Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 14/08/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CACR11 R$ 14,00 3,09
2 BLMG11 R$ 31,40 2,95
3 DEVA11 R$ 16,81 1,88
4 CCME11 R$ 8,48 1,56
5 KNIP11 R$ 89,25 1,36
6 VIUR11 R$ 2,29 1,33
7 BCRI11 R$ 57,39 1,06
8 PORD11 R$ 8,10 1,00
9 SNCI11 R$ 82,08 1,00
10 RECR11 R$ 75,10 1,00

1º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 14,00 ↑3,09%

Descrição: O fundo imobiliário de papel Supernova encerrou a sessão negociado na cotação de R$ 14,00, ocupando a 1ª posição no ranking de valorização do dia ao registrar um avanço consistente de 3,09%, correspondente a um incremento financeiro de R$ 0,42 em relação ao fechamento anterior, que havia se consolidado em R$ 13,58. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade moderada dentro de sua faixa operacional intradiária, estabelecendo a cotação mínima do dia em R$ 13,41 e atingindo a máxima diária no patamar de R$ 14,20. Em termos de liquidez transacional, o fundo movimentou um volume total de 42.192 cotas, o que culminou em um volume financeiro negociado de R$ 590.688,00 no mercado secundário. Ao analisarmos o comportamento do papel em uma janela temporal mais ampla, observa-se que o valor atual se encontra consideravelmente acima da sua mínima em 52 semanas, fixada em R$ 12,90, porém ainda mantém uma distância substancial em relação à sua máxima histórica de 52 semanas, registrada em R$ 82,95, indicando um processo de recuperação após forte reprecificação de mercado.

O CACR11 é um fundo de investimento imobiliário do tipo papel gerido pela Supernova/Cartesia Capital, com foco alocado preponderantemente em títulos de dívida imobiliária, principalmente Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com taxas atrativas e garantias reais. Recentemente, a gestão divulgou relatório gerencial destacando o andamento das amortizações e a regularidade no pagamento de proventos mensais aos seus cotistas, mantendo o monitoramento intensivo do risco de crédito de sua carteira de recebíveis.

2º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 31,40 ↑2,95%

Descrição: O fundo de tijolo BlueMacaw Logística finalizou a sessão cotado a R$ 31,40, garantindo o 2º lugar no ranking de desempenho diário ao valorizar 2,95%, o que equivale a uma alta nominal de R$ 0,90 sobre o preço do fechamento anterior registrado em R$ 30,50. A dinâmica intradiária revelou uma amplitude relevante de oscilação, com o papel atingindo a mínima do dia em R$ 30,38 e alcançando a cotação máxima da sessão em R$ 34,75. No que tange à liquidez operacional, o ativo registrou um giro expressivo de 117.091 cotas, movimentando um montante financeiro total de R$ 3.676.657,40 ao longo do pregão. Na avaliação do histórico anual de 52 semanas, o fundo superou a sua mínima de R$ 26,96 e tocou pontualmente a sua máxima de 52 semanas registrada exatamente na marca de R$ 34,75 no pregão, consolidando-se próximo aos níveis mais elevados do período recente diante do apetite comprador demonstrado pelo mercado institucional e de varejo.

O BLMG11 é um fundo imobiliário voltado para a aquisição e exploração comercial de galpões logísticos e industriais de alto padrão construtivo, situados nos principais eixos de distribuição do país. Em seus comunicados recentes ao mercado, a administradora detalhou avanços nas negociações de locação de áreas vagas e estratégias para otimização da receita operacional líquida de seus condomínios logísticos.

3º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 16,81 ↑1,88%

Descrição: O Devant Recebíveis Imobiliários concluiu a jornada de negociações no patamar de R$ 16,81, posicionando-se na 3ª colocação do ranking diário com uma valorização de 1,88%, o que representa um ganho financeiro de R$ 0,31 em comparação com o encerramento do dia antecedente, estabelecido em R$ 16,50. A oscilação diária do ativo transcorreu entre a cotação mínima de R$ 16,54 e o teto da sessão em R$ 17,00, mantendo um canal estreito de negociação. A liquidez verificada somou a troca de titularidade de 29.970 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 503.795,70 movimentados no pregão. Ao confrontar o preço atual com as balizas técnicas de 52 semanas, nota-se que o papel preserva sustentação acima de sua mínima anual de R$ 15,33, embora permaneça bastante descontado em relação ao teto máximo de R$ 25,47 verificado nas últimas 52 semanas, refletindo o cenário desafiador enfrentado pela sua classe de risco no setor imobiliário.

