Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 24/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 5,28%
2 CLIN11 R$ 94,44 4,91%
3 GZIT11 R$ 48,81 3,85%
4 URPR11 R$ 38,12 2,50%
5 WHGR11 R$ 9,48 2,49%
6 VGIP11 R$ 81,00 1,49%
7 RBRR11 R$ 88,82 1,05%
8 HGRU11 R$ 127,90 1,03%
9 RCRB11 R$ 142,02 0,96%
10 ICRI11 R$ 95,48 0,90%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%

Descrição: O ativo lidera o ranking de valorização no período analisado, encerrando o pregão cotado a R$ 8,98. Com uma variação positiva expressiva de R$ 0,45 por cota, o fundo demonstrou forte pressão compradora, operando muito próximo de sua máxima do dia, que foi de R$ 9,00, partindo de uma mínima de R$ 8,98. O fechamento anterior estava em R$ 8,53, o que ratifica o salto percentual de 5,28%. O volume de negociação em número de cotas foi de 58.005, resultando em um volume financeiro total de R$ 520.884,90. É relevante observar que o banco de dados ainda não apresenta registros das mínimas e máximas de 52 semanas, sugerindo uma listagem recente ou uma atualização de base. O KCRE11 é um fundo imobiliário gerido pela Kinea Investimentos, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, a Kinea e a Creditas têm trabalhado na expansão da carteira de crédito estruturado para o setor imobiliário residencial.

2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%

Descrição: Na segunda posição, o CLIN11 apresentou uma valorização sólida de R$ 4,32, atingindo o patamar de R$ 94,44. Um ponto peculiar nesta sessão foi a baixa volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima registradas no exato valor do fechamento (R$ 94,44), o que pode indicar uma concentração de ordens no final do pregão ou baixa liquidez em determinados horários. O volume financeiro foi robusto, superando R$ 1,12 milhão, com 11.937 cotas negociadas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 93,83, o ganho percentual de 4,91% coloca o fundo em destaque no setor de recebíveis. O Clave Índices de Preços é um FII que busca retorno através da aquisição de ativos financeiros lastreados no setor imobiliário, principalmente indexados à inflação (IPCA). Uma notícia recente do mercado aponta que a Clave Capital tem focado na diversificação de seus ativos para mitigar riscos de crédito em cenários de juros voláteis.

3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,81 ↑ 3,85%

Descrição: Ocupando o terceiro lugar, o GZIT11 fechou a sessão a R$ 48,81, representando uma alta de R$ 1,81 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 48,81 e a máxima de R$ 49,54, demonstrando uma leve realização de lucros após atingir o pico diário. Foram movimentadas 26.077 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.272.818,37. Assim como os primeiros da lista, os dados de 52 semanas ainda constam como indisponíveis. Este fundo é focado no segmento de shoppings centers e faz parte do braço brasileiro da Gazit-Globe, uma gigante global do setor de varejo. Recentemente, a Gazit Brasil anunciou investimentos na modernização de seus principais ativos em São Paulo para aumentar a taxa de ocupação e o fluxo de consumidores.

4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 38,12 ↑ 2,50%

Descrição: O URPR11, um dos nomes mais conhecidos entre investidores de “High Yield”, registrou alta de 2,50%, fechando a R$ 38,12. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,93. O volume financeiro foi de R$ 1.057.410,68, com 27.739 cotas trocando de mãos. O fundo operou entre a mínima de R$ 37,00 e a máxima de R$ 38,50. Diferente dos ativos anteriores, este possui histórico de 52 semanas, variando entre R$ 30,40 e R$ 54,97, o que indica que o valor atual está em uma zona intermediária de recuperação. O Urca Prime Renda foca em CRIs de projetos imobiliários com taxas de retorno elevadas. A última notícia relevante do fundo envolveu a distribuição de dividendos mensais, que continua sendo o principal atrativo para sua base de cotistas, apesar da volatilidade no valor da cota.

5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%

Descrição: O WHGR11 apresentou um desempenho positivo de 2,49%, encerrando o dia a R$ 9,48. A variação foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,25. O ativo teve baixa amplitude de negociação no dia, com mínima de R$ 9,42 e máxima de R$ 9,48, indicando estabilidade após a subida inicial. Foram negociadas 27.804 cotas, totalizando um volume de R$ 263.581,92. O fundo é gerido pela Wealth High Governance (WHG) e possui uma estratégia híbrida, podendo investir tanto em dívida imobiliária quanto em ativos físicos e outros fundos. Recentemente, a gestora destacou em relatório que o foco atual é a reciclagem de portfólio para capturar ganhos de capital em meio à estabilização das taxas de juros de longo prazo.

