Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 0,05% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 0,05% |
| 3 | RBFM11 | R$ 11,56 | 0,04% |
| 4 | JSRE11 | R$ 67,55 | 0,03% |
| 5 | AIEC11 | R$ 61,00 | 0,02% |
| 6 | BROF11 | R$ 62,47 | 0,02% |
| 7 | TRBL11 | R$ 78,31 | 0,02% |
| 8 | ARRI11 | R$ 6,81 | 0,02% |
| 9 | VCJR11 | R$ 79,56 | 0,01% |
| 10 | WHGR11 | R$ 9,38 | 0,01% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O Kinea Creditas (KCRE11) lidera o ranking de valorização com uma performance expressiva de 5,28%, fechando a sessão cotado a R$ 8,98. A oscilação intradia foi estreita, mantendo-se entre a mínima de R$ 8,98 e a máxima de R$ 9,03, o que demonstra uma pressão compradora resiliente que sustentou o preço próximo ao topo do dia. O volume de cotas negociadas atingiu 79.855 unidades, gerando um giro financeiro de R$ 717.097,90. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,53, o ganho nominal foi de R$ 0,45 por cota. Embora os dados de 52 semanas não estejam disponíveis na tabela, o comportamento atual sugere uma forte entrada de fluxo. Este fundo é focado em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) originados pela plataforma Creditas, focando em crédito estruturado com garantias imobiliárias. Recentemente, o fundo tem atraído atenção pela robustez de sua carteira de recebíveis em um cenário de juros ainda elevados.
O KCRE11 é um fundo de papel gerido pela Kinea, uma das maiores gestoras de ativos reais do país. Ele investe predominantemente em CRIs com lastro em empréstimos com garantia de imóvel (Home Equity). Uma notícia recente relevante para o setor é que a Kinea reportou em seus últimos relatórios gerenciais a manutenção de dividendos estáveis, mesmo diante da volatilidade do IPCA, reforçando a previsibilidade para o cotista.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o CLIN11 apresentou uma valorização sólida de 4,91%, com o preço de fechamento se fixando em R$ 94,44. Curiosamente, a mínima e a máxima do dia foram registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 94,44), o que pode indicar uma baixa liquidez pontual ou uma concentração de ordens no final do pregão. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 1.127.330,28, movimentando 11.937 cotas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 93,83, o ativo avançou R$ 4,32 nominais. O fundo busca ganho de capital e renda através de títulos de dívida imobiliária indexados à inflação. A performance reflete a busca dos investidores por proteção do poder de compra em momentos de incerteza econômica.
Este é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Clave Capital. Seu foco estratégico está na alocação em ativos de crédito privado de alta qualidade (High Grade), principalmente atrelados ao IPCA. Recentemente, o CLIN11 anunciou a conclusão de uma nova alocação de recursos em CRIs de setores logísticos, visando aumentar o yield médio da carteira para os próximos semestres.
3º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 11,56 ↑ 3,96%
Descrição: O RBFM11 registrou uma alta de 3,96%, encerrando o dia a R$ 11,56. Durante a sessão, o ativo transitou entre R$ 11,13 e R$ 11,60, mostrando volatilidade saudável para um ETF que replica o índice IFIX. O volume de ações negociadas foi de 27.862 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 322.084,72. O fechamento anterior era de R$ 11,12, representando um incremento de R$ 0,44. Vale notar que o fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 11,70), o que indica uma tendência de alta consolidada no médio prazo, distanciando-se significativamente da mínima de R$ 7,75 registrada no último ano.
O RBFM11 é um ETF (Exchange Traded Fund) gerido pela Rio Bravo que busca replicar a performance do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). É uma opção prática para investidores que desejam diversificação instantânea no setor imobiliário. Como notícia recente, o mercado tem monitorado o rebalanceamento do IFIX pela B3, o que impacta diretamente a composição e o volume de compra das cotas deste ETF.
