Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
| 1 | BLMG11 | R$ 31,27 | 1,39% |
| 2 | KISU11 | R$ 6,73 | 1,36% |
| 3 | DEVA11 | R$ 20,05 | 1,16% |
| 4 | RBRL11 | R$ 84,21 | 1,10% |
| 5 | RBRX11 | R$ 8,78 | 0,80% |
| 6 | CCME11 | R$ 8,74 | 0,69% |
| 7 | KFOF11 | R$ 80,75 | 0,55% |
| 8 | RBVA11 | R$ 9,60 | 0,52% |
| 9 | HABT11 | R$ 73,75 | 0,46% |
| 10 | HGPO11 | R$ 153,20 | 0,45% |
1º – BLUEMACAW LOGÍSTICA FII (BLMG11) | R$ 31,27 ↑1,39%
Descrição: O Bluemacaw Logística Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último pregão negociado a R$ 31,27 por cota, o que representa uma sólida valorização diária de 1,39% frente ao fechamento anterior de R$ 30,84. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, abrindo a R$ 31,15, atingindo a máxima de R$ 32,89 e estabelecendo sua mínima em R$ 30,98. O volume financeiro movimentado totalizou 27.537 cotas negociadas, evidenciando uma liquidez saudável para o perfil do fundo. Analisando o panorama de longo prazo, o fundo transiciona em uma faixa intermediária de preço, considerando a sua máxima de 52 semanas estabelecida em R$ 36,30 e a mínima do mesmo período registrada em R$ 27,97. Esse desempenho diário positivo sinaliza a resiliência do ativo diante do atual cenário macroeconômico nacional e o contínuo interesse de investidores institucionais e de varejo pela tese logística urbana do fundo.
O BLMG11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo com foco focado estritamente no segmento de logística e infraestrutura correlata. Seu objetivo central de investimentos consiste na aquisição e gestão estratégica de galpões logísticos de alto padrão (especialmente classes A e AA), com foco em localizações geográficas premium (como o raio de 30 km da região metropolitana de São Paulo), visando a geração de renda recorrente por meio de contratos de locação atípicos e de longo prazo. Em linha com sua estratégia de portfólio, uma última notícia de grande relevância para o fundo foi a conclusão de renegociações contratuais de seus principais inquilinos e a divulgação de seu relatório gerencial, no qual a gestão reforçou o guidance de distribuição de dividendos e destacou a manutenção da vacância física zerada ou próxima de patamares mínimos históricos.
2º – KILIMA FIC FII SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,74 ↑2,12%
Descrição: O Kilima FIC Fundo de Investimento Imobiliário Suno 30 registrou uma performance expressiva no encerramento da última sessão, cotado a R$ 6,74, o que representou uma forte alta diária de 2,12%. O fundo de fundos operou dentro de margens conhecidas pelo mercado, mantendo-se distante de sua mínima de 52 semanas (R$ 6,23) e em direção ao teto de sua máxima anual (R$ 7,38). O volume médio diário de negociação na B3 permanece robusto, superando a marca de R$ 691 mil, o que confere excelente liquidez de saída e entrada para investidores. Um dos grandes atrativos do ativo no pregão foi o patamar do seu Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses, que se situa na relevante marca de 13,04%, superando a média histórica do setor de fundos de fundos (FOFs), fixada em 10,79%. O mercado também precifica o desconto patrimonial do fundo, dado que o seu Valor Patrimonial por cota está avaliado em R$ 8,07, gerando um desconto substancial sobre o valor atual de tela.
O KISU11 opera sob a modalidade de fundo de fundos (FOF), cujo principal mandato é replicar de forma inteligente a carteira teórica do índice Suno 30, investindo majoritariamente em cotas de outros fundos imobiliários com foco em diversificação de segmentos, robustez de governança e consistência no fluxo de caixa. A última notícia relevante que movimentou a base de cotistas foi o anúncio de pagamento de proventos ordinários no valor de R$ 0,07 por cota, mantendo a previsibilidade do fluxo de caixa mensal dos investidores, acompanhado do encerramento bem-sucedido de sua mais recente rodada de emissão de novas cotas, que captou recursos destinados à alocação estratégica em ativos descontados do IFIX.
