Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 07/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CMIN3 R$ 4.55 5.08%
2 PRIO3 R$ 56.23 4.97%
3 AZZA3 R$ 18.08 3.61%
4 PETR3 R$ 42.96 2.65%
5 RAIZ4 R$ 0.39 2.63%
6 ISAE4 R$ 28.26 2.47%
7 VBBR3 R$ 30.86 2.46%
8 SMTO3 R$ 15.32 2.41%
9 BRAV3 R$ 18.87 2.00%
10 EGIE3 R$ 32.75 1.90%

1º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,55 ↑5,08%

Descrição: A ação CMIN3 apresentou um desempenho notável nesta sessão, liderando o ranking de valorização entre os ativos selecionados. O papel iniciou o dia cotado com base no fechamento anterior de R$ 4,33, oscilando entre a mínima de R$ 4,28 e atingindo a máxima de R$ 4,56. Com um volume de ações negociadas de 9.830.900, o ativo demonstrou alta liquidez e forte apetite comprador, resultando em uma variação positiva de R$ 0,22. Este movimento ocorre dentro de um contexto de volatilidade anual, onde o ativo já registrou mínima de R$ 4,08 e máxima de R$ 6,37 em 52 semanas. O volume financeiro consolidado foi de R$ 44.730.595,00, reforçando a posição de destaque da companhia no setor de mineração durante este pregão.

A CSN Mineração é um dos pilares do setor de mineração brasileiro, focada na extração e comercialização de minério de ferro de alta qualidade. Recentemente, a companhia tem buscado otimizar sua estrutura de capital, tendo cancelado cerca de 53 milhões de ações após processos de recompra, visando maior eficiência para seus acionistas.

2º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 56,23 ↑4,97%

Descrição: A PRIO3 consolidou-se como um dos destaques de valorização, apresentando um movimento expressivo de alta de R$ 2,66. O ativo abriu o dia considerando o fechamento anterior de R$ 53,57, com sua mínima atingindo R$ 53,70 e a máxima chegando a R$ 56,36. O volume de negociação foi robusto, totalizando 13.477.500 ações movimentadas, o que gerou um volume financeiro de R$ 757.839.825,00. Esse patamar de preço coloca a ação próxima à sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 72,98, enquanto a mínima no mesmo período foi de R$ 34,18. A performance reflete o otimismo do mercado com a capacidade da empresa em capturar valor operacional em seus campos de petróleo.

A PRIO (antiga PetroRio) é uma das principais petroleiras independentes do Brasil, especializada no redesenvolvimento de campos maduros de petróleo e gás. Em notícia recente, a empresa informou a elevação de sua produção no mês de junho, impulsionada pela conclusão da abertura de poços no Campo de Wahoo.

3º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 18,08 ↑3,61%

Descrição: O ativo AZZA3 fechou o pregão com valorização de 3,61%, correspondendo a um aumento de R$ 0,63 sobre o fechamento anterior de R$ 17,45. Durante a sessão, o preço oscilou entre a mínima de R$ 17,50 e a máxima de R$ 18,48, com um volume de 3.091.500 ações negociadas. O volume financeiro total para o período foi de R$ 55.894.320,00. O comportamento do ativo nesta data indica uma recuperação de curto prazo, inserida em um cenário anual de volatilidade onde a ação registrou mínima de R$ 16,10 e máxima de R$ 37,85. O investidor deve observar a consistência desse movimento para validar uma tendência de reversão.

A Azzas 2154 é uma companhia de destaque no varejo de moda brasileiro. Recentemente, a empresa esteve sob os holofotes do mercado devido a especulações sobre sua estrutura corporativa, tendo vindo a público negar boatos sobre a venda da marca Hering e reitera que segue avaliando alternativas estratégicas.

4º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 42,96 ↑2,65%

Descrição: A Petrobras (PETR3) apresentou desempenho positivo, encerrando com alta de R$ 1,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 41,85. A ação operou entre R$ 42,08 (mínima) e R$ 43,29 (máxima), com um volume de 9.916.200 ações. O volume financeiro negociado alcançou R$ 425.999.952,00, mantendo a liquidez característica do papel. Este movimento de valorização de 2,65% ocorre dentro da faixa de variação de 52 semanas da empresa, que oscilou entre R$ 29,27 e R$ 54,64. A resiliência da cotação é acompanhada de perto pelos investidores, que monitoram tanto a política de preços de combustíveis quanto as expectativas para o pagamento de dividendos.

