Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 14/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRAP4 R$ 22,33 4,74%
2 VALE3 R$ 78,90 4,71%
3 CMIN3 R$ 5,82 4,11%
4 TIMS3 R$ 22,71 3,89%
5 BRKM5 R$ 8,56 3,76%
6 ENEV3 R$ 21,24 3,71%
7 RADL3 R$ 24,48 3,47%
8 PETR3 R$ 34,17 3,42%
9 VAMO3 R$ 3,69 3,36%
10 COGN3 R$ 3,69 3,07%

1º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 22,33 ↑ 4,74%

Descrição: A Bradespar encerrou o pregão na liderança do ranking de valorização, apresentando um preço atual de R$ 22,33. O ativo registrou uma variação positiva nominal de R$ 1,01, o que representa uma alta percentual de 4,74% em relação ao fechamento anterior de R$ 21,32. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 21,27 e a máxima de R$ 22,34, demonstrando força compradora ao fechar próximo do pico diário. O volume de ações movimentadas foi de 2.948.400 unidades, gerando um volume financeiro negociado de R$ 65.837.772,00. É importante notar que a cotação atual está no patamar exato da máxima das últimas 52 semanas (R$ 22,34), evidenciando um momento de forte recuperação frente à mínima anual de R$ 13,05.

A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém participação relevante na Vale S.A., sendo diretamente influenciada pelo desempenho da mineradora e pelo preço do minério de ferro. Recentemente, a empresa tem sido foco de notícias devido à distribuição de dividendos extraordinários, estratégia recorrente para repassar o fluxo de caixa recebido de suas participações acionárias.

2º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 78,90 ↑ 4,71%

Descrição: A gigante da mineração, Vale S.A., ocupou o segundo lugar com um fechamento de R$ 78,90. O ativo apresentou um expressivo avanço de R$ 3,55 por ação, equivalente a 4,71%. A liquidez foi um dos grandes destaques, com um volume de 40.560.000 ações negociadas, totalizando um montante financeiro impressionante de R$ 3.200.184.000,00, o maior entre os dez ativos listados. O papel operou entre a mínima de R$ 75,64 e a máxima de R$ 79,08. Comparando com o histórico de 52 semanas, a Vale demonstra resiliência, aproximando-se da sua máxima anual de R$ 79,08 e distanciando-se significativamente da mínima de R$ 44,77. O fechamento anterior havia sido de R$ 75,35, confirmando o gap de alta e a manutenção do otimismo do setor.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. Nas últimas semanas, a companhia atraiu os holofotes do mercado com o anúncio da escolha de seu novo CEO, Gustavo Pimenta, trazendo maior previsibilidade para a governança corporativa da empresa.

3º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,82 ↑ 4,11%

Descrição: A CSN Mineração acompanhou o movimento positivo do setor, fechando o dia cotada a R$ 5,82, uma valorização de R$ 0,23 ou 4,11%. O ativo teve uma amplitude diária entre R$ 5,51 e R$ 5,82, encerrando o pregão em sua cotação máxima do dia. O volume de negociação somou 8.303.100 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 48.324.042,00. Analisando o fechamento anterior de R$ 5,59, observa-se uma trajetória de recuperação consistente. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação transita em um corredor entre R$ 4,44 (mínima) e R$ 5,98 (máxima), mostrando que o papel está testando resistências importantes próximas ao seu topo anual. A entrada de capital comprador reflete a correlação direta com a valorização das commodities metálicas no mercado internacional.

A CSN Mineração é a unidade de extração e beneficiamento de minério de ferro do Grupo CSN, sendo a segunda maior exportadora do Brasil. Recentemente, a empresa divulgou planos para expandir sua capacidade de produção através do projeto Itabirito P15, visando aumentar a qualidade do produto final.

