Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 04/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 0,052755
2 CLIN11 R$ 92,32 0,049091
3 GZIT11 R$ 48,35 0,028723
4 WHGR11 R$ 9,48 0,024865
5 RBRX11 R$ 8,54 0,022754
6 CACR11 R$ 83,08 0,013789
7 HSAF11 R$ 80,84 0,0105
8 TEPP11 R$ 8,87 0,009101
9 SNEL11 R$ 8,61 0,007018
10 KNRI11 R$ 162,28 0,0067

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%

Descrição: O Kinea Creditas encerrou o período como o principal destaque de valorização na lista apresentada. O ativo registrou um preço atual de R$ 8,98, o que representa uma alta expressiva de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,53. Durante o pregão, o fundo demonstrou resiliência, mantendo sua mínima exatamente no valor do fechamento anterior (R$ 8,53) e atingindo uma máxima de R$ 9,00. O volume de cotas negociadas foi de 58.005 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 520.884,90. É importante notar que, apesar de liderar o ranking de valorização percentual, o fundo não possui dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas nesta planilha, o que sugere uma listagem recente ou transição de dados. O desempenho de 5,28% o coloca em um patamar de destaque para investidores que buscam ganho de capital imediato em papéis de crédito estruturado.

O KCRE11 é um fundo imobiliário de papel, gerido pela Kinea Investimentos, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) originados pela fintech Creditas, operando majoritariamente com garantias de imóveis residenciais. Recentemente, o fundo tem sido acompanhado de perto pelo mercado devido ao crescimento da carteira de home equity da Creditas e à manutenção de yields competitivos frente ao CDI.


2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,32 ↑ 4,91%

Descrição: Ocupando a segunda posição, o CLIN11 apresentou uma valorização robusta de 4,91%, com o preço da cota saltando para R$ 92,32. A variação nominal foi de R$ 4,32 sobre o fechamento anterior de R$ 88,00. Um dado interessante deste pregão é a baixa volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima travadas no valor de R$ 92,32, indicando uma pressão compradora forte que sustentou o preço no topo. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 19.673, gerando um volume financeiro substancial de R$ 1.816.211,36. O CLIN11 se posiciona como um dos ativos de maior liquidez financeira proporcional ao seu volume de cotas nesta lista. A ausência de dados históricos de 52 semanas na planilha limita uma análise de tendência de longo prazo, mas o comportamento atual indica forte otimismo dos investidores em relação aos ativos indexados à inflação que compõem sua carteira de recebíveis imobiliários.

O CLIN11 é um fundo gerido pela Clave Capital, focado em uma estratégia de crédito imobiliário com indexação predominante ao IPCA, buscando retornos reais acima da inflação. Em notícias recentes, a gestora tem focado na diversificação de devedores para mitigar riscos de crédito em um cenário de juros ainda elevados.


3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑ 2,87%

Descrição: O fundo GZIT11 registrou uma performance positiva de 2,87%, com o preço atual fixado em R$ 48,35. O ganho por cota foi de R$ 1,35 comparado ao fechamento anterior de R$ 47,00. Assim como outros fundos da lista, ele operou em uma faixa estreita de preço, com mínima e máxima estagnadas no valor atual de R$ 48,35. O volume negociado foi de 21.664 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 1.047.454,40. O fundo atua no segmento de shoppings, e sua valorização reflete a recuperação do setor e a resiliência dos ativos de tijolo sob gestão da Gazit Brasil. Mesmo sem o histórico de 52 semanas disponível neste conjunto de dados, o volume financeiro acima de R$ 1 milhão demonstra que o ativo possui liquidez relevante para o investidor institucional e de varejo, mantendo-se como uma opção de diversificação em ativos físicos de alta qualidade.

O GZIT11 é o fundo da Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe, focado na gestão de shoppings centers de alto padrão, como o Shopping Cidade Jardim e o Morumbi Town. Recentemente, o mercado repercutiu o aumento das vendas e da taxa de ocupação nos empreendimentos da administradora, impulsionando a distribuição de proventos.


