Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 31/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 NATU3 R$ 10,44 12,99%
2 MGLU3 R$ 8,77 9,63%
3 B3SA3 R$ 18,40 7,98%
4 ASAI3 R$ 9,48 7,61%
5 CSAN3 R$ 5,38 6,11%
6 COGN3 R$ 3,16 5,69%
7 LWSA3 R$ 3,80 5,56%
8 HYPE3 R$ 23,28 5,53%
9 LREN3 R$ 14,96 5,43%
10 BPAC11 R$ 56,29 5,41%

1º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 10,44 ↑ 12,99%

Descrição: A Natura (NATU3) liderou as altas do dia com uma valorização expressiva de 12,99%, fechando cotada a R$ 10,44. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, oscilando entre a mínima de R$ 9,90 e a máxima de R$ 10,45, praticamente encerrando o dia no topo de sua variação diária. O volume de ações negociadas atingiu 24.840.800 unidades, resultando em um giro financeiro robusto de R$ 259.337.952,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,24, o salto de R$ 1,20 por ação reflete um otimismo acentuado dos investidores. No acumulado de 52 semanas, o papel transita entre R$ 7,13 e R$ 11,30, mostrando que o preço atual se aproxima do teto anual. Este movimento de Rank 1 no volume e variação percentual indica um fluxo comprador atípico, possivelmente ancorado em expectativas de reestruturação ou resultados trimestrais acima do esperado pelo consenso de mercado.

A Natura é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e perfumaria, reconhecida globalmente por seu modelo de venda direta e foco em sustentabilidade. Recentemente, a empresa concluiu a venda da marca Aesop e da rede The Body Shop como parte de sua estratégia para reduzir o endividamento e focar na integração da Avon na América Latina.

2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,77 ↑ 9,63%

Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) garantiu a segunda posição no ranking de valorização, registrando alta de 9,63% e fechando o dia a R$ 8,77. O papel iniciou a jornada próximo à sua mínima de R$ 8,25 e escalou até a máxima de R$ 8,85, demonstrando fôlego comprador ao longo do pregão. O volume de negociação foi intenso, com 27.496.000 ações trocando de mãos, gerando um montante financeiro de R$ 241.139.920,00. Em relação ao fechamento anterior de R$ 8,00, houve um acréscimo nominal de R$ 0,77. Observando a janela de 52 semanas, a ação ainda opera distante da sua máxima de R$ 11,55, sugerindo espaço para recuperação caso o cenário macroeconômico, especialmente a curva de juros, continue favorável ao setor varejista. A liquidez apresentada confirma a relevância do ativo no índice Bovespa e a sensibilidade dos investidores às variações de curto prazo no consumo doméstico.

O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, operando tanto em lojas físicas quanto em um ecossistema de e-commerce e marketplace. Uma das notícias mais recentes sobre a companhia envolve a aprovação de um aumento de capital de R$ 1,25 bilhão, visando acelerar investimentos em tecnologia e otimizar a estrutura de capital.

3º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 18,40 ↑ 7,98%

Descrição: A B3 (B3SA3), a bolsa de valores brasileira, registrou uma performance sólida com alta de 7,98%, encerrando o pregão a R$ 18,40. O ativo apresentou a maior liquidez financeira entre os destaques analisados, movimentando R$ 993.583.440,00 através de 53.999.100 ações negociadas. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 17,32 e a máxima de R$ 18,49, evidenciando que o preço de fechamento ficou muito próximo do pico do dia. Com um ganho nominal de R$ 1,36 frente ao fechamento anterior de R$ 17,04, a B3SA3 flerta com sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 18,63. Esse desempenho sugere uma correlação positiva com o aumento do apetite ao risco e o volume projetado para o mercado de capitais nos próximos meses. Ocupando a 3ª posição no Rank de variações relevantes, a B3 se consolida como um termômetro direto da saúde financeira do mercado local.

A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, oferecendo serviços de negociação, custódia e infraestrutura de mercado para diversos tipos de ativos financeiros. Recentemente, a empresa anunciou o lançamento de novos contratos futuros de Bitcoin, visando atender à crescente demanda por diversificação em ativos digitais dentro do ambiente regulado.

