Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 02/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RBRX11 R$ 8,28 0,08%
2 VIUR11 R$ 6,19 0,04%
3 HSAF11 R$ 80,80 0,04%
4 LIFE11 R$ 8,53 0,02%
5 ARRI11 R$ 6,85 0,02%
6 RBFF11 R$ 54,13 0,02%
7 MCRE11 R$ 9,22 0,02%
8 HFOF11 R$ 6,68 0,02%
9 TRBL11 R$ 69,10 0,02%
10 URPR11 R$ 38,20 0,02%

1º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,28 ↑7,95%

Descrição: O fundo imobiliário RBRX11 liderou o ranking de valorização no período analisado, apresentando um fechamento de R$ 8,28, o que representa uma expressiva alta de 7,95% em relação ao fechamento anterior de R$ 7,67. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade em patamares elevados, com mínima de R$ 8,28 e máxima de R$ 8,29. O volume de ações negociadas atingiu 315.696 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 2.613.962,88. Embora os dados de mínima e máxima de 52 semanas não tenham sido fornecidos na tabela, a variação nominal de R$ 0,61 por cota reforça o forte apetite dos investidores por este papel no dia. Este desempenho sugere uma reação positiva do mercado a fatores intrínsecos à gestão ou ao portfólio do fundo.

O RBR Plus Multiestratégia é um fundo do tipo “Hedge Fund” gerido pela RBR Asset, focado em explorar o ciclo imobiliário através de uma carteira diversificada que inclui CRIs, FIIs e ativos de desenvolvimento. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a distribuição de rendimentos referentes ao mês de dezembro de 2025, fixados em R$ 0,09 por cota.

2º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 6,19 ↑4,38%

Descrição: O ativo VIUR11 encerrou a sessão cotado a R$ 6,19, consolidando uma alta de 4,38%. A variação positiva de R$ 0,26 por cota foi sustentada por um volume de 81.805 ações e uma movimentação financeira de R$ 506.372,95. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 5,94 e a máxima de R$ 6,19. É importante destacar que o valor de fechamento se aproxima da máxima de 52 semanas (R$ 6,50), distanciando-se significativamente da mínima anual de R$ 4,41. Esse movimento indica uma recuperação sólida e uma tendência de valorização consistente, refletindo o otimismo dos cotistas quanto à estratégia de renda urbana aplicada pela gestão Vinci Partners em seu portfólio imobiliário.

O VIUR11 é um fundo imobiliário gerido pela Vinci Real Estate que investe primordialmente em imóveis de renda urbana, como varejo e educação. Uma notícia relevante recente envolve o anúncio de dividendos para janeiro de 2026 no valor de R$ 0,09 por cota, mantendo o histórico de proventos recorrentes para sua base de mais de 43 mil cotistas.

3º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,80 ↑3,60%

Descrição: Com um fechamento de R$ 80,80, o HSAF11 registrou uma valorização de 3,60%, equivalente a um aumento de R$ 2,81 por cota. O ativo operou em uma faixa estreita de preços durante o dia, com mínima de R$ 77,85 e atingindo seu pico no próprio fechamento. O volume negociado foi de 21.100 ações, gerando um montante financeiro de R$ 1.704.880,00. O fechamento coincide com a máxima de 52 semanas (R$ 80,80), evidenciando que o fundo atravessa seu melhor momento no último ano. A solidez demonstrada pelo ativo, partindo de um fechamento anterior de R$ 77,99, aponta para uma forte demanda institucional e de varejo por títulos de crédito imobiliário sob gestão da HSI.

O HSAF11 é um fundo de papel gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos), focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta qualidade. Notícias recentes destacam que o fundo fechou o ano de 2025 com uma das maiores valorizações do setor, impulsionado pela estabilização das taxas de juros e pelo pagamento regular de dividendos na casa de R$ 0,95 por cota.

4º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,53 ↑2,40%

Descrição: O LIFE11 apresentou um desempenho positivo de 2,40% no último pregão, fechando a R$ 8,53. O valor representa um acréscimo de R$ 0,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,33. O ativo registrou uma movimentação de 101.081 ações, com volume financeiro totalizando R$ 862.220,93. Durante a jornada, a mínima foi de R$ 8,35 e a máxima de R$ 8,54. Nota-se que o valor atual está no limite superior de sua performance anual, sendo a máxima de 52 semanas exatamente os R$ 8,54 atingidos no dia. Este comportamento sugere que o mercado precificou positivamente os ativos de desenvolvimento e crédito que compõem a tese da Life Capital Partners.

