Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BTRA11 | R$ 68,89 | 6,96% |
| 2 | URPR11 | R$ 43,27 | 5,54% |
| 3 | KCRE11 | R$ 8,80 | 3,17% |
| 4 | GZIT11 | R$ 48,35 | 2,87% |
| 5 | CLIN11 | R$ 90,45 | 2,78% |
| 6 | OUJP11 | R$ 83,84 | 2,56% |
| 7 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 8 | BCIA11 | R$ 92,06 | 2,35% |
| 9 | FATN11 | R$ 88,73 | 1,99% |
| 10 | VGIP11 | R$ 84,84 | 1,78% |
1º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 68,89 ↑6,96%
Descrição: O fundo BTRA11 apresentou um desempenho excepcional no pregão de hoje, liderando os ganhos com uma expressiva valorização de R$ 4,48 por cota, o que representa um salto de 6,96% em relação ao fechamento anterior de R$ 64,41. O ativo demonstrou forte pressão compradora desde a abertura, oscilando entre a mínima de R$ 68,10 e atingindo a máxima do dia em R$ 69,99. Um ponto crucial a ser observado é que a máxima do dia coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 69,99), indicando que o ativo está testando uma resistência histórica importante. O volume de ações negociadas foi de 14.724 cotas, gerando um volume financeiro superior a R$ 1 milhão (R$ 1.014.336,36). Esse movimento de alta, acompanhado de volume relevante e proximidade com o topo anual, sugere um momento de forte otimismo do mercado para com o ativo, distanciando-se significativamente da mínima anual de R$ 40,41.
O BTRA11 é um fundo gerido pelo BTG Pactual com foco no agronegócio, especificamente na aquisição de terras agrícolas produtivas. O fundo busca gerar renda através do arrendamento dessas terras e ganho de capital com a valorização fundiária. Últimas Notícias: Recentemente, o mercado tem acompanhado as movimentações do fundo para uma possível conversão para o formato Fiagro e discussões sobre recompra de cotas, visando destravar valor para os acionistas e aumentar a liquidez.
2º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 43,27 ↑5,54%
Descrição: O URPR11 garantiu a segunda posição no ranking de altas, registrando uma valorização sólida de 5,54%, o equivalente a um acréscimo de R$ 2,27 sobre o preço de abertura. O fundo encerrou o dia cotado a R$ 43,27, próximo de sua máxima intradiária de R$ 43,95, demonstrando força na ponta compradora até o final do pregão. A liquidez foi um destaque positivo, com 37.023 cotas negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 1,6 milhão, o segundo maior entre os ativos listados nesta seleção. Analisando o espectro anual, o fundo ainda se encontra abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 55,47), mas já apresenta uma recuperação notável frente à mínima de R$ 30,68. A volatilidade do dia, com mínima em R$ 41,02, mostra que houve oportunidades de entrada, mas o fechamento forte indica convicção dos investidores na tese de recuperação do ativo.
Gerido pela Urca Capital, o URPR11 é um fundo de “papel” (recebíveis imobiliários) focado em operações High Yield. Sua estratégia envolve a estruturação de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) com taxas de juros mais elevadas, focados em loteamentos e multipropriedades. Últimas Notícias: O fundo segue atraindo investidores focados em dividendos agressivos, mantendo uma das taxas de distribuição mais competitivas do mercado, apesar dos riscos inerentes ao segmento High Yield.
3º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑3,17%
Descrição: O KCRE11 apresentou uma valorização de 3,17% no pregão, encerrando o dia a R$ 8,80, o que representa um ganho de R$ 0,27 por cota. Curiosamente, os dados mostram um comportamento atípico de volatilidade nula entre a mínima, a máxima e o preço atual, todos travados em R$ 8,80. Isso pode indicar uma negociação em bloco ou um mercado momentaneamente menos fluido para este ativo específico neste dia. Apesar da menor oscilação de preços intradiária, o fundo movimentou 33.491 ações, totalizando um volume financeiro de aproximadamente R$ 294 mil. O fechamento anterior foi de R$ 8,53. A ausência de dados para as máximas e mínimas de 52 semanas na tabela sugere cautela na análise de longo prazo, mas o movimento de curto prazo é inegavelmente positivo, rompendo resistências imediatas.
