Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SNEL11 | R$ 8,78 | 0,03% |
| 2 | WHGR11 | R$ 9,48 | 0,02% |
| 3 | BPML11 | R$ 87,73 | 0,02% |
| 4 | TGAR11 | R$ 91,05 | 0,02% |
| 5 | KORE11 | R$ 72,33 | 0,02% |
| 6 | XPSF11 | R$ 6,67 | 0,01% |
| 7 | VINO11 | R$ 5,21 | 0,01% |
| 8 | RCRB11 | R$ 142,45 | 0,01% |
| 9 | CACR11 | R$ 79,08 | 0,01% |
| 10 | BCIA11 | R$ 88,00 | 0,01% |
1º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,78 ↑ 2,69%
Descrição: O ativo SNEL11 liderou o ranking de valorização no pregão, fechando cotado a R$ 8,78, o que representa uma alta de 2,69% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,55. Durante o dia, o fundo demonstrou estabilidade em seu preço máximo e mínimo, ambos registrados em R$ 8,78, indicando uma pressão compradora consistente ao longo da sessão. O volume de negociação foi robusto, com 150.835 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 1.324.331,30. Vale notar que, por ser um fundo focado em ativos de energia, ele se descola levemente da dinâmica puramente imobiliária de tijolo ou papel tradicional. Embora a tabela não apresente dados de mínima e máxima de 52 semanas, a variação nominal de R$ 0,23 foi a maior em termos percentuais do grupo analisado. A liquidez apresentada é saudável para investidores institucionais e de varejo que buscam exposição ao setor de energias renováveis através de estruturas de FII.
O SNEL11 é um fundo imobiliário gerido pela Suno Asset, focado no desenvolvimento e operação de usinas de energia limpa (fotovoltaica). Recentemente, a Suno Asset anunciou a conclusão de novas etapas em seus projetos de geração distribuída, visando potencializar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: O fundo WHGR11 ocupou a segunda posição de destaque, encerrando o dia com uma valorização de 2,49%, cotado a R$ 9,48. O fechamento anterior havia sido de R$ 9,25, evidenciando um ganho nominal de R$ 0,23 por cota. Ao longo do pregão, o ativo flutuou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, demonstrando que o mercado encerrou próximo ao topo do dia. O volume de ações negociadas foi de 27.804, resultando em um giro financeiro de R$ 263.581,92. Comparado aos demais ativos da lista, o WHGR11 apresentou um volume financeiro mais modesto, porém a eficiência na valorização do preço da cota foi significativa. O investidor deve observar que a ausência de dados históricos de 52 semanas sugere uma listagem relativamente recente ou uma mudança de ticker/estrutura que limita a análise de longo prazo apenas por estes dados, mas o momentum atual é claramente positivo.
O WHG Real Estate é um fundo gerido pela Wealth High Group, com estratégia híbrida que busca investir tanto em ativos de renda urbana quanto em logística e crédito imobiliário. Uma notícia recente relevante foi a movimentação do fundo para otimizar seu portfólio de CRIs em meio às variações da curva de juros.
3º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 87,73 ↑ 2,01%
Descrição: O BPML11 apresentou uma performance sólida, com alta de 2,01%, fechando o dia a R$ 87,73. O fundo teve uma oscilação considerável durante a sessão, registrando a mínima de R$ 85,22 e atingindo a máxima de R$ 88,41, o que mostra uma volatilidade intradiária superior a 3%. O volume negociado atingiu R$ 1.370.167,14, com 15.618 cotas movimentadas. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que o ativo está operando muito próximo de sua máxima histórica no período (R$ 88,68), estando bem distante da mínima de R$ 56,55. Esse posicionamento indica uma forte recuperação e consolidação do setor de shoppings. O fechamento anterior de R$ 86,00 foi superado com folga, confirmando o otimismo dos investidores quanto à geração de caixa proveniente dos aluguéis e vendas das lojas do portfólio. A variação nominal de R$ 1,73 é uma das mais expressivas em termos de valor absoluto no relatório de hoje.
Este fundo é gerido pelo BTG Pactual e detém participações em diversos shoppings centers distribuídos pelo Brasil. Recentemente, o mercado repercutiu o aumento no fluxo de visitantes e nas vendas reportadas pelos operadores de shoppings, o que impacta diretamente a receita de aluguel variável do BPML11.