3º – DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII (DEVA11) | R$ 20,45 ↑2,50%
Descrição: O Devant Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário registrou valorização substancial no último fechamento de mercado, atingindo a marca de R$ 20,45 por cota, o que equivale a um avanço de 2,50% na variação diária. Apesar da recente recuperação e do bom volume diário acumulado nos últimos três meses (média de R$ 607,5 mil), o papel enfrenta forte pressão de desconto patrimonial a médio prazo, registrando variação negativa de 2,42% no acumulado mensal e uma expressiva desvalorização anual. A atual relação Preço sobre Valor Patrimonial (P/VP) encontra-se descontada em impressionantes 0,26, reflexo do reajuste de risco de crédito feito pelo mercado nos ativos de papel do setor. Contudo, o fundo continua a distribuir dividendos elevados, tendo pago R$ 0,30 por cota em seu último ciclo, o que projeta um Dividend Yield de 20,98% nos últimos 12 meses, atraindo perfis de investidores focados estritamente na alta taxa de retorno via proventos (High Yield).
O DEVA11 é um fundo imobiliário de papel (títulos e valores mobiliários) focado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de diversas tipologias, incluindo loteamentos, incorporações residenciais e hotelaria. A sua tese foca em retornos elevados atrelados majoritariamente ao IPCA e ao CDI acrescidos de cupons de juros reais elevados. A última notícia corporativa de impacto para a instituição envolveu o plano detalhado de reestruturação de créditos inadimplentes de sua carteira de recebíveis, com ações judiciais e execuções de garantias imobiliárias em andamento que visam reestabelecer o fluxo integral de pagamentos e a gradual recuperação do valor patrimonial do fundo na bolsa.
4º – RBR LOG FII (RBRL11) | R$ 84,21 ↑1,10%
Descrição: O RBR Log Fundo de Investimento Imobiliário demonstrou robustez em sua última sessão na B3, encerrando o pregão cotado a R$ 84,21, o que representa um avanço expressivo de 1,10% na comparação direta com o preço de fechamento anterior de R$ 83,29. Ao longo do dia, as negociações abriram a R$ 82,50, oscilando até a máxima de R$ 84,21, preço este alcançado nos momentos finais do mercado devido ao aumento de fluxo comprador estruturado. O volume financeiro diário contabilizou 9.337 cotas trocando de mãos, considerado regular para o fundo. Diante do histórico anual do papel, o preço atual consolida-se em patamar intermediário-alto, distanciando-se de forma consistente de sua mínima de 52 semanas, que foi registrada em R$ 68,48, e aproximando-se paulatinamente do teto histórico anual estabelecido em R$ 92,01. Esse comportamento técnico denota a resiliência dos ativos reais que compõem o patrimônio líquido do fundo.
O RBRL11 é um fundo imobiliário do segmento de tijolo que investe ativamente no mercado de galpões logísticos e industriais de alto padrão, focando em propriedades modernas que atendam à demanda de e-commerce e grandes varejistas. A gestão adota uma postura seletiva na triagem de locatários e na aquisição de propriedades geograficamente consolidadas no Sudeste do país. A última notícia de grande relevância atrelada ao RBRL11 diz respeito ao anúncio formal da renovação antecipada de contratos de locação em seus ativos logísticos em São Paulo, mitigando o risco de vacância para os próximos períodos e assegurando estabilidade na receita imobiliária que baseia a distribuição mensal de proventos aos cotistas.
