Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 06/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CSNA3 R$ 6,70 6,86%
2 EMBJ3 R$ 83,92 6,59%
3 VIVA3 R$ 28,27 6,08%
4 MRVE3 R$ 7,04 4,61%
5 CMIN3 R$ 4,81 4,57%
6 LREN3 R$ 14,69 4,56%
7 ISAE4 R$ 30,51 4,24%
8 RDOR3 R$ 40,35 4,18%
9 RENT3 R$ 47,65 3,81%
10 VALE3 R$ 81,23 3,62%

1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,70 ↑ 6,86%

Descrição: A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 6,86%, encerrando o pregão cotada a R$ 6,70. Este movimento representa uma recuperação sólida frente ao fechamento anterior de R$ 6,27, com uma variação nominal positiva de R$ 0,43. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, atingindo a mínima de R$ 6,40 e a máxima de R$ 6,78. O volume de ações negociadas alcançou a marca de 14.614.100 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 97.914.470,00. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o papel ainda transita em patamares próximos à sua mínima anual (R$ 5,66), permanecendo distante da máxima de R$ 11,32 registrada no período. Este cenário sugere um forte movimento de compra pontual no dia de hoje, possivelmente impulsionado por fatores macroeconômicos ou expectativas setoriais.

A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando nos setores de siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, a empresa tem sido notícia devido às negociações estratégicas para a venda de uma fatia minoritária em sua controlada CSN Mineração para a japonesa Itochu, visando a desalavancagem do grupo.

2º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 83,92 ↑ 6,59%

Descrição: A Embraer apresentou um avanço robusto de 6,59%, consolidando-se na segunda posição do ranking diário. O preço do ativo saltou de R$ 78,73 para R$ 83,92, uma valorização de R$ 5,19 por ação. A liquidez do papel foi notável, com um volume financeiro de R$ 458.958.480,00 movimentado através de 5.469.000 ações. A mínima registrada no dia foi de R$ 80,29, enquanto a máxima tocou os R$ 84,57, indicando uma forte pressão compradora ao longo de todo o período. É importante destacar que a ação está operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 105,50, e significativamente acima da mínima de R$ 61,87. Esse comportamento reflete a confiança contínua do mercado no plano de entregas da companhia e na expansão de sua carteira de pedidos firmes tanto na aviação comercial quanto na executiva e de defesa.

A Embraer é uma empresa aeroespacial global, líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e com forte atuação em jatos executivos e sistemas de defesa. Uma notícia recente de grande impacto foi a confirmação da expansão de sua linha de produção nos Estados Unidos para atender à crescente demanda global pelo modelo Praetor.

3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 28,27 ↑ 6,08%

Descrição: As ações da Vivara figuram no terceiro lugar com uma alta de 6,08%. O papel encerrou o dia a R$ 28,27, ante o fechamento anterior de R$ 26,65, totalizando um ganho nominal de R$ 1,62. O volume negociado somou R$ 104.174.950,00, com 3.685.000 papéis trocando de mãos. Durante as negociações, o preço oscilou entre R$ 27,07 e R$ 28,75. No acumulado das últimas 52 semanas, a Vivara mantém uma posição intermediária, com mínima de R$ 20,13 e máxima de R$ 35,89. O desempenho de hoje demonstra um apetite renovado pelo setor de varejo de luxo, com investidores reagindo positivamente à resiliência operacional da marca e à sua capacidade de manutenção de margens em um cenário econômico desafiador.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma trajetória de mais de 60 anos e um portfólio que inclui joias, relógios e acessórios. Recentemente, a companhia anunciou a inauguração de novas lojas da marca Life, focada em um público mais jovem, como parte de sua estratégia de expansão agressiva em shoppings brasileiros.

