Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 01/04/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 AMOB3 R$ 13,80 0,069767
2 EMBJ3 R$ 80,60 0,047433
3 CYRE3 R$ 28,52 0,043924
4 RAIZ4 R$ 0,53 0,039216
5 GGBR4 R$ 19,72 0,037895
6 HAPV3 R$ 10,48 0,037624
7 GOAU4 R$ 8,83 0,033958
8 CSNA3 R$ 6,52 0,030016
9 BBAS3 R$ 23,63 0,027391
10 VIVA3 R$ 26,54 0,024315

1º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,80 ↑ 6,98%

Descrição: A Automob Participações liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 6,98%, fechando cotada a R$ 13,80. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade positiva, registrando uma mínima de R$ 12,54 e atingindo a máxima de R$ 14,28. A variação nominal foi de R$ 0,90 por ação. O volume de negociação foi de 119.300 papéis, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.646.340,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 12,90, o ativo mostrou força compradora. No acumulado de 52 semanas, a ação transita em um intervalo entre R$ 10,00 e R$ 15,39, o que posiciona o preço atual próximo ao topo do ano, sugerindo um momento de otimismo dos investidores em relação ao ticker. A liquidez, embora menor que a de blue chips, foi suficiente para garantir o topo do ranking de valorização deste relatório.

A Automob é um braço do Grupo Simpar focado no setor de concessionárias de veículos, atuando na comercialização de novos e seminovos de diversas marcas. Recentemente, a empresa tem focado em sua estratégia de consolidação de mercado através de aquisições de redes de concessionárias regionais para ampliar sua capilaridade.

2º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 80,60 ↑ 4,74%

Descrição: A Embraer apresentou um sólido avanço de 4,74%, encerrando o dia em R$ 80,60, uma valorização de R$ 3,65 em relação ao fechamento anterior de R$ 76,95. A movimentação financeira foi robusta, totalizando R$ 606.716.500,00, com 7.527.500 ações trocando de mãos. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 77,33 e a máxima de R$ 82,00 durante o dia. Observando o histórico de 52 semanas, nota-se que a empresa vive um momento de forte valorização, distanciando-se significativamente da mínima de R$ 57,59, embora ainda abaixo da máxima anual de R$ 105,50. Este desempenho reflete a confiança do mercado no fluxo de pedidos e na entrega de aeronaves. A liquidez elevada confirma o interesse institucional no papel, consolidando-o como um dos destaques de volume e valorização da sessão atual.

A Embraer é uma das maiores fabricantes de aeronaves comerciais, executivas e de defesa do mundo, sendo um orgulho da indústria aeroespacial brasileira. Uma notícia recente de destaque envolve a entrega de novas unidades do modelo E195-E2 para companhias aéreas internacionais, reforçando sua carteira de pedidos (backlog) bilionária.

3º – Cyrela Brazil Realty S.A. (CYRE3) | R$ 28,52 ↑ 4,39%

Descrição: As ações da Cyrela fecharam em alta de 4,39%, cotadas a R$ 28,52, após uma variação positiva de R$ 1,20. O papel abriu o dia com viés de alta, tocando a mínima de R$ 27,41 e alcançando a máxima de R$ 28,72. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 9.776.200, gerando um giro financeiro de R$ 278.817.224,00. No contexto das últimas 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, operando bem acima da mínima de R$ 17,48 e testando patamares próximos à sua máxima de R$ 32,17. O fechamento anterior foi de R$ 27,32, evidenciando que a pressão compradora dominou as negociações. Este movimento é frequentemente atrelado às expectativas do setor imobiliário e variações na curva de juros futura, que impactam diretamente o custo de financiamento e a demanda por novos empreendimentos residenciais de alto padrão.

A Cyrela é uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, focada no segmento de luxo e médio padrão. Recentemente, a companhia reportou dados operacionais que indicam um aumento nos lançamentos e nas vendas contratadas, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em cenários de juros restritivos.

