As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AMOB3 | R$ 12.52 | 8.30 |
| 2 | MGLU3 | R$ 4.86 | 7.76 |
| 3 | VAMO3 | R$ 2.96 | 5.34 |
| 4 | SMTO3 | R$ 16.05 | 5.25 |
| 5 | YDUQ3 | R$ 8.68 | 4.96 |
| 6 | RADL3 | R$ 18.13 | 4.68 |
| 7 | CYRE3 | R$ 22.17 | 4.08 |
| 8 | BEEF3 | R$ 3.59 | 4.06 |
| 9 | B3SA3 | R$ 14.79 | 3.86 |
| 10 | RAIL3 | R$ 13.75 | 3.77 |
1º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,52 ↑ 8,30%
Descrição: A ação AMOB3 apresentou um desempenho excepcional no pregão, liderando o ranking com uma valorização expressiva de 8,30%, o que representa um acréscimo nominal de R$ 0,96 ao seu valor de fechamento. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 12,52, tendo oscilado entre uma mínima de R$ 11,44 e uma máxima de R$ 12,59. O volume de ações transacionadas totalizou 26.000 unidades, movimentando um volume financeiro de R$ 325.520,00. Comparativamente ao fechamento anterior de R$ 11,56, observou-se um forte movimento de compra ao longo da sessão. Considerando o histórico recente, o ativo encontra-se em um patamar interessante, oscilando entre sua mínima de 52 semanas de R$ 10,40 e a máxima de R$ 15,76, o que sugere um momento de recuperação ou otimismo por parte dos investidores institucionais e de varejo.
A Automob Participações S.A. atua no setor de distribuição e comércio de veículos, consolidando concessionárias e serviços automotivos. Recentemente, a empresa reportou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026, onde a receita líquida atingiu R$ 3,1 bilhões, demonstrando resiliência operacional apesar dos desafios macroeconômicos.
2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,86 ↑ 7,76%
Descrição: O ativo MGLU3 registrou uma alta robusta de 7,76%, fechando o pregão cotado a R$ 4,86, com uma variação positiva de R$ 0,35. A ação demonstrou alta liquidez, com um volume de 27.280.200 ações negociadas, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 132.581.772,00. Durante o dia, o papel atingiu a mínima de R$ 4,51 e a máxima de R$ 4,87. O fechamento anterior havia sido de R$ 4,51, indicando uma retomada de fôlego após períodos de volatilidade. Olhando para a janela de 52 semanas, a ação demonstra uma variação considerável, com mínima de R$ 4,03 e máxima de R$ 11,44, refletindo a sensibilidade do papel ao cenário de taxas de juros e ao consumo discricionário no Brasil.
O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, integrando lojas físicas e e-commerce. Relatórios recentes de mercado indicam que, apesar do interesse dos investidores pelo setor de consumo permanecer cauteloso, a empresa continua focada em estratégias de monetização e eficiência operacional.
3º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,96 ↑ 5,34%
Descrição: A VAMO3 fechou o pregão com uma variação positiva de 5,34%, atingindo o preço de R$ 2,96, um aumento de R$ 0,15 em relação ao fechamento anterior (R$ 2,81). O volume de negociação foi de 8.410.800 ações, totalizando um montante financeiro de R$ 24.895.968,00. Durante o dia, a cotação oscilou entre R$ 2,83 e R$ 2,98. A trajetória da ação nos últimos 12 meses mostra uma amplitude entre R$ 2,68 e R$ 4,92, refletindo os desafios enfrentados pelo setor de bens de capital e logística, embora o movimento de hoje tenha sido claramente comprador, sugerindo uma melhora nas expectativas para o setor.
A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, atuando também na venda de seminovos. Em maio de 2026, a companhia aprovou a homologação de um aumento de capital no valor de R$ 600 milhões, buscando reforçar sua estrutura financeira.
4º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,05 ↑ 5,25%
Descrição: A ação SMTO3 teve uma performance sólida com valorização de 5,25%, fechando o dia cotada a R$ 16,05. Houve um incremento de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,25. Com um volume de 1.496.200 ações, o montante financeiro negociado foi de R$ 24.014.010,00. O ativo operou em uma faixa estreita entre R$ 15,12 e R$ 16,05, fechando na máxima do dia, o que é um indicador técnico de força compradora no final do pregão. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 12,73 e R$ 21,40, consolidando-se em patamares que demonstram a resiliência do setor sucroenergético perante o mercado.