5º – CANUMA CAPITAL MULTIESTRATÉGIA FII (CCME11) | R$ 8,74 ↑0,69%
Descrição: O Canuma Capital Multiestratégia Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último pregão negociado a R$ 8,74, registrando um incremento positivo de 0,69% ante o fechamento de mercado anterior avaliado em R$ 8,68. O fundo apresentou oscilações moderadas na sessão, iniciando os negócios a R$ 8,76, alcançando a máxima intradia de R$ 8,83 e sustentando o piso das negociações em R$ 8,71. O volume diário foi expressivo para o porte do ativo, com um total de 33.476 cotas movimentadas pelos agentes econômicos. Sob a ótica anual, o CCME11 navega confortavelmente acima de sua mínima de 52 semanas, estabelecida em R$ 7,69, e encontra-se próximo de sua máxima anual de R$ 9,38. A consistência no comportamento do preço das cotas reflete a percepção de segurança por parte do mercado em relação à diversificada alocação estratégica conduzida pela equipe de gestão.
O CCME11 caracteriza-se essencialmente como um fundo imobiliário do tipo híbrido ou multiestratégia, possuindo flexibilidade estatutária para navegar por múltiplos mercados da cadeia imobiliária, incluindo Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), cotas de outros fundos de investimento e ativos imobiliários físicos (tijolo). A última notícia relevante veiculada sobre o fundo trata da publicação de seu último relatório mensal de alocação de recursos, no qual a gestão confirmou o aproveitamento das taxas elevadas de juros reais para inflar a carteira de recebíveis, além de indicar um robusto dividendo provisionado para o encerramento do trimestre civil em curso.
6º – FUNDO DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS KINEA FII (KFOF11) | R$ 80,00 ↓0,39%
Descrição: O Kinea Fundo de Fundos de Investimento Imobiliário apresentou ligeiro recuo no encerramento da última sessão da bolsa, registrando o preço por cota de R$ 80,00, o que representou uma variação diária negativa de 0,39%. Apesar da variação marginal negativa na sessão, o fundo acumula uma valorização consistente de 7,89% nos últimos 12 meses, muito embora o mês atual mostre uma correção técnica com queda de 4,39%. O volume negociado no dia reafirma o alto patamar de interesse pelo papel, sustentado por uma base fiel de 27.307 cotistas ativos. O ativo exibe um desconto patrimonial atraente no mercado secundário: o Preço sobre Valor Patrimonial (P/VP) está fixado em 0,86, tendo em vista que o valor patrimonial real de suas cotas é avaliado em R$ 93,50. Adicionalmente, o fundo apresenta um Dividend Yield acumulado de 11,79% nos últimos 12 meses, mantendo rendimentos consistentes.
O KFOF11 é um fundo de fundos gerido pela Kinea Investimentos, cuja estratégia principal é a montagem de um portfólio robusto de cotas de outros FIIs de tijolo e papel, maximizando o ganho de capital e o carrego de proventos. Seus maiores investimentos concentram-se em grandes fundos de shopping centers (como HSML11 e VISC11) e logística (XPLG11). A última notícia de grande interesse para os cotistas foi a divulgação de seu rendimento mensal mantido no teto estável de R$ 0,80 por cota, reforçado pela mensagem da equipe de gestão sobre a reciclagem tática de ativos da carteira, gerando ganho de capital extra a ser distribuído nos próximos meses.
7º – RIO BRAVO RENDA VAREJO FII (RBVA11) | R$ 9,62 ↑0,73%
Descrição: O Rio Bravo Renda Varejo Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último pregão cotado a R$ 9,62 por cota, o que configurou uma elevação diária de 0,73% na B3. O ativo oscilou de forma estável no intervalo mensal, mantendo-se firmemente acima da sua mínima anual de R$ 7,73 e ligeiramente abaixo do teto de 52 semanas registrado em R$ 10,37. O fundo destaca-se fortemente pelo seu histórico recente, acumulando uma expressiva valorização de 20,83% nos últimos 12 meses. O mercado avalia o ativo de varejo com desconto pontual, ostentando um indicador P/VP de 0,90 frente ao seu Valor Patrimonial de R$ 10,65 por cota. Com um patrimônio líquido parrudo de R$ 1,66 bilhão e uma base de mais de 92 mil cotistas, a liquidez diária do fundo permanece em patamares excelentes, consolidando-o como uma das principais referências imobiliárias do setor de varejo urbano do IFIX.
