Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 06/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 9,46 6,89%
2 TGAR11 R$ 64,64 3,91%
3 HSLG11 R$ 95,00 3,04%
4 KNRI11 R$ 168,80 2,86%
5 RBRR11 R$ 83,98 2,79%
6 VIUR11 R$ 2,65 2,32%
7 KORE11 R$ 71,76 2,08%
8 VILG11 R$ 102,55 1,95%
9 MCCI11 R$ 95,79 1,86%
10 VCJR11 R$ 78,90 1,81%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,46 ↑ 6,89%

Descrição: O fundo KCRE11 lidera o ranking de valorização do dia com uma performance expressiva de 6,89%, o que representa um aumento nominal de R$ 0,61 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. Durante o pregão, o ativo demonstrou consistência, atingindo a máxima de R$ 9,49 e mantendo-se em sua mínima de R$ 9,46 no fechamento. O volume de negociação registrou 36.784 cotas movimentadas, totalizando um volume financeiro de R$ 347.976,64. É importante notar que, por ser um fundo relativamente novo ou com dados recentes em processamento, os campos de mínima e máxima de 52 semanas ainda não constam na base de dados atualizada. Este movimento de alta sugere uma forte pressão compradora e otimismo do mercado em relação à carteira do fundo no curto prazo.

Este fundo é um FII de papel (recebíveis imobiliários) focado em operações estruturadas pela Creditas. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de novas alocações em CRIs, visando aumentar o dividend yield mensal para os cotistas.

2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 64,64 ↑ 3,91%

Descrição: O TGAR11 apresentou um desempenho sólido, ocupando a segunda posição com uma variação positiva de 3,91%, o que equivale a um acréscimo de R$ 2,43 por cota. O ativo encerrou o dia em R$ 64,64, muito próximo de sua máxima diária de R$ 64,73, após ter tocado a mínima de R$ 62,32. O volume de ações foi bastante relevante, com 169.987 títulos negociados, gerando um volume financeiro robusto de R$ 10.987.959,68. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o fundo ainda opera abaixo de sua máxima anual de R$ 90,89, mas bem acima da mínima de R$ 62,00 registrada no mesmo período. A recuperação frente ao fechamento anterior de R$ 62,21 indica uma retomada técnica importante para o ativo.

O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário que investe em diversos empreendimentos pelo Brasil. Em notícias recentes, o fundo informou o andamento positivo de obras em loteamentos no Centro-Oeste, o que deve impactar os próximos relatórios de rendimentos.

3º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 95,00 ↑ 3,04%

Descrição: O fundo logístico HSLG11 registrou uma valorização de 3,04%, terminando a sessão cotado a R$ 95,00. O aumento em valor absoluto foi de R$ 2,80 comparado ao fechamento de R$ 92,20. O dia foi de volatilidade controlada, com o preço variando entre a mínima de R$ 91,88 e a máxima de R$ 95,00. Apesar do volume de negociação de 6.859 cotas ser inferior a outros pares da lista, o volume financeiro alcançou R$ 651.605,00. Um dado relevante é que o preço atual de R$ 95,00 está encostado na máxima das últimas 52 semanas, que é de R$ 95,42, sinalizando que o fundo está operando em patamares históricos elevados. A mínima anual registrada foi de R$ 72,12, mostrando uma recuperação consistente ao longo do último ano.

O HSLG11 foca na aquisição e gestão de galpões logísticos de alto padrão. A última notícia relevante da gestão foi a renovação de contratos de locação com importantes players do e-commerce, garantindo estabilidade no fluxo de caixa.

4º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 168,80 ↑ 2,86%

Descrição: O KNRI11, um dos fundos mais tradicionais do mercado, teve alta de 2,86%, com valorização nominal de R$ 4,69. O preço de fechamento foi de R$ 168,80, igualando-se à máxima do dia. A mínima registrada na sessão foi de R$ 165,14, partindo de um fechamento anterior de R$ 164,11. O fundo demonstrou alta liquidez, com 87.049 cotas negociadas e um expressivo volume financeiro de R$ 14.693.871,20. No acumulado de 52 semanas, o ativo transita entre a mínima de R$ 128,94 e a máxima de R$ 170,33. O desempenho atual coloca o fundo muito próximo do seu topo anual, refletindo a confiança dos investidores institucionais e pessoas físicas na qualidade da gestão e dos ativos que compõem o portfólio.

Este é um fundo híbrido (shoppings, escritórios e galpões) gerido pela Kinea. Recentemente, a empresa reportou uma redução na vacância física de seus edifícios corporativos em São Paulo, o que impulsionou o otimismo do mercado.

