Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 06/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MGLU3 R$ 10,12 0,05%
2 B3SA3 R$ 17,04 0,05%
3 BRKM5 R$ 9,36 0,04%
4 AURE3 R$ 11,37 0,04%
5 PRIO3 R$ 50,74 0,03%
6 SMTO3 R$ 15,11 0,03%
7 VBBR3 R$ 31,87 0,03%
8 PSSA3 R$ 52,17 0,03%
9 ITUB4 R$ 46,80 0,03%
10 ITSA4 R$ 14,20 0,03%

1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,12 ↑ 4,87%

Descrição: A Magazine Luiza liderou o ranking de valorização no pregão observado, fechando o dia cotada a R$ 10,12. O ativo demonstrou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 9,24 e a máxima de R$ 10,19, o que indica uma forte pressão compradora que empurrou o papel para próximo de sua máxima diária. Com uma variação positiva de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,65, a empresa movimentou um volume expressivo de 34.342.600 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 347.547.112,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel ainda se encontra abaixo da máxima do período (R$ 11,55), mas bem distante da mínima de R$ 6,21, sugerindo uma recuperação consistente. Este movimento reflete o otimismo do setor de varejo frente a indicadores macroeconômicos. A Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil. Recentemente, a companhia anunciou uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda de produtos em ambos os marketplaces, visando expandir o portfólio internacional e otimizar a logística.

2º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,04 ↑ 4,80%

Descrição: A B3SA3 apresentou um desempenho robusto, encerrando a sessão a R$ 17,04, uma alta de R$ 0,78 sobre o preço anterior de R$ 16,26. O papel atingiu sua máxima de 52 semanas durante o dia, ao tocar os R$ 17,09, consolidando um momento de forte valorização. O volume de negociação foi massivo, com 57.201.300 cotas trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 974.710.152,00, o segundo maior da lista. A mínima do dia foi registrada em R$ 16,38, mostrando que o ativo sustentou sua trajetória ascendente ao longo de todo o período. Considerando a mínima de 52 semanas de R$ 9,73, a valorização acumulada é impressionante, refletindo a confiança no mercado de capitais brasileiro e o aumento do volume de transações na própria bolsa. A B3 é a principal infraestrutura de mercado financeiro no Brasil. Em notícia recente, a companhia recebeu autorização da CVM para o lançamento de novos produtos derivativos focados em ativos sustentáveis e índices de ESG.

3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,36 ↑ 4,00%

Descrição: A Braskem fechou o dia com uma valorização sólida de 4,00%, alcançando o valor de R$ 9,36. O papel iniciou o dia próximo da mínima de R$ 8,81 e escalou até a máxima de R$ 9,50. Apesar da alta nominal de R$ 0,36, o volume negociado foi de 3.477.400 ações, somando um montante financeiro de R$ 32.548.464,00. É importante notar que, embora o dia tenha sido positivo, a ação ainda opera distante de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 13,90, aproximando-se mais da sua mínima anual de R$ 6,11. Isso sugere que, embora o mercado tenha reagido positivamente hoje, o ativo ainda enfrenta desafios estruturais ou setoriais para recuperar patamares de preços superiores. O fechamento anterior estava em R$ 9,00, o que confirma a quebra de uma barreira psicológica importante. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, com foco em resinas termoplásticas. Recentemente, a empresa tem estado no centro de discussões sobre a possível venda da participação da Novonor, com diversos players internacionais avaliando a aquisição.

4º – AUREN ENERGIA S.A. (AURE3) | R$ 11,37 ↑ 3,84%

Descrição: A Auren Energia registrou uma alta de 3,84%, encerrando a R$ 11,37. O ativo teve uma variação de R$ 0,42 em comparação ao fechamento anterior de R$ 10,95. Durante o pregão, a mínima foi de R$ 10,94 e a máxima atingiu R$ 11,43. Foram negociadas 4.824.500 ações, gerando um volume financeiro de R$ 54.854.565,00. O desempenho da companhia reflete uma estabilidade operacional, mantendo-se em uma faixa intermediária em relação às suas balizas anuais (mínima de R$ 7,29 e máxima de R$ 12,99). O setor de energia costuma atrair investidores em busca de dividendos e segurança, e o movimento de hoje reforça essa tese de alocação defensiva com potencial de ganho de capital em dias de apetite por risco. A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do país. A notícia de maior impacto recente foi a conclusão da aquisição da AES Brasil, consolidando a Auren como uma gigante no setor de geração limpa.

