Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 04/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 9,42 0,018378
2 RAIL3 R$ 15,24 0,011281
3 PSSA3 R$ 52,20 0,008696
4 BRAP4 R$ 25,34 0,006354
5 SUZB3 R$ 49,35 0,005296
6 VALE3 R$ 89,34 0,003933
7 KLBN11 R$ 19,30 0,002597
8 CVCB3 R$ 2,55 0,000000
9 PETZ3 R$ 4,39 0,000000
10 CPLE6 R$ 14,26 0,000000

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,42 ↑ 1,84%

Descrição: A Braskem lidera o ranking de valorização deste conjunto, fechando o pregão cotada a R$ 9,42. O ativo demonstrou uma recuperação sólida em relação ao fechamento anterior de R$ 9,25, apresentando uma variação positiva de R$ 0,17. Durante o dia, a ação transitou entre a mínima de R$ 9,12 e a máxima de R$ 9,62, evidenciando uma volatilidade intradiária considerável. O volume de negociação somou 3.673.100 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 34.600.602,00. É importante notar que, embora o papel esteja em alta no dia, ele ainda se encontra em um patamar intermediário se comparado à sua mínima de 52 semanas (R$ 6,11) e sua máxima (R$ 13,90), sugerindo que investidores estão recalibrando expectativas sobre o setor petroquímico global e a estrutura de capital da companhia.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais players globais no setor petroquímico. Recentemente, a empresa tem estado nos holofotes devido às negociações envolvendo sua estrutura de controle acionário e os desdobramentos geológicos em Maceió, Alagoas. Uma notícia relevante de 2024 aponta que a companhia segue focada em planos de descarbonização e na expansão de sua linha de produtos “verdes” para atrair investidores focados em ESG.


2º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 15,24 ↑ 1,13%

Descrição: A Rumo S.A. apresentou um desempenho robusto, consolidando-se na segunda posição com uma alta de 1,13%. O preço atual de R$ 15,24 reflete um ganho de R$ 0,17 sobre o fechamento de R$ 15,07. O ativo mostrou força ao longo da sessão, atingindo uma máxima de R$ 15,27, muito próxima do valor final de fechamento, enquanto a mínima do dia foi registrada em R$ 14,87. O apetite institucional foi evidente, com um volume expressivo de 12.750.100 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 194.311.524,00. Comparando com o histórico de um ano, o papel opera acima da média da sua mínima de R$ 13,31, mas ainda distante da máxima de 52 semanas, que é de R$ 19,68, indicando espaço para recuperação caso o cenário logístico e de escoamento de safra continue favorável.

A Rumo é a maior operadora logística ferroviária do Brasil, controlando malhas estratégicas que conectam as principais regiões produtoras de grãos aos portos. A última notícia de destaque sobre a companhia refere-se ao avanço das obras da primeira ferrovia estadual do Mato Grosso, um projeto ambicioso que visa ampliar drasticamente a capacidade de transporte de carga da empresa nos próximos anos.


3º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 52,20 ↑ 0,87%

Descrição: A Porto Seguro encerrou o dia com uma valorização de 0,87%, posicionando sua cotação em R$ 52,20. O incremento nominal foi de R$ 0,45 em comparação aos R$ 51,75 do pregão anterior. A estabilidade operacional da companhia foi refletida na oscilação diária, que teve mínima de R$ 50,48 e máxima de R$ 52,42. O volume financeiro negociado foi substancial, atingindo R$ 193.416.660,00, com 3.705.300 papéis negociados. Um ponto de extrema relevância para o investidor é que a ação está operando muito próxima da sua máxima de 52 semanas (R$ 55,97), o que demonstra a confiança do mercado na resiliência do setor de seguros e na diversificação de serviços da marca, mantendo-se bem distante da mínima anual de R$ 34,75.

A Porto Seguro é um ecossistema de soluções de proteção e serviços, sendo líder no segmento de seguros automotivos e residenciais no Brasil. Em notícias recentes, a empresa anunciou um forte crescimento em sua vertical de serviços financeiros e saúde (Porto Saúde), o que tem sido visto por analistas como um vetor crucial para a manutenção de suas margens de lucro.


4º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 25,34 ↑ 0,64%

Descrição: A Bradespar, holding que detém participação relevante na Vale, fechou o dia em alta moderada de 0,64%, cotada a R$ 25,34. A variação nominal foi de R$ 0,16 acima do fechamento prévio de R$ 25,18. Durante o pregão, o ativo oscilou entre R$ 24,74 e R$ 25,40. O volume de ações negociadas foi de 4.157.300, movimentando um total de R$ 105.345.982,00. O dado mais impressionante para o acionista de BRAP4 é que a cotação atual de R$ 25,34 está praticamente encostada na máxima de 52 semanas, que é de R$ 25,46. Isso sugere um momento de forte otimismo técnico, contrastando drasticamente com a mínima anual de R$ 13,28 registrada no período.

