As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | MGLU3 | R$ 10,12 | 0,05% |
| 2 | B3SA3 | R$ 17,04 | 0,05% |
| 3 | BRKM5 | R$ 9,36 | 0,04% |
| 4 | AURE3 | R$ 11,37 | 0,04% |
| 5 | PRIO3 | R$ 50,74 | 0,03% |
| 6 | SMTO3 | R$ 15,11 | 0,03% |
| 7 | VBBR3 | R$ 31,87 | 0,03% |
| 8 | PSSA3 | R$ 52,17 | 0,03% |
| 9 | ITUB4 | R$ 46,80 | 0,03% |
| 10 | ITSA4 | R$ 14,20 | 0,03% |
1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,12 ↑ 4,87%
Descrição: A Magazine Luiza liderou o ranking de valorização no pregão observado, fechando o dia cotada a R$ 10,12. O ativo demonstrou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 9,24 e a máxima de R$ 10,19, o que indica uma forte pressão compradora que empurrou o papel para próximo de sua máxima diária. Com uma variação positiva de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,65, a empresa movimentou um volume expressivo de 34.342.600 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 347.547.112,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel ainda se encontra abaixo da máxima do período (R$ 11,55), mas bem distante da mínima de R$ 6,21, sugerindo uma recuperação consistente. Este movimento reflete o otimismo do setor de varejo frente a indicadores macroeconômicos. A Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil. Recentemente, a companhia anunciou uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda de produtos em ambos os marketplaces, visando expandir o portfólio internacional e otimizar a logística.
2º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,04 ↑ 4,80%
Descrição: A B3SA3 apresentou um desempenho robusto, encerrando a sessão a R$ 17,04, uma alta de R$ 0,78 sobre o preço anterior de R$ 16,26. O papel atingiu sua máxima de 52 semanas durante o dia, ao tocar os R$ 17,09, consolidando um momento de forte valorização. O volume de negociação foi massivo, com 57.201.300 cotas trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 974.710.152,00, o segundo maior da lista. A mínima do dia foi registrada em R$ 16,38, mostrando que o ativo sustentou sua trajetória ascendente ao longo de todo o período. Considerando a mínima de 52 semanas de R$ 9,73, a valorização acumulada é impressionante, refletindo a confiança no mercado de capitais brasileiro e o aumento do volume de transações na própria bolsa. A B3 é a principal infraestrutura de mercado financeiro no Brasil. Em notícia recente, a companhia recebeu autorização da CVM para o lançamento de novos produtos derivativos focados em ativos sustentáveis e índices de ESG.
3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,36 ↑ 4,00%
Descrição: A Braskem fechou o dia com uma valorização sólida de 4,00%, alcançando o valor de R$ 9,36. O papel iniciou o dia próximo da mínima de R$ 8,81 e escalou até a máxima de R$ 9,50. Apesar da alta nominal de R$ 0,36, o volume negociado foi de 3.477.400 ações, somando um montante financeiro de R$ 32.548.464,00. É importante notar que, embora o dia tenha sido positivo, a ação ainda opera distante de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 13,90, aproximando-se mais da sua mínima anual de R$ 6,11. Isso sugere que, embora o mercado tenha reagido positivamente hoje, o ativo ainda enfrenta desafios estruturais ou setoriais para recuperar patamares de preços superiores. O fechamento anterior estava em R$ 9,00, o que confirma a quebra de uma barreira psicológica importante. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, com foco em resinas termoplásticas. Recentemente, a empresa tem estado no centro de discussões sobre a possível venda da participação da Novonor, com diversos players internacionais avaliando a aquisição.
4º – AUREN ENERGIA S.A. (AURE3) | R$ 11,37 ↑ 3,84%
Descrição: A Auren Energia registrou uma alta de 3,84%, encerrando a R$ 11,37. O ativo teve uma variação de R$ 0,42 em comparação ao fechamento anterior de R$ 10,95. Durante o pregão, a mínima foi de R$ 10,94 e a máxima atingiu R$ 11,43. Foram negociadas 4.824.500 ações, gerando um volume financeiro de R$ 54.854.565,00. O desempenho da companhia reflete uma estabilidade operacional, mantendo-se em uma faixa intermediária em relação às suas balizas anuais (mínima de R$ 7,29 e máxima de R$ 12,99). O setor de energia costuma atrair investidores em busca de dividendos e segurança, e o movimento de hoje reforça essa tese de alocação defensiva com potencial de ganho de capital em dias de apetite por risco. A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do país. A notícia de maior impacto recente foi a conclusão da aquisição da AES Brasil, consolidando a Auren como uma gigante no setor de geração limpa.