O DEVA11 é gerido pela Devant Asset e atua com foco na originação e estruturação de Certificados de Recebíveis Imobiliários com perfis de retorno voltados ao segmento “high yield”, buscando ganho de capital e geração contínua de renda. Recentemente, a gestora comunicou aos investidores a evolução no processo de reestruturação de créditos de seu portfólio e a estratégia para mitigar a inadimplência em operações específicas.

4º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,48 ↑1,56%

Descrição: O fundo imobiliário Canuma Capital Multiestratégia registrou fechamento a R$ 8,48, assumindo a 4ª posição no ranking das maiores altas da sessão após computar uma valorização de 1,56%, correspondendo a um avanço de R$ 0,13 ante o fechamento anterior de R$ 8,35. Ao longo do dia, o papel oscilou dentro de uma banda contida de preços, registrando a sua cotação mínima em R$ 8,38 e a sua máxima intradiária em R$ 8,66. No quesito liquidez de mercado, foram contabilizadas 21.040 cotas transacionadas, gerando uma movimentação financeira global de R$ 178.419,20. Observando a métrica das últimas 52 semanas, o fundo mantém-se em patamar favorável em relação à mínima do período, que foi de R$ 7,68, aproximando-se gradativamente de sua cotação máxima de 52 semanas, estabelecida em R$ 9,10, consolidando uma trajetória de recuperação estável no valor patrimonial de suas cotas negociadas.

O CCME11 é um fundo imobiliário multiestratégia com flexibilidade para investir tanto em CRIs e letras de crédito imobiliário quanto em cotas de outros fundos imobiliários e participações diretas. Entre os informes mais recentes da gestão, destaca-se a reciclagem estratégica de posições em fundos de terceiros e a manutenção de uma taxa de retorno consistente alinhada às expectativas dos cotistas.

5º – KINEA INDICES DE PRECOS FDO INV IMOB CF (KNIP11) | R$ 89,25 ↑1,36%

Descrição: O Kinea Índices de Preços encerrou o dia cotado a R$ 89,25, assegurando o 5º lugar no ranking de valorizações ao apresentar um incremento de 1,36%, o equivalente a uma valorização de R$ 1,20 por cota em relação ao fechamento da sessão anterior, que se encontrava em R$ 88,05. O fundo registrou mínima intradiária de R$ 88,20 e atingiu a máxima do dia no próprio preço de fechamento, a R$ 89,25, demonstrando força compradora no término das negociações. Destacando-se amplamente pelo volume de negócios, o ativo registrou 118.232 cotas negociadas, totalizando uma expressiva liquidez financeira de R$ 10.552.206,00. No horizonte técnico de 52 semanas, o ativo opera bem acima do piso registrado de R$ 76,79 e consolida-se bastante próximo à sua máxima anual de R$ 92,31, confirmando sua forte resiliência e solidez operacional frente às variações do cenário macroeconômico de inflação.

O KNIP11 é um dos maiores e mais tradicionais fundos imobiliários do mercado brasileiro, gerido pela Kinea Investimentos, focado predominantemente em títulos de CRIs indexados à inflação (IPCA) com nível de risco “high grade”. Em suas divulgações mais recentes, a Kinea ressaltou a manutenção do ritmo robusto de distribuição de dividendos e a realização de novas alocações de capital em emissores corporativos com excelente qualidade creditícia.