5º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 83,98 ↑ 2,79%

Descrição: O fundo imobiliário RBRR11 apresentou uma variação positiva de 2,79%, fechando o dia a R$ 83,98, um aumento de R$ 2,28 em relação ao dia anterior (R$ 81,70). A mínima do dia coincidiu exatamente com o fechamento anterior, enquanto a máxima chegou a R$ 84,18. O volume de negociação foi de 80.196 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 6.734.860,08. Ao observarmos a janela de 52 semanas, o valor atual está posicionado na metade superior do intervalo, que compreende a mínima de R$ 75,06 e a máxima de R$ 88,78. O comportamento do ativo hoje sugere uma recuperação firme, distanciando-se dos suportes inferiores de preço e buscando testar novas resistências.

O RBRR11 é um fundo de papel que investe em CRIs de baixo risco (High Grade). A última notícia do fundo destaca a proteção da carteira contra a inflação, mantendo dividendos resilientes mesmo em cenários de IPCA volátil.

6º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,65 ↑ 2,32%

Descrição: O VIUR11 registrou uma alta de 2,32%, o que representa um acréscimo de R$ 0,06 por cota, fechando o pregão a R$ 2,65. O ativo iniciou o dia próximo à sua mínima de R$ 2,55 e atingiu a máxima de R$ 2,65, que também foi o valor de fechamento. O volume de negociação foi significativo em termos de quantidade, com 140.727 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 372.926,55. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra uma volatilidade acentuada, com mínima de R$ 1,91 e máxima de R$ 5,91. O valor atual sinaliza uma tentativa de recuperação de patamares perdidos anteriormente, embora ainda esteja longe do topo registrado no último ano.

O VIUR11 foca em imóveis de renda urbana, como prédios de universidades e hospitais. Recentemente, a Vinci Partners anunciou estudos para a potencial reciclagem de ativos do portfólio para destravar valor aos cotistas.

7º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 71,76 ↑ 2,08%

Descrição: O KORE11 encerrou a sessão com uma valorização de 2,08%, atingindo o preço de R$ 71,76. O ganho nominal foi de R$ 1,46 frente ao fechamento anterior de R$ 70,30. Durante o dia, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 70,30 e a máxima de R$ 71,99. Com 33.080 cotas negociadas, o volume financeiro alcançou R$ 2.373.820,80. Analisando o desempenho de longo prazo, o fundo está operando em uma zona intermediária de preços, considerando a mínima de 52 semanas de R$ 59,31 e a máxima de R$ 76,63. A consistência na alta de hoje demonstra que o mercado está reagindo positivamente à estratégia de alocação de capital do fundo em oportunidades de mercado imobiliário.

O KORE11 é um fundo focado em ativos de renda imobiliária com viés oportunístico. A última notícia do fundo refere-se à aquisição de novas lajes corporativas com potencial de valorização após reformas (“retrofit”).

8º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 102,55 ↑ 1,95%

Descrição: O VILG11, fundo de logística da Vinci, obteve uma alta de 1,95%, fechando a R$ 102,55. O incremento foi de R$ 1,96 em relação aos R$ 100,59 do dia anterior. O ativo apresentou estabilidade, tendo sua mínima no valor de fechamento anterior e sua máxima no valor de fechamento atual. O volume de ações movimentadas foi de 35.138, com um montante financeiro totalizando R$ 3.603.401,90. Comparado ao histórico de 52 semanas, o fundo está em um momento muito positivo, operando praticamente em seu pico anual (máxima de R$ 103,50), tendo se valorizado consideravelmente desde a mínima de R$ 73,59. A tendência de alta parece consolidada no curto e médio prazo.

O VILG11 investe em galpões logísticos de alta qualidade, atendendo grandes empresas. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado o recebimento de valores atrasados de um antigo inquilino, o que gerou um dividendo extraordinário.

9º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 95,79 ↑ 1,86%

Descrição: O MCCI11 registrou uma valorização de 1,86%, com o preço da cota subindo R$ 1,75 e fechando em R$ 95,79. A movimentação diária ocorreu entre a mínima de R$ 93,75 e a máxima de R$ 95,79. A liquidez foi um dos destaques do dia, com 103.126 cotas negociadas, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 9.878.439,54. No intervalo de 52 semanas, o preço atual mostra uma proximidade com a máxima de R$ 97,58, reforçando o bom momento do ativo frente à mínima anual de R$ 73,88. O fechamento anterior de R$ 94,04 serviu como base para a escalada de preços observada nesta sessão, consolidando o fundo como uma opção de interesse para o investidor de renda.