O RBVA11 (Rio Bravo Renda Varejo) é um fundo imobiliário de tijolo com foco em imóveis voltados ao varejo, agências bancárias (destacando-se contratos com a Caixa Econômica Federal) e o modelo de “Varejo de Proximidade” (como supermercados e lojas de conveniência de rua). A última notícia oficial do fundo relata o andamento de sua nova oferta de subscrição de cotas iniciada no primeiro trimestre, voltada para captar recursos para expansão da carteira em imóveis de varejo alimentar, além do anúncio do pagamento linear do rendimento mensal consolidado de R$ 0,09 por cota, pago pontualmente aos seus investidores.
8º – HABITAT RECEBÍVEIS PULVERIZADOS FII (HABT11) | R$ 73,75 ↑0,46%
Descrição: O Habitat Recebíveis Pulverizados Fundo de Investimento Imobiliário consolidou sua última sessão diária cotado a R$ 73,75 por cota, apurando uma variação positiva de 0,46% em relação ao preço base anterior, que era de R$ 73,41. Os negócios iniciaram-se ligeiramente acima a R$ 73,77, experimentaram uma mínima intradia de R$ 73,11 e atingiram a cotação máxima de R$ 73,90. A movimentação de capital na sessão registrou o montante total de 17.998 cotas transacionadas na B3. O preço atual situa-se a meio caminho entre a mínima anual das últimas 52 semanas (R$ 64,02) e a máxima apurada do mesmo período de tempo (R$ 77,84). O comportamento comedido e seguro dos preços na sessão de hoje sinaliza a estabilização técnica da cotação do fundo após ciclos recentes de volatilidade nos mercados de crédito privado pulverizado.
O HABT11 é um fundo imobiliário de papel que direciona seus recursos financeiros na originação e aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com lastro de natureza pulverizada, focando majoritariamente em financiamentos de loteamentos urbanos, multipropriedades e projetos de incorporação de turismo de lazer. A última notícia de relevância para o fundo envolve a divulgação de seu balanço financeiro e relatório de gestão do portfólio, por meio do qual a equipe de gestão da Habitat destacou o avanço no recebimento de parcelas de incorporações que estavam sob monitoramento especial, reduzindo os índices internos de inadimplência e trazendo maior segurança na manutenção do patamar de proventos.
9º – CSHG PRIME OFFICES FII (HGPO11) | R$ 153,20 ↑0,45%
Descrição: O CSHG Prime Offices Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último dia de negociações no mercado financeiro avaliado a R$ 153,20 por cota, garantindo uma valorização sutil de 0,45% em relação ao fechamento antecedente fixado em R$ 152,51. O fundo de escritórios corporativos premium enfrentou uma sessão de volatilidade acentuada ao longo do dia, abrindo estável, despencando para a mínima diária de R$ 151,00 durante o início da tarde e reagindo com forte apetite comprador nos minutos finais até tocar a máxima intradia de R$ 153,67. O volume diário encerrou em 3.418 cotas negociadas. Sob o prisma temporal de 12 meses, o HGPO11 exibe excelente consistência patrimonial, oscilando consideravelmente acima de sua mínima de 52 semanas de R$ 130,29 e negociando muito próximo de suas máximas históricas recentes, cotadas em R$ 155,48.
O HGPO11 é um fundo imobiliário de elite focado no segmento de lajes corporativas (tijolo), sendo proprietário de edifícios de altíssimo padrão construtivo corporativo (Triple A) localizados nos bairros mais nobres da cidade de São Paulo, como a Avenida Brigadeiro Faria Lima e o Itaim Bibi. O fundo possui contratos de locação resilientes com multinacionais e baixíssima vacância. A última notícia que movimentou fortemente o mercado imobiliário e gerou grande valorização ao fundo foi o avanço de negociações estratégicas de mercado relativas à potencial venda de ativos do portfólio com prêmio substancial sobre o valor patrimonial, o que poderá culminar em distribuições extraordinárias substanciais de ganho de capital direto na conta dos cotistas.