5º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 50,74 ↑ 3,24%
Descrição: A PRIO3, antiga PetroRio, manteve sua tendência de crescimento ao fechar em R$ 50,74, uma variação positiva de R$ 1,59 (3,24%). O papel demonstrou força ao abrir em níveis mais baixos (mínima de R$ 48,67) e fechar muito próximo da máxima diária de R$ 50,76. Com um volume de 6.652.700 ações e um montante negociado de R$ 337.557.998,00, a companhia demonstra alta liquidez. O patamar atual de preço aproxima a ação de sua máxima de 52 semanas (R$ 52,66), refletindo a eficiência operacional na extração de petróleo e o cenário favorável para commodities. Comparado à mínima anual de R$ 32,68, o ativo entrega um retorno excepcional ao acionista que manteve posição no longo prazo. A PRIO é uma empresa independente de petróleo e gás, focada na gestão e revitalização de campos maduros. Ultimamente, a companhia tem reportado recordes de produção diária no campo de Frade, impulsionando suas projeções de caixa.
6º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 15,11 ↑ 3,21%
Descrição: A São Martinho encerrou o dia a R$ 15,11, com uma valorização de 3,21% ou R$ 0,47 acima do fechamento anterior de R$ 14,64. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 14,35 e a máxima de R$ 15,16, demonstrando um fechamento forte. O volume de ações negociadas foi de 3.824.400, com volume financeiro totalizando R$ 57.786.684,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está operando abaixo da média, visto que sua máxima foi de R$ 22,90 e a mínima de R$ 12,91. Esse movimento de alta pode indicar um ajuste de preços perante a dinâmica do setor sucroenergético e preços globais de açúcar e etanol. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, produzindo açúcar, etanol e energia. Notícias recentes indicam que a empresa está investindo na expansão de sua produção de etanol de milho para diversificar sua receita.
7º – VIBRA ENERGIA S.A. (VBBR3) | R$ 31,87 ↑ 3,17%
Descrição: A Vibra Energia apresentou um ganho de R$ 0,98 no dia, fechando a R$ 31,87, o que representa uma alta de 3,17%. O comportamento do papel foi consistente, com mínima de R$ 30,73 e máxima de R$ 31,91. O volume financeiro movimentado foi de R$ 356.526.503,00, com 11.186.900 ações transacionadas. Um ponto de destaque técnico é que a ação atingiu sua máxima de 52 semanas hoje (R$ 31,91), superando significativamente a mínima do período que foi de R$ 13,91. Esse recorde sinaliza uma forte confiança do mercado na gestão da companhia e em sua capacidade de distribuição em um mercado competitivo de combustíveis. A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil. Recentemente, a empresa assinou novos contratos para o fornecimento de combustível sustentável de aviação (SAF), reforçando sua transição energética.
8º – PORTO SEGURO S.A. (PSSA3) | R$ 52,17 ↑ 3,16%
Descrição: As ações da Porto Seguro fecharam cotadas a R$ 52,17, registrando uma valorização de 3,16% (R$ 1,60 de ganho nominal). O ativo apresentou uma oscilação entre a mínima de R$ 50,71 e a máxima de R$ 52,31 durante a sessão. O volume negociado foi de 2.892.900 ações, totalizando R$ 150.922.593,00. O fechamento anterior estava em R$ 50,57. Comparando com o intervalo anual, a PSSA3 está em um patamar elevado, relativamente próxima da máxima de 52 semanas (R$ 55,97) e bem acima da mínima (R$ 34,75), o que demonstra a resiliência do setor de seguros e a solidez dos resultados financeiros apresentados pela companhia. A Porto Seguro atua nos ramos de Seguros, Saúde, Produtos Financeiros e Serviços. A última notícia relevante foi o crescimento expressivo em sua vertical de serviços e banking, que tem diversificado as fontes de receita além do seguro automotivo.
