Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,32 | 5,31% |
| 2 | VGIP11 | R$ 81,98 | 1,88% |
| 3 | SPXS11 | R$ 8,62 | 1,77% |
| 4 | GARE11 | R$ 8,41 | 1,33% |
| 5 | BROF11 | R$ 62,71 | 1,23% |
| 6 | CCME11 | R$ 9,14 | 1,22% |
| 7 | PVBI11 | R$ 79,00 | 1,09% |
| 8 | RBRY11 | R$ 93,48 | 1,07% |
| 9 | WHGR11 | R$ 9,58 | 0,95% |
| 10 | CACR11 | R$ 81,99 | 0,86% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,32 ↑ 5,31%
Descrição: O Kinea Creditas FII (KCRE11) apresentou o desempenho mais expressivo da lista, consolidando-se no topo do ranking com uma valorização de 5,31% no último pregão. O fundo encerrou o dia cotado a R$ 9,32, valor que representou também a sua máxima intradiária, após ter oscilado a partir de uma mínima de R$ 9,32 (indicando abertura em gap ou estabilidade no piso). A variação absoluta foi de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. O volume de negociação registrou 84.281 cotas, movimentando um montante financeiro total de R$ 785.498,92. É importante notar que o ativo não possui dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas nesta base, sugerindo uma listagem recente ou transição de ticker. A liquidez e a volatilidade observadas indicam um forte fluxo comprador, empurrando o preço para o patamar mais alto do dia de forma consistente.
Este fundo é gerido pela Kinea e atua no segmento de papéis, focando em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) originados pela Creditas, com lastro em garantias imobiliárias robustas. Uma notícia recente relevante para o fundo envolve a expansão da carteira de crédito imobiliário da Creditas, o que impacta diretamente a originação de novos ativos para o portfólio do KCRE11.
2º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 81,98 ↑ 1,88%
Descrição: O VGIP11 ocupou a segunda posição no ranking de valorização, registrando uma alta de 1,88%. O preço de fechamento foi de R$ 81,98, resultando em um ganho nominal de R$ 1,51 frente ao fechamento anterior de R$ 80,47. Durante o pregão, o ativo demonstrou resiliência, tocando a mínima de R$ 80,12 e alcançando a máxima de R$ 82,00. Com um volume de 36.225 ações movimentadas, o giro financeiro do dia somou R$ 2.969.725,50, evidenciando uma liquidez saudável para investidores institucionais e de varejo. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo transita em patamares próximos à sua máxima (R$ 83,32), bem distante da mínima de R$ 69,28, o que reflete uma tendência de recuperação ou manutenção de valor no médio prazo. A consistência dos ganhos diários reforça o interesse do mercado em ativos de crédito privado indexados à inflação.
O Valora CRI é um fundo de papel focado em ativos indexados ao IPCA, buscando ganho de capital e renda através de uma carteira diversificada de recebíveis. Recentemente, a gestão do VGIP11 comunicou a manutenção da estratégia de reciclagem de portfólio para captar taxas mais atrativas em novos CRIs, aproveitando a abertura das curvas de juros reais.
3º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,62 ↑ 1,77%
Descrição: O SPXS11 encerrou a sessão com uma valorização de 1,77%, posicionando-se como o terceiro melhor desempenho. O valor da cota atingiu R$ 8,62, o que representa um incremento de R$ 0,15 sobre o valor de referência anterior de R$ 8,47. O comportamento intradiário mostrou pouca amplitude, com a mínima fixada em R$ 8,53 e a máxima no valor do fechamento, R$ 8,62. O volume negociado foi de 52.334 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 451.119,08. Assim como outros fundos novos da lista, este ativo não apresenta dados históricos de 52 semanas, indicando que o investidor deve focar na análise de curto prazo e nos fundamentos da gestão SPX. A estabilidade entre a mínima e a máxima sugere que o ativo encontrou suporte comprador ao longo de todo o dia, fechando com pressão positiva.
