Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 14/04/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 COGN3 R$ 3,28 4,79%
2 RENT3 R$ 50,99 4,47%
3 RAIL3 R$ 16,92 4,19%
4 MBRF3 R$ 21,87 4,14%
5 POMO4 R$ 6,94 3,74%
6 MOTV3 R$ 17,53 3,73%
7 AZZA3 R$ 22,14 2,83%
8 ASAI3 R$ 10,15 2,73%
9 CPFE3 R$ 56,03 2,58%
10 BBAS3 R$ 25,38 2,55%

1º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,28 ↑ 4,79%

Descrição: A Cogna Educação liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 4,79%, encerrando a sessão cotada a R$ 3,28. O ativo apresentou uma variação nominal positiva de R$ 0,15 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,13. Durante o pregão, a ação demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 3,16 e a máxima de R$ 3,32. O volume de negociação foi robusto, com 34.225.300 papéis trocando de mãos, resultando em um volume financeiro total de R$ 112.258.984,00. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que o papel ainda transita em um patamar intermediário, considerando sua mínima de R$ 1,83 e máxima de R$ 4,75 no período. Este movimento de alta sugere uma recuperação de curto prazo, possivelmente impulsionada por fluxos setoriais ou ajustes técnicos.

A Cogna é uma das maiores organizações educacionais do mundo, atuando em diversos segmentos do ensino, desde a educação básica até o ensino superior e pós-graduação. Recentemente, a empresa tem focado na digitalização de suas plataformas e na eficiência operacional do grupo Kroton. Em notícias recentes, a companhia anunciou uma reestruturação em suas unidades de negócio para otimizar a geração de caixa e reduzir a alavancagem financeira.


2º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 50,99 ↑ 4,47%

Descrição: A Localiza apresentou uma performance sólida, ocupando a segunda posição no ranking com uma alta de 4,47%. O preço da ação saltou de R$ 48,81 para R$ 50,99, representando um acréscimo de R$ 2,18 por cota. O volume financeiro movimentado pela gigante do setor de locação foi o segundo maior da lista, totalizando expressivos R$ 541.371.028,00, com 10.617.200 ações negociadas. A variação diária ficou entre a mínima de R$ 49,20 e a máxima de R$ 51,09, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 52,39. Este comportamento reforça a confiança do investidor na resiliência operacional da companhia, que mantém uma distância considerável de sua mínima anual de R$ 30,36, consolidando sua trajetória de valorização no mercado de capitais brasileiro.

A Localiza é a líder de mercado no segmento de aluguel de carros e gestão de frotas na América Latina, contando com uma vasta rede de agências e uma operação integrada de seminovos. A última notícia relevante da empresa envolve a expansão de sua frota de veículos elétricos e híbridos, visando atender à crescente demanda por soluções de mobilidade sustentável e ESG.


3º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 16,92 ↑ 4,19%

Descrição: As ações da Rumo S.A. encerraram o dia com uma valorização de 4,19%, posicionando-se em R$ 16,92. O incremento nominal foi de R$ 0,68 sobre o fechamento prévio de R$ 16,24. Durante a sessão, o ativo registrou uma mínima de R$ 16,26 e alcançou a máxima de R$ 17,05. O volume de ações negociadas atingiu 15.721.700 unidades, gerando uma movimentação financeira de R$ 266.011.164,00. Em uma perspectiva anual (52 semanas), o papel RAIL3 demonstra estabilidade, operando acima da mínima de R$ 13,31 e abaixo da máxima de R$ 19,68. O fluxo comprador observado hoje indica um otimismo em relação à infraestrutura logística nacional, setor no qual a Rumo detém uma posição estratégica fundamental para o escoamento de commodities agrícolas.

A Rumo é a maior operadora ferroviária do Brasil, controlando malhas que conectam as principais regiões produtoras de grãos aos portos mais importantes do país, como o de Santos. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado o avanço das obras da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, projeto que promete aumentar significativamente sua capacidade de carga nos próximos anos.


