Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 38,60 | 7,88% |
| 2 | TGAR11 | R$ 66,99 | 5,02% |
| 3 | HCTR11 | R$ 17,40 | 3,33% |
| 4 | PVBI11 | R$ 76,95 | 2,55% |
| 5 | ARRI11 | R$ 5,25 | 2,54% |
| 6 | DEVA11 | R$ 20,45 | 2,51% |
| 7 | RECR11 | R$ 82,98 | 2,33% |
| 8 | TVRI11 | R$ 92,58 | 1,74% |
| 9 | VILG11 | R$ 101,01 | 1,52% |
| 10 | BTAL11 | R$ 90,10 | 1,36% |
1º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 38,60 ↑7,88%
Descrição: O fundo liderou as altas do dia com uma performance expressiva de 7,88%. Durante o pregão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, partindo de uma mínima diária de R$ 34,60 para atingir o fechamento em R$ 38,60, muito próximo da máxima de R$ 39,00. O volume de ações movimentadas foi de 61.013 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 2.355.101,80. É importante notar que, embora o preço atual esteja em ascensão, ele ainda se encontra distante da sua máxima de 52 semanas, que foi de R$ 88,58, indicando uma recuperação após um período de queda acentuada em relação ao seu pico histórico anual. O fechamento anterior de R$ 35,78 confirma o salto de R$ 2,82 no valor da cota em apenas uma sessão.
A Supernova FII (CACR11) é um fundo imobiliário de papel, focado primordialmente no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Seu objetivo é proporcionar rentabilidade aos cotistas através da aquisição de títulos de dívida que financiam o setor imobiliário. Recentemente, o fundo esteve sob o radar dos investidores devido a atualizações em sua carteira de ativos e relatórios gerenciais que buscam maior transparência na alocação de seus recebíveis.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 66,99 ↑5,02%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o TGAR11 apresentou uma valorização sólida de 5,02%, fechando o dia a R$ 66,99. Este ativo destacou-se pelo altíssimo volume de negociação, com 262.573 ações trocando de mãos, o que resultou em um volume financeiro robusto de R$ 17.589.765,27, o maior entre os dez analisados. A oscilação diária foi contida entre a mínima de R$ 63,29 e a máxima de R$ 67,08. Comparando com o histórico de 52 semanas, o fundo opera acima da sua mínima (R$ 61,95), mas ainda busca retomar os patamares da sua máxima anual de R$ 90,89. A variação nominal positiva de R$ 3,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 63,79 demonstra um forte apetite comprador por parte do mercado institucional e de varejo.
O TG Ativo Real (TGAR11) é um fundo de desenvolvimento imobiliário com gestão ativa, que investe em empreendimentos em diversas fases, desde o loteamento até a construção. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de dividendos referentes ao último mês, mantendo a consistência que o caracteriza como um dos fundos de desenvolvimento mais populares da B3.
3º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 17,40 ↑3,33%
Descrição: O HCTR11 encerrou a sessão com uma alta de 3,33%, cotado a R$ 17,40. O fundo apresentou uma variação nominal de R$ 0,56 frente ao fechamento anterior de R$ 16,84. Com um volume de 46.514 ações e movimentação financeira de R$ 809.343,60, o ativo mostra sinais de estabilização. A mínima do dia foi registrada em R$ 16,69 e a máxima em R$ 17,50. Ao observar a janela de 52 semanas, nota-se que o fundo está operando próximo de suas mínimas históricas (R$ 16,16), muito abaixo da máxima de R$ 22,13. Esse cenário reflete o período de volatilidade e reestruturação que o setor de CRIs de alto risco enfrentou recentemente, impactando diretamente o valor patrimonial e de mercado do fundo.
O Hectare CE (HCTR11) é um fundo de papel focado em CRIs de perfil “High Yield”, buscando retornos acima da média através de ativos com maior risco de crédito. Nos últimos meses, o fundo tem sido notícia frequente devido a desafios na inadimplência de alguns ativos de sua carteira, o que levou a gestão a realizar conferências constantes com os investidores para detalhar os planos de recuperação de crédito.