4º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,53 ↑ 3,92%

Descrição: A Raízen registrou uma alta percentual de 3,92%, embora o valor nominal da ação permaneça em patamares baixos, fechando em R$ 0,53. O papel teve uma oscilação discreta em centavos, com mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 0,54, mas com uma variação de R$ 0,02 frente ao fechamento anterior de R$ 0,51. O volume de negociação foi massivo, com 22.965.800 ações movimentadas, totalizando R$ 12.171.874,00 em volume financeiro. No histórico de 52 semanas, a situação da empresa é de atenção, já que a ação operou entre R$ 0,43 e R$ 2,23, indicando que o valor atual está muito próximo das mínimas históricas. A alta do dia traz um alento momentâneo, mas o giro financeiro total baixo em relação ao volume de papéis reflete o baixo preço unitário do ativo (penny stock), o que exige cautela extra do investidor.

A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, atuando como gigante na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis. Uma notícia relevante é o seu investimento contínuo em plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando a liderança global em energia renovável.

5º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 19,72 ↑ 3,79%

Descrição: A Gerdau encerrou o pregão com alta de 3,79%, atingindo o valor de R$ 19,72. O incremento nominal foi de R$ 0,72 em relação ao preço anterior de R$ 19,00. O desempenho intradia foi consistente, com o papel registrando mínima de R$ 19,36 e máxima de R$ 19,92. O volume financeiro foi expressivo, alcançando R$ 348.154.628,00, fruto da negociação de 17.654.900 ações. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, percebe-se que a ação flutuou entre R$ 13,26 e R$ 23,95. O fechamento atual sinaliza uma recuperação importante dentro deste canal. O setor de siderurgia, do qual a Gerdau é protagonista, costuma ser influenciado pelo preço das commodities e pela demanda industrial e de construção civil, tanto no mercado interno quanto nas suas operações internacionais, especialmente na América do Norte.

A Gerdau é a maior produtora de aços longos das Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais no mundo. Notícias recentes indicam que a empresa está otimizando suas operações com o fechamento de unidades menos rentáveis para focar em eficiência operacional e redução de custos.

6º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,48 ↑ 3,76%

Descrição: As ações da Hapvida valorizaram 3,76% hoje, terminando o dia cotadas a R$ 10,48. A variação positiva foi de R$ 0,38 comparada ao fechamento de R$ 10,10. Durante as negociações, o papel estabeleceu uma mínima de R$ 10,00 e uma máxima de R$ 10,55. Com um volume de 9.914.600 ações negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 103.905.008,00. No acumulado de um ano, a volatilidade do papel é evidente, com mínima de R$ 7,00 e máxima de R$ 44,85. O valor atual mostra que o papel está tentando recuperar terreno após quedas acentuadas nos meses anteriores. A liquidez diária permanece saudável, atraindo investidores que buscam exposição ao setor de saúde suplementar, que enfrenta desafios de custos de sinistralidade, mas mantém uma base de beneficiários resiliente.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, operando com um modelo verticalizado que inclui rede própria de hospitais e clínicas. Recentemente, a companhia tem focado na integração de suas aquisições e na melhoria das margens operacionais para recuperar a rentabilidade.

7º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 8,83 ↑ 3,40%

Descrição: A Metalúrgica Gerdau, holding que controla a Gerdau S.A., acompanhou o movimento do setor e fechou com alta de 3,40%, valendo R$ 8,83. O ganho por ação foi de R$ 0,29 sobre o fechamento de R$ 8,54. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,56 e a máxima de R$ 8,95. O volume de ações foi robusto, com 15.647.300 papéis negociados, gerando R$ 138.165.659,00 em volume financeiro. No período de 52 semanas, a cotação variou entre R$ 5,52 e R$ 10,62. Geralmente, as ações GOAU4 apresentam uma correlação direta com as GGBR4, porém costumam oferecer um dividend yield atrativo devido à sua estrutura de holding. O resultado de hoje reafirma a tendência positiva para o grupo Gerdau como um todo, beneficiando-se de um cenário favorável para o setor metalúrgico no pregão de hoje.