A São Martinho é uma das maiores empresas do setor sucroenergético no país, com foco na produção de açúcar e etanol. Recentemente, a empresa surpreendeu o mercado com resultados fortes no quarto trimestre da safra 2025/2026, com expectativas positivas para o mix de produção.
5º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,68 ↑ 4,96%
Descrição: O papel YDUQ3 encerrou o dia com uma valorização de 4,96%, alcançando R$ 8,68, uma variação absoluta de R$ 0,41. O fechamento anterior foi de R$ 8,27. Foram negociadas 1.935.900 ações, movimentando R$ 16.803.612,00. O ativo oscilou entre R$ 8,31 e R$ 8,68. Analisando o período de 52 semanas, a ação teve mínima de R$ 7,85 e máxima de R$ 15,46. Este desempenho positivo sugere uma tentativa de recuperação do setor de educação privada, que tem enfrentado volatilidade devido a mudanças regulatórias e dinâmicas de mercado de trabalho.
A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, proprietária de marcas como Estácio e Ibmec. Notícias recentes indicam que o mercado tem acompanhado de perto a performance do setor, observando sinais de estabilização operacional após períodos de pressão nas margens.
6º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 18,13 ↑ 4,68%
Descrição: A RADL3 apresentou uma valorização consistente de 4,68%, fechando em R$ 18,13, um aumento de R$ 0,81 sobre o valor anterior de R$ 17,32. O volume de negociação foi expressivo, com 11.650.900 ações movimentando R$ 211.230.817,00. A mínima do dia foi de R$ 17,29 e a máxima de R$ 18,15. Nos últimos 12 meses, a ação oscilou entre R$ 12,53 e R$ 27,13, refletindo seu perfil de ativo de crescimento sustentado, muito procurado em momentos de busca por resiliência na carteira. O fechamento próximo à máxima do dia reforça a tendência de alta observada hoje.
A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do país, com um modelo de negócio focado em conveniência, saúde e bem-estar. A empresa permanece como uma tese de investimento resiliente, com análises destacando sua capacidade de expansão e adaptação aos novos padrões de consumo do varejo farmacêutico.
7º – Cyrela Brazil Realty S.A. (CYRE3) | R$ 22,17 ↑ 4,08%
Descrição: O ativo CYRE3 encerrou o dia com um ganho de 4,08%, cotado a R$ 22,17, representando uma alta de R$ 0,87. O fechamento anterior foi de R$ 21,30. O volume de 4.506.200 ações resultou em R$ 99.902.454,00 de giro financeiro. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 21,24 e a máxima de R$ 22,33. Em uma perspectiva de 52 semanas, a ação teve mínima de R$ 18,35 e máxima de R$ 32,17. A valorização de hoje reflete o otimismo dos investidores com o setor imobiliário, impulsionado por expectativas de melhorias nas condições de crédito e lançamentos imobiliários.
A Cyrela é uma das maiores construtoras e incorporadoras do Brasil, com atuação focada nos segmentos de média e alta renda. Recentemente, a empresa aprovou uma nova recompra de ações, sinalizando a confiança da administração no valor intrínseco do papel diante do cenário atual.
8º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,59 ↑ 4,06%
Descrição: A ação BEEF3 apresentou variação positiva de 4,06%, fechando o pregão em R$ 3,59, com um acréscimo de R$ 0,14 em relação aos R$ 3,45 do fechamento anterior. O volume negociado foi de 14.989.800 ações, totalizando R$ 53.813.382,00. Durante a sessão, o ativo variou de R$ 3,46 a R$ 3,63. No período de 52 semanas, a ação flutuou entre R$ 3,41 e R$ 7,31, demonstrando o impacto de fatores como o ciclo pecuário e o cenário de exportações de carne na cotação do papel, que busca uma estabilização após meses de forte volatilidade.
A Minerva é uma das líderes na América do Sul no setor de processamento de carne bovina e exportações. A empresa obteve resultados positivos no encerramento de 2025, revertendo prejuízos e atingindo um dos melhores resultados de sua história operacional.
9º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 14,79 ↑ 3,86%
Descrição: O ativo B3SA3 encerrou o pregão em R$ 14,79, com alta de 3,86%, uma variação de R$ 0,55 frente ao fechamento de R$ 14,24. O volume transacionado foi de 22.030.100 ações, gerando R$ 325.825.179,00 em volume financeiro. Durante o dia, a ação oscilou entre R$ 14,36 e R$ 14,80. Historicamente, nos últimos 12 meses, o papel variou entre R$ 11,50 e R$ 20,03. O desempenho positivo de hoje está alinhado à percepção de maior volume de negociação e volatilidade no mercado de capitais brasileiro, o que beneficia diretamente a receita da companhia.