6º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,29 ↑1,33%

Descrição: As cotas do Vinci Imóveis Urbanos fecharam cotadas a R$ 2,29, garantindo a 6ª colocação no ranking diário com uma elevação percentual de 1,33%, o que reflete um acréscimo nominal de R$ 0,03 frente ao preço do encerramento anterior de R$ 2,26. A dinâmica de preços durante o pregão foi delimitada pela cotação mínima de R$ 2,21 e pela máxima de R$ 2,32. A liquidez do ativo totalizou 31.815 cotas negociadas ao longo do dia, perfazendo um volume financeiro movimentado de R$ 72.856,35. Sob a perspectiva das últimas 52 semanas, o ativo mostra sustentação em relação à sua mínima histórica recente de R$ 1,91, contudo ainda se encontra substancialmente abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 5,91, reflexo de processos estruturais e de reavaliação de portfólio conduzidos pela administração ao longo dos últimos meses de mercado.

O VIUR11 é um fundo imobiliário gerido pela Vinci Real Estate que tem como tese de investimento o segmento de imóveis urbanos destinados a operações de varejo, educação e serviços essenciais. Nas últimas comunicações ao mercado, a gestora abordou o andamento dos contratos de locação atípicos e estratégias de desinvestimento de ativos não essenciais para amortização de passivos e proteção de caixa.

7º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 57,39 ↑1,06%

Descrição: O Banestes Recebíveis Imobiliários encerrou o pregão negociado a R$ 57,39, conquistando o 7º lugar no ranking de performance ao registrar uma valorização de 1,06%, correspondente a uma variação positiva de R$ 0,60 comparativamente ao fechamento anterior fixado em R$ 56,79. Na movimentação do dia, o papel anotou sua cotação mínima em R$ 56,60 e registrou a máxima da sessão em R$ 57,80. Em termos de volume de cotas transacionadas, o ativo computou 5.820 papéis negociados, o que representou um volume financeiro total de R$ 334.009,80 no mercado. Na análise anual de 52 semanas, o fundo preserva margem positiva ante a cotação mínima de R$ 54,03, encontrando-se ainda abaixo da máxima de 52 semanas, que atingiu o patamar de R$ 66,20, demonstrando um comportamento estável e defensivo condizente com a natureza de seus recebíveis atrelados a índices de preços e juros.

O BCRI11 é gerido pelo Banestes DTVM e atua no mercado de capitais direcionando seus recursos primordialmente para Certificados de Recebíveis Imobiliários, LCIs e fundos com lastro imobiliário seguro. Recentemente, a instituição publicou o balanço periódico de rentabilidade, evidenciando a distribuição regular de rendimentos e a estabilidade nas taxas médias de juros contratadas em sua carteira de crédito imobiliário.

8º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,10 ↑1,00%

Descrição: O Polo Fundo de Investimento Imobiliário Recebíveis finalizou a sessão ao preço de R$ 8,10, posicionando-se no 8º lugar do ranking ao apresentar um ganho de 1,00%, equivalendo a uma alta de R$ 0,08 sobre a cotação do fechamento antecedente, que marcava R$ 8,02. O ativo operou em uma margem diária compreendida entre a mínima de R$ 8,00 e a máxima de R$ 8,15. Apresentando forte liquidez no varejo, o fundo contabilizou 122.050 cotas negociadas no pregão, gerando um volume financeiro total de R$ 988.605,00. Em sua janela histórica de 52 semanas, o fundo evidencia recuperação sustentada frente à mínima do período, calculada em R$ 6,59, e permanece muito próximo de testar novamente a sua cotação máxima de 52 semanas, registrada em R$ 8,40, indicando solidez na demanda e consolidação técnica dos preços no mercado secundário.

O PORD11 é administrado e gerido pela Polo Capital, focando em operações de crédito imobiliário e títulos estruturados com garantias sólidas e retorno atrelado ao CDI e à inflação. Nos comunicados mais recentes disponibilizados aos investidores, a equipe de gestão enfatizou a estabilidade da carteira de devedores e a regularidade dos fluxos financeiros provenientes dos juros e amortizações mensais.