A Metalúrgica Gerdau atua principalmente como holding de participação, controlando a Gerdau S.A. Além da performance siderúrgica, a empresa é observada de perto por investidores de dividendos. Uma notícia recente aponta para a manutenção de sua política de distribuição de proventos consistente com o lucro líquido do grupo.

8º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,52 ↑ 3,00%

Descrição: A CSN registrou uma valorização de 3,00%, encerrando a sessão a R$ 6,52. O avanço nominal foi de R$ 0,19 em relação ao preço anterior de R$ 6,33. A mínima do dia foi registrada em R$ 6,39, enquanto a máxima chegou a R$ 6,58. O volume de negociação contou com 8.749.800 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 57.048.696,00. Em 52 semanas, o papel teve sua mínima em R$ 5,66 e máxima em R$ 11,32, mostrando que o preço atual ainda está distante dos picos anuais. A CSN é um player complexo que envolve mineração, siderurgia, logística e energia, o que torna o papel sensível a diversas variáveis macroeconômicas. A alta de hoje acompanha o otimismo no setor de materiais básicos, apesar do volume financeiro ser mais modesto que o de seus pares diretos.

A CSN é um dos maiores grupos siderúrgicos integrados da América Latina, com forte atuação na exportação de minério de ferro. Uma notícia de mercado relevante é o processo de IPO de suas subsidiárias e a gestão de sua alavancagem financeira, que segue no radar de análise dos especialistas.

9º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 23,63 ↑ 2,74%

Descrição: O Banco do Brasil apresentou uma alta de 2,74%, fechando em R$ 23,63. O papel valorizou R$ 0,63 sobre o fechamento anterior de R$ 23,00. Com uma liquidez altíssima, o banco movimentou 22.036.200 ações, somando um volume financeiro de R$ 520.715.406,00. A flutuação do dia ocorreu entre a mínima de R$ 23,13 e a máxima de R$ 23,80. No histórico de 52 semanas, a ação variou entre R$ 17,83 e R$ 29,02. O desempenho do BBAS3 é um termômetro importante para o setor bancário e para a percepção de risco estatal. O banco tem se destacado pela forte rentabilidade (ROE) e pelo crescimento da carteira de agronegócio, o que atrai investidores institucionais e estrangeiros, mantendo o papel sempre entre os maiores volumes da B3.

O Banco do Brasil é a instituição financeira mais antiga do país, controlada pelo governo federal. Notícias recentes destacam os resultados recordes trimestrais da instituição e o anúncio de antecipação de pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas.

10º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 26,54 ↑ 2,43%

Descrição: A Vivara fechou o ranking com uma alta de 2,43%, alcançando a cotação de R$ 26,54. O ganho nominal foi de R$ 0,63, o mesmo valor do Banco do Brasil, porém com um impacto percentual menor devido ao preço base superior. A mínima do dia foi de R$ 25,91 e a máxima de R$ 26,98. Foram negociadas 3.022.400 ações, com volume financeiro de R$ 80.214.496,00. Nas últimas 52 semanas, o papel oscilou entre R$ 17,92 e R$ 35,89. O fechamento anterior foi exatamente igual à mínima do dia, R$ 25,91, indicando que a ação não caiu abaixo do patamar de abertura. O setor de varejo de alta renda, onde a Vivara se posiciona, tende a ser mais resiliente, e a performance de hoje sugere uma recuperação técnica dentro de um canal de médio prazo.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com um modelo de negócio que abrange desde a fabricação até a venda no varejo. Uma notícia recente que impactou a empresa foi a transição em seu comando executivo, o que gerou volatilidade, mas a empresa segue focada na expansão de suas lojas físicas e da marca Life.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SMTO3 R$ 19,71 -0,070283
2 PCAR3 R$ 2,07 -0,063348
3 MBRF3 R$ 20,79 -0,039279
4 BRKM5 R$ 9,05 -0,037234
5 PETR3 R$ 51,93 -0,036728
6 BRAV3 R$ 19,82 -0,036461
7 RADL3 R$ 22,76 -0,032724
8 PRIO3 R$ 64,13 -0,031415
9 RECV3 R$ 13,60 -0,030649
10 PETR4 R$ 47,37 -0,02671

