Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,20 | 0,04% |
| 2 | CLIN11 | R$ 92,90 | 0,02% |
| 3 | BLMG11 | R$ 32,42 | 0,02% |
| 4 | HSAF11 | R$ 80,95 | 0,01% |
| 5 | HCTR11 | R$ 20,15 | 0,01% |
| 6 | RBFM11 | R$ 10,73 | 0,01% |
| 7 | KIVO11 | R$ 64,30 | 0,01% |
| 8 | PCIP11 | R$ 84,05 | 0,01% |
| 9 | GARE11 | R$ 8,36 | 0,01% |
| 10 | JSRE11 | R$ 66,30 | 0,01% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,20 ↑3,95%
Descrição: O Kinea Creditas encerrou a sessão com uma valorização expressiva de 3,95%, consolidando-se no topo do ranking diário. O preço atual de R$ 9,20 representa um acréscimo nominal de R$ 0,35 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade absoluta em sua máxima, operando entre a mínima e a máxima de R$ 9,20, o que indica uma pressão compradora constante que absorveu toda a oferta nesse patamar. O volume de negociação registrou 32.408 cotas, movimentando um montante financeiro total de R$ 298.153,60. Por ser um fundo relativamente recente ou com dados históricos em processamento, não foram registrados valores para as métricas de mínima e máxima das últimas 52 semanas. A liquidez apresentada é condizente com fundos de nicho, mantendo um spread controlado para o investidor institucional e de varejo que busca exposição ao setor de crédito estruturado.
Este fundo é gerido pela Kinea e foca em operações de crédito imobiliário em parceria com a plataforma Creditas. Recentemente, o fundo tem sido acompanhado de perto pelo mercado devido ao crescimento da carteira de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) atrelados a garantias residenciais robustas.
2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,90 ↑2,27%
Descrição: O CLIN11 apresentou uma performance sólida, com alta de 2,27%, fechando o dia cotado a R$ 92,90. A variação positiva de R$ 2,06 sobre o fechamento anterior (R$ 90,84) revela um otimismo do mercado em relação aos ativos indexados à inflação. O volume de ações negociadas foi de 18.502 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 1.718.835,80. Assim como o líder do ranking, este fundo não possui dados de 52 semanas disponíveis na tabela, sugerindo uma listagem recente ou reestruturação. A constância do preço entre a mínima e a máxima do dia (R$ 92,90) reforça a tese de uma demanda qualificada que sustenta o valor da cota em patamares elevados. Para o investidor, o CLIN11 se posiciona como um veículo de proteção de capital contra a volatilidade dos índices de preços.
O fundo Clave Índices de Preços é focado em títulos de dívida imobiliária com remuneração atrelada ao IPCA. A última notícia relevante sobre a gestora Clave envolve a expansão de sua estratégia de crédito privado para mitigar riscos de deflação em períodos sazonais.
3º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 32,42 ↑1,63%
Descrição: Com uma variação positiva de R$ 0,52, o BLMG11 fechou a R$ 32,42, registrando alta de 1,63%. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 31,88 e a máxima de R$ 32,42 ao longo do dia. O volume financeiro movimentado foi de R$ 141.869,92, com 4.376 cotas trocando de mãos. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo encontra-se em um patamar intermediário, considerando sua mínima de R$ 27,21 e máxima de R$ 36,73 no último ano. O fechamento anterior estava em R$ 31,90, evidenciando uma recuperação gradual. O volume de negociação é mais tímido comparado aos pares, sugerindo uma base de cotistas mais resiliente e menos voltada ao giro de curto prazo, focando nos fundamentos logísticos.
O BLMG11 investe em galpões logísticos de alto padrão (Classe A). Recentemente, a BlueMacaw anunciou a renegociação de contratos de aluguel em seu portfólio para ajustar os fluxos de caixa às novas condições de mercado.
