Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,54 | 2,58% |
| 2 | SNFF11 | R$ 73,88 | 2,30% |
| 3 | PCIP11 | R$ 86,12 | 2,16% |
| 4 | CPSH11 | R$ 10,67 | 1,62% |
| 5 | GZIT11 | R$ 45,96 | 1,46% |
| 6 | ARRI11 | R$ 6,78 | 1,19% |
| 7 | VILG11 | R$ 99,78 | 1,08% |
| 8 | ICRI11 | R$ 98,50 | 1,03% |
| 9 | SNCI11 | R$ 88,75 | 1,01% |
| 10 | RZAT11 | R$ 89,97 | 0,98% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,54 ↑ 2,58%
Descrição: O WHG Real Estate (WHGR11) lidera o ranking de valorização do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 9,54, o que representa uma alta de 2,58% em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. Durante o pregão, o fundo demonstrou baixa volatilidade intradia, com a mínima e a máxima registradas em R$ 9,54 e R$ 9,55, respectivamente. O volume de negociação somou 11.933 cotas, gerando um volume financeiro total de R$ 113.840,82. É importante observar que não há dados disponíveis para as mínimas e máximas de 52 semanas no relatório fornecido, indicando uma possível listagem recente ou ajuste de base. O fundo avançou R$ 0,24 por cota, consolidando sua posição no topo da tabela de performance diária entre os ativos analisados.
A WHG Real Estate é um fundo imobiliário gerido pela Wealth High Governance, focado na aquisição e gestão de ativos imobiliários de alta qualidade, buscando renda e ganho de capital para seus cotistas. Recentemente, a gestora tem reforçado sua estratégia de alocação em ativos premium para mitigar riscos de vacância.
2º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 73,88 ↑ 2,30%
Descrição: O SNFF11, fundo de fundos da Suno Asset, apresentou um desempenho robusto com valorização de 2,30%, fechando a R$ 73,88. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 72,53 e a máxima de R$ 73,88, mostrando força compradora ao longo do dia. O volume de negociação foi de 9.927 cotas, movimentando R$ 733.406,76. Comparado ao seu histórico de 52 semanas, o valor atual encontra-se em uma zona intermediária, acima da mínima de R$ 59,76 e abaixo da máxima de R$ 80,59. A variação nominal foi de R$ 1,66 em relação ao fechamento de R$ 72,22. Este resultado reflete o apetite por fundos de estratégia “FoF” que buscam arbitragem no setor imobiliário.
O SNFF11 é um Fundo de Fundos (FoF) gerido pela Suno Asset que visa investir em cotas de outros FIIs, buscando diversificação e superação do IFIX. Uma notícia recente relevante é a constante atualização de sua carteira para aumentar a exposição a fundos de “papel” de alto rendimento, visando otimizar os dividendos mensais.
3º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 86,12 ↑ 2,16%
Descrição: O PCIP11 registrou uma alta expressiva de 2,16%, atingindo o valor de R$ 86,12. O ativo teve um volume operacional considerável, com 75.360 cotas negociadas e um giro financeiro de R$ 6.490.003,20, um dos maiores do grupo. A oscilação diária variou entre R$ 84,02 e R$ 86,84. No horizonte de um ano, o fundo demonstra resiliência, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas (R$ 88,16). O fechamento anterior era de R$ 84,30, resultando em um ganho nominal de R$ 1,82 por cota. Este ETF focado em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) atrai investidores interessados em crédito privado com a liquidez de um fundo de índice.
O PCIP11 é um ETF gerido pela VBI Real Estate que replica o índice de CRIs da B3, oferecendo exposição diversificada a títulos de dívida imobiliária. A gestora VBI anunciou recentemente a conclusão de novas aquisições de ativos para seus outros fundos, o que indiretamente valida a robustez do ecossistema de crédito que o PCIP11 monitora.
4º – SHOPPINGS AAA FDO DE INV IMOB (CPSH11) | R$ 10,67 ↑ 1,62%
Descrição: O CPSH11 encerrou o dia com valorização de 1,62%, cotado a R$ 10,67. O fundo de shoppings apresentou a maior liquidez em termos de número de ações do relatório, com 418.523 cotas trocando de mãos, totalizando um volume de R$ 4.465.640,41. O preço de fechamento superou ligeiramente a mínima do dia (R$ 10,50) e aproximou-se da máxima (R$ 10,86). Notavelmente, o valor de fechamento está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 10,86), sinalizando um momento de otimismo para o setor de varejo de alto padrão. O incremento de R$ 0,17 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,50 reforça a tendência de recuperação do segmento de shopping centers “triple A”.
