Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,32 | 5,31% |
| 2 | SPXS11 | R$ 8,62 | 1,77% |
| 3 | GARE11 | R$ 8,40 | 1,20% |
| 4 | HSLG11 | R$ 91,92 | 1,01% |
| 5 | WHGR11 | R$ 9,58 | 0,95% |
| 6 | RBRX11 | R$ 8,78 | 0,80% |
| 7 | MFII11 | R$ 71,36 | 0,78% |
| 8 | RECR11 | R$ 82,95 | 0,66% |
| 9 | AFHI11 | R$ 96,92 | 0,62% |
| 10 | PCIP11 | R$ 86,13 | 0,61% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,32 ↑ 5,31%
Descrição: O fundo KCRE11 liderou o ranking de valorização no período analisado, apresentando um fechamento positivo em R$ 9,32. Este valor representa um salto significativo de 5,31% em relação ao fechamento anterior, que estava fixado em R$ 8,85. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade dentro de uma margem estreita, com uma mínima registrada em R$ 9,32 e máxima de R$ 9,35. O volume de ações movimentadas atingiu 84.281 unidades, gerando um volume financeiro total negociado de R$ 785.498,92. A variação nominal positiva foi de R$ 0,47 por cota. Embora os dados históricos de 52 semanas não tenham sido disponibilizados na base consultada, o desempenho intradia sugere um forte interesse comprador, sustentando o preço próximo à máxima do dia. A liquidez apresentada é compatível com fundos de seu segmento, permitindo uma entrada e saída de capital de forma ordenada. O crescimento percentual de 5,31% coloca o ativo em uma posição de destaque frente aos demais fundos listados neste relatório de mercado.
O Kinea Creditas é um fundo imobiliário voltado para o investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), fruto de uma parceria entre a gestora Kinea e a fintech Creditas. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de novas alocações estratégicas para o fundo, visando aumentar o yield médio da carteira através de ativos com garantias robustas.
2º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,62 ↑ 1,77%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o SPXS11 encerrou o dia cotado a R$ 8,62, o que reflete uma alta de 1,77% em comparação ao seu fechamento anterior de R$ 8,47. A variação positiva em termos monetários foi de R$ 0,15 por cota. Durante as negociações, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 8,53 e a máxima de R$ 8,62, terminando o dia justamente em seu ponto mais alto de valorização. O volume de negociação registrou 52.334 cotas trocando de mãos, resultando em um montante financeiro de R$ 451.119,08 circulando no mercado. A ausência de dados para as 52 semanas sugere que o investidor deve focar na análise de curto prazo e nos fundamentos de gestão do portfólio. O comportamento gráfico de fechar na máxima diária indica uma tendência de continuidade ou uma pressão de compra resiliente ao final da sessão. Este desempenho consolida o fundo como uma opção de valorização moderada e consistente no atual cenário de juros.
O SPX SYN Multiestratégia é um fundo que busca diversificação em diferentes classes de ativos imobiliários, gerido pela SPX Capital em conjunto com a SYN Prop e Tech. Uma das notícias mais recentes sobre a gestora SPX envolve a reestruturação de suas posições em fundos de “papel” para mitigar riscos de crédito em um ambiente de inflação oscilante.
3º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,40 ↑ 1,20%
Descrição: O fundo GARE11 registrou um fechamento de R$ 8,40, consolidando uma valorização de 1,20% sobre o valor de fechamento anterior de R$ 8,30. Este ativo destacou-se massivamente pelo seu volume operacional, com um total de 1.706.897 ações negociadas, o maior volume quantitativo da lista. Financeiramente, essa movimentação traduziu-se em R$ 14.337.934,80, evidenciando uma liquidez extremamente elevada para o setor. A oscilação diária foi muito contida, com mínima de R$ 8,39 e máxima de R$ 8,41, o que demonstra uma forte ancoragem de preço e grande absorção de oferta. A variação nominal foi de R$ 0,10. Para investidores que priorizam a facilidade de entrada e saída (liquidez), o GARE11 apresentou-se como a principal opção do dia. O volume financeiro superior a 14 milhões de reais reforça a confiança institucional e de varejo no ativo, mantendo sua trajetória de crescimento estável dentro do portfólio de logística, apesar da falta de dados históricos de longo prazo (52 semanas) na tabela.
