Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,55 | 2,69% |
| 2 | KCRE11 | R$ 8,85 | 1,61% |
| 3 | PCIP11 | R$ 87,00 | 1,28% |
| 4 | ICRI11 | R$ 99,85 | 1,27% |
| 5 | VINO11 | R$ 5,15 | 1,18% |
| 6 | AJFI11 | R$ 8,19 | 0,99% |
| 7 | ITRI11 | R$ 86,84 | 0,93% |
| 8 | OUJP11 | R$ 87,15 | 0,87% |
| 9 | CACR11 | R$ 80,45 | 0,69% |
| 10 | HGCR11 | R$ 96,89 | 0,66% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,55 ↑2,69%
Descrição: O WHG Real Estate (WHGR11) lidera o ranking de valorização do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 9,55, o que representa uma alta de 2,69% em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. Durante o pregão, o ativo demonstrou resiliência, atingindo a máxima de R$ 9,55 e mantendo uma mínima de R$ 9,51. O volume de negociação registrado foi de 21.608 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 206.356,40. É importante notar que, por ser um fundo relativamente novo ou com dados recentes de listagem, não há registros consolidados de mínima e máxima para o período de 52 semanas na base apresentada. A variação nominal positiva de R$ 0,25 posiciona o fundo como o destaque de performance relativa nesta data, atraindo a atenção de investidores que buscam ganho de capital em ativos de tijolo ou gestão ativa de portfólio imobiliário.
Este fundo é gerido pela WHG (Wealth High Design) e foca em ativos imobiliários de alta qualidade, buscando renda e valorização. Recentemente, a gestora tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar os dividendos distribuídos aos cotistas.
2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,85 ↑1,61%
Descrição: O Kinea Creditas (KCRE11) ocupa a segunda posição, fechando o dia a R$ 8,85, uma variação positiva de 1,61% (R$ 0,14). O ativo apresentou um volume de ações significativamente alto, com 114.426 cotas negociadas, totalizando R$ 1.012.670,10 em volume financeiro. Curiosamente, o papel operou em uma faixa extremamente estreita, com mínima e máxima travadas em R$ 8,85 durante a maior parte do período de monitoramento, apesar do fechamento anterior ter sido R$ 8,71. A ausência de dados de 52 semanas sugere uma emissão recente ou alteração estrutural no ticker. A liquidez robusta demonstra que o mercado absorveu bem a oferta de venda, sustentando o preço acima da média anterior. O fundo se beneficia da estrutura de crédito imobiliário, capturando a alta dos juros e prêmios de risco de operações estruturadas com a Creditas.
O KCRE11 é um fundo de papel resultante da parceria entre a Kinea e a fintech Creditas, focado em CRIs lastreados em empréstimos com garantia de imóvel. A última notícia relevante aponta para o crescimento da carteira de “Home Equity”, que fortalece o lastro do fundo.
3º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 87,00 ↑1,28%
Descrição: Na terceira colocação, o PCIP11 fechou a R$ 87,00, registrando uma valorização de 1,28% ou R$ 1,10 nominais. O ativo exibiu volatilidade intradiária, com mínima de R$ 85,73 e máxima de R$ 87,36. Com 45.035 cotas transacionadas, o volume financeiro foi expressivo, atingindo R$ 3.918.045,00, o maior entre os três primeiros colocados. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita perto de sua máxima histórica de R$ 88,16, distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 71,24. Esse comportamento técnico sugere uma tendência de alta consistente no médio prazo. O volume de negócios indica forte interesse institucional, comum em fundos de índice (ETFs) ou fundos de fundos que buscam exposição ao crédito imobiliário através da gestão da VBI Real Estate, consolidando-se como uma opção de diversificação de baixo custo.
O PCIP11 é um fundo de índice que replica uma carteira teórica de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Recentemente, o mercado repercutiu a eficiência do fundo em acompanhar o índice de referência em cenários de IPCA resiliente.