4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%

Descrição: O WHGR11 apresentou uma valorização de 2,49%, encerrando o dia cotado a R$ 9,48. O aumento nominal foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento de R$ 9,25. Durante o período de negociação, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, demonstrando uma tendência de alta consistente ao longo do dia. Foram negociadas 27.804 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 263.581,92. Comparado aos demais itens da lista, este fundo apresentou um volume financeiro mais tímido, porém com uma variação percentual saudável que o coloca na quarta posição do ranking. A estabilidade demonstrada no intradia sugere que o mercado encontrou um novo ponto de equilíbrio para o ativo, aguardando novos gatilhos operacionais ou de distribuição de dividendos por parte da gestora WHG para novas movimentações de preço.

O WHGR11 é um fundo híbrido da Wealth High Governance (WHG) que investe tanto em ativos de renda (imóveis prontos) quanto em desenvolvimento imobiliário. Notícias recentes indicam que o fundo tem buscado reciclagem de portfólio, vendendo ativos maduros para realizar ganho de capital e reinvestir em novos projetos.


5º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,54 ↑ 2,28%

Descrição: O RBRX11 registrou um fechamento de R$ 8,54, o que representa uma valorização de 2,28% ou R$ 0,19 sobre o valor anterior de R$ 8,35. O fundo se destaca pelo seu altíssimo volume de liquidez em termos de quantidade de papéis, com 570.808 cotas negociadas no pregão. Esse fluxo intenso de transações resultou em um volume financeiro de R$ 4.874.700,32, um dos maiores do grupo. A variação intradiária foi pequena, com mínima de R$ 8,51 e máxima de R$ 8,54. Esse alto volume de negociação sem uma volatilidade extrema de preço indica um ativo com mercado secundário muito maduro e forte interesse institucional. Para o investidor, o RBRX11 oferece a segurança de uma liquidez rápida, permitindo entradas e saídas de posições sem grandes impactos no preço da cota, mesmo em operações de maior escala financeira.

Este fundo é gerido pela RBR Asset Management e possui uma estratégia multi-estratégia, podendo investir em CRIs, outros FIIs e ativos de tijolo. Recentemente, a RBR Asset anunciou a captação de novos recursos através de emissões para expandir sua estratégia de valor no setor de crédito imobiliário.


6º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 83,08 ↑ 1,38%

Descrição: O CACR11 obteve uma valorização de 1,38% no pregão, com o preço da cota atingindo R$ 83,08, um acréscimo de R$ 1,13 frente aos R$ 81,95 do fechamento anterior. O fundo apresentou uma oscilação entre R$ 81,95 (mínima) e R$ 83,49 (máxima). Ao contrário dos primeiros colocados, o CACR11 possui dados históricos de 52 semanas, variando entre R$ 58,30 e R$ 91,24. Atualmente, o preço encontra-se mais próximo da máxima do ano do que da mínima, indicando um viés de alta de longo prazo. O volume negociado foi de 24.207 cotas, totalizando R$ 2.011.117,56 em volume financeiro. Este fundo de recebíveis imobiliários demonstra uma consolidação de valor, e seu volume financeiro acima de R$ 2 milhões reforça sua importância no portfólio de investidores que buscam ativos de crédito com lastro imobiliário e histórico de performance rastreável.

O CACR11 é focado em recebíveis imobiliários (CRIs) de projetos residenciais. Uma notícia recente que impactou o fundo foi a divulgação de seu relatório gerencial mostrando uma taxa de rentabilidade interna (TIR) atrativa e o sucesso na amortização de séries específicas de crédito.


7º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,84 ↑ 1,05%

Descrição: O HSAF11 registrou uma alta moderada de 1,05%, encerrando o dia em R$ 80,84. A variação nominal foi de R$ 0,84 em relação ao fechamento anterior de R$ 80,00. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 79,58 e a máxima de R$ 81,31. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 58,82 e R$ 81,49, o que significa que o preço atual de R$ 80,84 está muito próximo de sua máxima histórica anual, sugerindo que o ativo está em um momento de forte valorização ou “testando” resistências de preço. Com 8.931 cotas negociadas, o volume financeiro foi de R$ 721.982,04. Apesar de ser o menor volume de cotas da lista, o valor financeiro é condizente com o preço unitário da cota e demonstra um interesse estável por parte dos investidores em manter o ativo próximo aos seus picos anuais.

Gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos), o HSAF11 é um fundo de papel focado em CRIs. A HSI é conhecida por sua gestão ativa e criteriosa de crédito. Recentemente, o fundo tem sido citado em análises por sua baixa exposição a riscos de inadimplência e manutenção de dividendos constantes.


8º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 8,87 ↑ 0,91%

Descrição: O TEPP11 apresentou uma variação positiva de 0,91%, com o preço da cota subindo para R$ 8,87, um ganho de R$ 0,08 sobre o fechamento de R$ 8,79. O fundo teve uma movimentação significativa de 369.253 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 3.275.274,11, o que o coloca como o segundo maior em volume de cotas desta análise. No intradia, variou entre R$ 8,77 e R$ 8,94. O dado de 52 semanas mostra uma mínima de R$ 6,51 e uma máxima de R$ 8,94. Notavelmente, o ativo atingiu sua máxima de 52 semanas durante este período de análise, indicando um forte momento de “bull run” para o papel. Este fundo de tijolo, focado em escritórios, parece estar se beneficiando de uma reprecificação do setor corporativo, atraindo um volume financeiro robusto que valida o otimismo do mercado com a recuperação das lajes corporativas.

O TEPP11 é o fundo de escritórios da SDI Gestão, possuindo ativos estrategicamente localizados em eixos comerciais de São Paulo. Últimas notícias do setor indicam uma queda na vacância das lajes corporativas classe A, o que favorece diretamente a geração de caixa e o valor patrimonial do TEPP11.


9º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,61 ↑ 0,70%

Descrição: O SNEL11 registrou uma alta de 0,70%, terminando o dia a R$ 8,61, com variação de R$ 0,06 comparado ao fechamento anterior de R$ 8,55. O ativo manteve uma estabilidade notável, oscilando apenas entre R$ 8,59 e R$ 8,61. O volume de negociação foi intenso, com 362.446 cotas trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 3.120.660,06. Este fundo se diferencia por sua tese de investimento em energias limpas dentro da estrutura de um fundo imobiliário, atraindo investidores interessados em ESG e infraestrutura. A alta liquidez diária (acima de R$ 3 milhões) sugere que o ativo já possui uma base fiel de investidores. Embora não apresente dados de 52 semanas nesta planilha, o volume financeiro indica que o SNEL11 é um player relevante no mercado secundário, mantendo um crescimento gradual e consistente no valor de sua cota.

O SNEL11 é um fundo da Suno Asset que investe em projetos de energia renovável, principalmente usinas solares. Recentemente, a Suno anunciou o início da operação de novas plantas fotovoltaicas, o que deve incrementar a receita do fundo e a distribuição mensal aos cotistas.


10º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 162,28 ↑ 0,67%

Descrição: O KNRI11, um dos fundos mais tradicionais do mercado brasileiro, fechou o período com uma alta de 0,67%, atingindo R$ 162,28 por cota (variação nominal de R$ 1,08). Apesar de estar na 10ª posição em termos percentuais, ele lidera o ranking de volume financeiro com impressionantes R$ 6.363.161,08 movimentados através de 39.211 cotas. O ativo oscilou entre R$ 161,04 e R$ 163,00 durante o dia. Seu histórico de 52 semanas mostra uma mínima de R$ 118,26 e uma máxima de R$ 165,73, evidenciando que o fundo está operando próximo ao seu teto histórico recente. A robustez do volume financeiro reafirma o KNRI11 como um “porto seguro” para grandes investidores, oferecendo liquidez imediata mesmo para posições milionárias. Sua valorização, embora menor percentualmente, representa um ganho real significativo devido ao alto valor nominal de sua cota e sua estabilidade intrínseca.

O KNRI11 é gerido pela Kinea (Itaú) e possui um portfólio híbrido composto por edifícios corporativos e galpões logísticos de altíssima qualidade. Em notícias recentes, o fundo concluiu a renovação de contratos de locação importantes, garantindo a previsibilidade de renda para os próximos anos e reforçando sua posição como referência no setor.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,84 -0,041215
2 HCTR11 R$ 22,33 -0,033333
3 GARE11 R$ 8,79 -0,021158
4 PCIP11 R$ 87,27 -0,013787
5 OUJP11 R$ 83,43 -0,012663
6 DEVA11 R$ 27,41 -0,012608
7 TVRI11 R$ 101,40 -0,011889
8 VGRI11 R$ 8,35 -0,011834
9 BLMG11 R$ 34,51 -0,011175
10 VILG11 R$ 100,12 -0,010574