O CPSH11 é o fundo Capitânia Shoppings, que investe em participações de centros comerciais de alto padrão (AAA). A última notícia relevante do fundo envolve a distribuição de dividendos consistentes, beneficiada pela recuperação do fluxo de consumidores e das vendas em shoppings de luxo no último trimestre.
5º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,96 ↑ 1,46%
Descrição: O GZIT11 registrou alta de 1,46%, fechando a R$ 45,96. Um dado curioso deste pregão foi a estabilidade absoluta no preço negociado, com a mínima, a máxima e o preço atual travados em R$ 45,96, apesar de um volume de 11.916 cotas e um montante financeiro de R$ 547.659,36. A variação nominal positiva de R$ 0,66 ocorreu sobre o fechamento anterior de R$ 45,30. Assim como o primeiro colocado, o relatório não apresenta dados históricos de 52 semanas para este ativo. A estabilidade de preço durante as negociações sugere uma concentração de ordens em um nível específico de suporte ou uma baixa dispersão de ofertas no book.
O GZIT11 é gerido pela Gazit Brasil, subsidiária de uma multinacional focada em shopping centers. O foco do fundo são ativos localizados em áreas densamente povoadas. Recentemente, a Gazit tem focado na reciclagem de seu portfólio global, o que gera expectativas sobre novas estratégias para as operações brasileiras.
6º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,78 ↑ 1,19%
Descrição: O ARRI11 fechou a sessão valendo R$ 6,78, uma valorização de 1,19% (R$ 0,08 nominais). Com uma movimentação de 11.819 cotas e volume de R$ 80.132,82, o ativo operou entre a mínima de R$ 6,67 e a máxima de R$ 6,78. O fundo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 7,02, e bem acima da mínima de R$ 5,97 registrada no último ano. O fechamento anterior foi de R$ 6,70. Este fundo de papel mantém uma trajetória de estabilidade, característica de ativos de recebíveis com boa gestão de risco de crédito em cenários de juros ainda elevados.
O ARRI11 é um fundo de papel gerido pela Átrio, focado em investir em títulos de dívida imobiliária (CRIs). A gestão tem focado ultimamente na diversificação geográfica de seus títulos para diluir riscos setoriais, mantendo um yield competitivo frente ao CDI.
7º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 99,78 ↑ 1,08%
Descrição: O VILG11, um dos nomes mais conhecidos do setor logístico, subiu 1,08%, fechando a R$ 99,78. O volume financeiro foi o maior do dia, atingindo R$ 7.520.019,48, com 75.366 cotas negociadas. A variação de preço durante o dia foi significativa, com mínima de R$ 98,43 e máxima de R$ 100,89, ultrapassando a barreira psicológica dos cem reais momentaneamente. O ativo subiu R$ 1,07 em relação aos R$ 98,71 anteriores. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita entre R$ 70,00 e R$ 104,89, mostrando que ainda possui margem para recuperar o topo histórico anual.
O VILG11 é o Vinci Logística, fundo que detém galpões logísticos de alto padrão alugados para grandes empresas. Recentemente, a Vinci anunciou a renovação de contratos de locação importantes, reduzindo a vacância projetada para os próximos semestres e garantindo previsibilidade de caixa.
8º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 98,50 ↑ 1,03%
Descrição: O ICRI11 registrou alta de 1,03%, encerrando o dia a R$ 98,50. Com um volume de 25.089 cotas e R$ 2.471.266,50 negociados, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 97,26 e a máxima de R$ 99,55. O fechamento anterior de R$ 97,50 foi superado em R$ 1,00 exato. Este fundo, atrelado ao IPCA, demonstra a busca do investidor por proteção inflacionária. Na janela de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 80,05 e R$ 100,60, indicando que está sendo negociado próximo ao seu patamar máximo anual, refletindo a confiança no crédito imobiliário sob gestão do Itaú.