Este fundo investe predominantemente em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Em sua última atualização mensal, a gestão destacou a diversificação do portfólio em setores como o logístico e o residencial, minimizando riscos de crédito.

10º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 78,90 ↑ 1,81%

Descrição: O VCJR11 fecha a lista das 10 ações/fundos em destaque com uma alta de 1,81%, o que representa um ganho de R$ 1,40 por cota. O valor final de fechamento foi R$ 78,90, partindo de um fechamento anterior de R$ 77,50. Na jornada diária, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 77,51 e a máxima de R$ 78,94. O volume de negociação foi de 34.119 cotas, totalizando R$ 2.691.989,10 em volume financeiro. No período de 52 semanas, o fundo apresenta um range de preços entre R$ 69,59 (mínima) e R$ 80,63 (máxima). O desempenho atual mantém o ativo em uma tendência de recuperação, buscando se aproximar novamente de seus patamares mais altos do último ano.

O VCJR11 é um fundo focado em crédito imobiliário com remuneração atrelada ao IPCA. Recentemente, a Vectis informou que a carteira do fundo passou por uma revisão de ratings, resultando em uma melhoria na percepção de risco para os investidores.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CACR11 R$ 37,85 -9,01%
2 TRBL11 R$ 77,24 -4,00%
3 HCTR11 R$ 17,22 -3,26%
4 BLMG11 R$ 32,91 -2,34%
5 VGHF11 R$ 6,14 -1,92%
6 URPR11 R$ 29,29 -1,58%
7 ARRI11 R$ 5,69 -1,56%
8 BCIA11 R$ 92,67 -1,51%
9 VGRI11 R$ 6,47 -1,22%
10 VINO11 R$ 4,96 -1,00%

1º – SUPERNOVA FII – RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 37,85 ↓9,01%

Descrição: O fundo CACR11 apresentou a maior retração do dia entre os ativos analisados, com uma queda acentuada de 9,01%, o que representa uma desvalorização nominal de R$ 3,75 em relação ao fechamento anterior de R$ 41,60. Durante o pregão, o ativo registrou uma mínima de R$ 37,52, valor este que coincide com a sua mínima histórica das últimas 52 semanas, sinalizando um momento de forte pressão vendedora. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 41,57. O volume de ações movimentadas foi de 296.783 cotas, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 11.233.236,55, o maior entre os dez fundos listados. Vale notar que a máxima do fundo no último ano foi de R$ 88,58, evidenciando que o ativo está operando com um desconto severo em comparação ao seu pico anual. O fluxo de negociação intenso sugere uma readequação de portfólio por parte de grandes players ou uma reação a fatos relevantes específicos do fundo de recebíveis.

O CACR11 é um fundo imobiliário do tipo papel, focado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, o fundo tem estado sob os holofotes devido à gestão de sua carteira de crédito e ao anúncio recorrente de distribuição de dividendos, que costumam atrair investidores em busca de renda mensal, apesar da volatilidade recente.

2º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 77,24 ↓4,00%

Descrição: O TRBL11 encerrou a sessão com uma queda de 4,00%, cotado a R$ 77,24. A variação negativa foi de R$ 3,22 por cota, partindo de um fechamento anterior de R$ 80,46. O ativo demonstrou certa volatilidade, oscilando entre a mínima de R$ 77,01 e a máxima de R$ 79,05. O volume de negociação foi moderado, com 18.291 cotas trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 1.412.796,84. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o fundo mantém-se distante de sua mínima de R$ 47,22, mas também recuou em relação à máxima de R$ 87,99 observada no último ano. Este movimento reflete um ajuste técnico no setor de logística, que tem enfrentado desafios pontuais de vacância ou renegociação de contratos em regiões específicas. O volume financeiro negociado coloca o fundo em uma posição intermediária de liquidez no dia de hoje, mostrando que, apesar da queda, ainda há interesse comprador em níveis de suporte.

Este fundo é focado no setor logístico, com ativos localizados principalmente no estado do Rio de Janeiro. Recentemente, a SDI Logística, gestora do fundo, comunicou ao mercado atualizações sobre a ocupação de seus galpões, mantendo o investidor atento aos índices de vacância física e financeira do portfólio.

