Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 31/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SANB11 R$ 28,62 13,35
2 AZZA3 R$ 16,42 3,53
3 IRBR3 R$ 56,06 3,22
4 HAPV3 R$ 11,28 2,45
5 CSAN3 R$ 4,07 2,01
6 BEEF3 R$ 3,66 1,95
7 PRIO3 R$ 60,85 1,48
8 SUZB3 R$ 43,32 1,38
9 PETR4 R$ 43,42 1,35
10 RADL3 R$ 18,48 1,26

1º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 28,62 ↑13,35%

Descrição: O Banco Santander Brasil encerrou o pregão em forte alta de 13,35%, cotado a R$ 28,62, liderando os ganhos da sessão. O ativo oscilou entre a mínima diária de R$ 28,40 e a máxima de R$ 28,75, apresentando uma variação absoluta positiva de R$ 3,37 frente ao fechamento anterior de R$ 25,25. O volume financeiro movimentado atingiu expressivos R$ 714,26 milhões, com 24,95 milhões de papéis negociados. Em uma perspectiva de 52 semanas, a unit SANB11 varia de uma mínima de R$ 23,61 a uma máxima de R$ 36,46, mostrando forte recuperação em relação aos seus menores patamares do ano.

O Banco Santander Brasil é uma das maiores instituições financeiras privadas do país, atuando em múltiplos segmentos bancários como crédito corporativo, varejo, cartões e investimentos. A disparada nos preços do papel ocorreu após o anúncio de que a matriz espanhola do banco pretende lançar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) de ações por meio de permuta, visando fechar o capital da subsidiária brasileira e oferecendo um prêmio atrativo em BDRs/ADRs aos acionistas minoritários.

2º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 16,42 ↑3,53%

Descrição: As ações da Azzas 2154 registraram valorização de 3,53% no dia, fechando cotadas a R$ 16,42, com uma alta em valor absoluto de R$ 0,56 perante o fechamento anterior de R$ 15,86. Ao longo da jornada, os papéis negociaram entre a mínima de R$ 15,89 e a máxima de R$ 16,49. O volume de ações trocadas ficou em 1,83 milhão de unidades, somando um volume financeiro negociado de R$ 30,09 milhões. No histórico dos últimos 12 meses (52 semanas), o ativo flutuou na faixa de R$ 15,65 a R$ 34,97, indicando que a recente alta ocorre perto dos níveis mais descontados de sua cotação anual.

A Azzas 2154 S.A. é o gigante do varejo de moda e calçados resultante da fusão estratégica entre Arezzo&Co e Grupo Soma, detendo marcas consagradas no mercado nacional e internacional. O impulso nas ações foi beneficiado pelo alívio na curva de juros futuros e dados de inflação brandos, que aquecem o setor varejista, enquanto o mercado acompanha de perto as discussões internas de governança e reestruturação de ativos no grupo.

3º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 56,06 ↑3,22%

Descrição: O papel do IRB-Brasil Resseguros avançou 3,22% no encerramento das negociações, sendo cotado a R$ 56,06. O incremento no valor por ação foi de R$ 1,75 em comparação ao preço de fechamento anterior, fixado em R$ 54,31. No intraday, o ativo registrou a mínima de R$ 55,37 e buscou a máxima de R$ 57,24, movimentando um volume de 1,06 milhão de ações e gerando um montante financeiro total de R$ 59,73 milhões. A amplitude em 52 semanas situa-se entre R$ 42,96 (mínima) e R$ 64,75 (máxima).

O IRB-Brasil Re é a maior resseguradora do país, prestando serviços de transferência de riscos para seguradoras operantes na América Latina. As últimas análises do mercado destacam a continuidade da melhora na disciplina de subscrição e na recuperação gradual do lucro líquido operacional da companhia, consolidando a busca por eficiência e equilíbrio patrimonial após ciclos de reestruturação técnica.

4º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 11,28 ↑2,45%

Descrição: Os papéis da Hapvida fecharam a sessão em alta de 2,45%, cotados a R$ 11,28, estabelecendo uma elevação de R$ 0,27 ante o valor de fechamento anterior de R$ 11,01. O papel variou entre R$ 10,93 na mínima do dia e R$ 11,34 no seu ponto máximo. Foram negociadas 1,95 milhão de ações, perfazendo um volume financeiro total de R$ 22,09 milhões no mercado. Analisando o intervalo de 52 semanas, o ativo demonstrou oscilação acentuada, com piso em R$ 7,00 e teto em R$ 42,66.

