As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BEEF3 | R$ 4,30 | 0,05% |
| 2 | VALE3 | R$ 83,45 | 0,02% |
| 3 | BRKM5 | R$ 9,20 | 0,02% |
| 4 | BRAP4 | R$ 23,45 | 0,02% |
| 5 | PETR4 | R$ 46,43 | 0,02% |
| 6 | CMIN3 | R$ 4,89 | 0,02% |
| 7 | PETR3 | R$ 50,81 | 0,01% |
| 8 | TAEE11 | R$ 41,40 | 0,01% |
| 9 | USIM5 | R$ 9,07 | 0,01% |
| 10 | AMOB3 | R$ 15,00 | 0,01% |
1º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 4,30 ↑ 4,88%
Descrição: A Minerva S.A. lidera as variações positivas deste relatório. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 4,30, registrando uma valorização expressiva de 4,88%, o que corresponde a um aumento de R$ 0,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 4,10. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 4,07 e a máxima de R$ 4,34. O volume de ações negociadas foi de 36.391.700 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 156.484.310,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que a ação está operando próxima de sua mínima anual (R$ 3,60) e distante de sua máxima (R$ 7,31), indicando um período de recuperação ou ajuste de preços.
A Minerva S.A. é uma das líderes na América do Sul na produção e venda de carne bovina in natura e seus derivados, com forte atuação no mercado de exportação. Recentemente, a empresa tem focado na integração de novos ativos adquiridos da Marfrig, buscando consolidar sua capacidade produtiva e expandir sua presença global.
2º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 83,45 ↑ 2,41%
Descrição: A Vale S.A. apresentou um desempenho sólido com fechamento em R$ 83,45, uma alta de 2,41% (ou R$ 1,96 nominais). O ativo abriu caminho entre a mínima de R$ 81,19 e a máxima de R$ 83,93. A liquidez do papel permanece como uma das maiores do mercado brasileiro, registrando um volume negociado impressionante de R$ 2.073.306.905,00, movimentando 24.844.900 ações. Comparando com o intervalo das últimas 52 semanas, a cotação atual se aproxima da máxima de R$ 91,62, afastando-se consideravelmente da mínima de R$ 45,64 registrada no período. Este movimento reflete a confiança dos investidores e a dinâmica das commodities minerais.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, com foco principal na produção de minério de ferro e níquel. Uma notícia relevante de última hora indica que a Vale assinou um acordo para investir em projetos de descarbonização, visando reduzir suas emissões de escopo 1 e 2 até 2030.
3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,20 ↑ 2,34%
Descrição: As ações da Braskem S.A. fecharam o dia em R$ 9,20, uma valorização de 2,34% em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,99. A oscilação diária ficou entre R$ 9,00 e R$ 9,43. O volume de negociação registrou 3.513.400 ações, totalizando um montante financeiro de R$ 32.323.280,00. O ativo encontra-se em uma zona intermediária de seu histórico anual, onde a mínima de 52 semanas foi de R$ 6,11 e a máxima atingiu R$ 13,78. O ganho de R$ 0,21 no valor nominal por ação sinaliza um interesse comprador pontual no setor petroquímico durante o pregão.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Recentemente, a empresa esteve sob os holofotes devido às negociações de venda de participação acionária da Novonor e aos desdobramentos geológicos em Maceió, que continuam impactando suas provisões financeiras.
4º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 23,45 ↑ 1,91%
Descrição: A Bradespar S.A. encerrou a sessão cotada a R$ 23,45, o que representa uma alta de 1,91% ou R$ 0,44. O comportamento do papel foi estável, com mínima de R$ 22,91 e máxima de R$ 23,58, muito próximo do fechamento. Foram negociadas 1.802.900 ações, somando um volume financeiro de R$ 42.278.005,00. Em relação ao desempenho anual, a ação demonstra resiliência, mantendo-se próxima da máxima de 52 semanas de R$ 25,63 e bem acima da mínima de R$ 13,29. O fechamento anterior foi de R$ 23,01, confirmando a tendência de alta no curto prazo.