A Petrobras é a maior empresa de petróleo e energia do Brasil. A companhia segue no centro das atenções do mercado, com analistas de grandes bancos internacionais reiterando recomendações de compra, destacando o potencial de dividendos da estatal no médio prazo.

5º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,39 ↑2,63%

Descrição: O ativo RAIZ4 encerrou o dia com uma variação positiva de 2,63%, embora com valor absoluto de alteração modesto de R$ 0,01 sobre o fechamento de R$ 0,38. A ação operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 0,38 e máxima de R$ 0,40. O volume negociado foi expressivo em termos de quantidade de ações, com 19.600.500 papéis trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 7.644.195,00. O histórico de 52 semanas mostra um intervalo entre R$ 0,33 e R$ 1,71, evidenciando a pressão vendedora acumulada ao longo do ano. O investidor deve considerar a alta liquidez no papel em contraste com sua fragilidade de preço.

A Raízen atua na produção de açúcar e etanol e na distribuição de combustíveis. A empresa passa por um momento desafiador, tendo registrado recentemente um prejuízo líquido bilionário em meio a um amplo plano de reestruturação financeira e recuperação extrajudicial.

6º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 28,26 ↑2,47%

Descrição: O papel ISAE4 demonstrou estabilidade com tendência de alta, finalizando com variação de 2,47% (ou R$ 0,68) acima do fechamento anterior de R$ 27,58. Durante o pregão, a ação oscilou entre R$ 27,49 e R$ 28,27, com um volume de 2.537.000 ações e volume financeiro de R$ 71.695.620,00. Com uma faixa de variação de 52 semanas entre R$ 19,63 e R$ 32,04, o ativo encontra-se em um patamar intermediário, sugerindo uma busca por consolidação. A liquidez apresentada é condizente com o perfil de uma empresa de serviços essenciais, o que atrai investidores conservadores em busca de renda e proteção.

A ISA Energia Brasil é uma concessionária do setor de transmissão de energia elétrica. Recentemente, a companhia convocou uma assembleia para deliberar sobre a possível realização de uma oferta subsequente (follow-on) de ações, visando a capitalização para novos investimentos.

7º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 30,86 ↑2,46%

Descrição: A VBBR3 fechou em terreno positivo, registrando uma valorização de 2,46%, equivalente a R$ 0,74 sobre o fechamento de R$ 30,12. O ativo movimentou 13.617.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 420.248.394,00. A amplitude de preços nesta sessão foi de R$ 29,66 na mínima a R$ 30,90 na máxima. O desempenho anual do ativo situa-se entre R$ 17,51 e R$ 33,66. O volume negociado confirma o interesse dos investidores institucionais no papel, que continua apresentando uma performance robusta em comparação aos seus pares no setor de distribuição de combustíveis.

A Vibra Energia, ex-BR Distribuidora, é a líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis. A empresa tem colhido bons resultados operacionais, com analistas destacando o retorno expressivo entregue aos acionistas nos últimos meses, superando expectativas iniciais do mercado.

8º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,32 ↑2,41%

Descrição: O ativo SMTO3 encerrou o dia com alta de 2,41%, representando R$ 0,36 acima do fechamento anterior de R$ 14,96. A cotação variou entre a mínima de R$ 14,90 e a máxima de R$ 15,48. Com um volume de 1.378.300 ações negociadas e volume financeiro total de R$ 21.115.556,00, o papel mantém uma liquidez moderada. Em um horizonte de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 12,73 e R$ 21,40, indicando um desempenho de recuperação dentro do setor sucroenergético. A valorização reflete um ambiente favorável aos preços das commodities, o que beneficia diretamente o caixa da companhia.

A São Martinho é uma das maiores empresas do setor sucroenergético do Brasil, com forte atuação em açúcar, etanol e bioenergia. Recentemente, a empresa aprovou a distribuição de dividendos no valor de R$ 70 milhões, reforçando seu compromisso com a remuneração de seus investidores neste mês de julho.

9º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,87 ↑2,00%

Descrição: A BRAV3 apresentou uma valorização de 2,00%, um incremento de R$ 0,37 sobre o fechamento anterior de R$ 18,50. O papel operou com volatilidade, registrando mínima de R$ 18,16 e máxima de R$ 19,75. O volume de negociação foi de 8.549.700 ações, com volume financeiro total de R$ 161.332.839,00. O ativo possui uma variação em 52 semanas que compreende o intervalo de R$ 13,21 a R$ 22,15. O movimento de alta sinaliza uma tentativa de recuperação do preço após períodos de intensa volatilidade, impulsionada por novos desdobramentos operacionais e societários da companhia.