4º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 67,55 ↑ 2,58%
Descrição: O JSRE11 demonstrou um desempenho positivo de 2,58%, fechando a R$ 67,55. O ativo teve uma movimentação intensa, com mínima de R$ 65,99 e máxima de R$ 67,88. O destaque vai para o alto volume financeiro movimentado: R$ 2.671.399,85, o maior entre os dez primeiros da lista, com 39.547 cotas trocando de mãos. O avanço nominal foi de R$ 1,70 em relação aos R$ 65,85 anteriores. O fundo está operando perto de sua máxima anual de R$ 69,90, recuperando-se bem dos patamares de R$ 50,29. Este fundo é um “híbrido”, investindo tanto em imóveis físicos quanto em cotas de outros fundos e títulos de crédito.
O JSRE11, gerido pelo Banco Safra, foca em lajes corporativas de alto padrão em São Paulo. Recentemente, a gestão informou ao mercado a renovação antecipada de contratos de locação em seus edifícios na região da Avenida Paulista, o que reduz a vacância e garante a estabilidade do fluxo de caixa para distribuição de proventos.
5º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 61,00 ↑ 2,47%
Descrição: O fundo AIEC11 fechou a sessão com valorização de 2,47%, atingindo o patamar de R$ 61,00. A movimentação do dia variou entre R$ 59,21 e R$ 61,00, fechando justamente na máxima diária, um sinal técnico de otimismo. O volume financeiro foi robusto, alcançando R$ 2.238.944,00 com 36.704 cotas negociadas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 59,53, houve uma valorização de R$ 1,47. O preço atual coincide exatamente com a máxima de 52 semanas, evidenciando que o fundo atravessa seu melhor momento no último ano, superando a mínima histórica recente de R$ 38,77.
O AIEC11 é gerido pela Autonomy Investimentos e detém em seu portfólio ativos corporativos icônicos, como o Edifício Rochaverá em São Paulo e o Standard Building no Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo ganhou destaque nas notícias imobiliárias devido à sua estratégia de desinvestimento parcial para distribuição de lucro extraordinário aos cotistas, o que impulsionou a demanda pelas cotas.
6º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 62,47 ↑ 2,39%
Descrição: O BROF11 encerrou o dia com alta de 2,39%, cotado a R$ 62,47. A oscilação diária ficou entre R$ 61,16 e R$ 62,80, com um volume de 8.446 cotas e giro financeiro de R$ 527.621,62. O ganho nominal por cota foi de R$ 1,46 frente ao fechamento anterior de R$ 61,01. O fundo apresenta uma boa recuperação em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 40,80), embora ainda esteja levemente abaixo da máxima do período (R$ 63,83). Este fundo foca em lajes corporativas e busca inquilinos de primeira linha para garantir estabilidade nos dividendos.
Gerido pela BR Properties, o BROF11 possui imóveis de alto padrão (Triple A) localizados em eixos corporativos premium. Uma notícia relevante para os investidores é a recente redução da vacância física do fundo após novas locações no Edifício Passeio Corporate, sinalizando uma melhora no setor de escritórios de alto padrão.
7º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 78,31 ↑ 2,29%
Descrição: O TRBL11 apresentou valorização de 2,29%, fechando o pregão a R$ 78,31. A variação nominal foi de R$ 1,75 em relação ao valor anterior de R$ 76,56. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 76,41 e a máxima de R$ 78,50. O volume negociado somou R$ 1.237.767,86, com 15.806 cotas movimentadas. O ativo mostra resiliência, mantendo-se próximo de sua máxima anual de R$ 80,57, o que reflete a força do setor logístico no mercado brasileiro, especialmente em regiões estratégicas como o Rio de Janeiro e São Paulo.