A Hapvida é uma das maiores operadoras integradas de saúde do Brasil, operando vasta rede própria de hospitais, prontas-atendimentos e clínicas médicas. Recentemente, a companhia anunciou ajustes estratégicos em sua estrutura operacional e reorganização de sua diretoria executiva visando ganhos de eficiência e rentabilidade no setor de medicina suplementar.

5º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 4,07 ↑2,01%

Descrição: A Cosan registrou valorização de 2,01% durante a sessão, encerrando cotada a R$ 4,07. O ganho por papel foi de R$ 0,08 frente ao encerramento anterior de R$ 3,99. A cotação transitou entre a mínima diária de R$ 3,90 e a máxima de R$ 4,11. O ativo apresentou alta liquidez, somando 11,94 milhões de ações negociadas e movimentando R$ 48,61 milhões em volume financeiro total. No acumulado das últimas 52 semanas, a faixa de preços do papel oscilou de R$ 3,20 até R$ 8,03.

A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados industriais do país, com atuação diversificada nos setores de energia, logística, infraestrutura, distribuição de combustíveis e agronegócio. A companhia tem buscado focar na eficiência operacional de suas subsidiárias (como Raízen, Rumo e Compass) e no gerenciamento de sua estrutura de endividamento corporativo.

6º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,66 ↑1,95%

Descrição: A ação da Minerva encerrou o dia cotada a R$ 3,66, registrando variação positiva de 1,95%. A elevação em valor absoluto atingiu R$ 0,07 em comparação ao preço base do fechamento anterior de R$ 3,59. No decorrer do pregão, a mínima anotada foi de R$ 3,59 e a máxima alcançou R$ 3,68. A quantidade de ações negociadas superou 5,46 milhões de unidades, gerando uma movimentação financeira de R$ 20,00 milhões. Em 52 semanas, a menor cotação registrada para o ativo foi R$ 3,39 e a maior situou-se em R$ 7,31.

A Minerva Foods é uma das líderes no mercado sul-americano de produção e comercialização de carne in natura e seus derivados, com forte representatividade nas exportações para o mercado global. O setor frigorífico acompanha atentamente a evolução da demanda asiática e os ciclos pecuários locais para manutenção das margens de rentabilidade.

7º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 60,85 ↑1,48%

Descrição: O ativo PRIO3 fechou o pregão cotado a R$ 60,85, o que representa um aumento de 1,48% em relação ao dia anterior, quando fechou em R$ 59,96. A variação positiva foi de R$ 0,89 por ação. Os preços flutuaram entre a mínima de R$ 59,82 e a máxima de R$ 61,08 ao longo da sessão. O papel apresentou alto volume de negociação, somando 7,17 milhões de ações trocadas e movimentando R$ 436,58 milhões no mercado. Nas últimas 52 semanas, o preço do ativo oscillou entre R$ 34,18 e R$ 72,98.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior companhia independente de petróleo e gás do Brasil, especializada na gestão, recuperação e eficiência de campos maduros de exploração offshore. O desempenho recente reflete a curva de preços do barril de petróleo no cenário internacional e o andamento dos projetos operacionais da petroleira.

8º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 43,32 ↑1,38%

Descrição: As ações da Suzano registraram alta de 1,38% no pregão, sendo negociadas ao valor de R$ 43,32 no fechamento. A valorização representou um acréscimo de R$ 0,59 por papel comparado ao valor de R$ 42,73 do fechamento anterior. Durante o dia, a cotação mínima observada foi de R$ 42,73, enquanto a máxima bateu R$ 43,40. Foram movimentadas 3,41 milhões de ações, resultando em um giro financeiro de R$ 147,72 milhões. O intervalo das 52 semanas aponta cotação mínima em R$ 39,17 e máxima em R$ 59,64.

A Suzano S.A. é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. O ativo é fortemente influenciado pelas flutuações da cotação internacional da celulose (PIX/FOEX) e pela variação cambial do dólar frente ao real.

9º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 43,42 ↑1,35%

Descrição: Os papéis preferenciais da Petrobras encerraram a jornada cotados a R$ 43,42, registrando ganho de 1,35%. O incremento financeiro unitário foi de R$ 0,58 ante o valor de fechamento anterior de R$ 42,84. A variação de preços no dia esteve contida entre a mínima de R$ 42,86 e a máxima de R$ 43,55. O ativo movimentou o maior montante financeiro da sessão entre os analisados, totalizando R$ 1,08 bilhão com 24,94 milhões de ações transacionadas. Em 52 semanas, PETR4 marca oscilação de R$ 27,36 na mínima até R$ 49,18 na máxima.

