Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,46 | 6,89% |
| 2 | BLMG11 | R$ 33,40 | 1,24% |
| 3 | CLIN11 | R$ 93,99 | 1,06% |
| 4 | PVBI11 | R$ 76,36 | 1,01% |
| 5 | CYCR11 | R$ 9,05 | 1,00% |
| 6 | RBRX11 | R$ 8,78 | 0,80% |
| 7 | HSLG11 | R$ 93,00 | 0,67% |
| 8 | VISC11 | R$ 110,03 | 0,60% |
| 9 | RBRL11 | R$ 84,85 | 0,53% |
| 10 | HGLG11 | R$ 155,99 | 0,44% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,46 ↑ 6,89%
Descrição: O fundo Kinea Creditas (KCRE11) apresentou a maior valorização do dia entre os ativos analisados, encerrando o pregão cotado a R$ 9,46. Esta performance representa uma alta expressiva de 6,89%, equivalente a um ganho nominal de R$ 0,61 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. Durante a sessão, o ativo demonstrou estabilidade ao operar com uma mínima de R$ 9,46, que coincidiu com o preço de fechamento, e uma máxima de R$ 9,49. O volume de ações movimentadas foi de 36.784 unidades, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 347.976,64. É importante notar que não foram fornecidos dados sobre as mínimas e máximas de 52 semanas para este ativo. A variação positiva indica um forte apetite dos investidores por este papel no dia de hoje, consolidando sua primeira posição no ranking de rentabilidade diária. O fechamento próximo à máxima do dia reforça o momentum de alta.
O KCRE11 é um fundo imobiliário do tipo papel, focado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com uma estratégia voltada para o crédito estruturado em parceria com a plataforma Creditas. Recentemente, o fundo tem atraído atenção pelo aumento recorrente na distribuição de dividendos e pela gestão ativa de sua carteira de recebíveis.
2º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 33,40 ↑ 1,24%
Descrição: O Bluemacaw Logística (BLMG11) ocupou a segunda posição no ranking de valorização, fechando o dia a R$ 33,40, o que representa um avanço de 1,24% ou R$ 0,41 por cota. O ativo abriu o dia com fôlego, registrando uma mínima de R$ 32,71 e atingindo uma máxima de R$ 33,47. O fechamento anterior estava situado em R$ 32,99. Ao longo das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre a mínima de R$ 28,30 e a máxima de R$ 36,73, mostrando que o preço atual está em uma zona intermediária de recuperação. O volume de negociação diária somou 11.757 ações, gerando um giro financeiro de R$ 392.683,80. A análise técnica do dia sugere que o suporte em R$ 32,71 foi respeitado, permitindo a escalada para o patamar atual. A liquidez, embora moderada, foi suficiente para sustentar a variação positiva e manter o fundo acima da média de fechamentos recentes.
Este fundo é voltado para a exploração de ativos logísticos e industriais de alto padrão (Classe A), visando renda através de aluguéis e ganho de capital. Uma notícia relevante para o setor é que a Bluemacaw anunciou recentemente estudos para a renegociação de dívidas de curto prazo para melhorar o fluxo de caixa do fundo.
3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,99 ↑ 1,06%
Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma performance sólida, posicionando-se em terceiro lugar com um fechamento de R$ 93,99, representando uma alta de 1,06%. Em termos nominais, a variação foi de R$ 0,99 acima do fechamento anterior de R$ 93,00. O comportamento intradia foi bastante estreito, com a mínima registrada em R$ 93,99 e a máxima em R$ 94,04, indicando uma pressão de compra constante que não permitiu grandes recuos durante as negociações. Foram negociadas 6.505 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 611.404,95. Assim como no primeiro colocado, não constam registros de mínimas ou máximas de 52 semanas nos dados fornecidos. O volume negociado superior ao valor financeiro do primeiro colocado sugere uma confiança maior em operações de maior ticket médio. O fechamento no valor da mínima do dia pode indicar uma exaustão compradora no final do pregão ou uma estabilização de preço em patamares mais elevados.
O CLIN11 é um fundo de papel gerido pela Clave Capital, que busca rentabilidade através da aquisição de ativos financeiros do setor imobiliário, principalmente CRIs indexados à inflação (IPCA). Recentemente, a gestão destacou em relatório mensal a resiliência da carteira perante a volatilidade dos índices de preços.
