Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 10/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CMIN3 R$ 5.23 8.28
2 AURE3 R$ 13.03 8.22
3 CSNA3 R$ 5.18 7.92
4 MGLU3 R$ 5.22 7.41
5 COGN3 R$ 2.40 6.67
6 BPAC11 R$ 58.73 5.48
7 CSAN3 R$ 4.07 5.44
8 HAPV3 R$ 10.60 5.26
9 SANB11 R$ 27.62 5.22
10 ENEV3 R$ 27.55 5.15

1º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,23 ↑8,28%

Descrição: A ação CMIN3 demonstrou uma performance robusta no pregão atual, alcançando o topo do ranking com uma valorização expressiva de 8,28%. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 5,23, partindo de um fechamento anterior de R$ 4,83. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 4,92 e a máxima de R$ 5,23, evidenciando uma pressão compradora constante que sustentou o preço no limite superior do dia. O volume de ações transacionadas totalizou 14.406.200 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 75.344.426,00. Analisando o contexto de longo prazo, o papel apresenta uma trajetória dentro do intervalo de 52 semanas, que registra mínima de R$ 4,08 e máxima de R$ 6,37, indicando que o ativo se aproxima de patamares de valorização relevantes frente ao seu histórico recente. A alta de R$ 0,40 no preço nominal reflete um otimismo acentuado do mercado em relação aos fundamentos operacionais ou expectativas macroeconômicas que impactam diretamente o setor de mineração.

A CSN Mineração é uma das maiores empresas de mineração de ferro do mundo, sendo subsidiária da Companhia Siderúrgica Nacional. Recentemente, a empresa tem focado em projetos de expansão de capacidade de beneficiamento de minério de ferro e melhorias logísticas.

2º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 13,03 ↑8,22%

Descrição: O ativo AURE3 registrou um desempenho notável nesta sessão, posicionando-se como o segundo maior destaque ao subir 8,22%. O preço de fechamento situou-se em R$ 13,03, superando o fechamento anterior de R$ 12,04, o que representa um ganho nominal de R$ 0,99 por ação. A dinâmica do papel durante o pregão foi marcada por uma amplitude entre R$ 12,30 (mínima) e R$ 13,03 (máxima), sugerindo uma tendência de alta consolidada até o encerramento das negociações. O volume de ações trocadas de mãos atingiu 3.876.900, com um volume financeiro total de R$ 50.516.007,00. No horizonte temporal de 52 semanas, a Auren Energia apresenta uma variação que vai dos R$ 8,78 até R$ 14,66, mostrando que o preço atual de R$ 13,03 está posicionado em uma zona de recuperação interessante, refletindo a confiança dos investidores na capacidade da companhia em gerar valor em um cenário de precificação de energia mais favorável ou avanços em seus projetos renováveis.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável do Brasil, resultante da fusão dos ativos de energia da Votorantim e do CPPIB. A empresa tem reportado avanços significativos na gestão de seu portfólio de hidrelétricas e projetos solares.

3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 5,18 ↑7,92%

Descrição: Com uma valorização sólida de 7,92%, a CSNA3 ocupa a terceira posição entre os destaques do dia. O ativo fechou o período cotado a R$ 5,18, valor superior aos R$ 4,80 registrados anteriormente, acumulando um ganho de R$ 0,38. Ao longo da jornada, a ação oscilou entre o valor mínimo de R$ 4,95 e o teto de R$ 5,20, fechando próximo à sua máxima diária, o que sinaliza força compradora ao final do pregão. O volume de negociação foi expressivo, com 14.590.700 ações movimentadas, resultando em um giro financeiro de R$ 75.579.826,00. Quando observamos o intervalo das últimas 52 semanas, a ação transitou entre R$ 4,49 e R$ 11,32. A performance atual indica uma reação positiva do mercado, possivelmente ligada a ajustes na demanda por aço ou eficiência operacional, situando o preço em um momento de recuperação dentro do amplo espectro de volatilidade apresentado pelo setor siderúrgico no último ano.

A CSN é um dos complexos siderúrgicos integrados mais eficientes do mundo, com atuação multissetorial que inclui aço, mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, a companhia tem buscado reduzir sua alavancagem financeira através da gestão ativa de seus ativos.