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%

Descrição: O fundo SPXS11 apresentou a maior retração percentual do grupo analisado no período. O ativo encerrou as negociações cotado a R$ 8,84, registrando uma queda absoluta de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 9,22. Durante o pregão, o papel demonstrou baixíssima volatilidade intradia, com a mínima e a máxima convergindo no próprio valor de fechamento (R$ 8,84), o que sugere uma pressão vendedora constante ao longo do dia. O volume de negociação registrou 91.758 cotas movimentadas, resultando em um volume financeiro total de R$ 811.140,72. É importante notar que o fundo não possui dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas nesta base, indicando possivelmente uma listagem recente ou falta de liquidez histórica no monitoramento. A performance negativa de 4,12% coloca o fundo em uma posição de atenção para investidores que buscam estabilidade no setor de multiestratégia.

Este fundo é gerido pela SPX Gestão de Recursos e foca em uma estratégia diversificada dentro do setor imobiliário, podendo investir tanto em ativos de tijolo quanto em títulos de dívida (papel). Uma notícia recente relevante para o setor envolve a movimentação da SPX para consolidar sua presença no mercado de crédito privado, buscando oportunidades em CRIs com taxas indexadas ao IPCA para proteger o investidor da inflação.


2º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 22,33 ↓3,33%

Descrição: O HCTR11, um dos fundos mais comentados do mercado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), fechou o dia com uma desvalorização de 3,33%, sendo cotado a R$ 22,33. A variação negativa foi de R$ 0,77 frente ao fechamento anterior de R$ 23,10. Durante a sessão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 22,13 e a máxima de R$ 23,10, mostrando que houve uma tentativa de recuperação que não se sustentou até o fim do pregão. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 113.985, gerando um giro financeiro expressivo de R$ 2.545.285,05. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor atual está muito próximo da máxima do período (R$ 23,30) e distante da mínima de R$ 16,08, sinalizando que, apesar da queda diária, o ativo ainda mantém um patamar de preço elevado em relação ao seu histórico anual recente.

O HCTR11 é um fundo de “papel” focado em ativos de maior risco (high yield), investindo em dívidas imobiliárias para gerar dividendos agressivos. Recentemente, a notícia de que o fundo concluiu novas assembleias de reestruturação de dívidas de seus devedores trouxe volatilidade adicional ao papel, enquanto investidores monitoram de perto a capacidade de pagamento dos projetos de multipropriedade que compõem sua carteira.


3º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,79 ↓2,12%

Descrição: O GARE11 encerrou a sessão com uma queda de 2,12%, estabelecendo seu preço em R$ 8,79. A redução nominal foi de R$ 0,19 em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,98. O fundo apresentou o maior volume de movimentação de cotas desta lista, com impressionantes 1.966.504 papéis trocando de mãos, o que resultou em um volume financeiro de R$ 17.285.570,16, o maior entre os dez ativos analisados. Essa liquidez robusta demonstra forte interesse do mercado, mesmo em um dia de desvalorização. A variação diária foi estreita, com mínima de R$ 8,78 e máxima de R$ 8,80, indicando que o mercado encontrou um preço de equilíbrio rapidamente após a abertura em queda. Assim como o primeiro colocado, o relatório não dispõe de dados históricos de 52 semanas para este ativo, sugerindo uma transição de ticker ou estruturação recente na base de dados.

O Guardian Logística é um fundo focado em imóveis de renda urbana e logística, priorizando contratos atípicos de longo prazo. Uma notícia importante recente foi a mudança de nome e ticker do fundo (antigo GALG11 para GARE11), visando refletir sua estratégia mais ampla de “Renda Imobiliária” além do segmento puramente logístico, buscando imóveis de varejo essencial.


