Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 14/08/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 LWSA3 R$ 4,03 7,75
2 IRBR3 R$ 52,33 5,78
3 BEEF3 R$ 3,20 5,26
4 HAPV3 R$ 6,73 4,99
5 CVCB3 R$ 1,34 4,69
6 EMBJ3 R$ 99,02 2,43
7 TOTS3 R$ 30,20 2,27
8 ITUB4 R$ 39,00 1,80
9 ASAI3 R$ 8,10 1,76
10 CYRE3 R$ 21,33 1,57

1º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,03 ↑7,75%

Descrição: O papel LWSA3 encerrou a sessão no topo do ranking diário de valorizações, registrando uma expressiva alta de 7,75%, o que representou um ganho nominal de R$ 0,29 em relação ao fechamento anterior, cotado a R$ 3,74. O ativo foi negociado ao preço atual de R$ 4,03, operando em um canal intradiário que atingiu a mínima do dia em R$ 3,72 e a máxima diária em R$ 4,17. A liquidez do papel demonstrou forte tração dos investidores, movimentando um volume total de 19.488.600 ações transacionadas na B3. Em termos de liquidez financeira, o montante negociado alcançou R$ 78.539.058,00 durante o pregão. Ao analisar a janela temporal de médio e longo prazo, observa-se que o papel oscilou entre a mínima em 52 semanas de R$ 3,28 e a máxima em 52 semanas de R$ 4,80, posicionando a cotação de fechamento atual mais próxima da banda superior do intervalo anual, evidenciando recuperação do apetite pelo ativo após períodos de compressão de múltiplos no setor de tecnologia.

A LWSA S/A (antiga Locaweb) é uma companhia brasileira pioneira em hospedagem de sites, serviços digitais corporativos e ecossistemas integrados para comércio eletrônico e pequenas empresas. Recentemente, a empresa tem avançado em planos de integração operacional de suas subsidiárias e foco em rentabilidade e eficiência de custos operacionais para ampliar suas margens operacionais líquidas.

2º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 52,33 ↑5,78%

Descrição: Na segunda posição do ranking de desempenho, o papel IRBR3 apresentou forte valorização de 5,78% ao longo da sessão, com um avanço de R$ 2,86 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 49,47. Com isso, o preço atual atingiu a marca de R$ 52,33 por ação. Ao longo das negociações, o papel estabeleceu sua cotação mínima do dia em R$ 51,11 e testou a máxima diária em R$ 53,72, mantendo consistência acima dos patamares de suporte intradiário. O volume de ações transacionadas totalizou 1.713.900 contratos, resultando em um montante financeiro total negociado de R$ 89.688.387,00. No horizonte retrospectivo das últimas 52 semanas, a ação transitou entre a mínima anual de R$ 44,35 e a máxima em 52 semanas de R$ 64,75, demonstrando consolidação operacional da resseguradora e recuperação de prêmios emitidos no mercado doméstico e internacional, refletindo positivamente na formação do preço de mercado.

O IRB-Brasil Resseguros S.A. é o maior ressegurador do Brasil e da América Latina, atuando no underwriting de riscos corporativos complexos, infraestrutura, agro e soluções financeiras. O mercado tem monitorado seus relatórios contábeis mensais enviados à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que apontam estabilização nos índices de sinistralidade e recuperação do resultado de subscrição.

3º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,20 ↑5,26%

Descrição: Ocupando o terceiro lugar entre os destaques do mercado, a Minerva S.A registrou uma elevação de 5,26% na cotação do ativo BEEF3, equivalendo a uma variação monetária de R$ 0,16 em comparação ao fechamento anterior fixado em R$ 3,04. A cotação de fechamento atual ficou em R$ 3,20 por ação. Durante a dinâmica de negociação, o ativo anotou a mínima do dia em R$ 3,01 e avançou até a máxima diária de R$ 3,24. A sessão foi marcada por robusta liquidez quantitativa, contabilizando um volume de 33.512.900 ações negociadas, o que gerou um volume financeiro movimentado expressivo de R$ 107.241.280,00. Na perspectiva das últimas 52 semanas de negociação, o papel esteve compreendido entre a cotação mínima anual de R$ 2,97 e a máxima em 52 semanas de R$ 7,31, ilustrando um momento em que os investidores reavaliam os impactos do ciclo pecuário e alavancagem financeira sobre os papéis do frigorífico.