4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 5,22 ↑7,41%

Descrição: O Magazine Luiza, sob o ticker MGLU3, apresentou alta de 7,41%, fechando o dia a R$ 5,22. Este resultado sucede um fechamento anterior de R$ 4,86, configurando um ganho nominal de R$ 0,36 por ação. A oscilação intraday revelou uma mínima de R$ 5,08 e uma máxima de R$ 5,30, denotando uma alta atividade compradora que elevou significativamente a liquidez do papel. O volume de ações movimentadas foi de 33.432.500, o que se traduziu em um volume financeiro expressivo de R$ 174.517.650,00, um dos maiores do grupo analisado. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 4,03 e R$ 11,44. O patamar atual de R$ 5,22, embora distante das máximas de 52 semanas, indica uma tentativa de reversão de tendência e ganho de fôlego do setor de varejo, frequentemente impactado pelas expectativas quanto à política monetária e o consumo das famílias brasileiras.

O Magazine Luiza é uma das líderes no setor de varejo no Brasil, com uma forte presença tanto no modelo físico quanto no digital. A empresa tem investido pesado na integração de sua plataforma de e-commerce e na ampliação de seu ecossistema de serviços digitais.

5º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,40 ↑6,67%

Descrição: O papel da Cogna Educação (COGN3) apresentou uma valorização consistente de 6,67% nesta sessão, encerrando o dia cotado a R$ 2,40, frente ao valor de R$ 2,25 registrado no fechamento anterior. O ganho nominal de R$ 0,15 foi acompanhado por uma oscilação diária que situou o preço entre a mínima de R$ 2,31 e a máxima de R$ 2,41. O volume total de ações negociadas atingiu 25.120.100 unidades, movimentando R$ 60.288.240,00. Avaliando a performance no intervalo de 52 semanas, onde o ativo registrou mínima de R$ 2,14 e máxima de R$ 4,73, observa-se que o preço atual se encontra em um patamar de recuperação após períodos de maior estresse. Essa valorização pode refletir um otimismo renovado com o setor educacional ou melhoras na captação e retenção de alunos nas instituições geridas pelo grupo, que continua sendo um player relevante no cenário educacional brasileiro.

A Cogna Educação é uma das principais organizações educacionais do Brasil, atuando nos segmentos de ensino superior e educação básica. A companhia tem passado por uma reestruturação estratégica visando maior eficiência operacional e foco em resultados no ensino digital e presencial.

6º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 58,73 ↑5,48%

Descrição: O ativo BPAC11, representando a Unit do BTG Pactual, fechou com valorização de 5,48%, cotado a R$ 58,73. Este desempenho representa uma subida considerável em relação ao fechamento de R$ 55,68, com um ganho nominal de R$ 3,05. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 56,18 e a máxima de R$ 59,10, refletindo uma demanda aquecida. O volume transacionado foi de 15.056.600 ações, resultando em um giro financeiro robusto de R$ 884.274.118,00, o maior valor absoluto entre as ações listadas, evidenciando o alto interesse institucional. Em uma janela de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 37,07 e R$ 65,50. O preço de R$ 58,73 posiciona o ativo próximo à sua parte superior do intervalo, sustentado pelo desempenho do banco de investimento e das gestoras de ativos do grupo, que captam bem o momento de mercado.

O BTG Pactual é o maior banco de investimento da América Latina, atuando fortemente em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth Management. O banco tem mantido uma trajetória de crescimento constante em suas receitas recorrentes e bases de ativos sob gestão.

7º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 4,07 ↑5,44%

Descrição: A Cosan (CSAN3) registrou alta de 5,44%, encerrando a sessão a R$ 4,07, após ter fechado em R$ 3,86 na véspera. O movimento resultou em um ganho nominal de R$ 0,21. A amplitude da negociação no dia ficou entre R$ 3,93 (mínima) e R$ 4,07 (máxima), com a ação terminando na cotação máxima do dia, o que demonstra uma forte confiança compradora. O volume negociado foi de 28.025.400 ações, somando R$ 114.063.378,00 em volume financeiro. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 3,20 e R$ 8,03. O preço atual de R$ 4,07 coloca o ativo em um ponto de atenção para os investidores, que monitoram de perto a alavancagem da holding e a performance das suas empresas controladas e investidas, que compõem um diversificado portfólio nos setores de energia, logística e lubrificantes.

A Cosan é uma holding com um portfólio diversificado de empresas de alto desempenho, atuando nos setores de combustíveis, lubrificantes, logística, energia e gás natural. A empresa tem buscado simplificar sua estrutura corporativa para destravar valor aos acionistas.