4º – MARFRIG GLOBAL FOODS S.A. (MBRF3) | R$ 21,87 ↑ 4,14%

Descrição: A Marfrig registrou uma ascensão de 4,14% neste pregão, fechando cotada a R$ 21,87. A valorização em reais foi de R$ 0,87, partindo de um fechamento anterior de R$ 21,00. A flutuação de preço durante o dia variou entre R$ 21,10 e R$ 22,45, evidenciando uma pressão compradora constante. Com 12.171.900 ações negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 266.199.453,00. Ao observar o intervalo de 52 semanas, a MBRF3 apresenta um desempenho robusto, aproximando-se da sua máxima de R$ 26,83 e mantendo-se muito acima da mínima de R$ 14,59. Este resultado reflete o apetite dos investidores pelo setor de proteínas, possivelmente influenciado por dados favoráveis de exportação ou ciclos de preços de gado no mercado interno e externo.

A Marfrig é uma das líderes globais na produção de carne bovina e detém uma participação majoritária na BRF, diversificando seu portfólio para aves e suínos. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação, por órgãos reguladores, da venda de determinadas plantas industriais para a Minerva, o que deve auxiliar na desalavancagem financeira da companhia.


5º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 6,94 ↑ 3,74%

Descrição: As ações preferenciais da Marcopolo apresentaram uma alta de 3,74%, finalizando o dia a R$ 6,94. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,25 frente ao fechamento de R$ 6,69. O ativo teve sua mínima diária em R$ 6,62 e atingiu exatamente o valor do fechamento na sua máxima (R$ 6,94), sugerindo um fechamento no “topo” do dia. O volume negociado foi de 12.921.200 ações, somando um total de R$ 89.673.128,00. No acumulado de 52 semanas, a POMO4 mostra uma valorização notável, partindo de uma mínima de R$ 4,66 e chegando próximo da máxima de R$ 8,05. O desempenho atual reflete a recuperação do setor de transporte rodoviário e a renovação de frotas de ônibus no Brasil e no exterior.

A Marcopolo é uma multinacional brasileira fabricante de carrocerias de ônibus, sendo uma das maiores do mundo no setor. A empresa possui forte presença global com fábricas em diversos continentes. Recentemente, a Marcopolo reportou um aumento significativo em sua carteira de pedidos para veículos elétricos, alinhando-se à tendência de descarbonização do transporte público urbano.


6º – MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. (MOTV3) | R$ 17,53 ↑ 3,73%

Descrição: A Motiva Infraestrutura registrou uma valorização de 3,73%, com o preço da ação encerrando a R$ 17,53. O avanço foi de R$ 0,63 comparado ao valor de fechamento anterior de R$ 16,90. O comportamento intradia mostrou uma oscilação entre R$ 16,83 e R$ 17,55. O volume de negociação contou com 11.673.700 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 204.639.961,00. Notavelmente, a máxima alcançada hoje (R$ 17,55) é o recorde das últimas 52 semanas para o papel, superando em muito a mínima de R$ 11,25. Este patamar histórico indica que a empresa atravessa um momento de forte confiança do mercado em seus projetos de concessão e gestão de ativos de infraestrutura de transporte.

A Motiva atua no gerenciamento e operação de infraestrutura de mobilidade, focada em concessões rodoviárias e soluções logísticas integradas. Como fato recente, a empresa participou de novos leilões de concessão de rodovias, buscando expandir sua malha sob gestão e garantir fluxos de receita previsíveis para as próximas décadas.


7º – AZZAS 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 22,14 ↑ 2,83%

Descrição: A Azzas 2154 obteve uma alta de 2,83%, com fechamento em R$ 22,14. O valor subiu R$ 0,61 em relação aos R$ 21,53 do dia anterior. Durante a jornada de negociação, os preços variaram de R$ 21,67 a R$ 22,30. O volume de ações foi de 4.415.300, totalizando R$ 97.754.742,00 negociados. Apesar da alta diária, o papel AZZA3 ainda se encontra em um patamar de preço desafiador quando comparado à sua máxima de 52 semanas de R$ 41,49, estando muito mais próximo da mínima de R$ 20,38. O movimento de hoje pode representar uma tentativa de formação de fundo ou uma correção técnica após as quedas acumuladas nos meses anteriores no setor de varejo de moda.