9º – ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. (ITUB4) | R$ 46,80 ↑ 2,81%
Descrição: O Itaú Unibanco, uma das “blue chips” do mercado brasileiro, fechou o dia em R$ 46,80, com uma alta de 2,81%. O impacto financeiro do papel foi o maior do relatório, movimentando impressionantes R$ 1.591.143.840,00, com um volume de 33.998.800 ações. O ativo variou de uma mínima de R$ 45,11 a uma máxima de R$ 46,94. O fechamento diário ficou muito próximo da máxima histórica de 52 semanas (R$ 47,03), o que evidencia o otimismo dos investidores com o setor bancário e a rentabilidade do ROE do banco. O valor de fechamento anterior era de R$ 45,52, confirmando uma entrada forte de capital institucional no papel durante o dia. O Itaú Unibanco é o maior banco privado do Brasil e uma das maiores instituições financeiras do mundo. Recentemente, o banco anunciou a distribuição de dividendos extraordinários, o que impulsionou a demanda pelas ações entre investidores focados em renda.
10º – ITAÚSA S.A. (ITSA4) | R$ 14,20 ↑ 2,60%
Descrição: A Itaúsa encerrou a lista das dez maiores altas com uma valorização de 2,60%, fechando em R$ 14,20. O ativo teve um acréscimo de R$ 0,36 em relação ao fechamento de R$ 13,84. Durante o dia, a ação tocou a marca de R$ 14,25, que representa exatamente o teto de sua máxima de 52 semanas. O volume financeiro foi elevado, somando R$ 512.118.740,00, com 36.064.700 ações negociadas. A mínima do dia foi de R$ 13,68. Como holding que detém participação relevante no Itaú, a Itaúsa costuma acompanhar o movimento do banco, mas com o desconto histórico de holding, atraindo investidores que buscam exposição diversificada e proventos consistentes. A Itaúsa é uma holding brasileira que investe em empresas como Itaú, Dexco, Alpargatas e CCR. Em sua última atualização ao mercado, a holding reforçou sua estratégia de desalavancagem e foco no aumento da distribuição de proventos aos acionistas.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CSNA3 | R$ 9,54 | -0,04% |
| 2 | COGN3 | R$ 3,85 | -0,02% |
| 3 | BBDC4 | R$ 20,69 | -0,02% |
| 4 | CVCB3 | R$ 2,50 | -0,02% |
| 5 | CPFE3 | R$ 49,24 | -0,02% |
| 6 | USIM5 | R$ 6,25 | -0,02% |
| 7 | SANB11 | R$ 33,90 | -0,02% |
| 8 | CMIG4 | R$ 11,35 | -0,02% |
| 9 | BBDC3 | R$ 17,89 | -0,02% |
| 10 | VALE3 | R$ 85,25 | -0,01% |
1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,54 ↓ 3,64%
Descrição: A CSNA3 lidera o ranking de quedas no período analisado, fechando a R$ 9,54. O ativo demonstrou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 9,46 e a máxima de R$ 9,96. O recuo nominal de R$ 0,36 reflete uma pressão vendedora acentuada, com um volume expressivo de 12.537.600 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 119.608.704,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel encontra-se em uma zona intermediária, longe da mínima de R$ 6,72, mas também distante do pico de R$ 11,32. O fechamento anterior em R$ 9,90 serviu como resistência não superada, confirmando a tendência de correção no curto prazo. Este movimento pode estar atrelado à flutuação das commodities metálicas no mercado internacional ou ajustes institucionais de portfólio. A empresa é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, logística e energia. Recentemente, a CSN tem estado nos holofotes devido a negociações estratégicas envolvendo a venda de participação em sua controlada de mineração (CSN Mineração) para otimizar sua estrutura de capital.