A B3 é a infraestrutura do mercado financeiro brasileiro, operando bolsas e serviços de pós-negociação. Em seus resultados do primeiro trimestre de 2026, a B3 reportou lucro líquido robusto, impulsionado pela melhora nas condições de mercado e pelo crescimento das linhas de receitas recorrentes.
10º – Rumo S.A. (RAIL3) | R$ 13,75 ↑ 3,77%
Descrição: A ação RAIL3 fechou o pregão com valorização de 3,77%, cotada a R$ 13,75, um aumento de R$ 0,50 sobre o fechamento anterior de R$ 13,25. O volume totalizou 10.385.800 ações, com um volume financeiro de R$ 142.804.750,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 13,26 e a máxima de R$ 13,80. Ao longo das últimas 52 semanas, a ação teve mínima de R$ 12,16 e máxima de R$ 18,28. O movimento de alta de hoje corrobora o interesse estratégico no setor de logística e infraestrutura, que tem sido um ponto focal para investidores que buscam ativos com barreira de entrada e ativos fixos relevantes.
A Rumo é a maior operadora logística ferroviária independente do Brasil. Recentemente, o mercado tem repercutido a possibilidade de reestruturação da Malha Oeste e a contratação de assessoria financeira pela Cosan para avaliar alternativas estratégicas para sua participação na empresa, além da transição no comando executivo.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AXIA3 | R$ 51.63 | -2.68 |
| 2 | RAIZ4 | R$ 0.37 | -2.63 |
| 3 | RECV3 | R$ 10.01 | -1.67 |
| 4 | PRIO3 | R$ 55.61 | -1.44 |
| 5 | PETR3 | R$ 43.53 | -1.43 |
| 6 | PETR4 | R$ 39.21 | -1.11 |
| 7 | NATU3 | R$ 8.46 | -0.47 |
| 8 | ASAI3 | R$ 8.46 | -0.35 |
| 9 | USIM5 | R$ 8.35 | 0.00 |
| 10 | TIMS3 | R$ 22.29 | 0.00 |
1º – CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (ELET3) | R$ 51,63 ↓2,68%
Descrição: A ação ELET3 apresentou um desempenho de pressão vendedora significativa na sessão de hoje, fechando cotada a R$ 51,63. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 51,63 e a máxima de R$ 53,29, demonstrando um volume robusto de 20.587.400 ações negociadas. Este volume, superior a diversos outros papéis da lista, indica que houve uma movimentação intensa de liquidez, consolidando um fechamento negativo frente ao valor anterior de R$ 53,05. Observa-se que, em uma janela de 52 semanas, o ativo percorreu um espectro amplo, variando de uma mínima de R$ 27,75 até uma máxima de R$ 67,84, evidenciando uma volatilidade histórica considerável que exige cautela do investidor. O volume financeiro negociado, que ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão, reforça a relevância desta empresa no portfólio dos grandes investidores institucionais que acompanham o setor elétrico brasileiro.
A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, atuando fortemente em geração e transmissão. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto os desafios da companhia pós-privatização, com analistas avaliando a eficácia da reestruturação operacional e a capacidade de entrega de resultados que justifiquem as expectativas criadas durante o processo de desestatização.
2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,37 ↓2,63%
Descrição: O ativo RAIZ4 encerrou o pregão operando em terreno negativo, cotado a R$ 0,37, o que reflete a pressão vendedora observada no dia. Com uma oscilação estreita entre a mínima de R$ 0,36 e a máxima de R$ 0,39, o volume de transações atingiu 9.323.800 ações. O fechamento anterior situava-se em R$ 0,38, consolidando a desvalorização de 2,63%. É imperativo notar a posição deste ativo em relação ao seu histórico de 52 semanas, com mínima de R$ 0,33 e máxima de R$ 1,71, o que demonstra uma trajetória de forte desvalorização ao longo do último ano. O volume financeiro negociado, na casa dos R$ 3,4 milhões, é relativamente baixo, sinalizando menor interesse institucional imediato em comparação aos ativos de maior peso na carteira de mercado, sendo um ponto de atenção para investidores que prezam por alta liquidez e menor volatilidade extrema.