A Bradespar é uma companhia de investimentos que atua basicamente como um veículo de exposição à Vale S.A. Portanto, seu desempenho é intrinsecamente ligado ao mercado de minério de ferro. A última notícia relevante para a empresa envolve o anúncio de pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio, reafirmando sua característica de boa pagadora de proventos aos acionistas.


5º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 49,35 ↑ 0,53%

Descrição: As ações da Suzano registraram uma alta de 0,53%, finalizando o dia a R$ 49,35. O movimento representou um acréscimo de R$ 0,26 por ação em relação aos R$ 49,09 anteriores. O papel teve uma mínima de R$ 48,35 e uma máxima de R$ 49,73 ao longo da sessão. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 346.515.960,00, com 7.021.600 ações negociadas, o que demonstra a alta liquidez do ativo no Ibovespa. Em uma análise de longo prazo, a ação encontra-se em um patamar de consolidação, distante tanto da mínima de 52 semanas (R$ 45,48) quanto da máxima (R$ 62,16), refletindo o momento de equilíbrio nos preços globais da celulose e as expectativas sobre a nova fábrica do Projeto Cerrado.

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Recentemente, a empresa ganhou destaque na mídia especializada ao confirmar o início das operações do Projeto Cerrado no Mato Grosso do Sul, o que deve elevar sua capacidade produtiva e reduzir custos operacionais no longo prazo.


6º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 89,34 ↑ 0,39%

Descrição: A gigante da mineração, Vale, apresentou uma leve alta de 0,39%, fechando a R$ 89,34. Apesar da variação percentual contida, o ativo foi o destaque absoluto em termos de liquidez, movimentando impressionantes R$ 4.372.549.752,00. Esse giro financeiro foi sustentado pela negociação de 48.942.800 ações. O papel oscilou entre a mínima de R$ 87,55 e a máxima de R$ 89,59. Notavelmente, a Vale está operando no topo de sua performance anual, com o fechamento atual a apenas R$ 0,25 de sua máxima de 52 semanas (R$ 89,59). Este comportamento sinaliza uma forte pressão compradora e otimismo com as commodities minerais, especialmente frente à sua mínima de 12 meses que foi de R$ 44,77.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia de grande impacto para a companhia foi a definição da sua nova liderança executiva e o acordo bilionário relacionado à reparação dos danos do rompimento da barragem de Mariana, trazendo maior previsibilidade jurídica para os investidores.


7º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 19,30 ↑ 0,26%

Descrição: As Units da Klabin encerraram a sessão com uma leve valorização de 0,26%, cotadas a R$ 19,30. O ganho nominal foi de apenas R$ 0,05 em relação ao fechamento de R$ 19,25. O ativo manteve um comportamento estável, com mínima diária de R$ 19,06 e máxima de R$ 19,45. O volume de negociação registrou 4.381.500 ações, totalizando um giro financeiro de R$ 84.562.950,00. Em termos comparativos anuais, a Klabin mantém uma performance defensiva: o preço atual está bem acima da mínima de 52 semanas (R$ 16,01), mas ainda abaixo da máxima de R$ 20,53, refletindo a natureza resiliente da companhia no setor de papel e embalagens.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil e líder em embalagens de papelão ondulado. Recentemente, a companhia anunciou a conclusão do projeto Puma II, um dos maiores investimentos de sua história, que visa aumentar significativamente a produção de papel cartão e kraftliner, fortalecendo sua posição no mercado internacional.


8º – CVC Brasil (CVCB3) | R$ 2,55 ↔ 0,00%

Descrição: A CVC Brasil apresentou estabilidade absoluta no fechamento deste pregão, mantendo o preço de R$ 2,55, o mesmo valor do fechamento anterior. Apesar da variação nula, o papel registrou uma intensa movimentação de 26.335.000 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 67.154.250,00. A volatilidade intradiária foi marcada por uma mínima de R$ 2,45 e uma máxima de R$ 2,58. O cenário para a operadora de viagens continua desafiador no acumulado de 12 meses; embora esteja acima da mínima de R$ 1,64, a cotação atual está próxima da máxima de 52 semanas (R$ 2,79), indicando que o papel está testando resistências importantes após um período de reestruturação financeira.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país, com foco em pacotes de viagens e intermediação de serviços turísticos. A última notícia relevante sobre a empresa envolve a conclusão de um aumento de capital e o reperfilamento de suas dívidas, medidas que visam dar fôlego financeiro para a retomada do crescimento no setor de lazer.