O SPXS11 é um fundo multiestratégia fruto da parceria entre a SPX Capital e a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties), investindo tanto em tijolo quanto em papel. A notícia mais recente do setor que envolve a estratégia do fundo é a movimentação da Syn na alienação de participações em shoppings, o que pode influenciar a estratégia de alocação de capital do SPXS11.
4º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,41 ↑ 1,33%
Descrição: O GARE11 registrou uma performance sólida com alta de 1,33%, fechando a R$ 8,41. O ganho por cota foi de R$ 0,11 comparado ao fechamento de R$ 8,30. O destaque absoluto deste fundo reside em sua liquidez extrema: foram negociadas 1.708.410 cotas, gerando o maior volume financeiro desta lista, totalizando R$ 14.367.728,10. Essa movimentação expressiva demonstra que o fundo é um dos principais veículos de investimento para quem busca facilidade de entrada e saída no setor logístico. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 8,39 e a máxima de R$ 8,41. O volume negociado representa uma confiança significativa do mercado, mesmo com a ausência de dados de 52 semanas na planilha, sugerindo que o ativo é um dos protagonistas em termos de rotatividade financeira no segmento atual.
O Guardian Logística foca em ativos de renda imobiliária, especialmente em galpões logísticos e imóveis comerciais de longo prazo (contratos atípicos). Recentemente, o GARE11 concluiu a aquisição de um portfólio de imóveis do Grupo Pão de Açúcar, uma operação estruturante que garantiu novos contratos de locação de longo prazo e estabilidade de fluxo de caixa.
5º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 62,71 ↑ 1,23%
Descrição: O BROF11 apresentou uma valorização de 1,23%, encerrando o dia a R$ 62,71. A variação positiva foi de R$ 0,76 em relação aos R$ 61,95 anteriores. O fundo teve uma oscilação notável durante o dia, com mínima de R$ 60,88 e máxima de R$ 63,69, o que demonstra uma volatilidade maior do que a média dos pares nesta lista. Foram negociadas 12.074 cotas, com um volume financeiro total de R$ 757.160,54. Um dado fundamental para o investidor é que o preço atual de fechamento está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 63,69), indicando que o fundo está testando resistências históricas. Por outro lado, a distância para a mínima de 52 semanas (R$ 41,90) mostra uma recuperação de preço superior a 50% no último ano, sinalizando um forte momentum de alta para o ativo de lajes corporativas.
Este fundo é focado em escritórios comerciais de alto padrão (Classe A), gerido com foco em ativos corporativos da BR Properties. Uma notícia de impacto recente foi a conclusão da venda de parte considerável do portfólio da BR Properties para a Brookfield, o que alterou a dinâmica de ativos sob gestão direta relacionados ao ecossistema do BROF11.
6º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,14 ↑ 1,22%
Descrição: O fundo CCME11 registrou alta de 1,22% no pregão, fechando a R$ 9,14 por cota, um aumento de R$ 0,11 sobre o fechamento de R$ 9,03. O ativo apresentou uma variação entre a mínima de R$ 9,06 e a máxima de R$ 9,20. O volume de negociação foi de 20.244 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 185.030,16. Ao analisar o histórico disponível, observa-se que o fundo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 9,47) e bem acima da mínima do mesmo período (R$ 7,76). O volume financeiro mais tímido em comparação aos líderes do ranking sugere um ativo de nicho ou com base de cotistas ainda em expansão, exigindo atenção do investidor quanto à liquidez diária, embora o desempenho percentual tenha sido consistente com o mercado de FIIs de mandato múltiplo.
O Canuma Capital Multiestratégia é um fundo que busca oportunidades em diversas classes de ativos imobiliários, permitindo agilidade na alocação entre crédito e tijolo. Recentemente, a gestora Canuma Capital divulgou relatório focando no aumento da exposição em CRIs de CDI+ para proteger a carteira contra a manutenção das taxas de juros em patamares elevados.