6º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 81,00 ↑ 1,49%

Descrição: Com um volume financeiro expressivo de mais de R$ 4 milhões, o VGIP11 fechou a R$ 81,00, uma alta de 1,49%. O ativo variou R$ 1,19 no dia, tendo oscilado entre R$ 79,75 e R$ 81,16. O volume de 49.845 cotas negociadas reflete a boa liquidez do fundo. Olhando para a janela de 52 semanas, o fundo está próximo de sua máxima (R$ 84,86) e bem acima da mínima (R$ 66,65), mostrando uma trajetória de recuperação consistente. O Valora CRI Índice de Preço é um fundo focado em papéis de crédito privado do setor imobiliário, corrigidos majoritariamente pelo IPCA. A gestora Valora Investimentos comunicou recentemente uma movimentação estratégica de venda de ativos no mercado secundário para otimizar o rendimento mensal distribuído aos investidores.

7º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 88,82 ↑ 1,05%

Descrição: O RBRR11 foi o grande destaque em termos de liquidez desta lista, movimentando R$ 31.119.508,12 em um único pregão. O fundo encerrou com alta de 1,05%, cotado a R$ 88,82. A variação nominal foi de R$ 0,92, com o papel atingindo a máxima de R$ 90,25 no dia, que também é sua máxima histórica das últimas 52 semanas. A mínima do dia foi de R$ 87,50. O alto volume de 350.366 cotas negociadas demonstra a confiança institucional no ativo. O RBRR11 é um fundo de “High Grade”, ou seja, investe em recebíveis imobiliários de empresas com excelente nota de crédito. Recentemente, a RBR Asset Management informou ao mercado a conclusão de uma nova alocação em CRIs de grandes redes de varejo, reforçando a segurança do portfólio.

8º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 127,90 ↑ 1,03%

Descrição: O HGRU11, referência no segmento de renda urbana, fechou a R$ 127,90, subindo 1,03%. O valor da cota variou R$ 1,31, operando entre R$ 126,59 e R$ 128,11. O volume financeiro atingiu R$ 4.016.443,70, com 31.403 cotas negociadas. O fundo está operando próximo às suas máximas de 52 semanas (R$ 131,26), distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 103,30 vista no último ano. O Credit Suisse Hedging-Griffo Renda Urbana foca na aquisição de imóveis comerciais para locação, como varejo e educação. A notícia mais quente sobre o fundo é a transação de venda de ativos para o FII SPVJ11, como parte de uma estratégia de desinvestimento e geração de valor extraordinário para o cotista, além da transição de gestão para a Pátria Investimentos.

9º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 142,02 ↑ 0,96%

Descrição: O RCRB11 registrou alta de 0,96%, fechando a R$ 142,02. O fundo teve uma variação de R$ 1,35 e movimentou R$ 465.399,54. Durante o pregão, a cota variou entre R$ 140,63 e R$ 142,27, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 145,17. É um ativo de alto valor nominal por cota, o que reflete seu volume de 3.277 negociações no dia. O Rio Bravo Renda Corporativa é um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais do mercado, com foco em prédios “Triple A” em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, a Rio Bravo anunciou o fechamento de novos contratos de locação que reduziram a vacância física de seu portfólio, impactando positivamente as projeções de dividendos futuros.

10º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 95,48 ↑ 0,90%

Descrição: Fechando o top 10, o ICRI11 encerrou o dia a R$ 95,48, com alta de 0,90%. O ativo variou R$ 0,85 no dia, operando em uma faixa estreita entre R$ 94,66 e R$ 96,77. O volume financeiro foi de pouco mais de R$ 1 milhão, com 11.029 cotas negociadas. O fundo está em seu nível mais alto do ano, superando ligeiramente a máxima de 52 semanas listada na planilha (R$ 96,86) durante o intradia. Este fundo é gerido pelo Itaú Asset Management e investe em ativos de renda fixa de base imobiliária corrigidos pelo IPCA. A notícia recente sobre o ICRI11 refere-se à manutenção de sua política de distribuição linear de dividendos, beneficiando-se da inflação controlada mas resiliente, que favorece a correção dos contratos de sua carteira de CRIs.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RBRX11 R$ 8,50 -2,07%
2 TGAR11 R$ 80,17 -1,15%
3 CCME11 R$ 9,04 -0,88%
4 TEPP11 R$ 9,22 -0,86%
5 JSRE11 R$ 67,11 -0,67%
6 CPSH11 R$ 10,73 -0,65%
7 MANA11 R$ 9,27 -0,64%
8 BPML11 R$ 92,91 -0,63%
9 XPML11 R$ 111,30 -0,63%
10 HABT11 R$ 76,47 -0,62%

1º – RBR PLUS MULTIESTRATEGIA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,50 ↓ 2,07%

Descrição: O fundo RBRX11 liderou as baixas do dia com um recuo expressivo de 2,07%. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 8,50, após uma abertura que sugeria estabilidade em relação ao fechamento anterior de R$ 8,68. Durante o pregão, o fundo testou a mínima de R$ 8,47 e alcançou a máxima de R$ 8,51, demonstrando uma volatilidade controlada dentro de uma tendência vendedora. O volume de negociação foi robusto, com 1.093.400 cotas trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 9.293.900,00. Este volume elevado em um dia de queda pode indicar uma realização de lucros ou ajuste de posição por grandes players. A ausência de dados históricos de 52 semanas na tabela sugere uma listagem recente ou reestruturação.