A Petrobras é a estatal brasileira de economia mista que atua de forma integrada na exploração, produção, refino e distribuição de energia e hidrocarbonetos. Notícias recentes ligadas à aprovação de novos proventos e planos estratégicos corporativos continuam a direcionar o interesse dos investidores institucionais e de varejo.

10º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 18,48 ↑1,26%

Descrição: A ação da Raia Drogasil registrou avanço de 1,26% no fechamento, cotada a R$ 18,48, o que equivale a um ganho de R$ 0,23 frente ao preço de R$ 18,25 anotado no fechamento anterior. O papel negociou entre a mínima diária de R$ 18,18 e a máxima de R$ 18,67. O volume de ações transacionadas foi de 6,25 milhões, acumulando um volume financeiro negociado de R$ 115,57 milhões no pregão. Nos últimos 12 meses (52 semanas), o valor do papel flutuou entre R$ 12,53 e R$ 27,13.

A Raia Drogasil (RD Saúde) é a rede líder absoluta no varejo farmacêutico do Brasil, contando com milhares de drogarias espalhadas pelo país. A companhia se destaca no mercado pela resiliência defensiva de seus negócios, forte presença no varejo digital e contínuo plano de expansão orgânica de lojas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PCAR3 R$ 2,59 -5,47
2 BRAV3 R$ 19,80 -2,89
3 USIM5 R$ 7,36 -2,52
4 VAMO3 R$ 3,34 -2,34
5 MBRF3 R$ 17,54 -2,34
6 CSNA3 R$ 4,84 -2,22
7 AURE3 R$ 10,98 -1,96
8 HYPE3 R$ 21,27 -1,76
9 RENT3 R$ 37,61 -1,62
10 LWSA3 R$ 3,72 -1,33

1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,59 ↓5,47%

Descrição: No fechamento do pregão, as ações da Companhia Brasileira de Distribuição S.A. registraram o valor de R$ 2,59, amargando a maior queda do dia entre os papéis monitorados, com uma retração percentual de 5,47%. Essa depreciação representou um recuo absoluto de R$ 0,15 em relação ao valor de fechamento anterior, que havia fixado a cotação em R$ 2,74. Durante a sessão, o ativo operou com volatilidade acentuada, atingindo a cotação mínima do dia em R$ 2,57 e alcançando uma máxima intraday de R$ 2,74. O volume total de papéis negociados somou 2.971.800 unidades, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 7.696.962,00. Sob uma perspectiva temporal mais ampla de 52 semanas, os títulos da varejista acumulam uma amplitude substancial de variação, registrando a menor marca em R$ 1,40 e o topo anual em R$ 4,60. Com esse desempenho negativo no dia, a empresa figurou na 1ª posição do ranking de desvalorização.

A Companhia Brasileira de Distribuição, amplamente conhecida por sua marca GPA, é um dos maiores grupos do setor de varejo alimentar no Brasil, operando redes de supermercados, hipermercados e plataformas de e-commerce. Recentemente, a empresa vem direcionando esforços estratégicos para o fortalecimento de sua estrutura de capital, processos de desalavancagem financeira e otimização do seu ecossistema de vendas omnichannel.

2º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,80 ↓2,89%

Descrição: As ações de emissão da Brava Energia S.A., negociadas sob o código BRAV3, encerraram a sessão cotadas a R$ 19,80, o que representa um expressivo recuo diário de 2,89%. Em termos nominais, a desvalorização foi de R$ 0,59 frente ao preço da sessão anterior, quando o ativo havia fechado cotado em R$ 20,39. Ao longo da jornada diária, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,73 e a máxima de R$ 20,48. O volume de negociações registrou a marca expressiva de 8.895.700 ações transacionadas, resultando em um volume negociado total de R$ 176.134.860,00, um dos maiores liquidez do período analisado. No histórico das últimas 52 semanas, os papéis da companhia variaram entre a mínima de R$ 13,21 e a máxima de R$ 22,15. Esse desempenho colocou o ativo na 2ª posição da nossa listagem analítica.

A Brava Energia S.A. é uma produtora independente de petróleo e gás natural criada a partir da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, atuando na exploração e produção de campos maduros e em desenvolvimento. Entre os eventos recentes mais destacados da companhia, sobressai-se o progresso operacional para o avanço do primeiro óleo e expansão do portfólio de ativos no offshore brasileiro.