1º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 19,71 ↓7,03%

Descrição: A São Martinho liderou as perdas do levantamento, apresentando uma desvalorização acentuada de 7,03%, o que representa uma queda nominal de R$ 1,49 em relação ao fechamento anterior de R$ 21,20. Durante a sessão, o ativo registrou uma mínima de R$ 19,70 e uma máxima de R$ 21,08, evidenciando uma pressão vendedora que aproximou o preço do piso do dia. O volume de ações negociadas foi de 4.234.000 unidades, totalizando um giro financeiro de R$ 83.452.140,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel encontra-se em um patamar intermediário, distante de sua mínima de R$ 12,91, mas também abaixo da máxima de R$ 21,70 atingida no último ano. Esta movimentação indica uma correção forte no curto prazo, possivelmente ligada a fatores setoriais ou ajustes de expectativa quanto ao preço das commodities agrícolas, especialmente o açúcar e o etanol.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da cana-de-açúcar. Recentemente, a companhia anunciou investimentos estratégicos em sua planta de processamento de milho para expandir a produção de etanol fora da safra de cana, buscando diversificar sua matriz de receita.

2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,07 ↓6,33%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma queda significativa de 6,33%, com o preço da ação sendo cotado a R$ 2,07. O recuo nominal foi de R$ 0,14 frente ao fechamento anterior de R$ 2,21. O papel operou em uma faixa estreita de volatilidade diária, entre a mínima de R$ 2,06 e a máxima de R$ 2,25. O volume de negociação foi de 4.615.500 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 9.554.085,00. Analisando o desempenho anual, a situação é delicada: o preço atual está muito próximo da mínima de 52 semanas (R$ 1,89) e extremamente distante da máxima do período (R$ 4,95). Esse cenário reflete o momento de reestruturação da companhia e o ceticismo do mercado quanto à sua alavancagem financeira e rentabilidade operacional no setor de varejo alimentar.

A empresa é uma das pioneiras do varejo alimentar no Brasil, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Uma notícia recente de grande impacto envolve a conclusão do aumento de capital da companhia e a contínua redução da participação do grupo francês Casino, que busca sanar dívidas em sua matriz na Europa.

3º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 20,79 ↓3,93%

Descrição: A Marfrig registrou uma desvalorização de 3,93% no pregão, com o papel encerrando cotado a R$ 20,79, uma redução de R$ 0,85 comparado ao fechamento anterior de R$ 21,64. O ativo demonstrou alta liquidez, com 15.962.600 ações trocando de mãos e um volume financeiro expressivo de R$ 331.862.454,00. A flutuação do dia ocorreu entre a mínima de R$ 20,66 e a máxima de R$ 21,55. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta resiliência, mantendo-se mais próximo da máxima do período (R$ 26,83) do que da mínima (R$ 14,59). A queda atual pode ser interpretada como um ajuste técnico após ciclos de alta, comum no setor de frigoríficos, que é altamente dependente da variação cambial e dos custos de insumos para alimentação animal, como milho e soja.

A Marfrig é uma das líderes globais na produção de carne bovina e detém uma participação majoritária na BRF, consolidando-se como uma gigante das proteínas. Em notícias recentes, o mercado tem monitorado a venda de ativos da Marfrig para a Minerva, uma transação bilionária que visa otimizar a estrutura de capital da empresa.