4º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 99,85 ↑1,27%
Descrição: O ICRI11 encerrou o pregão a R$ 99,85, uma alta de 1,27% frente aos R$ 98,60 anteriores. O fundo atingiu sua máxima de 52 semanas exatamente neste pregão (R$ 99,85), mostrando um momento de forte valorização. A mínima do dia foi de R$ 98,70, e o volume financeiro movimentado somou R$ 1.857.210,00, resultante da negociação de 18.600 cotas. O ganho nominal por cota foi de R$ 1,25. Ao observar o histórico anual, o salto de R$ 79,36 (mínima) para o patamar atual reflete uma recuperação robusta, possivelmente impulsionada pelo carrego das taxas de inflação (IPCA) presentes em seus ativos subjacentes. A estabilidade operacional e o selo de gestão Itaú conferem ao ativo uma percepção de menor risco de crédito por parte dos investidores de varejo e institucionais, mantendo a demanda aquecida.
Este fundo é gerido pelo Itaú Asset Management e foca em títulos de dívida imobiliária indexados ao IPCA. A notícia mais recente do setor destaca a manutenção das taxas de inflação em níveis que favorecem os dividendos de fundos de papel como o ICRI11.
5º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,15 ↑1,18%
Descrição: O VINO11, um dos fundos mais populares do segmento de lajes corporativas, fechou a R$ 5,15, com alta de 1,18%. O ativo movimentou um volume expressivo de 107.569 cotas, totalizando R$ 553.980,35. No dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 5,10 e a máxima de R$ 5,17. Apesar da alta diária de R$ 0,06, o fundo ainda opera longe de sua máxima de 52 semanas (R$ 5,56) e ligeiramente acima da mínima (R$ 4,33). A dinâmica do VINO11 é observada de perto devido à sua estratégia de investir em escritórios boutique e imóveis de alto padrão, que sofreram durante o ciclo de alta de juros. O volume de negociação indica que o ativo continua sendo um dos preferidos para “day trade” e pequenos investidores devido ao seu valor nominal baixo por cota, facilitando a entrada de novos participantes.
O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em escritórios de alto padrão. Recentemente, o fundo anunciou a renovação antecipada de contratos de aluguel em ativos chave, o que reduz a vacância projetada.
6º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,19 ↑0,99%
Descrição: O AJFI11 encerrou o dia cotado a R$ 8,19, apresentando uma valorização de 0,99% (R$ 0,08). Durante a sessão, o fundo registrou mínima de R$ 8,09 e máxima de R$ 8,19, com um volume de 28.336 cotas negociadas, gerando um giro financeiro de R$ 232.071,84. O fechamento anterior havia sido de R$ 8,11. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra uma volatilidade moderada, com mínima de R$ 6,44 e máxima de R$ 8,70. Atualmente, o preço se encontra em uma zona intermediária, sugerindo uma fase de consolidação. O segmento de shoppings (Malls), ao qual o fundo pertence, tem mostrado recuperação no fluxo de caixa e nas vendas, o que sustenta a percepção de valor intrínseco. A performance diária reflete um otimismo cauteloso dos investidores em relação ao consumo discricionário.
O fundo AJFI11 investe em participações de shopping centers em diversas regiões do Brasil. A última notícia do setor aponta para o crescimento da receita de estacionamento e locação temporária como fatores de aumento no yield dos fundos de shopping.
7º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 86,84 ↑0,93%
Descrição: O ITRI11 fechou a R$ 86,84, com alta de 0,93% ou R$ 0,80. O pregão foi marcado por uma amplitude considerável, com mínima de R$ 85,93 e máxima de R$ 88,24. O volume negociado foi de 18.252 cotas, resultando em R$ 1.585.003,68 movimentados. O fechamento anterior foi de R$ 86,04. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, o fundo apresenta uma máxima de R$ 89,38 e uma mínima de R$ 64,08. O valor atual está muito próximo do topo histórico anual, sinalizando um “momentum” positivo. Este fundo busca o retorno total através de uma carteira mista, podendo incluir tanto dívida quanto outros fundos imobiliários. A capacidade de gestão do Itaú em capturar oportunidades em diferentes ciclos do mercado imobiliário tem sido o diferencial para manter o preço das cotas em trajetória ascendente.
O ITRI11 é um fundo de estratégia híbrida do Itaú. Relatórios recentes indicam que a gestão tem aumentado a exposição a ativos de logística para capturar a resiliência do setor de e-commerce.