3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 7,36 ↓2,52%

Descrição: Os papéis preferenciais da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A (USIMINAS), identificados pelo código USIM5, fecharam o dia no valor de R$ 7,36, registrando uma variação negativa de 2,52%. A queda absoluta foi de R$ 0,19 em comparação com o preço de fechamento anterior, fixado em R$ 7,55. No decorrer do pregão diário, o preço das ações oscilou entre o valor mínimo de R$ 7,29 e o valor máximo de R$ 7,65. O mercado demonstrou forte movimentação para o ativo, registrando um volume de 15.056.200 ações negociadas, o que gerou um volume financeiro total de R$ 110.813.632,00. Na janela de avaliação de 52 semanas, os papéis registraram piso em R$ 3,92 e teto em R$ 12,18. Diante destes números consolidados, a siderúrgica ocupou a 3ª posição na classificação do relatório.

A USIMINAS é uma das principais siderúrgicas brasileiras, atuando na produção de aço plano e fornecendo insumos essenciais para setores como automotivo, construção civil e bens de capital. A empresa vem acompanhando de perto os ciclos de preços globais das commodities siderúrgicas e as demandas do mercado interno, mantendo o foco em otimização de custos e modernização de suas plantas produtivas.

4º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,34 ↓2,34%

Descrição: Os títulos da Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos encerram as negociações negociados ao preço de R$ 3,34 por ação, anotando uma desvalorização percentual de 2,34%. Essa retração significou uma queda nominal de R$ 0,08 quando comparada ao encerramento da última sessão, na qual o ativo havia registrado o preço de R$ 3,42. No transcorrer do dia, as ações oscilaram entre a mínima de R$ 3,33 e a máxima de R$ 3,45. O volume total de títulos negociados alcançou a soma de 9.077.100 unidades, movimentando um montante financeiro total equivalente a R$ 30.317.514,00. Analisando o intervalo das últimas 52 semanas, as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 2,68 e a máxima de R$ 4,92. Com esses resultados consolidados, o ativo ficou posicionado na 4ª colocação da listagem diária.

A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação e renovação de frotas de caminhões, máquinas e equipamentos amarelos, além de operar uma ampla rede de concessionárias. A empresa tem focado no crescimento de sua frota alocada por meio de contratos de longo prazo, buscando resiliência operacional e ampliação do retorno sobre o capital investido.

5º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 17,54 ↓2,34%

Descrição: A cotação final das ações de emissão da Marfrig Global Foods S.A. atingiu a marca de R$ 17,54 no encerramento da sessão, contabilizando uma desvalorização percentual de 2,34%. O recuo no preço dos papéis correspondeu a uma diferença de -R$ 0,42 em relação ao preço do fechamento anterior, quando a ação valia R$ 17,96. Ao longo das negociações do dia, a cotação registrou mínima intraday de R$ 17,34 e máxima de R$ 18,01. O volume de papéis transacionados atingiu 5.446.300 unidades, acumulando um volume total negociado de R$ 95.528.102,00 na sessão. Observando o gráfico de 52 semanas, os papéis demonstraram intervalo entre a mínima de R$ 14,49 e a máxima histórica no período de R$ 26,83. A frigorífica figurou assim no 5º lugar da nossa análise quantitativa.

A Marfrig Global Foods é uma das companhias globais líderes na produção e comercialização de carne bovina e produtos alimentícios processados, com forte presença na América do Sul e América do Norte. A empresa tem buscado capturar sinergias operacionais com suas participações estratégicas e acelerar iniciativas de sustentabilidade e rastreabilidade na cadeia de suprimentos.

6º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 4,84 ↓2,22%

Descrição: As ações ordinárias da Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSN), sob a sigla CSNA3, concluíram a sessão negociadas a R$ 4,84, representando uma variação negativa de 2,22%. No comparativo financeiro direto com o fechamento anterior, cujo valor registrado havia sido de R$ 4,95, houve uma redução de R$ 0,11 por ação. No decorrer das negociações do dia, o papel oscilou entre o limite inferior de R$ 4,75 e o limite superior de R$ 4,92. Durante o pregão, o volume de ações trocadas de mãos somou 10.326.500 unidades, impulsionando um volume financeiro negociado de R$ 49.980.260,00. No acumulado das últimas 52 semanas, as ações da mineradora e siderúrgica variaram entre a cotação mínima de R$ 4,49 e a máxima de R$ 11,32. Tais dados posicionaram a empresa na 6ª posição.

A CSN é um dos maiores conglomerados industriais do país, atuando de forma integrada nos setores de siderurgia, mineração, cimento, logística e energia. O foco recente da diretoria tem sido no plano de desinvestimentos e desalavancagem financeira, somado à busca de eficiências operacionais em suas divisões de mineração e siderurgia.