4º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,05 ↓3,72%

Descrição: As ações da petroquímica Braskem recuaram 3,72%, fechando o dia a R$ 9,05, o que representa uma queda de R$ 0,35 em relação aos R$ 9,40 do fechamento anterior. O papel testou a mínima de R$ 8,98 e atingiu a máxima de R$ 10,11 durante a sessão, com um volume de negociação de 7.258.600 ações e giro financeiro de R$ 65.690.330,00. O desempenho de longo prazo mostra uma desvalorização acentuada, com o preço atual operando em níveis baixos se comparado à máxima de 52 semanas de R$ 13,78, embora ainda acima da mínima de R$ 6,11. A volatilidade do ativo permanece elevada devido às incertezas jurídicas e geológicas relacionadas ao incidente em Maceió, além das constantes especulações sobre a venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) na companhia.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais fabricantes globais de biopolímeros. Recentemente, a empresa reportou esforços contínuos no processo de indenização das famílias afetadas em Alagoas, enquanto aguarda definições sobre propostas de aquisição por parte de grupos internacionais e da Petrobras.

5º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 51,93 ↓3,67%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em queda de 3,67%, sendo negociadas a R$ 51,93. A variação negativa foi de R$ 1,98 frente ao valor anterior de R$ 53,91. O dia foi marcado por intensa atividade comercial, com 28.161.900 ações negociadas e um robusto volume financeiro de R$ 1.462.447.467,00. Os preços oscilaram entre R$ 51,14 e R$ 53,21. Apesar da queda pontual, a ação mantém-se em patamares elevados no histórico de 52 semanas, muito próxima da máxima de R$ 56,14 e bem distante da mínima de R$ 29,34. O recuo diário costuma estar atrelado à volatilidade do preço do barril de petróleo no mercado internacional ou a ruídos políticos sobre a política de dividendos da estatal, que é um dos principais focos de atenção dos investidores institucionais.

A Petrobras é a maior empresa do Brasil, atuando de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás. Notícias recentes destacam o foco da companhia em investimentos na Margem Equatorial e discussões sobre a possível retomada de investimentos em ativos de refino e fertilizantes.

6º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,82 ↓3,65%

Descrição: A Brava Energia registrou um declínio de 3,65% no valor de seus papéis, encerrando o pregão a R$ 19,82, uma redução de R$ 0,75 comparado ao fechamento de R$ 20,57. A movimentação diária registrou mínima de R$ 19,17 e máxima de R$ 20,63. O volume de ações movimentadas foi de 15.965.200, gerando um montante financeiro de R$ 316.430.264,00. No contexto de 52 semanas, o ativo apresenta volatilidade relevante, com mínima de R$ 13,29 e máxima de R$ 23,63. A performance da Brava Energia está intrinsecamente ligada à eficiência operacional de seus campos de petróleo e à capacidade de execução de seus projetos de revitalização, sendo um ativo de perfil mais agressivo dentro do setor de óleo e gás.

A Brava Energia surgiu da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, tornando-se uma das maiores produtoras independentes de petróleo no Brasil. A última notícia relevante para a empresa envolve a consolidação das operações após a fusão e o início da produção no campo de Atlanta com o novo FPSO.

7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 22,76 ↓3,27%

Descrição: As ações da Raia Drogasil apresentaram recuo de 3,27%, terminando o dia a R$ 22,76, uma baixa nominal de R$ 0,77 em relação ao fechamento anterior de R$ 23,53. O papel teve mínima de R$ 22,62 e máxima de R$ 23,84 ao longo da sessão. O volume negociado foi de 10.822.800 ações, totalizando R$ 246.326.928,00 em transações financeiras. A RADL3 é tradicionalmente vista como um papel defensivo e de crescimento resiliente; no entanto, no acumulado anual, a ação está abaixo da máxima de R$ 27,42, embora acima da mínima de R$ 12,67. A queda pode ser atribuída a um reajuste de múltiplos de mercado diante da alta das taxas de juros, que tende a impactar empresas de crescimento e consumo.

