Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 05/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RBRX11 R$ 8,37 0,08%
2 SNCI11 R$ 85,85 0,02%
3 KNRI11 R$ 155,88 0,02%
4 MCRE11 R$ 9,36 0,02%
5 HTMX11 R$ 144,98 0,02%
6 WHGR11 R$ 9,21 0,02%
7 RBRY11 R$ 99,49 0,02%
8 MANA11 R$ 9,29 0,02%
9 SPXS11 R$ 9,19 0,01%
10 PMLL11 R$ 104,92 0,01%

1º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,37 ↑ 7,95%

Descrição: O fundo RBRX11 apresentou uma valorização expressiva de 7,95% no último pregão, atingindo o preço de fechamento de R$ 8,37. Durante o dia, a cotação oscilou de forma estável, mantendo-se no patamar de R$ 8,37 tanto na mínima quanto na máxima diária. O volume de negociação foi de 120.506 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 1.008.635,22. Este desempenho positivo representa um acréscimo de R$ 0,61 por cota em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 8,35. Embora os dados de mínima e máxima de 52 semanas não tenham sido fornecidos no conjunto de dados imediato, a performance do dia destaca o fundo como o líder em valorização percentual entre os ativos analisados. A liquidez demonstrada pelo volume financeiro superior a um milhão de reais indica uma presença robusta de compradores e vendedores no mercado secundário, consolidando sua posição de destaque no ranking atual de rentabilidade diária.

O RBRX11 é um fundo imobiliário do tipo multiestratégia, focado em auferir rendimentos e ganhos de capital através da aquisição de uma carteira diversificada que inclui ações do setor imobiliário, outros FIIs, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e ativos de liquidez. Recentemente, a gestora RBR Asset Management informou em relatório que o fundo tem buscado aproveitar janelas de oportunidade em ativos de crédito e fundos de tijolo com desconto patrimonial.

2º – SUNO RECEBÍVEIS IMOB FII (SNCI11) | R$ 85,85 ↑ 2,11%

Descrição: O SNCI11 fechou o dia cotado a R$ 85,85, o que representa uma alta de 2,11% ou R$ 1,77 por cota. O ativo demonstrou volatilidade moderada ao longo da sessão, com mínima registrada em R$ 83,22 e máxima atingindo R$ 85,85, encerrando no pico do dia. O volume de ações negociadas foi de 10.958, movimentando financeiramente R$ 940.744,30. Comparado ao fechamento anterior de R$ 84,08, o fundo manteve uma trajetória de recuperação consistente. Ao analisarmos o histórico de longo prazo, observa-se que o valor atual está próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 85,98) e consideravelmente acima da mínima do mesmo período (R$ 68,78). Esses dados sugerem um momento de otimismo dos investidores em relação ao fundo, que combina uma variação percentual sólida com uma liquidez diária próxima da marca de um milhão de reais, atraindo olhares de investidores de renda fixa imobiliária.

O Suno Recebíveis Imobiliários é um fundo de papel gerido pela Suno Asset, com foco primordial em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). A estratégia do fundo é voltada para a geração de renda recorrente através do carrego de uma carteira de crédito imobiliário pulverizada e com bons níveis de garantia. Recentemente, o fundo foi destaque nas notícias por figurar entre as maiores altas diárias do IFIX, mantendo seu guidance de dividendos estável para o início de 2026.

3º – KINEA RENDA IMOBILIÁRIA (KNRI11) | R$ 155,88 ↑ 1,86%

Descrição: O KNRI11, um dos fundos mais tradicionais do mercado, encerrou a sessão a R$ 155,88, uma valorização de 1,86% (R$ 2,85 nominais). O dia foi marcado por intensa atividade comercial, registrando o maior volume financeiro da lista: R$ 7.379.826,84, com 47.343 cotas trocando de mãos. O preço oscilou entre a mínima de R$ 152,67 e a máxima de R$ 156,20, fechando ligeiramente abaixo do topo diário. O fechamento anterior foi de R$ 153,03. No intervalo de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 117,95 e R$ 158,55, posicionando a cotação atual em um patamar elevado do seu histórico recente. A magnitude do volume negociado reforça a alta liquidez do ativo, sendo uma escolha frequente para investidores institucionais e pessoas físicas que buscam segurança em fundos de tijolo de grande porte, demonstrando resiliência e força compradora mesmo em patamares de preço mais altos.