8º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 87,15 ↑0,87%
Descrição: O OUJP11 registrou valorização de 0,87% no fechamento, cotado a R$ 87,15. A variação nominal foi de R$ 0,75 em relação ao fechamento anterior de R$ 86,40. O volume de cotas negociadas foi de 20.368, com volume financeiro total de R$ 1.775.071,20. No dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 86,10 e a máxima de R$ 87,74. No horizonte de um ano, o fundo teve mínima de R$ 62,14 e máxima de R$ 89,28, mostrando que o ativo está em uma fase de valorização madura. O OUJP11 é focado em CRIs, e sua performance costuma estar atrelada à solvência dos emissores de dívida imobiliária e às taxas de juros de mercado. O volume financeiro diário demonstra uma liquidez saudável para o porte do fundo, permitindo entradas e saídas sem grande impacto no preço médio.
O Ourinvest JPP é um fundo de papel focado em uma carteira diversificada de recebíveis. A notícia mais recente destaca o pagamento consistente de dividendos acima da média do IFIX, atraindo investidores focados em renda passiva.
9º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 80,45 ↑0,69%
Descrição: O CACR11 encerrou a sessão a R$ 80,45, uma alta de 0,69% (R$ 0,55). O ativo teve mínima de R$ 79,96 e máxima de R$ 81,00 durante o dia. Foram negociadas 22.533 cotas, com volume financeiro de R$ 1.812.779,85. O fechamento anterior foi de R$ 79,90. No acumulado de 52 semanas, o fundo atingiu a máxima de R$ 89,90 e a mínima de R$ 57,44. O CACR11 é conhecido por sua estratégia de crédito imobiliário com foco em incorporação, o que pode oferecer retornos maiores, porém com um perfil de risco distinto dos fundos de papel tradicionais. A valorização modesta no dia sugere uma estabilização de preços após períodos de maior volatilidade. A manutenção do volume acima de 1,8 milhão de reais mostra que há um fluxo constante de capital, sustentando a cotação no patamar atual.
Este fundo é gerido pela Capitânia e foca em recebíveis imobiliários de projetos residenciais. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a conclusão de novas alocações em CRIs com taxas de retorno superiores a 10% + IPCA.
10º – FDO INV IMOB CSHG RECEBIVEIS CF (HGCR11) | R$ 96,89 ↑0,66%
Descrição: O HGCR11 ocupa a décima posição em variação, fechando a R$ 96,89, uma alta de 0,66% (R$ 0,64). O ativo apresentou mínima de R$ 95,61 e máxima de R$ 97,00 no dia. Com um dos maiores volumes financeiros do ranking, movimentou R$ 2.667.866,15 através da negociação de 27.535 cotas. O fechamento anterior foi de R$ 96,25. No histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 82,17 e R$ 97,38, mostrando que o valor atual está muito próximo da sua resistência máxima anual. O HGCR11 é um dos fundos de recebíveis mais tradicionais e líquidos do mercado brasileiro, gerido pelo Credit Suisse (CSHG). A confiança dos investidores na qualidade dos ativos (High Grade) reflete-se na baixa volatilidade e na constante busca pelo papel, mesmo em dias de menor apetite por risco.
