Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SNEL11 | R$ 8,78 | 2,69% |
| 2 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 3 | BPML11 | R$ 89,00 | 2,33% |
| 4 | BTRA11 | R$ 64,44 | 1,40% |
| 5 | XPSF11 | R$ 6,74 | 1,35% |
| 6 | DEVA11 | R$ 26,53 | 1,22% |
| 7 | SNCI11 | R$ 86,65 | 1,10% |
| 8 | CACR11 | R$ 79,74 | 1,06% |
| 9 | BCIA11 | R$ 88,70 | 1,05% |
| 10 | BRCR11 | R$ 48,00 | 0,99% |
1º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,78 ↑ 2,69%
Descrição: O ativo SNEL11 liderou o ranking de valorização no período analisado, apresentando um fechamento expressivo em R$ 8,78, o que representa uma alta de 2,69% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,55. Durante o pregão, o papel demonstrou uma estabilidade singular, operando entre a mínima e a máxima de R$ 8,78, evidenciando uma pressão compradora que sustentou o preço no topo. O volume de ações negociadas atingiu 150.835 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 1.324.331,30. Vale ressaltar que os dados de mínima e máxima de 52 semanas ainda não constam na base, possivelmente por ser um ativo com histórico recente ou nova listagem. A variação nominal positiva foi de R$ 0,23 por cota. Este desempenho coloca o fundo em uma posição de destaque para investidores que buscam ativos atrelados ao setor de energia com viés imobiliário. O SNEL11 é um fundo imobiliário gerido pela Suno Asset, focado em ativos de energias limpas e renováveis, buscando renda através da locação ou exploração de infraestrutura energética. Recentemente, a Suno anunciou a conclusão da primeira fase de uma de suas usinas fotovoltaicas, reforçando o cronograma de entrega de dividendos aos cotistas.
2º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o WHGR11 encerrou o dia cotado a R$ 9,48, o que significa uma variação positiva de R$ 0,23 ou 2,49%. O fundo abriu o dia próximo à sua mínima de R$ 9,42 e conseguiu escalar até atingir a máxima de R$ 9,48 no fechamento. O volume de negociação foi de 27.804 ações, movimentando um montante financeiro de R$ 263.581,92. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,25, o ativo demonstra uma recuperação sólida de curto prazo. Assim como o primeiro colocado, este fundo ainda não possui registros históricos de 52 semanas detalhados na tabela fornecida, sugerindo atenção aos próximos relatórios gerenciais para acompanhamento de tendência. A liquidez, embora menor que a do líder do ranking, mostrou-se suficiente para a valorização observada. Este fundo imobiliário é administrado pela Wealth High Governance (WHG) e foca em ativos de renda real estate diversificados. Uma notícia relevante recente foi a aprovação de novas aquisições de ativos logísticos para compor o portfólio do fundo, visando aumentar o cap rate da carteira.
3º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 89,00 ↑ 2,33%
Descrição: O BPML11 apresentou um desempenho robusto, fechando a R$ 89,00, uma alta de 2,33% (equivalente a R$ 2,03 nominais). O ativo mostrou volatilidade ao longo do dia, com mínima de R$ 86,57 e máxima de R$ 89,00, atingindo exatamente o topo da sua amplitude diária no fechamento. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 707.105,00, com 7.945 ações trocando de mãos. Um dado fundamental para o investidor de longo prazo é que o preço atual de R$ 89,00 representa a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o fundo está em seu melhor momento de avaliação anual, partindo de uma mínima de R$ 56,55 no mesmo período. Isso demonstra uma valorização consistente e uma quebra de resistência importante para o ativo. O BPML11 é o fundo de shoppings do BTG Pactual, que detém participações em diversos centros de compras consolidados no Brasil. Recentemente, o mercado repercutiu o aumento no fluxo de vendas dos shoppings do portfólio no último trimestre, o que projeta dividendos mais atraentes para o próximo semestre.