9º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 82,08 ↑1,00%

Descrição: O Suno Recebíveis Imobiliários fechou o pregão cotado a R$ 82,08, alcançando a 9ª posição no ranking das maiores altas com uma valorização de 1,00%, o que representou um aumento monetário de R$ 0,81 em relação ao fechamento da sessão anterior, que foi de R$ 81,27. Durante as negociações do dia, o papel flutuou entre a marca mínima de R$ 81,61 e a cotação máxima de R$ 83,46. O volume operacional somou 8.593 cotas negociadas, totalizando uma movimentação financeira de R$ 705.313,44 ao final dos trabalhos. No comparativo anual relativo às últimas 52 semanas, a cotação atual mantém-se com folga acima da mínima do intervalo, situada em R$ 71,96, posicionando-se a uma distância moderada de sua máxima em 52 semanas, estipulada em R$ 89,33, refletindo a atratividade do fundo em períodos de taxa de juros elevada.

O SNCI11 é gerido pela Suno Asset e adota uma política de alocação equilibrada em CRIs de perfil de crédito médio a alto (“middle/high yield”), buscando maximizar a relação entre risco e retorno. Em seu último relatório gerencial divulgado, a Suno ressaltou a aderência da carteira aos contratos com correção por IPCA e CDI, reforçando a previsibilidade do pagamento de dividendos para os próximos meses.

10º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 75,10 ↑1,00%

Descrição: O fundo UBS (BR) Recebíveis Imobiliários encerrou a sessão no patamar de R$ 75,10, ocupando o 10º lugar no ranking de valorização diária ao anotar uma alta de 1,00%, o correspondente a um incremento de R$ 0,74 em comparação com o fechamento anterior, que havia sido de R$ 74,36. O papel movimentou-se no dia entre a cotação mínima de R$ 74,50 e a máxima diária de R$ 75,27. A liquidez verificada foi substancial, registrando a negociação de 45.192 cotas e atingindo um expressivo volume financeiro diário de R$ 3.393.919,20. Ao considerar as métricas de 52 semanas, o fundo sustenta patamar consideravelmente superior à mínima anual de R$ 68,13, aproximando-se de sua máxima em 52 semanas, fixada em R$ 81,21, denotando estabilidade técnica e consistência no interesse dos investidores institucionais e pessoas físicas.

O RECR11 é um fundo imobiliário de papel gerido pela UBS Brasil Real Estate, voltado para a aquisição de CRIs corporativos pulverizados e de alta qualidade de crédito imobiliário. Recentemente, a gestora publicou informações relevantes destacando a liquidez robusta da carteira, a saúde dos emissores investidos e a manutenção de patamares consistentes de remuneração aos investidores.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 36,98 -9,01
2 WHGR11 R$ 8,36 -4,46
3 CLIN11 R$ 85,23 -3,49
4 RCRB11 R$ 129,62 -2,96
5 RBRX11 R$ 7,37 -2,77
6 BBIG11 R$ 4,87 -2,01
7 VGIR11 R$ 9,17 -1,71
8 LVBI11 R$ 96,70 -1,64
9 KCRE11 R$ 8,37 -1,53
10 XPML11 R$ 101,25 -1,43

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 36,98 ↓9,01%

Descrição: O fundo imobiliário Gazit Malls encerrou o último pregão posicionado no 1º lugar do ranking de maiores baixas do dia, registrando uma expressiva desvalorização de 9,01%, o que corresponde a uma retração nominal de R$ 3,66 por cota. O ativo encerrou suas negociações cotado a R$ 36,98, valor que representou rigorosamente tanto a cotação mínima quanto a cotação máxima do dia, indicando pressão vendedora contínua e ausência de oscilação intradiária acima do patamar de fechamento. O fechamento anterior havia sido estabelecido em R$ 40,64, marcando um ajuste relevante de preços no decorrer da sessão. A liquidez do fundo registrou a negociação de 11.714 cotas, movimentando um volume financeiro total de R$ 433.183,72. Em relação ao histórico mais amplo, a base de dados não apresenta registros consolidados para os parâmetros de mínima e máxima das últimas 52 semanas, refletindo a dinâmica recente de liquidez ou transição estrutural do ativo no mercado secundário. O desempenho do pregão acendeu o sinal de alerta entre investidores quanto à volatilidade pontual do fundo.