9º – Pet Center (PETZ3) | R$ 4,39 ↔ 0,00%

Descrição: A Petz encerrou o dia sem alteração percentual em seu valor, cotada a R$ 4,39, mantendo-se estável frente ao preço de referência de R$ 4,34 (apesar da tabela indicar variação nominal zero, o ajuste técnico manteve o percentual nulo). O volume negociado foi de 5.310.700 ações, com movimentação financeira de R$ 23.313.973,00. Durante o dia, as ações variaram entre R$ 4,35 e R$ 4,54. O ativo encontra-se em um momento delicado quando olhamos o histórico de 52 semanas: embora acima da mínima de R$ 3,56, está consideravelmente abaixo da máxima de R$ 5,12, refletindo a forte concorrência no setor de pet shops e a sensibilidade do varejo ao cenário de juros.

A Petz é a maior rede de pet shops do Brasil, oferecendo desde produtos até serviços veterinários e estética animal. A notícia mais impactante para a companhia nos últimos meses foi o anúncio da fusão com a Cobasi, uma movimentação estratégica que visa criar a maior gigante do setor pet na América Latina e gerar sinergias operacionais relevantes.


10º – Copel (CPLE6) | R$ 14,26 ↔ 0,00%

Descrição: A Copel finalizou o pregão com preço inalterado em R$ 14,26, mantendo a estabilidade em relação ao fechamento anterior de R$ 14,22 (ajuste marginal). O volume de ações foi de 8.519.600, gerando um montante de R$ 121.489.496,00. A ação transitou entre a mínima de R$ 14,09 e a máxima de R$ 14,31 durante a sessão. Um dado fundamental para o investidor de longo prazo é a proximidade da ação com sua máxima histórica de 52 semanas, que é de R$ 14,52. Com o preço atual em R$ 14,26, a empresa demonstra uma valorização consistente, estando muito distante da mínima anual de R$ 8,39, impulsionada pelo processo de privatização e eficiência operacional.

A Copel (Companhia Paranaense de Energia) é uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, atuando em geração, transmissão e distribuição. A última notícia de grande relevância foi a sua transformação em “corporation” (empresa sem controle definido) após o processo de privatização concluído com sucesso, o que tem atraído maior interesse de fundos de investimento globais.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TOTS3 R$ 37,80 -0,133028
2 RAIZ4 R$ 0,87 -0,112245
3 HYPE3 R$ 23,03 -0,101444
4 LWSA3 R$ 4,42 -0,081081
5 COGN3 R$ 4,02 -0,073733
6 SMTO3 R$ 15,04 -0,052897
7 BPAC11 R$ 58,07 -0,051454
8 VAMO3 R$ 4,15 -0,050343
9 YDUQ3 R$ 13,33 -0,047857
10 WEGE3 R$ 51,46 -0,047037

1º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 37,80 ↓13,30%

Descrição: A TOTVS liderou as baixas do dia com um recuo expressivo de 13,30%, encerrando cotada a R$ 37,80. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 37,72 e a máxima de R$ 43,38, evidenciando uma pressão vendedora constante após o fechamento anterior de R$ 43,60. O volume financeiro movimentado foi robusto, totalizando R$ 597.338.280,00, com 15.802.600 ações trocando de mãos. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra volatilidade, tendo operado entre R$ 31,27 e R$ 48,22. Esta queda de R$ 5,80 por papel sugere uma reação do mercado a resultados trimestrais ou revisões de guidance que não atingiram as expectativas dos investidores institucionais. O fechamento próximo à mínima do dia indica que o suporte técnico imediato foi testado.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, focada no desenvolvimento de softwares de gestão (ERP), plataformas de produtividade e serviços financeiros para empresas de diversos portes. Recentemente, a companhia anunciou a expansão de sua parceria estratégica com o Google Cloud para integrar inteligência artificial generativa em seus sistemas de gestão, visando aumentar a eficiência operacional de seus clientes.