A Minerva S.A é uma das líderes sul-americanas na produção e comercialização de carne bovina in natura e seus derivados, com foco primordial na exportação para mercados asiáticos e Oriente Médio. O setor tem acompanhado de perto a integração dos ativos de abate adquiridos recentemente e a dinâmica das margens operacionais frente à flutuação cambial global.

4º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 6,73 ↑4,99%

Descrição: As ações ordinárias HAPV3 registraram alta consistente de 4,99%, figurando na 4ª colocação do ranking diário com um incremento positivo de R$ 0,32 frente ao fechamento anterior de R$ 6,41. O papel fechou o dia negociado ao preço atual de R$ 6,73. A amplitude do pregão registrou a mínima do dia em R$ 6,14 e a máxima diária atingindo R$ 6,78, demonstrando forte pressão compradora ao longo de toda a jornada. Em termos de liquidez na bolsa de valores, foram transacionadas 23.909.100 ações, totalizando um volume financeiro negociado de R$ 160.908.243,00. No comparativo das 52 semanas anteriores, a cotação mínima registrada foi de R$ 6,14, enquanto a máxima do período anual foi de R$ 42,66, evidenciando que a reação compradora ocorreu em patamares próximos ao piso técnico anual, refletindo os ajustes de sinistralidade médica e reprecificação de planos de saúde no setor de medicina diagnóstica e hospitalar.

A Hapvida NotreDame Intermédica é a maior operadora de saúde integrada do Brasil, com uma rede verticalizada que inclui hospitais próprios, pronto-atendimentos, clínicas médicas e centros de diagnóstico. Notícias recentes destacam o contínuo esforço da administração na redução da sinistralidade de caixa e na otimização da integração de sistemas e ativos hospitalares.

5º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,34 ↑4,69%

Descrição: Em 5º lugar no ranking do pregão, os papéis da operadora de turismo CVCB3 registraram ganho percentual de 4,69%, com valorização absoluta de R$ 0,06 comparativamente ao valor de fechamento anterior de R$ 1,28. O preço atual do ativo encerrou o dia em R$ 1,34. Durante a sessão de negócios, a cotação oscilou da mínima do dia em R$ 1,26 até a máxima diária de R$ 1,35, mantendo-se em trajetória de valorização. Foram movimentadas 17.458.700 ações da operadora no mercado à vista, movimentando um volume negociado em reais na ordem de R$ 23.394.658,00. Na janela técnica de 52 semanas, o ativo apresenta mínima anual de R$ 1,06 e máxima em 52 semanas de R$ 2,79. A valorização reflete um fluxo pontual de compras táticas no segmento discricionário, com agentes monitorando o impacto dos custos com passagens aéreas e a demanda por pacotes turísticos corporativos e de lazer.

A CVC Brasil é a maior rede de agências de viagens e turismo da América Latina, atuando na intermediação de serviços de passagens aéreas, reservas hoteleiras e cruzeiros marítimos. O mercado acompanha atentamente a reestruturação financeira da empresa, a renegociação de dívidas com debenturistas e o crescimento nas vendas de canais digitais e lojas físicas.