4º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,04 ↑ 4,61%

Descrição: A MRV Engenharia registrou uma valorização de 4,61% no pregão, com o preço da ação fixado em R$ 7,04 ao fim do dia. A variação positiva foi de R$ 0,31 em relação ao fechamento de ontem, que foi de R$ 6,73. O volume de negócios atingiu R$ 65.963.392,00, envolvendo 9.369.800 ações. A oscilação diária situou-se entre R$ 6,90 e R$ 7,20. Olhando para o horizonte de um ano, o ativo ainda demonstra espaço para recuperação, visto que a máxima de 52 semanas é de R$ 10,53 e o valor atual está mais próximo da mínima de R$ 4,86. A alta de hoje pode ser atribuída ao otimismo do setor de construção civil com possíveis novos subsídios governamentais para habitação popular, área onde a empresa detém liderança de mercado.

A MRV é a maior construtora da América Latina no segmento de imóveis residenciais para baixa renda, com foco no programa Minha Casa, Minha Vida. Uma notícia recente relevante foi o anúncio de que a empresa atingiu um recorde de vendas líquidas no último trimestre, impulsionado pela melhora nas condições de crédito imobiliário.

5º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,81 ↑ 4,57%

Descrição: Seguindo a tendência de sua controladora, a CSN Mineração apresentou alta de 4,57%, encerrando a R$ 4,81. O incremento nominal foi de R$ 0,21 sobre o fechamento prévio de R$ 4,60. A movimentação financeira totalizou R$ 52.145.210,00, com um volume de 10.841.000 ações negociadas. A flutuação de preço no dia foi estreita, com mínima de R$ 4,67 e máxima de R$ 4,84. No intervalo de 52 semanas, as ações CMIN3 transitaram entre R$ 4,42 e R$ 6,37. A performance positiva reflete diretamente a valorização do minério de ferro no mercado internacional e a eficiência operacional da companhia em seus ativos de extração, sendo vista por investidores como uma excelente pagadora de dividendos no setor de commodities.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando minas de alto teor de ferro em Minas Gerais. Recentemente, o mercado repercutiu o anúncio da empresa sobre o avanço de seus projetos de filtragem de rejeitos, eliminando a necessidade de barragens em grande parte de sua operação.

6º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,69 ↑ 4,56%

Descrição: A varejista de moda Lojas Renner avançou 4,56%, fechando a R$ 14,69 por ação. O volume financeiro foi um dos maiores do dia, atingindo expressivos R$ 444.750.033,00, com 30.275.700 ações negociadas. O papel oscilou entre a mínima de R$ 14,25 e a máxima de R$ 15,28 durante a sessão, após ter fechado anteriormente a R$ 14,05. No histórico de 52 semanas, a ação mostra que ainda tem um caminho de recuperação a percorrer para atingir a máxima de R$ 18,80, embora já esteja bem acima da mínima de R$ 12,25. A forte alta de hoje sinaliza uma recomposição de portfólio por parte de investidores institucionais que buscam exposição ao consumo doméstico.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando diversas bandeiras como Camicado e Youcom, além de possuir braço financeiro próprio. A notícia mais recente da empresa envolve investimentos pesados em tecnologia e logística para acelerar as entregas do e-commerce, buscando competir com players internacionais.

7º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 30,51 ↑ 4,24%

Descrição: A ISA Energia Brasil (antiga ISA CTEEP) registrou uma alta de 4,24%, com o valor da ação encerrando a R$ 30,51. A variação positiva foi de R$ 1,24 comparada ao fechamento anterior de R$ 29,27. O volume de negócios somou R$ 92.689.380,00, com 3.038.000 papéis negociados. O ativo tocou a mínima de R$ 29,26 e a máxima de R$ 30,61 durante o dia. Em uma perspectiva anual, a ação demonstra solidez, operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 32,04) e longe da mínima de R$ 19,63. Por ser uma empresa de transmissão de energia, o ativo é tradicionalmente buscado por investidores defensivos devido à previsibilidade de sua receita e fluxo de caixa constante.