5º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 50,74 ↑ 3,24%

Descrição: A PRIO3, antiga PetroRio, manteve sua tendência de crescimento ao fechar em R$ 50,74, uma variação positiva de R$ 1,59 (3,24%). O papel demonstrou força ao abrir em níveis mais baixos (mínima de R$ 48,67) e fechar muito próximo da máxima diária de R$ 50,76. Com um volume de 6.652.700 ações e um montante negociado de R$ 337.557.998,00, a companhia demonstra alta liquidez. O patamar atual de preço aproxima a ação de sua máxima de 52 semanas (R$ 52,66), refletindo a eficiência operacional na extração de petróleo e o cenário favorável para commodities. Comparado à mínima anual de R$ 32,68, o ativo entrega um retorno excepcional ao acionista que manteve posição no longo prazo. A PRIO é uma empresa independente de petróleo e gás, focada na gestão e revitalização de campos maduros. Ultimamente, a companhia tem reportado recordes de produção diária no campo de Frade, impulsionando suas projeções de caixa.

6º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 15,11 ↑ 3,21%

Descrição: A São Martinho encerrou o dia a R$ 15,11, com uma valorização de 3,21% ou R$ 0,47 acima do fechamento anterior de R$ 14,64. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 14,35 e a máxima de R$ 15,16, demonstrando um fechamento forte. O volume de ações negociadas foi de 3.824.400, com volume financeiro totalizando R$ 57.786.684,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está operando abaixo da média, visto que sua máxima foi de R$ 22,90 e a mínima de R$ 12,91. Esse movimento de alta pode indicar um ajuste de preços perante a dinâmica do setor sucroenergético e preços globais de açúcar e etanol. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, produzindo açúcar, etanol e energia. Notícias recentes indicam que a empresa está investindo na expansão de sua produção de etanol de milho para diversificar sua receita.

7º – VIBRA ENERGIA S.A. (VBBR3) | R$ 31,87 ↑ 3,17%

Descrição: A Vibra Energia apresentou um ganho de R$ 0,98 no dia, fechando a R$ 31,87, o que representa uma alta de 3,17%. O comportamento do papel foi consistente, com mínima de R$ 30,73 e máxima de R$ 31,91. O volume financeiro movimentado foi de R$ 356.526.503,00, com 11.186.900 ações transacionadas. Um ponto de destaque técnico é que a ação atingiu sua máxima de 52 semanas hoje (R$ 31,91), superando significativamente a mínima do período que foi de R$ 13,91. Esse recorde sinaliza uma forte confiança do mercado na gestão da companhia e em sua capacidade de distribuição em um mercado competitivo de combustíveis. A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil. Recentemente, a empresa assinou novos contratos para o fornecimento de combustível sustentável de aviação (SAF), reforçando sua transição energética.

8º – PORTO SEGURO S.A. (PSSA3) | R$ 52,17 ↑ 3,16%

Descrição: As ações da Porto Seguro fecharam cotadas a R$ 52,17, registrando uma valorização de 3,16% (R$ 1,60 de ganho nominal). O ativo apresentou uma oscilação entre a mínima de R$ 50,71 e a máxima de R$ 52,31 durante a sessão. O volume negociado foi de 2.892.900 ações, totalizando R$ 150.922.593,00. O fechamento anterior estava em R$ 50,57. Comparando com o intervalo anual, a PSSA3 está em um patamar elevado, relativamente próxima da máxima de 52 semanas (R$ 55,97) e bem acima da mínima (R$ 34,75), o que demonstra a resiliência do setor de seguros e a solidez dos resultados financeiros apresentados pela companhia. A Porto Seguro atua nos ramos de Seguros, Saúde, Produtos Financeiros e Serviços. A última notícia relevante foi o crescimento expressivo em sua vertical de serviços e banking, que tem diversificado as fontes de receita além do seguro automotivo.