4º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 91,05 ↑ 1,94%
Descrição: O TGAR11, um dos fundos mais conhecidos do segmento de desenvolvimento, registrou alta de 1,94%, fechando a R$ 91,05. O fundo movimentou o maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 4.082.044,65, com 44.833 cotas negociadas. O preço oscilou entre a mínima de R$ 89,39 e a máxima de R$ 91,29, aproximando-se do topo de 52 semanas, que é de R$ 92,72. O fechamento anterior era de R$ 89,32. A solidez deste ativo é evidenciada pelo volume de negócios, sendo o preferido dos investidores de varejo neste recorte de mercado. A variação positiva de R$ 1,73 reflete a confiança no pipeline de empreendimentos e na capacidade de entrega de dividendos acima da média do mercado de FIIs de tijolo tradicionais. A mínima de 52 semanas em R$ 65,64 mostra que quem apostou no ativo no último ano obteve um retorno de capital expressivo além dos proventos mensais.
O TGAR11 é gerido pela TG Core Asset e foca em ativos reais e desenvolvimento imobiliário, principalmente no Centro-Oeste e Sudeste. A última notícia de destaque envolve a aquisição de novas glebas de terra e o progresso nas obras de loteamentos, o que promete sustentar o fluxo de pagamentos futuros.
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 72,33 ↑ 1,63%
Descrição: O fundo KORE11 encerrou a sessão com alta de 1,63%, sendo negociado a R$ 72,33. O valor representa um acréscimo de R$ 1,16 sobre o fechamento anterior de R$ 71,17. Durante o dia, o ativo testou a mínima de R$ 70,89 e a máxima de R$ 72,38, terminando o pregão quase em seu patamar mais alto. O volume financeiro transacionado foi de R$ 2.201.580,54, fruto da negociação de 30.438 cotas. Observando a janela de 52 semanas, o fundo ainda possui margem de crescimento para atingir sua máxima de R$ 78,85, estando consideravelmente acima da mínima de R$ 59,11. O KORE11 demonstra uma liquidez intermediária importante para a composição de carteiras diversificadas, mantendo uma volatilidade controlada enquanto busca capturar oportunidades em diferentes ciclos do mercado imobiliário. O desempenho do dia reforça a tendência de recuperação de ativos que sofreram com a marcação a mercado nos meses anteriores.
Gerido pela Kinea Investimentos (do grupo Itaú), o KORE11 é um fundo de mandato amplo que busca oportunidades em diversos segmentos imobiliários. Recentemente, a Kinea anunciou atualizações em seu portfólio de crédito e participações, mantendo uma estratégia defensiva, porém atenta a ganhos de capital em ativos subavaliados.
6º – XP SELECTION FOF INV IMOB – FII (XPSF11) | R$ 6,67 ↑ 1,37%
Descrição: O XPSF11, um fundo de fundos (FoF), apresentou valorização de 1,37%, fechando a R$ 6,67. O ativo é o de menor valor nominal unitário da lista, o que atrai investidores iniciantes pela facilidade de entrada. O volume de negociação foi expressivo em quantidade de cotas (221.622), gerando um montante financeiro de R$ 1.478.218,74. O preço de fechamento coincide com a máxima de 52 semanas (R$ 6,70), indicando que o fundo está em seu melhor momento do ano. A mínima do dia foi de R$ 6,59 e a máxima de R$ 6,70. O fechamento anterior foi de R$ 6,58. Por ser um fundo que investe em outros FIIs, sua alta de 1,37% (R$ 0,09 nominal) sinaliza um otimismo generalizado no mercado imobiliário, já que a valorização do XPSF11 é, na prática, um reflexo da valorização média dos ativos que compõem sua carteira.
O XPSF11 é gerido pela XP Asset Management e atua selecionando as melhores oportunidades entre outros fundos imobiliários do mercado. Recentemente, a gestão do fundo informou que tem rebalanceado a carteira para aumentar a exposição em FIIs de tijolo, visando capturar a queda dos juros futuros e a valorização patrimonial.