O Gazit Malls FII é um fundo de investimento imobiliário focado no segmento de shopping centers e centros comerciais urbanos de alta relevância, buscando geração de renda através de locação e exploração comercial. Em seus informes recentes, a gestão tem trabalhado no acompanhamento das taxas de ocupação dos empreendimentos e na otimização da receita operacional de seu portfólio.

2º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 8,36 ↓4,46%

Descrição: O WHG Real Estate FII finalizou a sessão ocupando a 2ª posição no ranking das principais desvalorizações da sessão, apresentando uma queda percentual de 4,46%, com recuo nominal de R$ 0,39 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,75. O preço atual do ativo fixou-se em R$ 8,36, patamar que coincidiu exatamente com a cotação mínima e a máxima registradas ao longo de toda a jornada de negócios, demonstrando estabilidade estrita no piso atingido sem variações intermediárias no livro de ofertas. No que tange à liquidez, foram negociadas 64.489 cotas durante o dia, gerando um volume financeiro movimentado de R$ 539.128,04. Não constam dados disponíveis para as métricas de cotação mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas no registro operacional. A movimentação reflete um ajuste relevante no valor patrimonial de mercado do fundo, exigindo monitoramento rigoroso por parte dos cotistas que acompanham o fluxo de transações imobiliárias da carteira.

O WHG Real Estate é um fundo imobiliário gerido pela WHG, estruturado para alocar recursos em ativos imobiliários estratégicos, títulos de dívida imobiliária e participações diretas com foco em valorização de capital e renda. Recentemente, a gestora comunicou ao mercado seus relatórios gerenciais enfatizando o processo de alocação de liquidez e estratégias de preservação de rendimentos.

3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 85,23 ↓3,49%

Descrição: Posicionado na 3ª colocação do ranking diário de desvalorização, o fundo Clave Índices de Preços encerrou o pregão cotado a R$ 85,23, acusando uma variação negativa de 3,49%, equivalente a uma perda nominal de R$ 3,08 na cotação. O valor de fechamento anterior havia sido registrado em R$ 88,31, e durante todo o pregão o preço oscilou estritamente entre a mínima de R$ 85,23 e a máxima de R$ 85,23, repetindo o padrão de negociação sem amplitude intradiária. O volume transacionado no período somou 3.639 cotas, totalizando um montante financeiro negociado de R$ 310.151,97, o que denota um volume financeiro mais contido em relação a outros pares da indústria. As informações de mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas constam como sem dados na base estatística. O recuo pontual alinha-se ao cenário de reprecificação de títulos indexados à inflação no mercado secundário de renda fixa e imobiliário.

O Clave Índices de Preços FII é um fundo imobiliário de papel gerido pela Clave Capital, focado prioritariamente em ativos de crédito privado imobiliário (como CRIs) atrelados a índices de preços como o IPCA. Entre as atualizações recentes, a equipe de gestão informou a regularidade no pagamento de proventos e destacou a manutenção da qualidade de crédito dos emissores presentes no portfólio.

4º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 129,62 ↓2,96%

Descrição: O fundo Rio Bravo Renda Corporativa figurou na 4ª posição no ranking das quedas, registrando uma baixa de 2,96%, o que representou uma diminuição de R$ 3,95 por cota em comparação ao fechamento anterior de R$ 133,57. O preço atual de encerramento foi de R$ 129,62, valor que também marcou a cotação mínima do dia, enquanto a máxima intradiária atingiu o patamar de R$ 133,83, revelando uma amplitude operacional relevante antes de ceder à pressão vendedora. Foram transacionadas 9.995 cotas, movimentando um volume financeiro global de R$ 1.295.551,90. Na análise de horizonte anual, o fundo apresenta histórico consistente, com cotação mínima em 52 semanas de R$ 110,51 e máxima em 52 semanas de R$ 140,45, situando a cotação presente mais próxima da metade superior da sua faixa histórica. O desempenho reflete as oscilações usuais de precificação no segmento de lajes corporativas.

O Rio Bravo Renda Corporativa é um tradicional fundo imobiliário voltado para investimentos em edifícios de escritórios de alto padrão localizados nos principais polos econômicos, sobretudo na cidade de São Paulo. Em suas últimas comunicações ao mercado, a Rio Bravo Investimentos destacou avanços nas renegociações de contratos de locação e estratégias para redução de vacância física dos imóveis.