9º – ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. (ITUB4) | R$ 46,80 ↑ 2,81%

Descrição: O Itaú Unibanco, uma das “blue chips” do mercado brasileiro, fechou o dia em R$ 46,80, com uma alta de 2,81%. O impacto financeiro do papel foi o maior do relatório, movimentando impressionantes R$ 1.591.143.840,00, com um volume de 33.998.800 ações. O ativo variou de uma mínima de R$ 45,11 a uma máxima de R$ 46,94. O fechamento diário ficou muito próximo da máxima histórica de 52 semanas (R$ 47,03), o que evidencia o otimismo dos investidores com o setor bancário e a rentabilidade do ROE do banco. O valor de fechamento anterior era de R$ 45,52, confirmando uma entrada forte de capital institucional no papel durante o dia. O Itaú Unibanco é o maior banco privado do Brasil e uma das maiores instituições financeiras do mundo. Recentemente, o banco anunciou a distribuição de dividendos extraordinários, o que impulsionou a demanda pelas ações entre investidores focados em renda.

10º – ITAÚSA S.A. (ITSA4) | R$ 14,20 ↑ 2,60%

Descrição: A Itaúsa encerrou a lista das dez maiores altas com uma valorização de 2,60%, fechando em R$ 14,20. O ativo teve um acréscimo de R$ 0,36 em relação ao fechamento de R$ 13,84. Durante o dia, a ação tocou a marca de R$ 14,25, que representa exatamente o teto de sua máxima de 52 semanas. O volume financeiro foi elevado, somando R$ 512.118.740,00, com 36.064.700 ações negociadas. A mínima do dia foi de R$ 13,68. Como holding que detém participação relevante no Itaú, a Itaúsa costuma acompanhar o movimento do banco, mas com o desconto histórico de holding, atraindo investidores que buscam exposição diversificada e proventos consistentes. A Itaúsa é uma holding brasileira que investe em empresas como Itaú, Dexco, Alpargatas e CCR. Em sua última atualização ao mercado, a holding reforçou sua estratégia de desalavancagem e foco no aumento da distribuição de proventos aos acionistas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CSNA3 R$ 9,54 -0,04%
2 COGN3 R$ 3,85 -0,02%
3 BBDC4 R$ 20,69 -0,02%
4 CVCB3 R$ 2,50 -0,02%
5 CPFE3 R$ 49,24 -0,02%
6 USIM5 R$ 6,25 -0,02%
7 SANB11 R$ 33,90 -0,02%
8 CMIG4 R$ 11,35 -0,02%
9 BBDC3 R$ 17,89 -0,02%
10 VALE3 R$ 85,25 -0,01%

1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,54 ↓ 3,64%

Descrição: A CSNA3 lidera o ranking de quedas no período analisado, fechando a R$ 9,54. O ativo demonstrou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 9,46 e a máxima de R$ 9,96. O recuo nominal de R$ 0,36 reflete uma pressão vendedora acentuada, com um volume expressivo de 12.537.600 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 119.608.704,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel encontra-se em uma zona intermediária, longe da mínima de R$ 6,72, mas também distante do pico de R$ 11,32. O fechamento anterior em R$ 9,90 serviu como resistência não superada, confirmando a tendência de correção no curto prazo. Este movimento pode estar atrelado à flutuação das commodities metálicas no mercado internacional ou ajustes institucionais de portfólio. A empresa é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, logística e energia. Recentemente, a CSN tem estado nos holofotes devido a negociações estratégicas envolvendo a venda de participação em sua controlada de mineração (CSN Mineração) para otimizar sua estrutura de capital.

2º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,85 ↓ 2,28%

Descrição: A Cogna Educação registrou uma desvalorização de 2,28%, encerrando o pregão cotada a R$ 3,85. Durante o dia, o ativo testou uma mínima de R$ 3,79 e alcançou uma máxima de R$ 4,02, evidenciando uma tentativa de recuperação que não se sustentou até o fechamento. O volume de ações foi bastante elevado, com 30.645.100 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 117.983.635,00. Comparando com o fechamento anterior de R$ 3,94, a perda nominal foi de R$ 0,09. No horizonte de um ano, a ação mostra uma recuperação robusta em relação à sua mínima de R$ 1,14, embora tenha recuado de sua máxima de R$ 4,75. A liquidez do papel permanece alta, o que atrai tanto especuladores quanto investidores de longo prazo que monitoram o setor educacional brasileiro. A Cogna é a principal holding do setor de educação privada no Brasil, detendo marcas como Kroton e Saber. A última notícia relevante da companhia envolve o foco na digitalização e eficiência operacional, além da expectativa do mercado quanto ao impacto de novos programas governamentais de financiamento estudantil.