A Raia Drogasil é a líder do setor de varejo farmacêutico no Brasil, operando as marcas Droga Raia e Drogasil em todo o território nacional. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua plataforma de saúde digital e novos centros de distribuição para otimizar a logística do e-commerce.

8º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 64,13 ↓3,14%

Descrição: A PRIO, antiga PetroRio, viu suas ações recuarem 3,14%, fechando em R$ 64,13. A variação negativa foi de R$ 2,08 em relação aos R$ 66,21 da véspera. O volume financeiro foi muito alto, somando R$ 1.661.948.189,00, com 25.915.300 papéis negociados. O preço oscilou entre a mínima de R$ 62,54 e a máxima de R$ 65,46. No horizonte de um ano, a PRIO demonstra solidez, com o valor atual situando-se em uma zona intermediária entre a mínima de R$ 32,68 e a máxima de R$ 72,98. Investidores acompanham de perto os custos de extração (lifting cost) da empresa, que são referência em eficiência no setor privado de petróleo, e qualquer variação negativa geralmente é vista como oportunidade de entrada por analistas de longo prazo.

A PRIO é uma empresa especializada na gestão e revitalização de campos de petróleo maduros, focada na maximização da recuperação de reservas. Uma notícia de destaque recente foi a assinatura do acordo para a aquisição de participação no campo de Peregrino, o que deve elevar significativamente sua capacidade de produção diária.

9º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,60 ↓3,06%

Descrição: A PetroRecôncavo encerrou o dia com queda de 3,06%, cotada a R$ 13,60, o que representa um decréscimo de R$ 0,43 frente ao fechamento anterior de R$ 14,03. Durante a jornada, o ativo registrou mínima de R$ 13,25 e máxima de R$ 14,02. O volume de ações negociadas foi o menor do grupo analisado, com 4.029.200 papéis, gerando um giro financeiro de R$ 54.797.120,00. No intervalo de 52 semanas, a ação opera próxima de sua máxima de R$ 14,63 e bem acima da mínima de R$ 9,43. Como uma operadora independente focada em bacias terrestres (onshore), seus resultados são sensíveis à produção orgânica e à infraestrutura de escoamento de gás natural, fatores que os investidores monitoram trimestralmente.

A PetroRecôncavo atua principalmente na Bacia do Recôncavo e na Bacia Potiguar, sendo uma das principais operadoras independentes do país. A companhia recentemente informou ao mercado sobre a evolução de suas certificações de reservas, confirmando o potencial de longevidade de seus ativos operacionais.

10º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 47,37 ↓2,67%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) registraram uma queda de 2,67%, fechando em R$ 47,37. O recuo nominal foi de R$ 1,30 em comparação ao fechamento anterior de R$ 48,67. Este ativo foi o líder absoluto em liquidez financeira do dia, movimentando impressionantes R$ 3.137.585.109,00 com 66.235.700 ações negociadas. A mínima registrada foi de R$ 46,77 e a máxima de R$ 48,07. Historicamente, nas últimas 52 semanas, a PETR4 variou entre a mínima de R$ 27,30 e a máxima de R$ 50,69. A diferença de desempenho entre PETR3 (ordinárias) e PETR4 (preferenciais) neste pregão reflete as dinâmicas de arbitragem e a preferência de liquidez de diferentes perfis de investidores, embora ambas acompanhem o cenário macroeconômico da estatal.

Como mencionado anteriormente, a Petrobras é o pilar energético brasileiro. No contexto das ações preferenciais, a última notícia de grande relevância para os detentores desses papéis foi a aprovação do pagamento de dividendos extraordinários, que trouxe alívio aos investidores após períodos de incerteza sobre a retenção de lucros pela diretoria.

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