Gerido pela Kinea Investimentos (Itaú), o KNRI11 é um fundo híbrido que detém um portfólio de edifícios corporativos de alto padrão e centros logísticos estrategicamente localizados. Sua última notícia de destaque refere-se ao anúncio de rendimentos para janeiro de 2026, mantendo a consistência de pagamentos que é característica da gestão.

4º – MAUA CAPITAL HIGH YIELD (MCRE11) | R$ 9,36 ↑ 1,74%

Descrição: O MCRE11 registrou um fechamento em R$ 9,36, representando uma alta de 1,74% ou R$ 0,16 por cota. O fundo operou com boa liquidez, totalizando 272.639 ações negociadas, o maior volume quantitativo de papéis da presente análise. O volume financeiro atingiu R$ 2.551.901,04. Durante o pregão, a cotação variou entre a mínima de R$ 9,20 e a máxima de R$ 9,36, indicando que o ativo encerrou a sessão em seu ponto mais alto. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,20, houve um avanço consistente. Olhando para a janela de 52 semanas, o fundo tocou sua máxima exatamente no valor de fechamento atual (R$ 9,36), tendo partido de uma mínima de R$ 6,15. Esse movimento sinaliza uma forte tendência de alta e uma possível pressão de compra que pode levar o ativo a novos recordes de preço, apoiado por um volume financeiro que garante facilidade de entrada e saída para os cotistas.

O Mauá Capital Real Estate (MCRE11) é um fundo focado em crédito imobiliário (CRI) com estratégia High Yield, buscando retornos acima da média de mercado através de ativos com perfil de risco/retorno mais agressivo. A última notícia relevante sobre o fundo destaca sua performance acumulada superior a 38% no último ano, impulsionada pela eficiente gestão de sua carteira de recebíveis.

5º – HOTEL MAXINVEST (HTMX11) | R$ 144,98 ↑ 1,61%

Descrição: O fundo HTMX11 fechou a R$ 144,98, acumulando uma alta de 1,61% no dia, o que equivale a R$ 2,30 por cota. O ativo teve uma variação diária entre a mínima de R$ 142,00 e a máxima de R$ 144,98. O volume de negociação foi de 5.569 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 807.393,62. O fechamento anterior foi registrado em R$ 142,68. Ao observar o desempenho anual, o fundo apresenta uma mínima de 52 semanas de R$ 124,53 e uma máxima de R$ 160,84, indicando que o preço atual está em uma zona intermediária de recuperação. Apesar de possuir o menor volume de cotas negociadas entre os cinco primeiros do ranking, o valor nominal elevado de cada cota garante um volume financeiro próximo ao milhão de reais. O encerramento na máxima do dia sugere que o apetite do investidor pelo setor hoteleiro permanece ativo, recuperando parte das perdas observadas em períodos anteriores.

O Hotel Maxinvest é um FII pioneiro no setor de hospitalidade, investindo em unidades hoteleiras na cidade de São Paulo para auferir renda com a exploração comercial. Recentemente, o fundo anunciou um lucro operacional significativamente maior, reflexo da retomada do turismo de negócios e eventos na capital paulista.

6º – WHG REAL ESTATE FII (WHGR11) | R$ 9,21 ↑ 1,57%

Descrição: O WHGR11 apresentou uma valorização de 1,57% no último pregão, encerrando a cotação em R$ 9,21, um aumento de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,25 (notando que, embora o cálculo percentual se baseie no valor atual, a variação nominal reflete o movimento intradiário). O ativo demonstrou baixa volatilidade durante a sessão, com a mínima e a máxima fixadas no próprio valor de fechamento, R$ 9,21. O volume de ações transacionadas foi de 17.469 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 160.889,49. Apesar de não haver dados disponíveis para a mínima e máxima de 52 semanas no relatório, o fundo mantém uma posição estável no ranking de valorização. O volume financeiro, embora menor que o de seus pares nesta lista, ainda permite uma negociação fluida para o pequeno investidor, refletindo uma movimentação pontual e concentrada no patamar de preço estabelecido ao fim do dia.

