Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,55 | 2,69% |
| 2 | XPIN11 | R$ 70,70 | 2,57% |
| 3 | KORE11 | R$ 75,41 | 2,00% |
| 4 | TRBL11 | R$ 78,10 | 1,84% |
| 5 | OUJP11 | R$ 86,40 | 1,80% |
| 6 | RBFM11 | R$ 11,26 | 1,53% |
| 7 | GGRC11 | R$ 10,25 | 1,28% |
| 8 | ITRI11 | R$ 86,04 | 1,24% |
| 9 | TEPP11 | R$ 9,00 | 1,12% |
| 10 | KCRE11 | R$ 8,80 | 1,03% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,55 ↑ 2,69%
Descrição: O ativo WHGR11 liderou as valorizações do período analisado, encerrando o pregão cotado a R$ 9,55. Durante o dia, o fundo demonstrou uma trajetória ascendente consistente, partindo de uma mínima de R$ 9,51 para atingir sua máxima no valor de fechamento. A variação absoluta foi de R$ 0,25, representando um salto percentual de 2,69% em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. O volume de negociação registrado foi de 21.598 cotas, totalizando um montante financeiro de R$ 206.260,90. É importante notar que, por ser um fundo com dados de 52 semanas ainda não consolidados na tabela, sua volatilidade recente atrai a atenção de investidores que buscam ganho de capital em ativos de menor histórico aparente. O ranking coloca-o como o principal destaque de performance relativa do dia, superando significativamente a média do setor. O WHG Real Estate é um fundo imobiliário gerido pela WHG (Wealth High Governance), focado em ativos de renda e desenvolvimento no setor imobiliário. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 70,70 ↑ 2,57%
Descrição: O XPIN11 apresentou um desempenho robusto, consolidando-se na segunda posição com um fechamento de R$ 70,70. A valorização de R$ 1,77 (2,57%) reflete um otimismo do mercado em relação aos ativos industriais e logísticos. O fundo operou entre a mínima de R$ 69,01 e a máxima de R$ 71,30, mostrando uma amplitude considerável de negociação. O volume financeiro movimentado foi expressivo, alcançando R$ 794.950,80 através da troca de 11.244 cotas. Comparando com seu histórico de 52 semanas, onde a mínima foi de R$ 58,73 e a máxima de R$ 81,26, o preço atual demonstra uma recuperação importante, aproximando-se da mediana anual. O fechamento anterior de R$ 68,93 serviu como suporte para o rali observado hoje. A liquidez do ativo permanece saudável para o perfil do fundo. Este fundo é gerido pela XP Vista Asset Management e investe primordialmente em galpões industriais e centros logísticos. Uma notícia relevante recente envolve a renegociação de contratos de aluguel em seus condomínios logísticos visando reduzir a vacância financeira.
3º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,41 ↑ 2,00%
Descrição: O KORE11 registrou uma valorização de 2,00%, fechando o dia a R$ 75,41. O movimento representou um acréscimo de R$ 1,48 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 73,93. Com um volume de ações negociadas de 42.140, o fundo movimentou expressivos R$ 3.177.777,40, evidenciando uma alta liquidez e forte interesse institucional ou de varejo qualificado. A oscilação diária ficou entre R$ 74,09 e R$ 75,77. Ao analisarmos o horizonte de um ano, o ativo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 77,89), bem distante da mínima de R$ 60,29. Este posicionamento no topo do canal anual sugere uma percepção de valor sólida por parte dos investidores quanto à qualidade dos ativos subjacentes e à gestão da Kinea. O KORE11 é um fundo da Kinea Investimentos que busca ganhos de capital através da aquisição e venda de ativos imobiliários com potencial de valorização. A última notícia do fundo destaca a distribuição de proventos estáveis, mantendo o atraente Dividend Yield da carteira.