4º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 64,44 ↑ 1,40%
Descrição: O BTRA11 fechou o pregão cotado a R$ 64,44, registrando uma valorização de 1,40% (R$ 0,89). O fundo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 63,00 e máxima de R$ 64,45, encerrando praticamente no pico do dia. O volume de ações foi de 1.209, gerando um volume negociado de R$ 77.907,96. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o fundo já atingiu a máxima de R$ 66,65 e uma mínima de R$ 38,94, situando o preço atual em um patamar de consolidação após uma forte recuperação anual. O fechamento anterior de R$ 63,55 serviu como suporte para a subida de hoje. A baixa liquidez diária exige cautela do investidor quanto à execução de ordens maiores sem impactar o preço. Este fundo foca na aquisição e arrendamento de terras agrícolas, setor vital para a economia brasileira. Recentemente, a gestão do BTRA11 informou a regularização de pagamentos de um de seus principais arrendatários, o que trouxe alívio e previsibilidade ao fluxo de caixa do fundo.
5º – XP SELECTION FOF INV IMOB – FII (XPSF11) | R$ 6,74 ↑ 1,35%
Descrição: O XPSF11, um fundo de fundos (FoF), encerrou o dia a R$ 6,74, com alta de 1,35%. O ganho nominal por cota foi de R$ 0,09. O ativo teve uma movimentação intensa, com 104.214 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 702.402,36. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 6,65 e a máxima de R$ 6,77. É importante notar que o valor de fechamento está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 6,77), sinalizando otimismo dos investidores em relação à carteira de FIIs gerida pela XP. A mínima anual registrada foi de R$ 4,83, o que evidencia uma trajetória de recuperação vigorosa ao longo do último ano, acompanhando a melhora do cenário macroeconômico para a renda variável. O XPSF11 é um fundo gerido pela XP Vista Asset que investe primordialmente em cotas de outros fundos imobiliários. A última notícia relevante foi o relatório mensal que apontou um aumento na exposição do fundo em ativos de papel para aproveitar as taxas de juros elevadas.
6º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 26,53 ↑ 1,22%
Descrição: O DEVA11 fechou o dia em R$ 26,53, o que representa uma elevação de 1,22% ou R$ 0,32 sobre o fechamento anterior de R$ 26,21. O ativo registrou uma volatilidade típica, oscilando entre a mínima de R$ 26,21 e a máxima de R$ 26,82. Com 39.449 ações negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 1.046.581,97, demonstrando boa liquidez no mercado secundário. Em termos históricos de 52 semanas, o fundo ainda opera longe de sua máxima de R$ 31,59, mas acima da mínima de R$ 22,18. Esse movimento sugere um processo de recuperação de valor, embora o fundo ainda enfrente desafios de mercado refletidos no seu preço de tela. O fechamento do dia reforça um suporte importante na casa dos R$ 26,00. O DEVA11 é um fundo imobiliário focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com foco em maior rendimento (High Yield). Notícias recentes indicam que o fundo está trabalhando na reestruturação de algumas dívidas da carteira para garantir a continuidade do pagamento de proventos aos cotistas.
7º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 86,65 ↑ 1,10%
Descrição: O SNCI11 registrou um fechamento a R$ 86,65, apresentando uma valorização de 1,10%, equivalente a R$ 0,94. O fundo teve uma amplitude de negociação entre R$ 85,37 e R$ 87,10 ao longo do dia. O volume financeiro foi de R$ 1.758.215,15, com 20.291 ações negociadas, sendo um dos fundos com maior giro financeiro da lista. O fechamento atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 87,10), o que reflete a confiança do mercado na gestão de recebíveis da Suno Asset. Comparado à mínima anual de R$ 68,78, o fundo acumula uma valorização expressiva, consolidando-se como um ativo resiliente na carteira dos investidores de renda fixa imobiliária. Este fundo (SNCI11) investe em títulos de dívida imobiliária (CRIs) com foco em crédito de qualidade. A Suno Asset recentemente destacou em relatório que a carteira do fundo permanece 100% adimplente, o que tem atraído investidores que buscam segurança em ativos de papel.