A Azzas 2154 é a nova holding resultante da fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma gigante do varejo de moda de alto padrão no Brasil com marcas como Arezzo, Schutz, Farm e Hering. A notícia mais recente do grupo refere-se à implementação das sinergias operacionais após a fusão, visando a redução de custos logísticos e administrativos.


8º – SENDAS DISTRIBUIDORA S.A. (ASAI3) | R$ 10,15 ↑ 2,73%

Descrição: As ações do Assaí Atacadista (Sendas Distribuidora) subiram 2,73%, fechando a R$ 10,15. A variação nominal foi de R$ 0,27 sobre os R$ 9,88 anteriores. A cotação mínima do dia foi de R$ 9,86 e a máxima de R$ 10,15, fechando no ponto mais alto da sessão. O volume de negociação envolveu 10.338.600 papéis, com volume financeiro de R$ 104.936.790,00. No horizonte de um ano, a ação apresenta uma volatilidade considerável, com mínima de R$ 6,91 e máxima de R$ 11,88. A manutenção do preço acima dos R$ 10,00 é um marco psicológico importante para o investidor, refletindo a resiliência do modelo de negócio “cash & carry” em ambientes macroeconômicos voláteis.

O Assaí Atacadista é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até o consumidor final. Recentemente, a empresa divulgou seu plano de desalavancagem e a continuidade da conversão de lojas adquiridas do antigo Extra Hiper, visando aumentar sua margem de lucro e eficiência operacional.


9º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 56,03 ↑ 2,58%

Descrição: A CPFL Energia apresentou uma valorização de 2,58%, encerrando o pregão a R$ 56,03. O incremento nominal foi de R$ 1,41 comparado ao fechamento de R$ 54,62. O ativo variou entre R$ 54,37 e R$ 56,10 durante o dia. Com um volume de 3.881.400 ações, a empresa movimentou R$ 217.474.842,00. Chama a atenção o fato de o papel estar operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 56,35) e bem distante da mínima (R$ 34,67). A CPFL é vista pelo mercado como uma ação defensiva e boa pagadora de dividendos, o que justifica a sustentação de preços elevados mesmo em dias de maior incerteza no cenário econômico geral.

A CPFL Energia é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e serviços. Uma notícia relevante de última hora é o investimento bilionário anunciado para a modernização das redes de distribuição no estado de São Paulo para prevenir quedas de energia causadas por eventos climáticos extremos.


10º – BANCO DO BRASIL S.A. (BBAS3) | R$ 25,38 ↑ 2,55%

Descrição: O Banco do Brasil fechou o ranking das 10 maiores altas com uma valorização de 2,55%, cotado a R$ 25,38. O ganho por ação foi de R$ 0,63 frente ao fechamento de R$ 24,75. O ativo registrou a maior movimentação financeira da nossa lista, com R$ 720.439.218,00, fruto da negociação de 28.386.100 ações. A flutuação diária ocorreu entre R$ 24,75 e R$ 25,49. Em uma análise de 52 semanas, o banco estatal demonstra força, operando perto da máxima de R$ 29,02 e significativamente acima da mínima de R$ 17,83. O interesse contínuo em BBAS3 deve-se aos seus múltiplos atrativos, rentabilidade consistente (ROE elevado) e política de distribuição de proventos aos acionistas.

O Banco do Brasil é a instituição financeira mais antiga do país, com atuação diversificada e liderança no crédito agrícola. Recentemente, o banco anunciou a antecipação de pagamentos de juros sobre capital próprio (JCP) e reforçou sua projeção de lucro líquido recorde para o ano fiscal, baseada no crescimento da carteira de crédito e controle de inadimplência.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PETR3 R$ 52,52 -4,44%
2 PETR4 R$ 47,88 -3,82%
3 BRKM5 R$ 9,82 -2,58%
4 PRIO3 R$ 65,08 -2,57%
5 PSSA3 R$ 52,36 -2,35%
6 RECV3 R$ 13,67 -1,30%
7 UGPA3 R$ 30,14 -1,28%
8 AMOB3 R$ 14,03 -1,20%
9 VBBR3 R$ 33,27 -1,13%
10 VIVT3 R$ 41,43 -1,00%