O HGCR11 investe em certificados de recebíveis imobiliários de baixo risco. A última notícia relevante envolve a transição da gestão da CSHG para o Pátria Investimentos, processo que está sendo acompanhado de perto pelo mercado para garantir a continuidade da estratégia.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,46 | -4,30% |
| 2 | KIVO11 | R$ 64,22 | -2,45% |
| 3 | CLIN11 | R$ 91,91 | -2,05% |
| 4 | GZIT11 | R$ 46,10 | -1,91% |
| 5 | KORE11 | R$ 74,15 | -1,67% |
| 6 | LIFE11 | R$ 8,81 | -1,34% |
| 7 | RBFM11 | R$ 11,14 | -1,07% |
| 8 | TGAR11 | R$ 76,61 | -1,06% |
| 9 | DEVA11 | R$ 23,84 | -0,96% |
| 10 | RBRR11 | R$ 84,86 | -0,84% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,46 ↓ 4,30%
Descrição: O fundo SPXS11 liderou as quedas do dia com uma retração expressiva de 4,30%, o que representa uma variação nominal de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,84. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 8,46, que também foi o seu preço de fechamento, evidenciando uma pressão vendedora constante sem sinais de recuperação intradiária, já que a máxima não ultrapassou o valor de abertura. O volume de ações negociadas foi de 68.174 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 576.752,04. Por ser um fundo com dados de 52 semanas ainda não reportados nesta base, a volatilidade atual chama a atenção dos analistas. Este fundo é um FII do tipo multiestratégia gerido pela SPX, focado em adquirir ativos imobiliários de diversos setores para gerar renda e ganho de capital. Notícia: Recentemente, a SPX e a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties) reforçaram a estratégia de reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 64,22 ↓ 2,45%
Descrição: O KIVO11 apresentou uma desvalorização de 2,45%, fechando o dia cotado a R$ 64,22. O ativo iniciou o pregão próximo à sua máxima de R$ 65,93, mas perdeu força ao longo do dia, atingindo a mínima justamente no fechamento. A variação negativa foi de R$ 1,61 por cota. O volume de negociação foi moderado, com 16.171 ações trocando de mãos, movimentando um montante financeiro de R$ 1.038.501,62. Comparando com seu histórico de 52 semanas, o fundo ainda opera em um patamar elevado em relação à mínima de R$ 52,22, mas se distanciou da máxima de R$ 68,13 registrada no último ano. O Kilima Volkano é um fundo de recebíveis imobiliários (FII de “Papel”), que investe majoritariamente em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Notícia: O fundo tem mantido um cronograma estável de distribuição, focando na proteção do patrimônio contra a inflação através de sua carteira indexada majoritariamente ao IPCA.
3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 91,91 ↓ 2,05%
Descrição: Com uma queda de 2,05%, o CLIN11 fechou a sessão a R$ 91,91, uma redução de R$ 1,92 frente ao fechamento anterior de R$ 93,83. O comportamento do ativo foi de baixa liquidez unitária, com apenas 7.474 ações negociadas, embora o volume financeiro tenha atingido R$ 686.935,34. A mínima do dia foi registrada em R$ 91,90, indicando que o preço de fechamento ficou no limite inferior do suporte intradiário. O fundo não possui dados de máxima e mínima de 52 semanas listados nesta planilha, sugerindo ser um ativo mais recente ou com vacância de dados históricos consolidados. O Clave Índices de Preços é um fundo de papel focado em títulos de dívida imobiliária atrelados a índices de inflação, buscando ganho real para o investidor. Notícia: A gestora Clave Capital destacou em relatório recente a resiliência do fundo diante da manutenção das taxas de juros elevadas no cenário doméstico.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 46,10 ↓ 1,91%
Descrição: O fundo GZIT11 encerrou o dia com uma variação negativa de 1,91%, sendo negociado a R$ 46,10. O movimento foi linear, com a mínima e a máxima do dia travadas no preço de fechamento, o que pode indicar baixa liquidez ou uma precificação muito estrita durante as negociações. O volume de ações foi de 9.046, gerando um giro financeiro de R$ 417.020,60. Comparado ao fechamento anterior de R$ 47,00, o recuo foi de R$ 0,90. O Gazit Malls é um fundo que investe em shopping centers, sendo proprietário de participações em empreendimentos localizados em regiões metropolitanas de grande fluxo. Notícia: O grupo Gazit Globe, controlador da gestora, anunciou recentemente planos para melhorar a eficiência operacional e a taxa de ocupação de seus shoppings no Brasil.
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 74,15 ↓ 1,67%
Descrição: O KORE11 registrou uma queda de 1,67%, fechando a R$ 74,15. A oscilação diária permitiu ao ativo atingir a máxima de R$ 75,70, mas o fechamento ficou próximo à mínima de R$ 73,96. Houve uma movimentação robusta de 35.036 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 2.597.919,40, o segundo maior desta lista. O fundo se encontra em uma posição intermediária em relação ao seu histórico anual (mínima de R$ 60,29 e máxima de R$ 77,89). Este fundo da Kinea Investimentos foca em oportunidades no setor imobiliário, incluindo desenvolvimento e aquisição de ativos para renda. Notícia: A Kinea segue como uma das maiores gestoras do país, e o KORE11 tem se destacado pela gestão ativa em ativos corporativos de alto padrão.