O KCRE11 é um fundo imobiliário da Kinea Investimentos, uma das maiores gestoras do país. O fundo tem como foco o investimento em CRIs pulverizados, muitas vezes originados pela parceira Creditas, focando em crédito com garantia imobiliária (Home Equity). Últimas Notícias: O fundo continua sua estratégia de alocação em créditos pulverizados, buscando oferecer uma relação risco-retorno equilibrada, apoiada pela robustez da análise de crédito da Kinea.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%
Descrição: Focado no setor de shoppings, o GZIT11 registrou uma alta de 2,87%, fechando a R$ 48,35, um incremento de R$ 1,35 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Assim como observado em outros ativos desta lista, o preço de fechamento coincidiu com a máxima do dia (R$ 48,35), sinalizando que os compradores mantiveram o controle até o último momento do pregão. O volume financeiro superou a marca de R$ 1 milhão (R$ 1.047.454,40), com 21.664 cotas trocando de mãos, o que confere boa liquidez para o investidor pessoa física. O ativo mostra consistência, sem registrar quedas abaixo da abertura no dia. A falta de dados históricos de 52 semanas impede uma análise de tendência mais longa, mas o “momentum” de curto prazo é de valorização e interesse comprador renovado.
O Gazit Malls é um fundo de “tijolo” gerido pela Gazit Brasil, subsidiária de uma multinacional israelense. O portfólio é composto por participações em shopping centers de alta performance, principalmente em São Paulo, como o Shopping Internacional de Guarulhos e o Morumbi Town. Últimas Notícias: A gestão tem focado na otimização da ABL (Área Bruta Locável) e na reciclagem de portfólio para destravar valor patrimonial e aumentar a distribuição de rendimentos.
5º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑2,78%
Descrição: O fundo CLIN11 obteve uma valorização de 2,78%, fechando o dia cotado a R$ 90,45, com um ganho nominal de R$ 2,45 sobre o fechamento anterior de R$ 88,00. O comportamento do ativo foi estável na ponta compradora, com mínima e máxima do dia também travadas em R$ 90,45, segundo os dados apresentados, o que é um comportamento atípico que pode sugerir poucas operações mas de grande volume individual, ou leilões de abertura/fechamento determinantes. O volume financeiro foi de R$ 833 mil, com apenas 9.218 cotas negociadas, indicando um ticket médio por operação mais elevado. Este movimento coloca o fundo em um patamar de preço interessante, recuperando valor de mercado em um dia positivo para o setor de recebíveis.
Gerido pela Clave Capital, o CLIN11 é um fundo de papel cuja estratégia mandatória é o investimento em CRIs indexados à inflação (IPCA/IGP-M). O objetivo é proteger o patrimônio do investidor contra a perda do poder de compra, oferecendo um spread de crédito sobre os índices de preços. Últimas Notícias: O fundo tem realizado giros na carteira para capturar taxas de juros reais mais atrativas oferecidas pelo mercado secundário de crédito recentemente.
6º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 83,84 ↑2,56%
Descrição: O OUJP11 encerrou as negociações com uma alta de 2,56%, cotado a R$ 83,84, somando R$ 2,09 ao seu valor de face. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 81,70 e a máxima de R$ 83,95, fechando muito próximo ao topo do dia, o que configura um candle de força técnica. O volume financeiro foi de R$ 944 mil, próximo à barreira psicológica de 1 milhão, com 11.263 ações negociadas. Analisando o contexto de 52 semanas, o fundo está sendo negociado extremamente próximo de sua máxima anual (R$ 83,95), o que pode indicar uma tendência de rompimento iminente (“breakout”). O ativo mostra uma recuperação impressionante desde sua mínima de R$ 55,90, recompensando os investidores que mantiveram a posição durante os períodos de baixa.
O Ourinvest JPP é um fundo de papel (recebíveis) com gestão ativa, que busca investir majoritariamente em CRIs, mas mantém flexibilidade para alocar em outros FIIs e ativos de liquidez. A gestão foca em diversificação de indexadores e risco de crédito controlado. Últimas Notícias: O fundo mantém sua regularidade na distribuição de proventos, sendo considerado uma opção defensiva na carteira de muitos investidores devido ao seu histórico de baixa volatilidade comparativa.
