Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 25/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 USIM5 R$ 6,79 0,04%
2 BRAP4 R$ 25,30 0,03%
3 VALE3 R$ 90,30 0,03%
4 SBSP3 R$ 156,73 0,02%
5 CMIN3 R$ 5,50 0,02%
6 BBAS3 R$ 27,57 0,02%
7 CMIG4 R$ 12,31 0,01%
8 AXIA3 R$ 62,08 0,01%
9 BPAC11 R$ 61,82 0,01%
10 KLBN11 R$ 20,54 0,01%

1º – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,79 ↑ 3,98%

Descrição: A Usiminas liderou o ranking de valorização com um fechamento de R$ 6,79, apresentando uma variação positiva de R$ 0,26. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 6,52 e máxima de R$ 6,81, evidenciando uma pressão compradora que empurrou o preço para próximo do topo do dia. O volume de ações negociadas atingiu 11.669.200 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 79.233.868,00. No contexto das últimas 52 semanas, a ação opera em um patamar intermediário, considerando sua mínima de R$ 3,90 e máxima de R$ 7,15. O fechamento anterior de R$ 6,53 serviu como suporte para o movimento de alta observado hoje. Este desempenho reflete uma recuperação setorial ou reação a indicadores macroeconômicos favoráveis ao setor siderúrgico no curto prazo.

A Usiminas é uma das maiores produtoras de aço plano do Brasil, com forte atuação nos setores automotivo e de infraestrutura. Recentemente, a empresa concluiu a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, um investimento bilionário que visa aumentar a eficiência operacional e reduzir custos a longo prazo.

2º – BRADESPAR S.A (BRAP4) | R$ 25,30 ↑ 3,35%

Descrição: A Bradespar encerrou o dia cotada a R$ 25,30, registrando uma alta de R$ 0,82 em relação ao fechamento anterior de R$ 24,48. O papel movimentou um volume expressivo de R$ 108.445.920,00, com 4.286.400 ações trocando de mãos. A variação percentual de 3,35% posicionou a empresa no segundo lugar do ranking. Observando os extremos do dia, o ativo tocou a mínima de R$ 24,69 e a máxima de R$ 25,36, muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 25,46), o que indica um forte otimismo do mercado. A mínima anual de R$ 13,28 mostra que o papel atravessa um ciclo de valorização robusto. Este movimento costuma estar atrelado à performance da Vale, principal ativo da holding.

A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação relevante na Vale S.A., sendo sua principal fonte de receita e valorização. Recentemente, o conselho da empresa aprovou a distribuição de dividendos intercalares, atraindo investidores focados em renda passiva.

3º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 90,30 ↑ 2,93%

Descrição: A Vale S.A. apresentou a maior liquidez do grupo analisado, com um volume negociado impressionante de R$ 2.360.342.670,00. O papel fechou a R$ 90,30, uma elevação de R$ 2,57 sobre o fechamento de R$ 87,73. Foram negociadas 26.138.900 ações durante a sessão. A máxima do dia foi de R$ 90,33, quase atingindo o fechamento, enquanto a mínima ficou em R$ 88,51. Ao analisar o histórico de 52 semanas, a VALE3 se aproxima de sua máxima de R$ 91,62, distanciando-se significativamente da mínima de R$ 44,77. A variação de 2,93% confirma a força da mineradora no índice, impulsionada possivelmente pela valorização do minério de ferro no mercado internacional e pela demanda chinesa.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder global na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia relevante da companhia envolve a renovação antecipada de suas concessões ferroviárias e o foco estratégico na produção de “ferro premium” para redução de emissões de carbono.