A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação significativa na Vale S.A., sendo seu principal ativo. Por ser uma holding, sua performance está intrinsecamente ligada ao desempenho das ações da mineradora e à política de distribuição de dividendos desta.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR4) | R$ 46,43 ↑ 1,66%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) registraram fechamento de R$ 46,43, subindo 1,66% (R$ 0,76). A estatal movimentou um dos maiores volumes financeiros do dia, totalizando R$ 2.347.737.593,00 através da negociação de 50.565.100 papéis. Durante o dia, o preço variou entre R$ 45,65 e R$ 46,51. O papel está operando em patamares elevados, muito próximo da sua máxima anual de R$ 50,00, o que demonstra uma forte valorização acumulada frente à mínima de 52 semanas de R$ 26,99. O fechamento anterior de R$ 45,67 serviu como base para a ascensão observada.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração e produção de petróleo e gás. A última notícia de impacto envolve a aprovação, pelo conselho de administração, do novo plano estratégico para o quinquênio 2024-2028, com foco em investimentos em energia renovável.
6º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,89 ↑ 1,66%
Descrição: A CSN Mineração apresentou alta de 1,66%, fechando a R$ 4,89. A variação nominal foi de R$ 0,08 em relação aos R$ 4,81 do dia anterior. O ativo teve mínima diária de R$ 4,78 e máxima de R$ 4,90. O volume de ações trocadas foi de 6.346.700, gerando um giro financeiro de R$ 31.035.363,00. Analisando o histórico de um ano, a ação mostra-se estável, situando-se entre a mínima de R$ 4,42 e a máxima de R$ 6,37. O volume negociado reflete uma liquidez moderada para o setor, acompanhando o movimento de outros players de mineração.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil. Recentemente, a companhia divulgou que está acelerando seu projeto de expansão P15, visando aumentar a capacidade de produção de minério de alta qualidade.
7º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR3) | R$ 50,81 ↑ 1,40%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em R$ 50,81, um ganho de 1,40% ou R$ 0,70. O papel oscilou entre a mínima de R$ 49,74 e a máxima de R$ 51,09. Foram negociadas 9.106.600 ações, com volume financeiro de R$ 462.706.346,00. Diferente das preferenciais, a PETR3 já ultrapassou a barreira dos cinquenta reais, situando-se próxima da máxima anual de R$ 55,44. O fechamento anterior foi de R$ 50,11. O desempenho reflete a paridade com o mercado internacional de petróleo e a demanda por direitos de voto na companhia.
As ações PETR3 representam o capital votante da Petrobras. Notícias recentes indicam que a empresa está sob análise governamental quanto à sua política de preços de combustíveis, o que gera frequente expectativa no mercado financeiro.
8º – TRANSMISSORA ALIANCA UNT (TAEE11) | R$ 41,40 ↑ 1,07%
Descrição: A Taesa encerrou o dia com suas units cotadas a R$ 41,40, uma valorização de 1,07% (R$ 0,44). O ativo apresentou baixa volatilidade, comum ao setor elétrico, com mínima de R$ 40,97 e máxima de R$ 41,53. O volume financeiro foi de R$ 126.853.740,00, correspondente a 3.064.100 units negociadas. No histórico de 52 semanas, a ação demonstra solidez, oscilando entre R$ 30,91 e R$ 45,13. O fechamento anterior foi de R$ 40,96, mostrando uma trajetória de estabilidade e crescimento gradual.
A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil. A notícia mais relevante para o investidor foi o recente anúncio do pagamento de dividendos intercalares, reafirmando sua posição como uma das melhores pagadoras de proventos do setor.
9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 9,07 ↑ 0,89%
Descrição: A Usiminas fechou o pregão a R$ 9,07, registrando uma leve alta de 0,89% (R$ 0,08). O ativo teve uma variação diária entre a mínima de R$ 8,93 e a máxima de R$ 9,20. Foram movimentadas 17.143.500 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 155.491.545,00. Um dado relevante é que a máxima alcançada no dia (R$ 9,20) coincide exatamente com a máxima de 52 semanas do papel, indicando que a ação está em seu pico anual de valorização, após ter recuperado significativamente da mínima de R$ 3,90.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e possui um complexo siderúrgico de grande porte. A última notícia de mercado aponta para a conclusão da reforma do Alto-Forno 3 da usina de Ipatinga, o que deve otimizar a produção nos próximos trimestres.
10º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 15,00 ↑ 0,81%
Descrição: Fechando a lista, a Automob Participações S.A. encerrou a R$ 15,00, uma alta discreta de 0,81% (R$ 0,12). O papel variou entre a mínima de R$ 14,80 e a máxima de R$ 15,17. O volume negociado foi significativamente menor que os demais ativos da lista, com apenas 35.300 ações e um volume financeiro de R$ 529.500,00. Historicamente, no período de 52 semanas, a ação flutuou entre R$ 10,00 e R$ 15,76. O fechamento anterior foi de R$ 14,88. A baixa liquidez diária sugere uma movimentação de investidores mais específicos ou institucionais de menor porte.