10º – RBR ALPHA MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE FII (RBRF11) | R$ 6,20 ↓1,74%
Descrição: O RBR Alpha Multiestratégia Real Estate Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último pregão negociado em baixa, fixando sua cotação na casa dos R$ 6,20, o que representou um recuo diário de 1,74% na B3. Com o atual movimento do mercado de fundos de fundos, o ativo exibe valor total de mercado consolidado em R$ 848,21 milhões, o que representa um expressivo desconto frente ao seu real patrimônio líquido estimado em R$ 1,17 bilhão. A relação P/VP encontra-se deprimida a 0,76, evidenciando que o ativo está sendo negociado a um preço muito inferior ao seu valor intrínseco (o Valor Patrimonial por cota é estimado em R$ 8,57). Por outro lado, a liquidez média diária do fundo permanece extremamente robusta na B3, com média diária de R$ 2,63 milhões movimentados, garantindo rápida execução para os investidores. O último rendimento mensal anunciado foi de R$ 0,12 por cota, mantendo o apelo para investidores de dividendos.
O RBRF11 opera no segmento híbrido de fundos de fundos imobiliários, gerido pela renomada RBR Asset Management, estruturando seu portfólio por meio de estratégias de alfa (ganho de capital em FIIs de tijolo), beta (recebimento de proventos em fundos de papel) e investimentos diretos em CRIs imobiliários. A última notícia corporativa oficial de destaque do fundo foi a divulgação de seu guidance de alocação tática de recursos para o encerramento do semestre, no qual a gestão enfatizou o aumento de posições compradas em fundos imobiliários corporativos com descontos de preço exagerados na bolsa, visando capturar ganhos expressivos quando ocorrer o fechamento da curva futura de juros do país.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
| 1 | GZIT11 | R$ 41,08 | -9,32% |
| 2 | TGAR11 | R$ 62,05 | -6,68% |
| 3 | BROF11 | R$ 55,00 | -5,87% |
| 4 | CACR11 | R$ 36,35 | -4,72% |
| 5 | BPML11 | R$ 85,61 | -3,53% |
| 6 | MFII11 | R$ 52,26 | -2,68% |
| 7 | JSAF11 | R$ 7,39 | -2,38% |
| 8 | VILG11 | R$ 96,79 | -2,25% |
| 9 | LVBI11 | R$ 104,20 | -2,25% |
| 10 | CPSH11 | R$ 10,00 | -2,15% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,08 ↓9,32%
Descrição: O fundo imobiliário encerrou o último pregão registrando uma queda acentuada de 9,32%, cotado ao preço atual de R$ 41,08 por cota, o que representou uma redução nominal de R$ 4,22 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 45,30. Durante a sessão, o ativo demonstrou baixa volatilidade intradiária, registrando tanto a sua mínima quanto a sua máxima do dia no exato valor de fechamento de R$ 41,08. O volume de ações movimentado atingiu o patamar de 17.925 papéis negociados. Em termos de liquidez financeira, o fundo movimentou um volume total negociado de R$ 736.359,00, ocupando a primeira posição no ranking do levantamento apresentado. Vale destacar que a tabela não disponibiliza dados históricos referentes aos valores de mínima e máxima alcançados pelo ativo no período das últimas 52 semanas. Essa desvalorização expressiva em um único dia acendeu o alerta dos investidores em relação à precificação de curto prazo do fundo no mercado secundário.