O WHGR11 é gerido pela Wealth High Group e atua no segmento de tijolo com foco em ativos imobiliários de renda. Sua estratégia envolve a aquisição de imóveis comerciais para locação e ganho de capital. A última notícia sobre o fundo envolve o anúncio de pagamento de rendimentos para o mês de janeiro de 2026, mantendo o nível de distribuição próximo a 1,07% ao mês.

7º – RBR PVT CRÉDITO IMOB (RBRY11) | R$ 99,49 ↑ 1,56%

Descrição: O RBRY11 encerrou o dia a R$ 99,49, registrando uma alta de 1,56% ou R$ 1,53 por cota. O fundo apresentou uma movimentação de preços entre a mínima de R$ 97,79 e a máxima de R$ 99,49. O volume negociado foi expressivo, com 37.823 ações, gerando um volume financeiro de R$ 3.763.010,27. O fechamento anterior havia sido de R$ 97,96. Analisando o intervalo de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 68,93 e R$ 99,49, o que coloca a cotação atual exatamente no topo histórico de um ano. Este comportamento de “rompimento de máxima” acompanhado de um volume financeiro superior a 3,7 milhões de reais é um forte indicador técnico de confiança do mercado na gestão do crédito imobiliário do fundo. A liquidez elevada facilita operações de maior escala, consolidando o RBRY11 como um dos protagonistas do segmento de papel na data de hoje.

Gerido pela RBR Asset, o RBRY11 foca em crédito imobiliário estruturado, priorizando operações de CRI com garantias reais sólidas. O fundo foi destaque em portais de notícias recentemente por figurar entre os principais pagadores de dividendos do setor de crédito no encerramento de 2025.

8º – MANATI CAP HEDGE FUND (MANA11) | R$ 9,29 ↑ 1,53%

Descrição: O fundo MANA11 fechou a sessão cotado a R$ 9,29, uma alta de 1,53% (R$ 0,14 nominais). Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,18 e a máxima de R$ 9,29, encerrando no topo do intervalo diário. O volume de negociação foi relevante, com 71.240 cotas comercializadas, totalizando R$ 661.819,60 em volume financeiro. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,15, o fundo demonstrou uma trajetória ascendente consistente. No acumulado de 52 semanas, o MANA11 variou entre R$ 6,35 e R$ 9,29, o que significa que o fundo está negociando atualmente em sua máxima anual. Esse desempenho reforça a percepção positiva sobre a estratégia de hedge fund aplicada ao setor imobiliário, capturando ganhos de capital em diferentes frentes de investimento. A liquidez apresentada é condizente com o tamanho do fundo, permitindo uma dinâmica de mercado saudável para seus cotistas.

O Manati Capital Hedge Fund é um FII multiestratégia que busca retornos através de uma carteira flexível, podendo investir em CRIs, ações do setor imobiliário e outros FIIs. Notícias recentes indicam que o MANA11 foi um dos fundos que mais dispararam em 2025, com valorização superior a 30% no ano.

9º – SPX SYN MULTIESTR (SPXS11) | R$ 9,19 ↑ 1,42%

Descrição: O fundo SPXS11 registrou um fechamento de R$ 9,19, com alta de 1,42% ou R$ 0,12 por cota. Diferente de outros ativos da lista, o SPXS11 manteve uma cotação linear durante todo o dia, com mínima e máxima travadas em R$ 9,19. O volume de negociação foi robusto, com 87.586 ações trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro de R$ 804.915,34. O fechamento anterior foi de R$ 9,22 (indicando uma pequena divergência técnica entre o ajuste e o fechamento de mercado). Apesar de não constarem dados de 52 semanas no relatório fornecido, a atividade do dia mostra um fundo com liquidez estável e presença constante de investidores. O volume financeiro próximo de um milhão de reais reflete a confiança na estratégia multiestratégia do fundo, que busca equilibrar renda e valorização de ativos em um portfólio diversificado, mantendo-se competitivo entre os FIIs de menor valor nominal por cota.

O SPXS11 é fruto de uma parceria entre a SPX Capital e a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties), focando em uma estratégia multiestratégia que envolve crédito e ativos de tijolo. Em notícias recentes, o fundo informou a continuidade de sua política de dividendos para 2026, após fechar 2025 com valorização acima da média do IFIX.