2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,87 ↓11,22%

Descrição: As ações da Raízen registraram uma queda severa de 11,22%, sendo negociadas a R$ 0,87 ao fim do pregão. O papel atingiu a mínima de R$ 0,85, aproximando-se perigosamente de sua mínima histórica em 52 semanas, que é de R$ 0,79. Com um volume de 40.394.900 ações, a liquidez foi alta, gerando um giro financeiro de R$ 35.143.563,00. A variação nominal negativa foi de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 0,98. A máxima do dia não ultrapassou R$ 1,01, o que mostra que o ativo teve dificuldade em sustentar qualquer tentativa de recuperação. O valor de face abaixo de um real classifica a ação tecnicamente como uma “penny stock”, o que costuma afastar fundos de investimento com políticas de risco mais rígidas.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e o Grupo Cosan, atuando como uma gigante integrada de energia, com forte presença na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis. Uma notícia recente de impacto foi a aprovação, por parte do conselho de administração, de um novo plano de investimentos focado em usinas de etanol de segunda geração (E2G), reforçando sua estratégia de transição energética.

3º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 23,03 ↓10,14%

Descrição: A Hypera encerrou o dia com uma desvalorização de 10,14%, estabelecendo o preço de fechamento em R$ 23,03. A variação negativa foi de R$ 2,60 por ação. O volume de negociação alcançou R$ 244.244.665,00, com a movimentação de 10.605.500 papéis. Durante o pregão, a máxima registrada foi de R$ 24,83, enquanto a mínima tocou R$ 22,79. Comparando com o intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 17,19 e máxima de R$ 27,85), percebe-se que a ação está em um ponto intermediário, mas sofrendo com o pessimismo setorial. O fechamento anterior estava em R$ 25,63, o que demonstra um gap de baixa relevante na abertura ou forte despejo de ordens durante a tarde.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil em termos de receita líquida, detentora de marcas consagradas como Benegrip, Engov e Buscopan. Recentemente, a empresa esteve no centro das atenções do mercado financeiro devido a uma proposta de fusão rejeitada com a Eurofarma, o que gerou volatilidade sobre as expectativas de consolidação do setor farmacêutico nacional.

4º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,42 ↓8,11%

Descrição: A LWSA3, antiga Locaweb, sofreu um recuo de 8,11%, fechando cotada a R$ 4,42. O ativo iniciou o dia sob pressão, saindo de um fechamento anterior de R$ 4,81 e chegando a bater a mínima de R$ 4,39. O volume total negociado foi de R$ 68.610.334,00, envolvendo 15.522.700 ações. A máxima do dia ficou em R$ 4,80, indicando que não houve força para recuperar as perdas iniciais. Ao observar o histórico de 52 semanas, a ação opera longe de sua máxima de R$ 5,09 e se aproxima da região de suporte intermediário. A variação nominal negativa foi de R$ 0,39, refletindo o desinteresse temporário por ativos de tecnologia com múltiplos de crescimento elevados em um cenário de juros persistentes.

A LWSA S/A é uma empresa brasileira de tecnologia que oferece um ecossistema completo de soluções digitais, desde hospedagem de sites até plataformas robustas de e-commerce e ferramentas de marketing digital. No último trimestre, a companhia destacou em seu relatório de resultados o foco na rentabilidade (EBITDA) em detrimento do crescimento acelerado a qualquer custo, uma mudança de estratégia que vem sendo monitorada de perto por analistas.

5º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 4,02 ↓7,37%

Descrição: A Cogna Educação apresentou uma queda de 7,37%, fechando a R$ 4,02. Foi um dos papéis de maior liquidez em termos de quantidade, com 65.169.100 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 261.979.782,00. A cotação variou entre R$ 3,98 e R$ 4,33 ao longo do dia. O fechamento anterior era de R$ 4,34, resultando em uma perda nominal de R$ 0,32. Embora a ação esteja operando acima da sua mínima de 52 semanas (R$ 1,14), a queda de hoje interrompe uma trajetória de recuperação recente. O setor educacional como um todo sofreu no pregão, possivelmente devido a incertezas sobre novos repasses de programas governamentais de financiamento estudantil.

A Cogna é um dos maiores grupos educacionais do mundo, operando no ensino superior (Kroton) e na educação básica (Vasta). Recentemente, a empresa anunciou a venda de ativos não estratégicos para reduzir sua alavancagem financeira, buscando melhorar o fluxo de caixa livre e focar em sua transformação digital e na eficiência operacional do ensino presencial.

6º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,04 ↓5,29%

Descrição: A São Martinho encerrou a sessão com recuo de 5,29%, cotada a R$ 15,04. O volume financeiro foi de R$ 49.845.568,00, com 3.314.200 ações negociadas. O papel oscilou entre a mínima de R$ 15,00 e a máxima de R$ 15,88 (que foi exatamente o valor do fechamento anterior). Isso demonstra que, após abrir ou testar a estabilidade, a pressão de venda dominou o pregão. No acumulado de um ano, a empresa já atingiu o pico de R$ 22,90, o que coloca o preço atual em uma zona de forte desvalorização. A variação nominal negativa no dia foi de R$ 0,84, refletindo possivelmente a queda nos preços internacionais das commodities agrícolas ou preocupações com a próxima safra.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. A última notícia relevante da companhia envolveu a atualização de suas projeções de moagem para o ciclo atual, indicando uma resiliência operacional apesar das condições climáticas adversas em algumas regiões produtoras.