A Raízen é uma referência global em bioenergia, integrando toda a cadeia do açúcar, etanol e bioenergia, além de possuir uma vasta rede de postos de combustíveis. Recentemente, a B3 prorrogou o prazo para que a empresa realize o ajuste na cotação de suas ações, visando enquadrar o papel em patamares que atendam às normas de negociação da bolsa.
3º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 10,01 ↓1,67%
Descrição: A ação RECV3 fechou o dia em R$ 10,01, apresentando variação negativa de 1,67%. O papel registrou mínima de R$ 9,97 e máxima de R$ 10,34, com um volume de 2.274.300 ações. O preço de fechamento anterior foi de R$ 10,18. Olhando para o comportamento do ativo nos últimos 12 meses, observa-se um intervalo de R$ 9,18 (mínima) a R$ 14,24 (máxima), indicando que o preço atual se encontra mais próximo do piso do ano, o que pode atrair investidores que buscam pontos de entrada em empresas com fundamentos operacionais sólidos, porém pressionadas pelo cenário macroeconômico atual. O volume negociado de aproximadamente R$ 22,7 milhões reflete uma participação moderada no mercado, condizente com o perfil da companhia no setor de exploração e produção de óleo e gás (júnior oil).
A PetroRecôncavo foca na operação de campos terrestres de petróleo e gás maduros no Brasil, buscando eficiência operacional e redução de custos. Em uma notícia recente e relevante para os acionistas, a empresa confirmou a distribuição de R$ 100 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP) referentes aos resultados do primeiro trimestre de 2026.
4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 55,61 ↓1,44%
Descrição: O ativo PRIO3 encerrou a sessão com queda de 1,44%, sendo cotado a R$ 55,61. O papel oscilou entre R$ 55,27 e R$ 57,28, apresentando um volume de negociação de 6.537.500 ações. O fechamento anterior foi de R$ 56,42. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo demonstrou um potencial de alta notável, saindo de uma mínima de R$ 34,18 para alcançar o topo de R$ 72,98. Este desempenho demonstra a força da empresa na execução de seus projetos de crescimento e valorização. O volume financeiro negociado de R$ 363,5 milhões coloca a PRIO entre os ativos de destaque em termos de atratividade para investidores que buscam exposição ao setor de petróleo e gás com um perfil de empresa “growth”, focada em crescimento inorgânico e otimização de ativos.
A PRIO é uma das principais empresas independentes de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, reconhecida por sua eficiência na revitalização de campos. Recentemente, a empresa reforçou sua confiança operacional e houve movimentação institucional com o aumento da participação da BlackRock em sua estrutura acionária.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 43,53 ↓1,43%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) encerraram cotadas a R$ 43,53, sofrendo uma desvalorização de 1,43% no dia. Com um volume de 10.890.500 ações negociadas, o ativo oscilou entre R$ 43,24 e R$ 44,64, partindo de um fechamento anterior de R$ 44,16. O range de 52 semanas, entre R$ 29,27 e R$ 54,64, demonstra a amplitude de movimento do ativo, influenciado diretamente pelo preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo contexto político-econômico doméstico. Com um volume financeiro de R$ 474 milhões, a liquidez de PETR3 permanece elevada, sendo um dos ativos primordiais para a composição do Ibovespa, atraindo investidores que buscam tanto valorização quanto a perspectiva de dividendos perenes.
A Petrobras é uma empresa de energia integrada com atuação global. A companhia tem buscado diversificar seu portfólio com investimentos em energias renováveis, como a produção de bioquerosene de aviação e diesel renovável, enquanto mantém sua forte posição na extração de hidrocarbonetos em águas profundas.
6º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 39,21 ↓1,11%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o movimento do setor, fechando a R$ 39,21, com queda de 1,11%. O volume de negociação foi expressivo, totalizando 33.318.400 ações, o que demonstra uma liquidez superior à das ações ordinárias. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 38,89 e a máxima de R$ 39,98, tendo fechado no dia anterior em R$ 39,65. O intervalo de 52 semanas, entre R$ 27,36 e R$ 49,18, mostra a volatilidade típica do ativo, fortemente ligado às expectativas de fluxo de caixa da empresa. Com o volume financeiro mais alto da lista, superando R$ 1,3 bilhão, PETR4 consolida-se como um dos ativos mais operados na bolsa brasileira, sendo a escolha preferencial de muitos fundos devido à sua liquidez e potencial de remuneração aos acionistas.
PETR4 representa a classe preferencial da estatal brasileira. Em contexto recente, a companhia tem informado o mercado sobre o andamento de seus projetos de longo prazo e recebido parcelas de programas governamentais de subvenção econômica, mantendo os investidores atentos ao seu cronograma de resultados trimestrais.