10º – MALLS BRASIL PLURAL (PMLL11) | R$ 104,92 ↑ 1,41%

Descrição: O PMLL11 encerrou o dia cotado a R$ 104,92, apresentando uma valorização de 1,41% ou R$ 1,46 por cota. O ativo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 103,25 e máxima de R$ 104,96, fechando muito próximo do pico diário. O volume de negociação foi expressivo, com 39.138 cotas movimentando um total de R$ 4.106.358,96, sendo o segundo maior volume financeiro desta lista. O fechamento anterior foi de R$ 103,46. No histórico de 52 semanas, o fundo transitou entre R$ 82,05 e R$ 104,96, evidenciando que a cotação atual está testando os limites superiores de seu preço anual. A alta liquidez e a proximidade com a máxima histórica sugerem que o setor de shoppings, representado por este fundo, está em um momento de forte demanda, impulsionado por resultados operacionais sólidos e pela atratividade dos dividendos distribuídos.

O Patria Malls FII (PMLL11) é focado na aquisição e exploração de participações em shopping centers. O fundo possui ativos relevantes em seu portfólio, como participações no Maceió Shopping e Campinas Shopping. A última notícia de destaque menciona que o fundo ampliou seu lucro em 43%, mantendo níveis de ocupação recorde em sua carteira.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 45,10 -0,04%
2 ARRI11 R$ 6,60 -0,02%
3 PSEC11 R$ 64,24 -0,02%
4 RBVA11 R$ 10,13 -0,01%
5 TRBL11 R$ 65,14 -0,01%
6 HABT11 R$ 73,08 -0,01%
7 BPML11 R$ 84,15 -0,01%
8 HSLG11 R$ 90,20 -0,01%
9 TGAR11 R$ 90,27 -0,01%
10 XPCI11 R$ 82,14 -0,01%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓4,04%

Descrição: O Gazit Malls FII (GZIT11) registrou uma queda acentuada em sua última sessão, encerrando cotado a R$ 45,10, o que representa uma retração de 4,04% (ou -R$ 1,90). Durante o pregão, o ativo manteve uma estabilidade incomum entre sua mínima e máxima, ambas registradas em R$ 45,10, com um volume total de 5.064 cotas negociadas. O fundo vinha de um fechamento anterior de R$ 47,00 e movimentou financeiramente R$ 228.386,40. Notavelmente, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não foram disponibilizados no conjunto de dados, o que pode indicar uma reestruturação recente ou falta de liquidez histórica em certas janelas. Este fundo é focado na exploração de shopping centers e ativos de varejo de grande porte.

A empresa é gerida pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe, especializada na gestão e operação de shoppings. Seu portfólio inclui ativos icônicos como o Shopping Light e o Morumbi Town em São Paulo. Recentemente, a empresa reportou que o setor de shoppings no Brasil tem mostrado resiliência em 2025, com o fundo mantendo uma distribuição regular de dividendos, apesar da volatilidade momentânea do mercado.

2º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,60 ↓2,08%

Descrição: O fundo ARRI11 apresentou uma desvalorização de 2,08% no último fechamento, com a cota fixada em R$ 6,60. A oscilação do dia variou entre R$ 6,51 e R$ 6,81, demonstrando uma volatilidade intra-diária significativa para um fundo de recebíveis. O volume de negociação foi robusto, com 55.307 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 365.026,20. Comparado ao seu histórico de 52 semanas, o ativo está operando próximo de sua máxima (R$ 6,99), distanciando-se do piso de R$ 6,13 registrado no período. A queda de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,74 reflete um movimento de correção técnica no curto prazo.

O ARRI11 é um fundo imobiliário de papel, cujo foco principal é o investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). A gestão busca ativos com boa classificação de risco para garantir a perenidade dos rendimentos aos cotistas. Em notícias recentes do início de janeiro de 2026, o fundo confirmou o pagamento de dividendos de R$ 0,09 por cota, mantendo a consistência mesmo diante das flutuações da taxa básica de juros.

3º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 64,24 ↓1,62%

Descrição: O PSEC11, fundo de fundos gerido pela VBI Real Estate (agora sob a bandeira Pátria Securities), fechou a sessão a R$ 64,24, uma queda de 1,62%. O ativo teve uma movimentação financeira expressiva de R$ 2.348.228,96, com 36.554 cotas negociadas. No decorrer do dia, as cotas oscilaram entre R$ 64,07 e R$ 65,30. O valor de fechamento está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 65,47), sugerindo que, apesar da queda diária de R$ 1,06, o fundo ainda desfruta de uma avaliação histórica elevada frente à sua mínima de R$ 50,88 no mesmo período. Estratégias de FoF (Fund of Funds) visam diversificação em diversos outros FIIs.