6º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 99,02 ↑2,43%

Descrição: Posicionada na 6ª posição da tabela de negociações, a EMBRAER S.A. encerrou o pregão cotada ao preço atual de R$ 99,02, correspondendo a uma valorização percentual de 2,43% e um avanço financeiro de R$ 2,35 sobre o fechamento anterior de R$ 96,67. A dinâmica intradiária revelou mínima do dia registrada em R$ 96,68 e máxima diária de R$ 99,69, aproximando-se da barreira psicológica dos três dígitos. A liquidez foi extremamente expressiva, com 6.203.900 ações transacionadas e um volume financeiro negociado de R$ 614.310.178,00, figurando entre os papéis mais líquidos de todo o mercado nacional. No histórico de 52 semanas, a ação transacionou entre a mínima de R$ 67,84 e a máxima de R$ 105,11, reafirmando a solidez estrutural e a valorização contínua suportada pela carteira de pedidos firmes (backlog) no setor aeroespacial de defesa e aviação comercial.

A EMBRAER S.A. é uma das principais fabricantes globais de aeronaves executivas, comerciais, agrícolas e sistemas aeroespaciais e de defesa. A fabricante tem sido destaque global recente pela assinatura de novos contratos de vendas da família E-Jets E2 e pela expansão internacional da plataforma de transporte militar multimissão C-390 Millennium.

7º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 30,20 ↑2,27%

Descrição: No 7º posto do ranking diário, as ações ordinárias da TOTVS S.A. (TOTS3) valorizaram 2,27%, registrando acréscimo de R$ 0,67 por cota em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 29,53. O preço atual encerrou a sessão no patamar de R$ 30,20. O ativo tocou a mínima do dia em R$ 28,91 e fechou no patamar correspondente à própria máxima diária de R$ 30,20, mostrando fechamento no topo da sessão diária. A atividade negociadora gerou um volume de 4.746.400 ações transacionadas, resultando em um volume negociado financeiro total de R$ 143.341.280,00. Analisando o intervalo compreendido nas últimas 52 semanas, a mínima verificada foi de R$ 26,76, enquanto a máxima alcançou R$ 47,68. O movimento positivo reflete a previsibilidade de fluxo de caixa da empresa e a expansão de receitas recorrentes no segmento de software de gestão empresarial corporativa (ERP).

A TOTVS S.A. é a maior desenvolvedora de software corporativo e provedora de soluções de gestão da América Latina, atuando também nas frentes de serviços financeiros (Techfin) e performance de negócios. Em notícias recentes, o mercado avalia positivamente as sinergias obtidas com a integração de soluções de inteligência artificial aplicadas à automação de processos para médias e grandes empresas.

8º – Itaú Unibanco Holding S.A. (ITUB4) | R$ 39,00 ↑1,80%

Descrição: A maior instituição financeira privada do país fechou em 8º lugar na lista diária, com o papel preferencial ITUB4 subindo 1,80%, equivalente a um ganho de R$ 0,69 sobre o fechamento anterior cotado a R$ 38,31. O ativo encerrou o dia no preço atual de R$ 39,00. O canal de oscilação registrou a mínima do dia em R$ 37,87 e a máxima diária atingindo R$ 39,13. O ativo liderou a liquidez da sessão na B3 com 39.285.900 ações transacionadas e um volume financeiro negociado monumental de R$ 1.532.150.100,00, reafirmando seu peso dominante na composição dos índices de mercado. Ao longo das 52 semanas, o papel operou entre a mínima anual de R$ 32,23 e a máxima em 52 semanas de R$ 48,70, demonstrando a consistência do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) e a qualidade da carteira de crédito do banco em cenários macroeconômicos diversificados.

O Itaú Unibanco Holding S.A. é o maior conglomerado bancário da América Latina, fornecendo produtos bancários de varejo, atacado, gestão de fortunas, seguros e serviços de investimento global. As notícias corporativas recentes destacam a solidez em seus balanços de crédito com baixos índices de inadimplência e o pagamento contínuo de proventos atrativos e dividendos aos acionistas.