4º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 76,95 ↑2,55%
Descrição: Com uma valorização de 2,55%, o PVBI11 fechou o dia em R$ 76,95, atingindo exatamente o valor de sua máxima diária. O ativo demonstrou consistência ao longo do pregão, operando com uma mínima de R$ 75,05. O volume de negociação foi de 58.316 ações, totalizando R$ 4.487.416,20. Em termos de histórico anual, o fundo apresenta uma estabilidade relativa, com mínima de 52 semanas em R$ 68,28 e máxima em R$ 83,62. O incremento de R$ 1,91 em relação ao fechamento anterior de R$ 75,04 sugere um movimento de valorização em linha com a recuperação do setor de lajes corporativas de alto padrão (AAA), onde o fundo concentra sua estratégia de atuação.
O VBI Prime Properties (PVBI11) é um fundo de tijolo focado em escritórios premium localizados nas regiões mais valorizadas de São Paulo, como Faria Lima e Paulista. Uma notícia recente de grande impacto para o fundo foi a conclusão da aquisição de novas fatias em edifícios icônicos, reforçando seu portfólio de ativos reais de altíssima qualidade.
5º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 5,25 ↑2,54%
Descrição: O ARRI11 apresentou uma variação positiva de 2,54%, encerrando a R$ 5,25. Por ser um ativo de valor nominal mais baixo, qualquer variação de centavos reflete em uma porcentagem significativa; neste caso, um aumento de R$ 0,13 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,12. O volume negociado foi de 65.707 ações, somando R$ 344.961,75. O fundo oscilou entre a mínima diária de R$ 5,08 e a máxima de R$ 5,29. No acumulado de 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, mantendo-se próximo da sua máxima anual de R$ 6,87, e bem acima da mínima de R$ 4,95. É um ativo que apresenta liquidez moderada, mas constante para o seu perfil de preço.
O Átrio Reit (ARRI11) atua como um fundo de papel, focando seus investimentos em uma carteira diversificada de recebíveis imobiliários. A gestão busca ativos com bom lastro para garantir o pagamento regular de dividendos. Recentemente, a notícia de que o fundo manteve sua política de distribuição mensal estável agradou os cotistas minoritários que buscam previsibilidade.
6º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 20,45 ↑2,51%
Descrição: O DEVA11 registrou alta de 2,51%, fechando a sessão em R$ 20,45. O valor nominal da variação foi de R$ 0,50 sobre o fechamento anterior de R$ 19,95. Durante o dia, o ativo chegou a tocar a mínima de R$ 19,90, mas recuperou força para fechar em sua máxima diária de R$ 20,45. Foram negociadas 46.575 ações, gerando um volume financeiro de R$ 952.458,75. Ao analisar o horizonte de um ano, o fundo mostra sinais de forte pressão, já que sua cotação atual está muito próxima da mínima de 52 semanas (R$ 19,90) e consideravelmente distante da máxima de R$ 30,04, refletindo a desvalorização sofrida pelo setor de crédito imobiliário nos últimos meses.
O Devant Recebíveis (DEVA11) é um fundo que investe majoritariamente em CRIs. Assim como outros fundos de papel com perfil de crédito mais agressivo, o DEVA11 tem focado na reestruturação de garantias de alguns ativos. A última notícia relevante foi o relatório mensal detalhando a saúde financeira dos devedores, visando acalmar o mercado quanto à capacidade de pagamento dos rendimentos futuros.
7º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 82,98 ↑2,33%
Descrição: O RECR11 fechou o dia com uma valorização de 2,33%, atingindo o valor de R$ 82,98, que também foi sua máxima no pregão. O fundo demonstrou solidez, partindo de uma mínima diária de R$ 80,84. O volume de negociação foi expressivo, com 55.618 ações movimentadas, resultando em R$ 4.615.181,64 em volume financeiro. No histórico de 52 semanas, o fundo apresenta uma performance muito estável, operando atualmente em patamares próximos à sua máxima anual de R$ 83,14 e bem acima da mínima de R$ 70,98. A variação positiva de R$ 1,89 em relação ao preço de fechamento anterior (R$ 81,09) reforça a confiança do mercado neste ativo de crédito.