O ICRI11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pelo Itaú Asset Management, com carteira predominantemente indexada ao IPCA. Notícias recentes indicam que o fundo tem mantido um carrego de carteira sólido, beneficiado pelos índices de inflação que mantêm os cupons de juros atrativos para o investidor de renda fixa imobiliária.
9º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 88,75 ↑ 1,01%
Descrição: O SNCI11 teve uma valorização de 1,01%, fechando em R$ 88,75. Foram negociadas 10.709 cotas, totalizando um volume de R$ 950.423,75. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 87,21 e a máxima de R$ 89,09. O fundo subiu R$ 0,89 frente ao fechamento anterior de R$ 87,86. Observando o histórico de 52 semanas, o preço atual de R$ 88,75 está muito próximo da máxima de R$ 90,44, mostrando uma forte recuperação desde a mínima de R$ 75,02. Trata-se de um fundo de papel que tem demonstrado resiliência e baixa inadimplência em sua carteira de CRIs.
O SNCI11 é o fundo de recebíveis da Suno Asset, focado em crédito imobiliário “high grade” e “middle market”. Uma notícia recente de destaque é a aprovação em assembleia de novas emissões de cotas, visando a expansão da carteira de ativos para aproveitar as oportunidades de taxas de juros no mercado secundário.
10º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 89,97 ↑ 0,98%
Descrição: O RZAT11 fecha o top 10 com alta de 0,98%, cotado a R$ 89,97. O volume de ações foi o menor do grupo (5.118 cotas), com um giro financeiro de R$ 460.466,46. O ativo variou entre R$ 89,43 e R$ 90,03 ao longo do dia. O fechamento anterior foi de R$ 89,10, com ganho nominal de R$ 0,87. Em 52 semanas, o fundo apresenta uma mínima de R$ 74,95 e máxima de R$ 92,58, operando atualmente na faixa superior de preço. Por ser um fundo com estratégia “High Yield”, ele busca retornos acima da média através de títulos com maior risco de crédito, o que atrai investidores com perfil mais arrojado.
O RZAT11 é o Riza Ártico, um fundo que investe em ativos imobiliários com foco em crédito estruturado de maior retorno. Recentemente, a gestão da Riza Capital destacou em relatório mensal a estratégia de monitoramento rigoroso das garantias dos CRIs da carteira para manter a inadimplência sob controle em meio ao cenário macroeconômico.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BRCR11 | R$ 47,00 | -2,08% |
| 2 | ITRI11 | R$ 84,84 | -1,79% |
| 3 | PORD11 | R$ 8,35 | -1,65% |
| 4 | KORE11 | R$ 75,00 | -1,57% |
| 5 | RBRX11 | R$ 8,54 | -1,39% |
| 6 | HSLG11 | R$ 92,70 | -1,38% |
| 7 | URPR11 | R$ 35,04 | -1,30% |
| 8 | BRCO11 | R$ 118,99 | -1,29% |
| 9 | VINO11 | R$ 5,00 | -1,19% |
| 10 | SPXS11 | R$ 8,37 | -1,18% |
1º – BTG PACTUAL CORPORATE OFFICE FUND (BRCR11) | R$ 47,00 ↓ 2,08%
Descrição: O fundo BRCR11 apresentou a maior retração percentual do grupo analisado, fechando o dia cotado a R$ 47,00. Durante a sessão, o ativo registrou uma oscilação entre a mínima de R$ 46,50 e a máxima de R$ 48,20, evidenciando uma pressão vendedora em comparação ao fechamento anterior de R$ 48,00. O volume de negociação somou 33.951 cotas, movimentando um montante financeiro de aproximadamente R$ 1.595.697,00. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar intermediário, considerando sua mínima de R$ 35,46 e máxima de R$ 50,73. Esta variação negativa de R$ 1,00 no dia reflete um ajuste pontual em sua liquidez. O BTG Pactual Corporate Office Fund é um dos maiores e mais tradicionais FIIs de escritórios do Brasil, com foco em lajes corporativas de alto padrão (Triple A) localizadas principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio e na redução da vacância física de seus imóveis icônicos.