9º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,10 ↑1,76%

Descrição: Ocupando a 9ª posição no ranking de fechamento, as ações da Sendas Distribuidora (Assaí Atacadista) valorizaram 1,76%, o que correspondeu a um avanço de R$ 0,14 diante do valor de fechamento anterior de R$ 7,96. Com isso, o preço atual atingiu a marca de R$ 8,10 por ação. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima do dia em R$ 7,80 e fechou na máxima diária de R$ 8,10. Foram movimentadas 11.230.800 ações da rede atacadista, perfazendo um volume financeiro total negociado de R$ 90.969.480,00 na bolsa de valores. Na série histórica das últimas 52 semanas, a cotação variou entre a mínima de R$ 6,91 e a máxima anual de R$ 10,62. O desempenho positivo reflete a sustentação das vendas no modelo de autosserviço alimentar atacarejo e a expectativa de desalavancagem financeira progressiva da companhia em trimestres futuros.

A Sendas Distribuidora S.A. opera a rede Assaí Atacadista, sendo uma das maiores companhias de atacado de autosserviço do Brasil, atendendo desde pequenos e médios comerciantes até o consumidor final. A companhia tem direcionado suas atenções para a maturação de lojas recentemente convertidas, expansão orgânica equilibrada e a geração consistente de caixa operacional.

10º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 21,33 ↑1,57%

Descrição: Encerrando a lista no 10º lugar do ranking, os papéis da incorporadora CYRE3 registraram valorização de 1,57%, agregando R$ 0,33 ao fechamento anterior estabelecido em R$ 21,00. O preço atual terminou o pregão cotado a R$ 21,33 por ação. No comportamento intradiário das negociações, o papel marcou a mínima do dia em R$ 20,95 e buscou a máxima diária em R$ 21,40. A liquidez do ativo foi de destaque no setor imobiliário, somando 11.467.900 ações transacionadas e um volume financeiro negociado de R$ 244.610.307,00 no mercado de renda variável. Em relação às 52 semanas anteriores, a ação oscilou entre a mínima de R$ 18,52 e a máxima de R$ 32,17, evidenciando resiliência nos lançamentos de alto padrão e velocidade de vendas contratadas mesmo diante das flutuações nas taxas de juros de longo prazo.

A Cyrela Brazil Realty S.A. é uma das maiores incorporadoras e construtoras do mercado imobiliário brasileiro, com forte presença nos segmentos de média e alta renda, além de atuar no segmento econômico por meio de parcerias e controladas. As recentes divulgações operacionais da empresa destacam forte velocidade de vendas (VSO) em seus lançamentos residenciais estratégicos e geração de caixa sólida.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 4,93 -7,68
2 YDUQ3 R$ 7,32 -5,18
3 CPFE3 R$ 41,29 -4,49
4 RADL3 R$ 17,53 -4,21
5 RAIZ4 R$ 0,24 -4,00
6 POMO4 R$ 4,11 -3,97
7 COGN3 R$ 2,11 -3,65
8 AMOB3 R$ 11,92 -3,40
9 NATU3 R$ 7,69 -3,39
10 LREN3 R$ 11,21 -2,61

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 4,93 ↓7,68%

Descrição: Os papéis da Braskem S.A. lideraram as baixas da sessão, ocupando a 1ª posição no ranking do pregão, com uma forte desvalorização de 7,68%, o que representa um recuo nominal de R$ 0,41 por ação. O ativo encerrou cotado a R$ 4,93, após ter registrado fechamento anterior de R$ 5,34. Ao longo da sessão diária, o papel oscilou entre a cotação mínima de R$ 4,70 e a máxima de R$ 5,77. A liquidez do ativo manteve-se expressiva, movimentando um volume total de 15.792.100 ações negociadas, o que gerou um expressivo giro financeiro de R$ 77.855.053,00. Sob a ótica do horizonte de médio e longo prazo, a mínima diária de R$ 4,70 coincidiu exatamente com a cotação mínima registrada nas últimas 52 semanas, evidenciando uma pressão vendedora contínua quando comparada à sua máxima anual de R$ 13,78, indicando que o ativo opera em uma região de suporte histórico relevante para os participantes do mercado de capitais.