O FII UBS (BR) Recebíveis Imobiliários (RECR11) é um dos maiores fundos de papel do mercado brasileiro, gerido pela UBS. Ele possui uma carteira diversificada de CRIs, geralmente com indexadores como IPCA e CDI. Notícias recentes destacam o RECR11 como um dos favoritos de analistas para composição de carteiras defensivas devido à qualidade de sua gestão e histórico de dividendos.
8º – FDO INV IMOB BB PROGRESSIVO II ETF (TVRI11) | R$ 92,58 ↑1,74%
Descrição: O TVRI11 encerrou o pregão em alta de 1,74%, cotado a R$ 92,58. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 1,58 comparado ao fechamento anterior de R$ 91,00. Com um volume de 20.586 ações negociadas e volume financeiro de R$ 1.905.851,88, o fundo manteve uma oscilação saudável entre a mínima de R$ 91,05 e a máxima de R$ 92,80. Observando os últimos 12 meses, o fundo encontra-se em uma posição confortável, operando acima da média entre sua mínima de R$ 78,53 e sua máxima de R$ 100,66. Este comportamento reflete a estabilidade de seus contratos, que são majoritariamente atípicos e de longo prazo, garantindo previsibilidade ao investidor.
O BB Progressivo II (TVRI11) é um fundo de tijolo que possui agências bancárias e edifícios locados para o Banco do Brasil. Recentemente, a notícia sobre a renovação de contratos de locação e a manutenção do Banco do Brasil como inquilino principal trouxe segurança aos investidores, refletindo positivamente na cotação do fundo.
9º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 101,01 ↑1,52%
Descrição: O VILG11 superou a marca simbólica dos cem reais, fechando a R$ 101,01, o que representa uma alta de 1,52%. A variação nominal foi de R$ 1,51 em relação aos R$ 99,50 do fechamento anterior. O fundo teve uma máxima de R$ 102,00 e mínima de R$ 98,67 durante o dia. Com 48.394 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 4.888.277,94. O fundo está em uma fase de recuperação, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas de R$ 103,50, após ter visitado a mínima de R$ 73,59 no último ano. Esse movimento indica uma forte retomada do setor logístico, impulsionado pela demanda por centros de distribuição eficientes.
O Vinci Logística (VILG11) investe em galpões logísticos de alto padrão. Sua carteira conta com inquilinos de peso no setor de e-commerce e varejo. Recentemente, o fundo anunciou a locação de áreas que estavam vacantes em seu portfólio, o que deve impactar positivamente a geração de caixa e a futura distribuição de proventos.
10º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 90,10 ↑1,36%
Descrição: Encerrando o ranking na décima posição, o BTAL11 teve valorização de 1,36%, fechando a R$ 90,10. O fundo apresentou a menor liquidez do grupo, com apenas 5.578 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 502.577,80. A oscilação diária foi pequena, entre R$ 88,88 e R$ 90,47. No entanto, o fundo demonstra solidez ao operar muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 91,88), evidenciando que o mercado valoriza seus ativos agro-logísticos. O aumento de R$ 1,21 em relação ao fechamento de R$ 88,89 mostra uma tendência de alta sustentada, com baixa pressão de venda no momento atual.