O GAZIT MALLS FII CF é um fundo imobiliário voltado ao segmento de shopping centers, com foco na geração de renda por meio da exploração comercial de shopping centers consolidados. Em termos de notícias recentes, a holding controladora Gazit Horizons tem focado globalmente na reciclagem de seu portfólio para otimizar a estrutura de capital e focar em ativos dominantes de alta performance.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 62,05 ↓6,68%
Descrição: O ativo registrou um desempenho negativo no pregão, apresentando uma desvalorização de 6,68%, o que equivale a uma variação nominal negativa de R$ 4,44 por cota. Com esse recuo, o preço atual de fechamento fixou-se em R$ 62,05, valor este que também representou a mínima alcançada ao longo do dia. Por outro lado, a máxima intradiária registrada foi de R$ 66,80, demonstrando oscilação relevante após ter iniciado a sessão sob a referência do fechamento anterior de R$ 66,49. O volume de ações transacionado foi expressivo, somando 147.053 papéis liquidados. Toda essa movimentação resultou em um volume total negociado substancial de R$ 9.124.638,65. Ao analisar o histórico das últimas 52 semanas, observa-se que o patamar atual de R$ 62,05 está bastante próximo da cotação mínima do ano, estabelecida em R$ 61,95, e significativamente distante da máxima do período, que atingiu R$ 90,89.
O FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF é um fundo imobiliário de desenvolvimento focado em ativos de real estate, como loteamentos e incorporações residenciais com forte presença nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. Como última notícia correlacionada, a gestão da TG Core reportou recentemente o andamento das obras de seu portfólio de recebíveis e empreendimentos, mantendo o cronograma de entregas.
3º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 55,00 ↓5,87%
Descrição: As cotas do fundo imobiliário encerraram o dia de negociações cotadas ao preço atual de R$ 55,00, consolidando uma retração percentual de 5,87%, o que equivale a uma perda nominal de R$ 3,43 por papel. O preço de fechamento coincidiu exatamente com a mínima registrada durante o dia, estabelecida em R$ 55,00, enquanto a máxima intradiária alcançou o patamar de R$ 58,90. O ativo demonstrou um forte fluxo de liquidez, registrando um expressivo volume de ações de 499.548 papéis trocando de mãos no mercado de capitais. Diante disso, o volume total negociado na sessão atingiu a expressiva cifra de R$ 27.475.140,00, demonstrando o forte interesse e movimentação institucional. O fechamento anterior havia sido fixado em R$ 58,43. Diante do histórico das últimas 52 semanas, o valor de R$ 55,00 afasta-se de sua mínima anual de R$ 44,73 e permanece abaixo de sua máxima de R$ 64,28.
O BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF é um fundo imobiliário focado no segmento de lajes corporativas e escritórios comerciais de alto padrão localizados nas principais regiões econômicas do país. Em notícias recentes, a administração do fundo tem focado esforços em negociações de reajustes de contratos de locação para mitigar os impactos das taxas de vacância em ativos comerciais específicos.
4º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 36,35 ↓4,72%
Descrição: O fundo imobiliário de recebíveis fechou a sessão de negócios com uma variação negativa de 4,72%, representando uma queda nominal de R$ 1,80 em relação ao seu fechamento anterior de R$ 38,15. Com esse ajuste de preços, o ativo passou a ser cotado no preço atual de R$ 36,35. Ao longo do dia, as negociações oscilaram entre a mínima de R$ 36,14 e a máxima intradiária de R$ 37,50. O volume de ações movimentado totalizou 28.465 papéis transacionados pelos investidores no mercado secundário. O volume total negociado financeiro encerrou o dia somando o montante de R$ 1.034.702,75. Sob a ótica do desempenho histórico de longo prazo, considerando a janela das últimas 52 semanas, a cotação atual de R$ 36,35 encontra-se em um patamar intermediário, posicionada acima da mínima do ano de R$ 30,03 e consideravelmente abaixo da máxima registrada no período, que foi de R$ 88,58.
O SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. é um fundo imobiliário do tipo de papel, focado no investimento em títulos de dívida imobiliária, principalmente Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Em suas últimas comunicações ao mercado, a gestão divulgou relatórios detalhando o prêmio de risco e as garantias reais de sua carteira de recebíveis, visando assegurar a previsibilidade dos fluxos de caixa.