2º – ITAU TOTAL RETURN FII (ITRI11) | R$ 84,84 ↓ 1,79%
Descrição: O ITRI11 encerrou o pregão em queda de 1,79%, com o preço da cota fixado em R$ 84,84, representando uma redução nominal de R$ 1,55 frente ao fechamento anterior de R$ 86,39. O ativo demonstrou volatilidade moderada, com mínima de R$ 83,99 e máxima de R$ 86,72 ao longo do dia. O volume financeiro movimentado foi expressivo, atingindo R$ 3.358.561,08, com 39.587 cotas trocando de mãos. O fundo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 89,38), o que pode indicar um movimento de realização de lucros por parte dos investidores. O Itaú Total Return é um fundo de mandato híbrido que busca rentabilidade através de uma carteira diversificada de ativos imobiliários, incluindo outros fundos e títulos de renda fixa do setor. Uma notícia relevante recente envolve a atualização de seu relatório gerencial, destacando a estratégia de alocação tática para capturar ganhos de capital em um cenário de juros oscilantes.
3º – POLO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS II FII (PORD11) | R$ 8,35 ↓ 1,65%
Descrição: O fundo de papel PORD11 registrou uma desvalorização de 1,65%, finalizando o dia a R$ 8,35. O recuo de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,49 ocorreu dentro de um intervalo de negociação estreito, entre R$ 8,33 e R$ 8,53. O volume de cotas negociadas foi de 143.198, resultando em um giro financeiro de R$ 1.195.703,30. É importante notar que o fundo se mantém acima de sua mínima anual de R$ 6,73, mas abaixo da máxima de R$ 8,57. A liquidez diária permanece constante, característica comum de fundos com cotação base 10. O PORD11 é gerido pela Polo Capital e foca primordialmente na aquisição de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). O fundo é conhecido por sua exposição a créditos com bons lastros e garantias. Recentemente, o mercado acompanhou a divulgação de seus rendimentos mensais, que seguem alinhados com o CDI e índices de inflação.
4º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,00 ↓ 1,57%
Descrição: O KORE11 apresentou um fechamento de R$ 75,00, o que representa uma queda de 1,57% ou R$ 1,20 em termos absolutos. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 75,00 e a máxima de R$ 76,87. Com um volume de 31.828 cotas, o volume negociado totalizou R$ 2.387.100,00. O fechamento anterior havia sido de R$ 76,20, e o valor atual se situa em uma posição confortável em relação à mínima de 52 semanas de R$ 60,29. O fundo demonstra uma resiliência estrutural, apesar da volatilidade diária. Gerido pela Kinea Investimentos, o KORE11 foca em ativos imobiliários com potencial de valorização e renda, atuando de forma oportunística em diversos segmentos. A última notícia relevante do fundo diz respeito à conclusão de novas aquisições de ativos, visando aumentar a capilaridade e a diversificação de sua receita de alugueis.
5º – RBR PLUS MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,54 ↓ 1,39%
Descrição: Com uma queda de 1,39%, o RBRX11 encerrou o dia a R$ 8,54, uma redução de R$ 0,12 frente ao fechamento de R$ 8,66. O ativo teve um dos maiores volumes de negociação em quantidade de cotas do dia, com 359.773 unidades movimentadas, gerando um valor financeiro de R$ 3.072.461,42. A oscilação diária foi pequena, variando entre R$ 8,49 e R$ 8,55. Não foram fornecidos dados de máxima e mínima de 52 semanas para este ativo no relatório. O alto volume sugere uma forte movimentação institucional ou rebalanceamento de carteiras. O RBRX11 é um fundo multiestratégia da RBR Asset Management, que busca retorno através de diferentes classes de ativos imobiliários, desde tijolo até crédito. Em fatos relevantes recentes, o fundo anunciou ajustes em suas taxas de gestão para tornar o produto mais competitivo frente aos pares do mercado.
6º – HSI LOGÍSTICA FII (HSLG11) | R$ 92,70 ↓ 1,38%
Descrição: O HSLG11 fechou a sessão em R$ 92,70, sofrendo uma queda de 1,38% (R$ 1,30). O preço de abertura e movimentação variou entre R$ 92,12 e R$ 93,90, partindo de um fechamento anterior de R$ 94,00. O volume negociado foi de 19.022 cotas, totalizando R$ 1.763.339,40 em volume financeiro. O ativo está operando próximo à sua máxima anual de R$ 96,94, indicando que, apesar da queda diária, o fundo mantém uma tendência de valorização de longo prazo consistente. O HSI Logística é focado na aquisição e exploração de galpões logísticos de alto padrão, atendendo principalmente o setor de e-commerce e varejo. Recentemente, a empresa gestora comunicou a renovação antecipada de contratos de locação em seus principais ativos em São Paulo, garantindo estabilidade no fluxo de caixa para os próximos períodos.