4º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,48 ↑ 7,61%

Descrição: O Assaí Atacadista (ASAI3) apresentou uma valorização de 7,61% no último pregão, atingindo o valor de R$ 9,48. O papel iniciou as negociações na mínima de R$ 8,90 e atingiu seu ápice justamente no valor de fechamento, R$ 9,48, o que sinaliza uma pressão compradora persistente até o fim do dia. O volume de ações negociadas foi de 17.789.700 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 168.646.356,00. Comparado ao preço de referência anterior de R$ 8,81, o avanço foi de R$ 0,67. No histórico de 52 semanas, o ativo mostra uma amplitude considerável, com mínima em R$ 6,91 e máxima em R$ 11,88. O fechamento atual indica uma recuperação importante dentro do canal de preço anual, refletindo possivelmente a resiliência do setor de atacarejo em cenários de inflação controlada e foco em eficiência operacional pela gestão da companhia.

A Sendas Distribuidora, operando sob a marca Assaí, é uma das maiores redes de atacarejo do país, focada tanto no consumidor final quanto em pequenos empreendedores. A notícia mais recente do setor envolve a continuidade do plano de conversão de lojas e a redução da alavancagem financeira após a saída definitiva do grupo Casino de seu capital.

5º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,38 ↑ 6,11%

Descrição: A Cosan (CSAN3) registrou uma alta de 6,11%, encerrando o pregão cotada a R$ 5,38. O movimento diário foi caracterizado por uma oscilação entre R$ 5,18 e R$ 5,39, com o fechamento ocorrendo quase na máxima. Foram negociadas 38.939.400 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 209.493.972,00. O ganho de R$ 0,31 por ação em relação ao fechamento de R$ 5,07 demonstra uma recuperação técnica relevante, embora o papel ainda esteja significativamente abaixo da sua máxima de 52 semanas (R$ 8,78). A mínima do ano, fixada em R$ 4,92, sugere que o ativo encontrou um suporte importante recentemente. Este desempenho posiciona a Cosan no 5º lugar do nosso ranking diário, evidenciando o interesse do mercado em empresas com portfólios diversificados nos setores de energia, logística e agronegócio, apesar dos desafios globais de commodities.

A Cosan é uma holding brasileira que controla empresas como Raízen, Compass, Moove e Rumo, atuando nos setores de açúcar, álcool, energia, gás e logística. Uma notícia de destaque recente foi a movimentação da companhia para uma possível oferta pública inicial (IPO) de sua subsidiária Moove nos Estados Unidos, visando destravar valor para os acionistas.

6º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,16 ↑ 5,69%

Descrição: A Cogna Educação (COGN3) avançou 5,69% no pregão, finalizando o dia a R$ 3,16. Com uma mínima diária de R$ 3,06 e máxima de R$ 3,20, o papel manteve uma trajetória estável de ascensão durante as horas de mercado. O volume de negociação foi expressivo, com 37.082.200 ações movimentando R$ 117.179.752,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 2,99, a variação nominal foi de R$ 0,17. A ação apresenta uma volatilidade característica, tendo sua mínima de 52 semanas em R$ 1,65 e máxima em R$ 4,75. Ocupando a 6ª posição no rank, a Cogna atrai investidores que buscam exposição ao setor educacional, que tem reagido positivamente a discussões sobre programas governamentais de incentivo ao ensino superior e reestruturação de dívidas estudantis, além da melhora nas margens operacionais da própria companhia.

A Cogna Educação é um dos maiores grupos educacionais do mundo, detendo marcas como Kroton, Vasta e Saber, atuando desde a educação básica até o ensino superior. Recentemente, a empresa reportou um crescimento significativo em sua divisão de soluções digitais B2B, focando na expansão da Vasta no mercado de tecnologia educacional.