1º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 52,52 ↓ 4,44%

Descrição: A Petrobras lidera o volume de quedas no topo do ranking com suas ações ordinárias (PETR3). O papel encerrou o dia cotado a R$ 52,52, apresentando uma desvalorização acentuada de 4,44%, o que representa uma queda nominal de R$ 2,44 em relação ao fechamento anterior de R$ 54,96. Durante a sessão, o ativo registrou uma volatilidade considerável, oscilando entre a mínima de R$ 52,15 e a máxima de R$ 54,85. O volume de ações negociadas atingiu 19.892.600 unidades, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 1.044.759.352,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação ainda se mantém em um patamar elevado, considerando que sua mínima no período foi de R$ 29,34 e a máxima tocou os R$ 56,14. A movimentação de hoje reflete um ajuste severo no apetite dos investidores, possivelmente influenciado por fatores macroeconômicos ou flutuações no preço internacional do barril de petróleo.

A Petrobras é uma sociedade anônima de capital aberto que atua de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Recentemente, a empresa ganhou destaque no noticiário econômico devido às discussões sobre sua política de dividendos extraordinários e mudanças na gestão estratégica de investimentos em energias renováveis.

2º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 47,88 ↓ 3,82%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) ocupam a segunda posição do relatório, acompanhando a tendência de queda do setor petrolífero. O ativo fechou o dia em R$ 47,88, uma retração de 3,82%, ou R$ 1,90 abaixo do fechamento anterior de R$ 49,78. O papel demonstrou grande liquidez, sendo o mais negociado da lista em termos de volume financeiro, totalizando R$ 2.793.477.204,00 com mais de 58,3 milhões de ações trocando de mãos. O preço oscilou entre a mínima de R$ 47,67 e a máxima de R$ 49,65. Ao observar a janela de 52 semanas, nota-se que o valor atual está próximo do topo histórico de R$ 50,69, contrastando drasticamente com a mínima de R$ 27,30 registrada no último ano. Esta queda diária impacta diretamente o índice Bovespa devido ao peso relevante que a PETR4 possui na carteira teórica, sinalizando um dia de cautela para o investidor institucional.

A Petrobras é a maior empresa do Brasil e uma das maiores petroleiras do mundo, com foco principal no pré-sal. Uma notícia recente de grande impacto envolve a aprovação, por parte do Conselho de Administração, da distribuição de parte dos dividendos que haviam sido retidos em reserva, aliviando tensões no mercado financeiro.

3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,82 ↓ 2,58%

Descrição: A Braskem, gigante do setor petroquímico, figura na terceira posição com uma queda de 2,58%. O valor de fechamento foi de R$ 9,82, perdendo R$ 0,26 frente ao dia anterior (R$ 10,08). A ação teve uma jornada de baixa amplitude, operando entre R$ 9,73 e R$ 10,72. O volume negociado foi de 7.228.300 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 70.981.906,00. O desempenho da BRKM5 tem sido pressionado nos últimos meses, o que é evidenciado pela máxima de 52 semanas de R$ 13,78 em comparação ao preço atual, aproximando-se perigosamente da mínima anual de R$ 6,11. O cenário para a petroquímica permanece desafiador, com margens apertadas e incertezas sobre a demanda global por resinas termoplásticas, o que mantém o investidor em posição defensiva. O mercado segue monitorando o endividamento da companhia e as variáveis de custo de matéria-prima (nafta).