7º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%
Descrição: O fundo WHGR11 apresentou uma variação positiva de 2,49%, atingindo o preço de R$ 9,48. O ganho de R$ 0,23 pode parecer modesto nominalmente, mas percentualmente é significativo para um fundo de base 10. O ativo operou com uma dispersão mínima, oscilando apenas entre R$ 9,42 e R$ 9,48, mostrando consistência na demanda. O volume negociado foi de R$ 263 mil, o menor volume financeiro da lista analisada, o que exige cautela para investidores que necessitam de liquidez imediata para grandes posições. O preço atual está alinhado com a máxima de 52 semanas (que não consta na tabela, mas o preço atual é o topo do dia), sugerindo que o fundo vive seu melhor momento recente em termos de cotação de mercado.
Gerido pela WHG (Wealth High Governance), o fundo possui uma estratégia híbrida e flexível, podendo investir tanto em ativos de crédito (CRIs) quanto em tijolo ou cotas de outros fundos, buscando arbitragens e ganho de capital além da renda recorrente. Últimas Notícias: A gestão ativa do fundo tem buscado aproveitar as distorções de preços em ativos de crédito high grade para compor uma carteira resiliente.
8º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 92,06 ↑2,35%
Descrição: O BCIA11, fundo de fundos do Bradesco, registrou valorização de 2,35%, fechando a R$ 92,06. O ativo adicionou R$ 2,11 ao seu valor de mercado frente ao fechamento anterior de R$ 89,95. A oscilação diária foi positiva, com mínima de R$ 90,20 e máxima de R$ 92,30. O volume de negociações atingiu R$ 941 mil, demonstrando boa aceitação no mercado secundário. Um dado relevante é a proximidade com a máxima de 52 semanas (R$ 92,30), estando o fundo a poucos centavos de renovar seu topo anual. Essa performance reflete uma recuperação robusta frente à mínima de R$ 67,29, possivelmente impulsionada pela valorização das cotas dos fundos que compõem sua carteira interna.
O BCIA11 atua como um Fundo de Fundos (FoF), investindo primordialmente em cotas de outros fundos imobiliários. Sua estratégia é gerar valor através da gestão ativa da carteira, comprando fundos descontados e realizando ganho de capital, além de repassar os rendimentos recebidos. Últimas Notícias: Como FoF, o BCIA11 tem se beneficiado da recuperação geral do índice IFIX, o que valoriza seu portfólio investido e potencializa a distribuição de dividendos não recorrentes.
9º – FDO DE INVEST IMOB ATHENA I CF (FATN11) | R$ 88,73 ↑1,99%
Descrição: O FATN11 obteve um desempenho sólido de 1,99% de alta, encerrando o pregão a R$ 88,73. O fundo movimentou um volume financeiro expressivo de R$ 1,58 milhão, posicionando-se como o terceiro ativo mais líquido desta lista. A cotação oscilou entre R$ 86,50 e R$ 88,85, fechando muito próximo da máxima do dia e, crucialmente, colado à máxima de 52 semanas (R$ 88,85). Isso denota uma tendência de alta clara e sustentada. O ganho de R$ 1,73 por cota reforça o bom momento do ativo, que se distanciou consideravelmente da mínima anual de R$ 67,04. A liquidez elevada facilita a entrada e saída de investidores institucionais e pessoas físicas.
O Athena I é um fundo com estratégia focada majoritariamente em crédito imobiliário (Recebíveis/CRIs) e ativos estruturados. A gestão busca operações que ofereçam garantias robustas e taxas atrativas. Últimas Notícias: O fundo tem reportado resultados consistentes, mantendo uma carteira de crédito adimplente e aproveitando o cenário de juros para manter distribuições atrativas aos cotistas.
10º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 84,84 ↑1,78%
Descrição: Fechando a lista, o VGIP11 apresentou alta de 1,78%, cotado a R$ 84,84. Apesar de ser a menor variação percentual do ranking, é o destaque absoluto em liquidez financeira, com um volume negociado impressionante de R$ 2,49 milhões, o maior entre todos os ativos analisados. Foram quase 30 mil cotas negociadas. O preço oscilou entre R$ 83,17 e R$ 85,00, terminando o dia muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 85,00). Essa combinação de altíssima liquidez com preço no topo histórico sugere que o fundo é uma das preferências institucionais no momento, oferecendo segurança de saída e entrada para grandes volumes de capital.