4º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,95 ↑1,34%
Descrição: O HSAF11 fechou o dia em R$ 80,95, representando uma alta de 1,34% (R$ 1,07 acima do fechamento anterior de R$ 79,88). O fundo apresentou volatilidade intradia considerável, com mínima de R$ 79,07 e máxima de R$ 81,28. O volume de negociação foi robusto, com 19.693 cotas movimentando R$ 1.594.148,35. No acumulado de 52 semanas, o fundo demonstra força, operando próximo à sua máxima histórica do período (R$ 82,06) e bem distante da mínima de R$ 66,80. Esse comportamento sugere uma percepção de valor positiva por parte dos analistas, possivelmente ancorada na qualidade dos ativos de crédito que compõem o portfólio do fundo.
Este é um fundo de papel gerido pela HSI, focado em CRIs. A notícia mais recente do setor indica que a HSI concluiu uma nova rodada de alocação de recursos, visando aumentar o dividendo recorrente distribuído aos cotistas.
5º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 20,15 ↑1,26%
Descrição: O HCTR11, um dos fundos mais comentados pelo varejo, registrou alta de 1,26%, fechando a R$ 20,15. A variação nominal foi de R$ 0,25 sobre o fechamento de R$ 19,90. Durante o dia, o ativo tocou a mínima de R$ 19,78 e a máxima de R$ 20,31. Com 44.401 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 894.680,15. É importante notar que o fundo ainda opera perto de suas mínimas de 52 semanas (R$ 17,34), muito aquém da máxima de R$ 22,47, refletindo os desafios enfrentados por fundos de perfil “high yield”. A liquidez diária permanece alta, demonstrando que o ativo continua sendo um importante instrumento de especulação e posicionamento para investidores que buscam recuperação de valor.
O HCTR11 foca em Certificados de Recebíveis Imobiliários de maior risco e retorno. Recentemente, a gestão tem trabalhado na reestruturação de dívidas de alguns projetos de multipropriedade que compõem sua carteira.
6º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,73 ↑0,94%
Descrição: O ETF RBFM11 fechou em R$ 10,73, com uma alta moderada de 0,94%. O movimento representou um acréscimo de R$ 0,10 frente ao fechamento anterior de R$ 10,63. O ativo teve 54.719 cotas negociadas, gerando R$ 587.134,87 em volume financeiro. O intervalo de negociação no dia foi estreito, entre R$ 10,65 e R$ 10,77. No horizonte de um ano, o fundo mostra resiliência, mantendo-se mais próximo da máxima de R$ 11,58 do que da mínima de R$ 8,51. Por ser um ETF que busca replicar um índice, seu desempenho é um termômetro direto do sentimento geral do mercado de FIIs, indicando uma tendência de recuperação leve mas constante no setor.
O RBFM11 é um ETF gerido pela Rio Bravo que busca replicar o desempenho do Índice Small Caps de FIIs. A última notícia relevante é a atualização da carteira teórica do IFIX, que impacta diretamente a composição deste fundo.
7º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 64,30 ↑0,88%
Descrição: O KIVO11 registrou uma valorização de 0,88%, encerrando a sessão a R$ 64,30. A alta nominal foi de R$ 0,56 comparado ao fechamento de R$ 63,74. O volume financeiro foi de R$ 183.576,50, com a negociação de 2.855 cotas. No pregão, a mínima foi de R$ 63,90 e a máxima de R$ 64,30. Ao observar o intervalo de 52 semanas, percebe-se que o fundo está em uma zona de valorização, com a máxima do período em R$ 67,20 e a mínima em R$ 52,98. A baixa liquidez em comparação a outros nomes da lista sugere um perfil de investidor que mantém o ativo em carteira visando a distribuição de proventos de longo prazo em detrimento de trades rápidos.
O Kilima Volkano é um fundo de papel focado em ativos de crédito imobiliário. Notícias recentes destacam que a gestão Kilima tem focado em pulverizar o risco de crédito para evitar inadimplências pontuais no setor de construção civil.