7º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 79,00 ↑ 1,09%
Descrição: O PVBI11, um dos nomes mais conhecidos do setor de lajes corporativas, fechou o dia com alta de 1,09%, cotado a R$ 79,00. A variação nominal foi de R$ 0,85 sobre o preço de R$ 78,15. Durante o pregão, o fundo oscilou entre R$ 78,30 e R$ 79,07, demonstrando uma tendência de alta firme ao longo das horas de negociação. O volume de ações foi de 37.935, com um montante financeiro negociado de R$ 2.996.865,00. Em uma perspectiva de 52 semanas, o fundo mostra estabilidade: a mínima foi de R$ 68,64 e a máxima de R$ 84,06. O valor atual indica que o fundo está em uma zona intermediária de preços, recuperando-se de quedas anteriores, mas ainda com espaço para atingir o topo histórico do ano, sendo uma opção visada por quem busca ativos de qualidade “Prime” em São Paulo.
O VBI Prime Properties investe em edifícios de escritórios de altíssimo padrão situados nas regiões mais nobres de São Paulo, como Faria Lima e Paulista. A última notícia relevante foi o anúncio da aquisição de uma fatia adicional no Edifício Union Faria Lima, reforçando a estratégia de consolidação em ativos Triple A.
8º – FD INV IMOB RBR PV CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 93,48 ↑ 1,07%
Descrição: O RBRY11 fechou a sessão com alta de 1,07%, atingindo o valor de R$ 93,48. O incremento foi de R$ 0,99 em relação ao fechamento de R$ 92,49. O fundo teve uma movimentação de 60.792 cotas, o que gerou um volume financeiro robusto de R$ 5.682.836,16, demonstrando ser um ativo de alta procura pelos investidores de papel. A variação intradiária ficou entre R$ 92,26 e R$ 93,50. Olhando para o histórico anual, o fundo está sendo negociado em um nível elevado, relativamente próximo da máxima de 52 semanas de R$ 97,12 e consideravelmente acima da mínima de R$ 79,06. Esse posicionamento reforça a tese de que os fundos de crédito imobiliário da RBR Asset continuam atraindo prêmio pela qualidade da gestão e proteção contra a inflação e juros.
O RBRY11 é um fundo de papel que foca em crédito privado imobiliário (High Grade), com o objetivo de entregar rendimentos acima do CDI. A notícia mais recente sobre o fundo destaca a 7ª emissão de cotas, que visou levantar capital para aproveitar oportunidades em CRIs com taxas de retorno superiores às da carteira atual.
9º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,58 ↑ 0,95%
Descrição: O WHGR11 encerrou o dia com uma valorização de 0,95%, cotado a R$ 9,58. O aumento nominal foi de R$ 0,09 frente ao fechamento de R$ 9,49. O dado curioso do pregão para este fundo foi a total convergência entre a mínima, a máxima e o preço de fechamento, todos registrados a R$ 9,58, o que pode indicar uma negociação em lote específico ou uma pressão compradora que travou o preço no teto do dia. O volume negociado foi de 42.277 cotas, totalizando R$ 405.013,66 em volume financeiro. Sem dados de 52 semanas disponíveis no relatório, o foco do investidor permanece na manutenção do valor da cota próxima ao seu valor patrimonial. A baixa amplitude de variação intradiária sugere um dia de baixa volatilidade, mas de viés positivo definido.
Este fundo é gerido pela Wealth High Governance (WHG) e possui uma estratégia híbrida, investindo em diversos segmentos do mercado imobiliário. Recentemente, a WHG anunciou uma reestruturação em seus fundos para otimizar a distribuição de dividendos e melhorar a eficiência fiscal do portfólio do WHGR11.
10º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 81,99 ↑ 0,86%
Descrição: Fechando a lista, o CACR11 registrou alta de 0,86%, com a cota finalizada em R$ 81,99. A variação positiva foi de R$ 0,70 comparado aos R$ 81,29 do dia anterior. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 81,13 e a máxima de R$ 82,00. O volume de negociação foi de 21.682 cotas, com volume financeiro de R$ 1.777.707,18. Historicamente, o fundo demonstra uma valorização sólida no longo prazo, estando atualmente entre a mínima de 52 semanas de R$ 56,60 e a máxima de R$ 88,58. Embora tenha sido o menor ganho percentual da lista de hoje, o fundo mantém uma liquidez de milhões de reais e um histórico de recuperação de preços que atrai investidores focados em recebíveis imobiliários com foco em incorporação residencial.