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com forte atuação internacional. Recentemente, a empresa tem sido notícia devido às negociações de venda de participação acionária da Novonor e aos desdobramentos geológicos e indenizatórios relacionados ao incidente em Maceió.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 65,08 ↓ 2,57%

Descrição: A PRIO S.A., anteriormente conhecida como PetroRio, registrou uma queda de 2,57% na sessão de hoje, encerrando cotada a R$ 65,08. O recuo nominal foi de R$ 1,72 em relação aos R$ 66,80 do fechamento anterior. Durante o dia, o papel buscou uma máxima de R$ 67,12, mas acabou recuando até a mínima de R$ 63,58. A liquidez do ativo foi robusta, com 11.048.900 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 719.062.412,00. No acumulado de 52 semanas, a PRIO3 apresenta uma resiliência notável, com uma amplitude que vai de R$ 32,81 a R$ 72,98. A queda de hoje segue o fluxo vendedor das empresas juniores de petróleo (junior oils), que sofrem com a volatilidade dos preços das commodities e ajustes técnicos após períodos de forte valorização. O investidor focado em crescimento observa atentamente os níveis de suporte próximos aos R$ 63,00.

A PRIO é uma empresa brasileira focada na produção de petróleo e gás através da gestão eficiente de campos amadurecidos, visando aumentar o fator de recuperação. A última notícia relevante da companhia destaca o aumento da produção diária no Campo de Frade, reforçando sua eficiência operacional.

5º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 52,36 ↓ 2,35%

Descrição: A Porto Seguro (Porto) aparece em quinto lugar, com suas ações PSSA3 fechando a R$ 52,36, uma desvalorização de 2,35%. A variação negativa foi de R$ 1,26 em comparação ao fechamento de R$ 53,62. O ativo teve uma movimentação discreta em volume, com 1.365.800 ações, totalizando R$ 71.513.288,00 em negócios. Os preços flutuaram entre R$ 52,06 e R$ 54,11 durante o pregão. Ao analisar o horizonte de um ano, o papel opera muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 54,38), demonstrando que, apesar da queda pontual hoje, a tendência de longo prazo tem sido positiva. A mínima do ano está fixada em R$ 36,82. A correção de hoje pode ser interpretada como um movimento de realização de lucros por parte dos investidores, após uma sequência de altas impulsionadas pelos resultados operacionais sólidos no setor de seguros.

A Porto Seguro é uma das maiores seguradoras do Brasil, atuando nos ramos de Automóvel, Saúde, Patrimonial e Vida, além de serviços financeiros. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua marca para o setor de “Porto Bank”, consolidando sua estratégia de diversificação de ecossistema financeiro.

6º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,67 ↓ 1,30%

Descrição: A PetroRecôncavo encerrou o dia com uma retração de 1,30%, com o preço da ação fixado em R$ 13,67. A queda foi de R$ 0,18 em relação ao valor anterior de R$ 13,85. O papel oscilou entre R$ 13,56 e R$ 13,95 ao longo do pregão, com um volume de 5.125.600 ações negociadas, gerando um montante de R$ 70.066.952,00. Quando olhamos para o histórico de 52 semanas, a RECV3 está operando em uma zona intermediária, com mínima de R$ 9,43 e máxima de R$ 14,64. Embora a queda tenha sido menos intensa do que a de suas pares do setor de óleo e gás, o ativo sentiu o peso do cenário setorial negativo. O mercado avalia a capacidade de execução da empresa em seus polos de produção terrestre, especialmente diante de possíveis revisões de custos operacionais e investimentos em infraestrutura.

A PetroRecôncavo é uma operadora independente de petróleo e gás, sendo uma das principais no Brasil com foco em campos terrestres (onshore). Uma notícia recente indica que a empresa assinou um novo contrato de venda de gás natural, garantindo previsibilidade de receita para os próximos anos.

7º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 30,14 ↓ 1,28%

Descrição: As ações da Ultrapar (UGPA3) registraram queda de 1,28%, fechando a R$ 30,14. O recuo foi de R$ 0,39 comparado ao fechamento de R$ 30,53. A ação atingiu a mínima de R$ 29,89 e máxima de R$ 30,73. O volume de negociação foi de 4.868.100 papéis, totalizando R$ 146.724.534,00. Notavelmente, a ação está operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 30,73 (atingida recentemente), o que sugere que a queda de hoje foi um leve ajuste técnico. A mínima anual registrada foi de R$ 14,62, o que mostra uma valorização expressiva nos últimos 12 meses. O desempenho da Ultrapar tem sido sustentado pela recuperação das margens da Ipiranga e pela eficiência operacional de suas outras subsidiárias, como a Ultragaz, atraindo investidores que buscam empresas consolidadas com fluxo de caixa estável.

