Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 26/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 POMO4 R$ 7,03 0,056%
2 HAPV3 R$ 10,76 0,049%
3 PCAR3 R$ 3,18 0,039%
4 AURE3 R$ 12,12 0,033%
5 LWSA3 R$ 3,64 0,031%
6 MULT3 R$ 35,88 0,029%
7 RECV3 R$ 12,27 0,025%
8 CSAN3 R$ 6,66 0,025%
9 CXSE3 R$ 18,58 0,022%
10 ISAE4 R$ 29,25 0,022%

1º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 7,03 ↑ 5,56%

Descrição: A Marcopolo liderou os ganhos do dia, encerrando a sessão cotada a R$ 7,03, o que representa uma alta expressiva de 5,56%. O papel demonstrou forte resiliência, operando próximo à máxima do dia, que foi de R$ 7,06, partindo de uma mínima de R$ 6,77. O volume de ações negociadas atingiu o patamar de 27.203.100 unidades, gerando um volume financeiro robusto de R$ 191.237.793,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 6,66, a valorização nominal foi de R$ 0,37. Observando a janela de 52 semanas, a ação transita em uma zona intermediária, longe da mínima de R$ 4,56, mas ainda abaixo da máxima de R$ 8,05 registrada no último ano. Esse desempenho coloca a empresa no topo do ranking de valorização deste relatório, sinalizando uma recepção positiva do mercado aos seus dados operacionais recentes.

A Marcopolo é uma multinacional brasileira sediada em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, sendo uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo. A companhia possui forte presença global, exportando para mais de cem países e mantendo fábricas em diversos continentes. Notícia recente: Em 26 de fevereiro de 2026, a empresa divulgou seus resultados do 4T25, registrando um lucro líquido de R$ 341,7 milhões, número que foi bem recebido pelo mercado apesar de uma leve redução na receita líquida consolidada frente ao ano anterior.

2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,76 ↑ 4,87%

Descrição: A Hapvida ocupou a segunda posição no ranking de valorização, com suas ações subindo 4,87% e fechando o pregão a R$ 10,76. A variação nominal positiva foi de R$ 0,50 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,26. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 10,30 e a máxima de R$ 11,18. O volume de negociação foi expressivo, com 15.048.700 ações trocando de mãos, totalizando um montante financeiro de R$ 161.924.012,00. É importante notar que, embora o valor atual esteja significativamente acima da mínima das últimas 52 semanas (R$ 9,97), ele ainda se encontra muito distante da máxima anual de R$ 44,85, o que indica um processo de recuperação de valor de mercado após períodos de forte volatilidade no setor de saúde suplementar.

A Hapvida é o maior sistema de saúde suplementar do Brasil com capital próprio, oferecendo uma rede verticalizada que inclui hospitais, clínicas e prontos-atendimentos. A empresa foca na democratização do acesso à saúde através de um modelo de custos controlados. Notícia recente: Em janeiro de 2026, as ações da companhia enfrentaram pressão vendedora após o anúncio de novas mudanças no alto escalão administrativo, mas analistas mantêm projeções otimistas de longo prazo para a consolidação da empresa.

3º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,18 ↑ 3,92%

Descrição: As ações do Grupo Pão de Açúcar (GPA) registraram uma alta de 3,92%, encerrando a R$ 3,18. O movimento representa um acréscimo de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 3,06. O ativo teve uma mínima diária de R$ 3,03 e atingiu R$ 3,22 na máxima. Foram negociadas 10.205.400 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 32.453.172,00. No contexto das últimas 52 semanas, a ação demonstra estar em um patamar de preços comprimido, visto que sua máxima no período foi de R$ 4,95 e a mínima de R$ 2,35. A liquidez do papel permanece relevante dentro do setor de varejo alimentar, refletindo as constantes expectativas dos investidores em relação ao plano de desalavancagem e reestruturação operacional da companhia para enfrentar o cenário de consumo atual.