O BTG Pactual Agro Logística (BTAL11) foca em ativos imobiliários que atendem à cadeia do agronegócio, como armazéns e silos. A última notícia do setor destaca o crescimento da demanda por infraestrutura logística no campo, o que posiciona o BTAL11 de forma estratégica para capturar ganhos com a expansão da produção agrícola nacional.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 41,08 | -9,32% |
| 2 | GTWR11 | R$ 79,85 | -1,42% |
| 3 | VINO11 | R$ 4,90 | -1,41% |
| 4 | PATL11 | R$ 64,15 | -1,26% |
| 5 | RBFM11 | R$ 10,38 | -1,24% |
| 6 | CLIN11 | R$ 91,89 | -1,19% |
| 7 | BROF11 | R$ 58,46 | -1,17% |
| 8 | VIUR11 | R$ 2,64 | -1,12% |
| 9 | KIVO11 | R$ 61,61 | -0,87% |
| 10 | HFOF11 | R$ 6,50 | -0,76% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,08 ↓ 9,32%
Descrição: O fundo Gazit Malls (GZIT11) encerrou o pregão ocupando a primeira posição em volume de queda percentual, registrando um fechamento de R$ 41,08. Durante a sessão, o ativo apresentou uma volatilidade contida em termos nominais, mantendo sua mínima e máxima no mesmo valor do fechamento (R$ 41,08), o que indica uma pressão vendedora constante que impediu a recuperação do preço ao longo do dia. O volume de ações negociadas foi de 17.925 papéis, gerando um volume financeiro total de R$ 736.359,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 45,30, a desvalorização nominal foi de R$ 4,22. É importante notar que o fundo não apresenta dados cadastrados para as mínimas e máximas das últimas 52 semanas na tabela atual, o que sugere um período de ajuste ou atualização de base de dados. O desempenho de hoje destaca o GZIT11 como o ativo com a maior variação negativa entre os dez analisados, exigindo atenção dos cotistas quanto aos fundamentos do fundo. A Gazit Malls é um braço de investimentos da multinacional Gazit-Globe, focada na gestão e operação de shopping centers de alta qualidade em regiões densamente povoadas. Recentemente, a empresa tem focado na reciclagem de portfólio e na otimização da ocupação de seus empreendimentos para elevar a distribuição de dividendos.
2º – FDO INV IMOB GREEN TOWERS REIT (GTWR11) | R$ 79,85 ↓ 1,42%
Descrição: O GTWR11 fechou o dia cotado a R$ 79,85, representando uma queda de 1,42% em relação ao fechamento anterior de R$ 81,00. A variação nominal negativa foi de R$ 1,15 por cota. Durante o pregão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 79,25 e a máxima de R$ 81,69, demonstrando uma liquidez relevante com 41.238 ações negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 3.292.854,30. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor atual está confortavelmente acima da mínima de R$ 63,59, mas distante da máxima de R$ 86,77 registrada no período. Este fundo, que possui foco em lajes corporativas, reflete no preço de hoje a dinâmica do setor de escritórios premium. A análise do volume negociado sugere uma participação ativa de investidores institucionais e pessoas físicas, mantendo o fundo como um dos mais movimentados do setor de logística e escritórios no dia. O Green Towers (GTWR11) é um fundo imobiliário que detém participação no complexo de escritórios Green Towers Brasília, ocupado integralmente pelo Banco do Brasil. A última notícia relevante sobre o fundo refere-se à manutenção do cronograma de pagamentos de proventos, reafirmando sua característica de gerador de renda estável devido ao contrato atípico com o locatário.
3º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 4,90 ↓ 1,41%
Descrição: O fundo VINO11, um dos nomes mais conhecidos no segmento de escritórios, fechou o dia em R$ 4,90, o que equivale a uma redução de 1,41%. A desvalorização nominal foi de R$ 0,07 em comparação ao fechamento anterior de R$ 4,97. O ativo demonstrou alta liquidez, com um total de 218.145 ações trocando de mãos, resultando em um volume financeiro de R$ 1.068.910,50. Durante o dia, a cotação flutuou entre R$ 4,88 e R$ 4,99. Analisando a janela de 52 semanas, o fundo operou próximo da sua mínima de R$ 4,48 e ainda distante da máxima de R$ 5,47, indicando que o papel atravessa um momento de precificação pressionada pelo cenário de juros. O alto volume de negociação reflete a popularidade do fundo entre os pequenos investidores, que buscam exposição ao mercado de lajes corporativas de São Paulo e Rio de Janeiro através de uma cota de valor nominal mais acessível. O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e possui um portfólio diversificado de lajes corporativas com locatários de alto rating. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão de vendas parciais de ativos para reduzir sua alavancagem financeira, visando melhorar o fluxo de caixa para os cotistas.