O TRBL11 é um fundo de tijolo focado no segmento logístico e industrial, gerido pela Tellus. Ele possui ativos modernos voltados para o e-commerce e armazenagem. Recentemente, a gestão anunciou a renovação de contratos com prazos atípicos, garantindo uma receita previsível pelos próximos anos, o que foi bem recebido pelo mercado.
8º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,81 ↑ 1,79%
Descrição: O fundo ARRI11 registrou alta de 1,79%, terminando o dia a R$ 6,81. Com uma variação nominal de R$ 0,12 sobre o fechamento de R$ 6,69, o ativo apresentou uma oscilação intradia entre R$ 6,68 e R$ 6,84. O volume de negociação foi de 15.035 cotas, com valor financeiro de R$ 102.388,35. Apesar de ser o menor volume financeiro do ranking, o percentual de alta é relevante. O fundo está operando muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 7,00), sinalizando que o mercado vê valor em sua carteira de recebíveis imobiliários, mesmo sendo um fundo de “baixa cotação” nominal.
O ARRI11 é um fundo de papel gerido pela Átrio, focado em operações de crédito imobiliário com foco em diversificação e gestão de risco. A última notícia relevante para o ativo envolveu a atualização mensal de sua carteira, onde a gestora destacou a ausência de inadimplência em seus CRIs, mantendo o fluxo estável de pagamentos.
9º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 79,56 ↑ 1,48%
Descrição: O VCJR11 fechou com valorização de 1,48%, atingindo R$ 79,56. O ativo teve um volume financeiro expressivo de R$ 2.171.510,64, com 27.294 cotas negociadas. A oscilação diária foi de R$ 78,47 a R$ 79,85. O ganho nominal foi de R$ 1,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 78,40. O fundo está em um patamar intermediário em relação ao seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 67,45 e máxima de R$ 82,52). Por ser um fundo de “Juros Real”, ele atrai investidores interessados em retornos atrelados ao IPCA mais uma taxa de juros real.
Este fundo é gerido pela Vectis Gestão e foca em ativos de crédito imobiliário (CRIs) de perfil “High Yield”, buscando retornos acima da média do mercado. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado o sucesso na originação de novas operações de crédito para o setor de incorporação residencial, o que deve incrementar os dividendos futuros.
10º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,38 ↑ 1,41%
Descrição: Fechando o ranking, o WHGR11 apresentou alta de 1,41%, sendo negociado a R$ 9,38. A variação nominal foi de R$ 0,13 frente ao valor anterior de R$ 9,25. O volume de 44.313 cotas negociadas resultou em um montante financeiro de R$ 415.655,94. Curiosamente, a mínima, a máxima e o fechamento registraram o mesmo valor de R$ 9,38, sugerindo uma estabilização de preço no topo durante a sessão. Sem dados de 52 semanas na tabela, a análise foca no curto prazo, onde o fundo demonstra crescimento gradual e atrai investidores de varejo pelo baixo valor unitário da cota.
O WHGR11 é um fundo de estratégia híbrida gerido pela WHG (Wealth High Governance), investindo em diversos setores do mercado imobiliário. Recentemente, a WHG destacou em nota que está buscando oportunidades no setor de infraestrutura imobiliária para diversificar sua exposição atual e mitigar riscos de vacância em ativos de tijolo.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,53 | -0,05% |
| 2 | RZAT11 | R$ 90,70 | -0,02% |
| 3 | RBRX11 | R$ 8,56 | -0,01% |
| 4 | URPR11 | R$ 37,56 | -0,01% |
| 5 | PSEC11 | R$ 62,50 | -0,01% |
| 6 | RBRY11 | R$ 96,78 | -0,01% |
| 7 | MCCI11 | R$ 95,56 | -0,01% |
| 8 | JSAF11 | R$ 7,99 | -0,01% |
| 9 | PMLL11 | R$ 106,32 | -0,01% |
| 10 | KNSC11 | R$ 8,92 | -0,01% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,53 ↓5,26%
Descrição: O Gazit Malls FII CF encerrou a última sessão com uma queda acentuada de 5,26%, estabelecendo seu preço atual em R$ 44,53. A variação nominal negativa foi de R$ 2,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Durante o dia, o ativo apresentou estabilidade absoluta entre sua mínima e máxima, ambas registradas em R$ 44,53, o que sugere um volume de negociação concentrado em um patamar específico de preço, totalizando 28.645 ações movimentadas. O volume financeiro negociado somou R$ 1.275.561,85. Vale notar que o fundo não possui dados registrados para as mínimas e máximas de 52 semanas no sistema, indicando uma possível reestruturação ou listagem recente neste formato de exibição. No ranking de volume e impacto da amostragem, o ativo ocupa a primeira posição.