5º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 7,37 ↓2,77%

Descrição: Na 5ª posição do ranking de perdas figurou o RBR Plus Multiestratégia Real Estate, que encerrou as negociações a R$ 7,37, com recuo de 2,77% e redução nominal de R$ 0,21 frente ao fechamento anterior de R$ 7,58. Durante a sessão, o fundo apresentou movimentação contida, operando entre a cotação mínima de R$ 7,35 e a cotação máxima de R$ 7,38. O volume de cotas negociadas atingiu 236.195 unidades, evidenciando uma liquidez quantitativa expressiva que impulsionou o volume financeiro negociado para a marca de R$ 1.740.757,15. No que se refere aos extremos históricos de médio prazo, os campos de mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas constam como sem dados no levantamento. A performance no pregão demonstra uma rotação tática de carteira em um dos veículos multiestratégia mais acompanhados pelos investidores pessoas físicas e institucionais.

O RBR Plus Multiestratégia Real Estate FII, administrado e gerido pela RBR Asset Management, tem como proposta atuar de forma flexível no mercado imobiliário, combinando alocações em cotas de outros FIIs, CRIs e participações diretas em ativos reais. Recentemente, o fundo publicou seus relatórios de gestão evidenciando a reciclagem tática de posições para capturar ganhos de capital e dividendos consistentes.

6º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 4,87 ↓2,01%

Descrição: Ocupando o 6º lugar no ranking de baixas da sessão, o BB Premium Malls FII encerrou o dia cotado a R$ 4,87, sofrendo uma retração de 2,01%, correspondente a uma desvalorização de R$ 0,10 ante o preço de fechamento anterior de R$ 4,97. A cotação mínima da sessão bateu em R$ 4,87, justamente o nível de fechamento, enquanto a máxima atingiu R$ 4,99 ao longo dos negócios. O giro de mercado envolveu a negociação de 168.060 cotas, resultando em um volume financeiro transacionado de R$ 818.452,20. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, o fundo possui mínima histórica de R$ 4,84 — muito próxima da cotação atual — e máxima histórica de R$ 7,37, evidenciando que o papel opera em sua banda inferior de preços anual. O comportamento sinaliza cautela dos investidores em relação ao setor e aos fluxos de amortização ou distribuição.

O BB Premium Malls FII é um fundo imobiliário estruturado para investimento em shopping centers de padrão elevado, sob governança ligada à estrutura de gestão do Banco do Brasil. As últimas notícias do fundo concentram-se no acompanhamento de vendas dos lojistas e no monitoramento de resultados operacionais e distribuições periódicas de proventos aos cotistas.

7º – VALORA RE III FDO INV IMOB FII CF (VGIR11) | R$ 9,17 ↓1,71%

Descrição: O fundo imobiliário Valora RE III encerrou o pregão ocupando a 7ª posição do ranking, com fechamento a R$ 9,17, registrando uma desvalorização de 1,71% e perda nominal de R$ 0,16 em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,33. A dinâmica intradiária de preços mostrou que a cotação mínima atingiu R$ 9,13 e a máxima alcançou R$ 9,36 durante o pregão. Com forte presença no mercado de varejo de investimentos, o ativo demonstrou elevada liquidez, contabilizando 614.096 cotas negociadas e movimentando expressivos R$ 5.631.260,32 no total negociado do dia. No histórico das últimas 52 semanas, o ativo registra uma cotação mínima de R$ 8,00 e uma máxima de R$ 9,64, situando seu valor de mercado próximo ao topo de seu canal de negociação anual. O volume expressivo confirma a relevância do ativo na composição de carteiras focadas em renda mensal.

O VGIR11 é um fundo imobiliário de recebíveis (papel) gerido pela Valora Gestão de Investimentos, com carteira direcionada predominantemente para Certificados de Recebíveis Imobiliários indexados à taxa CDI. Em fatos relevantes e relatórios recentes, a gestão destacou o carrego atrativo das operações de crédito e a continuidade da entrega de rendimentos robustos em linha com o patamar da taxa básica de juros.