4º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓ 1,26%
Descrição: O PATL11 encerrou o dia com o preço de R$ 64,15, registrando uma variação negativa de 1,26% ou R$ 0,82 nominais. O fundo abriu e operou com uma mínima de R$ 64,04 e máxima de R$ 64,93, muito próximo do fechamento anterior de R$ 64,97. O volume de ações negociadas atingiu 51.942 unidades, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 3.332.079,30. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo mostra uma recuperação consistente frente à sua mínima de R$ 42,44, embora ainda esteja abaixo da máxima de R$ 67,33. O setor logístico, no qual o PATL11 atua, tem demonstrado resiliência, e os dados de hoje indicam uma correção técnica dentro de uma tendência de estabilidade. O volume financeiro superior a 3 milhões de reais demonstra a confiança do mercado na liquidez do ativo, mesmo em dias de retração generalizada nos preços das cotas dos fundos imobiliários. O Pátria Logística é focado na aquisição e gestão de ativos logísticos modernos (Triple A) em regiões estratégicas. A última notícia relevante envolve a renovação de contratos de locação em seus centros de distribuição, o que assegura a previsibilidade de receita para os próximos semestres.
5º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,38 ↓ 1,24%
Descrição: O RBFM11 fechou a sessão cotado a R$ 10,38, apresentando uma queda de 1,24%. Em termos financeiros, a redução foi de R$ 0,13 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,51. Durante o horário de negociação, o fundo registrou a mínima de R$ 10,36 e a máxima de R$ 10,55. O volume de cotas negociadas foi de 34.643, gerando um volume de negócios de R$ 359.594,34. Olhando para o histórico de um ano, o fundo está operando em uma faixa intermediária, acima da mínima de R$ 8,43 e abaixo da máxima de R$ 11,47. Como um fundo que busca replicar ou acompanhar índices, sua variação de hoje reflete diretamente o sentimento de aversão ao risco que atingiu o mercado de FIIs de forma ampla. A liquidez moderada é característica de fundos com essa estrutura, mas o volume financeiro movimentado garante a execução de ordens sem grandes deságios para o investidor comum. O RBFM11 é gerido pela Rio Bravo Investimentos e atua como um fundo de fundos que busca performance alinhada ao índice IFIX. Recentemente, a gestão destacou em relatório mensal a estratégia de aumentar a exposição em fundos de papel para aproveitar a alta dos juros reais.
6º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 91,89 ↓ 1,19%
Descrição: O CLIN11 registrou um fechamento de R$ 91,89, com uma variação negativa de 1,19%, o que representa uma queda nominal de R$ 1,11 sobre o valor anterior de R$ 93,00. O fundo operou em uma faixa muito estreita, com mínima de R$ 91,89 e máxima de R$ 91,91, sugerindo pouca pressão compradora para elevar o preço durante o dia. Foram negociadas 8.738 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 802.934,82. Assim como o primeiro colocado da lista, este ativo não apresenta na tabela os dados de mínima e máxima de 52 semanas, o que pode indicar uma listagem mais recente ou ausência de dados históricos consolidados nesta plataforma. O volume negociado, embora menor em número de cotas, é relevante em termos financeiros, refletindo o alto valor nominal da cota. O comportamento do CLIN11 hoje seguiu a tendência de correção dos fundos de recebíveis imobiliários indexados à inflação. A Clave Capital gere o CLIN11 com foco em ativos de crédito imobiliário (CRIs) de alta qualidade. A última notícia do fundo destaca a distribuição de dividendos acima da média do mercado, impulsionada pela correção monetária dos ativos de sua carteira.
7º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 58,46 ↓ 1,17%
Descrição: O BROF11 encerrou o dia com suas cotas valendo R$ 58,46, uma queda de 1,17% ou R$ 0,69 em relação ao dia anterior (R$ 59,15). A movimentação durante o pregão foi modesta em termos de volume de ações, com apenas 2.827 papéis negociados, resultando em um volume financeiro de R$ 165.266,42. O preço oscilou entre a mínima de R$ 57,80 e a máxima de R$ 59,25. No histórico anual, o fundo encontra-se em uma posição de recuperação, estando acima da mínima de R$ 43,33, mas ainda abaixo da máxima de R$ 64,28. A baixa liquidez observada hoje pode acentuar a volatilidade do preço, exigindo cautela de investidores que precisam de saídas rápidas. No entanto, o fundo mantém uma base de ativos corporativos que fundamenta o seu valor patrimonial, apesar das oscilações de mercado observadas nesta data. O BROF11 é um fundo de lajes corporativas derivado do portfólio da BR Properties. Recentemente, a empresa focou na renegociação de vacância em seus edifícios em São Paulo, buscando elevar a taxa de ocupação e estabilizar o yield para os investidores de longo prazo.