7º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,21 ↑ 1,36%
Descrição: O VINO11 encerrou o dia com alta de 1,36%, cotado a R$ 5,21. Este fundo de lajes corporativas teve um volume expressivo de negociação, com 262.938 cotas movimentadas, o maior número em quantidade de ativos da lista de hoje, gerando um volume financeiro de R$ 1.369.906,98. O fechamento anterior era de R$ 5,14, resultando em uma variação positiva de R$ 0,07 por cota. A mínima do dia foi de R$ 5,15 e a máxima de R$ 5,22. Um ponto de atenção para o investidor é que o valor atual está exatamente no topo de sua máxima de 52 semanas (R$ 5,22), indicando uma forte recuperação após ter batido na mínima de R$ 3,92. Esse movimento sugere que o setor de escritórios, que enfrentou desafios no pós-pandemia, está recuperando atratividade, especialmente em ativos com contratos de longo prazo e inquilinos de alta qualidade.
O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em escritórios de alto padrão, com destaque para ativos como a sede da Globo em SP. A última notícia relevante sobre o fundo foi a renegociação bem-sucedida de contratos de aluguel e a redução de vacância em ativos-chave do portfólio.
8º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR (RCRB11) | R$ 142,45 ↑ 1,26%
Descrição: O RCRB11 registrou uma alta de 1,26%, fechando a R$ 142,45, sendo o ativo de maior valor nominal entre os dez analisados. O fechamento anterior foi de R$ 140,68, com uma variação positiva de R$ 1,77. O volume de negociação foi o menor da lista em termos de quantidade (4.811 cotas), mas gerou um volume financeiro respeitável de R$ 685.326,95. A oscilação diária foi entre R$ 140,30 e R$ 142,45. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, tendo uma mínima de R$ 103,54 e máxima de R$ 146,27. Estar próximo da máxima anual indica que os ativos de lajes corporativas premium (classe A e A+) continuam sendo buscados como reserva de valor e fonte de renda estável. O investidor focado em qualidade de ativos (prime locations) costuma privilegiar fundos com este perfil, mesmo que a liquidez diária seja ligeiramente inferior aos fundos de menor valor nominal.
Gerido pela Rio Bravo Investimentos, o RCRB11 investe em lajes corporativas localizadas nos principais eixos de negócios de São Paulo, como Faria Lima e Paulista. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a venda de ativos com lucro, visando a reciclagem de portfólio e distribuição de ganhos de capital aos sócios.
9º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 79,08 ↑ 1,25%
Descrição: O CACR11 encerrou a sessão com alta de 1,25%, valendo R$ 79,08. A variação nominal foi de R$ 0,98 frente ao fechamento anterior de R$ 78,10. O volume negociado no pregão foi de R$ 1.197.192,12, com 15.139 cotas transacionadas. A mínima do dia foi de R$ 78,14 e a máxima de R$ 79,36. Ao observar o histórico de 52 semanas, o CACR11 apresenta uma máxima de R$ 92,54 e uma mínima de R$ 59,13. O preço atual mostra que, embora esteja em recuperação, ainda há um desconto significativo em relação aos picos atingidos no último ano. Por ser um fundo de recebíveis imobiliários (papel), seu desempenho costuma estar atrelado à manutenção de taxas de juros elevadas e à qualidade do crédito dos seus CRIs. A valorização de hoje reflete uma busca por ativos que oferecem yields consistentes em um ambiente de inflação controlada e juros reais atraentes.
O Supernova FII (CACR11) é gerido pela Cartesia Capital e investe predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Uma notícia de destaque recente foi a manutenção de dividendos elevados, o que atraiu novos investidores que buscam proteção contra a inflação por meio de ativos atrelados ao IPCA.
10º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 88,00 ↑ 1,24%
Descrição: O BCIA11 fechou o top 10 com uma alta de 1,24%, cotado a R$ 88,00. O fundo teve uma variação positiva de R$ 1,08 em relação ao fechamento de ontem, que foi de R$ 86,92. Curiosamente, a mínima do dia também foi de R$ 86,92, enquanto a máxima tocou os R$ 88,02. O volume financeiro foi de R$ 380.336,00, com 4.322 cotas negociadas. O BCIA11 é outro fundo de fundos (FoF) de peso, e seu comportamento de hoje o coloca muito próximo da sua máxima de 52 semanas (R$ 88,86), partindo de uma mínima de R$ 67,29. O fato de encerrar em R$ 88,00 demonstra que o mercado está precificando positivamente a gestão de portfólio feita pelo Bradesco. Como o fundo detém participações em diversos outros FIIs de renome, sua valorização é um termômetro de confiança para o setor imobiliário como um todo no curto e médio prazo.