7º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,80 ↑ 5,56%

Descrição: A Locaweb (LWSA3) apresentou valorização de 5,56%, fechando o dia a R$ 3,80. O ativo teve uma variação discreta em termos nominais, de R$ 0,20 em relação aos R$ 3,60 do fechamento anterior, mas percentualmente relevante para o setor de tecnologia. A mínima do dia foi de R$ 3,65 e a máxima de R$ 3,82, com um volume de ações de 3.754.200, totalizando R$ 14.265.960,00 negociados. Embora o volume financeiro seja o menor desta lista de 10 ações, sua variação percentual a coloca em 7º lugar. No contexto de 52 semanas, o papel está mais próximo da mínima (R$ 2,30) do que da máxima (R$ 4,80), o que pode sinalizar uma oportunidade de entrada para investidores que acreditam na recuperação das empresas de tecnologia e serviços de internet no Brasil frente à estabilização dos juros.

A LWSA (anteriormente Locaweb) é líder em soluções de hospedagem, computação em nuvem e ferramentas digitais para pequenas e médias empresas. Recentemente, a companhia anunciou uma mudança na sua marca corporativa para “LWSA” e foco total na integração das diversas empresas adquiridas para potencializar seu ecossistema de e-commerce.

8º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 23,28 ↑ 5,53%

Descrição: A Hypera Pharma (HYPE3) registrou alta de 5,53%, com a cotação encerrando o dia em R$ 23,28. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 22,26 e a máxima de R$ 23,40. O volume negociado foi de 3.386.800 ações, gerando um movimento financeiro de R$ 78.844.704,00. Em relação ao fechamento anterior de R$ 22,06, o ganho por ação foi de R$ 1,22. No acumulado de um ano, o ativo oscilou entre R$ 18,20 e R$ 27,56. O desempenho de hoje coloca a Hypera na 8ª posição, refletindo o interesse do mercado em ativos defensivos do setor farmacêutico, especialmente após a divulgação de dados que corroboram a manutenção de market share em categorias-chave de medicamentos isentos de prescrição e genéricos, mantendo uma política de dividendos atrativa.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil em termos de receita líquida, detentora de marcas consagradas como Benegrip, Engov e Buscopan. A última notícia relevante da empresa envolveu a aprovação de um novo programa de recompra de ações, sinalizando confiança da diretoria no valor intrínseco da companhia frente ao preço de tela.

9º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,96 ↑ 5,43%

Descrição: As Lojas Renner (LREN3) tiveram uma valorização de 5,43% no pregão de hoje, com as ações fechando em R$ 14,96. O ativo apresentou uma variação entre a mínima de R$ 14,31 e a máxima de R$ 15,07. O volume de negociação foi robusto, com 19.812.900 ações transacionadas, resultando em um giro de R$ 296.400.984,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 14,19, houve um aumento de R$ 0,77 por título. Ao analisar as 52 semanas, observa-se que o papel está em um ponto intermediário, tendo mínima de R$ 11,14 e máxima de R$ 18,80. Este movimento de 9º lugar no ranking reflete uma melhora no sentimento do setor de varejo de moda, possivelmente impulsionado por expectativas de melhoria nas condições de crédito ao consumidor e controle de estoques mais eficiente demonstrado nos últimos relatórios financeiros.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando também as marcas Camicado, Youcom e a instituição financeira Realize. Recentemente, a Renner divulgou avanços em sua estratégia de sustentabilidade e transformação digital, visando otimizar a logística de entrega para competir com plataformas globais de moda rápida.

10º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 56,29 ↑ 5,41%

Descrição: O BTG Pactual (BPAC11) fecha a lista das 10 maiores variações com uma alta de 5,41%, atingindo R$ 56,29 por unidade (Units). O papel oscilou entre R$ 54,43 e R$ 56,60 ao longo do dia, demonstrando uma tendência de alta consistente desde a abertura. Foram negociadas 12.730.800 ações, totalizando um expressivo volume financeiro de R$ 716.616.732,00. Frente ao fechamento anterior de R$ 53,40, o ganho nominal foi de R$ 2,89. O BPAC11 está operando próximo às suas máximas de 52 semanas (R$ 62,99), após ter atingido uma mínima de R$ 31,40 no mesmo período. Ocupando a 10ª posição, o banco reafirma sua posição de destaque no setor financeiro, beneficiando-se do aumento das atividades de assessoria em fusões e aquisições e da expansão de sua plataforma de varejo de alta renda.