O Guardian Logística foca em ativos de renda imobiliária, especialmente galpões logísticos e imóveis comerciais de longo prazo. A última notícia relevante sobre o GARE11 refere-se à assinatura de novos contratos de locação atípicos, que garantem previsibilidade de fluxo de caixa para os próximos anos.
4º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,92 ↑ 1,01%
Descrição: O HSLG11 apresentou um preço de fechamento de R$ 91,92, subindo 1,01% em relação ao dia anterior, quando fechou em R$ 91,00. A variação em reais foi de R$ 0,92. Diferente de outros ativos, este fundo possui dados históricos completos, com uma mínima de 52 semanas em R$ 72,69 e máxima de R$ 96,18, situando o preço atual mais próximo do topo histórico anual. Durante o dia, o fundo teve mínima de R$ 91,02 e máxima de R$ 92,04. O volume de ações foi de 14.973, totalizando R$ 1.376.318,16 negociados. Com um preço nominal mais elevado por cota, o fundo atrai um perfil de investidor que observa a solidez do patrimônio logístico. O volume financeiro acima de um milhão de reais garante uma liquidez satisfatória. A análise da amplitude de 52 semanas mostra que o fundo recuperou-se bem de patamares inferiores, mantendo-se em uma zona de valorização relevante para quem busca renda e ganho de capital.
O HSI Logística é gerido pela Hemisfério Sul Investimentos e detém um portfólio de galpões de alto padrão (Triple A). Recentemente, a HSI comunicou ao mercado a expansão de um de seus principais condomínios logísticos em São Paulo para atender à demanda crescente de e-commerce.
5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,58 ↑ 0,95%
Descrição: O WHGR11 fechou o pregão cotado a R$ 9,58, registrando uma valorização percentual de 0,95%. O ganho nominal por cota foi de R$ 0,09 frente ao fechamento anterior de R$ 9,49. Curiosamente, o ativo manteve-se estático durante boa parte das operações registradas, com a mínima e a máxima diária travadas no próprio valor de fechamento de R$ 9,58. Foram negociadas 42.277 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 405.013,66. A ausência de volatilidade intradia (mínima e máxima iguais) pode sugerir uma concentração de ordens em um único patamar de preço ou uma liquidez mais pontual. Sem dados de 52 semanas para comparação, o investidor deve observar se este comportamento de baixa oscilação é recorrente. No entanto, o retorno de quase 1% em um único dia mantém o fundo competitivo. O volume de pouco mais de 400 mil reais é o menor entre os cinco primeiros colocados, mas ainda assim atende a investidores de médio porte.
O WHG Real Estate é um fundo imobiliário que investe em uma estratégia híbrida entre crédito e imóveis físicos. A Wealth High Governance (WHG), gestora do fundo, destacou em seu último relatório mensal a resiliência do portfólio frente à abertura da curva de juros no Brasil.
6º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,78 ↑ 0,80%
Descrição: Com um fechamento em R$ 8,78, o fundo RBRX11 obteve uma alta de 0,80% em comparação ao valor anterior de R$ 8,71. A variação positiva foi de R$ 0,07 por unidade. O ativo operou entre a mínima de R$ 8,75 e a máxima de R$ 8,78, demonstrando uma tendência de alta gradual ao longo da sessão. O volume de ações negociadas foi expressivo, alcançando 224.620 unidades, o que gerou um volume financeiro de R$ 1.972.163,60. Este volume financeiro próximo de 2 milhões de reais coloca o RBRX11 em uma posição de boa liquidez secundária. Assim como outros da lista, não há dados de 52 semanas registrados, mas o fechamento na máxima do dia é um sinal técnico positivo. A consistência da valorização nominal, embora pequena, atrai investidores que buscam fundos multiestratégia com movimentação robusta no mercado secundário. O equilíbrio entre o volume de cotas e o valor financeiro negociado sugere uma base de cotistas diversificada e ativa.