4º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 76,36 ↑ 1,01%
Descrição: O PVBI11 apresentou um desempenho positivo de 1,01%, fechando a R$ 76,36. A variação nominal foi de R$ 0,76 em relação ao último fechamento de R$ 75,60. O fundo demonstrou boa liquidez, com 83.375 ações trocando de mãos, o que resultou em um volume financeiro robusto de R$ 6.366.515,00, um dos maiores entre os fundos listados neste relatório. A amplitude do dia variou entre R$ 74,67 (mínima) e R$ 76,36 (máxima), mostrando que o ativo encerrou no seu pico diário. No horizonte de 52 semanas, o fundo possui uma mínima de R$ 68,64 e uma máxima de R$ 84,06, situando o preço atual mais próximo das máximas anuais do que das mínimas. O volume financeiro expressivo destaca o PVBI11 como um dos ativos preferidos pelos investidores institucionais no pregão de hoje, refletindo uma percepção de valor e segurança nos ativos de lajes corporativas que compõem sua carteira.
O PVBI11 é um fundo de tijolo gerido pela VBI Real Estate, focado na aquisição de lajes corporativas de alto padrão (AAA) em localizações premium de São Paulo. A última notícia relevante envolve a conclusão da aquisição de uma fatia adicional em um edifício icônico na região da Faria Lima, expandindo seu portfólio.
5º – CYRELA CREDITO FII CF (CYCR11) | R$ 9,05 ↑ 1,00%
Descrição: O fundo de crédito da Cyrela (CYCR11) registrou uma alta de 1,00%, fechando o dia cotado a R$ 9,05. O aumento nominal foi de R$ 0,09 frente ao fechamento anterior de R$ 8,96. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,90 e a máxima de R$ 9,06, demonstrando uma tendência de alta consistente ao longo do dia. O volume de cotas negociadas foi de 113.905, gerando um volume financeiro de R$ 1.030.840,25. Nos últimos 12 meses, o CYCR11 tocou a mínima de R$ 7,60 e atingiu a máxima de R$ 9,24. O preço atual está, portanto, muito próximo de seu recorde anual, o que pode sinalizar uma resistência técnica ou uma iminente quebra de máxima histórica se o fluxo comprador persistir. A liquidez de mais de um milhão de reais reforça a relevância do ativo para o investidor de varejo e institucional.
O CYCR11 foca em investimentos de renda fixa imobiliária, aproveitando o ecossistema de originação da Cyrela para selecionar ativos de crédito com bom perfil de risco. No mês passado, o fundo reportou uma atualização positiva em sua carteira, com a manutenção de dividendos acima da média do mercado de CRIs.
6º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,78 ↑ 0,80%
Descrição: O RBRX11 encerrou o pregão com uma valorização de 0,80%, atingindo o valor de R$ 8,78 por cota. A variação financeira foi de R$ 0,07 em comparação ao fechamento de R$ 8,71 do dia anterior. O ativo apresentou a maior movimentação em termos de quantidade de ações deste relatório, com 224.620 cotas negociadas, totalizando um volume de R$ 1.972.163,60. A variação de preço no dia foi pequena, com mínima de R$ 8,75 e máxima de R$ 8,78, evidenciando uma forte concentração de negócios próximo ao preço de fechamento. Não há dados disponíveis para o período de 52 semanas. O alto volume de negociação aliado a uma variação percentual moderada sugere que houve uma absorção eficiente de vendas, mantendo o fundo em trajetória ascendente e indicando uma possível base de preço sendo formada no patamar atual.
Este fundo da RBR Asset atua de forma multiestratégia, podendo investir tanto em crédito quanto em outros FIIs e empreendimentos. A notícia mais recente do fundo trata da aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de capital e novas aquisições estratégicas.
7º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 93,00 ↑ 0,67%
Descrição: O HSI Logística (HSLG11) registrou uma alta de 0,67% no dia de hoje, fechando a R$ 93,00. O ganho nominal por cota foi de R$ 0,62 em relação aos R$ 92,38 do fechamento anterior. O fundo operou entre a mínima de R$ 91,50 e a máxima de R$ 93,11 durante o pregão. Com 16.950 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.576.350,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo já atingiu a máxima de R$ 96,18 e teve sua mínima em R$ 72,69. O preço atual mostra que o ativo recuperou grande parte das perdas anuais e está em uma tendência de consolidação. O volume financeiro diário é saudável, indicando que investidores estão vendo valor nos ativos logísticos do fundo, especialmente considerando o fechamento muito próximo da máxima do dia, o que geralmente sinaliza continuidade de alta.