4º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 87,27 ↓1,38%

Descrição: O PCIP11 registrou uma queda de 1,38%, fechando a R$ 87,27. O recuo financeiro foi de R$ 1,22 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 88,49. Durante o dia, o fundo testou a mínima de R$ 87,16 e atingiu a máxima de R$ 88,48, quase recuperando o valor da véspera, mas perdeu força. Foram negociadas 40.214 cotas, somando um volume financeiro de R$ 3.509.475,78. Analisando a janela de 52 semanas, o fundo operou muito próximo de sua máxima histórica de R$ 89,85, bem acima da mínima de R$ 64,94 registrada no período. Esse comportamento sugere que, apesar da correção pontual do dia, o fundo atravessa um momento de valorização estrutural, refletindo possivelmente a melhora nas taxas de juros reais que impactam os ativos de crédito imobiliário que o ETF ou fundo acompanha.

O PCIP11 é um fundo gerido pela VBI Real Estate que foca em uma carteira diversificada de CRIs. Recentemente, a gestora VBI anunciou que está otimizando o portfólio do fundo para aumentar a exposição a ativos indexados ao CDI, aproveitando a manutenção da taxa Selic em patamares elevados para garantir distribuições de dividendos mais robustas aos seus cotistas.


5º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 83,43 ↓1,27%

Descrição: O fundo OUJP11 apresentou uma retração de 1,27% no último pregão, encerrando as negociações a R$ 83,43. A desvalorização nominal foi de R$ 1,07 sobre o fechamento de R$ 84,50. O volume de negociação foi relativamente baixo, com apenas 7.695 cotas movimentadas, gerando um montante financeiro de R$ 641.993,85. Essa liquidez reduzida pode explicar a volatilidade entre a mínima de R$ 83,23 e a máxima de R$ 85,47 observada durante o dia. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra uma recuperação resiliente, tendo uma mínima de R$ 55,24 e uma máxima de R$ 90,38. O preço atual situa-se em uma zona intermediária, mas com viés de alta quando olhamos o gráfico anual. A queda do dia parece ser um movimento de realização de lucros ou ajuste técnico diante de um cenário macroeconômico de incerteza.

Este fundo é especializado em investir em títulos de dívida imobiliária (CRIs) de alta qualidade creditícia. Recentemente, o fundo informou em seu relatório gerencial que mantém 100% de adimplência em sua carteira, destacando-se em um mercado onde muitos fundos de “papel” enfrentam dificuldades com devedores, o que reforça a confiança dos investidores no longo prazo.


6º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 27,41 ↓1,26%

Descrição: O DEVA11 fechou o dia cotado a R$ 27,41, o que representa uma queda de 1,26% ou R$ 0,35 em termos nominais. O ativo teve uma movimentação de 89.161 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 2.443.903,01. Durante a sessão, o fundo tocou a mínima de R$ 26,67 e a máxima de R$ 28,18, mostrando uma amplitude considerável de negociação. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, percebe-se que o fundo está operando em níveis baixos comparados à sua máxima de R$ 31,59, embora acima da mínima de R$ 22,18. A pressão negativa diária segue o fluxo de cautela dos investidores em relação a fundos de crédito privado que possuem ativos com garantias complexas, o que exige uma análise minuciosa do portfólio de recebíveis por parte do investidor.

O DEVA11 é um fundo imobiliário de recebíveis (papel) gerido pela Devant Asset. A notícia mais relevante de última hora para os cotistas foi a aprovação de assembleias para a reestruturação de importantes ativos do portfólio (como o Circuito de Compras), visando normalizar o fluxo de caixa e garantir o retorno da regularidade no pagamento de proventos.


7º – FDO INV IMOB BB PROGRESSIVO II ETF (TVRI11) | R$ 101,40 ↓1,19%

Descrição: O TVRI11 apresentou uma queda de 1,19%, fechando o pregão com o valor unitário de R$ 101,40. A redução nominal foi de R$ 1,22 em relação ao fechamento anterior de R$ 102,62. O volume de cotas negociadas foi de 13.280, resultando em um giro financeiro de R$ 1.346.592,00. O fundo operou dentro de um intervalo entre R$ 100,73 e R$ 102,62 ao longo do dia. Um dado extremamente relevante é que o valor de fechamento está muito próximo da máxima de 52 semanas, que é de R$ 103,91, e substancialmente acima da mínima de R$ 70,84 registrada no último ano. Isso indica que o ativo está em um patamar de valorização histórica, e a queda de 1,19% pode ser interpretada como um ajuste técnico saudável após um longo período de subida.