2º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,85 ↓ 2,28%
Descrição: A Cogna Educação registrou uma desvalorização de 2,28%, encerrando o pregão cotada a R$ 3,85. Durante o dia, o ativo testou uma mínima de R$ 3,79 e alcançou uma máxima de R$ 4,02, evidenciando uma tentativa de recuperação que não se sustentou até o fechamento. O volume de ações foi bastante elevado, com 30.645.100 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 117.983.635,00. Comparando com o fechamento anterior de R$ 3,94, a perda nominal foi de R$ 0,09. No horizonte de um ano, a ação mostra uma recuperação robusta em relação à sua mínima de R$ 1,14, embora tenha recuado de sua máxima de R$ 4,75. A liquidez do papel permanece alta, o que atrai tanto especuladores quanto investidores de longo prazo que monitoram o setor educacional brasileiro. A Cogna é a principal holding do setor de educação privada no Brasil, detendo marcas como Kroton e Saber. A última notícia relevante da companhia envolve o foco na digitalização e eficiência operacional, além da expectativa do mercado quanto ao impacto de novos programas governamentais de financiamento estudantil.
3º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 20,69 ↓ 2,17%
Descrição: O Bradesco (BBDC4) apresentou um recuo de 2,17%, finalizando o dia a R$ 20,69. O ativo teve uma variação nominal negativa de R$ 0,46 em relação ao fechamento anterior de R$ 21,15. A movimentação financeira foi massiva, atingindo R$ 1.854.558.495,00, o que demonstra a importância sistêmica do papel no índice. Durante o pregão, a ação oscilou entre R$ 19,83 e R$ 20,70. No acumulado de 52 semanas, o preço atual está mais próximo da máxima (R$ 22,12) do que da mínima (R$ 10,26), sugerindo que, apesar da queda diária, o papel mantém uma estrutura de preço resiliente nos últimos meses. O volume de 89.635.500 ações negociadas destaca a forte liquidez do banco no mercado secundário. O Bradesco é uma das maiores instituições financeiras do país, oferecendo uma gama completa de serviços bancários e de seguros. Recentemente, o banco anunciou um plano estratégico de reestruturação para aumentar a rentabilidade e competir de forma mais agressiva com os bancos digitais, focando na redução de despesas operacionais.
4º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,50 ↓ 1,96%
Descrição: As ações da CVCB3 fecharam em queda de 1,96%, sendo comercializadas a R$ 2,50. A oscilação diária foi estreita, com mínima de R$ 2,44 e máxima de R$ 2,58. O volume negociado somou R$ 60.416.500,00, com a troca de 24.166.600 ações. O fechamento anterior foi de R$ 2,55, resultando em uma perda de R$ 0,05 por ação. O papel continua sendo um dos mais voláteis do setor de consumo e turismo, operando atualmente perto de sua média anual, com mínima de R$ 1,64 e máxima de R$ 2,79 nas últimas 52 semanas. O mercado observa atentamente a capacidade de desalavancagem da companhia em um cenário de juros ainda restritivos. A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, com uma vasta rede de franquias e forte presença no digital. Notícias recentes indicam que a empresa concluiu com sucesso um reperfilamento de suas dívidas de debêntures, o que deu fôlego financeiro para a operação no curto e médio prazo.
5º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 49,24 ↓ 1,95%
Descrição: A CPFL Energia registrou baixa de 1,95%, encerrando a R$ 49,24. O ativo operou de forma estável dentro de sua faixa de preço, com mínima de R$ 49,20 e máxima de R$ 50,43. Apesar da queda nominal de R$ 0,98 frente ao fechamento anterior de R$ 50,22, o volume financeiro foi moderado, totalizando R$ 52.775.432,00. Com um volume de 1.071.800 ações, o papel mostra-se menos volátil que outros desta lista. No histórico anual, o ativo performa de forma sólida, mantendo-se distante da mínima de R$ 30,68 e próximo da máxima de R$ 56,35, o que é característico de empresas do setor elétrico, geralmente procuradas por sua previsibilidade e dividendos. A CPFL é uma holding que atua na geração, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil. A última notícia de destaque para a companhia foi o anúncio do seu plano plurianual de investimentos, que prevê aportes bilionários para a modernização da rede de distribuição e expansão em energias renováveis.