A Brava Energia é uma petroleira independente que tem passado por um processo de transformação. A empresa avançou na etapa regulatória de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) pela Ecopetrol, ao mesmo tempo em que segue administrando disputas arbitrais envolvendo campos de petróleo estratégicos.

10º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 32,75 ↑1,90%

Descrição: A EGIE3 encerrou o pregão com ganho de 1,90%, um aumento de R$ 0,61 sobre o fechamento de R$ 32,14. O ativo operou entre a mínima de R$ 32,13 e a máxima de R$ 32,95, contando com um volume de 2.304.300 ações e volume financeiro de R$ 75.465.825,00. A variação anual do papel situa-se entre R$ 26,72 e R$ 38,81. O desempenho demonstra cautela por parte dos investidores, possivelmente devido à espera por desdobramentos de movimentações corporativas recentes, mantendo o ativo em uma faixa de preço estável.

A Engie Brasil é uma das maiores empresas privadas de energia do país, com um portfólio diversificado de geração renovável. A empresa protocolou na CVM uma oferta pública primária de ações para incorporar a participação de sua controladora na usina de Jirau, uma movimentação estratégica de grande magnitude.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 MBRF3 R$ 15.73 -4.14%
2 YDUQ3 R$ 8.36 -3.80%
3 PSSA3 R$ 51.50 -3.56%
4 USIM5 R$ 8.43 -3.21%
5 MRVE3 R$ 5.14 -3.20%
6 NATU3 R$ 8.05 -3.13%
7 LREN3 R$ 13.65 -3.12%
8 RENT3 R$ 39.09 -3.05%
9 LWSA3 R$ 3.92 -2.97%
10 SANB11 R$ 26.01 -2.62%

1º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 15,73 ↓4,14%

Descrição: A ação MBRF3 apresentou um desempenho de forte retração durante a sessão, encerrando cotada a R$ 15,73, o que representa uma desvalorização de 4,14%. O volume de negociações atingiu 6.970.800 ações, refletindo um movimento vendedor significativo no dia. O preço oscilou entre uma mínima de R$ 15,69 e uma máxima de R$ 16,49. Considerando o fechamento anterior em R$ 16,41, a perda nominal foi de R$ 0,68 por ação. Em uma perspectiva histórica de 52 semanas, o papel demonstra volatilidade, com mínima de R$ 14,59 e máxima de R$ 26,83, acumulando um volume financeiro total negociado de R$ 109.650.684,00 no período. Este cenário reflete a cautela do mercado frente à companhia neste momento, sendo crucial para o investidor monitorar a capacidade de geração de caixa e o gerenciamento de sua alavancagem financeira, fatores determinantes para a retomada do valor de mercado da empresa.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, com presença global relevante e diversificação de produtos bovinos e de valor agregado. Recentemente, a empresa tem sido objeto de análises de inteligência artificial que apontam oportunidades de entrada baseadas em leituras técnicas de curto prazo, apesar da volatilidade do setor no semestre.

2º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,36 ↓3,80%

Descrição: A YDUQ3 fechou o pregão cotada a R$ 8,36, registrando uma queda de 3,80% frente ao fechamento anterior de R$ 8,69, com um recuo nominal de R$ 0,33. O volume negociado totalizou 4.246.200 ações. Durante o dia, a ação atingiu uma mínima de R$ 8,24 e uma máxima de R$ 8,69. Observando a janela de 52 semanas, a ação transita entre R$ 7,85 e R$ 15,58, totalizando um volume financeiro de R$ 35.498.232,00. O desempenho atual reflete a pressão vendedora sobre o setor educacional, exigindo do investidor uma análise atenta sobre as margens operacionais e o crescimento do segmento premium da companhia. A manutenção de um fluxo de caixa saudável será vital para que a empresa sustente seu plano de expansão e consolidação de mercado nos próximos trimestres.

A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, operando diversas marcas de ensino superior presencial e digital, com forte foco estratégico na expansão de cursos na área da saúde. Em maio de 2026, a empresa anunciou um guidance robusto de Fluxo de Caixa do Acionista de até R$ 620 milhões para o ano corrente, destacando a geração recorde de caixa no primeiro trimestre.

