Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 24/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 IRBR3 R$ 64,24 7,25%
2 VAMO3 R$ 4,83 6,62%
3 SMTO3 R$ 17,46 6,40%
4 NATU3 R$ 9,98 6,40%
5 YDUQ3 R$ 13,96 6,16%
6 ASAI3 R$ 9,84 6,15%
7 VIVA3 R$ 31,90 5,45%
8 MBRF3 R$ 20,57 5,33%
9 RAIL3 R$ 17,34 3,89%
10 PCAR3 R$ 3,12 3,65%

1º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 64,24 ↑ 7,25%

Descrição: O IRB-Brasil (IRBR3) liderou o ranking de valorização no pregão, encerrando o dia cotado a R$ 64,24. A companhia demonstrou uma performance robusta com uma variação positiva de R$ 4,34, o que representa uma alta de 7,25% em relação ao fechamento anterior de R$ 59,90. Durante a sessão, o ativo flutuou entre a mínima de R$ 59,90 e a máxima de R$ 64,45, sinalizando uma forte pressão compradora, já que o fechamento ocorreu muito próximo ao topo do dia. O volume de ações negociadas atingiu 1.505.600 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 96.719.744,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está em seu patamar máximo (R$ 64,45), recuperando-se significativamente de sua mínima anual de R$ 42,58. Este movimento sugere uma renovação de confiança do mercado no plano de reestruturação da maior resseguradora do país.

A IRB-Brasil Resseguros S.A. é a líder no setor de resseguros no Brasil, atuando na aceitação de riscos transferidos por seguradoras. Recentemente, a empresa tem focado na melhoria de seus índices de sinistralidade e na subscrição de riscos mais rentáveis para recuperar suas margens operacionais.


2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,83 ↑ 6,62%

Descrição: A Vamos (VAMO3) registrou a segunda maior alta do dia, fechando em R$ 4,83. O ativo apresentou um crescimento de R$ 0,30, equivalente a 6,62%. O volume de negociação foi expressivo, com 17.910.400 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 86.507.232,00. A ação abriu o dia testando a mínima de R$ 4,53, que coincidia com o fechamento anterior, e escalou até a máxima de R$ 4,94. Apesar da alta expressiva no dia, o papel ainda opera distante da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 5,29, mas mostra fôlego ao se afastar da mínima anual de R$ 2,75. O desempenho de hoje reflete um otimismo setorial quanto à demanda por locação de bens de capital.

A Vamos é uma empresa do Grupo Simpar e atua como líder no setor de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas no Brasil. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede de concessionárias e novos contratos de longo prazo no agronegócio e logística.


3º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 17,46 ↑ 6,40%

Descrição: A São Martinho (SMTO3) encerrou a sessão com uma valorização de 6,40%, sendo negociada a R$ 17,46. O incremento nominal foi de R$ 1,05 por ação. O volume de papéis negociados foi de 3.396.400, gerando um montante financeiro de R$ 59.301.144,00. A oscilação intradiária foi estreita, com mínima de R$ 16,40 e máxima de R$ 17,49, demonstrando que o ativo manteve uma trajetória ascendente consistente ao longo do dia, fechando muito próximo da máxima. Comparado ao intervalo de 52 semanas, o preço atual de R$ 17,46 situa-se em um ponto intermediário, distante da mínima de R$ 12,91, mas ainda com espaço para atingir a máxima anual de R$ 22,29. O setor sucroenergético parece reagir favoravelmente aos preços das commodities.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, processando cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Uma notícia recente relevante para a empresa envolve o aumento da mistura de etanol na gasolina, o que pode impulsionar a demanda interna pelos seus produtos.


4º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,98 ↑ 6,40%

Descrição: As ações da Natura (NATU3) apresentaram um desempenho sólido, fechando o pregão a R$ 9,98, o que representa uma alta de 6,40% ou R$ 0,60 em termos nominais. A movimentação financeira foi uma das maiores do grupo analisado, alcançando R$ 119.703.114,00, com 11.994.300 ações negociadas. O ativo iniciou o dia na mínima de R$ 9,38, coincidindo com o fechamento anterior, e atingiu a máxima de R$ 9,98 justamente no fechamento, indicando uma pressão compradora forte até o último minuto. No acumulado de 52 semanas, a Natura transita entre a mínima de R$ 7,13 e a máxima de R$ 14,05, mostrando que o papel busca recuperação após um período de volatilidade devido à sua reestruturação organizacional global.