3º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 17,22 ↓3,26%

Descrição: O fundo HCTR11, um dos nomes mais comentados do setor de recebíveis, fechou o dia com uma desvalorização de 3,26%, atingindo o valor de R$ 17,22. A queda nominal foi de R$ 0,58 em comparação ao fechamento de R$ 17,80. Durante a jornada, o papel tocou a mínima de R$ 17,15, que também representa o seu menor valor nas últimas 52 semanas, reforçando a tendência de baixa que o ativo atravessa. A máxima do dia ficou exatamente no preço de fechamento anterior, R$ 17,80. Foram negociadas 93.231 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 1.605.437,82. Comparado à máxima de 52 semanas (R$ 22,47), o fundo perdeu uma parcela significativa de seu valor de mercado. A movimentação indica que o mercado permanece cauteloso em relação aos ativos de alto risco (high yield) que compõem a carteira de CRIs deste fundo específico.

O HCTR11 é gerido pela Hectare Capital e investe majoritariamente em CRIs de projetos de multipropriedade e loteamentos. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial mensal, onde a gestão detalha os esforços de recuperação de crédito de ativos que entraram em inadimplência nos últimos meses.

4º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 32,91 ↓2,34%

Descrição: O BLMG11 registrou um recuo de 2,34% no pregão, fechando a R$ 32,91. A variação negativa foi de R$ 0,79 em relação aos R$ 33,70 anteriores. O fundo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 32,68 e máxima de R$ 33,70. O volume de ações foi de 15.276, movimentando um total de R$ 502.733,16. Este fundo apresenta uma característica de baixa liquidez diária se comparado aos líderes do ranking. No acumulado de um ano, o valor atual de R$ 32,91 está mais próximo da mínima de R$ 28,30 do que da máxima de R$ 36,73, sugerindo que o ativo não conseguiu sustentar os ganhos de períodos anteriores. A queda de hoje parece acompanhar o movimento generalizado de aversão ao risco no mercado de fundos de tijolo, afetado pelas expectativas de manutenção de taxas de juros elevadas, que impactam o custo de oportunidade desses investimentos.

O BlueMacaw Logística é um fundo que investe em galpões logísticos de alto padrão (Classe A). Recentemente, a gestora BlueMacaw informou ao mercado sobre movimentações na estrutura de capital do fundo e perspectivas de novos contratos de locação para otimizar a geração de renda.

5º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 6,14 ↓1,92%

Descrição: O VGHF11, um dos fundos com maior base de cotistas do mercado, encerrou o dia com queda de 1,92%, sendo cotado a R$ 6,14. A variação negativa foi de R$ 0,12 frente ao fechamento de R$ 6,26. O ativo teve uma movimentação intensa, com 1.362.173 cotas negociadas, gerando o segundo maior volume financeiro da lista: R$ 8.363.742,22. A mínima do dia foi de R$ 6,13, valor que também marca a mínima das últimas 52 semanas. A máxima do pregão não ultrapassou os R$ 6,30. Por ser um fundo de valor nominal baixo (conhecido como “fundo de base 10”), variações de poucos centavos representam percentuais relevantes. A máxima do ano foi de R$ 7,23. O alto volume financeiro e o toque na mínima histórica anual sugerem um movimento de capitulação ou saída de investidores de varejo diante da volatilidade macroeconômica.

O VGHF11 é um “Hedge Fund” imobiliário, o que permite uma gestão mais flexível, podendo investir em cotas de outros FIIs, CRIs, FIDCs e outros ativos financeiros. Recentemente, o fundo anunciou a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de seu patrimônio líquido.

6º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 29,29 ↓1,58%

Descrição: O fundo URPR11 apresentou uma desvalorização de 1,58%, fechando a R$ 29,29. A queda nominal foi de R$ 0,47 em relação ao preço anterior de R$ 29,76. Durante o dia, o valor oscilou entre a mínima de R$ 28,85 e a máxima de R$ 29,76. Foram negociadas 18.294 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 535.831,26. No período de 52 semanas, o fundo já chegou a ser negociado a R$ 44,92, mostrando que o preço atual está significativamente depreciado em relação ao topo anual. A mínima do ano foi de R$ 27,51, indicando que o fundo ainda opera acima do seu piso histórico recente, mas com tendência de aproximação se a pressão vendedora persistir. O volume de negociação moderado aponta para um dia de ajustes técnicos sem grandes fatos motivadores aparentes, seguindo o fluxo de baixa do setor de CRIs.

O URPR11 foca em operações de crédito imobiliário com taxas de retorno elevadas, atuando principalmente no financiamento de loteamentos e incorporações. A notícia mais recente do fundo trata da distribuição de dividendos mensais, que se manteve resiliente apesar das oscilações no valor de mercado da cota.