A Companhia Brasileira de Distribuição, operando sob a marca GPA, é um dos maiores grupos varejistas do país, focando principalmente no segmento de supermercados e proximidade. Notícia recente: Recentemente, em fevereiro de 2026, auditorias levantaram pontos de atenção sobre a capacidade de continuidade operacional devido ao passivo circulante, embora analistas destaquem a melhoria nos indicadores operacionais e o plano de cortes de gastos em andamento.

4º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 12,12 ↑ 3,32%

Descrição: A Auren Energia apresentou uma valorização de 3,32%, com a ação fechando a R$ 12,12. O aumento nominal foi de R$ 0,39 em comparação ao fechamento prévio de R$ 11,73. O ativo mostrou pouca volatilidade negativa, com mínima de R$ 11,73 e máxima de R$ 12,13. O volume negociado foi de 5.886.500 ações, somando R$ 71.344.380,00 em transações financeiras. O preço de fechamento atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 12,99), o que evidencia o otimismo do mercado com o setor de energia e a saúde financeira da empresa. Em contrapartida, a mínima do último ano foi de R$ 7,29. A estabilidade do papel é um atrativo para investidores que buscam ativos geradores de caixa e proteção contra a inflação no mercado de capitais.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil, resultante da consolidação dos ativos de energia do Grupo Votorantim e da CPP Investments. Notícia recente: Em fevereiro de 2026, o Citi revisou sua recomendação para a empresa, projetando um cenário de alta nos preços de energia no mercado livre, o que pode beneficiar a estratégia de comercialização da companhia nos próximos trimestres.

5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,64 ↑ 3,12%

Descrição: A Locaweb (LWSA3) encerrou o dia cotada a R$ 3,64, registrando uma variação positiva de 3,12%. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,53. A ação oscilou entre R$ 3,52 e R$ 3,67 durante o pregão, com um volume de 9.272.200 papéis negociados, gerando um valor financeiro de R$ 33.750.808,00. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta uma oscilação entre R$ 2,30 e R$ 4,80. O setor de tecnologia costuma apresentar maior volatilidade, e o fechamento atual indica uma tentativa de recuperação, embora o preço ainda esteja abaixo do topo registrado no último ano. O volume de negócios demonstra que o papel mantém o interesse de investidores que apostam na digitalização da economia brasileira e no crescimento do e-commerce.

A LWSA (antiga Locaweb) é uma empresa brasileira de tecnologia pioneira em serviços de hospedagem de sites, serviços de internet e soluções de software (SaaS) para empresas, com foco em ecossistemas de e-commerce. Notícia recente: A companhia anunciou um novo programa de recompra de ações com vigência até agosto de 2026, sinalizando que a administração considera o preço atual dos papéis atrativo e abaixo do valor intrínseco.

6º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 35,88 ↑ 2,90%

Descrição: A Multiplan registrou uma valorização de 2,90%, fechando o pregão a R$ 35,88. O aumento de R$ 1,01 sobre o fechamento de R$ 34,87 reflete a confiança no setor de shopping centers de alta renda. O papel atingiu a máxima de R$ 35,91, coincidindo quase exatamente com sua máxima de 52 semanas, também de R$ 35,91. A mínima do dia foi de R$ 34,96. Com um volume de 3.820.400 ações, o volume financeiro movimentado foi de R$ 137.075.952,00. Estar operando na máxima histórica anual destaca a Multiplan como um dos ativos mais fortes do setor imobiliário, superando de longe a mínima de R$ 19,74 do último ano. A consistência nos resultados operacionais e a qualidade do portfólio de ativos são os principais pilares desse desempenho.

A Multiplan é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, focada no desenvolvimento e administração de centros comerciais de grande porte e alta produtividade. Notícia recente: Em fevereiro de 2026, a empresa divulgou resultados sólidos referentes ao 4T25, com um Ebitda de R$ 707 milhões, superando as expectativas do mercado e reforçando sua estratégia de reciclagem de ativos através da venda de participações minoritárias.