O BTG Pactual é o maior banco de investimento da América Latina, atuando em investment banking, wealth management e asset management. Uma notícia recente impactante foi o anúncio da aquisição do banco M.M.Warburg em Luxemburgo, parte da estratégia do BTG para expandir sua presença internacional e consolidar sua oferta de gestão de patrimônio na Europa.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PRIO3 R$ 66,21 -8,17%
2 RAIZ4 R$ 0,51 -3,77%
3 MBRF3 R$ 21,64 -3,09%
4 PCAR3 R$ 2,21 -3,07%
5 PETR4 R$ 48,67 -2,01%
6 PETR3 R$ 53,91 -1,35%
7 SMTO3 R$ 21,20 -1,03%
8 PETZ3 R$ 4,39 0,00%
9 CPLE6 R$ 14,26 0,00%
10 JBSS3 R$ 39,03 0,00%

1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 66,21 ↓8,17%

Descrição: A PRIO3 encerrou a sessão com uma queda acentuada de 8,17%, sendo negociada a R$ 66,21. O ativo apresentou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 66,20 e a máxima de R$ 72,98 ao longo do dia. O volume de ações movimentadas atingiu 27.612.800 unidades, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 1.828.243.488,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 72,10, a desvalorização nominal foi de R$ 5,89 por ação. Vale notar que, apesar da queda no dia, o papel se mantém próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 72,98), evidenciando um movimento de correção após fortes ralis. A mínima registrada no último ano foi de R$ 32,68, o que demonstra que o ativo ainda acumula ganhos substanciais no longo prazo.

A PRIO S.A. é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás do Brasil, focada na gestão de campos maduros e na eficiência operacional para maximizar a extração. Recentemente, a empresa foi alvo de um rebaixamento de recomendação pelo Morgan Stanley, que, embora reconheça a solidez operacional, apontou que o valuation atual já reflete boa parte das notícias positivas após uma disparada acumulada de 85%.

2º – RAIZÉN S.A. (RAIZ4) | R$ 0,51 ↓3,77%

Descrição: As ações da Raízen (RAIZ4) apresentaram recuo de 3,77%, fechando a R$ 0,51. Durante o pregão, o ativo oscilou entre R$ 0,49 e R$ 0,56, com um volume de negociação de 48.005.500 ações. O giro financeiro totalizou R$ 24.482.805,00. O fechamento anterior foi de R$ 0,53, representando uma variação negativa de R$ 0,02. O papel atravessa um momento desafiador, aproximando-se da sua mínima de 52 semanas de R$ 0,43 e estando muito distante da máxima de R$ 2,23 registrada no mesmo período. A liquidez do ativo permanece alta, mas a pressão vendedora reflete incertezas do setor e o cenário de endividamento da companhia frente às taxas de juros.

A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, atuando de forma integrada na produção de açúcar e etanol, além de possuir uma vasta rede de distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto a situação de liquidez da empresa; notícias de março de 2026 indicam que credores estão avaliando uma possível cisão da companhia e exigindo aportes maiores das controladoras para equilibrar a estrutura de capital.

3º – MARFRIG GLOBAL FOODS S.A. (MBRF3) | R$ 21,64 ↓3,09%

Descrição: A Marfrig registrou queda de 3,09% no último pregão, com suas ações cotadas a R$ 21,64. O movimento intradiário ocorreu entre a mínima de R$ 21,16 e a máxima de R$ 22,81. Foram negociadas 9.883.300 ações, gerando um volume financeiro de R$ 213.874.612,00. Em relação ao fechamento anterior de R$ 22,33, houve uma perda nominal de R$ 0,69 por papel. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que a ação está em um patamar intermediário, com mínima de R$ 14,59 e máxima de R$ 26,83. O desempenho do dia reflete o ajuste de expectativas no setor de proteínas, que lida com variações de custos de insumos e ciclos de gado globais.