O BCIA11 é um fundo de fundos gerido pela BRAM (Bradesco Asset Management). Sua estratégia consiste em diversificar entre fundos de tijolo e papel para otimizar o retorno total. Recentemente, o Bradesco divulgou relatório mensal reforçando a estratégia de alocação em fundos de logística de alta liquidez.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,66 | -0,06% |
| 2 | GZIT11 | R$ 45,10 | -0,04% |
| 3 | CCME11 | R$ 8,97 | -0,02% |
| 4 | URPR11 | R$ 37,76 | -0,02% |
| 5 | HSAF11 | R$ 80,80 | -0,01% |
| 6 | TRBL11 | R$ 66,49 | -0,01% |
| 7 | RBFF11 | R$ 52,88 | -0,01% |
| 8 | TRXF11 | R$ 96,51 | -0,01% |
| 9 | HSLG11 | R$ 90,97 | -0,00% |
| 10 | BBIG11 | R$ 7,22 | -0,00% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,66 ↓6,07%
Descrição: O fundo SPXS11 apresentou a queda mais expressiva do pregão analisado, recuando 6,07% e fechando a R$ 8,66. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,62 e a máxima de R$ 8,66, demonstrando uma pressão vendedora constante desde a abertura, que ocorreu abaixo do fechamento anterior de R$ 9,22. O volume de negociação foi robusto, com 595.460 cotas trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 5.156.683,60. Este volume elevado em um dia de forte queda sugere um movimento de reprecificação institucional ou saída de posição relevante. Por ser um fundo multiestratégia, a volatilidade pode estar associada a ajustes em sua carteira de CRIs ou participações imobiliárias. É importante notar que não há dados consolidados de mínima e máxima de 52 semanas na planilha para este ticker, o que exige cautela adicional do investidor na análise de tendência de longo prazo. A variação nominal foi de R$ 0,56 por cota.
O SPXS11 é um fundo imobiliário gerido pela SPX Capital em parceria com a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties), focado em uma estratégia híbrida que busca ganhos tanto em renda quanto em ganho de capital através de diversos ativos do setor imobiliário. Recentemente, o fundo tem estado sob o radar dos investidores devido às estratégias de reciclagem de portfólio e gestão ativa de ativos corporativos da SYN.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓4,04%
Descrição: O GZIT11 registrou uma desvalorização de 4,04%, encerrando o período cotado a R$ 45,10. O comportamento do ativo foi de baixa liquidez, com apenas 5.064 cotas negociadas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 228.386,40. A ação do preço foi contida, mantendo-se exatamente no patamar da mínima do dia (R$ 45,10) e também marcando sua máxima no mesmo valor, o que indica que as negociações ocorreram em um intervalo extremamente estreito após a queda inicial em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. A variação negativa foi de R$ 1,90 por cota. Para o investidor, a baixa liquidez somada a uma queda superior a 4% acende um alerta sobre o spread de compra e venda e a facilidade de montagem ou desmontagem de posições sem impactar severamente o preço.
O Gazit Malls é um fundo que detém participações em shoppings centers brasileiros, sendo gerido pela subsidiária brasileira da gigante global Gazit-Globe. Uma notícia relevante recente sobre o grupo envolve a estratégia de otimização de ativos e a busca por aumentar a eficiência operacional de seus empreendimentos, como o Shopping Light e o Internacional Shopping Guarulhos, em um cenário de recuperação do consumo presencial.
3º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,97 ↓1,64%
Descrição: O fundo CCME11 encerrou o dia com queda de 1,64%, sendo negociado a R$ 8,97. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,15 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,12. Durante a sessão, o fundo testou a mínima de R$ 8,92 e alcançou a máxima de R$ 9,18, mostrando certa volatilidade intraday. O volume negociado foi de 66.394 cotas, gerando um montante financeiro de R$ 595.554,18. Ao observar o histórico de 52 semanas fornecido, nota-se que o fundo está operando próximo à sua máxima anual (R$ 9,23) e consideravelmente acima da mínima de R$ 6,37. Esse posicionamento sugere que, apesar da queda pontual, o fundo mantém uma trajetória de valorização consistente no médio prazo, podendo a queda atual ser interpretada como um movimento de realização de lucros natural do mercado.