O RBRX11 é um fundo de “hedge” imobiliário que busca retornos superiores investindo em diversas frentes do setor. Recentemente, a RBR Asset informou que o fundo aumentou sua exposição em CRIs indexados ao IPCA para proteger a carteira contra a inflação.
7º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 71,36 ↑ 0,78%
Descrição: O MFII11 fechou o dia em R$ 71,36, apresentando um aumento de 0,78% em relação ao fechamento anterior de R$ 70,81. A variação em reais foi de R$ 0,55. O fundo teve uma oscilação diária razoável, com mínima de R$ 70,40 e máxima de R$ 71,90. Um dado importante é a presença dos valores de 52 semanas: mínima de R$ 67,80 e máxima de R$ 77,95, indicando que o fundo está operando em uma faixa intermediária de preço anual. O volume de negociação foi de 25.687 cotas, totalizando R$ 1.833.024,32 em volume financeiro. Este fundo foca em desenvolvimento imobiliário, um setor que costuma apresentar maior volatilidade e potencial de retorno. O volume financeiro de 1,8 milhão de reais demonstra que, apesar do número menor de cotas negociadas comparado a fundos de centavos, o valor agregado por operação é alto. A proximidade da mínima do dia com o fechamento anterior mostra que houve recuperação de preço durante a sessão.
O Mérito Desenvolvimento Imobiliário é um fundo que atua na incorporação de projetos residenciais. A notícia mais recente do grupo Mérito envolve a aprovação de novos projetos de loteamento no interior de São Paulo, o que deve impactar os dividendos futuros do fundo.
8º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 82,95 ↑ 0,66%
Descrição: O fundo RECR11 encerrou sua participação no dia com o valor de R$ 82,95, uma alta de 0,66% sobre o fechamento de R$ 82,41. A variação nominal foi de R$ 0,54. Durante o pregão, o ativo alcançou a mínima de R$ 82,20 e a máxima de R$ 83,00, fechando muito próximo de seu pico diário. O volume de cotas negociadas somou 28.803, resultando em R$ 2.389.208,85 negociados financeiramente. O RECR11 é um dos fundos mais conhecidos do mercado de recebíveis e possui dados históricos de 52 semanas com mínima de R$ 71,53 e máxima de R$ 83,40. Atualmente, o fundo negocia muito perto de sua máxima anual (R$ 83,40), o que reflete a forte demanda por ativos de crédito imobiliário de alta qualidade. Com um volume financeiro superior a 2,3 milhões de reais, o fundo demonstra solidez e liquidez para grandes investidores, mantendo-se como um pilar em carteiras de renda fixa imobiliária.
O RECR11 é gerido pela UBS Brasil e investe predominantemente em CRIs. A última atualização relevante do fundo foi a divulgação de um relatório mensal destacando a inadimplência zero em sua carteira de recebíveis, reforçando a segurança do ativo para os cotistas.
9º – AF INVEST CRI FII RECEB IMOB CF (AFHI11) | R$ 96,92 ↑ 0,62%
Descrição: Ocupando a nona posição, o AFHI11 registrou um fechamento de R$ 96,92, com valorização de 0,62% comparado ao valor anterior de R$ 96,32. A variação em reais foi de R$ 0,60. O ativo operou em uma faixa estreita, entre a mínima de R$ 96,32 e a máxima de R$ 96,98. O destaque deste fundo é que seu fechamento atual (R$ 96,92) está extremamente próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 96,98), enquanto a mínima anual foi de R$ 80,45. O volume de ações foi o menor da lista, com apenas 5.221 unidades negociadas, mas devido ao alto valor da cota, o volume financeiro atingiu R$ 506.019,32. Este comportamento sugere um fundo com baixa rotatividade de cotas, onde os investidores tendem a manter o ativo em carteira (buy and hold). A valorização acumulada no ano, saindo de R$ 80,45 para o patamar atual, demonstra um excelente desempenho histórico recente para este fundo de papel.