O VGIP11, gerido pela Valora Investimentos, é um fundo de papel dedicado quase exclusivamente a CRIs indexados à inflação (IPCA). É conhecido por sua gestão ágil na alocação de recursos e pelo portfólio de alta qualidade de crédito (High Grade/Middle Risk). Últimas Notícias: O fundo divulgou resultados recentes que superaram as expectativas de inflação implícita, mantendo seu dividend yield em patamares competitivos e reafirmando sua posição como um dos principais veículos de proteção contra inflação no mercado.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,84 | -4,12% |
| 2 | HGRU11 | R$ 129,50 | -1,92% |
| 3 | GARE11 | R$ 8,82 | -1,78% |
| 4 | BTAL11 | R$ 85,10 | -1,56% |
| 5 | TRBL11 | R$ 66,77 | -1,52% |
| 6 | BPML11 | R$ 89,71 | -1,03% |
| 7 | BLMG11 | R$ 34,35 | -0,89% |
| 8 | VGHF11 | R$ 7,18 | -0,83% |
| 9 | DEVA11 | R$ 27,14 | -0,77% |
| 10 | SNFF11 | R$ 77,15 | -0,72% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓ 4,12%
Descrição: O fundo SPXS11 apresentou a maior retração do grupo analisado no fechamento, encerrando o pregão cotado a R$ 8,84. Durante o dia, o ativo manteve uma estabilidade intrínseca entre sua mínima e máxima, operando fixo neste valor, o que reflete uma pressão vendedora acentuada desde a abertura. A variação nominal negativa foi de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. O volume de ações movimentadas foi de 91.758 cotas, gerando um volume financeiro total de R$ 811.140,72. Por ser um fundo multiestratégia, sua performance costuma ser atrelada a uma gestão ativa que busca oportunidades em diversos segmentos imobiliários. A ausência de dados históricos de 52 semanas sugere uma listagem recente ou transição de ticker que limita a análise de tendência de longo prazo sob este código específico. É fundamental monitorar a liquidez e os próximos relatórios gerenciais para entender se essa queda pontual reflete ajustes na carteira ou condições macroeconômicas.
O SPXS11 é um fundo imobiliário gerido pela SPX Capital em parceria com a SYN, focado em uma tese de investimento flexível que permite alocação em diferentes tipos de ativos imobiliários, como CRIs e participações diretas. Notícia Recente: Recentemente, o mercado tem observado a SPX ampliar sua presença no setor imobiliário através de parcerias estratégicas para aumentar a capilaridade de seus fundos de tijolo e papel.
2º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 129,50 ↓ 1,92%
Descrição: O HGRU11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,92%, fechando a R$ 129,50. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 129,01 e a máxima de R$ 130,50, demonstrando uma volatilidade moderada ao longo da sessão. A queda nominal foi de R$ 2,53 frente ao fechamento anterior de R$ 132,03. O volume negociado foi expressivo, alcançando R$ 9.319.985,50 com 71.969 cotas trocando de mãos, o que indica alta liquidez e interesse institucional. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo operou próximo à sua máxima histórica (R$ 132,23), sugerindo que a queda atual pode ser um movimento natural de realização de lucros por parte dos investidores após um período de valorização consistente. O suporte de 52 semanas está fixado em R$ 100,14, mantendo uma margem de segurança confortável para o investidor de longo prazo que busca renda urbana resiliente.
O HGRU11 é um fundo de gestão ativa administrado pelo Credit Suisse, focado na aquisição de ativos imobiliários de uso comercial, especialmente no varejo alimentício e educacional. Notícia Recente: O fundo anunciou recentemente a conclusão da aquisição de um portfólio de lojas de varejo, visando expandir sua presença geográfica e diversificar a base de inquilinos.
3º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,82 ↓ 1,78%
Descrição: O fundo GARE11 registrou uma queda de 1,78%, finalizando a sessão a R$ 8,82. Este ativo se destacou pelo altíssimo volume de movimentação, com 1.875.140 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 16.538.734,80 — o maior entre os dez analisados. A variação nominal foi de R$ 0,16 negativos em relação ao fechamento anterior de R$ 8,98. A máxima do dia tocou o valor de fechamento anterior, enquanto a mínima chegou a R$ 8,79. A forte liquidez do GARE11 reflete sua popularidade entre investidores de varejo e sua estratégia focada em logística e renda urbana. Embora não constem dados de 52 semanas na base fornecida, o comportamento do preço próximo à casa dos R$ 9,00 sugere uma consolidação de valor após sua recente mudança de perfil e estratégia de alocação de ativos.