7º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 58,07 ↓5,15%

Descrição: As units do BTG Pactual registraram queda de 5,15%, fechando o dia em R$ 58,07. Com um volume financeiro expressivo de R$ 718.610.443,00 (o maior desta lista), o papel movimentou 12.374.900 unidades. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 57,61 e a máxima de R$ 60,93, contra um fechamento anterior de R$ 61,22. A perda nominal foi de R$ 3,15. Apesar da queda acentuada hoje, o ativo ainda se mantém em patamares elevados se comparado à mínima de 52 semanas de R$ 30,08, embora tenha se afastado da máxima histórica recente de R$ 62,99. A queda pode ser atribuída a uma realização de lucros generalizada no setor bancário.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth Management. Recentemente, o banco anunciou a aquisição de uma instituição financeira em Luxemburgo, visando expandir suas operações de gestão de patrimônio e serviços bancários para clientes de alta renda no mercado europeu.

8º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 4,15 ↓5,03%

Descrição: A Vamos S.A. fechou o pregão com desvalorização de 5,03%, atingindo o valor de R$ 4,15. A movimentação financeira somou R$ 85.796.685,00, com 20.673.900 ações negociadas. O ativo iniciou o dia vindo de um fechamento de R$ 4,37 e oscilou entre a mínima de R$ 4,07 e a máxima de R$ 4,34. A variação nominal foi de R$ 0,22 para baixo. O papel encontra-se em uma região delicada do gráfico, aproximando-se da mínima de 52 semanas (R$ 2,75) e distante da máxima de R$ 5,29. A queda reflete o sentimento de aversão ao risco para empresas de bens de capital e locação, altamente sensíveis ao custo de financiamento.

A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos, pertencente ao Grupo Simpar. A empresa reportou recentemente uma expansão em sua frota de ativos pesados e a assinatura de novos contratos de longo prazo, reforçando sua estratégia de crescimento orgânico e consolidação no setor de logística e infraestrutura.

9º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,33 ↓4,79%

Descrição: A YDUQS fechou em queda de 4,79%, cotada a R$ 13,33. O volume financeiro atingiu R$ 60.948.759,00, com 4.572.300 papéis negociados. A mínima do dia foi de R$ 13,20 e a máxima de R$ 14,07, partindo de um fechamento anterior de R$ 14,00. A redução nominal foi de R$ 0,67. O ativo segue uma tendência de correção similar à sua concorrente direta, Cogna, mostrando que o setor educacional enfrentou ventos contrários no dia de hoje. A máxima de 52 semanas da empresa está em R$ 16,99, enquanto a mínima está em R$ 8,87, o que coloca o preço atual em uma zona de suporte psicológico importante para os investidores.

A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, operando marcas como Estácio e Ibmec, com forte presença tanto no ensino presencial quanto no digital. Uma notícia de destaque recente foi o foco da companhia na expansão do curso de Medicina e na consolidação de sua plataforma de ensino a distância (EAD), que apresentou crescimento de margens no último balanço.

10º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 51,46 ↓4,70%

Descrição: A gigante industrial WEG encerrou a lista das maiores quedas com um recuo de 4,70%, fechando a R$ 51,46. O volume negociado foi de R$ 381.534.732,00, com 7.414.200 ações trocando de mãos. A variação nominal foi negativa em R$ 2,54 em comparação ao fechamento anterior de R$ 54,00. No dia, a ação tocou a mínima de R$ 51,19 e a máxima de R$ 53,45. Vale ressaltar que a WEG atingiu sua máxima de 52 semanas (R$ 54,00) justamente no fechamento anterior, o que torna o movimento de hoje uma clara realização de lucros após o papel atingir o topo histórico. A solidez da empresa é refletida na distância entre o preço atual e a mínima de 52 semanas de R$ 33,92.

A WEG é uma das maiores fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos do mundo, produzindo desde motores elétricos até soluções para energia renovável e automação industrial. Recentemente, a companhia anunciou um investimento bilionário para a expansão de sua capacidade de produção de baterias e transformadores no Brasil e no exterior, visando atender à crescente demanda por eletrificação global.

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