5º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 85,61 ↓3,53%
Descrição: O fundo imobiliário focado em shopping centers sob gestão do BTG Pactual encerrou as operações do dia em queda de 3,53%, com perda nominal de R$ 3,13 face ao encerramento anterior de R$ 88,74. O preço atual de mercado consolidou-se em R$ 85,61 por cota. Durante o pregão, o ativo registrou a mínima do dia em R$ 85,12 e atingiu uma máxima intradiária de R$ 89,00, evidenciando uma oscilação notável no comportamento das ordens. O volume de ações atingiu o número de 41.849 papéis transacionados, gerando um volume total negociado financeiro de R$ 3.582.692,89. Quando analisado o comportamento do ativo no horizonte das últimas 52 semanas, percebe-se que a cotação atual se situa acima do piso anual registrado de R$ 67,33, contudo, o fundo apresenta um desconto relevante quando comparado ao seu pico de preço máximo no período, estabelecido em R$ 98,07.
O FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF é um fundo imobiliário de tijolo cujo objetivo é obter renda e ganho de capital mediante a aquisição e administração de participações em shoppings consolidados. Em fatos relevantes recentes, o fundo anunciou a expansão e revitalização de áreas locáveis em ativos selecionados do portfólio para elevar o fluxo de consumidores e lojistas.
6º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 52,26 ↓2,68%
Descrição: O ativo encerrou a última sessão com uma depreciação de 2,68% no preço de suas cotas, o que resultou em uma perda nominal de R$ 1,44 por unidade frente ao fechamento anterior registrado de R$ 53,70. O preço atual de fechamento estabeleceu-se em R$ 52,26. Na dinâmica intradiária de negociações, o papel bateu na mínima do dia de R$ 52,21 e alcançou a máxima do dia de R$ 53,89. A liquidez operacional do fundo foi sustentada por um volume de ações de 33.197 papéis negociados ao longo do dia, o que gerou um volume total negociado financeiro de R$ 1.734.875,22. Avaliando os extremos operacionais do ativo na janela histórica correspondente às últimas 52 semanas, constata-se que a mínima intradiária do dia (R$ 52,21) igualou-se exatamente ao menor patamar de preço do ano (R$ 52,21), estando distante de sua máxima anual de R$ 76,86.
O MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF atua no mercado imobiliário com foco em estratégias de desenvolvimento de projetos residenciais e comerciais através de estruturas integradas. Em termos de notícias corporativas, a Mérito Investimentos tem comunicado regularmente os status físicos e financeiros de seus canteiros de obras parceiros, assegurando o cumprimento dos cronogramas previstos no plano de investimentos.
7º – JS ATIVOS FINANCEIROS FII CEF (JSAF11) | R$ 7,39 ↓2,38%
Descrição: O fundo imobiliário fechou o dia de negociações em campo negativo, registrando uma baixa de 2,38%, o que representou uma redução de R$ 0,18 no valor nominal de sua cota comparado ao fechamento anterior de R$ 7,57. Com esse movimento, o preço atual estabilizou-se em R$ 7,39. Durante o pregão, a oscilação do ativo manteve-se estreita, anotando uma mínima do dia de R$ 7,38 e uma máxima do dia de R$ 7,59. Destaca-se a forte movimentação em termos quantitativos de liquidez, com um volume de ações expressivo de 384.501 papéis negociados pelos investidores. Esse fluxo financeiro gerou um volume total negociado de R$ 2.841.462,39 no encerramento do mercado. No panorama das últimas 52 semanas, o valor de R$ 7,39 situa-se acima da mínima anual estipulada em R$ 6,55, mantendo-se relativamente próximo de sua cotação máxima do período, que alcançou o teto de R$ 8,01.
O JS ATIVOS FINANCEIROS FII CEF é um fundo imobiliário do tipo “fundo de fundos” (FOF), que adquire cotas de outros FIIs e ativos financeiros imobiliários para diversificação. Recentemente, a gestão do Banco J. Safra reportou ajustes táticos em sua carteira, buscando capturar ganhos de capital em fundos de tijolo com desconto patrimonial.