A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, atuando de forma integrada na indústria química e petroquímica com polos no Brasil, Estados Unidos, México e Europa. Recentemente, a companhia tem concentrado atenções do mercado devido a desdobramentos operacionais e geológicos em Alagoas, além de negociações em andamento a respeito da reestruturação de sua base acionária de controle e acordos de indenização.

2º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 7,32 ↓5,18%

Descrição: As ações ordinárias da Yduqs Participações S.A. figuraram na 2ª colocação do ranking diário, registrando uma expressiva retração de 5,18%, o que corresponde a uma perda nominal de R$ 0,40 frente ao preço de fechamento anterior estipulado em R$ 7,72. No fechamento da sessão, o ativo foi negociado a R$ 7,32. A dinâmica intradiária evidenciou volatilidade, com o papel estabelecendo sua máxima do dia em R$ 7,68 e atingindo a mínima diária em R$ 7,02. O fluxo operacional foi robusto, somando um volume de 9.217.100 ações transacionadas e um volume financeiro total negociado de R$ 67.469.172,00. Vale ressaltar que a cotação mínima intradiária de R$ 7,02 tocou precisamente a mínima do papel no intervalo das últimas 52 semanas, distanciando-se consideravelmente do teto de 52 semanas registrado em R$ 15,29, movimento que reflete os desafios setoriais enfrentados pela companhia no período.

A Yduqs Participações S.A. é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, operando instituições renomadas de ensino superior presencial e a distância, como Estácio e Ibmec. Entre os fatos recentes, a empresa vem direcionando esforços na expansão dos cursos de graduação em Medicina e no aprimoramento da rentabilidade operacional digital, em meio a discussões regulatórias sobre diretrizes do Ministério da Educação para o ensino superior privado.

3º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 41,29 ↓4,49%

Descrição: Na 3ª posição entre os destaques do mercado, as ações ordinárias da CPFL Energia S.A. registraram uma queda de 4,49% no encerramento das negociações, recuando R$ 1,94 em termos nominais. O ativo fechou o dia negociado a R$ 41,29, ante o valor de fechamento anterior de R$ 43,23. No transcorrer do dia, o papel marcou a cotação máxima de R$ 43,31 e a mínima de R$ 40,24, demonstrando uma considerável amplitude em sua faixa de negociação. A liquidez financeira da companhia foi uma das mais elevadas da amostra, totalizando um expressivo montante de R$ 213.498.203,00 a partir da negociação de 5.170.700 ações. Na análise do período de 52 semanas, o ativo permanece distante de sua mínima de R$ 34,68, porém recuou em relação à máxima do período fixada em R$ 52,99, consolidando uma realização de lucros relevante no segmento elétrico.

A CPFL Energia S.A. é um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, com atuação integrada nos segmentos de distribuição, geração, transmissão, comercialização e serviços de energia. Recentemente, a empresa reportou sólidos resultados operacionais e manteve sua tradicional política de remuneração aos acionistas via dividendos, ao mesmo tempo em que acompanha as revisões tarifárias de suas concessionárias de distribuição junto à Aneel.

4º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 17,53 ↓4,21%

Descrição: Ocupando a 4ª posição no ranking das movimentações, as ações da Raia Drogasil S/A apresentaram recuo de 4,21%, correspondendo a uma desvalorização de R$ 0,77 por cotação em comparação ao fechamento anterior de R$ 18,30. O ativo finalizou o pregão cotado a R$ 17,53. Durante o intervalo de negócios, a mínima do dia foi registrada a R$ 17,10, enquanto a máxima intradiária atingiu a marca de R$ 18,25. A liquidez do papel demonstrou alto interesse institucional, registrando 10.016.700 ações movimentadas e acumulando um expressivo volume financeiro negociado de R$ 175.592.751,00. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, a empresa negocia em patamar próximo da mínima anual de R$ 16,04 e consideravelmente abaixo da máxima de R$ 27,13, refletindo ajustes de valuation e compressão de margens no varejo farmacêutico.