A Natura &Co é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene pessoal, conhecida por sua estratégia focada em sustentabilidade. Recentemente, o mercado tem reagido positivamente às notícias sobre a simplificação de sua estrutura operacional e a venda de ativos não essenciais para redução de dívida.


5º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,96 ↑ 6,16%

Descrição: A YDUQS (YDUQ3), gigante do setor educacional, registrou uma valorização de 6,16%, fechando o dia cotada a R$ 13,96. A variação positiva foi de R$ 0,81 por papel. Com um volume de 3.001.100 ações, a empresa movimentou R$ 41.895.356,00 no mercado. Durante o pregão, o ativo registrou a mínima de R$ 13,20 e a máxima de R$ 14,06. O fechamento atual mostra que a ação está bem posicionada em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 9,26), embora ainda precise de fôlego para alcançar o pico anual de R$ 16,99. O setor de educação tem sido beneficiado por expectativas de novos incentivos governamentais e melhora no ticket médio das mensalidades.

A YDUQS é uma das maiores organizações educacionais do Brasil, detentora de marcas como Estácio e Ibmec. Notícias recentes indicam que a empresa está investindo pesado na expansão de seus cursos de medicina, que possuem margens mais elevadas e alta demanda.


6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,84 ↑ 6,15%

Descrição: As ações do Assaí Atacadista (ASAI3) fecharam a R$ 9,84, registrando uma alta de 6,15%. O ganho por ação foi de R$ 0,57 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,27. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 126.783.480,00, com a negociação de 12.884.500 papéis. O ativo flutuou entre R$ 9,29 (mínima) e R$ 9,87 (máxima). No panorama de um ano, a ação mostra recuperação frente à mínima de R$ 6,19, mas permanece abaixo da máxima de R$ 11,88. A performance de hoje reflete o apetite dos investidores pelo setor de varejo alimentar (atacarejo), que se mostra resiliente mesmo em cenários de inflação persistente e juros elevados.

O Assaí Atacadista é uma das maiores redes de atacado de autosserviço do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até consumidores finais. Recentemente, a empresa concluiu a conversão de diversos pontos comerciais de hipermercados, o que tem acelerado o crescimento de sua receita bruta.


7º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 31,90 ↑ 5,45%

Descrição: A Vivara (VIVA3) encerrou o dia com uma alta de 5,45%, cotada a R$ 31,90. O avanço foi de R$ 1,65 por ação. O volume negociado foi substancial, atingindo R$ 135.310.230,00, fruto da movimentação de 4.241.700 ações. A mínima registrada foi de R$ 30,16 e a máxima de R$ 32,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, a Vivara demonstra uma das melhores recuperações do varejo de luxo, operando próxima de sua máxima anual de R$ 35,89 e muito acima da mínima de R$ 15,44. O mercado de joias continua a mostrar força, impulsionado pela resiliência do consumo de alta renda e pela expansão física das lojas da marca Life.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma trajetória de mais de 60 anos no mercado. A última notícia relevante da companhia refere-se à manutenção de seu plano de expansão agressivo, com a abertura de dezenas de novas lojas para consolidar sua liderança.


8º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 20,57 ↑ 5,33%

Descrição: A Marfrig (MBRF3) apresentou um volume financeiro impressionante de R$ 456.705.425,00, o maior entre as dez ações analisadas. O papel fechou a R$ 20,57, uma valorização de 5,33% ou R$ 1,04. Foram negociadas 22.202.500 ações. O ativo teve mínima de R$ 19,49 e máxima de R$ 20,81. Na janela de 52 semanas, a Marfrig vive um momento positivo, aproximando-se da máxima de R$ 26,83, após ter tocado a mínima de R$ 11,97. Este movimento de alta é frequentemente associado ao ciclo do gado e ao desempenho das exportações de proteína animal, além da consolidação dos resultados de suas subsidiárias internacionais, como a National Beef.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e uma das principais produtoras de hambúrgueres. Recentemente, a empresa aumentou sua participação acionária na BRF, buscando sinergias operacionais e comerciais entre as duas gigantes do setor de alimentos.


9º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 17,34 ↑ 3,89%

Descrição: As ações da Rumo (RAIL3) fecharam em R$ 17,34, com uma alta de 3,89%, o que representa um ganho nominal de R$ 0,65. O volume financeiro movimentado foi de R$ 276.578.202,00, com 15.950.300 papéis negociados. O ativo variou entre a mínima de R$ 16,77 e a máxima de R$ 17,40. No período de 52 semanas, a Rumo transita entre R$ 13,31 e R$ 19,68. O desempenho reflete a importância logística da companhia para o escoamento da safra brasileira, sendo um termômetro direto da saúde do agronegócio e da eficiência da malha ferroviária nacional, especialmente no corredor Mato Grosso-Santos.