3º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 51,50 ↓3,56%

Descrição: A PSSA3 encerrou o dia com uma variação negativa de 3,56%, cotada a R$ 51,50, ante um fechamento anterior de R$ 53,40, perfazendo um recuo de R$ 1,90. O volume de ações movimentadas foi de 2.046.300. A amplitude de negociação no dia situou-se entre R$ 51,32 e R$ 53,47. No histórico de 52 semanas, o papel possui um intervalo entre R$ 42,90 e R$ 55,18, com um volume financeiro total de R$ 105.384.450,00. O movimento de queda pode ser interpretado por investidores como uma possível correção de preços após períodos de alta, sendo necessário avaliar os fundamentos de solvência e a performance da carteira de seguros da companhia, que segue como referência no mercado brasileiro, para entender se este ponto oferece uma oportunidade de entrada ou um sinal de alerta setorial.

A Porto Seguro é uma das maiores seguradoras independentes do Brasil, oferecendo serviços diversificados que incluem seguros, serviços financeiros e soluções de conveniência. A companhia apresentou recentemente um desempenho sólido no primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido de R$ 1,13 bilhão, superando expectativas e demonstrando resiliência em suas operações.

4º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A (USIM5) | R$ 8,43 ↓3,21%

Descrição: A USIM5 finalizou o pregão a R$ 8,43, apresentando queda de 3,21% em relação ao fechamento de R$ 8,71, com desvalorização de R$ 0,28. O volume de ações foi expressivo, somando 15.647.700 unidades negociadas, o que indica alta liquidez e forte participação no dia. A mínima registrada foi de R$ 8,37 e a máxima de R$ 8,74. Considerando as últimas 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 3,90 e R$ 12,18, com volume financeiro total de R$ 131.910.111,00. O setor siderúrgico enfrenta desafios macroeconômicos globais e domésticos que impactam diretamente os preços das ações. O investidor deve acompanhar de perto a demanda por aço e a dinâmica dos preços das commodities para projetar o futuro da rentabilidade da companhia neste cenário de incertezas.

A Usiminas é uma das principais siderúrgicas integradas das Américas, com foco na produção de aços planos e processos de transformação. Relatórios de mercado de julho de 2026 indicam uma expectativa cautelosa para os resultados do segundo trimestre, refletindo a estabilidade nos preços das commodities e volumes de receita que pressionam as margens do setor.

5º – MRV Engenharia e Participações S.A. (MRVE3) | R$ 5,14 ↓3,20%

Descrição: A MRVE3 fechou o pregão com desvalorização de 3,20%, cotada a R$ 5,14, frente ao valor de R$ 5,31 do dia anterior, um recuo de R$ 0,17. O volume de negociação foi de 11.199.000 ações. A oscilação intradia ocorreu entre R$ 5,08 e R$ 5,36. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 4,83 e R$ 10,53, com volume financeiro total de R$ 57.562.860,00. O setor imobiliário, especialmente o voltado à baixa renda, reage fortemente às expectativas sobre a trajetória da taxa de juros e o ritmo de repasses governamentais. Com os dados atuais, o investidor deve considerar a alavancagem da empresa e a velocidade de vendas como indicadores primordiais para a recuperação do valor dos papéis no médio prazo.

A MRV é uma gigante do setor imobiliário brasileiro, focada predominantemente no segmento de habitação popular e desenvolvimentos urbanos. Recentemente, a empresa tem avançado em sua estratégia de desinvestimento de ativos nos Estados Unidos, visando melhorar sua estrutura de capital e focar na operação core no Brasil.

6º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,05 ↓3,13%

Descrição: A NATU3 encerrou o pregão em R$ 8,05, apresentando uma variação negativa de 3,13% ante o fechamento anterior de R$ 8,31, com queda nominal de R$ 0,26. O volume negociado alcançou 7.560.100 ações. Durante o dia, a ação variou entre a mínima de R$ 8,01 e a máxima de R$ 8,39. Olhando para o histórico de 52 semanas, o papel operou entre R$ 7,13 e R$ 11,15, totalizando R$ 60.858.805,00 em volume financeiro negociado. O mercado continua a monitorar a eficiência operacional da companhia e a integração de suas marcas globais. Investidores devem estar atentos aos desafios logísticos e à capacidade da empresa de manter suas margens de rentabilidade em um ambiente de varejo competitivo e desafiador.

A Natura é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos e higiene pessoal, reconhecida por seu modelo de venda direta e compromisso com a sustentabilidade. Em julho de 2026, a empresa anunciou a entrada das marcas Natura e Avon na plataforma Shopee, visando ampliar sua presença no varejo digital e alcançar novos consumidores.