8º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 84,05 ↑0,84%
Descrição: O PCIP11 apresentou alta de 0,84%, finalizando o dia cotado a R$ 84,05. O ganho foi de R$ 0,70 sobre o preço anterior de R$ 83,35. O fundo movimentou expressivos R$ 3.885.631,50, resultado da negociação de 46.230 cotas. Durante o dia, variou entre R$ 83,10 e R$ 84,49. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra estabilidade, operando entre R$ 71,88 e R$ 87,27. O volume financeiro robusto indica que este ETF possui grande aceitação no mercado, servindo como uma porta de entrada eficiente para investidores que desejam exposição diversificada ao mercado de CRIs geridos pela VBI Real Estate.
O PCIP11 é um ETF que investe em uma carteira diversificada de fundos de CRI. Recentemente, a VBI Real Estate, gestora do fundo, anunciou a integração de novas métricas de ESG em suas análises de crédito imobiliário.
9º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,36 ↑0,72%
Descrição: O GARE11 registrou uma alta de 0,72%, fechando a R$ 8,36. Embora a variação nominal seja de apenas R$ 0,06, o destaque absoluto fica para o volume de negociação: 1.449.070 cotas foram transacionadas, resultando em um volume financeiro de R$ 12.114.225,20, o maior entre os dez ativos analisados. O fundo operou entre a mínima de R$ 8,34 e a máxima de R$ 8,37. A ausência de dados de 52 semanas na tabela sugere uma transição ou IPO recente de grande impacto. A altíssima liquidez demonstra que o GARE11 tornou-se um “blue chip” do setor logístico, atraindo grandes investidores institucionais devido à facilidade de entrada e saída das posições.
O GARE11 é focado em ativos logísticos e de renda urbana. A última notícia de destaque foi a mudança de nome e estratégia do fundo (antigo GALG11), visando ampliar o escopo de investimentos para ativos de varejo e serviços.
10º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 66,30 ↑0,61%
Descrição: Fechando o ranking, o JSRE11 subiu 0,61%, alcançando o valor de R$ 66,30. A variação positiva de R$ 0,40 ocorreu sobre o fechamento de R$ 65,90. O volume financeiro totalizou R$ 2.511.841,80, com 37.886 cotas negociadas. O fundo oscilou entre R$ 65,68 e R$ 66,88 durante a sessão. Analisando as 52 semanas, o ativo está operando próximo de sua máxima (R$ 69,40) e consideravelmente acima da mínima de R$ 54,25. Este desempenho reflete a confiança do mercado na gestão do Safra e na qualidade dos edifícios corporativos que compõem o portfólio, especialmente em um momento de retomada do trabalho presencial e redução da vacância em escritórios triple A.
O JSRE11 é um fundo de tijolo focado em escritórios de alto padrão. Recentemente, o fundo anunciou a renovação de contratos de aluguel em São Paulo com reajustes positivos, o que deve impactar favoravelmente os próximos dividendos.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,00 | -0,03% |
| 2 | XPCI11 | R$ 84,38 | -0,03% |
| 3 | ARRI11 | R$ 6,02 | -0,02% |
| 4 | VGRI11 | R$ 7,02 | -0,02% |
| 5 | ITRI11 | R$ 87,43 | -0,02% |
| 6 | RBRL11 | R$ 81,59 | -0,02% |
| 7 | PVBI11 | R$ 76,83 | -0,02% |
| 8 | KORE11 | R$ 73,60 | -0,01% |
| 9 | RZAT11 | R$ 93,95 | -0,01% |
| 10 | VISC11 | R$ 108,54 | -0,01% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,00 ↓2,87%
Descrição: O fundo Gazit Malls liderou as baixas do dia com uma desvalorização de 2,87%, encerrando a sessão cotado a R$ 44,00. O movimento representou uma queda nominal de R$ 1,30 em relação ao fechamento anterior de R$ 45,30. Durante o pregão, o ativo não apresentou volatilidade, mantendo-se estagnado entre a mínima e a máxima de R$ 44,00, o que indica uma pressão vendedora constante sem força de recuperação intradiária. O volume de negociação foi relativamente baixo, com 5.638 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 248.072,00. É importante notar que o relatório aponta ausência de dados históricos para as mínimas e máximas de 52 semanas, sugerindo uma listagem recente ou reestruturação de ticker. O fundo opera no segmento de shopping centers, um setor que depende diretamente do fluxo de consumidores e da saúde do varejo físico. A liquidez reduzida em comparação a outros pares do setor pode acentuar movimentos bruscos de preço como o observado hoje.