A Rumo S.A. é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil, controlada pelo grupo Cosan. Notícias recentes destacam o progresso nas obras da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, que deve ampliar significativamente a capacidade de transporte de grãos da companhia.


10º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,12 ↑ 3,65%

Descrição: Fechando a lista das maiores altas, o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou valorização de 3,65%, encerrando a R$ 3,12. O aumento foi de R$ 0,11 por ação. Com um volume de 7.401.600 papéis, a movimentação financeira totalizou R$ 23.092.992,00. O ativo operou entre a mínima de R$ 3,03 e a máxima de R$ 3,15. Apesar da alta do dia, o papel ainda enfrenta desafios, operando muito abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 4,95), mas acima da mínima de R$ 2,35. O mercado segue monitorando de perto os esforços de desalavancagem da companhia e os impactos da separação definitiva de seus ativos internacionais, como o Éxito.

A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) atua no varejo alimentar sob bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Uma notícia recente importante foi a conclusão de aumentos de capital e a venda de participações em ativos imobiliários para reduzir seu endividamento líquido.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BEEF3 R$ 5,39 -4,43%
2 CVCB3 R$ 2,37 -2,47%
3 GOAU4 R$ 9,50 -2,46%
4 GGBR4 R$ 21,14 -2,17%
5 MGLU3 R$ 10,15 -2,12%
6 WEGE3 R$ 51,32 -1,25%
7 RADL3 R$ 25,79 -0,81%
8 RDOR3 R$ 43,23 -0,76%
9 CSNA3 R$ 8,53 0,00%
10 AZUL54 R$ 72,50 0,00%

1º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 5,39 ↓ 4,43%

Descrição: A Minerva S.A. (BEEF3) encerrou a sessão com uma queda expressiva de 4,43%, cotada a R$ 5,39, figurando como uma das maiores baixas do dia. O ativo apresentou uma volatilidade considerável, com a mínima atingindo R$ 5,25 e a máxima chegando a R$ 5,56. O volume de ações negociadas foi robusto, totalizando 41.714.800 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 224.842.772,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 5,64, a variação nominal foi de uma redução de R$ 0,25. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que o preço atual está mais próximo da mínima do período (R$ 3,65) do que da máxima (R$ 7,37), sinalizando um momento de pressão vendedora para a gigante do setor de proteínas. O volume negociado reforça a liquidez do papel, mesmo em um cenário de correção acentuada.

A Minerva é uma das líderes na América do Sul na exportação de carne bovina in natura e seus derivados, operando com foco estratégico no mercado externo. Recentemente, a empresa esteve sob os holofotes do mercado devido à conclusão da aquisição de plantas da Marfrig, um movimento estratégico que visa consolidar sua liderança e expandir sua capacidade produtiva no continente.


2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,37 ↓ 2,47%

Descrição: As ações da CVC Brasil (CVCB3) registraram recuo de 2,47% no pregão, sendo comercializadas a R$ 2,37. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 2,33 e a máxima de R$ 2,46. Com um volume de 16.439.900 ações negociadas, a movimentação financeira alcançou R$ 38.962.563,00. O fechamento anterior havia sido de R$ 2,43, representando uma perda nominal de R$ 0,06 por cota. No intervalo das últimas 52 semanas, a CVCB3 transitou entre a mínima de R$ 1,64 e a máxima de R$ 2,79. O desempenho reflete a sensibilidade do setor de turismo às variações macroeconômicas e à percepção de risco dos investidores quanto ao consumo cíclico das famílias, mantendo o ativo em uma faixa de preço comprimida em relação aos seus picos históricos de anos anteriores.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país, atuando em diversos segmentos de viagens de lazer e corporativas. Em notícias recentes, a empresa anunciou um plano de otimização de sua estrutura de capital e foco na retomada da rentabilidade operacional através de novas parcerias tecnológicas e redução de custos fixos.


