Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BTAL11 | R$ 89,52 | 0,04% |
| 2 | AJFI11 | R$ 8,33 | 0,03% |
| 3 | URPR11 | R$ 38,13 | 0,03% |
| 4 | SNEL11 | R$ 8,78 | 0,03% |
| 5 | WHGR11 | R$ 9,48 | 0,02% |
| 6 | VINO11 | R$ 5,32 | 0,02% |
| 7 | VGRI11 | R$ 8,49 | 0,02% |
| 8 | JSAF11 | R$ 8,02 | 0,02% |
| 9 | HCTR11 | R$ 22,03 | 0,02% |
| 10 | BTRA11 | R$ 65,52 | 0,02% |
1º – BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 89,52 ↑4,09%
Descrição: O fundo BTAL11 liderou as valorizações do dia com um desempenho robusto, fechando cotado a R$ 89,52. Durante a sessão, o ativo demonstrou grande força compradora, atingindo a máxima de R$ 89,97, que também representa o topo de seu intervalo de negociação nas últimas 52 semanas. Com uma variação nominal positiva de R$ 3,52 em relação ao fechamento anterior de R$ 86,00, o fundo movimentou um volume financeiro expressivo de R$ 1.341.546,72, fruto de 14.986 negociações. O preço atual situa-se significativamente acima da mínima anual de R$ 58,72, evidenciando uma trajetória de recuperação e consolidação patrimonial ao longo do ano. A oscilação diária entre a mínima de R$ 85,99 e a máxima de R$ 89,97 mostra uma volatilidade controlada com viés de alta acentuado, atraindo a atenção de investidores focados no setor de logística voltado ao agronegócio nacional.
O BTAL11 é um fundo imobiliário gerido pelo BTG Pactual que foca em ativos de logística e infraestrutura para o agronegócio, como armazéns e terminais. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da aquisição de novos ativos logísticos no Mato Grosso, visando expandir sua capilaridade no escoamento de grãos.
2º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,33 ↑2,84%
Descrição: O AJFI11 apresentou uma performance sólida, encerrando o dia em R$ 8,33, o que representa uma alta de 2,84%. O ativo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 8,05 e máxima de R$ 8,33, sendo que este valor de fechamento também marca a máxima das últimas 52 semanas, sinalizando um momento de otimismo extremo para o papel. A variação em reais foi de R$ 0,23 sobre o preço anterior de R$ 8,10. O volume de ações negociadas somou 41.500 unidades, gerando um giro financeiro de R$ 345.695,00. Comparado à mínima de 52 semanas de R$ 6,01, o fundo demonstra uma valorização consistente de longo prazo. A estabilidade operacional e o alcance do novo teto de preço sugerem uma recepção positiva do mercado às estratégias de gestão do portfólio de shoppings e ativos comerciais do fundo.
O AJFI11 é um fundo de tijolo focado no segmento de shoppings centers e ativos de varejo. Uma notícia recente de destaque envolve o anúncio da revisão para cima nas projeções de receitas de aluguéis de seus principais empreendimentos para o próximo semestre, devido ao aumento do fluxo de consumidores.
3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 38,13 ↑2,83%
Descrição: Ocupando a terceira posição, o URPR11 fechou o pregão a R$ 38,13, registrando uma valorização de 2,83% ou R$ 1,05 nominais. O fundo abriu o dia próximo à sua mínima de R$ 37,08, que coincidentemente era o valor do fechamento anterior, e escalou até a máxima de R$ 38,39. Com 27.547 ações trocando de mãos, o volume financeiro totalizou R$ 1.050.367,11, demonstrando boa liquidez no mercado secundário. Vale notar que, apesar da alta diária, o ativo ainda opera abaixo da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 55,47, mas bem acima da mínima de R$ 30,68 registrada no mesmo período. Esse movimento sugere um repique técnico ou uma resposta a indicadores de crédito positivos, visto que o fundo possui características de renda fixa atrelada a ativos imobiliários de maior risco e retorno.