O HSLG11 foca em galpões logísticos com contratos de longo prazo e locatários de primeira linha. Recentemente, a gestora HSI anunciou a locação de um novo módulo em um de seus principais condomínios logísticos, reduzindo a vacância física do portfólio.
8º – VINCI SHOPPING CENTERS FDO INVEST IMOB CF (VISC11) | R$ 110,03 ↑ 0,60%
Descrição: O VISC11, um dos fundos de shoppings mais conhecidos do mercado, subiu 0,60% hoje, fechando a R$ 110,03. O acréscimo foi de R$ 0,66 sobre os R$ 109,37 anteriores. O volume financeiro foi extremamente alto, alcançando R$ 14.938.443,01, com 135.767 cotas negociadas, o que demonstra a enorme relevância e liquidez deste ativo no IFIX. A oscilação diária foi de R$ 109,70 na mínima a R$ 110,59 na máxima. No acumulado de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 92,66 e R$ 111,93. O fechamento atual está muito próximo da máxima histórica do ano, refletindo o otimismo com o setor de consumo e shoppings. A alta liquidez permite que grandes investidores entrem e saiam da posição sem causar distorções excessivas no preço, tornando o VISC11 um termômetro para o setor de varejo físico no mercado financeiro brasileiro.
O VISC11 detém participações em diversos shoppings centers espalhados pelo Brasil, sob gestão da Vinci Real Estate. Uma notícia que impulsionou o setor recentemente foi o relatório de vendas em shopping centers, que mostrou crescimento acima do esperado no último trimestre.
9º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 84,85 ↑ 0,53%
Descrição: O RBRL11 apresentou uma valorização de 0,53%, com fechamento em R$ 84,85. O aumento em Reais foi de R$ 0,45 comparado ao fechamento de R$ 84,40. O fundo teve uma negociação discreta em volume de cotas (4.738), o que resultou em um volume financeiro de R$ 402.019,30. Durante o dia, os preços variaram de R$ 84,30 a R$ 85,00. No quadro das últimas 52 semanas, o ativo teve sua mínima em R$ 68,97 e a máxima em R$ 92,67. Atualmente, o fundo encontra-se em um patamar de recuperação. O baixo volume de cotas negociadas em relação aos seus pares sugere que o investidor deste fundo possui um perfil mais de “buy and hold” (comprar e segurar), havendo menor pressão especulativa. O fechamento diário ficou ligeiramente abaixo da máxima, mas ainda assim confirmou a tendência positiva do setor de logística.
O RBRL11 é um fundo de logística focado em ativos de alta qualidade construtiva e localização estratégica. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a venda de um de seus ativos com lucro, visando a distribuição de ganho de capital aos seus cotistas.
10º – FDO INV IMOB CSHG LOGISTICA CF (HGLG11) | R$ 155,99 ↑ 0,44%
Descrição: O gigante do setor logístico HGLG11 encerrou o ranking com uma alta de 0,44%, fechando a R$ 155,99. A variação positiva foi de R$ 0,69 sobre o fechamento de R$ 155,30. Este fundo liderou o volume financeiro do relatório, com impressionantes R$ 15.335.220,91 movimentados através de 98.309 cotas. A mínima do dia foi de R$ 155,55 e a máxima atingiu R$ 156,60. Nas últimas 52 semanas, o HGLG11 variou entre R$ 142,40 e R$ 158,34. O preço atual está consolidado na faixa superior de seu histórico anual, reafirmando sua posição como um dos “blue chips” do mercado de FIIs. O alto volume negociado demonstra que, mesmo com uma valorização percentual menor, o ativo possui uma demanda institucional constante, servindo como porto seguro para investidores que buscam exposição ao setor imobiliário logístico com alta liquidez e previsibilidade.