A RBR Asset Management é a gestora por trás deste FII, focando em uma estratégia multiestratégia que busca oportunidades em diferentes segmentos do setor imobiliário, como CRIs e outros fundos. Recentemente, a gestora anunciou a conclusão de uma nova emissão de cotas para reforçar o caixa e aproveitar oportunidades em ativos de crédito.

2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 80,17 ↓ 1,15%

Descrição: O TGAR11 apresentou uma desvalorização de 1,15%, fechando o dia a R$ 80,17. O fundo operou entre a mínima de R$ 79,92 e a máxima de R$ 80,98, mostrando que o preço de fechamento ficou próximo do piso do dia. Com 103.023 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 8.259.353,91, o fundo mantém uma liquidez relevante no mercado secundário. Comparando com seu histórico de 52 semanas, o valor atual está distante da máxima de R$ 93,64, mas confortavelmente acima da mínima de R$ 67,21. A queda nominal de R$ 0,93 em relação ao fechamento anterior (R$ 81,10) reflete o sentimento cauteloso dos investidores.

O TGAR11 é gerido pela TG Core e foca no desenvolvimento imobiliário e renda, investindo em equity de loteamentos e incorporações. A última notícia relevante da empresa envolve a distribuição de dividendos acima da média do setor, o que continua atraindo investidores focados em renda passiva.

3º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,04 ↓ 0,88%

Descrição: O CCME11 registrou uma variação negativa de 0,88%, encerrando o pregão a R$ 9,04. O ativo demonstrou baixa amplitude de negociação, variando apenas entre R$ 9,02 e R$ 9,15. O volume de ações foi de 29.430, resultando em um montante financeiro de R$ 266.047,20, o que caracteriza uma liquidez mais reduzida em comparação aos líderes da lista. O fechamento anterior foi de R$ 9,12. Observando o horizonte de um ano, o fundo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 9,65), indicando que, apesar da queda diária de R$ 0,08, o ativo sustenta um patamar de preço elevado em relação à sua mínima de R$ 6,91.

Este fundo é gerido pela Canuma Capital e possui um mandato flexível para investir em diversos ativos imobiliários. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado uma atualização em seu portfólio de CRIs, visando melhorar o carrego das operações indexadas à inflação.

4º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 9,22 ↓ 0,86%

Descrição: O fundo TEPP11 fechou a sessão com queda de 0,86%, sendo negociado a R$ 9,22. O ativo teve uma movimentação intensa de 367.451 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 3.387.898,22. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 9,20 e a máxima de R$ 9,35. Um ponto de atenção é que a máxima do dia (R$ 9,35) tocou exatamente a máxima das últimas 52 semanas, mas o fundo não conseguiu sustentar o nível, recuando para fechar abaixo do valor de abertura e do fechamento anterior de R$ 9,30. A variação nominal foi de R$ 0,08 negativos por cota.

O TEPP11 foca em lajes corporativas de alto padrão, principalmente em eixos comerciais consolidados de São Paulo. A última notícia da gestora SDI Gestão refere-se à redução da vacância em um de seus principais imóveis no Itaim Bibi, elevando as projeções de rendimentos futuros.

5º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 67,11 ↓ 0,67%

Descrição: O JSRE11 encerrou o dia em queda de 0,67%, com cotação final de R$ 67,11. O fundo apresentou uma variação nominal de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior de R$ 67,56. O volume negociado foi de 25.633 cotas, totalizando R$ 1.720.230,63. O ativo teve uma oscilação contida, com mínima de R$ 67,00 e máxima de R$ 67,56. Interessante notar que o valor de fechamento está significativamente abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 70,40), aproximando-se mais da mínima do período (R$ 50,66), o que pode sinalizar uma pressão vendedora persistente no curto prazo para este fundo de lajes corporativas.

Gerido pelo Banco Safra, o JSRE11 é um dos fundos mais tradicionais de escritórios. A última notícia do fundo destaca a renegociação de contratos de aluguel de grandes inquilinos, visando garantir a previsibilidade do fluxo de caixa para os próximos semestres.