4º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 22,71 ↑ 3,89%

Descrição: No setor de telecomunicações, a TIM S.A. registrou alta de 3,89%, encerrando o dia a R$ 22,71. A valorização nominal foi de R$ 0,85 por ação. O volume negociado alcançou 6.639.600 papéis, com um volume financeiro total de R$ 150.785.316,00. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 21,99 e a máxima de R$ 22,89, demonstrando volatilidade moderada. O fechamento anterior foi de R$ 21,86. Ao observar a janela de 52 semanas, a TIM apresenta uma estabilidade robusta, operando acima da mínima de R$ 12,11 e não muito distante da máxima de R$ 24,44. O resultado reflete a confiança do investidor no setor defensivo de telefonia e na geração recorrente de caixa da companhia perante o cenário macroeconômico atual.

A TIM Brasil é uma das principais operadoras de telefonia móvel do país, pioneira na implementação da tecnologia 5G. A notícia mais recente do setor envolve o aumento da eficiência operacional da companhia após a integração dos ativos da Oi Móvel, o que tem impulsionado suas margens de lucro.

5º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,56 ↑ 3,76%

Descrição: A Braskem fechou a sessão cotada a R$ 8,56, representando um aumento de 3,76% ou R$ 0,31 em termos absolutos. O volume financeiro movimentado pela petroquímica foi de R$ 33.932.696,00, com 3.964.100 ações trocando de mãos. O papel oscilou entre a mínima de R$ 8,24 e a máxima de R$ 8,67. O preço de fechamento superou o valor de encerramento do dia anterior, que foi de R$ 8,25. No entanto, ao olhar para o quadro anual, o ativo ainda enfrenta desafios, estando consideravelmente abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 15,12 e mais próximo da mínima de R$ 6,11. O movimento de hoje pode indicar uma correção técnica ou resposta a fatores setoriais específicos de resinas termoplásticas.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com atuação global nos setores petroquímico e plástico. Uma das notícias recentes de maior impacto é a continuidade das negociações sobre a venda da participação da Novonor na empresa, além dos desenvolvimentos jurídicos em Maceió.

6º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 21,24 ↑ 3,71%

Descrição: A Eneva S.A. apresentou uma valorização de 3,71%, encerrando o pregão a R$ 21,24. O ganho por ação foi de R$ 0,76 em relação ao fechamento anterior de R$ 20,48. O volume de negociações foi sólido, totalizando 7.854.700 ações e um volume financeiro de R$ 166.833.828,00. O ativo operou com uma mínima de R$ 20,64 e uma máxima de R$ 21,27. Este valor máximo diário coincide quase que totalmente com a máxima de 52 semanas da companhia (R$ 21,27), o que indica que a ação está em sua melhor fase do último ano, tendo subido consistentemente desde a mínima de R$ 10,64. O desempenho sugere forte otimismo quanto ao modelo de negócios de energia integrada da companhia e sua capacidade de execução.

A Eneva é uma empresa brasileira de energia integrada, focada em exploração de gás natural e geração de energia térmica (modelo “Reservoir-to-Wire”). A notícia mais recente relevante é o anúncio de um novo aumento de capital de até R$ 4,2 bilhões, visando financiar novos projetos e aquisições.

7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 24,48 ↑ 3,47%

Descrição: A RADL3 finalizou o dia com cotação de R$ 24,48, o que equivale a uma alta de 3,47% (R$ 0,82). O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 171.137.232,00, proveniente da negociação de 6.990.900 ações. Durante o pregão, o ativo oscilou entre R$ 23,70 e R$ 24,64, partindo de um fechamento anterior de R$ 23,66. No contexto das últimas 52 semanas, a Raia Drogasil mantém-se como uma ação de perfil resiliente, com a cotação atual muito próxima da máxima anual de R$ 24,95 e bem distante da mínima de R$ 12,67. O interesse contínuo dos investidores reflete a posição de liderança da empresa no setor de varejo farmacêutico e sua estratégia eficaz de expansão de lojas físicas aliada ao digital.

A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do Brasil por faturamento e número de lojas, operando sob as bandeiras Droga Raia e Drogasil. Recentemente, a empresa anunciou a criação de uma nova marca própria, reforçando sua estratégia de verticalização e aumento de margem.