O AF Invest CRI é focado em papéis de crédito imobiliário de alto rendimento. Recentemente, a AF Invest anunciou o encerramento de sua última emissão de cotas, captando recursos para novas aquisições de títulos de dívida imobiliária indexados ao CDI.
10º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 86,13 ↑ 0,61%
Descrição: Encerrando a lista, o PCIP11 fechou a R$ 86,13, um aumento de 0,61% em relação ao fechamento de R$ 85,61. A variação nominal foi de R$ 0,52. O fundo flutuou entre R$ 85,32 (mínima) e R$ 86,44 (máxima) durante o dia. Em termos de histórico anual, o ativo apresenta mínima de 52 semanas de R$ 72,80 e máxima de R$ 87,27, indicando que, assim como outros fundos de qualidade, ele opera próximo ao seu topo anual. O volume de negociação foi de 30.113 ações, gerando um volume financeiro substancial de R$ 2.593.632,69. A liquidez financeira do PCIP11 é uma das maiores do grupo analisado, perdendo apenas para o GARE11. O fato de o volume financeiro ultrapassar 2,5 milhões de reais com um número moderado de cotas reforça o interesse de investidores institucionais. O fundo encerrou o dia demonstrando estabilidade e acompanhando o movimento positivo do setor de recebíveis imobiliários.
O PCIP11 é um fundo de índice que investe em uma carteira diversificada de CRIs, gerido pela VBI Real Estate. A última notícia do mercado sobre a VBI envolve a integração de critérios ESG na seleção de novos ativos para seus fundos de crédito.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,17 | -2,49% |
| 2 | URPR11 | R$ 32,17 | -2,28% |
| 3 | VIUR11 | R$ 2,21 | -2,21% |
| 4 | VINO11 | R$ 4,97 | -1,97% |
| 5 | CCME11 | R$ 9,03 | -1,63% |
| 6 | VGRI11 | R$ 6,75 | -1,60% |
| 7 | HGRE11 | R$ 125,45 | -1,59% |
| 8 | HCTR11 | R$ 19,57 | -1,26% |
| 9 | PVBI11 | R$ 78,15 | -1,25% |
| 10 | BTAL11 | R$ 89,76 | -1,23% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,17 ↓ -2,49%
Descrição: O fundo Gazit Malls encerrou a sessão com uma queda acentuada de 2,49%, o que representa uma redução nominal de R$ 1,13 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 45,30. Ao longo do dia, o ativo apresentou baixíssima volatilidade intradiária, operando com mínima e máxima estagnadas em R$ 44,17, sugerindo uma pressão vendedora logo na abertura. O volume de negociações registrou 9.254 cotas, movimentando um total financeiro de R$ 408.749,18. É importante notar que não foram fornecidos dados históricos de mínima e máxima de 52 semanas, o que exige cautela adicional do investidor quanto ao histórico de preços de longo prazo. O fundo figura no topo do ranking de desvalorização neste levantamento. A Gazit Malls é um fundo focado no setor de shopping centers, detendo participações em ativos de alto padrão em regiões metropolitanas. Recentemente, o setor tem focado em estratégias de reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos.
2º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 32,17 ↓ -2,28%
Descrição: O URPR11 apresentou uma retração de 2,28% no pregão, fechando cotado a R$ 32,17, uma queda de R$ 0,75 comparado ao fechamento anterior de R$ 32,92. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 32,12 e a máxima de R$ 33,12, demonstrando uma amplitude de variação relevante para o investidor de curto prazo. O volume de ações negociadas foi de 26.147, totalizando R$ 841.148,99 em volume financeiro. Olhando para o histórico de 52 semanas, o fundo está operando próximo à sua mínima anual (R$ 29,82) e consideravelmente distante da máxima de R$ 50,15, o que pode sinalizar um momento de forte desvalorização estrutural ou correção de mercado. O Urca Prime Renda é um fundo de papel (CRI) focado em ativos de maior risco (high yield). A última notícia relevante sobre o fundo envolve a manutenção de sua política de distribuição mensal de dividendos, apesar da volatilidade no mercado de crédito.