O CCME11 é um fundo imobiliário multiestratégia gerido pela Canuma Capital, que investe de forma flexível em diferentes ativos do setor, como CRIs, outros FIIs e ativos reais. Em suas comunicações mais recentes, a gestão tem destacado a diversificação do portfólio como ferramenta para mitigar riscos de crédito e vacância no atual cenário macroeconômico brasileiro de juros elevados.
4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 37,76 ↓1,54%
Descrição: O URPR11, um dos nomes conhecidos no segmento de “High Yield”, recuou 1,54%, fechando o dia a R$ 37,76. O fundo movimentou R$ 420.155,52 através de 11.127 cotas negociadas. O preço de fechamento ficou muito próximo da mínima do dia (R$ 37,61), enquanto a máxima atingida foi de R$ 38,49. Comparado ao fechamento anterior de R$ 38,35, a perda nominal foi de R$ 0,59. Analisando o intervalo de 52 semanas (Mín R$ 30,68 / Máx R$ 55,47), percebe-se que o ativo está em um patamar intermediário, porém distante de seus picos históricos, o que reflete o cenário desafiador para fundos de recebíveis imobiliários que operam com maior risco de crédito. A estabilidade do dividendo tem sido o principal foco dos cotistas deste fundo diante das oscilações de preço no mercado secundário.
O URPR11 é gerido pela Urca Capital Partners e foca em ativos de crédito imobiliário (CRIs) com taxas de retorno mais elevadas, frequentemente atreladas ao IPCA. Recentemente, a notícia de que o fundo realizou novas aquisições de ativos para recompor o portfólio chamou a atenção, visando manter o patamar de distribuição de dividendos que é sua principal característica.
5º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,80 ↓1,46%
Descrição: O fundo HSAF11 registrou uma queda de 1,46% no pregão, encerrando a R$ 80,80. Com uma variação negativa de R$ 1,20 por cota frente ao fechamento anterior de R$ 82,00, o ativo teve uma oscilação contida durante o dia, entre a mínima de R$ 80,52 e a máxima de R$ 81,15. A liquidez foi reduzida, com apenas 2.318 cotas negociadas, totalizando R$ 187.294,40. Um ponto de extrema relevância técnica é que a máxima do dia (R$ 81,15) ficou abaixo do fechamento anterior, e o preço atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 82,00). Isso indica que o fundo está em uma zona de resistência técnica importante, onde os vendedores parecem estar mais ativos, impedindo novas máximas históricas no curto prazo, apesar do suporte sólido demonstrado pela mínima anual de R$ 59,53.
O HSAF11 é um fundo de papel da gestora HSI (Hemisfério Sul Investimentos), focado primordialmente em CRIs de alta qualidade (High Grade). A notícia mais recente do fundo envolve a manutenção de sua estratégia conservadora e a divulgação de relatórios gerenciais que mostram uma carteira saudável, com baixa inadimplência mesmo com a volatilidade dos índices de inflação.
6º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 66,49 ↓0,76%
Descrição: O TRBL11 apresentou uma queda moderada de 0,76%, finalizando o dia a R$ 66,49. O fundo demonstrou uma dinâmica de negociação onde a máxima do dia (R$ 67,50) superou o fechamento anterior (R$ 67,00), mas não conseguiu sustentar os ganhos, vindo a fechar próximo da mínima de R$ 66,05. Foram negociadas 9.826 cotas, resultando em um volume de R$ 653.330,74. Ao analisar o histórico anual, o valor de R$ 66,49 está próximo da máxima de 52 semanas de R$ 69,65, indicando que o fundo goza de boa percepção de valor pelo mercado, mantendo-se distante da mínima de R$ 49,21 observada no último ano. A variação nominal negativa foi de R$ 0,51.
Este fundo é focado no segmento logístico, com ativos estrategicamente localizados, principalmente no estado do Rio de Janeiro. A gestão é realizada pela Tellus em parceria com a SDI. Uma notícia de destaque recente para o setor logístico, que impacta o TRBL11, é o aumento da demanda por galpões de alto padrão (Triple A) para e-commerce, o que tem mantido a vacância do fundo em níveis controlados.