A Gazit Malls é um fundo que foca na aquisição e gestão de participações em shopping centers de alto padrão. O fundo é gerido pela Gazit Asset, subsidiária da multinacional Gazit-Globe, com forte presença em ativos localizados em regiões metropolitanas densas, como São Paulo. Recentemente, o GZIT11 figurou entre os destaques de dividendos projetados para 2025/2026, com anúncios de rendimentos robustos que atraíram a atenção de investidores focados em renda passiva.
2º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 90,70 ↓1,65%
Descrição: O Riza Arctium Real Estate (RZAT11) registrou um recuo de 1,65% no pregão, com a cota sendo negociada a R$ 90,70. A variação negativa foi de R$ 1,52 comparada ao fechamento prévio de R$ 92,22. Ao longo do dia, a volatilidade foi moderada, com oscilação entre a mínima de R$ 90,52 e a máxima de R$ 92,60. O volume de ações negociadas foi de 11.757 unidades, gerando um montante financeiro de R$ 1.066.359,90. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo mantém uma posição sólida, distanciando-se da mínima anual de R$ 72,10 e aproximando-se da máxima de R$ 93,60, o que demonstra uma trajetória de valorização consistente no médio prazo, apesar da correção pontual observada nesta data.
O fundo RZAT11, gerido pela Riza Asset, possui uma estratégia híbrida com foco em ativos imobiliários que buscam retornos superiores (High Yield), muitas vezes envolvendo estruturas de Sale-Leaseback e Buy-to-Lease em setores logísticos e industriais. A última notícia relevante sobre o fundo refere-se ao seu relatório gerencial de fevereiro de 2026, onde informou a distribuição de rendimentos no valor de R$ 0,95 por cota, mantendo um dividend yield competitivo frente ao IFIX.
3º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,56 ↓1,38%
Descrição: O RBR Plus Multiestratégia Real Estate FII (RBRX11) apresentou uma desvalorização de 1,38% no último fechamento, com o preço da cota fixado em R$ 8,56. A variação negativa foi de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 8,68. O ativo demonstrou baixíssima amplitude de negociação intradiária, variando apenas entre R$ 8,56 e R$ 8,58. O volume de cotas negociadas foi expressivo, alcançando 314.083 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 2.688.550,48. Assim como outros ativos da lista, não há dados disponíveis para a janela de 52 semanas, o que pode refletir o processo recente de incorporação de outros fundos da mesma gestora para a criação desta tese multiestratégia.
Este fundo é gerido pela RBR Asset Management e atua como um “Hedge Fund” imobiliário, investindo em diversas classes de ativos (CRIs, FIIs, e imóveis diretos). A empresa gestora é reconhecida pela expertise em ciclos imobiliários e gestão ativa de portfólio. Recentemente, a notícia de maior impacto foi a conclusão da fusão com o antigo fundo RBRF11 em outubro de 2025, consolidando o RBRX11 como um dos maiores e mais líquidos veículos multiestratégia da B3.