O HGLG11 é gerido pelo Credit Suisse Hedging-Griffo e é um dos maiores fundos logísticos do Brasil em patrimônio. A última notícia relevante é a expansão de seu portfólio através da entrega de obras de novos galpões “built-to-suit” para grandes players do e-commerce.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 47,01 | -42,20% |
| 2 | TGAR11 | R$ 63,48 | -5,70% |
| 3 | VGHF11 | R$ 6,35 | -5,65% |
| 4 | MFII11 | R$ 61,35 | -4,93% |
| 5 | URPR11 | R$ 28,97 | -4,89% |
| 6 | HCTR11 | R$ 17,77 | -4,82% |
| 7 | PSEC11 | R$ 59,57 | -3,76% |
| 8 | KISU11 | R$ 6,87 | -3,24% |
| 9 | BTRA11 | R$ 63,60 | -2,90% |
| 10 | HABT11 | R$ 75,20 | -2,85% |
1º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 47,01 ↓42,20%
Descrição: O ativo CACR11 apresentou um desempenho acentuadamente negativo no último pregão, liderando as baixas do relatório com uma queda expressiva de 42,20%. O preço atual de fechamento fixou-se em R$ 47,01, o que representa uma retração nominal de R$ 34,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 81,33. Durante a sessão, o fundo registrou uma mínima de R$ 40,70, que coincide com a sua mínima histórica das últimas 52 semanas, evidenciando uma forte pressão vendedora. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 56,90. O volume de ações movimentadas foi de 388.190 unidades, gerando um volume financeiro total negociado de R$ 18.248.811,90. Estes números indicam uma volatilidade atípica para o papel, que agora se encontra muito distante da sua máxima anual de R$ 88,58. A análise dos dados sugere uma reprecificação severa pelo mercado, exigindo cautela por parte do investidor quanto à sustentabilidade operacional do fundo no curto prazo.
O Supernova FII (CACR11) é um Fundo de Investimento Imobiliário focado em papéis (recebíveis imobiliários), buscando rentabilidade através de CRIs e outros títulos de crédito. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto a inadimplência em carteiras de recebíveis, e a última notícia relevante sobre o fundo envolve a divulgação de relatórios gerenciais que detalham a composição de garantias e o fluxo de caixa para as próximas distribuições de dividendos.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 63,48 ↓5,70%
Descrição: O fundo TGAR11 encerrou o dia cotado a R$ 63,48, registrando uma desvalorização de 5,70%. Esta variação negativa corresponde a um recuo de R$ 3,84 por cota frente ao valor de fechamento anterior, que era de R$ 67,32. Ao longo do dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 63,48 e a máxima de R$ 67,87. O volume de negociação foi de 236.612 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 15.020.129,76. Nota-se que o preço de fechamento atual tocou a mínima das últimas 52 semanas (R$ 63,48), demonstrando que o ativo está operando em seu nível mais baixo do último ano, consideravelmente longe da máxima de R$ 91,86 registrada no mesmo período. A liquidez permanece relevante, mas o viés de baixa é nítido no gráfico diário. O investidor deve observar se o suporte atual em R$ 63,48 será respeitado ou se haverá continuidade do movimento de correção.
O TG Ativo Real (TGAR11) é um fundo imobiliário de desenvolvimento, que investe em projetos residenciais e loteamentos em diversas regiões do Brasil. Uma das últimas notícias relacionadas à gestão da TG Core aponta para a entrega de etapas de obras em empreendimentos no Centro-Oeste, o que impacta diretamente o potencial de valorização das cotas e o repasse de lucros aos cotistas.
3º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 6,35 ↓5,65%
Descrição: O VGHF11, um dos fundos com maior base de cotistas no mercado, fechou o dia com uma queda de 5,65%, atingindo o valor de R$ 6,35. A redução nominal foi de R$ 0,38 em comparação ao fechamento anterior de R$ 6,73. O comportamento intradiário mostrou pouca força de recuperação, com o preço variando entre a máxima de R$ 6,73 e a mínima de R$ 6,35. O volume de ações foi bastante elevado, com .1.747.025 unidades trocando de mãos, totalizando R$ 11.093.608,75 em volume negociado. Assim como outros pares do setor, o VGHF11 encerrou o dia na sua mínima de 52 semanas, indicando um momento de forte desvalorização setorial ou ajuste de expectativas de dividendos. O teto alcançado no último ano foi de R$ 7,31, o que coloca o preço atual em uma zona de desconto técnico, embora o cenário macroeconômico continue desafiador para fundos de hedge.
O Valora Hedge Fund (VGHF11) atua com uma estratégia multiestratégia, investindo em CRIs, cotas de outros FIIs, FIDCs e ações do setor imobiliário. A última notícia relevante sobre o fundo destaca a manutenção da estratégia de reciclagem de carteira para garantir a constância na distribuição de rendimentos mensais, mesmo diante da volatilidade dos índices de inflação.