A ISA Energia Brasil é a maior empresa privada de transmissão de energia elétrica do país, responsável pela transmissão de uma parcela significativa da energia consumida no Brasil. Recentemente, a empresa venceu novos lotes em leilões de transmissão, garantindo a expansão de sua malha de ativos para os próximos anos.

8º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 40,35 ↑ 4,18%

Descrição: A Rede D’Or apresentou uma valorização de 4,18% no dia de hoje, terminando cotada a R$ 40,35. O ganho nominal por ação foi de R$ 1,62 em relação ao fechamento de R$ 38,73. A liquidez foi alta, com R$ 562.402.335,00 movimentados através de 13.938.100 ações. Durante o pregão, o papel oscilou entre R$ 38,65 e R$ 40,84. No acumulado anual, a ação demonstra força, aproximando-se da máxima de 52 semanas de R$ 45,19, tendo a mínima em R$ 28,34. Este movimento de alta reflete a percepção positiva do mercado sobre a integração de suas recentes aquisições e o desempenho de sua operadora de saúde integrada, a SulAmérica.

A Rede D’Or é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, operando hospitais, clínicas oncológicas e serviços de diagnóstico. A última grande notícia da companhia refere-se ao aumento das sinergias obtidas após a fusão com a SulAmérica, o que tem melhorado as margens operacionais do grupo.

9º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 47,65 ↑ 3,81%

Descrição: A Localiza registrou um avanço de 3,81%, com o preço da ação subindo para R$ 47,65, ante os R$ 45,90 do pregão anterior. A valorização nominal foi de R$ 1,75. O volume negociado foi robusto, totalizando R$ 379.570.370,00 com 7.965.800 ações. O ativo registrou mínima de R$ 46,92 e máxima de R$ 48,13. Comparando com o histórico de 52 semanas, o papel ainda opera abaixo da máxima de R$ 53,35, mas sustenta uma boa distância da mínima de R$ 30,36. O setor de aluguel de veículos e gestão de frotas continua demonstrando resiliência, e a alta de hoje pode estar ligada a projeções mais favoráveis para a renovação da frota da companhia com custos menores.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina e uma das maiores do mundo em frota e valor de mercado. Uma notícia recente importante foi a aprovação pelo conselho de administração de um novo programa de recompra de ações, sinalizando que a gestão acredita que os papéis estão subvalorizados.

10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 81,23 ↑ 3,62%

Descrição: A gigante da mineração Vale S.A. fechou o ranking com uma alta de 3,62%, sendo cotada a R$ 81,23. O papel teve o maior volume financeiro da lista, movimentando massivos R$ 1.409.819.757,00 através de 17.355.900 ações. A valorização nominal foi de R$ 2,84 comparada ao fechamento de R$ 78,39. A cotação variou entre R$ 80,10 e R$ 81,64 durante a sessão. No período de 52 semanas, a Vale demonstra estabilidade, com máxima de R$ 91,62 e mínima de R$ 45,64. Como o papel de maior peso no Ibovespa, sua valorização de hoje foi fundamental para o desempenho positivo do índice, impulsionada pela recuperação dos preços das commodities metálicas na China.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo e a principal produtora global de minério de ferro e níquel. A notícia mais recente que impactou a companhia foi a nomeação de seu novo CEO após um longo processo de sucessão, trazendo maior previsibilidade e segurança institucional para os acionistas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TIMS3 R$ 24,44 -7,88%
2 PRIO3 R$ 66,54 -4,26%
3 PETR3 R$ 51,52 -3,77%
4 PETR4 R$ 47,27 -2,86%
5 PCAR3 R$ 2,65 -2,57%
6 BEEF3 R$ 3,97 -2,22%
7 RECV3 R$ 12,65 -1,94%
8 RADL3 R$ 21,76 -1,85%
9 BRAV3 R$ 18,14 -1,84%
10 AZZA3 R$ 22,35 -1,67%