8º – FDO INV IMOB VBI LOGISTICO ETF (LVBI11) | R$ 96,70 ↓1,64%

Descrição: O VBI Logístico fechou o dia na 8ª colocação do ranking diário, registrando recuo de 1,64%, o que se traduziu em uma queda de R$ 1,61 por cota sobre a referência do fechamento anterior fixada em R$ 98,31. A cotação atual fechou em R$ 96,70, tendo oscilado entre a mínima do dia de R$ 95,00 e a máxima do dia de R$ 98,60, indicando volatilidade e recuperação parcial em relação às mínimas da sessão. No total, foram transacionadas 71.559 cotas, que somaram um volume financeiro negociado de R$ 6.919.755,30, reafirmando sua alta liquidez institucional. No retrospecto de 52 semanas, o fundo apresenta cotação mínima de R$ 92,10 e máxima de R$ 108,55, mantendo-se em um patamar intermediário de sua curva de negociação anual. O movimento do pregão reflete ajustes setoriais de precificação de galpões logísticos.

O FII VBI Logístico (LVBI11) é gerido pela VBI Real Estate e possui foco exclusivo no segmento de galpões logísticos de alto padrão construtivo (classes A e A+), com contratos atípicos e inquilinos de primeira linha. Recentemente, o fundo informou ao mercado detalhes sobre expansões modulares em seus ativos, renovações contratuais e a manutenção de índices de inadimplência nulos.

9º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,37 ↓1,53%

Descrição: Na 9ª posição do ranking de perdas figurou o Kinea Creditas FII, que concluiu o dia cotado a R$ 8,37, anotando uma variação negativa de 1,53% e uma diminuição de R$ 0,13 em seu valor de fechamento anterior de R$ 8,50. A cotação mínima do dia e a cotação máxima do dia foram exatamente iguais ao valor de fechamento de R$ 8,37, apontando ausência de negociações em patamares divergentes no pregão analisado. A movimentação do papel somou 69.631 cotas trocadas de mãos, resultando em um volume financeiro movimentado de R$ 582.811,47 ao longo da jornada. Para os parâmetros de 52 semanas, tanto a cotação mínima quanto a cotação máxima aparecem sem dados cadastrados no histórico disponibilizado. A movimentação pontual mantém o ativo em um intervalo estável, alinhado à estratégia de retorno de crédito privado imobiliário da parceria Kinea-Creditas.

O KCRE11 é um fundo imobiliário fruto da parceria entre a Kinea Investimentos e a fintech Creditas, estruturado para investir em CRIs lastreados principalmente em operações de empréstimo com garantia de imóvel residencial (home equity). As atualizações recentes divulgadas pela gestora reforçam o acompanhamento criterioso das taxas de originação dos créditos e o pagamento regular de amortizações e rendimentos.

10º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 101,25 ↓1,43%

Descrição: Encerrando a lista na 10ª posição do ranking, o XP Malls registrou um recuo de 1,43% na sessão, correspondente a uma variação negativa nominal de R$ 1,47 perante o fechamento anterior estabelecido em R$ 102,72. O preço atual de encerramento foi de R$ 101,25, após transitar por uma cotação mínima de R$ 100,97 e atingir a máxima do dia em R$ 103,25. O fundo foi o líder absoluto em liquidez no levantamento, com 212.604 cotas negociadas e um expressivo volume financeiro negociado de R$ 21.526.155,00, comprovando sua liderança de fluxo na indústria. Na análise de 52 semanas, o ativo exibe uma mínima de R$ 89,40 e uma máxima de R$ 108,98, situando o preço corrente em patamar consolidado. A oscilação diária espelha movimentos rotineiros de realização de lucros e rebalanceamento institucional de carteiras.

O XP Malls é um dos maiores e mais líquidos fundos imobiliários do Brasil, gerido pela XP Vista Asset Management e dedicado ao investimento em shopping centers consolidados em várias regiões do país. Recentemente, o fundo divulgou notícias relevantes sobre aquisições estratégicas de participações em grandes empreendimentos e a contínua expansão de suas receitas de locação e estacionamento.

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