A Automob é uma empresa focada no setor automotivo, atuando principalmente na gestão de concessionárias e serviços relacionados. Recentemente, a companhia tem buscado expansão através da aquisição de novas redes de concessionárias para diversificar seu portfólio geográfico.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | COGN3 | R$ 2,64 | -0,06% |
| 2 | RDOR3 | R$ 35,97 | -0,06% |
| 3 | VIVT3 | R$ 36,02 | -0,06% |
| 4 | RENT3 | R$ 47,02 | -0,06% |
| 5 | TOTS3 | R$ 33,50 | -0,05% |
| 6 | RAIL3 | R$ 16,18 | -0,04% |
| 7 | LREN3 | R$ 13,72 | -0,04% |
| 8 | POMO4 | R$ 6,17 | -0,04% |
| 9 | MRVE3 | R$ 6,42 | -0,04% |
| 10 | ASAI3 | R$ 8,96 | -0,03% |
1º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,64 ↓ -6,38%
Descrição: A Cogna Educação liderou as perdas do dia com um recuo expressivo de 6,38%. O ativo abriu o pregão sob pressão, atingindo a mínima de R$ 2,60, muito próximo do seu suporte de 52 semanas, que é de R$ 2,17. Durante o dia, a máxima registrada foi de R$ 2,81, mas o papel não sustentou o fôlego, fechando a R$ 2,64, abaixo do fechamento anterior de R$ 2,82. O volume de negociação foi robusto, com 35.049.400 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 92.530.416,00. Analisando o histórico de um ano, a empresa está operando significativamente distante de sua máxima de R$ 4,73, o que sinaliza um momento de forte correção ou reavaliação de fundamentos pelo mercado. A variação nominal negativa foi de R$ 0,18 por ação, consolidando a maior queda percentual entre os ativos listados neste relatório de monitoramento de riscos e oportunidades no setor educacional.
A Cogna Educação é uma das maiores organizações educacionais privadas do mundo, atuando no ensino básico e superior. Recentemente, a empresa tem focado na digitalização de seus serviços e na eficiência operacional para lidar com os desafios do setor pós-pandemia. Notícia recente: O mercado repercutiu negativamente os últimos dados operacionais do setor educacional, com investidores aguardando sinais mais claros de recuperação nas margens de lucro.
2º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 35,97 ↓ -6,11%
Descrição: A Rede D’Or apresentou uma desvalorização de 6,11%, com o preço da ação recuando R$ 2,34 em relação ao fechamento anterior de R$ 38,31. O papel oscilou entre a mínima de R$ 35,88 e a máxima de R$ 38,15. O volume de ações negociadas foi de 18.098.400, resultando em um giro financeiro altíssimo de R$ 650.999.448,00, o maior valor financeiro entre as empresas deste ranking, o que demonstra uma liquidez elevada mesmo em dia de forte baixa. Em um horizonte de 52 semanas, o ativo encontra-se em uma faixa intermediária, distante da mínima de R$ 29,00, mas também afastado da máxima de R$ 45,19. Esta queda acentuada reflete uma pressão vendedora significativa, possivelmente ligada a ajustes de portfólio por grandes fundos institucionais. O fechamento a R$ 35,97 indica que a pressão vendedora dominou o final do pregão, deixando o ativo próximo de sua mínima intradiária.
A Rede D’Or São Luiz é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, operando uma vasta gama de hospitais e clínicas. Notícia recente: A companhia anunciou recentemente a expansão de sua parceria com operadoras de saúde, buscando otimizar a ocupação de seus leitos e aumentar a capilaridade de seus serviços premium.
3º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 36,02 ↓ -6,10%
Descrição: A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, registrou uma queda de 6,10% no dia de hoje. O valor da ação encerrou em R$ 36,02, representando uma redução nominal de R$ 2,34. Durante a sessão, o ativo tocou a máxima de R$ 38,50 e recuou até a mínima de R$ 35,49. O volume de ações negociadas atingiu 13.278.100 unidades, com um volume financeiro total de R$ 478.277.162,00. Comparando com o desempenho anual, a ação está consideravelmente acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 26,30), mas o recuo atual a afasta do pico de R$ 43,28 observado no mesmo período. O fechamento anterior havia sido de R$ 38,36, o que evidencia o hiato (gap) negativo e a falta de suporte para manter os níveis de preço anteriores. A magnitude da queda em uma empresa do setor de telecomunicações, geralmente considerada defensiva, chama a atenção dos analistas para possíveis fatores macroeconômicos ou setoriais específicos.