3º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,50 ↓ 2,46%

Descrição: A Metalúrgica Gerdau (GOAU4) apresentou desvalorização de 2,46%, fechando o dia a R$ 9,50. O ativo registrou variação entre a mínima de R$ 9,33 e a máxima de R$ 9,69, com um volume de negociação de 16.778.000 ações. O volume financeiro movimentado foi de R$ 159.391.000,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,74, houve um decréscimo de R$ 0,24. No acumulado de 52 semanas, a cotação flutuou entre R$ 5,55 e R$ 10,68. O preço atual demonstra que a holding ainda se sustenta próxima dos patamares mais elevados do último ano, apesar da correção diária. O comportamento do papel costuma acompanhar de perto os preços internacionais do aço e a demanda por infraestrutura e construção civil, setores que ditam o ritmo de ganhos da companhia e influenciam diretamente o sentimento do investidor.

A Metalúrgica Gerdau é a holding que controla a Gerdau S.A., possuindo participação majoritária na produtora de aço. Recentemente, a empresa destacou-se por sua política de distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), mantendo o compromisso de gerar valor para os acionistas mesmo em períodos de volatilidade no mercado de commodities.


4º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,14 ↓ 2,17%

Descrição: As ações preferenciais da Gerdau S.A. (GGBR4) encerraram o dia com queda de 2,17%, atingindo o valor de R$ 21,14. A movimentação diária variou entre R$ 20,67 e R$ 21,54. O volume de papéis negociados foi de 22.239.500, gerando um expressivo volume financeiro de R$ 470.143.030,00, um dos maiores da amostra. O fechamento anterior foi de R$ 21,61, o que indica uma redução nominal de R$ 0,47. Observando a janela de 52 semanas, o ativo operou entre a mínima de R$ 13,33 e a máxima de R$ 24,08. A queda no dia pode ser atribuída a ajustes técnicos no setor de siderurgia e mineração. O volume negociado sugere uma forte liquidez, permitindo que grandes investidores institucionais ajustem suas posições sem causar distorções excessivas, embora a tendência de curto prazo tenha sido descendente.

A Gerdau S.A. é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas. Em notícia recente, a companhia reafirmou seu investimento em práticas de descarbonização e produção de aço verde, buscando se adequar aos novos padrões globais de sustentabilidade (ESG).


5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,15 ↓ 2,12%

Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) encerrou a sessão cotado a R$ 10,15, uma queda de 2,12% em relação ao fechamento anterior de R$ 10,37. A ação oscilou entre a mínima de R$ 10,10 e a máxima de R$ 10,54 durante o pregão. Foram negociadas 18.228.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 185.023.335,00. No contexto das últimas 52 semanas, o papel variou entre R$ 6,21 e R$ 11,55. Note-se que, após o grupamento de ações realizado anteriormente, o ativo busca estabilidade acima do patamar de R$ 10,00. A desvalorização diária de R$ 0,22 reflete o cenário de cautela no varejo nacional, impactado pelas taxas de juros e pela expectativa de inflação, que afetam diretamente o poder de compra e o custo de crédito para o consumidor final, principais motores do Magalu.

O Magazine Luiza é uma das maiores varejistas do Brasil, operando de forma multicanal com lojas físicas e uma robusta plataforma de e-commerce. A última notícia relevante da empresa envolveu a parceria estratégica com o AliExpress para a venda de produtos internacionais em seu marketplace, visando aumentar o sortimento e a competitividade.


6º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 51,32 ↓ 1,25%

Descrição: As ações da WEG S.A. (WEGE3) fecharam em queda moderada de 1,25%, valendo R$ 51,32. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 51,23 e a máxima de R$ 52,21. Com um volume de 10.076.000 ações, o montante financeiro negociado foi o mais alto da lista, atingindo R$ 517.100.320,00. O fechamento anterior estava em R$ 51,97, representando uma variação nominal de R$ 0,65. No período de 52 semanas, o ativo demonstrou grande resiliência, variando entre a mínima de R$ 33,92 e a máxima de R$ 54,53. A proximidade com o topo histórico reforça a tese de que a WEG é vista como uma “queridinha” do mercado por sua eficiência operacional e diversificação geográfica, embora tenha sofrido uma leve realização de lucros na data de hoje pelos investidores.

A WEG é uma multinacional brasileira fabricante de equipamentos eletroeletrônicos, sendo referência mundial em motores elétricos e soluções de energia renovável. Recentemente, a empresa anunciou a aquisição da unidade de sistemas de armazenamento de energia em baterias da norte-americana Regal Rexnord, visando expandir sua presença no mercado de energia limpa.