6º – SHOPPINGS AAA FDO DE INV IMOB (CPSH11) | R$ 10,73 ↓ 0,65%

Descrição: O CPSH11 recuou 0,65% no pregão, fechando a R$ 10,73. O fundo teve um volume de 236.180 cotas transacionadas, somando R$ 2.534.211,40 em volume financeiro. O ativo trabalhou em uma faixa estreita, entre R$ 10,70 e R$ 10,79. Comparado ao fechamento anterior de R$ 10,80, a queda foi de R$ 0,07 por cota. O preço atual situa-se muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 10,93), o que demonstra que a tendência de longo prazo permanece sólida, apesar do ajuste pontual ocorrido nesta sessão. A mínima do ano está registrada em R$ 7,48, mostrando uma valorização acumulada expressiva.

Este fundo investe em participações de shoppings voltados para o público de alta renda. Recentemente, o CPSH11 divulgou resultados operacionais recordes de vendas por metro quadrado em suas propriedades, impulsionados pela retomada do consumo de luxo.

7º – MANATI CAP HEDGE FUND FII CEF (MANA11) | R$ 9,27 ↓ 0,64%

Descrição: O fundo MANA11 registrou queda de 0,64%, com o preço da cota fixado em R$ 9,27 ao final do dia. Foram negociadas 225.781 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 2.092.989,87. O comportamento do ativo foi de estabilidade negativa, já que a mínima do dia coincidiu com o preço de fechamento (R$ 9,27), enquanto a máxima não ultrapassou R$ 9,34. O valor anterior de fechamento era de R$ 9,33. Em termos anuais, o fundo se mantém resiliente, operando acima da mínima de R$ 6,84 e próximo da máxima de R$ 9,37, indicando que a queda de R$ 0,06 hoje é um movimento técnico de correção.

O MANA11 é um Hedge Fund gerido pela Manatí Capital, buscando ganhos através de uma carteira diversificada de CRIs, FIIs e outros ativos. A última notícia relevante foi o aumento sistemático no número de cotistas, ultrapassando a marca de 50 mil investidores.

8º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 92,91 ↓ 0,63%

Descrição: O BPML11 apresentou um recuo de 0,63%, fechando a R$ 92,91. O fundo teve uma liquidez baixa na sessão, com apenas 4.917 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 456.838,47. A variação nominal foi de R$ 0,59 negativos frente ao fechamento anterior de R$ 93,50. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 92,76 e a máxima de R$ 93,60. Apesar da baixa liquidez do dia, o fundo mantém-se estável em relação ao seu histórico anual, com a mínima de 52 semanas em R$ 59,89 e a máxima em R$ 95,71, mostrando-se como um ativo de menor volatilidade diária.

Gerido pelo BTG Pactual, o fundo possui participações em diversos shoppings centers pelo Brasil. Recentemente, a notícia de que o fundo concluiu a venda de uma participação minoritária em um shopping no interior de São Paulo trouxe otimismo sobre a reciclagem de portfólio.

9º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 111,30 ↓ 0,63%

Descrição: O XPML11, um dos gigantes do setor de shoppings, caiu 0,63% e fechou a R$ 111,30. O volume financeiro foi o maior da lista, totalizando expressivos R$ 26.828.085,90, com 241.043 cotas negociadas. O fundo abriu e operou com máxima de R$ 112,20, mas perdeu força ao longo do dia, atingindo a mínima de R$ 111,20. A variação nominal foi de R$ 0,70. O preço de fechamento atual é exatamente o valor da máxima de 52 semanas reportado, o que sugere um teste de resistência importante para o ativo, que já valorizou muito desde sua mínima de R$ 86,20.

A XP Asset Management gere este fundo, que possui um portfólio robusto de shoppings dominantes. A última notícia de impacto foi o anúncio de uma nova e grande oferta pública (follow-on) para captar recursos destinados à aquisição de novos ativos em capitais brasileiras.

10º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 76,47 ↓ 0,62%

Descrição: O HABT11 encerrou a lista de maiores baixas com queda de 0,62%, cotado a R$ 76,47. Com um volume financeiro de R$ 2.139.936,48 e 27.984 cotas negociadas, o fundo teve uma sessão de movimentação moderada. O ativo variou entre a mínima de R$ 76,33 e a máxima de R$ 77,25, fechando abaixo do valor anterior de R$ 76,95. A queda nominal foi de R$ 0,48. No contexto anual, o fundo demonstra estabilidade, operando entre a mínima de R$ 64,25 e a máxima de R$ 79,10, indicando que o preço atual está consolidado na parte superior da banda de negociação histórica.

O HABT11 é focado em CRIs de projetos imobiliários (papel), sob gestão da Habitat Capital Partners. A última notícia do fundo destaca o pagamento de dividendos consistentes, mantendo um Dividend Yield atrativo mesmo diante da volatilidade dos índices de inflação.

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