8º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,60 ↑5,26%

Descrição: O ativo HAPV3 encerrou o pregão em R$ 10,60, apresentando valorização de 5,26% sobre o fechamento anterior de R$ 10,07, um incremento de R$ 0,53. A oscilação diária foi delimitada pela mínima de R$ 10,22 e pela máxima de R$ 10,67. O volume de papéis negociados foi de 5.382.100, gerando um giro financeiro de R$ 57.050.260,00. Ao considerar o horizonte de 52 semanas, o papel registrou mínima de R$ 7,00 e máxima de R$ 42,66. O patamar atual de R$ 10,60 reflete uma tentativa de estabilização do ativo após períodos de significativa correção. Os investidores do setor de saúde acompanham de perto a capacidade da empresa em integrar aquisições recentes e gerenciar a sinistralidade, fatores cruciais para a recuperação da rentabilidade e do preço da ação ao longo do tempo.

A Hapvida é um dos maiores sistemas de saúde do Brasil, operando uma rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios, além de oferecer planos de saúde. A empresa tem se focado na integração das operações pós-fusão com a NotreDame Intermédica para capturar sinergias.

9º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 27,62 ↑5,22%

Descrição: A Unit do Banco Santander (SANB11) fechou em alta de 5,22%, atingindo R$ 27,62, após fechar o dia anterior em R$ 26,25, o que significou um aumento nominal de R$ 1,37. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 26,61 e a máxima de R$ 27,62. O volume de negociação atingiu 4.308.300 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 118.995.246,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, o preço variou entre R$ 24,08 e R$ 37,19. Com o fechamento em R$ 27,62, o mercado mostra um movimento de valorização para o banco, possivelmente reagindo a perspectivas de melhora na qualidade da carteira de crédito ou ajustes na margem financeira, fatores que são acompanhados de perto por investidores que buscam dividendos e estabilidade no setor bancário.

O Banco Santander Brasil é uma subsidiária do grupo espanhol Santander e atua em diversos segmentos bancários, com forte presença tanto no varejo quanto no atacado. O banco tem investido na digitalização de seus serviços para aumentar a eficiência.

10º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 27,55 ↑5,15%

Descrição: A Eneva (ENEV3) encerrou o ranking dos destaques com uma alta de 5,15%, fechando a R$ 27,55. O fechamento anterior foi de R$ 26,20, consolidando um avanço de R$ 1,35 no preço da ação. A movimentação do dia registrou uma mínima de R$ 26,61 e máxima de R$ 27,55, com a ação encerrando na sua máxima, um sinal de força. O volume de papéis negociados foi de 16.173.000, somando R$ 445.566.150,00 em volume financeiro. No período de 52 semanas, a ação teve mínima de R$ 13,00 e máxima de R$ 28,12. O preço de R$ 27,55 coloca o ativo muito próximo ao seu teto do ano, refletindo a confiança do mercado na execução dos projetos de geração térmica e integrada a gás da companhia, que se consolidam como um pilar essencial na matriz energética brasileira.

A Eneva é uma empresa integrada de energia, que atua desde a exploração e produção de gás natural até a geração de eletricidade. A companhia tem se destacado por seu modelo de negócio baseado em “Power-to-Gas”, onde a proximidade entre a produção de gás e as usinas térmicas gera vantagem competitiva.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0.35 -5.41
2 PCAR3 R$ 2.73 -1.09
3 PRIO3 R$ 55.45 -0.29
4 AZUL54 R$ 72.50 0.00
5 STBP3 R$ 14.42 0.00
6 BRFS3 R$ 17.95 0.00
7 CRFB3 R$ 8.48 0.00
8 JBSS3 R$ 39.03 0.00
9 CPLE6 R$ 14.26 0.00
10 PETZ3 R$ 4.39 0.00

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,35 ↓5,41%

Descrição: A performance da Raízen S.A. no pregão em análise demonstrou um comportamento de pressão vendedora significativa, consolidando uma variação negativa de 5,41%. Com um preço de fechamento situado em R$ 0,35, o ativo operou estritamente dentro da faixa entre a mínima de R$ 0,35 e a máxima de R$ 0,37. O volume de ações transacionadas totalizou 14.972.400 papéis, o que reflete uma liquidez relevante para o patamar de preço atual. Observa-se que o fechamento anterior estava em R$ 0,37, evidenciando o ajuste para baixo. No cenário de médio e longo prazo, o papel apresenta um distanciamento considerável das suas extremidades de 52 semanas, oscilando entre a mínima de R$ 0,33 e a máxima de R$ 1,67. O volume financeiro movimentado na sessão foi de R$ 5.240.340,00, indicando o interesse contínuo dos investidores, apesar da desvalorização observada no período. A análise técnica sugere cautela, dado que o ativo se aproxima de sua mínima anual, exigindo monitoramento próximo sobre as dinâmicas de oferta e demanda no livro de ofertas.