8º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 34,17 ↑ 3,42%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em R$ 34,17, registrando um avanço de 3,42% ou R$ 1,13. O ativo apresentou o segundo maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 1.027.180.953,00, com 30.060.900 ações negociadas. A variação diária ocorreu entre a mínima de R$ 33,07 e a máxima de R$ 34,98. O fechamento anterior foi de R$ 33,04. Em termos anuais, o ativo demonstra vigor, embora ainda esteja abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 38,62, mas confortavelmente acima da mínima de R$ 29,34. A movimentação foi impulsionada pela valorização do barril de petróleo no mercado internacional e expectativas em relação à política de dividendos e investimentos da estatal para o próximo ciclo.

A Petrobras é uma empresa de capital aberto cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, atuando no setor de energia, principalmente na exploração e produção de petróleo e gás. Uma notícia recente de destaque foi a aprovação de novos investimentos para a revitalização de campos maduros na Bacia de Campos.

9º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,69 ↑ 3,36%

Descrição: A Vamos (VAMO3) encerrou o dia cotada a R$ 3,69, uma valorização de 3,36% (R$ 0,12). O volume financeiro atingiu R$ 72.661.635,00, com 19.691.500 ações em circulação no mercado secundário. O papel variou entre R$ 3,56 e R$ 3,72 ao longo do dia, após ter fechado anteriormente a R$ 3,57. Apesar da alta diária, o ativo encontra-se em um patamar de preços desafiador quando comparado à máxima de 52 semanas de R$ 5,29, embora ainda sustente um prêmio em relação à mínima anual de R$ 2,75. O setor de bens de capital e locação tem sido sensível às variações da taxa de juros e atividade econômica, o que explica a volatilidade observada no preço das ações ao longo do último ano.

A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos, pertencendo ao grupo Simpar. Recentemente, a empresa chamou a atenção do mercado com o anúncio de uma reorganização societária envolvendo a fusão de suas operações de concessionárias com a holding controladora.

10º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,69 ↑ 3,07%

Descrição: Fechando a lista das dez maiores variações positivas, a Cogna Educação (COGN3) registrou preço de R$ 3,69, o que representa um aumento de 3,07% (R$ 0,11). O volume de ações foi bastante elevado, com 29.644.100 papéis negociados, resultando em um giro financeiro de R$ 109.386.729,00. A cotação diária oscilou entre a mínima de R$ 3,62 e a máxima de R$ 3,75. Este valor máximo de R$ 3,75 é, inclusive, o teto das últimas 52 semanas para o ativo, indicando uma fase de forte recuperação para o papel que já chegou a ser negociado a R$ 0,96 no seu nível mais baixo do ano. O fechamento anterior foi de R$ 3,58. O setor educacional tem passado por um re-rating devido a melhorias operacionais e foco em educação continuada e cursos premium.

A Cogna é uma das maiores organizações educacionais do mundo, detentora de marcas como Kroton, Vasta e Saber. A última notícia relevante sobre a companhia refere-se ao foco estratégico em reduzir sua alavancagem financeira e expandir a eficiência do seu braço B2B de sistemas de ensino.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MRVE3 R$ 7,64 -5,09%
2 RAIL3 R$ 13,80 -3,56%
3 PCAR3 R$ 3,70 -2,12%
4 POMO4 R$ 5,81 -1,19%
5 AMOB3 R$ 12,98 -1,14%
6 VIVA3 R$ 29,28 -0,75%
7 AURE3 R$ 11,59 -0,60%
8 EMBJ3 R$ 96,52 -0,59%
9 RENT3 R$ 41,66 -0,50%
10 HAPV3 R$ 13,91 -0,50%

1º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,64 ↓5,09%

Descrição: A MRV Engenharia apresentou a queda mais acentuada do grupo analisado neste pregão. O papel fechou cotado a R$ 7,64, após abrir o dia com um fechamento anterior de R$ 8,05. Durante a sessão, a ação demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 7,41 e a máxima de R$ 8,56. O volume de negociação foi expressivo, com 32.630.100 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 249.293.964,00. Ao observar o horizonte de 52 semanas, nota-se que o papel está distante de sua máxima de R$ 9,50, mas ainda acima da mínima anual de R$ 4,43. A variação nominal negativa foi de R$ 0,41. Esta movimentação sugere uma forte pressão vendedora no dia, possivelmente influenciada por ajustes macroeconômicos ou dados específicos do setor de construção civil. A empresa é a maior incorporadora e construtora do Brasil no segmento de imóveis residenciais para baixa renda (Minha Casa, Minha Vida). Notícia recente: A MRV tem focado na redução de sua alavancagem financeira e na melhoria da queima de caixa, conforme reportado em seus últimos balanços operacionais.