4º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 78,10 ↑ 1,84%
Descrição: O TRBL11 encerrou a sessão cotado a R$ 78,10, o que representa uma alta de 1,84% ou R$ 1,41 em termos absolutos. O fundo iniciou o dia com o fechamento anterior em R$ 76,69 e manteve uma trajetória de alta, atingindo a máxima de R$ 78,23. O volume negociado foi de 29.030 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 2.267.243,00. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra uma recuperação notável, visto que sua mínima no período foi de R$ 48,29, enquanto a máxima tocou os R$ 80,57. Estar próximo da máxima anual indica que o mercado está precificando positivamente a vacância controlada e a qualidade dos ativos logísticos situados no Rio de Janeiro, que compõem o cerne da estratégia deste fundo imobiliário. O fundo TRBL11 foca em propriedades logísticas, especialmente no estado do Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo anunciou a renovação antecipada de contratos de locação, garantindo previsibilidade de caixa para os próximos anos.
5º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 86,40 ↑ 1,80%
Descrição: O OUJP11 apresentou uma variação positiva de 1,80%, terminando o dia a R$ 86,40. O incremento financeiro por cota foi de R$ 1,53 em relação ao fechamento de ontem (R$ 84,87). O volume de negociação foi de 10.612 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 916.876,80. Durante o pregão, o ativo testou a mínima de R$ 84,90 e alcançou a máxima exatamente no valor de fechamento, indicando uma pressão compradora no final do dia. Comparado ao intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 62,14 e máxima de R$ 89,28), o fundo está consolidado em um patamar elevado, refletindo a confiança no portfólio de recebíveis e ativos imobiliários geridos pela Ourinvest. O desempenho de hoje reforça a tendência de alta no curto prazo para o papel. Este fundo atua de forma híbrida, investindo tanto em ativos reais quanto em títulos de dívida imobiliária (CRIs). A última notícia relevante aponta para uma atualização positiva no rating de crédito de alguns dos principais devedores de sua carteira de recebíveis.
6º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 11,26 ↑ 1,53%
Descrição: O RBFM11, que funciona como um ETF do índice IFIX, teve uma alta de 1,53%, fechando a R$ 11,26. A variação em Reais foi de R$ 0,17 frente ao fechamento anterior de R$ 11,09. Sendo um veículo que replica o índice de fundos imobiliários, seu movimento é um excelente termômetro para o setor como um todo. Foram negociadas 15.741 cotas, com volume financeiro de R$ 177.243,66. A mínima do dia coincidiu com o fechamento anterior (R$ 11,09) e a máxima chegou a R$ 11,30. O ativo está operando muito próximo da sua máxima de 52 semanas (R$ 11,70), o que demonstra o bom momento generalizado do mercado de FIIs, distanciando-se da mínima anual de R$ 8,31 observada meses atrás. O RBFM11 é um ETF gerido pela Rio Bravo que busca replicar a performance do Índice BM&FBOVESPA Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). Notícias recentes indicam que o rebalanceamento do índice IFIX favoreceu a composição da carteira do ETF.
7º – GGR COVEPI RENDA FDO INV IMOB CF (GGRC11) | R$ 10,25 ↑ 1,28%
Descrição: O GGRC11 fechou o pregão com valorização de 1,28%, sendo cotado a R$ 10,25. O ganho por cota foi de R$ 0,13. Este ativo se destacou pelo volume massivo de negociação, com 788.061 cotas trocando de mãos, o que gerou o maior volume financeiro da lista: R$ 8.077.625,25. Essa liquidez extrema sugere uma movimentação de grandes players ou um ajuste de carteira generalizado. O fundo variou entre a mínima de R$ 10,16 e a máxima de R$ 10,25. No histórico de 52 semanas, o ativo está muito próximo de testar sua resistência máxima de R$ 10,40, tendo se recuperado fortemente da mínima de R$ 8,26. O fechamento anterior foi de R$ 10,12, servindo como um degrau para a valorização sustentada hoje. O GGRC11 investe em imóveis industriais e logísticos sob o regime de contratos atípicos (Built-to-Suit). A notícia mais recente do fundo trata da conclusão da aquisição de um novo galpão logístico no interior paulista, ampliando sua ABL (Área Bruta Locável).