A Marfrig é uma das líderes mundiais na produção de carne bovina e a maior produtora de hambúrgueres do mundo, com forte presença nos Estados Unidos e na América do Sul. Em relatórios recentes do final de março de 2026, analistas destacaram que, embora os resultados operacionais tenham sido robustos em 2025 devido às margens na BRF e na América do Sul, o lucro líquido foi pressionado por altos custos financeiros, totalizando apenas R$ 91 milhões no último trimestre reportado.

4º – COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO S.A. (PCAR3) | R$ 2,21 ↓3,07%

Descrição: As ações do GPA (PCAR3) fecharam em baixa de 3,07%, atingindo o valor de R$ 2,21. O volume de negociação foi de 4.162.900 ações, com movimentação financeira total de R$ 9.200.009,00. A variação nominal foi negativa em R$ 0,07 comparada ao fechamento anterior de R$ 2,28. Durante o dia, a ação tocou a mínima de R$ 2,20 e a máxima de R$ 2,36. O ativo encontra-se em uma zona de baixa pressão, operando perto da mínima de 52 semanas (R$ 1,89), muito aquém da máxima de R$ 4,95. A baixa confiança do investidor é visível na retração contínua do preço e no volume financeiro reduzido em comparação aos gigantes do setor.

O GPA é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando bandeiras icônicas como o Pão de Açúcar e o Extra. A empresa atravessa uma fase crítica de reestruturação financeira. Notícias de março de 2026 confirmam que a companhia entrou em um processo de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas, o que levou a agência Fitch a rebaixar sua nota de crédito para ‘CCC’.

5º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR4) | R$ 48,67 ↓2,01%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) recuaram 2,01%, encerrando o dia a R$ 48,67. O ativo movimentou o maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 3.834.616.827,00, com 78.788.100 ações trocando de mãos. A cotação variou entre R$ 47,65 e R$ 50,55, com uma queda nominal de R$ 1,00 frente ao fechamento de R$ 49,67. Apesar da queda diária, a PETR4 demonstra resiliência histórica, mantendo-se próxima da sua máxima de 52 semanas (R$ 50,69). O papel acumula uma valorização expressiva desde a mínima anual de R$ 27,30, impulsionado pela política de dividendos e pela valorização internacional do petróleo.

A Petrobras é a maior empresa do Brasil, atuando na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e derivados. Recentemente, a companhia atingiu um novo recorde de valor de mercado, superando os R$ 670 bilhões. Notícias de março de 2026 destacam que a estatal busca afastar ruídos políticos sobre a recompra da Refinaria de Mataripe, focando na manutenção de sua estratégia de refino e investimentos em transição energética.

6º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR3) | R$ 53,91 ↓1,35%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam a R$ 53,91, apresentando uma desvalorização de 1,35%. O volume negociado foi de 20.476.600 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 1.103.893.506,00. A cotação oscilou entre R$ 52,64 e R$ 55,78 durante o pregão. Comparado ao fechamento anterior de R$ 54,65, a queda nominal foi de R$ 0,74. Assim como o papel preferencial, a PETR3 opera em patamares elevados, com máxima de 52 semanas em R$ 56,14 e mínima em R$ 29,34. O spread entre PETR3 e PETR4 permanece característico, refletindo o direito a voto e as diferentes dinâmicas de liquidez e preferência de investidores institucionais.

Assim como mencionado anteriormente, a Petrobras mantém sua posição dominante no setor energético. Em março de 2026, além dos recordes de valorização, a empresa anunciou investimentos de R$ 3,8 bilhões na Refinaria Gabriel Passos (Regap) em Minas Gerais, reforçando sua infraestrutura de refino para atender ao mercado interno em um cenário de tensões globais no fornecimento de combustíveis.