O LIFE11 é um fundo híbrido que atua em recebíveis e desenvolvimento urbano, buscando gerar renda mensal recorrente para os investidores. Recentemente, a gestora confirmou o pagamento de R$ 0,12 por cota como rendimento, reafirmando sua estratégia de dividendos robustos que superam a média de mercado do setor de imóveis comerciais.

5º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,85 ↑2,39%

Descrição: O ARRI11 encerrou o dia com valorização de 2,39%, atingindo a cotação de R$ 6,85. A variação absoluta foi de R$ 0,16 sobre o fechamento anterior de R$ 6,69. Foram negociadas 43.278 cotas, movimentando R$ 296.454,30. O ativo apresentou mínima de R$ 6,70 e máxima de R$ 6,86 durante a sessão. Embora esteja operando abaixo da máxima anual de R$ 7,12, o fundo demonstra uma recuperação importante frente à mínima de 52 semanas de R$ 6,21. A estabilidade no volume e a tendência de alta refletem o interesse contínuo por fundos de recebíveis (papel) que oferecem proteção contra a inflação e rendimentos mensais previsíveis.

O ARRI11 é um fundo imobiliário de papel que investe em uma carteira diversificada de CRIs, com foco em gestão ativa de risco e retorno. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de R$ 0,09 por cota aos seus investidores, mantendo a consistência mesmo diante de um cenário de volatilidade no mercado de crédito imobiliário.

6º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFF11) | R$ 54,13 ↑1,94%

Descrição: O RBFF11 registrou alta de 1,94%, fechando a R$ 54,13. O aumento nominal foi de R$ 1,03 comparado ao fechamento de R$ 53,10. Com um volume de 3.801 ações, a movimentação financeira somou R$ 205.748,13. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 52,71 e a máxima de R$ 54,28. O fundo de fundos (FoF) da Rio Bravo mantém-se próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 54,41), indicando que a estratégia de alocação em outros FIIs tem sido bem-sucedida no ciclo atual. O baixo volume de cotas negociadas em relação a outros fundos da lista sugere uma base de investidores mais resiliente ou uma menor liquidez pontual nesta sessão específica.

O RBFF11 é um Fundo de Fundos gerido pela Rio Bravo, cujo objetivo é superar a performance do índice IFIX através da seleção criteriosa de outros fundos imobiliários. Notícias recentes indicam que o fundo aprovou um aumento significativo na distribuição de rendimentos, passando para R$ 1,02 por cota no início de 2026.

7º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,22 ↑1,77%

Descrição: O ativo MCRE11 fechou o pregão cotado a R$ 9,22, o que representa uma elevação de 1,77%. A variação positiva foi de R$ 0,16 em relação ao dia anterior (R$ 9,06). Houve expressiva liquidez para o papel, com 259.540 ações trocando de mãos e um volume financeiro de R$ 2.392.958,80, um dos maiores do grupo analisado. Durante o dia, os preços variaram entre R$ 9,02 e R$ 9,22. O fundo opera muito próximo de sua máxima anual de R$ 9,30, consolidando uma trajetória de recuperação robusta desde a mínima de R$ 6,15. A alta demanda reforça a confiança do mercado nos ativos de alto rendimento (High Yield) que compõem sua carteira.

O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e foca em ativos de crédito imobiliário com perfis de maior risco e retorno. Uma notícia de destaque recente aponta que o MCRE11 foi um dos fundos que mais subiram em 2025, impulsionado pela gestão eficiente de sua carteira de recebíveis de alta rentabilidade.

8º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,68 ↑1,67%

Descrição: O HFOF11 encerrou a sessão com valorização de 1,67%, atingindo o preço de R$ 6,68. O incremento foi de R$ 0,11 sobre o valor anterior de R$ 6,57. Com 208.130 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.390.308,40. O ativo tocou a mínima de R$ 6,55 e a máxima de R$ 6,68, terminando o dia em seu patamar mais alto. Interessante notar que o valor de fechamento é exatamente igual à máxima de 52 semanas, sugerindo um forte momento de “bull run” para o fundo. Esse desempenho reflete a valorização das cotas dos fundos imobiliários que compõem o portfólio deste FoF, permitindo o repasse de ganhos de capital aos seus cotistas.