7º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,27 ↑ 2,51%

Descrição: A PetroRecôncavo fechou o dia em alta de 2,51%, cotada a R$ 12,27, um avanço de R$ 0,30 em relação aos R$ 11,97 anteriores. A ação oscilou entre R$ 11,84 e R$ 12,28. O volume de ações foi de 4.920.700, totalizando R$ 60.376.989,00. Nas últimas 52 semanas, o papel variou entre R$ 9,43 e R$ 14,63. O desempenho da companhia está intimamente ligado às curvas de produção e aos preços internacionais do petróleo Brent. O fechamento atual mostra que a ação está recuperando fôlego após quedas recentes na produção reportadas no início do ano. A liquidez financeira do ativo permanece estável, refletindo o interesse de investidores em empresas “junior oils” com foco em campos maduros e eficiência operacional no onshore brasileiro.

A PetroRecôncavo é uma operadora independente de petróleo e gás, especialista na revitalização e operação de campos maduros em bacias terrestres no Brasil, especialmente no Nordeste. Notícia recente: Em 20 de fevereiro de 2026, a companhia anunciou uma reorganização em sua diretoria estatutária para redefinir sua estratégia de crescimento e eficiência operacional após dados de produção de janeiro virem levemente abaixo do esperado.

8º – Cosan S.A. (CSAN3) | R$ 6,66 ↑ 2,46%

Descrição: A Cosan registrou uma alta de 2,46%, encerrando a sessão a R$ 6,66, um acréscimo de R$ 0,16 sobre o fechamento anterior de R$ 6,50. A ação teve um volume de negociação muito alto, com 29.239.600 papéis negociados, o maior volume em quantidade de ações deste relatório, gerando R$ 194.735.736,00. A mínima do dia foi de R$ 6,46 e a máxima de R$ 6,69. No histórico de 52 semanas, o ativo apresenta uma mínima de R$ 4,92 e máxima de R$ 8,78. Apesar da alta do dia, o valor atual reflete os desafios que a holding enfrenta com suas subsidiárias, mas o volume negociado indica que há um fluxo comprador relevante buscando aproveitar o desconto do papel em relação ao valor de mercado de seus ativos.

A Cosan é uma das maiores holdings do Brasil, com investimentos nos setores de energia, logística, infraestrutura e gestão de propriedades agrícolas, controlando empresas como Raízen, Compass e Rumo. Notícia recente: Em fevereiro de 2026, a Moody’s cortou a nota de crédito global da Cosan devido a incertezas sobre a Raízen, o que mantém o mercado atento ao plano de reestruturação de dívidas da companhia.

9º – Caixa Seguridade Participações S.A. (CXSE3) | R$ 18,58 ↑ 2,20%

Descrição: As ações da Caixa Seguridade subiram 2,20%, fechando a R$ 18,58. O valor representa uma variação positiva de R$ 0,40 comparado ao fechamento de R$ 18,18. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 18,27 e R$ 18,65. O volume de negociação foi de 4.601.200 ações, totalizando R$ 85.490.296,00. O fechamento de hoje está extremamente próximo da máxima de 52 semanas (R$ 18,65), confirmando a tendência de alta e o caráter defensivo do papel, que atrai investidores interessados em dividendos consistentes. A mínima do último ano foi de R$ 12,62. O desempenho sólido da seguradora reflete o bom momento do crédito imobiliário e a eficiência na venda de seguros através da rede da Caixa Econômica Federal.

A Caixa Seguridade é a holding de seguros, previdência e capitalização da Caixa Econômica Federal, operando através de um modelo de parcerias estratégicas. Notícia recente: No final de janeiro de 2026, a companhia aprovou o pagamento de R$ 990 milhões em dividendos (R$ 0,33 por ação), com pagamento previsto para maio de 2026, reforçando seu perfil de excelente pagadora de proventos.

10º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 29,25 ↑ 2,17%

Descrição: A ISA Energia Brasil (antiga ISA CTEEP) fecha este relatório com uma alta de 2,17%, cotada a R$ 29,25. O avanço nominal foi de R$ 0,62 em relação aos R$ 28,63 do dia anterior. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 28,47 e a máxima de R$ 29,29. O volume de negociação foi de 3.326.900 ações, somando um volume financeiro de R$ 97.311.825,00. No horizonte de 52 semanas, a ação teve mínima de R$ 20,09 e máxima de R$ 30,46. Por ser uma empresa de transmissão de energia, o papel é visto como um “porto seguro” devido à previsibilidade de suas receitas, e o fechamento atual próximo da máxima anual demonstra que o mercado continua valorizando ativos de baixo risco em momentos de definição macroeconômica.