7º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFF11) | R$ 52,88 ↓0,68%
Descrição: O RBFF11 é um fundo de fundos (FoF) que atua como um ETF do IFIX, e registrou queda de 0,68% no dia, fechando a R$ 52,88. A variação nominal foi de R$ 0,36 em relação ao fechamento anterior de R$ 53,24. Durante a sessão, o preço oscilou entre a mínima de R$ 52,52 e a máxima de R$ 53,23. Foram negociadas 6.261 cotas, com volume total de R$ 331.081,68. Por ser um fundo que investe em uma cesta de outros fundos imobiliários, seu desempenho costuma espelhar a média do mercado. O valor de fechamento está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 53,79), o que reforça a tese de que o mercado de FIIs, como um todo, tem operado em patamares elevados recentemente, apesar de correções pontuais como a do dia de hoje.
O RBFF11 é gerido pela Rio Bravo Investimentos e busca replicar ou superar a performance do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). Notícias recentes sobre o fundo destacam sua estratégia de arbitragem entre o valor patrimonial e o valor de mercado das cotas dos fundos em sua carteira, visando maximizar o dividend yield para o investidor final.
8º – TRX REAL ESTATE FII CF (TRXF11) | R$ 96,51 ↓0,51%
Descrição: O TRXF11 apresentou um recuo de 0,51%, fechando cotado a R$ 96,51. O fundo registrou o maior volume financeiro entre os ativos analisados, com impressionantes R$ 22.540.586,07 movimentados através de 233.557 cotas. Essa liquidez robusta permitiu uma oscilação entre a mínima de R$ 94,97 e a máxima de R$ 97,04 (superando o fechamento anterior de R$ 97,00 por um curto período). A variação nominal foi de R$ 0,49 negativos. O ativo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 99,70), demonstrando a forte confiança do mercado em sua tese de investimentos. Para o investidor de varejo, a alta liquidez deste fundo é um ponto positivo, permitindo grandes entradas e saídas sem distorções severas no preço de tela.
O TRXF11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo com foco em contratos de locação atípicos (Built-to-Suit e Sale-and-Leaseback), tendo grandes varejistas como GPA (Pão de Açúcar) e Assaí em sua base de inquilinos. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da venda de imóveis com lucro, visando a distribuição de dividendos extraordinários e a redução de sua alavancagem financeira.
9º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 90,97 ↓0,46%
Descrição: O HSLG11 teve uma variação negativa discreta de 0,46%, encerrando o dia a R$ 90,97. A desvalorização nominal foi de R$ 0,42 frente ao fechamento anterior de R$ 91,39. Durante as negociações, o fundo tocou a mínima de R$ 90,69 e a máxima de R$ 91,42. O volume de negociação foi de 5.468 cotas, com um giro financeiro de R$ 497.423,96. O ativo mantém-se em uma zona de preço saudável, muito próximo à máxima de 52 semanas de R$ 92,33 e bem distante da mínima anual de R$ 62,62. Esse comportamento sugere uma baixa volatilidade e uma forte resiliência do ativo, que parece ter encontrado um suporte firme acima dos R$ 90,00, mesmo em dias de mau humor do mercado financeiro.
Gerido pela HSI, o HSLG11 é um fundo de galpões logísticos de alto padrão com forte presença em mercados primários (como a região metropolitana de São Paulo). Uma notícia recente relevante foi a renovação antecipada de contratos de locação em seus principais ativos, o que garante previsibilidade de caixa e reduz o risco de vacância para os próximos anos.
10º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,22 ↓0,41%
Descrição: O BBIG11 fechou a lista com uma queda leve de 0,41%, sendo negociado a R$ 7,22. O fundo teve uma variação nominal de apenas R$ 0,03. O intervalo de negociação no dia foi estreito, entre R$ 7,20 e R$ 7,26, evidenciando uma estabilidade de preços apesar da tendência negativa. O volume financeiro foi de R$ 266.793,44, resultante da troca de 36.952 cotas. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 5,40 e R$ 7,36. O preço atual de R$ 7,22 coloca o ativo muito próximo de seu topo histórico anual, indicando que o fundo está em um momento de valorização ou consolidação em níveis altos, possivelmente impulsionado pela qualidade de seus ativos de shopping centers e pela gestão do Banco do Brasil.
O BBIG11 é um fundo imobiliário gerido pela BB Asset Management que foca no segmento de shopping centers, detendo participações em empreendimentos resilientes. Recentemente, o mercado repercutiu o anúncio do fundo sobre a otimização de sua estrutura de custos e os resultados operacionais positivos das vendas nas lojas físicas de seu portfólio, refletindo a melhora no consumo discricionário.