7º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 21,20 ↓1,03%

Descrição: A São Martinho (SMTO3) registrou uma queda de 1,03%, encerrando a R$ 21,20. O ativo operou em uma faixa estreita entre R$ 20,70 e R$ 21,70, com um volume de 4.041.000 ações negociadas. O volume financeiro foi de R$ 85.669.200,00. Em relação ao fechamento anterior de R$ 21,42, a variação nominal foi de R$ 0,22 negativos. A ação está atualmente em sua máxima de 52 semanas (R$ 21,70), o que indica que, apesar do pequeno recuo diário, o papel vive um momento de forte valorização recente, tendo partido de uma mínima de R$ 12,91 no último ano.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. Notícias de março de 2026 indicam que a companhia conseguiu entregar uma excelente margem EBITDA de quase 50% em seus resultados mais recentes, superando as estimativas do mercado, apesar de volumes de moagem abaixo do ideal no último ciclo.

8º – PET CENTER COMÉRCIO E PARTICIPAÇÕES S.A. (PETZ3) | R$ 4,39 ↔ 0,00%

Descrição: As ações da Petz (PETZ3) encerraram o pregão estáveis a R$ 4,39, sem variação percentual em relação ao fechamento de R$ 4,34 (ajuste técnico de fechamento versus preço atual). O ativo movimentou 5.310.700 ações, somando um volume financeiro de R$ 23.313.973,00. A mínima do dia foi de R$ 4,35 e a máxima de R$ 4,54. No acumulado de 52 semanas, o papel variou entre R$ 3,56 e R$ 5,12, mostrando que a ação está lateralizada em patamares baixos, refletindo a consolidação do setor de varejo pet e a integração com novos ativos após fusões recentes.

A Petz é a rede líder no mercado pet brasileiro, oferecendo serviços e produtos variados em um modelo de ecossistema. O fato mais relevante recente, reportado no início de 2026, foi a concretização da fusão com a Cobasi para formar a “União Pet”. Embora as ações ainda negociem sob tickers legados em alguns terminais, a expectativa é de ganhos de sinergia e liderança absoluta no varejo especializado.

9º – COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA – COPEL (CPLE6) | R$ 14,26 ↔ 0,00%

Descrição: A Copel (CPLE6) fechou o dia sem variação percentual, mantendo o preço de R$ 14,26. O volume negociado foi de 8.519.600 ações, com giro financeiro de R$ 121.489.496,00. O papel oscilou levemente entre R$ 14,09 e R$ 14,31 durante a sessão. Com máxima de 52 semanas em R$ 14,52 e mínima em R$ 8,39, a Copel demonstra ser um dos ativos mais resilientes e defensivos do índice, operando muito próxima de seus níveis recordes. A estabilidade no preço atual reflete a percepção de valor justo por parte do mercado após a privatização bem-sucedida.

A Copel é uma das principais empresas do setor elétrico brasileiro, atuando em geração, transmissão e distribuição de energia. Notícias de março de 2026 destacam que a empresa pode pagar até R$ 17,9 bilhões em dividendos até 2030, segundo projeções do BTG Pactual. Além disso, a companhia recentemente atraiu fluxo estrangeiro após o rebalanceamento de índices do MSCI Brazil, elevando sua relevância no cenário global.

10º – JBS S.A. (JBSS3) | R$ 39,03 ↔ 0,00%

Descrição: Encerrando a lista, a JBS (JBSS3) manteve a estabilidade no fechamento a R$ 39,03. O ativo teve uma movimentação robusta, com 94.391.100 ações negociadas — o maior volume em quantidade da lista — gerando um volume financeiro colossal de R$ 3.684.084.633,00. A cotação oscilou entre a mínima de R$ 38,40 e a máxima de R$ 40,06. O papel mostra solidez, operando acima da média de 52 semanas (mínima de R$ 23,88 e máxima de R$ 45,18). A manutenção do preço em um dia de volumes tão altos sugere uma forte disputa entre compradores e vendedores, equilibrando o valor de mercado da gigante das proteínas.

A JBS é a maior empresa de proteína animal do mundo, com operações diversificadas em vários continentes e uma ampla gama de produtos. Em notícia de 25 de março de 2026, a companhia reportou um lucro líquido de US$ 415 milhões no quarto trimestre de 2025 e anunciou o pagamento de dividendos de US$ 1 por ação, a serem distribuídos em junho de 2026, reafirmando sua forte geração de caixa.

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Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/03/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 ITRI11 R$ 88,24 0,031564 2