O HFOF11 é um fundo de fundos gerido pela Hedge Investments, focado em diversificação e ganhos de capital no mercado de FIIs. Recentemente, o fundo anunciou um desdobramento de cotas e a manutenção da distribuição de dividendos mensais, o que aumentou significativamente sua liquidez e acessibilidade para o pequeno investidor.

9º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 69,10 ↑1,62%

Descrição: O ativo TRBL11 fechou a R$ 69,10, registrando uma alta de 1,62% ou R$ 1,10 em termos nominais. A movimentação diária contou com 10.773 ações e volume financeiro de R$ 744.414,30. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 67,80 e a máxima de R$ 69,94. O valor de fechamento situa-se exatamente no topo de sua performance anual (máxima de 52 semanas de R$ 69,94), evidenciando a forte valorização do setor logístico. Partindo de uma mínima anual de R$ 49,59, o fundo demonstra uma recuperação de longo prazo muito consistente, impulsionada pela resiliência dos contratos de locação e pela qualidade dos ativos logísticos localizados no Rio de Janeiro.

O TRBL11, fruto da fusão entre ativos da SDI e Rio Bravo, foca em galpões logísticos de alto padrão. Notícias recentes destacam que o fundo vem registrando novos recordes de cotação acompanhando a alta do IFIX, além de manter a distribuição estável de rendimentos na casa de R$ 0,53 por cota.

10º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 38,20 ↑1,60%

Descrição: Fechando a lista, o URPR11 registrou alta de 1,60%, encerrando o dia a R$ 38,20. O ganho por cota foi de R$ 0,60 comparado ao fechamento de R$ 37,60. O volume de negociação somou 33.637 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 1.284.933,40. A variação intradiária ocorreu entre R$ 37,06 e R$ 38,32. Diferente de outros ativos desta lista, o URPR11 opera longe de sua máxima de 52 semanas (R$ 55,99), mas demonstra sinais de recuperação após atingir a mínima de R$ 30,96. Esse movimento indica um possível ajuste técnico ou uma busca de investidores por ativos de crédito que, apesar da desvalorização anual, continuam entregando dividendos elevados em relação ao preço atual.

O Urca Prime Renda (URPR11) é um fundo de papel que investe em CRIs com foco em desenvolvimento imobiliário e loteamentos. Notícias recentes indicam que o fundo confirmou o pagamento de R$ 0,35 por cota para janeiro de 2026, mantendo o foco em ativos de maior risco para sustentar sua rentabilidade acima da média.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 45,10 -0,04%
2 VGHF11 R$ 7,21 -0,01%
3 PSEC11 R$ 64,50 -0,01%
4 BCIA11 R$ 88,01 -0,01%
5 JSRE11 R$ 66,49 -0,01%
6 KNIP11 R$ 90,30 -0,01%
7 BTRA11 R$ 61,21 -0,00%
8 ITRI11 R$ 82,47 -0,00%
9 KNRI11 R$ 158,19 -0,00%
10 VINO11 R$ 5,13 -0,00%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓4,04%

Descrição: O ativo GZIT11 apresentou a maior queda percentual do grupo analisado, encerrando o pregão cotado a R$ 45,10. Durante o dia, a cotação manteve-se estagnada, com a mínima e a máxima registradas no mesmo valor do fechamento, indicando uma pressão vendedora acentuada desde a abertura frente ao fechamento anterior de R$ 47,00. O volume de negociação foi de 5.064 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 228.386,40. Notavelmente, a tabela não apresenta dados históricos de 52 semanas para este ativo, o que pode sugerir uma listagem recente ou falta de liquidez histórica no sistema de dados. A variação nominal negativa foi de R$ 1,90, posicionando o fundo no topo do ranking de desvalorização do período.

O Gazit Malls é um fundo imobiliário focado no segmento de shopping centers, gerido pela Gazit Brasil, subsidiária de uma gigante global do setor. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a estratégia de reciclagem de portfólio da gestora para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.