3º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 20,69 ↓ 2,17%

Descrição: O Bradesco (BBDC4) apresentou um recuo de 2,17%, finalizando o dia a R$ 20,69. O ativo teve uma variação nominal negativa de R$ 0,46 em relação ao fechamento anterior de R$ 21,15. A movimentação financeira foi massiva, atingindo R$ 1.854.558.495,00, o que demonstra a importância sistêmica do papel no índice. Durante o pregão, a ação oscilou entre R$ 19,83 e R$ 20,70. No acumulado de 52 semanas, o preço atual está mais próximo da máxima (R$ 22,12) do que da mínima (R$ 10,26), sugerindo que, apesar da queda diária, o papel mantém uma estrutura de preço resiliente nos últimos meses. O volume de 89.635.500 ações negociadas destaca a forte liquidez do banco no mercado secundário. O Bradesco é uma das maiores instituições financeiras do país, oferecendo uma gama completa de serviços bancários e de seguros. Recentemente, o banco anunciou um plano estratégico de reestruturação para aumentar a rentabilidade e competir de forma mais agressiva com os bancos digitais, focando na redução de despesas operacionais.

4º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,50 ↓ 1,96%

Descrição: As ações da CVCB3 fecharam em queda de 1,96%, sendo comercializadas a R$ 2,50. A oscilação diária foi estreita, com mínima de R$ 2,44 e máxima de R$ 2,58. O volume negociado somou R$ 60.416.500,00, com a troca de 24.166.600 ações. O fechamento anterior foi de R$ 2,55, resultando em uma perda de R$ 0,05 por ação. O papel continua sendo um dos mais voláteis do setor de consumo e turismo, operando atualmente perto de sua média anual, com mínima de R$ 1,64 e máxima de R$ 2,79 nas últimas 52 semanas. O mercado observa atentamente a capacidade de desalavancagem da companhia em um cenário de juros ainda restritivos. A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, com uma vasta rede de franquias e forte presença no digital. Notícias recentes indicam que a empresa concluiu com sucesso um reperfilamento de suas dívidas de debêntures, o que deu fôlego financeiro para a operação no curto e médio prazo.

5º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 49,24 ↓ 1,95%

Descrição: A CPFL Energia registrou baixa de 1,95%, encerrando a R$ 49,24. O ativo operou de forma estável dentro de sua faixa de preço, com mínima de R$ 49,20 e máxima de R$ 50,43. Apesar da queda nominal de R$ 0,98 frente ao fechamento anterior de R$ 50,22, o volume financeiro foi moderado, totalizando R$ 52.775.432,00. Com um volume de 1.071.800 ações, o papel mostra-se menos volátil que outros desta lista. No histórico anual, o ativo performa de forma sólida, mantendo-se distante da mínima de R$ 30,68 e próximo da máxima de R$ 56,35, o que é característico de empresas do setor elétrico, geralmente procuradas por sua previsibilidade e dividendos. A CPFL é uma holding que atua na geração, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil. A última notícia de destaque para a companhia foi o anúncio do seu plano plurianual de investimentos, que prevê aportes bilionários para a modernização da rede de distribuição e expansão em energias renováveis.

6º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,25 ↓ 1,88%

Descrição: As ações preferenciais da Usiminas recuaram 1,88%, fechando a R$ 6,25. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,12 em relação aos R$ 6,37 do dia anterior. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 6,13 e a máxima de R$ 6,42. O volume negociado foi de R$ 82.328.125,00, envolvendo 13.172.500 ações. Observando o intervalo de 52 semanas, a ação está em um patamar de recuperação após ter atingido a mínima de R$ 3,90, mas ainda abaixo da máxima de R$ 7,15. O setor siderúrgico enfrenta desafios relacionados ao custo de insumos e à demanda industrial interna. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos, fornecendo para setores como automotivo e construção civil. Recentemente, a empresa concluiu a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, um investimento crítico que visa aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais nos próximos trimestres.