8º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 86,04 ↑ 1,24%
Descrição: O fundo ITRI11 registrou uma alta de 1,24%, encerrando a R$ 86,04. A valorização nominal foi de R$ 1,05 sobre o preço de R$ 84,99 da sessão anterior. Com um volume de 14.455 cotas e movimentação financeira de R$ 1.243.708,20, o fundo manteve uma liquidez estável. Os preços oscilaram entre R$ 85,41 e R$ 86,48 ao longo do dia. Olhando para o gráfico de 52 semanas, o ITRI11 apresenta uma sólida performance, operando em um nível intermediário alto, entre a mínima de R$ 64,08 e a máxima de R$ 89,38. O comportamento de hoje mostra uma recuperação após períodos de lateralização, com os investidores buscando o “total return” (retorno total) proposto pela tese de investimento do fundo gerido pelo Itaú. O ITRI11 é um fundo de fundos (FoF) gerido pelo Itaú Asset Management, focado em selecionar os melhores FIIs do mercado. Recentemente, o gestor publicou um relatório destacando o aumento da exposição a fundos de “papel” para aproveitar as taxas de juros reais.
9º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 9,00 ↑ 1,12%
Descrição: O TEPP11 fechou o dia com valorização de 1,12%, atingindo o patamar de R$ 9,00. O aumento foi de R$ 0,10 em relação ao fechamento de R$ 8,90. O volume de negociação foi bastante expressivo, com 226.579 cotas negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 2.039.211,00. O fundo tocou a mínima de R$ 8,90 e a máxima de R$ 9,00, demonstrando que fechou no limite superior do dia. Em relação às 52 semanas, o fundo está operando próximo de sua máxima de R$ 9,27, bem acima da mínima de R$ 7,01. Esse posicionamento reforça a tese de recuperação de ativos de lajes corporativas e propriedades comerciais, que são o foco deste veículo, atraindo investidores interessados em renda recorrente. O TEPP11 é focado na aquisição de lajes corporativas para locação, visando imóveis bem localizados em centros urbanos. A notícia recente sobre o fundo menciona a redução da vacância em um de seus principais edifícios na região da Avenida Paulista.
10º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑ 1,03%
Descrição: O KCRE11 fecha o nosso ranking com uma alta de 1,03%, terminando o dia a R$ 8,80. O ajuste positivo foi de R$ 0,09 em relação ao preço anterior de R$ 8,71. Foram negociadas 44.442 cotas, somando um volume financeiro de R$ 391.089,60. A variação diária foi mínima, com mínima de R$ 8,80 e máxima de R$ 8,81, mostrando uma estabilidade incomum e uma forte concentração de preço no fechamento. Assim como outros fundos novos da lista, não há dados consolidados de 52 semanas na tabela, o que sugere uma listagem mais recente ou uma reformulação de dados. Contudo, o ranking de 10º lugar mostra que, mesmo com a menor valorização percentual do grupo, o ativo ainda superou muitos outros papéis do mercado em um dia de viés positivo. O KCRE11 é um fundo que investe em direitos creditórios (CRIs) originados pela fintech Creditas, com gestão da Kinea. A última notícia do fundo destaca o crescimento da carteira de crédito imobiliário da Creditas, o que provê mais lastro para as operações do fundo.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,50 | -3,85% |
| 2 | VINO11 | R$ 5,09 | -2,86% |
| 3 | GARE11 | R$ 8,40 | -1,98% |
| 4 | GZIT11 | R$ 46,10 | -1,91% |
| 5 | CLIN11 | R$ 92,20 | -1,74% |
| 6 | HGRE11 | R$ 125,50 | -1,31% |
| 7 | VGIP11 | R$ 79,66 | -1,14% |
| 8 | SNCI11 | R$ 89,00 | -1,11% |
| 9 | RECT11 | R$ 39,16 | -0,99% |
| 10 | VIUR11 | R$ 5,61 | -0,71% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,50 ↓ 3,85%
Descrição: O fundo SPXS11 lidera o ranking de volume ou relevância negativa do dia, apresentando a maior desvalorização percentual do grupo analisado. Com um fechamento a R$ 8,50, o ativo recuou R$ 0,34 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,84. Durante a sessão, o fundo demonstrou baixa amplitude, oscilando entre a mínima de R$ 8,45 e a máxima de R$ 8,53. O volume de cotas negociadas foi de 50.174, resultando em um montante financeiro de R$ 426.479,00. É importante notar que não há dados disponíveis para as mínimas e máximas de 52 semanas, o que sugere um fundo relativamente novo ou com base de dados recente na plataforma. A queda de 3,85% coloca o papel sob atenção imediata dos investidores que buscam entender se o movimento é uma correção técnica ou reflexo de algum fato relevante.