A Raia Drogasil S/A (RD Saúde) é a rede líder no varejo farmacêutico do Brasil, resultante da fusão das redes Droga Raia e Drogasil, contando com milhares de unidades espalhadas por todos os estados. As últimas notícias do grupo destacam o avanço de sua estratégia de hub de saúde integral, investimentos contínuos na digitalização de vendas omnicanal e a maturação de novas farmácias abertas no último ciclo de expansão.

5º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,24 ↓4,00%

Descrição: Posicionada na 5ª colocação do ranking diário, a ação preferencial da Raízen S.A. encerrou o dia cotada a R$ 0,24, acumulando uma variação negativa de 4,00%, o que representou uma perda nominal de R$ 0,01 sobre o fechamento anterior de R$ 0,25. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a cotação mínima de R$ 0,23 e a cotação máxima de R$ 0,26. A sessão registrou uma intensa rotação quantitativa, com 16.402.800 papéis transacionados, gerando um volume financeiro negociado correspondente a R$ 3.936.672,00. No comparativo histórico de 52 semanas, a mínima diária de R$ 0,23 alcançou a mínima absoluta do período, distanciando-se drasticamente da máxima de 52 semanas de R$ 1,42, o que reforça o cenário de forte volatilidade e pressão vendedora que incide sobre o papel.

A Raízen S.A. é uma joint venture integrada entre a Cosan e a Shell, sendo referência global na produção de açúcar, etanol de cana-de-açúcar e bioenergia, além de atuar fortemente na distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Notícias recentes sobre a companhia envolvem a execução de seu plano de desalavancagem financeira, investimentos na produção de etanol de segunda geração (E2G) e a gestão de margens diante da oscilação dos preços internacionais de commodities.

6º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 4,11 ↓3,97%

Descrição: Os papéis preferenciais da Marcopolo S.A. encerraram na 6ª posição da tabela, com uma queda de 3,97%, o que equivaleu a uma desvalorização de R$ 0,17 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 4,28. No término do pregão, o ativo estava precificado em R$ 4,11. Os negócios do dia estabeleceram uma máxima de R$ 4,30 e uma mínima de R$ 4,06. O volume de papéis transacionados atingiu 18.578.900 unidades, proporcionando um volume financeiro total de R$ 76.359.279,00. Na janela de 52 semanas, a mínima do dia em R$ 4,06 coincidiu exatamente com o menor nível registrado pelo ativo no período, contrastando com o patamar de máxima de 52 semanas cravado em R$ 7,95, sinalizando uma importante retração dos múltiplos da fabricante no mercado acionário.

A Marcopolo S.A. é uma multinacional brasileira líder no desenvolvimento e fabricação de carrocerias para ônibus, detendo ampla participação de mercado doméstico e presença internacional em diversos continentes. Dentre os acontecimentos recentes, destacam-se a recuperação na entrega de pedidos para o programa governamental Caminho da Escola e o contínuo desenvolvimento de chassis e carrocerias voltados à eletromobilidade e transporte sustentável.

7º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,11 ↓3,65%

Descrição: Na 7ª posição do ranking, as ações ordinárias da Cogna Educação S.A. registraram recuo de 3,65%, diminuindo R$ 0,08 frente à cotação de fechamento anterior, que havia sido de R$ 2,19. O valor de fechamento final foi de R$ 2,11. O papel registrou uma máxima intradiária de R$ 2,22 e uma mínima de R$ 2,08 durante o pregão. Com uma das maiores liquidações em quantidade da amostra, foram negociadas 34.146.600 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 72.049.326,00. No retrospecto de 52 semanas, o papel transaciona próximo à sua cotação mínima de R$ 1,99 e bem abaixo da cotação máxima de R$ 4,73, demonstrando que o ativo segue pressionado por fatores macroeconômicos e pelo custo de crédito no país.