2º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 7,21 ↓1,37%

Descrição: O VGHF11, um dos fundos com maior base de cotistas do mercado, fechou o dia em R$ 7,21, representando uma queda de 1,37%. O ativo demonstrou alta liquidez, com um volume de 499.953 ações/cotas negociadas e um giro financeiro de R$ 3.604.661,13. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 7,16 e a máxima de R$ 7,37. Ao observar a janela de 52 semanas, o fundo está operando próximo de sua mínima (R$ 5,86) e consideravelmente abaixo da máxima de R$ 7,60. A desvalorização nominal no dia foi de R$ 0,10, refletindo a volatilidade comum em fundos de papel e hedge funds imobiliários em cenários de incerteza sobre juros.

O VGHF11 é um fundo imobiliário do tipo papel (Hedge Fund), que investe em uma carteira diversificada de CRIs, FIDCs e outros FIIs. Recentemente, a Valora Investimentos anunciou a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de seu patrimônio líquido.


3º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 64,50 ↓1,07%

Descrição: O PSEC11 encerrou a sessão cotado a R$ 64,50, uma variação negativa de R$ 0,70 em relação ao fechamento anterior de R$ 65,20. O fundo registrou um volume de 31.198 papéis negociados, movimentando R$ 2.012.271,00. Durante o pregão, o ativo testou a mínima de R$ 64,14 e alcançou a máxima de R$ 65,40. É importante destacar que o valor de fechamento atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 65,40), o que sugere que, apesar da queda pontual no dia, o fundo atravessa um período de valorização histórica recente. A variação percentual de -1,07% coloca o ativo em uma posição intermediária de perdas no ranking.

Este é um Fundo de Fundos (FoF) gerido pela VBI Real Estate, que busca rentabilidade através da aquisição de cotas de outros FIIs. Uma notícia recente do setor aponta que a VBI tem focado na consolidação de portfólios para aumentar a eficiência tributária e operacional de seus veículos.


4º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 88,01 ↓0,72%

Descrição: O fundo BCIA11 fechou o dia com uma desvalorização de 0,72%, sendo negociado a R$ 88,01. O volume financeiro movimentado foi de R$ 389.708,28, proveniente da negociação de 4.428 cotas. O ativo iniciou o dia com expectativa de estabilidade, mas encerrou próximo à sua mínima diária de R$ 88,01, após atingir uma máxima de R$ 89,08. No horizonte de um ano, o fundo apresenta uma recuperação sólida, distanciando-se da mínima de 52 semanas de R$ 67,95, embora ainda esteja abaixo da máxima de R$ 89,73. A queda nominal de R$ 0,64 reflete um ajuste técnico comum para fundos de gestão ativa de carteira.

O BCIA11 é um fundo gerido pela BRAM (Bradesco Asset Management), atuando principalmente como um fundo de fundos que busca oportunidades em diversos segmentos do setor imobiliário. Notícias recentes indicam que o Bradesco tem reforçado sua análise de crédito para os ativos de renda fixa que compõem indiretamente suas carteiras imobiliárias.


5º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 66,49 ↓0,61%

Descrição: O JSRE11 registrou um fechamento de R$ 66,49, o que representa um recuo de 0,61% no dia. Com um volume de 40.894 cotas negociadas, o fundo movimentou R$ 2.719.042,06. A flutuação de preço durante a sessão foi estreita, com mínima de R$ 66,00 e máxima de R$ 66,99. Comparando com o histórico de 52 semanas, o preço atual está exatamente no pico de valorização anual (R$ 66,99), indicando que o fundo está em um patamar de preço elevado em relação ao seu histórico recente, apesar da leve correção diária de R$ 0,41. O fechamento anterior havia sido de R$ 66,90, confirmando a tendência de consolidação no topo.

O JSRE11 é um fundo híbrido gerido pela Safra Asset Management, focado em imóveis comerciais de alto padrão (lajes corporativas). A última notícia sobre o fundo refere-se à redução da vacância em seus ativos localizados em polos financeiros importantes de São Paulo.


6º – KINEA INDICES DE PRECOS FDO INV IMOB CF (KNIP11) | R$ 90,30 ↓0,56%

Descrição: O KNIP11, um dos gigantes em volume financeiro, fechou o dia a R$ 90,30, queda de 0,56%. Este ativo liderou o giro financeiro do grupo analisado, movimentando expressivos R$ 14.389.666,20 com 159.354 cotas negociadas. O comportamento do preço foi estável, oscilando entre R$ 90,24 e R$ 91,37. No acumulado de 52 semanas, o fundo mantém uma performance resiliente, operando bem acima da mínima de R$ 75,51 e próximo da máxima de R$ 92,28. A variação nominal negativa de R$ 0,51 demonstra uma baixa volatilidade, característica de fundos de papel atrelados a índices de inflação.