A ISA Energia Brasil é a maior empresa privada de transmissão de energia elétrica do país, responsável por transmitir cerca de 30% de toda a energia produzida no território nacional. Notícia recente: Em 25 de fevereiro de 2026, a empresa anunciou a aprovação de R$ 280 milhões em dividendos, apesar de uma queda pontual no lucro líquido, reafirmando o compromisso com a remuneração de seus acionistas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RDOR3 R$ 41,45 -0,048%
2 NATU3 R$ 9,56 -0,032%
3 YDUQ3 R$ 13,53 -0,027%
4 VAMO3 R$ 4,60 -0,021%
5 GGBR4 R$ 20,99 -0,020%
6 PRIO3 R$ 52,70 -0,017%
7 WEGE3 R$ 49,41 -0,017%
8 GOAU4 R$ 9,46 -0,016%
9 FLRY3 R$ 17,31 -0,015%
10 BRAP4 R$ 24,96 -0,013%

1º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 41,45 ↓4,76%

Descrição: A Rede D’Or liderou as quedas do dia com um recuo expressivo de 4,76%, encerrando a sessão cotada a R$ 41,45. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 40,05 e a máxima de R$ 42,12, demonstrando uma volatilidade acentuada. O volume financeiro movimentado foi o maior do grupo analisado, atingindo a impressionante marca de R$ 1,05 bilhão, com mais de 25,4 milhões de ações trocando de mãos. Comparado ao fechamento anterior de R$ 43,52, a perda nominal foi de R$ 2,07 por ação. Vale notar que, apesar da queda recente, o papel ainda opera significativamente acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 23,62), embora tenha se distanciado do topo de R$ 45,38. A pressão vendedora hoje foi dominante, possivelmente refletindo ajustes de portfólio de grandes investidores ou reações a dados macroeconômicos que afetam o setor de saúde suplementar e custos hospitalares.

A Rede D’Or é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, operando uma vasta gama de hospitais próprios, clínicas oncológicas e serviços auxiliares. Recentemente, a empresa tem focado na integração de suas operações com a SulAmérica, buscando sinergias operacionais. Uma notícia relevante recente envolve a continuidade de sua estratégia de expansão orgânica com a inauguração de novas torres hospitalares em centros urbanos estratégicos.

2º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,56 ↓3,24%

Descrição: As ações da Natura registraram uma queda de 3,24%, fechando o dia a R$ 9,56. O ativo abriu em patamares superiores, mas acabou sucumbindo à pressão vendedora, atingindo uma mínima diária de R$ 9,54, muito próxima do valor de fechamento. O volume de negociação somou R$ 88,7 milhões, com cerca de 9,2 milhões de papéis negociados. Em relação ao fechamento anterior de R$ 9,88, houve uma redução de R$ 0,32 no valor de cada cotação. A empresa vive um momento de transição estratégica, e a variação de hoje a coloca em um patamar intermediário dentro de seu histórico de 52 semanas, onde já chegou a custar R$ 13,72 e teve piso em R$ 7,13. O mercado parece monitorar de perto a capacidade da companhia em recuperar margens operacionais após as recentes reestruturações globais e a venda de ativos internacionais para focar na América Latina.

A Natura &Co é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene pessoal, reconhecida por seu modelo de venda direta e compromisso com a sustentabilidade. A última notícia de grande impacto para a companhia foi a conclusão da venda da marca The Body Shop, como parte de seu plano de simplificação corporativa e desalavancagem financeira.