O CACR11 é um fundo de papel que investe majoritariamente em CRIs voltados ao setor de incorporação imobiliária. A última notícia relevante sobre o fundo refere-se à aprovação de novas garantias para seus principais ativos de crédito, visando reduzir o risco de inadimplência diante do cenário de juros altos que impacta o setor de construção civil.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,09 | -2,67% |
| 2 | VGRI11 | R$ 6,62 | -1,93% |
| 3 | VIUR11 | R$ 2,18 | -1,36% |
| 4 | TRBL11 | R$ 76,22 | -1,19% |
| 5 | RZAT11 | R$ 94,85 | -1,12% |
| 6 | OUJP11 | R$ 87,91 | -0,72% |
| 7 | HCTR11 | R$ 19,43 | -0,72% |
| 8 | RBRL11 | R$ 85,72 | -0,71% |
| 9 | ARRI11 | R$ 6,07 | -0,65% |
| 10 | DEVA11 | R$ 23,20 | -0,60% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,09 ↓2,67%
Descrição: O fundo imobiliário Gazit Malls (GZIT11) registrou uma queda de 2,67% em seu valor de mercado, encerrando a sessão cotado a R$ 44,09. O recuo nominal foi de R$ 1,21 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 45,30. Durante o pregão, o ativo apresentou baixíssima volatilidade intradiária, com as cotações mínima e máxima fixadas exatamente no valor de fechamento (R$ 44,09), indicando uma pressão vendedora constante desde a abertura. O volume de negociação foi de 5.668 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 249.902,12. Notavelmente, não foram fornecidos dados sobre as variações de mínima e máxima das últimas 52 semanas para este ativo específico. O ranking coloca este fundo como o de maior queda percentual entre os selecionados. Investidores devem estar atentos à liquidez do fundo, que se mostrou reduzida comparada a outros pares do setor imobiliário de shopping centers, categoria na qual o fundo opera majoritariamente.
A empresa Gazit Brasil, gestora e proprietária do fundo, é uma subsidiária da multinacional Gazit-Globe, especializada na operação e administração de shopping centers localizados em grandes centros urbanos. Recentemente, a empresa tem focado em estratégias de reciclagem de portfólio para otimizar a rentabilidade de seus ativos principais em São Paulo.
2º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,62 ↓1,93%
Descrição: O fundo VGRI11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,93%, cotado a R$ 6,62. A variação negativa foi de R$ 0,13 frente ao fechamento anterior de R$ 6,75. Ao longo do dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,61 e a máxima de R$ 6,75, demonstrando uma tendência de queda consolidada ao fim do pregão. O volume de ações negociadas foi expressivo, totalizando 114.345 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 756.963,90. Em uma perspectiva de longo prazo, o fundo se encontra próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 6,34), estando consideravelmente distante da máxima de R$ 8,48 registrada no último ano. Esse cenário sugere um momento de correção acentuada para os detentores das cotas, refletindo possivelmente o cenário de juros ou revisões na carteira de crédito do fundo.
O VGRI11 é um fundo imobiliário de gestão ativa gerido pela Valora Investimentos, focado principalmente em ativos de crédito imobiliário (CRIs). Em notícias recentes, a gestora destacou a resiliência de sua carteira perante a deflação, mantendo o acompanhamento rigoroso das garantias imobiliárias atreladas aos títulos.
3º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,18 ↓1,36%
Descrição: O fundo VIUR11 apresentou uma retração de 1,36% no pregão, fechando a R$ 2,18. A queda nominal foi de R$ 0,03 em comparação ao fechamento anterior de R$ 2,21. O ativo demonstrou uma oscilação contida durante o dia, com mínima de R$ 2,18 e máxima de R$ 2,23. O volume negociado alcançou 55.593 cotas, gerando um giro financeiro de R$ 121.192,74. Ao observar o histórico de 52 semanas, o preço atual de R$ 2,18 está mais próximo da mínima do período (R$ 1,91) do que da máxima (R$ 5,91), evidenciando uma perda de valor de mercado superior a 60% em relação ao seu pico anual. O rank 3 reflete o impacto dessa desvalorização contínua. O baixo valor nominal da cota atrai investidores de varejo, mas requer cautela devido à volatilidade percentual.