7º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 33,90 ↓ 1,88%

Descrição: As units do Santander (SANB11) fecharam em R$ 33,90, uma queda de 1,88% ou R$ 0,65 em termos nominais. O ativo abriu o dia próximo da máxima de R$ 34,55 (que foi o valor de fechamento anterior) e recuou até a mínima de R$ 33,13. O volume financeiro atingiu R$ 428.682.450,00, com 12.645.500 unidades negociadas. No período de um ano, o papel transitou entre R$ 23,01 e R$ 37,83, posicionando o preço atual em uma zona de consolidação. O setor bancário como um todo apresentou fraqueza nesta sessão, e o Santander acompanhou o movimento de correção. O Santander Brasil é a subsidiária do grupo espanhol homônimo e um dos principais bancos privados do país. A última notícia relevante foi a divulgação de seus resultados trimestrais, onde o mercado analisou de perto a evolução da margem financeira e os índices de inadimplência, que mostraram sinais de estabilização.

8º – Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) | R$ 11,35 ↓ 1,56%

Descrição: A Cemig registrou uma desvalorização de 1,56%, encerrando o dia a R$ 11,35. O papel oscilou entre a mínima de R$ 11,30 e a máxima de R$ 11,57, com um fechamento anterior de R$ 11,53. O volume financeiro foi de R$ 99.717.695,00, refletindo a negociação de 8.785.700 ações. Em uma perspectiva de 52 semanas, a CMIG4 demonstra estabilidade, operando próximo de sua máxima de R$ 11,87 e bem acima da mínima de R$ 8,57. Ativos do setor elétrico mineiro frequentemente reagem a discussões políticas sobre federalização ou privatização. A Cemig é uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, com atuação em geração, transmissão e distribuição. A notícia mais recente que impactou os papéis foi a continuidade das conversas entre o governo de Minas Gerais e o Governo Federal sobre a dívida do estado, que envolve a possível transferência de ativos da companhia.

9º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 17,89 ↓ 1,54%

Descrição: As ações ordinárias do Bradesco (BBDC3) seguiram o movimento das preferenciais, fechando com queda de 1,54% a R$ 17,89. A variação nominal foi de R$ 0,28 negativos. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 17,14 e a máxima de R$ 17,91. O volume financeiro somou R$ 229.292.552,00, com 12.816.800 ações negociadas. O fechamento anterior estava em R$ 18,17. No acumulado anual, a ação apresenta uma valorização considerável partindo de R$ 9,37 até a máxima de R$ 18,97. O Bradesco detém uma forte base de clientes de varejo e uma operação de seguros robusta. Além do plano estratégico mencionado anteriormente, o banco tem investido pesadamente na atualização de sua plataforma de tecnologia para melhorar a jornada do cliente e otimizar a oferta de crédito, conforme noticiado em seus comunicados ao mercado.

10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 85,25 ↓ 1,39%

Descrição: A Vale, peso-pesado do Ibovespa, encerrou o dia a R$ 85,25, representando uma queda de 1,39%. Apesar de ser a menor variação percentual da lista, o impacto financeiro é o maior, com um volume negociado de expressivos R$ 2.288.408.375,00 e 26.843.500 ações. O ativo oscilou entre R$ 85,20 e R$ 87,56, tendo fechado anteriormente a R$ 86,45. No intervalo de 52 semanas, a ação demonstra uma recuperação vigorosa a partir da mínima de R$ 44,77, estando muito próxima da sua máxima de R$ 89,59. A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia de grande relevância para a empresa refere-se à definição de sua nova governança e sucessão do CEO, além dos avanços nos acordos de reparação relacionados ao rompimento da barragem em Mariana, que trazem maior segurança jurídica para os investidores.

Outras Publicações
Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 06/02/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 06/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 MGLU3 R$ 10,12 0,05%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 06/02/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 06/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 KCRE11 R$ 8,98 0,05% 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 06/02/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 06/02/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: RANK Código Preço 24h % 1 BTC $73.462,49 -1,57% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 05/02/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 05/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 MRVE3 R$ 8,74 6,85%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 05/02/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 05/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 KCRE11 R$ 8,98 0,05% 2