7º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 13,65 ↓3,12%

Descrição: A LREN3 encerrou o dia a R$ 13,65, registrando uma queda de 3,12% em comparação aos R$ 14,09 do fechamento anterior, perfazendo um recuo de R$ 0,44. O volume de ações transacionadas foi expressivo, totalizando 16.872.500 unidades. A cotação variou entre R$ 13,58 e R$ 14,22 ao longo da sessão. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 12,06 e R$ 18,38, com volume financeiro total de R$ 230.309.625,00. Sendo uma empresa com alta representatividade no setor de vestuário, o volume negociado destaca sua importância no índice. A persistência desta queda requer do investidor uma análise da saúde do consumo no Brasil e da estratégia de precificação da varejista para otimizar seus resultados financeiros e reverter a tendência de baixa.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando diversas marcas com forte capilaridade nacional. Relatórios de mercado de julho de 2026 apontam que, apesar do valuation atrativo, o posicionamento dos investidores no setor de varejo permanece baixo, com a empresa sendo monitorada por seu potencial de captura de movimentos de alta e estratégias de recompra de ações.

8º – Localiza Rent a Car S.A. (RENT3) | R$ 39,09 ↓3,05%

Descrição: A RENT3 fechou o pregão cotada a R$ 39,09, uma queda de 3,05% em relação ao fechamento anterior de R$ 40,32, resultando em uma perda de R$ 1,23. O volume negociado atingiu 9.523.400 ações. A cotação oscilou entre a mínima de R$ 38,68 e a máxima de R$ 40,55. No histórico de 52 semanas, o papel transita entre R$ 29,98 e R$ 52,69, acumulando um volume financeiro total de R$ 372.269.706,00. O setor de locação de veículos sofre pressões ligadas ao custo de renovação da frota e à depreciação dos ativos, fatores que o investidor precisa ponderar ao analisar o potencial de valorização do papel frente aos atuais preços de tela.

A Localiza é a maior locadora de veículos da América Latina, possuindo uma frota vasta e uma presença consolidada tanto para clientes corporativos quanto para pessoas físicas. Analistas financeiros reiteraram recentemente a recomendação de compra para as ações, citando um potencial de valorização significativo mesmo diante de um noticiário setorial negativo recente.

9º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,92 ↓2,97%

Descrição: A LWSA3 finalizou o pregão a R$ 3,92, com uma variação negativa de 2,97% frente ao fechamento de R$ 4,04, uma queda de R$ 0,12. O volume negociado foi de 3.209.700 ações. Durante o dia, a ação oscilou entre R$ 3,86 e R$ 4,09. Em 52 semanas, o papel operou entre R$ 3,28 e R$ 4,80, somando um volume financeiro de R$ 12.582.024,00. O setor de tecnologia e serviços digitais, em que a empresa atua, é sensível às mudanças de crescimento no e-commerce. Para o investidor, a análise da consistência do crescimento das receitas e da expansão dos serviços SaaS é fundamental para avaliar a sustentabilidade do negócio e seu valor de mercado a longo prazo.

A LWSA (antiga Locaweb) é um player importante no mercado brasileiro de soluções para e-commerce e serviços digitais, auxiliando pequenas e médias empresas na digitalização de seus negócios. A empresa reportou recentemente crescimento no comércio e expansão no uso de Inteligência Artificial, fatores que impulsionaram seus resultados no primeiro trimestre de 2026.

10º – Bco Santander Unt (SANB11) | R$ 26,01 ↓2,62%

Descrição: O ativo SANB11 encerrou a sessão cotado a R$ 26,01, apresentando uma retração de 2,62% em relação aos R$ 26,71 do fechamento anterior, uma queda nominal de R$ 0,70. O volume de negociações foi de 4.404.100 unidades. A variação diária ficou entre a mínima de R$ 26,01 e a máxima de R$ 26,94. No panorama de 52 semanas, o papel oscilou entre R$ 24,08 e R$ 37,19, totalizando R$ 114.550.641,00 em volume financeiro negociado. O setor bancário, componente central do Ibovespa, segue monitorando de perto a inadimplência e o ritmo de crescimento da carteira de crédito, o que torna necessário que o investidor avalie o ROE (retorno sobre o patrimônio) e as provisões do banco como indicadores críticos de sua solidez e lucratividade.

O Santander Brasil é um dos maiores conglomerados financeiros do país, com uma atuação diversificada em crédito, varejo e serviços bancários corporativos. Em seus resultados mais recentes do primeiro trimestre de 2026, o banco reportou um desempenho desafiador, com lucro líquido impactado por questões tributárias e um crescimento mais contido na carteira de crédito em comparação aos seus pares.

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