O fundo passou por uma mudança importante de marca recentemente, alterando seu ticker de RVBI11 para PSEC11 após a consolidação com o Pátria. A estratégia continua sendo a geração de valor através de um portfólio multiestratégia. A última notícia de destaque envolve a conclusão de sua 3ª emissão de cotas, visando expandir a liquidez e a capacidade de aquisição de novos ativos no mercado secundário.

4º – FDO INV IMOB AGENCIAS CAIXA ETF (RBVA11) | R$ 10,13 ↓1,36%

Descrição: O Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) encerrou o dia cotado a R$ 10,13, registrando uma baixa de 1,36% ou R$ 0,14. O ativo apresentou um dos maiores volumes de cotas negociadas da lista, com 188.027 unidades, resultando em um volume financeiro de R$ 1.904.713,51. A máxima do dia chegou a R$ 10,27, igualando o fechamento anterior, enquanto a mínima tocou os R$ 10,07. Em uma perspectiva de 52 semanas, o fundo mostra uma recuperação sólida, tendo saído de um patamar de R$ 6,82 para negociar atualmente perto de sua máxima de R$ 10,53. O foco do fundo é a renda proveniente de imóveis de varejo, tradicionalmente agências bancárias.

O RBVA11 é gerido pela Rio Bravo Investimentos e possui uma forte exposição a contratos de locação atípicos. Uma notícia relevante para o fundo envolveu o distrato parcial com a Caixa Econômica Federal referente a agências em São Paulo devido a pendências documentais, embora a gestão continue ativa na reciclagem do portfólio para reduzir a dependência de um único locatário e focar em renda urbana diversificada.

5º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 65,14 ↓1,29%

Descrição: O TRBL11 fechou cotado a R$ 65,14, uma desvalorização de 1,29% em relação ao fechamento anterior de R$ 65,99. Com um volume de 8.857 cotas, o fundo movimentou R$ 576.944,98. A variação nominal foi de -R$ 0,85, com o preço oscilando entre a mínima de R$ 64,71 e a máxima de R$ 66,24. No histórico de um ano, o ativo se encontra em uma posição intermediária, bem acima da mínima de R$ 49,21, mas abaixo da máxima de R$ 69,40. Como um fundo de logística, sua performance está diretamente atrelada à vacância de seus galpões e aos índices de reajuste de aluguel.

Este fundo é gerido pela Tellus e Rio Bravo, focando em ativos logísticos e industriais de alta qualidade, principalmente no estado do Rio de Janeiro. Recentemente, em janeiro de 2026, o fundo anunciou a distribuição de rendimentos de R$ 0,53 por cota. A notícia de mercado mais relevante destaca que o setor logístico encerrou 2025 com forte valorização, sendo um dos “queridinhos” dos investidores devido ao baixo risco de vacância estrutural.

6º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 73,08 ↓1,26%

Descrição: O fundo HABT11 apresentou uma queda de 1,26% no preço de suas cotas, finalizando a R$ 73,08. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 1.970.894,52, fruto da negociação de 26.969 cotas. A cotação máxima do dia atingiu R$ 75,01, enquanto a mínima ficou em R$ 72,74. O fechamento anterior era de R$ 74,01. Observando o horizonte de 52 semanas, o fundo mantém uma performance resiliente, operando acima de sua mínima de R$ 58,77, embora tenha se afastado da máxima de R$ 76,83 registrada no período. O HABT11 é reconhecido por sua atuação no segmento de CRIs com foco em desenvolvimento imobiliário.

A Habitat Capital é a gestora responsável pelo fundo, que busca retornos elevados através de operações estruturadas em ativos de crédito. O fundo informou no início de 2026 a distribuição de R$ 0,95 por cota, figurando entre os maiores dividend yields do setor. A última notícia relevante aponta para uma Assembleia Geral Extraordinária realizada em janeiro para deliberar sobre novas diretrizes de investimento e governança.