4º – COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SBSP3) | R$ 156,73 ↑ 1,77%

Descrição: As ações da Sabesp fecharam em R$ 156,73, com um ganho de R$ 2,73 por papel. O volume financeiro movimentado foi de R$ 348.144.349,00, originado da negociação de 2.221.300 ações. O título atingiu hoje sua máxima histórica em 52 semanas, chegando a R$ 157,42, o que demonstra uma tendência de alta sólida em comparação com a mínima de R$ 85,66 no período. O fechamento anterior foi de R$ 154,00, e o preço médio do dia sustentou-se acima de R$ 154,11. A variação percentual de 1,77% reflete a confiança dos investidores na gestão da companhia e nas expectativas futuras de eficiência operacional após processos de desestatização.

A Sabesp presta serviços de saneamento básico no estado de São Paulo, sendo uma das maiores empresas do setor no mundo por população atendida. Notícias recentes destacam o avanço do processo de privatização da companhia, que tem atraído o interesse de grandes fundos de investimento globais.

5º – CSN MINERAÇÃO S.A. (CMIN3) | R$ 5,50 ↑ 1,66%

Descrição: A CSN Mineração registrou um fechamento de R$ 5,50, representando uma valorização de 1,66% ou R$ 0,09 nominalmente. O volume de negócios somou R$ 47.076.150,00, com 8.559.300 ações transacionadas. A estabilidade foi a marca do dia, com mínima de R$ 5,44 e máxima de R$ 5,55. O papel está posicionado próximo à média de sua amplitude anual, cuja mínima foi de R$ 4,55 e a máxima de R$ 6,56. O fechamento de ontem em R$ 5,41 serviu de base para a ascensão moderada de hoje. O volume financeiro, embora menor que o de sua controladora, demonstra liquidez adequada para o perfil do ativo no mercado secundário.

A CSN Mineração é a subsidiária de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional, focada na extração e comercialização de minério de ferro. A empresa anunciou recentemente planos de expansão para a mina de Casa de Pedra, visando aumentar sua capacidade de produção anual.

6º – BANCO DO BRASIL S.A. (BBAS3) | R$ 27,57 ↑ 1,66%

Descrição: O Banco do Brasil apresentou um fechamento de R$ 27,57, com variação positiva de R$ 0,45 (1,66%). O volume de ações foi o maior do ranking em termos de quantidade, com 27.100.200 papéis negociados, gerando um montante de R$ 747.152.514,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 27,28 e a máxima de R$ 27,81 durante o dia. Comparado ao histórico de 52 semanas (mínima de R$ 17,88 e máxima de R$ 29,10), o BBAS3 mantém-se em patamares elevados, refletindo bons resultados trimestrais. O fechamento anterior foi de R$ 27,12, indicando que a abertura já ocorreu em patamar superior, mantendo o ímpeto durante a sessão.

O Banco do Brasil é a instituição financeira mais antiga do país, com forte atuação no agronegócio e no crédito comercial. Ultimamente, o banco reportou um lucro líquido recorde, impulsionado pela margem financeira e pelo controle de inadimplência, consolidando sua posição entre os bancos mais eficientes do país.

7º – COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS – CEMIG (CMIG4) | R$ 12,31 ↑ 1,15%

Descrição: A Cemig encerrou a sessão a R$ 12,31, alta de R$ 0,14 em relação ao fechamento de R$ 12,17. Foram negociadas 11.133.000 ações, totalizando R$ 137.047.230,00 em volume financeiro. Durante o pregão, o papel atingiu a máxima de R$ 12,44, que coincide exatamente com a sua máxima de 52 semanas, sinalizando um momento de “rompimento” técnico importante. A mínima do dia foi de R$ 12,10. O ativo demonstra resiliência e crescimento constante quando olhamos para a mínima anual de R$ 8,57. A valorização de 1,15% posiciona a Cemig como um dos destaques do setor elétrico no dia, atraindo investidores que buscam dividendos e estabilidade.

A Cemig é uma das principais concessionárias de energia elétrica do Brasil, atuando em geração, transmissão e distribuição. A notícia mais recente da empresa refere-se à venda de ativos não estratégicos para focar em seu core business e reduzir a alavancagem financeira.