1º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 24,44 ↓7,88%

Descrição: No pregão analisado, as ações da TIM S.A. apresentaram a queda mais acentuada entre os ativos selecionados, recuando 7,88%. O papel encerrou o dia cotado a R$ 24,44, após ter atingido uma máxima de R$ 26,57 e uma mínima de R$ 24,44, indicando que o fechamento ocorreu no patamar mais baixo do dia. A variação nominal negativa foi de R$ 2,09 em relação ao fechamento anterior de R$ 26,53. O volume de negociação foi expressivo, com 13.117.000 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 320.579.480,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor atual está distante da máxima de R$ 28,57, mas ainda acima da mínima de R$ 17,22 registrada no período. A forte desvalorização do dia coloca a TIM em uma posição de destaque negativo em termos de volatilidade percentual, sugerindo uma pressão vendedora significativa por parte dos investidores institucionais e de varejo.

A TIM S.A. é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, com foco em telefonia móvel e serviços de internet banda larga através da fibra óptica. Recentemente, a empresa reportou um sólido crescimento no lucro líquido do último trimestre, impulsionado pela expansão da tecnologia 5G no país e pelo aumento da receita média por usuário (ARPU).

2º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 66,54 ↓4,26%

Descrição: A PRIO S.A. registrou uma desvalorização de 4,26% no período, com suas ações fechando a R$ 66,54. A oscilação diária mostrou uma mínima de R$ 65,00 e uma máxima de R$ 66,98, evidenciando uma pressão constante durante o pregão. O recuo nominal foi de R$ 2,96 comparado ao fechamento anterior de R$ 69,50. O mercado movimentou um volume financeiro robusto de R$ 1.052.503.104,00, fruto da negociação de 15.817.600 papéis. Esse volume financeiro bilionário demonstra a alta liquidez e o interesse do mercado no ativo, mesmo em um dia de correção. Em uma perspectiva anual (52 semanas), a ação transita entre a mínima de R$ 34,18 e a máxima de R$ 72,98, mostrando que, apesar da queda diária, o ativo ainda mantém uma valorização considerável em prazos mais longos. O desempenho do dia reflete possíveis ajustes no setor de energia e commodities.

A PRIO S.A., anteriormente conhecida como PetroRio, é a maior empresa independente de produção de petróleo e gás do Brasil, especializada na gestão eficiente de reservatórios e campos maduros. Em notícias recentes, a companhia anunciou a aprovação de um novo programa de recompra de ações, sinalizando confiança da administração no valor intrínseco da empresa.

3º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR3) | R$ 51,52 ↓3,77%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) encerraram o dia com uma retração de 3,77%, cotadas a R$ 51,52. Durante a sessão, o ativo flutuou entre a mínima de R$ 51,30 e a máxima de R$ 52,22, demonstrando uma tendência de baixa em relação ao fechamento anterior de R$ 53,54. A variação em Reais foi de R$ 2,02. Foram negociadas 15.670.900 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 807.364.768,00. Quando analisamos o intervalo de 52 semanas, observamos que o papel está operando muito próximo de sua máxima histórica (R$ 55,44), o que pode motivar movimentos de realização de lucros. A mínima do ano está fixada em R$ 28,97. O recuo observado pode ser atribuído a fatores externos, como a flutuação do preço do barril de petróleo tipo Brent ou questões macroeconômicas domésticas que influenciam diretamente as estatais brasileiras.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e derivados. Recentemente, a empresa esteve nos holofotes devido às discussões sobre sua política de dividendos e investimentos no pré-sal, com notícias confirmando o pagamento de dividendos intercalares bilionários referentes ao último balanço.