3º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,53 ↓2,66%

Descrição: A YDUQS encerrou a sessão com recuo de 2,66%, sendo negociada a R$ 13,53. O valor representa uma queda nominal de R$ 0,37 frente ao fechamento anterior de R$ 13,90. Durante o pregão, a ação tocou a mínima de R$ 13,51 e a máxima de R$ 14,01, mostrando que tentou testar níveis superiores pela manhã antes de recuar. O volume financeiro foi de R$ 30,5 milhões, com 2,2 milhões de ações movimentadas. No intervalo de um ano, o papel mostra uma volatilidade considerável, com máxima de R$ 16,99 e mínima de R$ 9,26. Este movimento de baixa pode estar atrelado à sensibilidade do setor educacional às curvas de juros e às expectativas quanto ao financiamento estudantil público, que é um motor essencial para as matrículas de ensino presencial e à distância da companhia no Brasil.

A YDUQS é uma das maiores organizações educacionais do país, controlando marcas como Estácio e Ibmec, com forte presença no ensino superior presencial e digital. Recentemente, a companhia anunciou que está investindo na expansão de seus cursos de Medicina, que possuem margens mais elevadas e maior previsibilidade de receita.

4º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,60 ↓2,13%

Descrição: O papel VAMO3 fechou cotado a R$ 4,60, apresentando uma desvalorização de 2,13% no dia. A variação nominal negativa foi de R$ 0,10 em relação aos R$ 4,70 do fechamento anterior. O volume de ações negociadas foi robusto, com 13,2 milhões de unidades, totalizando R$ 60,9 milhões em giro financeiro. A mínima do dia ficou em R$ 4,58 e a máxima em R$ 4,81. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação está operando muito próxima de sua mínima (R$ 2,75) em comparação à sua máxima (R$ 5,29), o que pode atrair investidores em busca de ativos descontados, embora o setor de locação de pesados sofra com a desaceleração da atividade industrial e agrícola em determinados ciclos econômicos. O desempenho de hoje reforça uma tendência de cautela no curto prazo para o setor de bens de capital.

A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas, pertencente ao grupo SIMPAR. A notícia mais recente sobre a empresa envolve a captação de recursos via debêntures para financiar a renovação de sua frota e suportar novos contratos de longo prazo com grandes players do agronegócio.

5º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 20,99 ↓1,96%

Descrição: A Gerdau, gigante da siderurgia, viu suas ações preferenciais recuarem 1,96%, fechando a R$ 20,99. A queda nominal foi de R$ 0,42 comparado ao fechamento de R$ 21,41. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 235,9 milhões, com 11,2 milhões de ações transacionadas. A mínima diária foi de R$ 20,98 e a máxima de R$ 21,50. O papel mantém-se em uma zona de preço intermediária em relação ao seu teto anual de R$ 24,08. O desempenho negativo reflete, em parte, o cenário global de preços do aço e a demanda por minério de ferro, além das incertezas sobre o crescimento econômico da China, que impacta diretamente as commodities metálicas e as exportações brasileiras para o setor de infraestrutura e construção civil.

A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Recentemente, a empresa reportou que está otimizando suas unidades nos Estados Unidos para aproveitar os incentivos à infraestrutura local, ao mesmo tempo em que lida com o excesso de aço importado no mercado brasileiro.

6º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 52,70 ↓1,73%

Descrição: A PRIO3 registrou uma queda de 1,73%, encerrando o dia a R$ 52,70. O recuo nominal foi de R$ 0,93 em relação ao fechamento de R$ 53,63. O volume negociado foi alto, atingindo R$ 541,7 milhões, com 10,2 milhões de ações. Durante o dia, a máxima chegou a R$ 53,57 e a mínima a R$ 52,62. A ação continua sendo um dos destaques de resiliência no longo prazo, operando perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 56,05) e bem distante da mínima de R$ 32,68. A variação negativa de hoje pode ser atribuída à volatilidade nos preços internacionais do petróleo Brent, que influencia diretamente a receita da petroleira focada em campos maduros e eficiência operacional na extração de óleo e gás.

A PRIO (ex-PetroRio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, focada na revitalização de campos maduros. Uma notícia recente de destaque foi a divulgação de novos recordes de produção diária no Campo de Frade, reforçando sua eficiência operacional.