O GZIT11 é um fundo imobiliário gerido pela Gazit Brasil, focado na aquisição e exploração comercial de shopping centers em regiões metropolitanas de alta densidade. Recentemente, a empresa controladora, Gazit-Globe, anunciou planos de expansão orgânica em seus ativos principais em São Paulo, buscando otimizar o mix de lojistas.
2º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 84,38 ↓2,61%
Descrição: O XPCI11 registrou uma queda significativa de 2,61%, fechando o dia a R$ 84,38. A variação negativa foi de R$ 2,26 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 86,64. O ativo demonstrou certa oscilação durante o dia, atingindo a mínima de R$ 84,00 e a máxima de R$ 84,91. O volume de ações negociadas foi de 23.182, totalizando um giro financeiro de R$ 1.956.097,16. Ao analisarmos a janela de 52 semanas, percebemos que o fundo está operando próximo de sua máxima histórica (R$ 86,69) e consideravelmente acima de sua mínima (R$ 66,08), o que pode indicar uma correção técnica ou realização de lucros por parte dos investidores após um período de valorização. Como um fundo de “papel” (CRI), o desempenho do XPCI11 é sensível às variações nas curvas de juros e nos índices de inflação que corrigem sua carteira de recebíveis imobiliários.
O XPCI11 é um fundo de recebíveis gerido pela XP Asset Management, com o objetivo de investir em títulos de dívida imobiliária como CRIs e LCIs. Em notícia recente, o fundo comunicou ao mercado a distribuição de rendimentos referentes ao último mês, mantendo a consistência em seu histórico de dividend yield.
3º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,02 ↓2,27%
Descrição: O ativo ARRI11 apresentou um recuo de 2,27%, terminando a sessão cotado a R$ 6,02. A desvalorização nominal foi de R$ 0,14 frente aos R$ 6,16 do fechamento anterior. O fundo teve uma movimentação de preço entre R$ 6,00 e R$ 6,20, mostrando que chegou a operar brevemente acima do fechamento anterior antes de sucumbir à pressão vendedora. Foram negociadas 71.651 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 431.339,02. O preço atual encontra-se em uma zona intermediária de seu histórico anual, com mínima de R$ 5,91 e máxima de R$ 6,95. Este fundo atua na gestão de recebíveis, e o valor unitário da cota mais baixo costuma atrair investidores de varejo devido à facilidade de entrada (acessibilidade), mas também pode gerar maior volatilidade percentual diante de variações de poucos centavos no preço nominal das cotas no mercado secundário.
O ARRI11 é gerido pela Átrio Asset e foca em uma carteira diversificada de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). A última notícia relevante do fundo trata da atualização mensal de sua carteira, destacando o aumento da exposição em títulos indexados ao IPCA para proteção contra a inflação.
4º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 7,02 ↓2,23%
Descrição: O fundo VGRI11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,23%, sendo negociado a R$ 7,02. A queda nominal foi de R$ 0,16 em comparação ao fechamento de R$ 7,18. O ativo teve uma oscilação relevante, com mínima de R$ 6,93 e máxima de R$ 7,18, o que mostra que o preço de abertura não conseguiu se sustentar ao longo da sessão. O volume de negociação foi expressivo, com 160.650 cotas movimentadas, gerando um volume financeiro de R$ 1.127.763,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 6,39 e R$ 8,48, situando o valor atual mais próximo da região de suporte inferior. Por ser um fundo de recebíveis, o mercado monitora de perto o risco de crédito das operações subjacentes e o impacto do cenário macroeconômico brasileiro na capacidade de pagamento dos devedores das dívidas imobiliárias que compõem o portfólio.