7º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 10,98 ↓1,96%

Descrição: Os papéis da Auren Energia S.A. encerraram o pregão cotados a R$ 10,98, assinalando uma retração no valor equivalente a 1,96%. Esse valor reflete uma queda de R$ 0,22 em relação ao preço de fechamento anterior, que estava cotado em R$ 11,20. Ao longo do dia, as ações da elétrica trafegaram entre uma cotação mínima de R$ 10,91 e atingiram a máxima diária de R$ 11,28. No volume total de negociações, registraram-se 5.442.300 ações comercializadas no mercado, totalizando um volume negociado em dinheiro de R$ 59.756.454,00. Avaliando o histórico acumulado das últimas 52 semanas, observa-se uma flutuação com menor preço em R$ 9,13 e maior preço em R$ 14,66. Com este desempenho na bolsa, a empresa garantiu a 7ª colocação no painel.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil, com um portfólio diversificado em matrizes hídrica, eólica e solar. A companhia destaca-se por sua estratégia de crescimento sustentável, foco em transição energética e consolidação do setor por meio de aquisições e novos projetos geradores.

8º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 21,27 ↓1,76%

Descrição: As ações da Hypera S.A. encerraram a jornada diária no valor de R$ 21,27, registrando um movimento de desvalorização na ordem de 1,76%. A alteração monetária do ativo frente ao fechamento anterior — que apontava o valor de R$ 21,65 — foi uma redução de R$ 0,38. Durante a sessão operacional, as cotações estabeleceram a mínima de R$ 21,22 e chegaram ao pico máximo diário de R$ 22,20. O volume negociado no pregão foi de 1.468.600 papéis transacionados, gerando uma movimentação financeira total de R$ 31.237.122,00. Na análise retrospectiva do período de 52 semanas, o valor dos títulos flutuou da marca mínima de R$ 19,64 até o teto máximo de R$ 26,53. O papel da farmacêutica figurou no 8º lugar na classificação de retração.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil em receita líquida, possuindo um amplo portfólio de marcas líderes em medicamentos isentos de prescrição, prescrição médica e produtos para cuidados pessoais. A empresa mantém investimento contínuo em inovação, pesquisa e desenvolvimento para expandir sua linha de produtos no mercado nacional.

9º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 37,61 ↓1,62%

Descrição: O preço das ações de emissão da Localiza Rent a Car S.A. fechou o pregão cotado a R$ 37,61, assinalando um recuo de 1,62% ao longo do dia. A redução absoluta registrada no papel foi de R$ 0,62 quando comparada à cotação registrada no encerramento anterior, que era de R$ 38,23. No decorrer dos negócios, as cotações oscilaram entre a mínima do dia de R$ 37,60 e a cotação máxima de R$ 39,00. A liquidez do papel mostrou-se muito elevada, movimentando 4.718.000 ações e contabilizando um volume financeiro expressivo de R$ 177.443.980,00. Durante a janela histórica de 52 semanas, os títulos oscilaram da mínima de R$ 29,98 à máxima de R$ 52,69. Com esse desempenho, a companhia ocupou a 9ª posição da listagem analítica.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros e gestão de frotas da América Latina, atuando também na venda de seminovos para renovação de frota. A empresa continua focada na captura de eficiências operacionais derivadas da integração de ativos, gestão da depreciação da frota e expansão de serviços digitais de mobilidade.

10º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,72 ↓1,33%

Descrição: As ações de emissão da LWSA S/A fecharam a sessão no preço de R$ 3,72, assinalando uma retração de 1,33% no valor do papel. A variação absoluta da ação registrou perda de R$ 0,05 em relação ao preço do fechamento do dia anterior, precificado em R$ 3,77. Na oscilação ocorrida ao longo da sessão de negócios, a cotação registrou a mínima de R$ 3,66 e atingiu a máxima de R$ 3,77. O número de papéis negociados ao longo da sessão somou 2.624.000 unidades, resultando em um volume negociado acumulado no dia de R$ 9.761.280,00. Na janela de acompanhamento de 52 semanas, os papéis alternaram posições entre a mínima registrada de R$ 3,28 e o valor máximo de R$ 4,80. Com este desempenho, a empresa fechou a listagem ocupando a 10ª posição.

A LWSA (anteriormente conhecida como Locaweb) é um dos maiores ecossistemas de tecnologia e e-commerce do Brasil, oferecendo soluções corporativas que vão desde hospedagem de sites e computação em nuvem até plataformas completas de comércio eletrônico, pagamentos e logística para pequenas e médias empresas.

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