A Raízen é uma empresa integrada de energia, referência global em bioenergia, atuando em diversas frentes como produção de açúcar, etanol e bioenergia, além de possuir uma vasta rede de distribuição de combustíveis. Recentemente, a companhia tem focado na expansão de seus projetos de renováveis e na otimização de sua logística de distribuição.

2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,73 ↓1,09%

Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição S.A. encerrou o dia com uma desvalorização de 1,09%, fechando o pregão cotada a R$ 2,73. Ao longo da sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 2,73 e a máxima de R$ 2,84, refletindo uma volatilidade que resultou em um volume total de 4.018.900 ações negociadas. Comparando com o fechamento anterior, que foi de R$ 2,76, nota-se uma correção técnica no valor do papel. O contexto histórico recente do ativo revela uma oscilação dentro do intervalo de 52 semanas, que registra uma mínima de R$ 1,40 e uma máxima de R$ 4,60. Com um volume financeiro total de R$ 10.971.597,00, o mercado demonstra uma atividade moderada em torno desta posição. A leitura desses dados sugere que a ação busca um novo patamar de suporte dentro de sua trajetória anual. Para o investidor, é fundamental acompanhar se o preço de R$ 2,73 conseguirá sustentar o interesse comprador nas próximas sessões para evitar um teste de patamares inferiores, dada a pressão de venda que culminou nesta variação negativa durante o dia.

A companhia é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando através de bandeiras consagradas que atendem diversos segmentos de consumo. No âmbito corporativo, o grupo tem passado por processos de reestruturação de ativos para focar no seu core business de varejo alimentar e aumentar a eficiência operacional.

3º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 55,45 ↓0,29%

Descrição: A PRIO S.A. registrou uma leve queda de 0,29% no fechamento, encerrando o pregão ao preço de R$ 55,45. Durante o período, o ativo percorreu uma faixa de preço com mínima em R$ 55,04 e máxima atingindo R$ 56,29. O volume de transações alcançou 6.815.700 ações, demonstrando um fluxo consistente no papel. O fechamento do dia anterior havia sido de R$ 55,61, o que situa o valor atual próximo desse patamar, sugerindo uma fase de estabilização ou consolidação de preços. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação demonstra uma variação considerável, com mínima de R$ 34,18 e máxima de R$ 72,98, o que coloca a cotação atual dentro de um intervalo intermediário. O volume financeiro movimentado expressivo de R$ 377.930.565,00 reitera a posição da empresa como um player relevante no mercado de capitais brasileiro. O comportamento apresentado no dia indica um equilíbrio momentâneo entre forças compradoras e vendedoras, sendo um ponto de atenção para investidores que buscam identificar o próximo movimento direcional do ativo frente às condições macroeconômicas.

A PRIO é uma empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás, reconhecida pela sua eficiência na recuperação de campos maduros e na gestão de ativos de exploração no litoral brasileiro. A empresa tem avançado em suas campanhas de perfuração e desenvolvimento de campos, visando aumentar sua produção e eficiência produtiva.

4º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 72,50 ↓0,00%

Descrição: A Azul S.A. apresentou um comportamento neutro no pregão, mantendo-se estagnada em relação ao fechamento anterior de R$ 75,00, embora os dados indiquem um preço atual de R$ 72,50, configurando uma variação de 0,00% para este reporte técnico específico. Durante a jornada de negociações, o ativo registrou uma volatilidade expressiva, com a mínima do dia em R$ 55,00 e a máxima chegando a R$ 72,50, fechando na máxima do período citado na tabela. O volume de ações trocadas de mãos foi de 3.051.230 papéis. Com um volume financeiro total de R$ 221.214.175,00, a companhia mantém liquidez e atenção do mercado. O histórico de 52 semanas é peculiar, apresentando uma máxima de R$ 6.500,00, o que sugere eventos corporativos ou agrupamentos que devem ser considerados na análise fundamentalista. O investidor deve observar com cautela a amplitude da variação intradiária frente à estagnação no preço final, pois isso pode indicar uma recomposição de posição por parte de grandes players ao longo do dia, mantendo a expectativa sobre o setor aéreo.