8º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 62,08 ↑ 1,14%

Descrição: A Eletrobras finalizou o dia com a cotação de R$ 62,08, um incremento de R$ 0,70 (1,14%) frente ao fechamento anterior de R$ 61,38. O giro financeiro foi robusto, alcançando R$ 465.606.208,00 com 7.500.100 ações negociadas. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 60,52 e a máxima de R$ 62,15. Notavelmente, a máxima de hoje (R$ 62,15) é também a máxima das últimas 52 semanas, sugerindo que o mercado está precificando positivamente as mudanças estruturais na companhia pós-privatização. A mínima do período de um ano foi de R$ 26,74, evidenciando uma valorização de mais de 100% no longo prazo, o que atrai investidores institucionais.

A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina. Recentemente, a companhia anunciou um plano de demissão voluntária (PDV) como parte de sua estratégia de redução de custos operacionais e modernização administrativa após a desestatização.

9º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 61,82 ↑ 1,10%

Descrição: As units do BTG Pactual fecharam o dia a R$ 61,82, com uma alta de R$ 0,67. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 486.826.318,00 para um total de 7.874.900 ações transacionadas. O papel apresentou uma variação entre a mínima de R$ 60,50 e a máxima de R$ 61,84. O fechamento anterior foi de R$ 61,15. Ao observar o histórico de 52 semanas, o ativo está operando muito próximo de sua máxima de R$ 62,99, e bem distante da mínima de R$ 30,11. O crescimento de 1,10% reflete a solidez do banco de investimentos e a recepção positiva do mercado às suas áreas de gestão de fortunas e crédito corporativo.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending e Asset Management. A última notícia relevante envolve o aumento do lucro líquido ajustado no último trimestre, superando as expectativas do mercado e reforçando sua rentabilidade.

10º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 20,54 ↑ 1,08%

Descrição: A Klabin encerrou o ranking das 10 principais ações com um fechamento de R$ 20,54, alta de R$ 0,22 (1,08%). O volume financeiro foi de R$ 70.215.990,00, com 3.418.500 ações negociadas. A cotação flutuou entre a mínima de R$ 20,26 e a máxima de R$ 20,60. O preço de fechamento de ontem foi R$ 20,32. Em relação ao desempenho anual, a Klabin está próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 21,25), tendo estabelecido um suporte firme na mínima de R$ 16,01. Este desempenho sugere uma estabilização no setor de papel e celulose, com investidores atentos à resiliência operacional da empresa e sua política de proventos.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil e líder em embalagens de papel. Notícias recentes indicam que a empresa está avançando no projeto Projeto Puma II, visando aumentar sua capacidade de produção de celulose branqueada e fluff, diversificando seu portfólio.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MGLU3 R$ 9,56 -0,06%
2 CVCB3 R$ 2,25 -0,05%
3 CSAN3 R$ 6,48 -0,05%
4 ASAI3 R$ 9,40 -0,04%
5 ISAE4 R$ 28,79 -0,04%
6 UGPA3 R$ 26,77 -0,03%
7 RAIZ4 R$ 0,63 -0,03%
8 SANB11 R$ 34,71 -0,03%
9 RAIL3 R$ 16,66 -0,03%
10 PCAR3 R$ 3,05 -0,03%

1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,56 ↓5,63%

Descrição: A Magazine Luiza liderou as perdas do dia entre os ativos listados, apresentando uma desvalorização acentuada de 5,63%, o que representa uma queda nominal de R$ 0,57 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,13. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 9,41 e a máxima de R$ 10,27. O volume de negociação foi expressivo, com 23.650.300 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 226.096.868,00. Ao observar o horizonte de 52 semanas, a ação demonstra volatilidade, com mínima de R$ 6,21 e máxima de R$ 11,55, situando-se atualmente em um patamar intermediário. O recuo agressivo no dia de hoje reflete a sensibilidade do setor varejista às curvas de juros e dados macroeconômicos. A pressão vendedora foi constante, mantendo o preço próximo da mínima do dia no fechamento, o que sinaliza um pessimismo de curto prazo por parte dos investidores institucionais e de varejo.

A Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, operando em diversos setores como eletrônicos, móveis e marketplace digital. Recentemente, a empresa anunciou uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda de produtos em ambos os marketplaces, visando expandir o sortimento de itens “cross-border” e fortalecer sua operação logística.


2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,25 ↓5,06%

Descrição: A CVC Brasil registrou a segunda maior queda do relatório, recuando 5,06% e encerrando o dia cotada a R$ 2,25. O ativo teve uma variação negativa de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 2,37. A movimentação diária foi estreita, com mínima de R$ 2,22 e máxima de R$ 2,39, mas o volume de ações negociadas foi o segundo maior do grupo, totalizando 32.692.000 papéis e um volume financeiro de R$ 73.557.000,00. No acumulado de 52 semanas, a CVCB3 ainda opera longe de sua máxima de R$ 2,79, embora esteja acima da mínima de R$ 1,64 registrada no período. Este movimento de queda acentuada costuma estar atrelado à variação do câmbio e ao custo das passagens aéreas, que impactam diretamente a margem da operadora. O mercado penalizou o ativo hoje, possivelmente reagindo a uma menor expectativa de consumo das famílias no setor de turismo para o próximo trimestre.

A CVC é a maior operadora de turismo do país, focada em pacotes de viagens, passagens aéreas e reservas de hotéis. Em notícias recentes, a companhia tem focado em seu processo de desalavancagem financeira, buscando renegociar dívidas e otimizar sua estrutura de capital após os impactos severos da pandemia nos anos anteriores.


3º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 6,48 ↓4,71%

Descrição: A Cosan apresentou um desempenho negativo de 4,71%, encerrando o pregão em R$ 6,48, que coincidiu com o valor mínimo atingido durante o dia. Essa queda de R$ 0,32 sobre o fechamento anterior de R$ 6,80 reflete uma pressão vendedora contínua ao longo da sessão, na qual a máxima não ultrapassou os R$ 6,88. O volume de negociação foi robusto, com 31.358.000 ações e um giro financeiro de R$ 203.199.840,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, o papel mostra-se pressionado, operando mais próximo da mínima de R$ 4,92 do que da máxima de R$ 8,78. O comportamento da ação no dia sugere uma saída de fluxo em ativos ligados a commodities e infraestrutura. O volume negociado coloca a Cosan como um dos ativos de maior liquidez do dia, evidenciando que a queda foi acompanhada por uma participação relevante do mercado, o que confirma a força do movimento descendente.

A Cosan é uma holding brasileira que atua nos setores de energia, logística, infraestrutura e gestão agrícola, controlando empresas como Raízen e Rumo. Recentemente, a empresa esteve no radar dos investidores devido às discussões sobre a valorização de suas participações e a estratégia de alocação de capital em seus portfólios de energia renovável.


4º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,40 ↓3,98%

Descrição: As ações do Assaí Atacadista (Sendas Distribuidora) recuaram 3,98% hoje, fechando a R$ 9,40. A variação negativa foi de R$ 0,39 em relação aos R$ 9,79 do dia anterior. O papel oscilou entre a mínima de R$ 9,33 e a máxima de R$ 9,85 durante o pregão. Com um volume de 9.814.500 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 92.256.300,00. O desempenho de 52 semanas revela uma volatilidade significativa, com o preço atual situando-se abaixo da média do período, cuja máxima foi de R$ 11,88 e a mínima de R$ 6,19. O setor de atacarejo, embora resiliente, sofreu com a percepção de risco inflacionário e aumento de custos operacionais. A queda de quase 4% indica um ajuste de portfólio por parte de gestores que buscam reduzir exposição ao consumo doméstico em um cenário de juros elevados, afetando a avaliação de múltiplos da companhia.