4º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 61,35 ↓4,93%
Descrição: O ativo MFII11 registrou uma queda de 4,93% no último pregão, encerrando a sessão a R$ 61,35. O valor representa uma perda de R$ 3,18 por unidade em relação aos R$ 64,53 registrados no fechamento anterior. Durante o dia, a cotação flutuou entre R$ 60,43 (mínima) e R$ 63,80 (máxima). O volume de negociação foi de 70.710 cotas, gerando um movimento financeiro de R$ 4.338.058,50. É importante destacar que a mínima do dia (R$ 60,43) também representa a mínima das últimas 52 semanas, sugerindo uma quebra de suporte importante. O ativo já chegou a valer R$ 77,95 no último ano, e a trajetória atual reflete uma tendência de desvalorização persistente. A análise do volume negociado mostra uma participação moderada do mercado, mas suficiente para manter o preço nas zonas inferiores da banda de negociação.
O MFII11 é um fundo que foca em desenvolvimento imobiliário, participando diretamente da construção e venda de imóveis. Notícias recentes indicam que a Mérito Investimentos está focada na maturação de seus projetos em São Paulo, buscando otimizar o VGV (Valor Geral de Venda) para mitigar os efeitos da alta nos custos de construção civil.
5º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 28,97 ↓4,89%
Descrição: O URPR11 fechou o período em análise cotado a R$ 28,97, o que equivale a uma redução percentual de 4,89%. Em termos absolutos, a queda foi de R$ 1,49 comparado ao fechamento anterior de R$ 30,46. O ativo teve uma oscilação diária entre a mínima de R$ 28,55 e a máxima de R$ 30,00. Foram negociadas 63.539 cotas, movimentando R$ 1.840.724,83. O valor de fechamento está muito próximo da mínima de 52 semanas (R$ 28,55), evidenciando que o fundo atravessa um período de forte desconfiança ou ajuste de mercado. Em contraste, a máxima do ano foi de R$ 45,36, demonstrando uma perda de valor patrimonial considerável ao longo dos últimos meses. O volume financeiro, embora menor que outros fundos da lista, reflete uma liquidez que permite a saída de investidores institucionais, pressionando o preço para baixo.
O Urca Prime Renda (URPR11) investe majoritariamente em CRIs com foco em loteamentos e empreendimentos residenciais de alto rendimento (High Yield). A última notícia sobre o fundo refere-se ao esforço da gestão em renegociar taxas e prazos de alguns ativos da carteira para evitar o aumento da inadimplência, fator que tem preocupado os detentores de cotas.
6º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 17,77 ↓4,82%
Descrição: O fundo HCTR11 encerrou a sessão com uma desvalorização de 4,82%, sendo negociado a R$ 17,77. O recuo nominal foi de R$ 0,90 frente ao fechamento anterior de R$ 18,67. A amplitude do dia variou entre R$ 17,62 e R$ 18,66. O volume operacional contou com 115.750 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 2.056.877,50. O preço de fechamento atual situa-se quase no limite da mínima de 52 semanas (R$ 17,62), o que acende um alerta para os investidores de valor. No auge do último ano, o ativo chegou a ser negociado por R$ 22,47. A queda contínua sugere que os riscos associados à carteira de recebíveis do fundo continuam sendo precificados negativamente pelo mercado, impactando a percepção de risco-retorno para novos aportes.
O Hectare CE (HCTR11) é um fundo de papel conhecido por sua exposição a CRIs de empreendimentos turísticos e de multipropriedade. Notícias recentes sobre o fundo mencionam as dificuldades enfrentadas por alguns de seus devedores, o que levou a gestão a publicar fatos relevantes sobre a suspensão ou redução temporária de pagamentos de juros em determinados ativos.
