ 9,82, partindo de um fechamento anterior de R$ 9,84. O papel enfrenta um cenário difícil, operando perto de patamares baixos se comparado à máxima de 52 semanas de R$ 12,92. A variação nominal foi de R$ 0,30 para baixo. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e insumos químicos básicos. A notícia mais latente sobre a empresa envolve as negociações em curso sobre sua venda pela Novonor e as discussões jurídicas e ambientais relacionadas ao evento geológico em Maceió, fatores que continuam gerando incerteza no mercado.

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