7º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 5,69 ↓1,56%

Descrição: O ARRI11 fechou o pregão com uma queda de 1,56%, valendo R$ 5,69. A redução foi de R$ 0,09 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 5,78. O ativo teve sua mínima do dia em R$ 5,64, que é exatamente o valor da sua mínima de 52 semanas, sinalizando um ponto crítico de suporte para os investidores. A máxima do dia foi de R$ 5,79. Com 58.826 cotas negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 334.719,94. O fundo, que já atingiu R$ 6,87 como máxima anual, enfrenta agora um período de consolidação em patamares baixos. A dinâmica de preços do ARRI11 reflete a sensibilidade dos fundos de papel aos indicadores de inflação e taxas de juros, que compõem o indexador da maioria de seus títulos em carteira.

Este fundo investe predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com foco em diversificação de risco. Recentemente, a gestão do ARRI11 publicou seu relatório mensal destacando a qualidade dos ativos e a manutenção de um baixo índice de inadimplência em sua carteira de recebíveis.

8º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 92,67 ↓1,51%

Descrição: O BCIA11 registrou uma baixa de 1,51%, encerrando a R$ 92,67. A variação nominal foi de R$ 1,42 em relação ao fechamento de R$ 94,09. O fundo teve a menor liquidez em termos de quantidade de cotas entre os dez analisados, com apenas 4.523 ações movimentadas, o que gerou um volume de R$ 419.146,41. A variação diária ficou entre a mínima de R$ 92,65 e a máxima de R$ 94,43. No contexto anual, o fundo está operando em um patamar intermediário, com mínima de R$ 73,79 e máxima de R$ 96,34 em 52 semanas. Por ser um “fundo de fundos” (FoF), o desempenho do BCIA11 é um reflexo direto da média ponderada dos outros fundos imobiliários que ele detém em portfólio. A queda de hoje sugere uma desvalorização generalizada nas teses de investimento que compõem sua carteira ativa.

O BCIA11 é gerido pela BRAM (Bradesco Asset Management) e tem como estratégia investir em uma cesta diversificada de outros fundos imobiliários. A última movimentação relevante foi o anúncio de pagamento de rendimentos, que segue a política de distribuição regular do Bradesco para este veículo.

9º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,47 ↓1,22%

Descrição: O fundo VGRI11 apresentou uma queda de 1,22%, fechando o dia a R$ 6,47. A variação negativa foi de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 6,55. O ativo oscilou entre R$ 6,37 e R$ 6,55 durante a sessão. O volume de negociação foi robusto, com 145.932 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 944.180,04. O preço atual de R$ 6,47 está muito próximo da mínima de 52 semanas (R$ 6,27), enquanto a máxima anual foi de R$ 8,39. O desempenho negativo acompanha a tendência dos demais fundos da Valora listados neste relatório, indicando um movimento de setor ou de prêmio de risco exigido pelos investidores para os ativos da gestora. A manutenção de um volume de negociação próximo a um milhão de reais demonstra que o ativo possui liquidez relevante para o pequeno e médio investidor.

O VGRI11 é um fundo imobiliário que foca em ativos de renda imobiliária, buscando retorno através da aquisição e gestão de propriedades ou títulos ligados ao setor. Recentemente, o fundo tem trabalhado na reciclagem de seu portfólio para capturar ganhos de capital e melhorar o yield distribuído aos cotistas.

10º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 4,96 ↓1,00%

Descrição: O VINO11 encerrou o ranking com a menor queda do grupo, recuando 1,00% para fechar em R$ 4,96. A variação nominal foi de apenas R$ 0,05 em relação aos R$ 5,01 anteriores. O fundo teve uma movimentação considerável de 160.932 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 798.222,72. A mínima do dia foi de R$ 4,95 e a máxima de R$ 5,01. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo já foi negociado a R$ 5,47 e teve sua mínima em R$ 4,41. O valor atual de R$ 4,96 mostra que o fundo está testando níveis de suporte psicológico abaixo dos R$ 5,00. Sendo um fundo de lajes corporativas, o VINO11 sofre diretamente com as perspectivas sobre o mercado de escritórios e a taxa de vacância em grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro.

O VINO11, gerido pela Vinci Real Estate, possui um portfólio focado em lajes corporativas de alta qualidade com contratos atípicos. A notícia mais recente envolveu a conclusão da venda parcial de um de seus ativos imobiliários, visando reduzir a alavancagem do fundo e gerar caixa para futuras distribuições ou investimentos.

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