4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 37,56 ↓1,13%
Descrição: O Urca Prime Renda FII (URPR11) encerrou o dia com queda de 1,13%, cotado a R$ 37,56. A redução nominal foi de R$ 0,43 em relação ao fechamento anterior de R$ 37,99. Durante a sessão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 37,29 e a máxima de R$ 38,03. Foram negociadas 19.879 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 746.655,24. O desempenho anual mostra que o ativo está operando abaixo do ponto médio de suas 52 semanas (máxima de R$ 54,48 e mínima de R$ 30,13), sinalizando um período de ajuste no preço de mercado, possivelmente influenciado pela marcação a mercado de sua carteira de recebíveis.
O URPR11 é um fundo de papel focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com taxas de retorno elevadas, priorizando o segmento residencial e de loteamentos. É conhecido por seu perfil agressivo na busca por yield. Como fato recente relevante, o fundo anunciou em fevereiro de 2026 a distribuição de dividendos de R$ 0,35 por cota, mantendo uma regularidade no fluxo de caixa para seus mais de 63 mil cotistas.
5º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 62,50 ↓0,78%
Descrição: O PSEC11, fundo de fundos gerido pela VBI Real Estate (agora parte do ecossistema Patria), registrou uma leve queda de 0,78%, fechando a R$ 62,50. A variação foi de R$ 0,49 em relação ao preço anterior de R$ 62,99. No decorrer do pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 63,27 e a mínima de R$ 62,42. Com 96.799 cotas trocando de mãos, o volume financeiro foi substancial, somando R$ 6.049.937,50. O fundo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 65,04) e consideravelmente acima da mínima de R$ 52,74, demonstrando resiliência e recuperação de valor patrimonial ao longo do último ano.
O PSEC11 (antigo RVBI11) é um fundo que investe primordialmente em cotas de outros FIIs, buscando diversificação e gestão ativa de ganho de capital. A gestão foca em identificar distorções de preços no mercado secundário. Recentemente, em dezembro de 2025, o fundo reportou um salto de 41% em seu lucro mensal após a consolidação das carteiras dos fundos HGFF11 e BPFF11, reforçando sua nova estrutura multiestratégia.
6º – FD INV IMOB RBR PV CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 96,78 ↓0,69%
Descrição: O RBR Private Crédito Imobiliário (RBRY11) fechou a sessão em R$ 96,78, apresentando um recuo discreto de 0,69%. A variação nominal negativa foi de R$ 0,67 comparado ao fechamento anterior de R$ 97,45. O intervalo de negociação do dia ficou entre R$ 96,58 e R$ 97,50. Foram movimentadas 56.671 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 5.484.619,38. O ativo demonstra forte estabilidade histórica, operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas de R$ 98,81 e bem acima da mínima de R$ 74,74, o que reforça seu perfil defensivo no segmento de recebíveis imobiliários de alta qualidade.
O RBRY11 investe em CRIs com garantias reais robustas, focando em crédito imobiliário “High Grade”. A carteira é diversificada e foca em ativos com devedores de excelente rating de crédito. A notícia mais recente, datada de março de 2026, destaca que o fundo registrou um lucro 22,4% superior em janeiro e oficializou a transição da gestão da RBR Asset para o Patria Investimentos, um movimento estratégico de consolidação no mercado de capitais.
7º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 95,56 ↓0,67%
Descrição: O Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11) apresentou uma queda de 0,67%, com a cota encerrando em R$ 95,56. A variação negativa foi de R$ 0,64 em relação ao fechamento de R$ 96,20. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 95,38 e R$ 96,20. O volume de negociação foi de 43.767 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 4.182.374,52. No panorama anual, o fundo mostra-se resiliente, mantendo-se próximo à máxima de 52 semanas de R$ 97,30 e distante da mínima de R$ 69,97, indicando confiança dos investidores na gestão de sua carteira de crédito.