O URPR11 é um fundo de papel que investe primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de projetos residenciais e loteamentos. Recentemente, a gestão comunicou ao mercado o pagamento de dividendos acima da média do setor, impulsionado pela deflação menor do que o esperado em índices de preços.
4º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,78 ↑2,69%
Descrição: O SNEL11 registrou um fechamento em R$ 8,78, apresentando uma alta percentual de 2,69%. O comportamento do ativo durante o dia foi peculiar, com o preço de abertura, mínima e máxima convergindo para o mesmo valor de R$ 8,78, indicando uma pressão compradora que absorveu a oferta logo no início ou uma baixa dispersão de preços durante as negociações. O volume de ações foi bastante relevante, com 150.835 papéis negociados, resultando em um montante financeiro de R$ 1.324.331,30. É importante observar que os dados de mínima e máxima de 52 semanas não constam na base fornecida, o que pode indicar um fundo de listagem mais recente. A valorização de R$ 0,23 sobre o fechamento anterior de R$ 8,55 coloca o SNEL11 entre os destaques de rentabilidade do dia no setor de energias renováveis aplicado ao mercado imobiliário.
O SNEL11 é o primeiro fundo de energias limpas da Suno Asset, focado em investir em usinas fotovoltaicas para geração distribuída. Uma notícia relevante recente foi a inauguração de uma nova usina de energia solar em Minas Gerais, que deve incrementar o fluxo de caixa do fundo nos próximos meses.
5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%
Descrição: O fundo WHGR11 encerrou a sessão com cotação de R$ 9,48, o que equivale a um avanço de 2,49% no dia. A variação absoluta foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento de R$ 9,25. Durante as negociações, o papel flutuou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, demonstrando que o ativo terminou o dia em seu ponto mais alto. O volume de negociação foi de 27.804 ações, com um valor financeiro movimentado de R$ 263.581,92. Assim como outros fundos novos na lista, não há dados históricos de 52 semanas disponíveis, sugerindo uma fase de maturação recente na bolsa. O desempenho de hoje reforça a confiança do investidor na tese de ativos reais da gestora, mantendo o preço acima da média de fechamento recente e com baixa volatilidade negativa durante o pregão.
O WHGR11 é um fundo imobiliário híbrido que busca renda e ganho de capital através de uma carteira diversificada de ativos imobiliários, incluindo CRIs e outros FIIs. Recentemente, a WHG anunciou uma atualização em seu portfólio, aumentando a exposição em ativos indexados ao IPCA para proteger a rentabilidade contra a inflação.
6º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,32 ↑2,31%
Descrição: O VINO11, um dos fundos mais conhecidos do setor de lajes corporativas, fechou em R$ 5,32, registrando alta de 2,31%. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 5,20 e a máxima de R$ 5,32, que também coincide com sua máxima de 52 semanas. Este dado é particularmente relevante, pois mostra que o fundo está em seu melhor momento de preço no último ano, superando a mínima histórica de R$ 3,92. O volume negociado foi expressivo, com 193.738 ações, gerando um montante de R$ 1.030.686,16. A alta de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 5,20 indica um movimento de recuperação contínuo no setor de escritórios, com investidores buscando ativos que ofereçam yields atrativos e potencial de valorização em meio à retomada do trabalho presencial e ocupação de espaços premium.
O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e investe em lajes corporativas de alto padrão, com foco em ativos em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo informou ao mercado a renovação antecipada de contrato com um de seus principais locatários, garantindo a vacância baixa por mais três anos.