8º – SUPERNOVA FII – RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 79,74 ↑ 1,06%
Descrição: O fundo CACR11 encerrou a sessão a R$ 79,74, uma alta de 1,06% em relação ao fechamento anterior de R$ 78,90. A variação nominal positiva foi de R$ 0,84. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 79,48 e a máxima de R$ 80,20. Foram negociadas 14.397 ações, movimentando um volume financeiro de R$ 1.148.016,78. Ao observar a janela de 52 semanas, o ativo encontra-se em um patamar intermediário, tendo atingido a máxima de R$ 92,54 e a mínima de R$ 59,13. O desempenho do dia mostra uma tentativa de estabilização do preço acima da barreira técnica dos R$ 79,00, buscando retomar os níveis de preço observados no meio do ano passado. O CACR11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Capitânia, focado em operações estruturadas de crédito. A notícia mais recente do fundo envolve o anúncio de novos aportes em CRIs de projetos residenciais, visando aumentar a diversificação geográfica de sua carteira.
9º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 88,70 ↑ 1,05%
Descrição: O BCIA11 fechou cotado a R$ 88,70, representando uma valorização de 1,05% (R$ 0,92). O ativo operou de forma estável entre a mínima de R$ 87,59 e a máxima de R$ 88,99. Com um volume de 4.566 ações, o montante negociado foi de R$ 405.004,20. Um ponto de extrema relevância é que a máxima do dia (R$ 88,99) coincide com a máxima de 52 semanas, indicando que o fundo atingiu seu maior valor de mercado no último ano durante o pregão de hoje. Partindo de uma mínima anual de R$ 67,29, o BCIA11 demonstra uma recuperação consistente, consolidando-se como uma opção de gestão ativa de carteira imobiliária dentro do universo Bradesco. O BCIA11 é um fundo de fundos gerido pelo Bradesco Asset Management, que busca valorização e renda através de cotas de outros FIIs. Recentemente, a gestão anunciou um rebalanceamento de carteira, aumentando a posição em fundos de tijolo (logística e shoppings) em detrimento de fundos de papel.
10º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 48,00 ↑ 0,99%
Descrição: Fechando o top 10, o BRCR11 apresentou uma alta de 0,99%, encerrando o dia a R$ 48,00. O ganho nominal foi de R$ 0,47 comparado ao fechamento anterior de R$ 47,53. O ativo teve uma movimentação robusta, com 125.749 ações negociadas e o maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 6.035.952,00. A amplitude diária ficou entre R$ 47,53 e R$ 48,30. Interessante notar que o fechamento de R$ 48,00 está no topo da sua série de 52 semanas (máxima de R$ 48,30), vindo de uma mínima de R$ 34,52. O alto volume negociado indica que o ativo é um dos preferidos dos investidores institucionais para exposição ao setor de lajes corporativas no atual momento do mercado. O BRCR11 é um dos fundos mais tradicionais de lajes corporativas do mercado, gerido pelo BTG Pactual. Uma notícia recente que impactou o fundo foi a renovação antecipada de contratos de locação em edifícios prime em São Paulo, reduzindo a vacância projetada para o próximo ano.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,66 | -6,07% |
| 2 | GZIT11 | R$ 45,10 | -4,04% |
| 3 | SNFF11 | R$ 79,00 | -2,46% |
| 4 | HCTR11 | R$ 21,55 | -1,55% |
| 5 | ICRI11 | R$ 90,46 | -1,47% |
| 6 | VGIP11 | R$ 79,86 | -1,15% |
| 7 | PATL11 | R$ 67,08 | -1,15% |
| 8 | OUJP11 | R$ 78,30 | -1,02% |
| 9 | RZTR11 | R$ 96,65 | -0,99% |
| 10 | HSML11 | R$ 90,67 | -0,91% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,66 ↓ 6,07%
Descrição: O fundo SPXS11 apresentou a maior desvalorização do pregão analisado, encerrando o dia cotado a R$ 8,66. Esta variação negativa representa uma queda acentuada de 6,07%, ou R$ 0,56 em termos nominais, partindo de um fechamento anterior de R$ 9,22. Durante o período de negociação, o ativo registrou uma mínima de R$ 8,62 e uma máxima de R$ 8,66, demonstrando que o preço de fechamento ficou muito próximo do piso do dia. O volume de ações movimentadas foi expressivo, atingindo 595.460 títulos, o que resultou em um volume financeiro total negociado de R$ 5.156.683,60. Curiosamente, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não constam na base, o que pode indicar uma listagem recente ou ajuste de base. O fundo ocupa o primeiro lugar no ranking de movimentação ou relevância desta lista específica de baixas, exigindo atenção do investidor quanto à sua volatilidade imediata e liquidez corrente no mercado secundário.