7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 25,79 ↓ 0,81%

Descrição: A Raia Drogasil (RADL3) registrou uma queda leve de 0,81%, encerrando a R$ 25,79. Durante o dia, o papel atingiu a mínima de R$ 25,45 e a máxima de R$ 26,21. O volume de ações transacionadas foi de 6.442.300, totalizando R$ 166.146.917,00 em volume financeiro. Comparado ao fechamento anterior de R$ 26,00, a perda foi de apenas R$ 0,21. Nas últimas 52 semanas, a ação transitou entre a mínima de R$ 12,67 e a máxima de R$ 27,42. O desempenho de hoje mostra uma estabilidade relativa em um setor defensivo como o farmacêutico. A empresa mantém-se resiliente e próxima de suas máximas anuais, o que indica uma confiança contínua do investidor em sua capacidade de expansão e manutenção de margens em um mercado resiliente ao consumo.

A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do Brasil, fruto da fusão entre a Droga Raia e a Drogasil. A companhia tem focado na digitalização de sua base de clientes e em serviços de saúde preventivos; a última notícia de destaque foi a expansão de seu programa de fidelidade e o crescimento constante de suas vendas em canais digitais.


8º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 43,23 ↓ 0,76%

Descrição: As ações da Rede D’Or (RDOR3) fecharam o dia com uma variação negativa de 0,76%, sendo cotadas a R$ 43,23. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 43,20 e a máxima de R$ 44,45. O volume de negociação foi de 5.857.700 ações, gerando um volume financeiro de R$ 253.228.371,00. O fechamento anterior foi de R$ 43,56, configurando uma redução de R$ 0,33 por ação. No intervalo de 52 semanas, o papel flutuou entre a mínima de R$ 23,62 e a máxima de R$ 45,38. Assim como outros ativos de alta qualidade nesta lista, a Rede D’Or opera próxima de seu teto anual, o que demonstra uma recuperação sólida ao longo dos últimos meses, sustentada pela consolidação de sua rede hospitalar e integração de aquisições recentes.

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede hospitalar privada do Brasil, operando também no segmento de seguros com a SulAmérica. Recentemente, a empresa reportou um crescimento saudável em sua taxa de ocupação hospitalar e avanços na integração das operações de saúde e seguros para otimizar a jornada do paciente.


9º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 8,53 (Estabilidade)

Descrição: A Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) apresentou estabilidade no pregão, fechando a R$ 8,53, sem variação percentual em relação ao fechamento anterior, que também foi de R$ 8,53. A ação oscilou entre a mínima de R$ 8,50 e a máxima de R$ 8,71 ao longo do dia. O volume de negociação registrou 11.217.000 ações, resultando em um movimento financeiro de R$ 95.681.010,00. Nas últimas 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 6,72 e a máxima foi de R$ 11,32. A falta de variação no fechamento indica um equilíbrio momentâneo entre forças compradoras e vendedoras, o que é comum em dias de incerteza no setor de mineração e siderurgia, onde os investidores aguardam sinais mais claros sobre os preços do minério de ferro e a demanda internacional.

A CSN é um complexo siderúrgico integrado que atua em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Em notícias recentes, o mercado tem monitorado as discussões sobre a possível venda de uma fatia de sua unidade de mineração (CSN Mineração) ou a abertura de capital de outras subsidiárias para desalavancagem financeira.


10º – Azul S.A. (AZUL4) | R$ 72,50 (Estabilidade)

Descrição: As ações da Azul S.A. (AZUL4) também fecharam o dia em estabilidade, mantendo o preço de R$ 72,50, o mesmo valor do fechamento anterior. Curiosamente, os dados mostram uma oscilação atípica no dia, com mínima de R$ 55,00 e máxima de R$ 78,50, indicando alta volatilidade intradia. O volume de ações foi de 3.051.230, gerando R$ 221.214.175,00 em negócios. No acumulado das últimas 52 semanas, a máxima registrada foi de R$ 6.500,00 (valor que sugere um ajuste histórico ou anomalia nos dados brutos a serem verificados). Apesar da estabilidade no fechamento de hoje, o ativo é conhecido por sua sensibilidade ao preço do querosene de aviação e à variação do dólar, fatores que ditam a rentabilidade da companhia aérea no mercado doméstico e internacional.

A Azul S.A. é uma das principais companhias aéreas do Brasil, destacando-se pela conectividade regional e serviços de logística (Azul Cargo). Recentemente, a empresa anunciou a renegociação de suas dívidas com arrendadores de aeronaves, o que trouxe um alívio temporário ao seu fluxo de caixa e foi bem recebido pelo mercado.

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