4º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR4) | R$ 47,27 ↓2,86%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) seguiram a tendência do setor e apresentaram queda de 2,86%, terminando o dia a R$ 47,27. O ativo registrou a maior liquidez do grupo analisado, com um volume financeiro impressionante de R$ 2.928.064.518,00 e 61.943.400 ações negociadas. A oscilação intradia variou entre R$ 46,59 e R$ 47,49, partindo de um fechamento anterior de R$ 48,66. A diferença nominal negativa foi de R$ 1,39 por papel. No acumulado de 52 semanas, a PETR4 oscilou entre R$ 26,93 e R$ 50,00, indicando que o preço atual está consolidado em um patamar elevado, apesar da correção pontual. A liquidez extrema deste ativo reforça sua posição como um dos principais termômetros do Ibovespa, sendo alvo constante de grandes fundos de investimento e investidores estrangeiros que operam o cenário de óleo e gás.

A Petrobras (PETR4) representa as ações preferenciais da estatal, que garantem prioridade no recebimento de dividendos. Uma notícia relevante recente para a companhia é o início das operações de novas plataformas no campo de Búzios, visando aumentar a capacidade produtiva diária da estatal nos próximos anos.

5º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,65 ↓2,57%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) teve suas ações desvalorizadas em 2,57% no último pregão, fechando em R$ 2,65. O papel atingiu exatamente sua mínima do dia no fechamento (R$ 2,65), tendo alcançado uma máxima de R$ 3,02. A variação nominal foi de apenas R$ 0,07 em relação aos R$ 2,72 anteriores. O volume de ações negociadas foi de 7.555.000, gerando um volume financeiro de R$ 20.020.750,00. Este ativo apresenta um cenário desafiador quando analisadas as 52 semanas: a cotação atual está muito próxima da mínima anual de R$ 1,89 e significativamente abaixo da máxima de R$ 4,60. A baixa cotação nominal torna o papel altamente sensível a pequenas variações em centavos, atraindo investidores especulativos, mas também mantendo o alerta para o setor de varejo alimentar, que enfrenta pressão de margens e altos custos financeiros.

A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) é um dos maiores grupos de varejo alimentar do país, operando marcas como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Recentemente, a empresa concluiu a cisão de seus ativos do Éxito e segue focada em um plano de desalavancagem financeira e otimização de suas lojas premium.

6º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,97 ↓2,22%

Descrição: As ações da Minerva Foods (BEEF3) apresentaram uma queda de 2,22%, encerrando a sessão a R$ 3,97. O preço variou entre a mínima de R$ 3,97 e a máxima de R$ 4,15, partindo de um preço de fechamento anterior de R$ 4,06. O volume financeiro movimentado foi de R$ 79.155.051,00, com 19.938.300 ações negociadas. A situação da Minerva nas últimas 52 semanas mostra uma trajetória de desvalorização, com a máxima em R$ 7,31 e a mínima em R$ 3,60. O valor atual de R$ 3,97 coloca o ativo novamente próximo de suas mínimas históricas recentes. O setor de proteínas animais tem enfrentado ciclos globais complexos e questões sanitárias que impactam as exportações, refletindo diretamente na confiança do investidor quanto às projeções de fluxo de caixa e dividendos futuros da companhia no curto prazo.

A Minerva S.A. é líder na exportação de carne bovina na América do Sul, com forte atuação no mercado de carne in natura e processados. Notícias recentes indicam que a empresa está em processo de integração de novas plantas adquiridas da Marfrig, uma movimentação estratégica para aumentar sua capacidade produtiva global.

7º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,65 ↓1,94%

Descrição: A PetroRecôncavo (RECV3) encerrou o dia com recuo de 1,94%, com o preço da ação fixado em R$ 12,65. A mínima do dia foi de R$ 12,59 e a máxima de R$ 12,79, com uma variação nominal de R$ 0,25 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,90. Foram negociadas 2.024.900 ações, totalizando R$ 25.614.985,00 em volume financeiro. No histórico de um ano, o papel transitou entre R$ 9,43 e R$ 14,64. O desempenho da PetroRecôncavo, embora negativo no dia, mostra uma volatilidade mais contida em comparação com as grandes petrolíferas. Investidores focados em empresas “junior oils” acompanham de perto os dados de produção mensal da companhia, que costumam ditar o ritmo das ações no mercado secundário. O fechamento do dia reflete um movimento de cautela moderada no setor de extração terrestre de petróleo e gás.