Este é um fundo imobiliário de gestão ativa que busca rentabilidade através de uma estratégia multiestratégia, investindo em diferentes classes de ativos imobiliários e títulos de dívida. Recentemente, a SPX e a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties) têm focado na otimização do portfólio de shoppings e escritórios para melhorar a distribuição de dividendos.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓ 4,04%
Descrição: O fundo GZIT11 registrou um fechamento em R$ 45,10, o que significa uma retração de 4,04% em relação ao valor anterior de R$ 47,00. A variação nominal negativa foi de R$ 1,90. Observa-se uma característica atípica na movimentação do dia: a mínima, a máxima e o fechamento coincidiram no valor de R$ 45,10, sugerindo uma baixa liquidez ou uma pressão vendedora constante que travou o preço no patamar mínimo. O volume de ações foi de apenas 5.064, totalizando um giro financeiro de R$ 228.386,40, o menor entre os dez ativos listados. Assim como o líder do ranking, este fundo não apresenta dados consolidados de 52 semanas na tabela. O investidor deve considerar que a baixa liquidez pode acentuar movimentos de queda quando há ordens de venda mais volumosas em um cenário de poucos compradores ativos no book de ofertas.
O Gazit Malls é um fundo que detém participações em shopping centers de alto padrão, sendo controlado pela multinacional Gazit-Globe. Em notícias recentes, o grupo tem reforçado sua estratégia de reciclagem de capital, vendendo ativos maduros para focar em empreendimentos com maior potencial de valorização em São Paulo.
3º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 79,00 ↓ 2,46%
Descrição: O SNFF11 encerrou o dia com o preço de R$ 79,00, apresentando uma variação negativa de 2,46% (redução de R$ 1,99 por cota). O fundo iniciou ou transitou em uma máxima de R$ 81,67, mas encontrou forte resistência, tocando a mínima de R$ 79,00 exatamente no fechamento. O volume de negociação registrou 11.031 ações, gerando um montante financeiro de R$ 871.449,00. Ao analisar o histórico de 52 semanas, percebe-se que o ativo está operando em um canal intermediário, com mínima anual de R$ 58,81 e máxima de R$ 82,98. O fechamento atual a R$ 79,00 indica que o fundo está se distanciando de seu topo histórico recente, mas ainda mantém uma margem considerável em relação aos níveis mais baixos registrados no último ano. A pressão de venda reflete um ajuste pontual na carteira teórica ou uma resposta ao cenário de juros.
O SNFF11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pela Suno Asset, cujo objetivo é investir em outros FIIs para gerar renda e ganho de capital. A última notícia relevante do fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial, onde a gestão destacou o aumento da exposição em fundos de papel para aproveitar as taxas de juros reais elevadas.