A Telefônica Brasil é líder no mercado de telecomunicações no país, oferecendo serviços de telefonia fixa, móvel, internet e TV por assinatura. Notícia recente: A Vivo confirmou investimentos pesados na expansão da tecnologia 5G e em infraestrutura de fibra óptica para consolidar sua liderança no mercado de alta velocidade.
4º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 47,02 ↓ -5,73%
Descrição: As ações da Localiza sofreram uma retração de 5,73% no fechamento desta sessão, cotadas a R$ 47,02. A variação negativa em termos monetários foi de R$ 2,86 por ação, partindo de um fechamento anterior de R$ 49,88. O comportamento do ativo foi marcado por uma mínima de R$ 46,47 e uma máxima de R$ 49,55. O mercado movimentou 12.189.700 ações da companhia, gerando um volume financeiro de R$ 573.159.694,00. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra resiliência ao se manter distante da mínima de R$ 30,36, embora a queda de hoje o afaste da máxima de R$ 53,35. O volume financeiro transacionado coloca a Localiza entre as ações mais movimentadas do dia, sugerindo que o movimento de queda foi acompanhado por uma grande massa de investidores. A desvalorização ocorre em um momento em que o mercado avalia custos de capital e depreciação de frotas.
A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, sendo referência no setor de mobilidade e gestão de frotas. Notícia recente: A empresa concluiu recentemente a integração de ativos após grandes fusões, focando agora na renovação de frota com veículos mais eficientes.
5º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 33,50 ↓ -4,86%
Descrição: A gigante de tecnologia Totvs encerrou o dia com uma desvalorização de 4,86%, sendo negociada a R$ 33,50. A queda nominal foi de R$ 1,71 em relação ao último fechamento de R$ 35,21. Ao longo do dia, o ativo apresentou uma mínima de R$ 33,21 e uma máxima de R$ 35,00. Com um volume de 6.895.800 ações negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 231.009.300,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, a Totvs mantém uma posição estável, com mínima de R$ 30,72 e máxima de R$ 47,98. A queda de hoje parece refletir um ajuste técnico dentro do setor de tecnologia, que costuma apresentar maior volatilidade. O fato de o fechamento ter ocorrido muito próximo da mínima do dia sinaliza que o interesse de compra não foi suficiente para reverter a tendência negativa imposta desde a abertura do pregão.
A Totvs é uma empresa brasileira de software, serviços e tecnologia, líder absoluta no mercado de ERP no Brasil. Notícia recente: A Totvs anunciou parcerias estratégicas no setor de serviços financeiros (fintech) para expandir sua oferta de soluções além do software de gestão tradicional.
6º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 16,18 ↓ -4,43%
Descrição: As ações da Rumo apresentaram uma queda de 4,43%, fechando o dia a R$ 16,18. A variação negativa foi de R$ 0,75 comparado ao valor de fechamento anterior de R$ 16,93. Durante a jornada de negociações, o papel atingiu a mínima de R$ 16,03 e a máxima de R$ 16,92. O volume operacional foi de 16.673.500 ações, o que resultou em um volume financeiro de R$ 269.777.230,00. Analisando os extremos de 52 semanas, a Rumo está negociando em patamares próximos à sua média, com mínima anual de R$ 13,22 e máxima de R$ 19,54. A queda atual interrompe uma possível sequência de estabilidade, trazendo o papel para patamares inferiores aos registrados na abertura. O volume financeiro demonstra que houve uma saída relevante de capital do ativo, acompanhando um movimento generalizado de aversão ao risco no setor de logística e infraestrutura.
A Rumo é a maior operadora ferroviária do Brasil, focada em soluções logísticas de transporte de carga, especialmente para o setor agrícola. Notícia recente: A empresa segue avançando nas obras da Ferrovia de Integração Estadual em Mato Grosso, projeto fundamental para sua estratégia de longo prazo.