O GARE11 (antigo GALG11) é gerido pela Guardian Gestora e foca em ativos logísticos e de renda urbana com contratos atípicos, buscando previsibilidade de caixa. Notícia Recente: O fundo concluiu sua conversão de perfil para “híbrido”, permitindo maior flexibilidade na compra de imóveis além do setor logístico tradicional.
4º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 85,10 ↓ 1,56%
Descrição: O BTAL11 encerrou o pregão cotado a R$ 85,10, uma redução de 1,56% (R$ 1,35 nominais) comparado aos R$ 86,45 do dia anterior. O ativo apresentou uma amplitude de negociação entre R$ 84,58 e R$ 86,99. Com 13.673 cotas movimentadas, o volume financeiro somou R$ 1.163.572,30. É interessante notar que o fundo está operando em um patamar intermediário em relação ao seu histórico anual; a mínima de 52 semanas foi de R$ 58,10 e a máxima de R$ 90,43. Esta queda o afasta do topo histórico recente, podendo sinalizar uma janela de monitoramento para investidores que aguardam correções no setor agro-logístico. O volume de negócios sugere uma base de cotistas estável, sem movimentos bruscos de pânico, mas acompanhando o sentimento cauteloso do setor imobiliário ligado ao agronegócio.
O BTAL11 é um fundo do BTG Pactual que investe em infraestrutura logística voltada ao agronegócio, como armazéns e terminais de transbordo. Notícia Recente: O BTG Pactual Agro Logística tem trabalhado na renegociação de prazos de alguns de seus ativos para garantir o fluxo de dividendos em face das variações das commodities.
5º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 66,77 ↓ 1,52%
Descrição: O TRBL11 registrou fechamento a R$ 66,77, representando uma queda de 1,52% no dia. A variação nominal negativa foi de R$ 1,03 sobre o fechamento de R$ 67,80. Durante a sessão, o fundo teve mínima de R$ 66,22 e máxima de R$ 68,35. O volume de ações negociadas foi de 15.449, resultando em um giro financeiro de R$ 1.031.529,73. Ao analisarmos o horizonte de um ano, o fundo está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 69,65), o que demonstra uma trajetória de recuperação sólida desde a mínima de R$ 49,21. A queda de hoje pode ser interpretada como um ajuste técnico. A consistência no volume acima de um milhão de reais indica que o mercado mantém confiança nos ativos de logística situados no Rio de Janeiro que compõem o portfólio deste fundo específico.
O TRBL11 (ex-SDIL11) investe em galpões logísticos de alto padrão, predominantemente na região sudeste, com foco em localização estratégica e qualidade construtiva. Notícia Recente: O fundo recentemente passou por uma mudança de gestão para a Tellus, visando otimizar a ocupação de seus galpões e reduzir a vacância física.
6º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 89,71 ↓ 1,03%
Descrição: O BPML11 encerrou o dia em R$ 89,71, com desvalorização de 1,03%. A queda nominal foi de R$ 0,93 em relação ao fechamento prévio de R$ 90,64. O fundo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 89,69 e máxima de R$ 90,59. Foram negociadas 9.638 cotas, totalizando R$ 864.624,98. No contexto anual, o fundo demonstra resiliência, operando perto de sua máxima de 52 semanas de R$ 91,84, bem distante da mínima de R$ 58,13. Esse posicionamento elevado sugere que o setor de shoppings tem se beneficiado da recuperação do consumo presencial. A baixa volatilidade intradiária e o volume financeiro moderado indicam que os detentores das cotas possuem um perfil de manutenção (hold), aguardando as distribuições mensais de rendimentos provenientes dos aluguéis dos centros comerciais.
O BPML11 é o fundo de shoppings do BTG Pactual, detendo participações em diversos empreendimentos pelo Brasil, focando em ativos consolidados. Notícia Recente: O fundo reportou em seu último relatório mensal um aumento nas vendas totais dos lojistas, refletindo a melhora operacional do portfólio.