7º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,49 ↑2,04%
Descrição: O VGRI11 apresentou uma valorização de 2,04%, fechando o dia a R$ 8,49. A variação nominal foi de R$ 0,17 comparada ao fechamento anterior de R$ 8,32. O fundo teve uma movimentação interessante, com mínima de R$ 8,32 e máxima de R$ 8,51, aproximando-se muito do seu teto anual de R$ 8,51. O volume de ações negociadas atingiu 69.808 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 592.669,92. O ativo tem se mantido bem distante de sua mínima de 52 semanas (R$ 5,75), o que demonstra uma sólida trajetória de valorização. A proximidade com a máxima anual sugere que o mercado está precificando positivamente os ativos subjacentes do fundo e a gestão de risco executada pela Valora, refletindo a busca dos investidores por rendimentos consistentes e segurança patrimonial.
O VGRI11 é um fundo imobiliário que atua predominantemente na aquisição de direitos reais sobre imóveis e outros títulos do setor. Uma notícia recente importante foi a aprovação, em assembleia, da nova emissão de cotas para captação de recursos destinados à aquisição de novos ativos residenciais voltados para renda.
8º – JS ATIVOS FINANCEIROS FII CEF (JSAF11) | R$ 8,02 ↑1,91%
Descrição: O JSAF11 encerrou o pregão em R$ 8,02, com uma alta de 1,91%. O fundo iniciou as operações com mínima de R$ 7,85 e alcançou a máxima de R$ 8,05 ao longo do dia. Com 153.167 ações negociadas, o volume financeiro foi um dos maiores do grupo analisado, totalizando R$ 1.228.399,34. O fechamento anterior foi de R$ 7,87, resultando em um ganho nominal de R$ 0,15. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo está operando muito próximo da sua máxima (R$ 8,05) e longe da mínima (R$ 5,11). Esse desempenho reflete um apetite crescente por fundos que investem em outros ativos financeiros do setor imobiliário, permitindo uma diversificação interna que agrada ao investidor que busca mitigar riscos individuais em um cenário macroeconômico de juros voláteis.
O JSAF11 é um fundo de fundos (FoF) gerido pelo Safra Asset Management, que investe em uma carteira diversificada de outros FIIs. Recentemente, a gestão divulgou um relatório mensal destacando o aumento da exposição em fundos de logística, visando capturar ganhos com a redução da vacância no setor.
9º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 22,03 ↑1,71%
Descrição: O HCTR11 fechou a R$ 22,03, registrando uma valorização de 1,71% ou R$ 0,37. O ativo teve uma variação diária entre R$ 21,38 e R$ 22,20, movimentando o maior volume financeiro desta lista: R$ 1.730.786,95, proveniente da negociação de 78.565 ações. Apesar da alta do dia em relação ao fechamento anterior de R$ 21,66, o cenário de longo prazo ainda é de cautela, já que o preço atual está próximo da mínima de 52 semanas (R$ 16,03) e muito distante da máxima de R$ 22,91. A alta de hoje pode indicar uma busca por “barganhas” ou uma estabilização após períodos de forte volatilidade. O alto volume negociado demonstra que, apesar dos desafios passados, o fundo ainda mantém uma liquidez extremamente alta e continua sendo um dos papéis mais ativos e monitorados pelo investidor de varejo.
O HCTR11 é um fundo de papel focado em títulos de dívida imobiliária de alto rendimento (High Yield). Recentemente, o fundo esteve nas manchetes devido ao processo de reestruturação de alguns CRIs de seu portfólio que enfrentaram inadimplência, buscando normalizar o fluxo de dividendos aos cotistas.
10º – BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 65,52 ↑1,68%
Descrição: O BTRA11 encerrou o dia cotado a R$ 65,52, com uma alta de 1,68% (R$ 1,08 nominais). O fundo operou entre a mínima de R$ 63,75 e a máxima de R$ 65,89. O volume de ações foi o menor da lista, com 5.807 papéis, gerando um volume financeiro de R$ 380.474,64. Ao comparar com o histórico de 52 semanas, o ativo está operando perto de sua máxima de R$ 66,65 e bem acima da mínima de R$ 38,94. O comportamento de hoje, partindo de um fechamento anterior de R$ 64,44, reforça a tendência de alta para ativos de terras agrícolas. A baixa liquidez relativa em comparação aos outros fundos da lista sugere que os detentores das cotas estão mantendo suas posições, possivelmente focados na tese de longo prazo e na valorização das propriedades rurais que compõem o patrimônio do fundo.