4º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 21,55 ↓ 1,55%
Descrição: O HCTR11, um dos fundos mais comentados pelo varejo, fechou o dia a R$ 21,55, com queda de 1,55% ou R$ 0,34. O ativo demonstrou volatilidade intradiária, variando entre a mínima de R$ 21,01 e a máxima de R$ 22,38. O fechamento anterior era de R$ 21,89. O volume de negociação foi robusto, com 94.971 ações trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro de R$ 2.046.625,05. Observando a janela de 52 semanas, o fundo opera perto de suas máximas anuais (R$ 22,91), estando bem distante da mínima de R$ 16,03 registrada no período. Esse comportamento sugere que, apesar da queda diária, o fundo vinha em uma tendência de recuperação ou estabilização em patamares mais elevados. A liquidez do HCTR11 permanece como uma das maiores do grupo, facilitando a entrada e saída de grandes posições.
Este fundo é focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de maior risco (high yield), com foco em loteamentos e multipropriedade. Notícias recentes indicam que o fundo continua em um processo de reestruturação de dívidas de alguns de seus devedores para normalizar o fluxo de dividendos aos cotistas.
5º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 90,46 ↓ 1,47%
Descrição: O ICRI11 registrou uma queda de 1,47%, encerrando o dia cotado a R$ 90,46. A variação negativa foi de R$ 1,35 em relação ao fechamento anterior de R$ 91,81. O fundo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 90,00 e a máxima de R$ 92,26 durante o pregão. Com 22.011 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.991.115,06. Em uma perspectiva de longo prazo (52 semanas), o valor atual está posicionado na parte superior do gráfico, muito próximo da máxima anual de R$ 93,65 e significativamente acima da mínima de R$ 67,48. Esse recuo de 1,47% pode ser interpretado como um movimento de realização de lucros por parte dos investidores, dado que o ativo se aproxima de seu teto histórico recente. A estabilidade institucional do gestor (Itaú) costuma atrair investidores com perfil mais conservador dentro do segmento de crédito.
O ICRI11 é um fundo de papel gerido pela Itaú Asset Management, concentrado em CRIs indexados ao IPCA. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de rendimentos em linha com a inflação acumulada, beneficiando-se da manutenção das taxas de juros em patamares elevados no Brasil.
6º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 79,86 ↓ 1,15%
Descrição: O VGIP11 apresentou um recuo de 1,15%, terminando o dia a R$ 79,86, uma queda nominal de R$ 0,93 sobre o fechamento de R$ 80,79. A amplitude do dia ficou entre R$ 79,54 e R$ 80,75. O giro de ações foi de 22.130 unidades, resultando em R$ 1.767.301,80 negociados. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra uma recuperação consistente, tendo saído de uma mínima de R$ 62,41 para testar níveis próximos à máxima de R$ 82,75. O valor de fechamento atual indica que o fundo está em uma zona de consolidação. Por ser um fundo de índice de preço, sua performance está diretamente atrelada ao comportamento dos indicadores de inflação, e oscilações diárias dessa magnitude são comuns em dias de abertura da curva de juros futuros no mercado financeiro brasileiro.
Gerido pela Valora Investimentos, o VGIP11 investe predominantemente em CRIs com correção pelo IPCA. A última atualização relevante do fundo destacou o aumento da qualidade de crédito da carteira, com a inclusão de novos ativos de devedores com rating elevado.
7º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 67,08 ↓ 1,15%
Descrição: O fundo logístico PATL11 encerrou a sessão com queda de 1,15%, cotado a R$ 67,08. O decréscimo nominal foi de R$ 0,78 frente ao fechamento anterior de R$ 67,86. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 66,60 e a máxima de R$ 67,85. O volume de negociação envolveu 16.221 ações, totalizando R$ 1.088.104,68. Ao olhar para o intervalo de 52 semanas, nota-se que o fundo está muito próximo de sua máxima anual de R$ 68,99, o que demonstra uma trajetória de valorização robusta no último ano, partindo da mínima de R$ 36,38. Esta queda pontual parece ser um ajuste técnico dentro de uma tendência de alta mais ampla para o setor logístico, que tem se beneficiado da resiliência do e-commerce e da demanda por galpões de alta qualidade.