7º – Natura Cosmésticos S.A. (NATU3) | R$ 8,46 ↓0,47%
Descrição: O ativo NATU3 encerrou o dia em R$ 8,46, apresentando uma desvalorização leve de 0,47%. Com um volume de 14.655.200 ações, a empresa demonstrou alta liquidez. A cotação variou entre R$ 8,31 (mínima) e R$ 8,60 (máxima), fechando o dia anterior em R$ 8,50. Em relação ao histórico de 52 semanas (mínima de R$ 7,13 e máxima de R$ 11,15), o ativo opera em uma faixa intermediária, refletindo os desafios de reestruturação do grupo Natura &Co. O volume financeiro de R$ 123,9 milhões indica um interesse constante dos investidores que monitoram a capacidade de geração de valor da marca globalmente.
A Natura é uma gigante do setor de cosméticos e produtos de higiene pessoal, reconhecida por suas práticas de sustentabilidade. Notícias recentes indicam que o ativo atingiu a maior taxa média de aluguel de sua história, um dado relevante que o investidor deve considerar ao analisar o sentimento de mercado em relação à volatilidade do papel.
8º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,46 ↓0,35%
Descrição: A ação ASAI3 registrou fechamento a R$ 8,46, com variação negativa de 0,35%. O papel oscilou entre R$ 8,42 e R$ 8,59, com um volume de 11.764.900 ações transacionadas. O fechamento anterior foi de R$ 8,49. Analisando o espectro de 52 semanas, entre R$ 6,91 e R$ 10,62, o preço atual demonstra uma pressão vendedora acumulada, refletindo um cenário competitivo intenso no varejo alimentar. O volume financeiro de R$ 99,5 milhões aponta para uma negociação ativa, consolidando a importância do Assaí no setor de atacarejo, um segmento que, embora resiliente, enfrenta dificuldades com a pressão das margens e a necessidade de desabalancagem financeira em um cenário de taxas de juros elevadas.
O Assaí é um dos líderes no setor de atacarejo no Brasil, focado em vendas para transformadores e consumidores finais. O mercado tem mantido cautela com o papel devido ao cenário desafiador para o crescimento de vendas “mesmas lojas” e à necessidade de eficiência operacional para sustentar o valuation da empresa.
9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 8,35 – 0,00%
Descrição: A ação preferencial USIM5 manteve a estabilidade, fechando o dia em R$ 8,35, sem variação percentual. O ativo oscilou entre R$ 8,28 e R$ 8,47, com um volume de 8.264.300 ações. Com um histórico de 52 semanas variando entre R$ 3,90 e R$ 12,18, nota-se que o papel apresenta uma oscilação expressiva no longo prazo, característica do setor siderúrgico, que é altamente cíclico e dependente da demanda industrial e da variação dos preços das commodities. O volume financeiro negociado de R$ 69 milhões reflete uma participação relevante, mas cautelosa, dos investidores frente aos desafios operacionais enfrentados pelo setor siderúrgico no atual ciclo econômico.
A Usiminas atua em toda a cadeia do aço, sendo peça fundamental na indústria nacional. Recentemente, a companhia recebeu recomendação de compra por parte de instituições financeiras, que enxergam potencial de alta devido à expectativa de melhoria nos resultados operacionais e dividendos, apesar da pressão externa nos preços das commodities.
10º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 22,29 – 0,00%
Descrição: O ativo TIMS3 encerrou o dia estável, cotado a R$ 22,29. O papel registrou mínima de R$ 21,99 e máxima de R$ 22,50, com um volume total de 5.299.600 ações negociadas. O fechamento anterior foi de R$ 22,29. Em uma janela de 52 semanas, o ativo oscilou entre R$ 18,35 e R$ 28,35, indicando um patamar de preço consolidado em comparação ao seu topo anual. O volume financeiro de R$ 118,1 milhões demonstra que a TIM possui um perfil de ativo com boa liquidez, atraindo investidores que buscam exposição ao setor de telecomunicações, caracterizado pela estabilidade e pela geração de caixa recorrente, típicos de setores de infraestrutura de serviços.
A TIM é uma das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, com presença em todo o território nacional. Em análises recentes do setor, a continuidade na entrega de resultados sólidos e a consistência na rentabilidade têm sido os pontos chave destacados por analistas para manter a recomendação de acompanhamento desse ativo.