O BTRA11 é um fundo do BTG Pactual que investe em terras agrícolas produtivas, utilizando contratos de locação atípicos. Recentemente, o fundo anunciou o recebimento integral de parcelas de aluguel que estavam em discussão jurídica, o que trouxe alívio e previsibilidade para a distribuição de rendimentos futura.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,66 | -0,06% |
| 2 | GZIT11 | R$ 45,10 | -0,04% |
| 3 | HSAF11 | R$ 80,11 | -0,01% |
| 4 | VRTA11 | R$ 79,64 | -0,01% |
| 5 | HGPO11 | R$ 144,20 | -0,01% |
| 6 | LIFE11 | R$ 8,31 | -0,01% |
| 7 | JSRE11 | R$ 66,37 | -0,01% |
| 8 | BLMG11 | R$ 34,36 | -0,01% |
| 9 | SNFF11 | R$ 79,08 | -0,01% |
| 10 | MCCI11 | R$ 90,51 | -0,01% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,66 ↓ 6,07%
Descrição: O fundo SPXS11 apresentou a maior queda percentual entre os ativos analisados no pregão, com um recuo expressivo de 6,07%. O preço de fechamento foi estabelecido em R$ 8,66, muito próximo da mínima do dia, que registrou R$ 8,62, evidenciando uma forte pressão vendedora ao longo da sessão. O volume de negociação financeira alcançou o montante expressivo de R$ 5.156.683,60, o maior entre os dez ativos listados, com um giro de 595.460 cotas. Em termos nominais, a desvalorização foi de R$ 0,56 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. A volatilidade intradiária foi marcada por uma máxima de R$ 8,66, indicando que o papel não conseguiu sustentar níveis mais elevados durante as negociações. O fundo não possui dados registrados de mínima e máxima para o período de 52 semanas na base fornecida.
O SPXS11 é um fundo imobiliário de gestão ativa que busca rentabilidade através de uma estratégia multiestratégia, investindo tanto em ativos de tijolo quanto em títulos de dívida imobiliária. Recentemente, o mercado tem acompanhado de perto as movimentações de portfólio da gestão SPX para lidar com o cenário de juros.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓ 4,04%
Descrição: O ativo GZIT11 registrou uma desvalorização de 4,04% no último pregão, encerrando o dia cotado a R$ 45,10. Este valor representou uma queda nominal de R$ 1,90 em comparação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Um dado curioso desta sessão foi a baixa amplitude de negociação, onde a mínima e a máxima do dia foram registradas exatamente no mesmo valor do fechamento (R$ 45,10), sugerindo uma liquidez concentrada ou uma marcação pontual ao final do dia. O volume financeiro negociado foi de R$ 228.386,40, com 5.064 cotas trocando de mãos. Assim como o primeiro colocado, o fundo não apresenta registros de oscilação para o período de 52 semanas na tabela. O volume de ações é relativamente baixo se comparado aos líderes de liquidez do setor imobiliário.
O Gazit Malls é um fundo focado no segmento de shopping centers, pertencente ao grupo multinacional Gazit-Globe. A notícia mais recente do fundo envolve a estratégia de reciclagem de ativos e a busca por aumentar a eficiência operacional de seus empreendimentos localizados em regiões metropolitanas de alto poder aquisitivo.