O VGRI11 é um fundo de papel gerido pela Valora Investimentos, especializado em CRIs. Recentemente, a gestão divulgou um relatório detalhando a saúde financeira dos ativos do portfólio, reafirmando a ausência de inadimplência nas operações estruturadas atuais.
5º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 87,43 ↓1,74%
Descrição: O ITRI11 registrou uma queda de 1,74%, fechando a R$ 87,43, o que representa um decréscimo de R$ 1,55 em relação ao valor anterior de R$ 88,98. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 87,39 e a máxima de R$ 88,95. Foram negociadas 15.645 cotas, com um volume financeiro totalizando R$ 1.367.842,35. O fundo está atualmente operando muito perto de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 89,00, contrastando com a mínima anual de R$ 65,42. Esse posicionamento sugere que o recuo de hoje pode ser uma flutuação pontual dentro de uma tendência de alta mais ampla ou um ajuste de carteira institucional. A liquidez média e a chancela da marca Itaú conferem ao fundo um perfil de risco percebido como mais conservador dentro da classe de ativos imobiliários, atraindo investidores focados em retorno total a longo prazo.
O ITRI11 é um fundo “fundo de fundos” (FoF) gerido pelo Itaú Asset Management, que busca rentabilidade através da seleção de outros FIIs. Em nota aos investidores, o Itaú destacou recentemente a recalibragem da exposição do fundo em ativos de tijolo, visando capturar a retomada do setor de escritórios.
6º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 81,59 ↓1,70%
Descrição: O fundo logístico RBRL11 apresentou um recuo de 1,70%, encerrando o pregão a R$ 81,59. A variação negativa foi de R$ 1,41 sobre o fechamento de R$ 83,00. O ativo teve uma variação intradiária considerável, com mínima de R$ 81,06 e máxima de R$ 82,90. O volume negociado foi de 28.254 cotas, resultando em um volume financeiro robusto de R$ 2.305.243,86. No intervalo de um ano, o fundo transitou entre R$ 63,25 e R$ 92,67, colocando o preço atual em uma zona de consolidação. O setor logístico, no qual o fundo está inserido, é sensível a custos de construção e taxas de vacância em galpões de alto padrão. O volume financeiro negociado hoje demonstra que há liquidez e interesse institucional no papel, mesmo em dias de desvalorização, refletindo a importância estratégica de ativos de infraestrutura logística no portfólio de grandes investidores.
O RBRL11 é gerido pela RBR Asset Management e investe em galpões logísticos de classe A. A última notícia do fundo menciona a renovação antecipada de um contrato de locação importante em um de seus ativos no estado de São Paulo, garantindo estabilidade de receita.
7º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 76,83 ↓1,65%
Descrição: O PVBI11 fechou com queda de 1,65%, a R$ 76,83, com uma redução de R$ 1,29 frente aos R$ 78,12 do dia anterior. O fundo teve uma amplitude de negociação entre R$ 76,83 (mínima do dia) e R$ 78,10. O volume de cotas negociadas foi de 58.991, gerando um expressivo volume financeiro de R$ 4.532.278,53. O histórico de 52 semanas mostra uma mínima de R$ 68,64 e uma máxima de R$ 84,06. O PVBI11 é um dos fundos de lajes corporativas mais acompanhados do mercado, focando em ativos “Prime” na cidade de São Paulo. A queda de hoje ocorre em um contexto onde o volume financeiro foi um dos maiores da lista, indicando que a movimentação de preço foi acompanhada por uma forte atividade de mercado, o que geralmente reflete rebalanceamentos de grandes fundos ou mudanças na percepção de risco sobre o setor imobiliário corporativo.