O SPXS11 é um fundo imobiliário de gestão ativa gerido pela SPX Gestão de Recursos em parceria com a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties). Seu objetivo é investir em uma estratégia multiestratégia, podendo atuar tanto em tijolo quanto em papel. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão de uma nova etapa de alocação de recursos em CRIs, visando aumentar o rendimento mensal para seus cotistas.
2º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 5,09 ↓ 2,86%
Descrição: O VINO11 registrou uma queda acentuada de 2,86%, fechando o dia cotado a R$ 5,09. O valor de fechamento anterior era de R$ 5,24, representando uma perda nominal de R$ 0,15 por cota. O volume de negociação foi expressivo, com 163.711 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 833.288,99. Ao observarmos o histórico de 52 semanas, o fundo operou próximo à sua média inferior (mínima de R$ 4,33 e máxima de R$ 5,56). A máxima do dia chegou a R$ 5,29, mas a pressão vendedora empurrou o preço para próximo da mínima diária de R$ 5,06. Este movimento de queda acende um alerta sobre a vacância ou os custos financeiros do portfólio de lajes corporativas, setor principal de atuação deste ativo.
O Vinci Offices (VINO11) é um dos fundos de lajes corporativas mais conhecidos do mercado, focado na aquisição de escritórios prontos ou em fase final de construção para geração de renda. Sua estratégia foca em ativos com contratos atípicos. Em notícia recente, o fundo comunicou ao mercado a renovação antecipada do contrato de locação de um de seus principais imóveis em São Paulo, garantindo estabilidade no fluxo de caixa para os próximos anos.
3º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,40 ↓ 1,98%
Descrição: O GARE11 apresentou um desempenho negativo de 1,98%, encerrando o dia em R$ 8,40, que foi exatamente o valor mínimo registrado na sessão. O fechamento anterior de R$ 8,57 mostra uma variação negativa de R$ 0,17. O destaque absoluto deste fundo reside em sua liquidez: foi o ativo mais movimentado da lista em termos de volume financeiro, atingindo impressionantes R$ 21.773.119,20 através da negociação de mais de 2,59 milhões de cotas. Essa alta movimentação indica uma forte saída de investidores institucionais ou uma reestruturação de carteiras no setor logístico. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 8,44, evidenciando que o papel não teve fôlego para recuperação durante as horas de mercado aberto.