3º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,11 ↓ 0,98%
Descrição: O HSAF11 fechou a sessão com uma queda moderada de 0,98%, sendo negociado a R$ 80,11. O fundo apresentou uma oscilação saudável durante o dia, transitando entre a mínima de R$ 79,70 e a máxima de R$ 81,38. O volume financeiro movimentado foi robusto, somando R$ 7.957.326,30, o que demonstra alta liquidez e interesse dos investidores institucionais e pessoas físicas. Foram negociadas 99.330 cotas ao todo. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está operando próximo de sua máxima histórica no período (R$ 82,00) e bem distante da mínima de R$ 59,53, o que indica uma tendência de recuperação ou consolidação em patamares elevados, apesar da leve correção de R$ 0,79 no dia.
O HSAF11 é um fundo de papel (recebíveis imobiliários) gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos), com foco em CRIs de baixo risco (High Grade). A última notícia relevante do fundo trata da manutenção do patamar de dividendos mensais, sustentada pela correção monetária dos índices de inflação atrelados aos seus ativos.
4º – FATOR VERITA FDO INV IMOB OF (VRTA11) | R$ 79,64 ↓ 0,82%
Descrição: O fundo VRTA11 encerrou o dia em R$ 79,64, registrando uma variação negativa de 0,82% (menos R$ 0,66 por cota). Durante o pregão, o ativo testou a mínima de R$ 79,64 e alcançou a máxima de R$ 80,31, aproximando-se do valor de fechamento anterior que era de R$ 80,30. O volume negociado em reais foi de R$ 1.943.056,72, resultante da negociação de 24.398 cotas. Analisando a janela de um ano, o fundo apresenta uma máxima de R$ 82,35 e uma mínima de R$ 64,52. O desempenho atual reflete um momento de estabilidade, com o preço de mercado se mantendo acima da média das 52 semanas, embora enfrente a pressão macroeconômica que afeta os fundos de papel no curto prazo.
O Fator Verità é um dos fundos de recebíveis mais tradicionais do mercado, gerido pela Fator Administração de Recursos. Recentemente, a gestão divulgou um relatório destacando a resiliência de sua carteira de CRIs e a ausência de inadimplência relevante em seus créditos pulverizados e estruturados.
5º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 144,20 ↓ 0,63%
Descrição: O HGPO11, fundo de alto valor nominal, fechou cotado a R$ 144,20, o que representa uma queda de 0,63% em relação aos R$ 145,12 da sessão anterior. O movimento do dia foi contido, com a mínima em R$ 144,17 e a máxima em R$ 145,09. A liquidez foi menor se comparada a outros pares da lista, com apenas 1.611 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 232.306,20. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra vigor, estando próximo de sua máxima de R$ 147,99, muito acima da mínima anual de R$ 122,01. Essa métrica sugere que o fundo mantém uma percepção de valor sólida perante o investidor, possivelmente devido à qualidade de seus ativos físicos.
O CSHG Prime Offices é um fundo de tijolo focado em lajes corporativas de altíssimo padrão (Triple A) na cidade de São Paulo. A notícia mais quente sobre o HGPO11 refere-se à proposta de venda de todo o portfólio do fundo, uma transação bilionária que tem gerado grande expectativa de ganho de capital para os cotistas.
6º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,31 ↓ 0,60%
Descrição: O LIFE11 apresentou uma variação negativa de 0,60%, encerrando a R$ 8,31. A oscilação diária foi pequena, com variação de R$ 0,05 centavos em termos nominais. O ativo registrou mínima de R$ 8,28 e máxima de R$ 8,41 ao longo da sessão. Foram movimentadas 95.657 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 794.909,67. Quando olhamos para o intervalo de 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar próximo de sua máxima (R$ 8,45), o que demonstra uma trajetória de valorização consistente desde sua mínima de R$ 6,81. O volume de negociação indica uma liquidez intermediária, suficiente para o investidor de varejo.
O LIFE11 é um fundo imobiliário que atua de forma diversificada em ativos de crédito imobiliário. Recentemente, o fundo anunciou a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de patrimônio, visando aproveitar oportunidades de mercado em ativos de crédito estruturado com taxas de retorno atrativas.