6º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,81 ↓ 1,34%
Descrição: O LIFE11 fechou em queda de 1,34%, cotado a R$ 8,81. Foi o ativo com o maior volume de ações negociadas nesta amostra, com 111.206 cotas movimentadas, gerando R$ 979.724,86 em volume financeiro. O preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia, enquanto a máxima foi de R$ 8,93. O ativo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 8,96), sugerindo que a queda atual pode ser um movimento de realização de lucros após um período de valorização. O Life Capital Partners é um fundo que atua em diversas frentes do setor imobiliário buscando valorização de capital. Notícia: O fundo anunciou recentemente a conclusão de uma nova etapa de alocação de recursos em ativos de crédito privado imobiliário.
7º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 11,14 ↓ 1,07%
Descrição: O ETF imobiliário RBFM11 teve uma desvalorização de 1,07%, encerrando a R$ 11,14. O volume negociado foi baixo, com apenas 9.351 ações, totalizando R$ 104.170,14. O ativo variou entre R$ 11,14 e R$ 11,32 ao longo do dia. Em uma perspectiva de 52 semanas, o fundo está mais próximo da sua máxima (R$ 11,70) do que da mínima (R$ 8,31), o que indica uma tendência de alta no longo prazo, apesar da correção diária. O RBFM11 é um fundo de índice que busca replicar o desempenho do IFIX, o principal índice de fundos imobiliários da bolsa brasileira. Notícia: A Rio Bravo tem reforçado a importância dos ETFs de FIIs como ferramenta de diversificação simplificada para investidores pessoa física.
8º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 76,61 ↓ 1,06%
Descrição: O TGAR11 recuou 1,06%, fechando a R$ 76,61. O fundo apresentou o maior volume financeiro da lista, com R$ 5.006.003,84 negociados através de 65.344 cotas. Durante o pregão, o valor oscilou entre a mínima de R$ 76,61 e a máxima de R$ 77,62. Atualmente, o fundo está sendo negociado em um patamar de preço intermediário-baixo quando comparado à máxima de 52 semanas de R$ 92,80. O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento imobiliário que investe em empreendimentos residenciais e loteamentos em diversas regiões do Brasil. Notícia: O TGAR11 anunciou recentemente a entrega de novas fases de seus projetos de loteamento, o que deve impactar positivamente as distribuições futuras.
9º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 23,84 ↓ 0,96%
Descrição: O DEVA11 registrou uma queda moderada de 0,96%, com fechamento a R$ 23,84. A variação nominal foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 24,07. Foram negociadas 18.978 ações, com volume financeiro de R$ 452.435,52. O ativo tocou a mínima de R$ 23,80 e a máxima de R$ 24,07. Este fundo está operando muito próximo da sua mínima de 52 semanas (R$ 21,65), refletindo os desafios enfrentados pelo setor de CRIs de maior risco (High Yield). O Devant Recebíveis é um fundo focado em títulos de crédito imobiliário com o objetivo de oferecer rendimentos superiores à média do mercado. Notícia: A gestão da Devant segue trabalhando na reestruturação de alguns ativos da carteira que apresentaram inadimplência no último ano.
10º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 84,86 ↓ 0,84%
Descrição: Encerrando a lista, o RBRR11 teve a menor queda do grupo, perdendo 0,84% e fechando a R$ 84,86. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 3.470.519,42 com 40.897 cotas negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 84,80 e a máxima de R$ 85,85. O fundo mantém uma boa distância da mínima anual de R$ 72,78, demonstrando maior resiliência em comparação a outros pares de mercado. O RBRR11 é um fundo de papel focado em CRIs de alta qualidade (High Grade), priorizando a segurança e a solvência dos emissores. Notícia: A RBR Asset Management destacou em seu último relatório mensal a robustez das garantias imobiliárias que lastreiam as operações do fundo.