A Sendas Distribuidora, operando sob a marca Assaí Atacadista, é uma das maiores redes de atacado de autosserviço do Brasil. Uma notícia recente de grande impacto para a companhia foi a conclusão da conversão de diversas lojas que pertenciam ao Extra Hiper, processo que visa acelerar o crescimento de receita e market share da empresa.


5º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 28,79 ↓3,91%

Descrição: A ISA Energia Brasil registrou uma queda de 3,91%, fechando em R$ 28,79. A redução nominal foi de R$ 1,17 comparado ao fechamento anterior de R$ 29,96. Durante a sessão, a ação atingiu a máxima de R$ 30,03 e a mínima de R$ 28,67. O volume de ações foi de 8.733.400, resultando no maior volume financeiro da lista: R$ 251.434.586,00. No histórico de 52 semanas, a ação demonstra uma trajetória sólida, operando perto de sua máxima de R$ 30,46 e bem acima da mínima de R$ 20,09. O recuo de hoje pode ser interpretado como um movimento de realização de lucros, dado que o ativo estava testando seus níveis históricos de resistência. Por ser uma empresa do setor elétrico, geralmente considerada defensiva, uma queda dessa magnitude acompanhada de alto volume financeiro sugere um rebalanceamento técnico de grandes fundos de investimento que possuem posição relevante no setor de transmissão.

A ISA Energia Brasil (antiga CTEEP) é a principal empresa privada de transmissão de energia elétrica do país. Recentemente, a empresa anunciou a mudança de sua marca corporativa para “ISA Energia Brasil”, buscando alinhar sua identidade visual e estratégica ao grupo internacional ISA, consolidando sua presença no mercado latino-americano.


6º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 26,77 ↓3,11%

Descrição: A Ultrapar encerrou o dia com uma desvalorização de 3,11%, com o preço da ação fixado em R$ 26,77. Isso representa uma queda de R$ 0,86 sobre o fechamento de R$ 27,63. O ativo oscilou entre R$ 26,74 e R$ 27,82 durante as negociações. O volume de papéis negociados foi de 3.742.900, somando um valor financeiro de R$ 100.197.433,00. Olhando para o intervalo de 52 semanas, a UGPA3 apresenta uma valorização considerável, estando próxima de sua máxima de R$ 28,00 e significativamente distante da mínima de R$ 14,32. A queda de hoje parece ser um ajuste técnico após um longo período de tendência de alta. O mercado monitora de perto as margens da Ipiranga e os planos de expansão da Ultragaz, e qualquer sinal de aumento nos custos logísticos ou pressão nos preços dos combustíveis tende a gerar esse tipo de volatilidade momentânea no preço das ações.

A Ultrapar é um conglomerado que atua nos setores de distribuição de combustíveis (Ipiranga), soluções em energia e logística (Ultragaz e Ultracargo). Em notícias recentes, o grupo tem focado na simplificação de seu portfólio e na melhoria da rentabilidade operacional de suas principais unidades de negócio para aumentar o retorno aos acionistas.


7º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,63 ↓3,08%

Descrição: As ações da Raízen sofreram uma queda de 3,08%, fechando em um valor nominal baixo de R$ 0,63. A variação foi de apenas R$ 0,02 em relação ao fechamento de R$ 0,65, mas percentualmente expressiva. O papel flutuou entre R$ 0,63 e R$ 0,66 no dia. O volume negociado foi de 24.818.900 ações, totalizando R$ 15.635.907,00 em volume financeiro. No período de 52 semanas, a Raízen enfrenta um momento desafiador, estando em sua mínima histórica de R$ 0,58 e muito longe da máxima de R$ 2,23. O baixo valor nominal da ação (conhecida como “penny stock”) aumenta a volatilidade percentual diante de pequenas oscilações de centavos. O setor de açúcar e álcool enfrenta desafios com preços internacionais e condições climáticas, o que tem mantido o papel sob pressão constante e afastado investidores que buscam ativos com fundamentos de crescimento mais claros no curto prazo.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, sendo referência global em bioenergia e a maior produtora mundial de açúcar e etanol de cana. Recentemente, a companhia anunciou investimentos pesados em plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando liderar o mercado de combustíveis sustentáveis e reduzir a pegada de carbono global.