7º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 66,37 ↓ 0,58%
Descrição: O JSRE11 registrou um fechamento em R$ 66,37, queda de 0,58%. O pregão para este fundo foi marcado por uma mínima de R$ 66,21 e uma máxima de R$ 66,78, aproximando-se do preço de fechamento anterior de R$ 66,76. O volume financeiro atingiu R$ 1.692.435,00, com a troca de 25.500 cotas. O histórico de 52 semanas revela que o ativo está operando próximo de seu teto (R$ 67,98), recuperando-se fortemente da mínima de R$ 46,71. O recuo diário de R$ 0,39 é visto tecnicamente como uma correção pontual dentro de uma tendência de recuperação de preços no setor de lajes corporativas, que compõe a base do fundo.
O JSRE11 é gerido pelo Banco Safra e investe primordialmente em lajes corporativas e outros FIIs. A última notícia relevante envolve o aumento da taxa de ocupação de seus edifícios em São Paulo, reduzindo a vacância financeira e melhorando a distribuição de dividendos para o próximo semestre.
8º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 34,36 ↓ 0,52%
Descrição: O ativo BLMG11 fechou a sessão em R$ 34,36, apresentando uma desvalorização de 0,52%. A movimentação financeira foi a menor do grupo analisado, totalizando R$ 118.060,96 com apenas 3.436 cotas negociadas. O fundo teve como mínima do dia R$ 34,13 e máxima de R$ 34,74. O desempenho anual é preocupante se comparado aos outros: a cota está abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 38,06) e não muito distante da mínima de R$ 23,07, demonstrando um cenário de maior volatilidade e incerteza para este papel específico. A variação nominal negativa no dia foi de R$ 0,18.
O BlueMacaw Logística foca em galpões logísticos. A empresa tem enfrentado desafios relacionados à alavancagem financeira, e a última notícia reportada foi a renegociação de prazos de dívidas para melhorar o fluxo de caixa e garantir a continuidade do pagamento de proventos aos investidores.
9º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 79,08 ↓ 0,49%
Descrição: O SNFF11, fundo de fundos (FoF) da Suno Asset, encerrou o dia a R$ 79,08, uma queda de 0,49%. O volume negociado foi de R$ 1.034.524,56, equivalente a 13.082 cotas. Durante o dia, o papel atingiu a máxima de R$ 80,37 e a mínima de R$ 78,69. No intervalo de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 58,81 e R$ 82,98. O fechamento atual mostra que o fundo está sofrendo com o desconto patrimonial comum aos FoFs em momentos de juros altos, perdendo R$ 0,39 em relação ao preço anterior de R$ 79,47. A liquidez diária permanece em níveis saudáveis para o perfil do fundo.
O SNFF11 é um “Fundo de Fundos”, gerido pela Suno Asset, que busca selecionar os melhores FIIs do mercado. Recentemente, a gestão publicou uma carta destacando a estratégia de aumentar a exposição em fundos de tijolo, acreditando na valorização patrimonial com a eventual queda futura da taxa Selic.
10º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 90,51 ↓ 0,48%
Descrição: Fechando a lista, o MCCI11 apresentou a menor queda percentual do ranking, com recuo de 0,48%, encerrando a R$ 90,51. O volume de negócios foi expressivo, somando R$ 3.415.304,34 e 37.734 cotas negociadas, o que o coloca entre os mais líquidos deste relatório. O fundo teve máxima de R$ 91,26 e mínima de R$ 90,11. No panorama de um ano, o preço atual está muito próximo da máxima de R$ 92,23 e bem acima da mínima de R$ 62,64, sinalizando confiança do mercado em sua carteira de recebíveis. A variação nominal negativa foi de R$ 0,44.
O MCCI11 é um fundo de papel gerido pela Mauá Capital, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A notícia mais recente sobre a Mauá Capital envolve a fusão de suas operações de gestão de recursos com a JGP, visando criar uma plataforma de investimentos ainda mais robusta no mercado de crédito privado e imobiliário.