2º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 13,80 ↓3,56%

Descrição: As ações da Rumo S.A. encerraram o dia com uma desvalorização de 3,56%, sendo negociadas a R$ 13,80. O ativo iniciou o pregão após um fechamento anterior de R$ 14,31, enfrentando uma queda nominal de R$ 0,51 por cota. O volume de ações negociadas atingiu 16.460.700 unidades, gerando uma movimentação financeira de R$ 227.157.660,00. É importante destacar que o valor mínimo registrado no dia (R$ 13,63) coincide exatamente com a mínima das últimas 52 semanas, indicando que o papel está testando suportes históricos importantes. A máxima do dia foi de R$ 14,49, ainda muito aquém do teto anual de R$ 19,68. A Rumo é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil, controlando malhas estratégicas para o escoamento de grãos. Notícia recente: A companhia recentemente anunciou investimentos na expansão da Ferrovia de Integração Estadual em Mato Grosso para ampliar sua capacidade de escoamento agrícola.

3º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,70 ↓2,12%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma queda de 2,12%, fechando o pregão a R$ 3,70. Com um fechamento anterior de R$ 3,78, a ação teve uma variação negativa de R$ 0,08. O volume financeiro foi de R$ 24.941.700,00, com 6.741.000 ações negociadas. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 3,66 e a máxima de R$ 3,83. No acumulado de um ano, a ação mostra-se bastante depreciada, operando significativamente abaixo da máxima de 52 semanas, que foi de R$ 4,95, embora ainda sustente patamares acima da mínima de R$ 2,35. A empresa atua no varejo alimentar físico e e-commerce, operando bandeiras icônicas como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Notícia recente: O grupo concluiu recentemente a venda de sua participação na rede Éxito e segue em um processo de reestruturação focado em rentabilidade e desalavancagem.

4º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,81 ↓1,19%

Descrição: A Marcopolo encerrou o dia cotada a R$ 5,81, representando uma retração de 1,19% em relação ao fechamento anterior de R$ 5,88. A variação nominal foi de R$ 0,07 negativos. O volume de ações negociadas foi de 8.020.800, resultando em um montante financeiro de R$ 46.600.848,00. A amplitude do dia foi estreita, com mínima de R$ 5,78 e máxima de R$ 5,94. Ao analisar o histórico de 52 semanas, a Marcopolo apresenta uma performance sólida, estando bem acima da mínima de R$ 4,56, embora tenha se afastado da máxima anual de R$ 8,05. A empresa é uma multinacional brasileira líder na fabricação de carrocerias de ônibus, com forte presença global. Notícia recente: A Marcopolo tem reportado crescimento na carteira de pedidos, impulsionada pela renovação de frotas urbanas e pelo programa Caminho da Escola.

5º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,98 ↓1,14%

Descrição: As ações da Automob (AMOB3) apresentaram uma queda de 1,14%, fechando a R$ 12,98. O fechamento anterior foi de R$ 13,13, resultando em uma perda nominal de R$ 0,15. Comparado aos demais ativos da lista, a AMOB3 teve um volume de ações muito baixo, com apenas 36.700 papéis negociados, totalizando R$ 476.366,00. A oscilação diária ficou entre R$ 12,81 e R$ 13,30. No histórico anual, o papel oscilou entre a mínima de R$ 10,00 e a máxima de R$ 18,00. A Automob é um dos maiores grupos de concessionárias de veículos do Brasil, parte do ecossistema da Simpar. Notícia recente: A empresa segue consolidando o setor de varejo automotivo através de aquisições estratégicas de concessionárias de diversas marcas.