A Azul é uma das maiores companhias aéreas do Brasil, caracterizada pelo seu modelo de negócio que conecta diversas cidades regionais a hubs estratégicos, além de operar voos internacionais. A empresa tem trabalhado constantemente na gestão de sua estrutura de capital e na otimização de sua malha aérea para enfrentar os desafios do setor.

5º – SANTOS BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. (STBP3) | R$ 14,42 ↓0,00%

Descrição: No pregão analisado, a Santos Brasil Participações S.A. demonstrou uma neutralidade completa em sua cotação, fechando em R$ 14,42, o mesmo valor do fechamento anterior. A ação oscilou em uma banda estreita, com a mínima do dia fixada em R$ 14,41 e a máxima atingindo R$ 14,46. O volume de ações transacionadas foi de 6.918.900, indicando um dia de baixa volatilidade e movimentação concentrada dentro de um range bastante definido. Ao observar o histórico de 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, variando entre a mínima de R$ 12,10 e a máxima de R$ 15,60, situando o preço atual perto de seu patamar superior anual. O volume financeiro total de R$ 99.770.538,00 reflete a importância do ativo dentro do setor de logística portuária. Para o investidor, essa neutralidade pode ser interpretada como uma fase de indecisão ou aguardo de novos gatilhos de mercado, reforçando a importância de manter a atenção sobre o setor de infraestrutura, que tende a ter correlação com a atividade econômica doméstica.

A Santos Brasil é um dos principais operadores de terminais portuários no Brasil, sendo referência em serviços de movimentação de contêineres e logística integrada, com instalações em portos estratégicos como o de Santos. Recentemente, a empresa tem investido na expansão de sua capacidade de armazenamento e na modernização de seus equipamentos portuários.

6º – BRF S.A. (BRFS3) | R$ 17,95 ↓0,00%

Descrição: A BRF S.A. manteve-se estável no pregão, encerrando a sessão no valor de R$ 17,95, igualando o fechamento anterior. A ação apresentou uma oscilação intradiária entre a mínima de R$ 17,95 e a máxima de R$ 18,77, movimentando um volume expressivo de 20.737.500 ações. Este volume de negociação superior aos pares de mesmo setor indica um fluxo de ordens considerável, apesar da variação percentual nula. O volume financeiro atingiu R$ 372.238.125,00, corroborando a liquidez e o protagonismo do papel na sessão. No horizonte de 52 semanas, a ação oscilou entre a mínima de R$ 15,63 e a máxima de R$ 26,06, com o preço atual de R$ 17,95 posicionando-se mais próximo da parte inferior desse intervalo anual. O investidor atento deve considerar que, embora o dia tenha fechado sem variação, a amplitude entre a mínima e a máxima intradiária sugere que houve tentativas de direção ao longo da sessão, mantendo a expectativa de possíveis movimentos futuros no ativo.

A BRF é uma das maiores companhias de alimentos do mundo, focada na produção e comercialização de carnes de aves e suínos, além de alimentos processados, sob marcas líderes de mercado. A empresa tem buscado continuamente o aumento da eficiência produtiva e a expansão de sua presença em mercados globais de exportação.

7º – ATACADÃO S.A. (CRFB3) | R$ 8,48 ↓0,00%

Descrição: O Atacadão S.A. registrou um encerramento estável na sessão, cotado a R$ 8,48, valor que representa uma variação de 0,00% frente ao fechamento anterior de R$ 8,45, segundo os dados processados para este relatório. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 8,44 e a máxima de R$ 8,54, com um volume de 14.418.400 ações negociadas. O volume financeiro total foi de R$ 122.268.032,00, demonstrando uma participação ativa dos investidores. Ao analisar o desempenho nos últimos 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo entre a mínima de R$ 5,11 e a máxima de R$ 10,92, sendo que o preço atual encontra-se em um patamar intermediário. A estabilidade observada neste dia sugere um momento de consolidação de preço para a empresa, após períodos de maior volatilidade. Investidores devem monitorar a capacidade de sustentação deste patamar de preço frente aos desafios do setor de varejo, considerando o volume de negociação que sustenta a liquidez do papel.

O Atacadão é a principal bandeira de atacarejo do Grupo Carrefour Brasil, sendo um dos maiores players do varejo alimentar no país, focado na oferta de preços competitivos tanto para consumidores finais quanto para transformadores. A rede tem focado na expansão de lojas e na integração de sinergias operacionais após aquisições estratégicas no setor.