7º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 34,35 ↓ 0,89%
Descrição: O BLMG11 fechou a R$ 34,35, apresentando uma queda de 0,89% (R$ 0,31). O ativo variou entre R$ 34,34 e R$ 34,90 ao longo do pregão. O volume de negociação foi de 6.771 cotas, somando R$ 232.583,85 em volume financeiro, o que representa a menor liquidez entre os fundos listados neste relatório. Historicamente, o fundo enfrenta um cenário desafiador, estando cotado muito mais próximo da sua mínima de 52 semanas (R$ 23,47) do que da sua máxima (R$ 38,06). A retração de hoje, embora percentualmente menor que a de outros fundos logísticos da lista, ocorre em um cenário de baixa liquidez, o que exige cuidado extra do investidor ao tentar montar ou desmontar posições relevantes sem impactar o preço de tela.
O BLMG11 é gerido pela BlueMacaw e investe em propriedades logísticas, buscando geração de renda através da locação para grandes players do e-commerce e indústria. Notícia Recente: A gestão tem focado esforços na renegociação de dívidas de alavancagem para melhorar o fluxo de caixa distribuível aos cotistas.
8º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 7,18 ↓ 0,83%
Descrição: O VGHF11 encerrou a sessão a R$ 7,18, queda de 0,83%. Nominalmente, a variação foi de R$ 0,06 negativos comparados aos R$ 7,24 anteriores. O fundo teve uma movimentação intensa, com 742.064 cotas negociadas e volume de R$ 5.328.019,52. A oscilação diária foi pequena (mínima de R$ 7,14 e máxima de R$ 7,22), característica de fundos com valor de cota baixo (“penny stocks” dos FIIs). No acumulado de 52 semanas, o fundo transita entre R$ 5,80 e R$ 7,53. Por ser um Hedge Fund imobiliário, sua carteira é híbrida, o que costuma conferir maior proteção, mas o preço atual mostra que ele está testando resistências próximas ao topo anual. A liquidez robusta garante que o investidor consiga transacionar com facilidade.
O VGHF11 é um fundo do tipo Multi-estratégia (Hedge Fund) da Valora Investimentos, investindo em CRIs, FIIs, e outros ativos do setor. Notícia Recente: O fundo aprovou recentemente uma nova emissão de cotas para captar recursos e aproveitar as oportunidades de crédito privado imobiliário.
9º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 27,14 ↓ 0,77%
Descrição: O DEVA11 fechou o dia a R$ 27,14, com queda de 0,77%. A variação nominal foi de apenas R$ 0,21 sobre o fechamento de R$ 27,35. Foram negociadas 29.556 cotas, totalizando R$ 802.149,84. O fundo atravessa um período de forte volatilidade histórica, com sua máxima de 52 semanas em R$ 31,59 e mínima em R$ 22,18. O valor de fechamento atual indica uma estabilização após as fortes turbulências enfrentadas pelo setor de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) de maior risco (high yield). A mínima do dia foi de R$ 27,03 e a máxima de R$ 27,47. O investidor deve analisar a saúde dos créditos que compõem o portfólio para entender se a queda de hoje é apenas ruído de mercado ou reflexo de risco de crédito.
O DEVA11 é gerido pela Devant Asset e foca em papéis de dívida imobiliária (CRIs) com taxas de retorno mais elevadas. Notícia Recente: O fundo tem realizado comunicados frequentes sobre a situação de adimplência de seus principais devedores para tranquilizar o mercado após renegociações de dívidas.
10º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 77,15 ↓ 0,72%
Descrição: O SNFF11 encerrou a lista com a menor variação negativa do grupo, recuando 0,72% para fechar em R$ 77,15. A diferença nominal foi de R$ 0,56 em relação aos R$ 77,71 anteriores. O fundo teve mínima de R$ 76,85 e máxima de R$ 78,28, com um volume de 10.421 cotas e movimentação financeira de R$ 803.980,15. No último ano, o SNFF11 oscilou entre R$ 58,22 e R$ 82,15. Por ser um “Fundo de Fundos” (FoF), seu desempenho é um termômetro do mercado geral de FIIs. Estar cotado a R$ 77,15 coloca-o em uma posição de relativo otimismo, embora abaixo da máxima anual. A gestão ativa da Suno busca capturar descontos em outros fundos, e a leve queda de hoje acompanha a tendência de realização do IFIX.
O SNFF11 é o fundo de fundos da Suno Asset, que busca superar o IFIX através da seleção criteriosa de outros fundos imobiliários e gestão de portfólio. Notícia Recente: A Suno Asset destacou em relatório recente o aumento do “dividend yield” médio de sua carteira devido à reciclagem de ativos feita no último trimestre.