6º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,25 ↓ 1,88%
Descrição: As ações preferenciais da Usiminas recuaram 1,88%, fechando a R$ 6,25. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,12 em relação aos R$ 6,37 do dia anterior. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 6,13 e a máxima de R$ 6,42. O volume negociado foi de R$ 82.328.125,00, envolvendo 13.172.500 ações. Observando o intervalo de 52 semanas, a ação está em um patamar de recuperação após ter atingido a mínima de R$ 3,90, mas ainda abaixo da máxima de R$ 7,15. O setor siderúrgico enfrenta desafios relacionados ao custo de insumos e à demanda industrial interna. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos, fornecendo para setores como automotivo e construção civil. Recentemente, a empresa concluiu a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, um investimento crítico que visa aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais nos próximos trimestres.
7º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 33,90 ↓ 1,88%
Descrição: As units do Santander (SANB11) fecharam em R$ 33,90, uma queda de 1,88% ou R$ 0,65 em termos nominais. O ativo abriu o dia próximo da máxima de R$ 34,55 (que foi o valor de fechamento anterior) e recuou até a mínima de R$ 33,13. O volume financeiro atingiu R$ 428.682.450,00, com 12.645.500 unidades negociadas. No período de um ano, o papel transitou entre R$ 23,01 e R$ 37,83, posicionando o preço atual em uma zona de consolidação. O setor bancário como um todo apresentou fraqueza nesta sessão, e o Santander acompanhou o movimento de correção. O Santander Brasil é a subsidiária do grupo espanhol homônimo e um dos principais bancos privados do país. A última notícia relevante foi a divulgação de seus resultados trimestrais, onde o mercado analisou de perto a evolução da margem financeira e os índices de inadimplência, que mostraram sinais de estabilização.
8º – Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) | R$ 11,35 ↓ 1,56%
Descrição: A Cemig registrou uma desvalorização de 1,56%, encerrando o dia a R$ 11,35. O papel oscilou entre a mínima de R$ 11,30 e a máxima de R$ 11,57, com um fechamento anterior de R$ 11,53. O volume financeiro foi de R$ 99.717.695,00, refletindo a negociação de 8.785.700 ações. Em uma perspectiva de 52 semanas, a CMIG4 demonstra estabilidade, operando próximo de sua máxima de R$ 11,87 e bem acima da mínima de R$ 8,57. Ativos do setor elétrico mineiro frequentemente reagem a discussões políticas sobre federalização ou privatização. A Cemig é uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, com atuação em geração, transmissão e distribuição. A notícia mais recente que impactou os papéis foi a continuidade das conversas entre o governo de Minas Gerais e o Governo Federal sobre a dívida do estado, que envolve a possível transferência de ativos da companhia.
9º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 17,89 ↓ 1,54%
Descrição: As ações ordinárias do Bradesco (BBDC3) seguiram o movimento das preferenciais, fechando com queda de 1,54% a R$ 17,89. A variação nominal foi de R$ 0,28 negativos. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 17,14 e a máxima de R$ 17,91. O volume financeiro somou R$ 229.292.552,00, com 12.816.800 ações negociadas. O fechamento anterior estava em R$ 18,17. No acumulado anual, a ação apresenta uma valorização considerável partindo de R$ 9,37 até a máxima de R$ 18,97. O Bradesco detém uma forte base de clientes de varejo e uma operação de seguros robusta. Além do plano estratégico mencionado anteriormente, o banco tem investido pesadamente na atualização de sua plataforma de tecnologia para melhorar a jornada do cliente e otimizar a oferta de crédito, conforme noticiado em seus comunicados ao mercado.
10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 85,25 ↓ 1,39%
Descrição: A Vale, peso-pesado do Ibovespa, encerrou o dia a R$ 85,25, representando uma queda de 1,39%. Apesar de ser a menor variação percentual da lista, o impacto financeiro é o maior, com um volume negociado de expressivos R$ 2.288.408.375,00 e 26.843.500 ações. O ativo oscilou entre R$ 85,20 e R$ 87,56, tendo fechado anteriormente a R$ 86,45. No intervalo de 52 semanas, a ação demonstra uma recuperação vigorosa a partir da mínima de R$ 44,77, estando muito próxima da sua máxima de R$ 89,59. A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia de grande relevância para a empresa refere-se à definição de sua nova governança e sucessão do CEO, além dos avanços nos acordos de reparação relacionados ao rompimento da barragem em Mariana, que trazem maior segurança jurídica para os investidores.