7º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 59,57 ↓3,76%
Descrição: O PSEC11 apresentou uma variação negativa de 3,76%, fechando o dia em R$ 59,57. A queda em reais foi de R$ 2,33 em relação ao valor de fechamento anterior de R$ 61,90. O ativo operou entre a mínima de R$ 59,00 e a máxima de R$ 60,26. Com 147.470 cotas movimentadas, o volume financeiro atingiu R$ 8.784.787,90, demonstrando uma liquidez robusta para este nível de preço. Diferente de outros ativos deste relatório, o PSEC11 não tocou sua mínima de 52 semanas (R$ 55,29), mantendo uma margem de segurança ligeiramente superior. Sua máxima anual foi de R$ 63,70, indicando que o fundo está sofrendo uma correção, mas ainda preserva parte dos ganhos acumulados no médio prazo. O monitoramento deste ativo deve focar na manutenção do patamar de R$ 59,00 para evitar novas quedas.
O PSEC11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pela VBI Real Estate, que investe em cotas de outros FIIs. A última notícia relevante indica que o fundo está em processo de rebalanceamento de portfólio, reduzindo exposição em fundos de “tijolo” e aumentando a alocação em fundos de “papel” para aproveitar as taxas de juros elevadas.
8º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,87 ↓3,24%
Descrição: O KISU11 fechou o pregão cotado a R$ 6,87, registrando um recuo de 3,24%. A variação nominal negativa foi de R$ 0,23 comparado ao fechamento anterior de R$ 7,10. Durante o dia, o ativo atingiu a mínima de R$ 6,87 e a máxima de R$ 7,16. O volume de negociação foi de 182.101 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 1.251.033,87. O valor de fechamento coincide com a mínima do dia, sugerindo que a pressão de venda persistiu até o final da sessão. O ativo tem como mínima de 52 semanas o valor de R$ 5,97 e máxima de R$ 7,27. Embora esteja acima de sua mínima anual, a proximidade com o fechamento anterior mostra que o mercado está ajustando o valor das cotas deste índice. A liquidez do KISU11 é um ponto positivo, permitindo ajustes de posição sem grandes distorções de preço.
O KISU11 é um fundo de fundos que segue o índice Suno 30, composto por trinta FIIs selecionados por critérios de liquidez e qualidade de gestão. Notícias recentes destacam a alteração trimestral da carteira teórica do índice, o que gera movimentações de compra e venda automáticas para adequação do fundo à nova composição.
9º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 63,60 ↓2,90%
Descrição: O BTRA11 apresentou uma desvalorização de 2,90%, encerrando o dia em R$ 63,60. A perda nominal foi de R$ 1,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 65,50. O fundo teve uma movimentação discreta em termos de volume, com apenas 5.054 cotas negociadas, totalizando R$ 321.434,40 em volume financeiro. No intradia, o papel variou entre a mínima de R$ 62,00 e a máxima de R$ 65,50. A mínima de 52 semanas para este ativo é de R$ 45,24, enquanto a máxima atingiu R$ 71,10. Atualmente, o fundo negocia em uma zona intermediária, mantendo uma distância confortável de sua mínima histórica do ano. A baixa liquidez apresentada neste pregão pode resultar em spreads maiores e dificuldade para grandes movimentações sem impactar significativamente a cotação.
O BTRA11 é um fundo imobiliário focado em terras agrícolas, investindo na aquisição de fazendas para posterior arrendamento. A última notícia do setor aponta para o anúncio de novos contratos de locação atípicos, que visam garantir a previsibilidade de receita do fundo perante as variações de preço das commodities agrícolas.
10º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 75,20 ↓2,85%
Descrição: O HABT11 encerrou o relatório de baixas com uma queda de 2,85%, sendo cotado a R$ 75,20. Esta variação representa um decréscimo de R$ 2,21 em relação ao valor de fechamento de R$ 77,41. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 75,09 e a máxima de R$ 77,38. O volume de negociação registrou 35.152 cotas, o que gerou um volume financeiro de R$ 2.643.430,40. A mínima das últimas 52 semanas para o HABT11 é de R$ 64,81, e a máxima chegou a R$ 78,80. O fechamento atual mostra que o fundo está testando níveis de preço superiores, apesar da queda diária, permanecendo mais próximo da sua máxima anual do que da sua mínima. A estabilidade do volume sugere um ajuste técnico comum após períodos de valorização, sem indicar, até o momento, uma reversão de tendência estrutural.
O Habitat II (HABT11) é um fundo de papel focado em ativos de crédito imobiliário, com destaque para CRIs de projetos de loteamento e urbanismo. Recentemente, a gestão comunicou ao mercado a amortização extraordinária de alguns títulos da carteira, o que impactou o fluxo de rendimentos distribuídos aos investidores no último mês.