O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate e detém participações em edifícios icônicos em São Paulo. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da aquisição de uma fatia adicional em um edifício na região da Faria Lima, fortalecendo sua presença no principal centro financeiro do país.
8º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 73,60 ↓1,37%
Descrição: O KORE11 encerrou a sessão com recuo de 1,37%, cotado a R$ 73,60. A perda nominal foi de R$ 1,02 comparado ao fechamento anterior de R$ 74,62. Durante o dia, o ativo operou entre a mínima de R$ 73,60 e a máxima de R$ 74,78. O volume de ações foi de 23.757 cotas, com volume financeiro de R$ 1.748.515,20. No último ano, o fundo variou entre R$ 59,80 e R$ 77,26, o que posiciona a cotação atual relativamente próxima ao topo histórico anual. Sendo um fundo gerido pela Kinea, o KORE11 carrega a reputação de uma das maiores gestoras do país, o que costuma conferir maior estabilidade aos preços. O comportamento de hoje reflete uma oscilação comum de mercado, sem necessariamente indicar uma mudança nos fundamentos do fundo, que busca oportunidades em diversos segmentos do setor imobiliário comercial e de crédito.
O KORE11 é um fundo multiestratégia da Kinea Investimentos. Em sua última comunicação oficial, a gestora destacou a diversificação do portfólio entre ativos de renda e desenvolvimento, buscando capturar ganhos de capital em diferentes ciclos do mercado imobiliário.
9º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 93,95 ↓1,27%
Descrição: O ativo RZAT11 registrou queda de 1,27%, terminando o dia a R$ 93,95. A variação negativa foi de R$ 1,21 em relação ao preço de R$ 95,16 da sessão anterior. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 93,68 e a máxima de R$ 95,40. Com um volume de 9.513 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 893.746,35. O histórico anual revela uma mínima de R$ 77,77 e uma máxima de R$ 95,81, evidenciando que o fundo está sendo negociado muito próximo de sua máxima de 52 semanas. O perfil “High Yield” indica que o fundo busca retornos mais elevados através de ativos com maior risco de crédito ou operações mais estruturadas. O volume financeiro mais tímido em relação a outros fundos da lista sugere uma menor liquidez, o que pode amplificar o impacto de ordens de venda menores sobre o preço final da cota.
O RZAT11 é gerido pela Riza Asset Management e foca em ativos imobiliários com estratégia de crédito privado de maior retorno. Recentemente, a Riza anunciou o encerramento de sua última emissão de cotas, captando recursos para novas aquisições de títulos de dívida imobiliária.
10º – VINCI SHOPPING CENTERS FDO INVEST IMOB CF (VISC11) | R$ 108,54 ↓1,19%
Descrição: O VISC11, um dos gigantes do setor de shopping centers, apresentou queda de 1,19%, fechando a R$ 108,54. A redução nominal foi de R$ 1,31 sobre o valor anterior de R$ 109,85. O fundo demonstrou grande atividade, oscilando entre R$ 107,62 e R$ 109,99 durante o dia. O volume de negociação foi massivo, com 200.076 cotas movimentadas e um volume financeiro impressionante de R$ 21.716.249,04, sendo de longe o ativo mais líquido desta lista. No acumulado de 52 semanas, variou entre R$ 90,58 e R$ 111,93. O alto volume financeiro em um dia de queda sugere uma rotação de carteira por parte de grandes players institucionais. Como o fundo possui um portfólio diversificado de shoppings em várias regiões do Brasil, seu desempenho é frequentemente visto como um termômetro para o setor de consumo e lazer.
O VISC11 é gerido pela Vinci Real Estate e possui participações em mais de 20 shoppings em todo o país. A última notícia relevante do fundo foi o anúncio de um aumento na projeção de dividendos para o próximo semestre, fundamentado no crescimento das vendas nas mesmas lojas (SSS) do seu portfólio.