8º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 34,71 ↓3,02%

Descrição: O Santander Brasil registrou uma queda de 3,02%, fechando o dia a R$ 34,71. A variação negativa foi de R$ 1,08 em comparação ao fechamento anterior de R$ 35,79. A ação teve sua máxima em R$ 36,15 e mínima em R$ 34,32. Foram negociadas 3.273.400 units, gerando um volume financeiro de R$ 113.619.714,00. No histórico de 52 semanas, o banco apresenta uma performance sólida, com máxima de R$ 37,83 e mínima de R$ 23,01. O recuo de hoje no setor bancário costuma acompanhar o sentimento geral de risco do mercado financeiro e a expectativa sobre a inadimplência e a Selic. Como o Santander possui uma exposição relevante ao crédito ao consumidor, o mercado reage negativamente a sinalizações de manutenção de juros altos por mais tempo, o que pode impactar o custo de captação e o spread bancário no médio prazo.

O Santander Brasil é a subsidiária brasileira do grupo financeiro global Santander, sendo um dos maiores bancos privados do país. Últimas notícias indicam que o banco está investindo fortemente na digitalização de seus serviços e na expansão de sua corretora de valores para captar clientes de alta renda e investidores institucionais.


9º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 16,66 ↓2,91%

Descrição: A Rumo S.A. fechou em queda de 2,91%, com a ação cotada a R$ 16,66. Houve uma variação negativa de R$ 0,50 frente ao fechamento de R$ 17,16. O papel oscilou entre a mínima de R$ 16,58 e a máxima de R$ 17,30. O volume de ações negociadas foi de 7.458.100, resultando em um giro financeiro de R$ 124.251.946,00. Na janela de 52 semanas, a RAIL3 oscila entre a mínima de R$ 13,31 e a máxima de R$ 19,68. A performance da empresa de logística ferroviária está intrinsecamente ligada ao escoamento da safra agrícola. A queda de hoje pode estar refletindo preocupações com o volume de carga transportada ou com o aumento dos custos operacionais ligados ao combustível ferroviário. Apesar da queda, o volume financeiro demonstra que o ativo continua sendo uma peça chave na carteira de investidores que buscam exposição ao agronegócio através da infraestrutura.

A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil, oferecendo serviços logísticos de transporte ferroviário, elevação portuária e armazenagem. Recentemente, a empresa recebeu autorização para avançar no projeto da Ferrovia de Integração Estadual em Mato Grosso, uma obra de grande porte que pretende conectar importantes polos produtores ao sistema ferroviário nacional.


10º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,05 ↓2,56%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) encerrou a lista com uma queda de 2,56%, cotado a R$ 3,05. A redução foi de R$ 0,08 em relação ao fechamento de R$ 3,13. Durante o dia, o papel variou entre R$ 2,83 (mínima) e R$ 3,12 (máxima). O volume de negociação foi o maior do relatório em termos de quantidade de ações, com 56.228.300 papéis trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 171.496.315,00. No acumulado de 52 semanas, a ação vive um momento de forte pressão, estando próxima da mínima de R$ 2,35 e muito abaixo da máxima de R$ 4,95. O alto volume negociado indica uma intensa batalha entre compradores e vendedores em torno do patamar dos três reais. O mercado de varejo alimentar enfrenta margens apertadas e uma competição acirrada, o que justifica a cautela dos investidores e a desvalorização acumulada do ativo no último ano.

A Companhia Brasileira de Distribuição, conhecida como GPA, é um dos maiores grupos de varejo alimentar do país, controlando as marcas Pão de Açúcar e Mercado Extra. Em notícias recentes, o grupo concluiu a segregação de seus negócios com o Éxito e continua focado na venda de ativos não estratégicos para reduzir seu endividamento e focar no formato de proximidade e supermercados premium.

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