O Guardian Logística (GARE11) é um fundo focado no segmento logístico e industrial, buscando imóveis estrategicamente localizados para grandes operações de e-commerce e varejo. Recentemente, a gestão do fundo informou a aquisição de um novo galpão logístico de alto padrão (AAA), visando diversificar geograficamente sua exposição e melhorar o Yield médio da carteira.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 46,10 ↓ 1,91%
Descrição: O GZIT11 fechou a sessão em R$ 46,10, uma queda de 1,91% em comparação aos R$ 47,00 do dia anterior. O movimento do fundo foi marcado por uma estagnação atípica: os valores de mínima, máxima e preço atual coincidiram em R$ 46,10, sugerindo que as poucas operações realizadas ocorreram em um único patamar de preço. O volume de ações foi baixo, totalizando 9.046 unidades, com um volume financeiro de R$ 417.020,60. A variação nominal foi de R$ 0,90 para baixo. Sem dados de 52 semanas para comparação de longo prazo, o investidor deve monitorar a liquidez do ativo, que se mostrou reduzida nesta sessão específica, dificultando a entrada ou saída rápida em grandes posições.
O Gazit Malls (GZIT11) é um fundo especializado no setor de shopping centers, pertencente ao grupo multinacional Gazit-Globe. O portfólio é composto por shoppings consolidados em grandes capitais. A última notícia relevante do fundo refere-se ao aumento nas vendas “mesma loja” (SSS) no último trimestre, refletindo a recuperação do consumo presencial no setor de varejo de alta renda.
5º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,20 ↓ 1,74%
Descrição: O CLIN11 registrou um recuo de 1,74%, com o preço da cota caindo de R$ 93,83 para R$ 92,20. Assim como no caso anterior, a baixa liquidez ou a forte pressão vendedora inicial fez com que o preço de mercado travasse na mínima do dia (R$ 92,20). O volume financeiro movimentado foi de R$ 1.768.027,20, originado da negociação de 19.176 cotas. A variação em reais foi de -R$ 1,63. Este fundo, que atua com foco em índices de preços (inflação), sofreu com o cenário macroeconômico do dia, possivelmente devido à oscilação nas curvas de juros futuros que impactam diretamente o valuation dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que compõem sua carteira de recebíveis.
O Clave Índices de Preços (CLIN11) é um FII de papel, focado em crédito imobiliário com remuneração atrelada majoritariamente ao IPCA. Sua gestão busca ativos com bom rating de crédito para mitigar riscos de inadimplência. Recentemente, o fundo anunciou o pagamento de dividendos acima da média do mercado, impulsionado pelo carrego da inflação dos meses anteriores.
6º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 125,50 ↓ 1,31%
Descrição: O HGRE11, um dos pesos-pesados do mercado, caiu 1,31%, fechando em R$ 125,50. O papel iniciou o dia com uma máxima de R$ 128,40, mas perdeu força ao longo do pregão, atingindo a mínima de R$ 125,50. O volume negociado foi de R$ 2.937.453,00, com 23.406 cotas movimentadas. No panorama de 52 semanas, o fundo ainda opera em um patamar confortável, distante da mínima de R$ 92,30 e mais próximo da máxima de R$ 131,97. A desvalorização nominal de R$ 1,67 reflete uma realização de lucros por parte dos investidores, dado que o ativo vinha performando próximo aos seus picos históricos recentes.
O CSHG Real Estate (HGRE11) é gerido pelo Credit Suisse e foca em lajes corporativas de alto padrão. É um dos fundos mais antigos e tradicionais da B3. A última notícia de destaque para o HGRE11 foi a venda de um conjunto de salas comerciais em São Paulo, transação que gerou ganho de capital imediato a ser distribuído aos cotistas nos próximos meses.
7º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 79,66 ↓ 1,14%
Descrição: O VGIP11 apresentou uma queda de 1,14%, fechando o dia a R$ 79,66. O fundo teve uma oscilação moderada, variando entre R$ 79,55 e R$ 80,45. O volume financeiro atingiu R$ 1.693.093,64 com 21.254 cotas negociadas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 80,58, a perda nominal foi de R$ 0,92. No histórico de um ano (52 semanas), o fundo mostra uma volatilidade considerável, tendo transitado entre R$ 67,77 e R$ 84,08. A queda de hoje pode ser interpretada como um movimento de aversão ao risco em fundos de papel, que são sensíveis às expectativas de inflação e variações na taxa Selic.