8º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,64 ↓ 1,12%
Descrição: O VIUR11 fechou o pregão cotado a R$ 2,64, registrando uma queda percentual de 1,12%. A variação nominal foi de apenas R$ 0,03, dado o baixo valor unitário da cota. Durante o dia, o fundo teve uma mínima de R$ 2,62 e máxima de R$ 2,68, com um fechamento anterior de R$ 2,67. O volume de negociações foi bastante expressivo, com 151.681 ações movimentadas, gerando um valor financeiro de R$ 400.437,84. Ao analisar as 52 semanas, o fundo está em um nível de preço preocupante para alguns investidores, pois a mínima do período foi de R$ 1,91 e a máxima de R$ 5,91, mostrando uma desvalorização acentuada no longo prazo. O elevado volume de cotas negociadas reflete a facilidade de entrada e saída devido ao baixo preço nominal, sendo um ativo muito presente em carteiras de investidores iniciantes que buscam diversificação em imóveis urbanos. O Vinci Imóveis Urbanos (VIUR11) investe em propriedades de varejo e educação. A notícia mais recente sobre o fundo refere-se à estratégia de desinvestimento em alguns ativos de rua para focar em ativos de maior escala e melhores contratos de locação.
9º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 61,61 ↓ 0,87%
Descrição: O KIVO11 apresentou uma queda de 0,87% no fechamento de hoje, encerrando a R$ 61,61. A redução nominal foi de R$ 0,54 em relação ao fechamento anterior de R$ 62,15. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 61,32 e a máxima de R$ 62,46. Foram negociadas 10.661 cotas, movimentando um volume financeiro de R$ 656.824,21. Comparando com o desempenho de 52 semanas, o fundo mantém uma resiliência notável, operando acima da mínima de R$ 53,51 e relativamente perto da máxima de R$ 66,32. Este fundo de papel, focado em recebíveis imobiliários, demonstra uma volatilidade menor do que os fundos de tijolo listados anteriormente, o que é comum para a categoria de CRIs. O volume de negócios registrado hoje mostra uma manutenção saudável da liquidez para um fundo de sua categoria e porte. O Kilima Volkano é gerido pela Kilima Gestão de Recursos e foca em uma carteira diversificada de CRIs com foco em retorno absoluto. Recentemente, a gestão reportou uma melhora nos spreads de crédito das novas aquisições, o que deve impactar positivamente os próximos relatórios de rendimentos.
10º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,50 ↓ 0,76%
Descrição: O HFOF11 fechou o dia em R$ 6,50, apresentando a menor queda entre os dez ativos analisados, com uma variação negativa de 0,76% (R$ 0,05 nominais). O fundo demonstrou uma liquidez excepcional, sendo o líder absoluto em volume de ações negociadas com 1.085.411 papéis trocando de mãos. Esse movimento gerou o maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 7.055.171,50. Durante o dia, as cotas variaram entre R$ 6,40 e R$ 6,55, partindo de um fechamento anterior de R$ 6,55. No intervalo de 52 semanas, o fundo operou entre a mínima de R$ 5,17 e a máxima de R$ 6,95. Por ser um “Fundo de Fundos” (FoF), o HFOF11 funciona como um termômetro do mercado de FIIs, e o alto volume de hoje indica uma forte rotação de carteira por parte dos investidores, que aproveitam os preços descontados para ajustar suas posições. O HFOF11 é gerido pela Hedge Investments e é um dos maiores fundos de fundos do mercado brasileiro. A última notícia relevante sobre o fundo é a sua proposta de fusão ou reorganização de ativos para destravar valor patrimonial frente ao desconto que a cota de mercado apresenta em relação ao valor de face.