O Vinci Imóveis Urbanos é um fundo gerido pela Vinci Real Estate, com portfólio voltado para imóveis de uso urbano, como instituições de ensino e varejo. Recentemente, a Vinci anunciou a movimentação de ativos visando reduzir a alavancagem de alguns de seus fundos, buscando melhorar a distribuição de dividendos.
4º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 76,22 ↓1,19%
Descrição: Com uma queda de 1,19%, o TRBL11 fechou cotado a R$ 76,22, uma redução de R$ 0,92 frente aos R$ 77,14 anteriores. O dia foi marcado por uma volatilidade relevante, com o preço atingindo a mínima de R$ 75,43 e a máxima de R$ 77,52. O volume de negociação foi robusto, com 34.123 cotas trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 2.600.855,06, o maior valor financeiro entre os ativos listados neste relatório. Em 52 semanas, o fundo operou entre R$ 47,76 e R$ 79,69, o que posiciona o valor atual (R$ 76,22) muito próximo do teto histórico recente, indicando que, apesar da queda diária, o ativo mantém uma trajetória de valorização consistente no longo prazo.
Este fundo é focado no segmento logístico e industrial, especificamente no estado do Rio de Janeiro. É administrado pela BRL Trust e gerido pela SDI Gestão. A última notícia relevante do fundo trata da manutenção de altos índices de ocupação em seus galpões, beneficiando-se da demanda por last-mile no setor de e-commerce.
5º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 94,85 ↓1,12%
Descrição: O ETF imobiliário RZAT11 registrou desvalorização de 1,12%, encerrando o dia a R$ 94,85. O recuo foi de R$ 1,07 em relação ao fechamento de R$ 95,92. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 94,56 e a máxima de R$ 96,40. Foram negociadas 25.233 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 2.393.350,05. Este ativo demonstra uma liquidez considerável no mercado secundário. Nos últimos 12 meses, o fundo variou entre R$ 76,61 e R$ 96,40; portanto, o fechamento atual a R$ 94,85 mostra que o fundo está testando níveis de resistência próximos à sua máxima anual, apesar do ajuste negativo observado nesta data. A estratégia de “High Yield” implica em maior risco de crédito em troca de retornos esperados mais elevados em dividendos.
O RZAT11 é um fundo gerido pela Riza Asset, com foco em ativos imobiliários de maior rendimento, predominantemente CRIs. Em fato relevante recente, a gestora comunicou o aumento da alocação em ativos indexados ao IPCA, buscando proteger o poder de compra dos investidores contra a inflação.
6º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 87,91 ↓0,72%
Descrição: O fundo OUJP11 apresentou queda de 0,72%, fechando o dia a R$ 87,91. A variação nominal negativa foi de R$ 0,64 em relação ao fechamento de R$ 88,55. O ativo manteve uma estabilidade relativa durante o pregão, com mínima de R$ 87,68 e máxima de R$ 88,55. O volume de ações foi de 4.407, movimentando R$ 387.419,37. Historicamente, nas últimas 52 semanas, o fundo registrou a mínima de R$ 65,95 e a máxima de R$ 88,95. O valor de fechamento atual situa-se no limite superior desse intervalo, sugerindo que o fundo atravessa um período de otimismo estrutural, apesar da leve retração pontual. A baixa variação diária reforça o perfil defensivo do ativo no atual cenário macroeconômico de incertezas.
O Ourinvest JPP é um fundo de papel que investe em títulos de dívida imobiliária, gerido pela JPP Capital. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição mensal de dividendos em linha com as expectativas do mercado, mantendo a consistência que o caracteriza entre os fundos de recebíveis.