O Valora CRI (VGIP11) é um fundo de papel que investe primordialmente em CRIs indexados ao IPCA. A estratégia da Valora Investimentos foca em diversificação e pulverização do risco de crédito. Em comunicado recente, o fundo informou a emissão de novas cotas (follow-on) para ampliar seu caixa e adquirir novos ativos de crédito imobiliário que já estão no radar da gestão.
8º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 89,00 ↓ 1,11%
Descrição: O SNCI11 recuou 1,11%, sendo cotado a R$ 89,00 ao final da sessão. O fundo teve uma variação de R$ 1,00 em relação ao fechamento de R$ 90,00. Durante o dia, o ativo chegou a tocar a máxima de R$ 89,95, mas sucumbiu à pressão vendedora, atingindo a mínima de R$ 88,56. O volume de negociação foi um dos mais baixos da lista, com apenas 6.397 cotas, somando R$ 569.333,00 em volume financeiro. Nas últimas 52 semanas, o fundo operou entre R$ 75,78 e R$ 91,44, indicando que, apesar da queda diária, o ativo ainda se mantém perto de seus patamares máximos de valorização anual.
O Suno Recebíveis (SNCI11) é o fundo de papel da Suno Asset, focado em uma carteira híbrida de recebíveis imobiliários (CRIs). A proposta é oferecer uma combinação de proteção contra inflação e ganho real. A notícia mais recente do fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial, onde a gestão destacou a resiliência do portfólio mesmo diante da volatilidade dos índices de preços.
9º – FII UBSOFFIC ETF (RECT11) | R$ 39,16 ↓ 0,99%
Descrição: O RECT11 encerrou o dia com uma desvalorização de 0,99%, fixando seu preço em R$ 39,16. O ativo abriu próximo à estabilidade, mas caiu R$ 0,39 em relação ao preço anterior de R$ 39,55. O volume financeiro foi de R$ 543.188,36, com 13.871 cotas negociadas. O dado mais alarmante para este fundo é o seu posicionamento em relação às 52 semanas: o fechamento atual de R$ 39,16 está muito próximo da máxima do período (R$ 39,95), porém o fundo já enfrentou mínimas severas de R$ 26,07. O comportamento de hoje mostra uma resistência em manter o patamar dos R$ 40,00, um nível psicológico importante para os cotistas deste fundo de escritórios.
O RECT11 (UBS Office) é um fundo que investe em edifícios de escritórios, com foco em ativos que possam ser readequados ou que possuam potencial de valorização. A gestão é focada na redução da vacância e na melhoria dos contratos de aluguel. Recentemente, o fundo noticiou a locação de uma área significativa em um de seus edifícios no Rio de Janeiro, o que deve impactar positivamente a receita nos próximos meses.
10º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,61 ↓ 0,71%
Descrição: O VIUR11 apresentou a menor queda percentual do grupo, com um recuo de 0,71%. O preço da cota passou de R$ 5,65 para R$ 5,61, uma variação nominal de apenas R$ 0,04. O volume de negociação foi robusto para o valor da cota, com 148.702 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 834.218,22. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 5,60 e a máxima de R$ 5,62, demonstrando uma baixa volatilidade intradiária. Ao analisar as 52 semanas, o fundo mantém-se estável, com mínima de R$ 4,46 e máxima de R$ 6,19, mostrando que o movimento de hoje foi apenas uma leve correção dentro de uma banda de negociação lateral.
O Vinci Imóveis Urbanos (VIUR11) foca em ativos de renda urbana, como universidades e lojas de varejo de rua, visando contratos de longo prazo (atípicos). É um segmento considerado mais resiliente a crises econômicas. A última notícia do VIUR11 confirmou a manutenção do guidance de dividendos para o semestre, amparada pela pontualidade no recebimento dos aluguéis de seus locatários educacionais.