O PATL11 é gerido pelo Pátria Investimentos e foca na aquisição e gestão de galpões logísticos “Triple A”. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a renovação de contratos de locação importantes, garantindo a manutenção da vacância em níveis baixos e a previsibilidade de receita para os próximos anos.
8º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 78,30 ↓ 1,02%
Descrição: O OUJP11 fechou o dia em R$ 78,30, registrando uma baixa de 1,02%. A redução foi de R$ 0,81 em relação aos R$ 79,11 do dia anterior. O ativo tocou a mínima de R$ 78,30 e a máxima de R$ 79,69. Foram negociadas 4.431 ações, com um volume financeiro de R$ 346.947,30, indicando uma liquidez mais reduzida se comparada aos pares de maior porte. No histórico anual (52 semanas), o fundo teve sua mínima em R$ 55,90 e sua máxima em R$ 79,69. É importante notar que a máxima anual foi atingida justamente no pregão de hoje, antes de o preço recuar para o fechamento. Isso indica uma forte realização de lucros assim que o ativo testou sua resistência máxima de um ano, um comportamento técnico clássico em ativos de renda variável.
Este fundo é focado em títulos de dívida imobiliária (CRIs) e é gerido pela JPP Capital em parceria com o Banco Ourinvest. Notícias recentes apontam que o fundo tem buscado diversificar sua carteira com ativos indexados ao CDI para equilibrar a exposição ao IPCA.
9º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 96,65 ↓ 0,99%
Descrição: O RZTR11, fundo focado em terras agrícolas, encerrou a R$ 96,65, com queda de 0,99%. A variação nominal foi de R$ 0,97 negativos sobre o fechamento de R$ 97,62. O fundo teve uma movimentação estável, variando entre R$ 96,18 e R$ 97,80. O volume de negociação foi um dos maiores do dia, com 41.391 ações e um giro financeiro expressivo de R$ 4.000.440,15. No quadro de 52 semanas, o ativo mostra grande resiliência: a mínima foi de R$ 70,11 e a máxima de R$ 97,98. O fechamento atual a R$ 96,65 coloca o fundo muito perto de sua máxima histórica anual, sugerindo que o interesse do investidor pelo setor de agronegócio dentro do mercado imobiliário continua elevado, apesar do leve recuo diário que acompanha o humor geral do mercado.
O Riza Terrax investe em terras agrícolas através de estratégias de “Sale-Leaseback” e “Buy and Lease”. A última notícia de destaque do RZTR11 foi a conclusão de uma nova emissão de cotas, que visa captar recursos para a aquisição de novas propriedades produtivas no Centro-Oeste brasileiro.
10º – HSI MALLS FI IMOBILIARIO ETF (HSML11) | R$ 90,67 ↓ 0,91%
Descrição: O HSML11 fechou a lista das dez maiores quedas com um recuo de 0,91%, sendo cotado a R$ 90,67. A variação em reais foi de R$ 0,83 em relação ao fechamento anterior de R$ 91,50. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 90,56 e a máxima de R$ 91,74. O fundo registrou 25.692 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 2.329.493,64. Analisando as 52 semanas, o fundo apresenta uma mínima de R$ 63,86 e uma máxima de R$ 92,65. Assim como outros fundos consolidados nesta lista, o HSML11 está operando perto de seu teto anual. A queda abaixo de 1% é considerada uma oscilação natural de mercado, especialmente para um fundo de shoppings que depende do fluxo de consumo e das expectativas macroeconômicas de curto prazo.
O HSML11 é gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos) e possui um portfólio diversificado de shoppings centers em diversas regiões do Brasil. Recentemente, a gestão anunciou um aumento no faturamento das lojas físicas, o que refletiu positivamente na distribuição de dividendos do último mês.