3º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,21 ↓ -2,21%
Descrição: O fundo VIUR11 registrou uma queda de 2,21%, terminando o dia a R$ 2,21 por cota, com uma redução nominal de R$ 0,05. O fechamento anterior estava em R$ 2,26. O ativo teve uma movimentação intensa em termos de liquidez, com 238.636 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 527.385,56. A flutuação diária ficou entre R$ 2,08 e R$ 2,24. No horizonte de um ano, o valor atual está muito próximo da mínima de 52 semanas (R$ 1,91), distanciando-se do pico de R$ 5,91 registrado no período. Esta proximidade com a mínima histórica anual demanda uma análise criteriosa sobre a sustentabilidade dos rendimentos futuros e a qualidade dos ativos subjacentes. O VIUR11 atua na gestão de imóveis urbanos de uso misto, visando renda e ganho de capital. Notícias recentes indicam que o fundo está em processo de reavaliação de seus contratos de locação para mitigar a vacância.
4º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 4,97 ↓ -1,97%
Descrição: O VINO11 encerrou o dia em queda de 1,97%, sendo negociado a R$ 4,97. A desvalorização em reais foi de R$ 0,10 sobre o fechamento anterior de R$ 5,07. O fundo demonstrou boa liquidez diária com 159.253 cotas negociadas, acumulando um volume financeiro de R$ 791.487,41. Durante a sessão, o preço variou entre R$ 4,97 e R$ 5,08. Analisando o desempenho anual, o ativo opera ligeiramente acima da mínima de 52 semanas (R$ 4,45) e abaixo da máxima de R$ 5,52. O comportamento do papel reflete os desafios contínuos do setor de lajes corporativas no cenário de juros elevados. O VINO11 é um fundo de tijolo focado em escritórios, com portfólio concentrado em ativos Triple A em São Paulo e Rio de Janeiro. A Vinci Offices anunciou recentemente a conclusão de obras de melhoria em alguns de seus edifícios para atrair novos locatários.
5º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,03 ↓ -1,63%
Descrição: O fundo CCME11 apresentou uma variação negativa de 1,63%, fechando a R$ 9,03. A queda nominal foi de R$ 0,15 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,18. O volume de negociações alcançou 35.462 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 320.221,86. A oscilação do dia registrou mínima de R$ 9,02 e máxima de R$ 9,24. No período de 52 semanas, o fundo mantém uma posição intermediária, com mínima de R$ 7,76 e máxima de R$ 9,47. O desempenho diário sugere uma correção após o ativo ter testado níveis próximos à sua máxima histórica recente. O CCME11 é um fundo de estratégia multi-estratégia (fundo de fundos e ativos diretos), gerido pela Canuma Capital. Recentemente, a gestora divulgou um relatório destacando o aumento da exposição em ativos de logística.
6º – VALORA RI FDO INV IMOB (VGRI11) | R$ 6,75 ↓ -1,60%
Descrição: Com uma queda de 1,60%, o VGRI11 fechou a sessão a R$ 6,75, uma variação de R$ 0,11 abaixo do preço de fechamento anterior, que coincidiu com a máxima do dia (R$ 6,86). O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 637.510,50 através da negociação de 94.446 cotas. O ativo tocou a mínima diária de R$ 6,69. Em uma perspectiva de 52 semanas, o fundo demonstra estabilidade relativa, flutuando entre a mínima de R$ 6,34 e a máxima de R$ 8,48. A pressão vendedora no dia de hoje posicionou o papel mais próximo da extremidade inferior de seu canal de preços anual. O VGRI11 é gerido pela Valora Investimentos e foca no segmento residencial para renda. A última notícia do fundo destaca o crescimento do portfólio de locação em São Paulo, com foco em unidades compactas.