6º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 29,28 ↓0,75%

Descrição: A Vivara registrou um recuo moderado de 0,75%, encerrando o dia a R$ 29,28. O preço anterior era de R$ 29,50, uma variação de R$ 0,22 negativos. Foram negociadas 3.237.900 ações, somando R$ 94.805.712,00 em volume financeiro. No pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 30,07 e a mínima de R$ 29,05. O desempenho de longo prazo mostra resiliência, com a cotação atual situada no quadrante superior entre a mínima de R$ 15,44 e a máxima de R$ 35,89 das últimas 52 semanas. A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, focada nos segmentos de luxo e “affordable luxury”. Notícia recente: Após ruídos sobre trocas na gestão executiva, a Vivara reafirmou seu plano de expansão de lojas físicas e foco na marca Life.

7º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,59 ↓0,60%

Descrição: A Auren Energia fechou o dia com queda de 0,60%, atingindo o valor de R$ 11,59. O fechamento anterior foi de R$ 11,66, uma diferença nominal de R$ 0,07. O volume de negociação contou com 2.397.500 ações, totalizando R$ 27.787.025,00. O papel flutuou entre R$ 11,54 e R$ 11,88 durante a sessão. Observando o intervalo de 52 semanas, a ação está negociando perto de sua máxima de R$ 12,99, mostrando estabilidade frente à mínima de R$ 7,29. A Auren é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil, fruto da integração dos ativos de energia da Votorantim S.A. e do fundo canadense CPPIB. Notícia recente: A companhia anunciou recentemente a aquisição das operações da AES Brasil, consolidando-se como uma gigante no setor de geração limpa.

8º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 96,52 ↓0,59%

Descrição: A Embraer apresentou uma leve queda de 0,59%, encerrando a R$ 96,52. O fechamento do dia anterior foi de R$ 97,09, com uma variação de R$ 0,57 negativos. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 295.158.160,00 com 3.058.000 ações negociadas. A ação operou entre a mínima de R$ 95,60 e a máxima de R$ 97,41. Notavelmente, o papel está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 98,17) e longe da mínima de R$ 55,30, refletindo o excelente momento da empresa. A Embraer é uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, líder no segmento de jatos executivos e aviação comercial regional. Notícia recente: A empresa tem recebido encomendas recordes e elevou suas projeções de entrega para os próximos anos devido à alta demanda global.

9º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 41,66 ↓0,50%

Descrição: As ações da Localiza fecharam com queda de 0,50%, cotadas a R$ 41,66. No dia anterior, o papel valia R$ 41,87, registrando queda nominal de R$ 0,21. Com 7.547.200 ações negociadas, o volume financeiro foi o maior da lista, atingindo R$ 314.416.352,00. O ativo oscilou entre R$ 41,13 e R$ 42,60. No histórico de 52 semanas, a Localiza mostra uma desvalorização relevante frente à máxima de R$ 47,43, aproximando-se da mínima de R$ 24,46. A Localiza é a maior empresa de aluguel de carros e gestão de frotas da América Latina. Notícia recente: A Localiza tem focado na renovação de sua frota e no gerenciamento de seminovos para manter as margens operacionais diante da alta dos juros.

10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,91 ↓0,50%

Descrição: A Hapvida fechou a lista com uma variação negativa de 0,50%, encerrando o dia a R$ 13,91. O preço anterior era de R$ 13,98, uma queda de R$ 0,07 nominais. O volume de negociação foi de 7.972.600 ações, totalizando R$ 110.898.866,00. No pregão, o papel variou entre R$ 13,60 e R$ 14,34. No acumulado de 52 semanas, a ação apresenta uma volatilidade extrema, com máxima de R$ 44,85 e mínima de R$ 12,77, indicando que o preço atual está próximo das mínimas anuais. A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde suplementar do Brasil, com um modelo de negócios verticalizado de baixo custo. Notícia recente: A companhia tem trabalhado em ajustes de tickets e sinistralidade após a fusão com a NotreDame Intermédica para recuperar a rentabilidade.

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