7º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 13,72 ↓ -4,39%
Descrição: A Lojas Renner registrou um recuo de 4,39% nesta sessão, com suas ações encerrando a R$ 13,72. A perda nominal foi de R$ 0,63 em relação aos R$ 14,35 do fechamento anterior. O papel operou entre a mínima de R$ 13,72 (encerrando exatamente no ponto mais baixo do dia) e a máxima de R$ 14,25. Foram negociadas 12.674.500 ações, somando um volume financeiro de R$ 173.894.140,00. No histórico de um ano, a varejista está próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 12,25) e muito distante da máxima de R$ 18,80. Este fechamento na mínima do dia é um sinal técnico de fraqueza, indicando que a pressão vendedora permaneceu ativa até o último minuto do pregão. O setor de varejo de moda continua enfrentando ventos contrários devido aos cenários de crédito e consumo das famílias brasileiras.
A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando também as marcas Camicado e Youcom. Notícia recente: A empresa tem investido na automação de seus centros de distribuição para melhorar a eficiência logística e reduzir custos operacionais.
8º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 6,17 ↓ -4,19%
Descrição: A Marcopolo encerrou o dia com uma queda de 4,19%, com as ações cotadas a R$ 6,17. A variação negativa foi de R$ 0,27 sobre o fechamento anterior de R$ 6,44. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 6,14 e a máxima de R$ 6,44. O volume de negociação contou com 7.751.200 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 47.824.904,00. Apesar da queda hoje, o papel ainda demonstra um desempenho sólido no acumulado de 52 semanas, mantendo-se bem acima da mínima de R$ 5,14 e relativamente próximo da máxima de R$ 7,95. O fechamento a R$ 6,17 sugere um ajuste após períodos de valorização, em um movimento de realização de lucros por parte dos investidores. O volume financeiro foi um dos menores entre os dez ativos analisados, indicando uma pressão vendedora menos intensa em comparação aos líderes do ranking.
A Marcopolo é uma multinacional brasileira fabricante de carrocerias de ônibus, sendo uma das maiores do setor no mundo. Notícia recente: A Marcopolo reportou recentemente um aumento na demanda por ônibus elétricos, alinhando-se às novas tendências de sustentabilidade no transporte público.
9º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 6,42 ↓ -4,04%
Descrição: A construtora MRV registrou uma queda de 4,04%, fechando a sessão a R$ 6,42. O recuo nominal foi de R$ 0,27 comparado ao fechamento anterior de R$ 6,69. Durante o dia, as ações foram negociadas entre a mínima de R$ 6,33 e a máxima de R$ 6,69. O volume de ações movimentadas foi de 10.237.200, totalizando um volume financeiro de R$ 65.722.824,00. No panorama anual, a MRV enfrenta um cenário desafiador, estando mais próxima da mínima de 52 semanas (R$ 4,86) do que da máxima (R$ 10,53). A desvalorização no setor de construção civil costuma estar atrelada a expectativas de juros e custos de insumos, e o desempenho de hoje reflete essa cautela do mercado. O volume negociado mostra que ainda há liquidez para o papel, mas o sentimento predominante foi de retração.
A MRV Engenharia é a maior construtora da América Latina, focada principalmente em empreendimentos residenciais para o segmento de baixa renda. Notícia recente: A companhia tem focado na redução de sua alavancagem financeira e na melhora da geração de caixa operacional em seus projetos recentes.
10º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,96 ↓ -3,45%
Descrição: O Assaí Atacadista (Sendas Distribuidora) fecha o ranking das 10 maiores quedas com um recuo de 3,45%, cotado a R$ 8,96. A variação nominal foi de R$ 0,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,28. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 8,89 e a máxima de R$ 9,29. O volume de ações negociadas atingiu 8.242.600, gerando um volume financeiro de R$ 73.853.696,00. Em termos anuais, o ativo está operando próximo de suas mínimas de 52 semanas (R$ 6,91), distanciando-se do topo de R$ 11,88. O setor de atacarejo, embora resiliente, sofreu com a pressão vendedora nesta data. O fechamento abaixo da marca de R$ 9,00 pode ser visto como um rompimento psicológico importante para traders e investidores de curto prazo, demandando atenção para os próximos suportes.
A Sendas Distribuidora, operando sob a bandeira Assaí, é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil. Notícia recente: O Assaí continua seu plano de expansão com a conversão de lojas e abertura de novas unidades em regiões estratégicas para aumentar sua participação de mercado.