7º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 49,41 ↓1,73%

Descrição: Considerada uma das empresas mais sólidas da bolsa, a WEG teve baixa de 1,73%, fechando a R$ 49,41. O valor representa um decréscimo de R$ 0,87 frente ao fechamento anterior de R$ 50,28. O volume financeiro movimentado foi de R$ 431,1 milhões, com 8,7 milhões de ações negociadas. A máxima do dia foi de R$ 49,99 e a mínima de R$ 48,09. A empresa apresenta uma performance consistente nos últimos 12 meses, com o preço atual mais próximo da máxima (R$ 54,53) do que da mínima (R$ 33,92). O recuo pontual de hoje pode ser visto como uma realização de lucros natural por parte dos investidores, dado que o ativo costuma ser negociado a múltiplos elevados devido à sua alta qualidade e histórico de crescimento.

A WEG é uma multinacional brasileira que produz motores elétricos, transformadores e geradores, sendo uma das principais referências em eficiência energética e automação industrial. Recentemente, a companhia anunciou a aquisição de uma unidade de motores elétricos na Turquia, expandindo sua presença fabril na Europa e Ásia.

8º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,46 ↓1,56%

Descrição: A holding Metalúrgica Gerdau encerrou o dia com queda de 1,56%, cotada a R$ 9,46. Isso representa uma variação de R$ 0,15 para baixo em comparação ao fechamento de R$ 9,61. Foram negociadas 8,1 milhões de ações, gerando um volume financeiro de R$ 76,9 milhões. O papel teve mínima de R$ 9,40 e máxima de R$ 9,64 durante a sessão. GOAU4 costuma acompanhar o movimento de sua controlada (GGBR4), mas frequentemente oferece um “dividend yield” atrativo, o que mantém o interesse de investidores focados em renda. O ativo está operando próximo de sua máxima anual de R$ 10,68, mostrando que, apesar da baixa de hoje, a tendência de médio prazo ainda apresenta sinais de sustentação.

A Metalúrgica Gerdau é a empresa holding que controla a Gerdau S.A., possuindo como principal ativo a participação acionária na siderúrgica. A última notícia relevante para a holding foi a aprovação de uma nova distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), confirmando sua política de retorno aos acionistas.

9º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 17,31 ↓1,48%

Descrição: As ações do Grupo Fleury fecharam em queda de 1,48%, valendo R$ 17,31 ao final do pregão. O recuo nominal foi de R$ 0,26 em relação aos R$ 17,57 do fechamento anterior. O volume negociado foi de R$ 50,1 milhões, com 2,8 milhões de papéis movimentados. No decorrer do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 17,13 e a máxima de R$ 17,65. O histórico de 52 semanas mostra que a ação está em uma posição técnica forte, próxima da máxima de R$ 18,10. O setor de medicina diagnóstica enfrenta desafios de custos e negociações com operadoras de saúde, mas o Fleury tem demonstrado resiliência por meio de fusões e diversificação de serviços de alto valor agregado.

O Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, com foco em diagnósticos, check-ups e medicina personalizada. Recentemente, a empresa anunciou a integração completa com a Pardini, consolidando-se como um gigante do setor após a fusão que uniu as duas maiores marcas de diagnóstico do país.

10º – Bradespar S.A. (BRAP4) | R$ 24,96 ↓1,27%

Descrição: Fechando a lista das dez maiores movimentações, a Bradespar teve uma queda de 1,27%, terminando o dia a R$ 24,96. A redução foi de R$ 0,32 frente ao fechamento de R$ 25,28. O volume financeiro movimentado somou R$ 57 milhões, com 2,2 milhões de ações. O papel registrou máxima de R$ 25,16 e mínima de R$ 24,62. Por ser uma holding que detém participação significativa na Vale, o desempenho de BRAP4 é intimamente ligado aos preços do minério de ferro e aos dividendos distribuídos pela mineradora. Atualmente, o papel está encostado em sua máxima de 52 semanas (R$ 25,46), indicando que os investidores têm mantido confiança no ativo apesar do recuo marginal ocorrido no pregão de hoje.

A Bradespar é uma companhia de investimentos controlada pelo Grupo Bradesco, tendo como principal ativo a participação acionária na Vale S.A. Uma notícia recente importante foi a sinalização de manutenção da política de distribuição de dividendos extraordinários, acompanhando os resultados da Vale no último trimestre.

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