8º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 96,79 ↓2,25%
Descrição: O fundo imobiliário do segmento de logística registrou uma retração percentual de 2,25% no pregão diário, o que equivale a um decréscimo nominal de R$ 2,23 por cota perante o fechamento anterior, que havia se consolidado em R$ 99,02. O preço atual de mercado encerrou fixado em R$ 96,79. Na movimentação das ordens ao longo do dia, o ativo registrou a mínima do dia em R$ 96,00 e atingiu a sua máxima do dia em R$ 99,25. O volume de ações negociadas alcançou a marca de 47.171 papéis movimentados no mercado secundário da bolsa. O montante financeiro totalizado, expressado pelo volume total negociado, encerrou em R$ 4.565.681,09. Na análise do comportamento de longo prazo referente às últimas 52 semanas, a cotação atual de R$ 96,79 encontra-se acima do menor valor registrado no ano, que foi de R$ 73,59, mas recuou em relação à máxima do período de R$ 103,50.
O FII VINCILOG ETF é um fundo imobiliário focado no segmento logístico e industrial, detendo galpões de alto padrão locados para grandes empresas e operadores de e-commerce. Como última notícia relevante, a Vinci Real Estate divulgou a renovação antecipada de contratos de locação importantes, garantindo estabilidade no fluxo de rendimentos para os próximos períodos.
9º – FDO INV IMOB VBI LOGISTICO ETF (LVBI11) | R$ 104,20 ↓2,25%
Descrição: Empatado na variação percentual com o ativo anterior, este fundo imobiliário de logística também apresentou um recuo de 2,25% na sessão. Essa variação representou uma diminuição nominal de R$ 2,40 em relação ao fechamento anterior de R$ 106,60, estabelecendo o seu preço atual em R$ 104,20 por cota. Curiosamente, a cotação de encerramento coincidiu com a mínima do dia de R$ 104,20, indicando forte pressão vendedora no encerramento do pregão. A máxima do dia chegou a atingir R$ 106,50. A atividade de negociação registrou um volume de ações de 56.482 papéis liquidados. O volume total negociado na sessão atingiu o montante financeiro expressivo de R$ 5.885.424,40. Olhando para o histórico das últimas 52 semanas, o valor de R$ 104,20 permanece solidamente acima da mínima anual de R$ 91,69, contudo, afasta-se de sua máxima anual registrada em R$ 110,90.
O FDO INV IMOB VBI LOGISTICO ETF é um fundo imobiliário que investe em ativos de natureza logística e industrial, buscando galpões com localização estratégica em raios metropolitanos de alta demanda. Em suas últimas atualizações de mercado, a VBI Real Estate detalhou o andamento das negociações para a redução da vacância marginal e absorção de novos espaços locáveis.
10º – SHOPPINGS AAA FDO DE INV IMOB (CPSH11) | R$ 10,00 ↓2,15%
Descrição: O fundo imobiliário fechou o pregão registrando uma queda de 2,15%, representando uma variação nominal negativa de R$ 0,22 em comparação ao fechamento anterior, que havia se posicionado em R$ 10,22. Com o ajuste, o preço atual da cota fixou-se no patamar redondo de R$ 10,00. A flutuação dos preços na sessão diária ocorreu entre a mínima do dia de R$ 9,98 e a máxima do dia de R$ 10,24. O fundo registrou o maior giro quantitativo de papéis da listagem, alcançando um volume de ações de 726.644 títulos negociados. Essa expressiva troca de custódia resultou em um volume total negociado financeiro expressivo de R$ 7.266.440,00, conferindo-lhe a décima posição no rank analisado. No que se refere ao comportamento das últimas 52 semanas, o preço atual de R$ 10,00 está bem defendido acima da mínima anual de R$ 8,36, mas recuou frente à máxima do ano de R$ 10,77.
O SHOPPINGS AAA FDO DE INV IMOB foca em participações em shopping centers classificados como Triple A, ou seja, ativos de altíssimo padrão destinados ao público de alta renda. Em comunicados recentes, a gestão ressaltou a solidez do portfólio diante de revisões de contratos e o forte desempenho das vendas nas principais lojas âncoras dos shoppings controlados.