O TVRI11 é um fundo do tipo “tijolo”, cujos imóveis são majoritariamente agências bancárias locadas para o Banco do Brasil sob contratos de longo prazo. Recentemente, o mercado repercutiu a notícia de que o fundo segue em processo de renovação de alguns contratos de locação, o que pode impactar a rentabilidade futura, mas mantém a segurança de ter um locatário de altíssimo rating de crédito.


8º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,35 ↓1,18%

Descrição: O fundo VGRI11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,18%, fixando seu preço em R$ 8,35. A variação negativa foi de R$ 0,10 comparada ao fechamento de R$ 8,45. Com um volume de 69.835 cotas negociadas, o ativo movimentou R$ 583.122,25 financeiramente. Durante o pregão, a oscilação foi mínima, variando entre R$ 8,34 e R$ 8,45. Observando o desempenho de longo prazo, o fundo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 8,68) e bem acima da mínima (R$ 5,68). Esse comportamento demonstra uma recuperação sólida ao longo do último ano, tornando a queda pontual do dia um movimento de baixa relevância na tendência de alta estrutural que o ativo parece seguir. A estabilidade dos preços na sessão sugere que não houve pânico vendedor, apenas um ajuste de oferta e demanda.

O VGRI11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Valora Investimentos. Uma notícia recente que impactou positivamente a percepção do fundo foi o aumento na distribuição de dividendos mensais, fruto de uma gestão ativa na reciclagem da carteira de CRIs, aproveitando momentos de mercado para realizar lucros em títulos antigos.


9º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 34,51 ↓1,12%

Descrição: O BLMG11 fechou a sessão cotado a R$ 34,51, registrando uma queda de 1,12%. O recuo em reais foi de R$ 0,39 sobre o preço anterior de R$ 34,90. O ativo apresentou a menor liquidez financeira da lista, com apenas 6.422 cotas negociadas e um volume total de R$ 221.623,22. Essa baixa movimentação reflete-se na variação intradia contida, com mínima de R$ 34,41 e máxima de R$ 35,00. No panorama anual, o fundo enfrenta um cenário desafiador, estando cotado muito mais próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 23,47) do que de sua máxima (R$ 38,06). O desconto em relação ao valor patrimonial tem sido um tema recorrente nas discussões sobre este fundo, atraindo investidores focados em valor (value investing), mas afastando aqueles que priorizam liquidez imediata.

O Bluemacaw Logística é focado na aquisição e gestão de galpões logísticos de alto padrão. Recentemente, a notícia de que o fundo assinou um novo contrato de locação para uma vacância em seu ativo localizado em Extrema-MG foi recebida como um sinal positivo, pois reduz o risco de vacância física e fortalece o fluxo de rendimentos para os próximos semestres.


10º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 100,12 ↓1,06%

Descrição: O VILG11 encerrou a lista de análises com uma queda de 1,06%, sendo negociado a R$ 100,12. A variação negativa foi de R$ 1,07 em relação ao fechamento de R$ 101,19. O fundo teve um volume de negociação de 26.763 cotas, somando R$ 2.679.511,56 em volume financeiro. Durante o dia, as negociações variaram entre a mínima de R$ 100,11 e a máxima de R$ 101,17. No contexto de 52 semanas, o fundo mantém uma posição sólida, com a cotação atual próxima da máxima de R$ 102,20 e consideravelmente distante da mínima de R$ 62,63. Esse desempenho anual reflete a qualidade dos ativos logísticos do fundo, que conseguiram se valorizar em um ambiente de retomada do consumo e demanda por espaços de armazenagem “last-mile”. A queda marginal do dia não altera o quadro de resiliência do fundo.

O Vinci Logística (VILG11) é um dos maiores e mais tradicionais fundos logísticos do país, gerido pela Vinci Real Estate. Uma notícia recente de destaque foi a conclusão da expansão de um de seus galpões locados para uma grande varejista eletrônica, o que deve incrementar a receita imobiliária do fundo a partir do próximo ciclo de distribuição de lucros.

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As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 04/02/2026

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Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: RANK Código Preço 24h % 1 BTC $76.190,02 -2,36% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 03/02/2026

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As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 VAMO3 R$ 4,35 0,069%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 03/02/2026

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Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 KCRE11 R$ 8,98 0,053% 2