7º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 19,43 ↓0,72%
Descrição: O HCTR11 encerrou a sessão com recuo de 0,72%, cotado a R$ 19,43. A variação negativa foi de R$ 0,14 comparada ao fechamento anterior de R$ 19,57. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 19,21 e a máxima de R$ 19,75 durante o dia. Com 56.558 cotas negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 1.098.921,94. A análise das últimas 52 semanas revela um cenário desafiador para o fundo: a cotação atual está perigosamente perto da mínima de R$ 18,14 e muito distante da máxima de R$ 22,47. O HCTR11 tem enfrentado alta volatilidade devido a questões de inadimplência em sua carteira de recebíveis, o que se reflete no desconto significativo de seu preço de mercado.
O Hectare CE é um FII gerido pela Hectare Capital, focado em empreendimentos de loteamento e multipropriedade. A última notícia de grande impacto envolveu a reestruturação de dívidas de alguns de seus principais devedores, visando retomar a regularidade no pagamento de proventos aos cotistas.
8º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 85,72 ↓0,71%
Descrição: O fundo logístico RBRL11 fechou em queda de 0,71%, atingindo R$ 85,72. A redução nominal foi de R$ 0,61 em relação ao dia anterior (R$ 86,33). A cotação mínima do dia foi de R$ 84,70 e a máxima de R$ 86,49. O volume de negociação registrou 12.920 cotas, totalizando R$ 1.107.502,40 em transações. No período de um ano, o fundo teve sua mínima em R$ 66,04 e sua máxima em R$ 92,67. O patamar atual de R$ 85,72 demonstra que o ativo recuperou boa parte das perdas sofridas no início do ciclo anual, mantendo-se em uma zona de preço intermediária para alta. O setor logístico continua sendo um porto seguro para muitos investidores que buscam ativos reais.
Gerido pela RBR Asset Management, o RBRL11 investe em galpões logísticos de alto padrão (Classe A). Recentemente, a RBR anunciou a renovação antecipada de contratos de locação, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa e redução da vacância física de seu portfólio.
9º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,07 ↓0,65%
Descrição: O ARRI11 apresentou uma queda de 0,65%, encerrando a R$ 6,07. A desvalorização nominal foi de R$ 0,04 frente ao valor anterior de R$ 6,11. O ativo teve pouca variação no dia, com mínima de R$ 6,07 e máxima de R$ 6,14. O volume de negociação foi alto, com 90.227 cotas movimentadas, gerando R$ 547.677,89. Nas últimas 52 semanas, o fundo transitou entre R$ 5,91 e R$ 6,95. O fechamento atual indica que o fundo está operando próximo ao seu suporte anual de R$ 5,91. Como se trata de um ativo com baixo valor de cota, pequenas variações nominais representam oscilações percentuais que o investidor deve monitorar de perto para não comprometer a rentabilidade da carteira.
O fundo ARRI11 é gerido pela Átrio Asset Management e investe em uma carteira diversificada de CRIs. A notícia mais recente do fundo destaca a estratégia de pulverização de risco, visando diminuir a exposição a emissores individuais em um cenário de crédito mais restrito no Brasil.
10º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 23,20 ↓0,60%
Descrição: O DEVA11 fechou com a menor variação negativa da lista, recuando 0,60% e encerrando a R$ 23,20. A queda nominal foi de apenas R$ 0,14 em relação ao fechamento de R$ 23,34. Durante o pregão, o ativo alcançou a mínima de R$ 23,20 e a máxima de R$ 23,50. Foram negociadas 24.609 cotas, totalizando um volume de R$ 570.928,80. Ao analisar a janela de 52 semanas, observa-se uma desvalorização severa: o fundo caiu de uma máxima de R$ 30,46 para os atuais R$ 23,20, aproximando-se da mínima anual de R$ 21,38. Apesar de estar na última posição deste ranking de quedas diárias, o fundo acumula perdas expressivas no longo prazo, refletindo a cautela do mercado com ativos de crédito de maior risco.
O Devant Recebíveis Imobiliários é gerido pela Devant Asset e foca em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Recentemente, a gestora divulgou um relatório detalhado sobre as medidas de cobrança e renegociação de ativos de sua carteira que apresentaram atrasos nos pagamentos, buscando tranquilizar a base de cotistas.