7º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB (HGRE11) | R$ 125,45 ↓ -1,59%
Descrição: O HGRE11, um dos fundos de maior ticket unitário desta lista, recuou 1,59% e fechou o dia a R$ 125,45. A queda nominal foi de R$ 2,03 frente ao fechamento anterior de R$ 127,48. O volume financeiro movimentado foi o segundo maior do grupo analisado, atingindo R$ 2.597.442,25 com apenas 20.705 cotas, evidenciando a robustez institucional do ativo. A variação intradiária foi de R$ 125,30 a R$ 128,00. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 99,72 e não muito longe da máxima de R$ 131,04. Gerido pelo CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo), o HGRE11 é um dos fundos de escritórios mais tradicionais do mercado. Recentemente, o mercado repercutiu a venda de ativos específicos do portfólio como estratégia de geração de valor extraordinário aos cotistas.
8º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 19,57 ↓ -1,26%
Descrição: O HCTR11 registrou queda de 1,26%, encerrando a R$ 19,57, o que representa uma diminuição de R$ 0,25 em relação aos R$ 19,82 do fechamento anterior. O volume de cotas negociadas foi de 56.340, totalizando R$ 1.102.573,80. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 19,45 e a máxima de R$ 19,92. O dado mais crítico para este fundo é sua posição histórica: com máxima de 52 semanas em R$ 22,47 e mínima em R$ 18,04, o valor atual reforça a tendência de baixa que o ativo vem sofrendo nos últimos meses devido a problemas de inadimplência em sua carteira de CRIs. O Hectare CE é um fundo de papel focado em multipropriedade e loteamentos. A última notícia de impacto foi o anúncio de reestruturação de dívidas de alguns de seus principais devedores para tentar normalizar o fluxo de caixa.
9º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 78,15 ↓ -1,25%
Descrição: O PVBI11 apresentou o maior volume financeiro total da lista, movimentando R$ 4.055.985,00. Apesar da liquidez elevada, o fundo recuou 1,25%, fechando a R$ 78,15, uma queda de R$ 0,99 em relação ao fechamento de R$ 79,14. Foram negociadas 51.900 cotas. A variação do dia foi estreita, entre R$ 78,11 e R$ 79,20. Historicamente (52 semanas), o fundo mostra solidez, operando entre R$ 68,64 e R$ 84,06. O volume negociado hoje demonstra que, apesar da queda, há um forte interesse institucional e de varejo na manutenção das posições deste ativo de alta qualidade. O PVBI11 é um fundo de tijolo da VBI Real Estate, focado em lajes corporativas de altíssimo padrão em São Paulo (Itaim Bibi e Faria Lima). Recentemente, o fundo anunciou a aquisição de novas fatias de edifícios icônicos na capital paulista.
10º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 89,76 ↓ -1,23%
Descrição: O BTAL11 fecha o ranking com uma queda de 1,23%, cotado a R$ 89,76. A redução foi de R$ 1,12 frente ao fechamento de R$ 90,88. O volume de ações negociadas foi de 8.741, com um volume financeiro de R$ 784.592,16. O ativo variou entre R$ 89,34 e R$ 90,85 durante o pregão. No período de 52 semanas, o fundo atingiu recentemente sua máxima de R$ 91,88, o que coloca o fechamento de hoje muito próximo do topo histórico anual, apesar da pequena correção diária. A mínima no período foi de R$ 64,80, evidenciando uma forte recuperação ou valorização ao longo do último ano. O BTAL11 investe em ativos imobiliários ligados à cadeia logística do agronegócio, como armazéns e silos. A última notícia relevante envolve a expansão de contratos atípicos de longo prazo, garantindo maior previsibilidade de receita.