O MCCI11 é um fundo de papel que foca na aquisição de CRIs com foco em retorno ajustado ao risco, sendo gerido pela JiveMauá. A estratégia prioriza ativos com indexação ao IPCA e CDI. Em relatórios recentes de 2025, a XP Investimentos alterou a recomendação do fundo para “Compra”, destacando o dividend yield atrativo de aproximadamente 12,1% ao ano e a alta qualidade dos ativos (high grade) que compõem o portfólio.
8º – JS ATIVOS FINANCEIROS FII CEF (JSAF11) | R$ 7,99 ↓0,62%
Descrição: O JS Ativos Financeiros (JSAF11) registrou uma desvalorização de 0,62%, fechando o pregão a R$ 7,99. A variação nominal negativa foi de R$ 0,05 frente ao fechamento anterior de R$ 8,04. O fundo teve uma oscilação mínima durante a sessão, variando entre R$ 7,99 e R$ 8,03. O volume de cotas negociadas atingiu 136.260 unidades, com um volume financeiro de R$ 1.088.717,40. O ativo está operando perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 8,18), demonstrando uma valorização consistente desde a mínima anual de R$ 6,02, o que representa um ganho expressivo para quem se posicionou nos patamares inferiores.
O JSAF11 é um fundo de fundos (FoF) gerido pela Safra Asset Management. Sua estratégia consiste em investir em cotas de outros FIIs e ativos financeiros ligados ao mercado imobiliário para captar dividendos e ganhos de capital. Recentemente, notícias do início de 2026 apontaram que o fundo performou com uma alta acumulada superior a 29% no ano, impulsionado pela recuperação dos preços das cotas dos fundos de tijolo presentes em sua carteira.
9º – MALLS BRASIL PLURAL FDO INV IMOB CF (PMLL11) | R$ 106,32 ↓0,56%
Descrição: O Malls Brasil Plural (PMLL11) apresentou uma retração de 0,56%, com o valor da cota fechando em R$ 106,32. A variação negativa foi de R$ 0,60 em relação ao fechamento de R$ 106,92. O ativo circulou entre a mínima de R$ 106,20 e a máxima de R$ 106,99 ao longo do dia. Foram negociadas 52.643 cotas, totalizando R$ 5.597.003,76 em volume financeiro. O fundo apresenta uma excelente performance anual, operando muito próximo à máxima de 52 semanas de R$ 108,30 e bem acima da mínima de R$ 83,00, consolidando-se como uma opção de valor no setor de varejo.
O PMLL11 (que passou por mudança de ticker de MALL11 para PMLL11 após integração ao Patria) foca em shopping centers resilientes e com dominância regional. A gestão é focada em ativos de tijolo com alta taxa de ocupação. Recentemente, em março de 2026, o fundo ganhou destaque no noticiário especializado ao anunciar o maior dividendo de sua história, reflexo da forte geração de caixa operacional dos shoppings de seu portfólio no encerramento de 2025.
10º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 8,92 ↓0,56%
Descrição: O Kinea Securities (KNSC11) fechou o dia com uma desvalorização de 0,56%, custando R$ 8,92 por cota. A redução nominal foi de R$ 0,05 comparado ao fechamento anterior de R$ 8,97. O ativo teve uma variação intradiária entre R$ 8,88 e R$ 9,02. Este foi o fundo com maior liquidez em termos de quantidade de cotas nesta lista, com 691.902 unidades negociadas, movimentando R$ 6.171.765,84. O fundo mantém-se estável dentro de sua faixa anual, com máxima de R$ 9,17 e mínima de R$ 7,27 registrados nas últimas 52 semanas.
O KNSC11 é um fundo de papel gerido pela Kinea Investimentos (do grupo Itaú), com uma carteira mista de CRIs indexados tanto ao IPCA quanto ao CDI. Sua característica principal é a previsibilidade e a gestão de risco conservadora. Em notícias recentes do final de 2025, o fundo reportou um aumento sistemático no número de cotistas, ultrapassando a marca de 200 mil investidores, e ajustou sua exposição indexada para equilibrar o retorno real frente à inflação.