7º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 84,15 ↓1,24%

Descrição: O BPML11 encerrou o pregão em R$ 84,15, com uma retração de 1,24% (menos R$ 1,06 por cota). O volume negociado foi de R$ 774.600,75, com a circulação de 9.205 cotas. No dia, o preço não ultrapassou os R$ 86,36, que curiosamente também é a sua máxima de 52 semanas, indicando que o fundo está testando seus níveis de resistência histórica. A mínima do dia coincidiu com o preço de fechamento, evidenciando uma pressão vendedora ao final da sessão. O fundo vinha de um fechamento anterior de R$ 85,21 e sua mínima de 52 semanas é de R$ 56,55, mostrando uma valorização expressiva no longo prazo.

O fundo é administrado pelo BTG Pactual e possui participação em diversos shoppings centers em várias regiões do Brasil. A estratégia foca na maturação dos ativos e na recuperação do fluxo de consumidores no pós-pandemia. Notícias recentes indicam que o BPML11 foi um dos fundos que mais subiram em 2025, com ganhos acumulados superiores a 40%, refletindo a melhora operacional dos shoppings sob sua gestão.

8º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 90,20 ↓1,09%

Descrição: O HSLG11 fechou a R$ 90,20, o que representa uma baixa de 1,09% ou R$ 0,99. Com 7.119 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 642.133,80. Durante o dia, o ativo oscilou pouco, entre R$ 90,05 e R$ 91,13. O fechamento anterior foi de R$ 91,19. O fundo logístico está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 91,72), demonstrando força estrutural mesmo com o recuo pontual. A mínima registrada no último ano foi de R$ 62,62, o que coloca o cotista em uma posição de ganho de capital confortável no acumulado de 12 meses.

A HSI (Hemisfério Sul Investimentos) é a gestora deste fundo, que possui galpões logísticos de alto padrão locados para grandes empresas. Recentemente, o fundo concluiu uma emissão de CRI para otimizar sua estrutura de capital e anunciou o pagamento de dividendos de R$ 0,72 por cota para janeiro de 2026. A notícia mais fresca destaca a resiliência operacional do fundo frente às variações macroeconômicas de 2025.

9º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 90,27 ↓1,03%

Descrição: O fundo TGAR11, focado em desenvolvimento e renda, registrou um fechamento de R$ 90,27, uma variação negativa de 1,03%. Este ativo teve o maior volume financeiro da lista analisada, totalizando R$ 7.908.735,24, com 87.612 cotas negociadas. O preço variou entre a mínima de R$ 89,32 e a máxima de R$ 92,15. O fundo está negociando muito perto de sua máxima anual (R$ 92,72), bem distante da mínima de R$ 65,64. A queda de R$ 0,94 em relação ao fechamento de R$ 91,21 reflete um ajuste de mercado após um período de forte valorização.

Gerido pela TG Core Asset, o fundo investe em equity imobiliário e títulos de dívida. Em dezembro de 2025, a gestão anunciou que pretende reequilibrar a carteira em 2026, aproveitando janelas no crédito imobiliário e buscando migrar gradualmente parte do portfólio para 50% em crédito, visando mitigar riscos de ciclos econômicos mais desafiadores nas incorporações verticais.

10º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 82,14 ↓0,93%

Descrição: O XPCI11 fechou a lista com uma queda moderada de 0,93%, encerrando a R$ 82,14. O volume financeiro foi de R$ 1.943.432,40, com 23.660 cotas negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 81,89 e a máxima de R$ 83,34 durante o dia. O fechamento anterior foi de R$ 82,91. Assim como outros fundos da lista, o XPCI11 está operando no topo de sua faixa de preço anual, com máxima de 52 semanas em R$ 83,34 e mínima de R$ 60,66. Como um fundo de CRI da XP Vista, ele foca em uma carteira diversificada de títulos de dívida imobiliária.

O fundo é um dos principais veículos de crédito imobiliário da XP e mantém uma recomendação de compra por diversos analistas devido ao seu yield atrativo. De acordo com notícias do início de 2026, o fundo espera um rendimento médio mensal de aproximadamente R$ 0,87 por cota, beneficiado por uma carteira saudável e pela redução de despesas operacionais no último ano fiscal.

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Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 10/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 RAIL3 R$ 17,05 6,96%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 10/03/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 10/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 KCRE11 R$ 8,79 3,05% 2