Este fundo é gerido pela Kinea Investimentos (Itaú) e investe predominantemente em CRIs indexados ao IPCA. Recentemente, a Kinea comunicou ao mercado uma nova estratégia de alocação de caixa para aproveitar as taxas reais elevadas no mercado de crédito privado.


7º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 61,21 ↓0,44%

Descrição: O BTRA11 encerrou o pregão em R$ 61,21, registrando uma leve queda de 0,44% ou R$ 0,27 nominais. O volume de negociação foi o mais baixo da lista, com apenas 972 cotas, resultando em um montante de R$ 59.496,12. O ativo variou entre R$ 61,20 e R$ 61,52 durante o dia. Em uma análise de 52 semanas, observa-se uma recuperação significativa, saindo de uma mínima de R$ 37,96 para o patamar atual, embora ainda distante da máxima de R$ 62,95. A baixa liquidez diária sugere uma base de investidores mais institucional ou de longo prazo, menos propensa a negociações especulativas frequentes.

O BTRA11 é um fundo do agronegócio gerido pelo BTG Pactual, focado na aquisição de terras agrícolas para arrendamento. A última notícia do fundo destaca a resolução de questões jurídicas envolvendo alguns de seus ativos, o que trouxe mais previsibilidade para a distribuição de rendimentos.


8º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 82,47 ↓0,40%

Descrição: O ITRI11 fechou a R$ 82,47, apresentando uma desvalorização de 0,40% (R$ 0,33). O volume negociado foi de 11.164 cotas, totalizando R$ 920.695,08 em movimentação financeira. O ativo manteve uma oscilação controlada, com mínima de R$ 82,11 e máxima de R$ 83,12, partindo de um fechamento anterior de R$ 82,80. Ao olhar para os últimos 12 meses, o fundo apresenta uma performance sólida, operando longe da mínima de R$ 57,65 e sustentando-se perto da máxima de R$ 84,99. Esta estabilidade é valorizada por investidores que buscam proteção de capital aliada a rendimentos recorrentes.

O ITRI11 é um fundo de estratégia Total Return gerido pelo Itaú, que busca ganhos tanto em renda quanto em ganho de capital. Notícias recentes apontam para a diversificação da carteira do fundo em ativos de logística e crédito imobiliário de alta qualidade.


9º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 158,19 ↓0,40%

Descrição: O KNRI11, um dos FIIs mais tradicionais do mercado brasileiro, encerrou o dia a R$ 158,19, uma queda de 0,40% ou R$ 0,63. O volume financeiro foi expressivo, alcançando R$ 6.303.238,74 com a troca de 39.846 cotas. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 157,43 e a máxima de R$ 159,58. O preço atual reflete uma valorização robusta no longo prazo, estando muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 159,85) e bem acima da mínima de R$ 118,91. A consistência nos preços reafirma a confiança dos investidores na gestão conservadora do fundo.

Gerido pela Kinea, o KNRI11 é um fundo híbrido que detém uma vasta carteira de galpões logísticos e edifícios de escritórios. A última notícia relevante foi o anúncio da renovação antecipada de contratos de aluguel importantes, garantindo o fluxo de caixa para os próximos anos.


10º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 5,13 ↓0,39%

Descrição: O VINO11 encerrou a lista com uma queda de 0,39%, fechando a R$ 5,13. O ativo movimentou 166.804 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 855.704,52. Durante a sessão, o valor oscilou entre R$ 5,07 e R$ 5,20. Comparado ao histórico de 52 semanas, o fundo está operando em patamares próximos à sua máxima (R$ 5,25), demonstrando uma recuperação perante a mínima de R$ 3,96 registrada no último ano. A variação nominal foi de apenas R$ 0,02, o que, dada a baixa cotação unitária, representa um movimento técnico esperado de consolidação de preços.

O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em investimentos em lajes corporativas, com ativos de alta qualidade. Notícias recentes indicam que o fundo está em processo de renegociação de dívidas para reduzir as despesas financeiras e aumentar o repasse de dividendos aos investidores.

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