A Cogna Educação S.A. é uma das principais holdings educacionais do mundo, atuando no ensino superior com a Kroton e na educação básica por meio da Vasta Educação e da Saber. O mercado tem monitorado de perto os recentes esforços da gestão na contenção da inadimplência, na geração de caixa operacional e nas reestruturações de dívidas corporativas para otimizar a estrutura de capital da companhia.

8º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,92 ↓3,40%

Descrição: Ocupando o 8º lugar da lista, os papéis da Automob Participações S.A. registraram uma desvalorização de 3,40%, o que significou uma redução de R$ 0,42 em comparação ao fechamento anterior fixado em R$ 12,34. O preço final de fechamento foi de R$ 11,92, que coincidiu com a mínima registrada ao longo da sessão, enquanto a máxima atingiu R$ 12,58. Diferenciando-se pela liquidez mais restrita, o volume de ações negociadas foi de 32.800 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 390.976,00. No histórico das últimas 52 semanas, a mínima estabelecida foi de R$ 10,71 e a máxima atingiu R$ 15,76, evidenciando que o ativo mantém uma amplitude de variação contida, influenciada principalmente pela menor liquidez diária do papel na bolsa brasileira.

A Automob Participações S.A. é uma das maiores redes de concessionárias de veículos do Brasil, controlada pela Simpar, atuando na comercialização de veículos leves, caminhões e máquinas agrícolas, além de serviços de pós-venda. Notícias recentes evidenciam a estratégia do grupo focada em aquisições regionais de concessionárias para ganho de escala e diversificação de marcas atendidas em seu portfólio automotivo.

9º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 7,69 ↓3,39%

Descrição: As ações da Natura Cosméticos S.A. ficaram na 9ª posição do ranking diário, registrando baixa de 3,39%, o que correspondeu a um recuo nominal de R$ 0,27 sobre o fechamento da sessão anterior de R$ 7,96. Ao final do dia, o ativo encerrou cotado a R$ 7,69. A oscilação intradiária situou-se entre a cotação mínima de R$ 7,64 e a máxima de R$ 7,93. A atividade negociadora gerou um volume de 6.293.200 ações transacionadas, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 48.394.708,00. Em relação às métricas de 52 semanas, o ativo oscila próximo à sua cotação mínima anual de R$ 7,13, enquanto sua cotação máxima do período foi estabelecida em R$ 11,15, refletindo o processo de readequação operacional em curso pela companhia.

A Natura Cosméticos S.A. (Natura &Co) é uma multinacional brasileira do setor de beleza e cosméticos, reconhecida pelo modelo de venda direta e pela integração de marcas icônicas como Natura e Avon. Notícias recentes destacam o plano de simplificação corporativa da empresa, focado na integração das operações de Natura e Avon na América Latina e na otimização de sua estrutura global de custos.

10º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 11,21 ↓2,61%

Descrição: Fechando a lista na 10ª posição, as ações ordinárias da Lojas Renner S.A. apresentaram uma desvalorização diária de 2,61%, representando uma retração de R$ 0,30 frente ao fechamento anterior de R$ 11,51. O ativo finalizou o pregão cotado a R$ 11,21. Durante o dia, o papel transitou entre a mínima de R$ 10,87 e a máxima de R$ 11,37. O volume financeiro negociado foi o mais representativo de toda a lista, totalizando R$ 290.404.018,00 distribuídos em 25.905.800 ações transacionadas. A cotação mínima do dia, em R$ 10,87, igualou a mínima de 52 semanas do ativo, situando-se distante de sua máxima anual de R$ 16,51, consolidando um ponto técnico crucial de atenção para os investidores do varejo de moda.

A Lojas Renner S.A. é a maior varejista de moda do Brasil em faturamento, controlando bandeiras como Renner, Camicado, Youcom e a instituição financeira Realize CFI. Recentemente, a empresa tem sido foco de analistas devido ao impacto da concorrência com plataformas internacionais de e-commerce e aos investimentos no novo centro de distribuição automatizado para elevar a eficiência logística e a rentabilidade do negócio.

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