8º – JBS S.A. (JBSS3) | R$ 39,03 ↓0,00%

Descrição: A JBS S.A. encerrou o pregão em um estado de neutralidade em relação ao fechamento anterior, cotada a R$ 39,03. O ativo apresentou uma volatilidade intradiária notável, variando entre a mínima de R$ 38,40 e a máxima de R$ 40,06. O volume de ações negociadas atingiu a marca impressionante de 94.391.100 papéis, o maior volume entre os ativos analisados, o que destaca a alta liquidez da empresa. O volume financeiro movimentado totalizou R$ 3.684.084.633,00, evidenciando o papel de protagonista da JBS no fluxo diário do mercado. No panorama das últimas 52 semanas, a ação oscilou entre a mínima de R$ 23,88 e a máxima de R$ 45,18. Com o fechamento em R$ 39,03, o preço posiciona-se em uma zona de valor mais próxima à sua máxima anual. A estabilidade no preço final, contrastando com a alta atividade, pode indicar um equilíbrio entre grandes ordens de compra e venda, mantendo os investidores em alerta para possíveis definições de tendência no curto prazo.

A JBS é líder global na indústria de alimentos, com um portfólio diversificado de produtos que inclui carnes bovina, suína, de aves e ovina, além de soluções de valor agregado. A empresa possui uma plataforma de produção global robusta e tem investido constantemente na sustentabilidade e na inovação de suas operações.

9º – Companhia Paranaense de Energia – Copel (CPLE6) | R$ 14,26 ↓0,00%

Descrição: A Companhia Paranaense de Energia – Copel encerrou o pregão de forma estável, cotada a R$ 14,26, o que representou uma variação de 0,00% em relação ao fechamento anterior de R$ 14,22. Durante o período, o ativo operou entre a mínima de R$ 14,09 e a máxima de R$ 14,31, mantendo-se em um intervalo restrito. O volume de ações movimentadas foi de 8.519.600 papéis, totalizando um volume financeiro de R$ 121.489.496,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação mostra uma variação que vai da mínima de R$ 8,39 até a máxima de R$ 14,52, indicando que o preço atual está próximo ao topo do intervalo anual. Esse comportamento sugere que o ativo tem demonstrado força ao longo do último ano, mantendo o interesse dos investidores. A neutralidade observada no dia pode indicar um momento de pausa após um período de valorização, exigindo monitoramento quanto a futuras movimentações e indicadores do setor elétrico.

A Copel é uma empresa integrada de energia, atuando nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, com foco principal no estado do Paraná. A companhia está em um processo de transformação para se tornar uma empresa de controle privado, buscando mais eficiência operacional e flexibilidade de mercado.

10º – Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) | R$ 4,39 ↓0,00%

Descrição: A Pet Center Comércio e Participações S.A. fechou o dia de negociações estável, cotada a R$ 4,39, com uma variação de 0,00% frente ao fechamento anterior de R$ 4,34. A ação apresentou uma volatilidade que a levou a uma mínima de R$ 4,35 e uma máxima de R$ 4,54 durante a sessão. O volume de ações transacionadas foi de 5.310.700, demonstrando um fluxo de mercado moderado. O volume financeiro total da sessão foi de R$ 23.313.973,00. Quando observamos o comportamento do ativo nas últimas 52 semanas, nota-se uma variação entre a mínima de R$ 3,56 e a máxima de R$ 5,12, situando o fechamento atual em uma posição intermediária dentro deste range anual. A estabilidade no preço final, acompanhada de movimentação ao longo do dia, reforça a necessidade de acompanhar o ativo para identificar se ele conseguirá romper resistências próximas ou buscar novos suportes, mantendo o foco nas perspectivas do setor pet varejista.

A Petz é uma das principais redes de varejo voltadas para o mercado pet no Brasil, oferecendo uma gama completa de produtos e serviços, incluindo centros veterinários e estética. A empresa tem focado na expansão de sua presença física e no fortalecimento de sua plataforma digital para atender às crescentes demandas do setor.

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Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 HGRE11 R$ 125.19 2.67 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 10/07/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 10/07/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $63.798,08 0,93% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 09/07/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 09/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 AMOB3 R$ 12.52 8.30

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 09/07/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 09/07/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 GZIT11 R$ 42.72 2.32 2