A PetroRecôncavo é uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás em campos terrestres (onshore) no Brasil, com foco nas bacias do Recôncavo e Potiguar. A última notícia relevante da empresa destaca um aumento orgânico na produção média diária de óleo, fruto de novos investimentos em revitalização de poços.

8º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 21,76 ↓1,85%

Descrição: As ações da gigante do varejo farmacêutico Raia Drogasil (RADL3) recuaram 1,85% no pregão, fechando a R$ 21,76. A amplitude do dia ficou entre a mínima de R$ 21,54 e a máxima de R$ 22,47, partindo de um fechamento anterior de R$ 22,17. A variação em Reais foi de R$ 0,41 por ação. O volume de negócios foi robusto, totalizando R$ 278.710.784,00 com 12.808.400 papéis negociados. Nas últimas 52 semanas, a RADL3 atingiu a máxima de R$ 27,31 e a mínima de R$ 12,62. O ativo é frequentemente visto como defensivo devido à resiliência do setor farmacêutico, porém, a queda no dia sugere um ajuste técnico ou reação a indicadores macroeconômicos que afetam o consumo. A empresa mantém uma posição consolidada no mercado, e seu volume financeiro diário reforça sua importância na composição do índice Bovespa.

A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do Brasil, resultado da fusão entre a Droga Raia e a Drogasil. Em notícias de mercado, a empresa anunciou recentemente a expansão de seu ecossistema de saúde digital e o fortalecimento de suas marcas próprias, visando aumentar a fidelização dos clientes.

9º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,14 ↓1,84%

Descrição: A Brava Energia (BRAV3) fechou o dia cotada a R$ 18,14, representando uma desvalorização de 1,84%. A máxima alcançada foi de R$ 18,61 e a mínima de R$ 18,01, apresentando uma queda nominal de R$ 0,34 frente ao fechamento de R$ 18,48. O volume financeiro atingiu R$ 168.019.936,00, com a movimentação de 9.262.400 ações. Ao olhar para o intervalo de 52 semanas, a ação mostra uma máxima de R$ 22,15 e uma mínima de R$ 13,21. A Brava Energia é acompanhada de perto por investidores que buscam exposição ao setor energético brasileiro com foco em eficiência operacional. O recuo do dia acompanha a tendência geral de baixa vista nos ativos de energia e petróleo nesta sessão, indicando uma correlação setorial forte que superou notícias individuais da companhia no pregão específico.

A Brava Energia é uma companhia focada na geração e comercialização de energia, com ativos estratégicos em diferentes fontes. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado a conclusão de uma etapa importante em sua reestruturação societária, visando otimizar a estrutura de capital e melhorar a distribuição de dividendos futuros.

10º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 22,35 ↓1,67%

Descrição: Ocupando a décima posição em nossa análise, as ações da Azzas 2154 (AZZA3) recuaram 1,67%, encerrando o dia a R$ 22,35. O papel oscilou entre a mínima de R$ 22,33 e a máxima de R$ 23,38, partindo de um valor de fechamento anterior de R$ 22,73. O recuo nominal foi de R$ 0,38 por ação. Foram negociados 2.932.800 papéis, com um volume financeiro total de R$ 65.548.080,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo demonstra uma grande amplitude de variação, com máxima de R$ 41,49 e mínima de R$ 20,38. O preço atual está próximo da mínima do ano, refletindo os desafios do setor de moda e vestuário frente ao cenário de juros e inflação que impactam o poder de compra. A liquidez do ativo permanece estável, mas a tendência de curto prazo tem sido de pressão vendedora.

A Azzas 2154 é o novo grupo formado pela fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma potência no mercado de moda de alta renda e lifestyle no Brasil. Uma notícia recente importante foi a aprovação final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para a fusão, permitindo o início das sinergias operacionais entre as marcas.

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