A Ultrapar é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, atuando na distribuição de combustíveis (Ipiranga), distribuição de GLP (Ultragaz) e armazenagem de granéis líquidos (Ultracargo). Recentemente, a companhia reportou um lucro líquido acima do esperado, impulsionado pela melhoria operacional na rede de postos.

8º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 14,03 ↓ 1,20%

Descrição: A Automob Participações (AMOB3) apresentou uma desvalorização de 1,20%, com fechamento em R$ 14,03. A variação negativa foi de R$ 0,17 sobre o valor de R$ 14,20 do dia anterior. Este papel teve a menor liquidez do ranking, com apenas 23.000 ações negociadas, movimentando R$ 322.690,00. A volatilidade intradiária foi baixa, entre R$ 13,86 e R$ 14,19. No histórico de 52 semanas, a ação flutuou entre a mínima de R$ 10,00 e a máxima de R$ 15,39. Devido ao baixo volume, o ativo tende a sofrer variações bruscas com poucas ordens de compra ou venda, o que exige cautela adicional do investidor de varejo. O preço atual reflete uma estabilização após períodos de maior euforia, aguardando novos gatilhos operacionais ou notícias sobre a expansão de sua rede de concessionárias.

A Automob é uma empresa do Grupo Simpar que atua no setor de varejo automotivo, operando redes de concessionárias de diversas marcas. A última notícia relevante sobre a empresa refere-se à estratégia de consolidação do mercado de revenda de veículos leves e pesados através de aquisições de grupos regionais.

9º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 33,27 ↓ 1,13%

Descrição: A Vibra Energia (VBBR3) encerrou o dia em queda de 1,13%, cotada a R$ 33,27. A redução foi de R$ 0,38 em relação ao fechamento de R$ 33,65. O ativo teve boa movimentação, com 13.935.900 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 463.647.393,00. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 32,90 e a máxima de R$ 33,78. Chama a atenção que a máxima de 52 semanas da ação é de R$ 33,87, o que coloca o fechamento de hoje muito próximo do topo histórico recente do papel. A mínima anual foi de R$ 15,75. Esse comportamento indica que, apesar da leve queda diária, a percepção do mercado sobre a Vibra continua muito otimista, especialmente com foco na transição energética e na manutenção de sua liderança na distribuição de combustíveis no Brasil.

A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil em volume de vendas, operando a rede de postos com a marca Petrobras sob licenciamento. Recentemente, a Vibra anunciou o fortalecimento de sua parceria com a Comerc Energia, focando em soluções de descarbonização para seus clientes corporativos.

10º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 41,43 ↓ 1,00%

Descrição: Fechando a lista das 10 principais movimentações, a Telefônica Brasil (Vivo) registrou uma queda de 1,00%, com o papel VIVT3 encerrando a R$ 41,43. A variação nominal negativa foi de R$ 0,42 frente ao fechamento anterior de R$ 41,85. O ativo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 41,29 e a máxima de R$ 42,42. O volume de ações transacionadas foi de 5.828.800, totalizando R$ 241.487.184,00 em negócios. No período de 52 semanas, a ação demonstra solidez, com mínima de R$ 24,35 e máxima de R$ 43,40. Setores defensivos como o de telecomunicações costumam sofrer menos em dias de volatilidade generalizada, e a queda de hoje reflete um ajuste pontual dentro de uma trajetória de recuperação de margens e crescimento na base de clientes de fibra óptica e pós-pago.

A Telefônica Brasil, sob a marca Vivo, é a empresa líder em telecomunicações no país, oferecendo serviços de telefonia móvel, fixa, internet de banda larga e TV por assinatura. Uma notícia recente de destaque é o foco da companhia na expansão do Vivo Money, seu serviço de crédito pessoal, visando diversificar suas fontes de receita além da conectividade tradicional.

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