7º – URCA PRIME RENDA FII (URPR11) | R$ 35,04 ↓ 1,30%
Descrição: O URPR11 teve uma desvalorização de 1,30%, fechando a R$ 35,04. A variação negativa foi de R$ 0,46 em relação ao fechamento anterior de R$ 35,50. A mínima registrada no dia foi de R$ 35,00 e a máxima de R$ 35,70. O volume de cotas foi de 14.837, com um volume financeiro total de R$ 519.888,48, o menor entre os dez ativos listados. O fundo está posicionado ligeiramente acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 30,13), mas distante da máxima de R$ 54,48, refletindo um período de maior cautela dos investidores. O URPR11 é um fundo focado em CRIs de loteamentos e multipropriedade, buscando retornos acima da média de mercado através de ativos com maior risco e prêmio. A notícia mais recente do fundo envolve o monitoramento de sua carteira de recebíveis diante das condições de crédito no setor imobiliário residencial.
8º – BRESCO LOGÍSTICA FII (BRCO11) | R$ 118,99 ↓ 1,29%
Descrição: O BRCO11 fechou o dia a R$ 118,99, apresentando uma queda de 1,29% ou R$ 1,56. O ativo alcançou o maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 6.881.310,69, fruto da negociação de 57.831 cotas. A variação diária ficou entre R$ 118,51 e R$ 120,65, tendo fechado anteriormente a R$ 120,55. O fundo mantém-se próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 123,53), o que ressalta sua robustez e a confiança do investidor em seus ativos físicos. O Bresco Logística é um fundo de tijolo focado em propriedades logísticas de alta qualidade, com inquilinos de primeira linha como Amazon e GPA. A última notícia relevante sobre o fundo trata da expansão de um de seus principais condomínios logísticos, visando atender à crescente demanda por entregas “last mile” na região metropolitana de São Paulo.
9º – VINCI OFFICES FII (VINO11) | R$ 5,00 ↓ 1,19%
Descrição: O fundo VINO11 encerrou a sessão a R$ 5,00, uma queda de 1,19% (R$ 0,06) em relação ao valor anterior de R$ 5,06. Foram negociadas 160.734 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 803.670,00. O preço oscilou milimetricamente entre R$ 5,00 e R$ 5,13. O ativo está operando em um patamar próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 4,33), refletindo os desafios contínuos do setor de lajes corporativas. No entanto, a alta liquidez em número de cotas demonstra que o ativo ainda desperta forte interesse para especulação ou composição de renda. O VINO11, gerido pela Vinci Real Estate, foca em prédios de escritórios boutiques e de médio porte. Recentemente, a gestão anunciou a venda de participações em alguns imóveis para reduzir a alavancagem financeira do fundo e melhorar o yield distribuído aos cotistas.
10º – SPX SYN MULTIESTRATÉGIA FII (SPXS11) | R$ 8,37 ↓ 1,18%
Descrição: Fechando a lista, o SPXS11 registrou queda de 1,18%, terminando o dia a R$ 8,37. A variação foi de R$ 0,10 abaixo do fechamento anterior de R$ 8,47. Com 57.093 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 477.868,41. Durante o pregão, o ativo tocou a mínima de R$ 8,37 e não ultrapassou o mesmo valor como máxima efetiva de fechamento de negócios registrados nesta amostra, indicando um fechamento na mínima do dia. Assim como outros fundos recentes, não constam dados de 52 semanas na planilha. O SPXS11 é um fundo imobiliário de estratégia híbrida, fruto da parceria entre a SPX Capital e a Syn (antiga Cyrela Commercial Properties). Recentemente, o mercado recebeu positivamente o anúncio de novas alocações do fundo em títulos de dívida imobiliária, buscando aproveitar as taxas de juros reais elevadas no Brasil.